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Será que você está se autossabotando?

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A autossabotagem ocorre quando percebemos comportamentos autodestrutivos causados por pensamentos e sentimentos negativos. Percebemos a ocorrência deste quadro, quando a pessoa deseja muito alcançar ou conquistar algo (passar em um concurso, por exemplo), mas de forma inconsciente não age de forma a atingir este objetivo (não dedica tempo para estudar para a prova). Em situações como esta estamos diante de uma pessoa que se autossabota.

 

Se queremos tanto algo, porque nos sabotamos?

 

Este parece ser um raciocínio simples, se quero algo me planejo para alcança-lo e preciso apenas cumprir com as metas que estabeleci! Mas não é tão simples assim. Ao tomarmos decisões na vida, precisamos nos responsabilizar com as consequências que aquela escolha nos trará e isto pode nos gerar medo. Diante deste sentimento, algumas pessoas, acabam procrastinando e adiando a realização dos seus sonhos. Usando o exemplo do concurso, seria a pessoa que por medo de não passar ou da cobrança que isso geraria nas pessoas que o cercam – familiares ou amigos, por exemplo – ele acaba preferindo não se “expor ao risco” de ser reprovado no concurso.

Pessoas que possuem um padrão negativista mais aparente ou que estão inseridos em ambientes de muita crítica (e na maioria das vezes não construtiva), acabam tendo dificuldade de desenvolver recursos de enfrentamento mais positivos e buscam, por vezes, formas de evitar as situações que elas entendem que podem causar medo ou desconforto, se autossabotando.

 

Quais são as maneiras mais comuns de percebermos a autossabotagem?

 

         As situações em que mais percebemos que a pessoa está se autossabotando, são:

  • Diminuição da autoestima. A pessoa acredita não ser capaz, ela deixa de tentar como uma forma de diminuir o sentimento de frustração. Para eles, garantir que não terá a vitória é uma forma de se proteger do fracasso.
  • Uma tendência à inércia. A pessoa passa a se descuidar das obrigações ligadas ao trabalho, adia ou passa a dar menos valor aos sonhos e planos pessoais, sabota os cuidados com o corpo, posterga ou deixa de investir em coisas relacionadas aos estudos, etc.
  • Vulnerabilidade aos vícios. É comum que pessoas que percebem se autossabotam, sintam-se incomodadas com tal ato e recorram ao álcool e outras drogas, ao tabagismo ou passem a comer de forma compulsiva, como forma de suprir a ansiedade, a dor ou tristeza gerada pela autossabotagem.

 

Como evitar?

O passo mais importante talvez seja de reconhecer quando eu estou criando situações que possibilitam que eu sabote as minhas decisões ou planos. A partir daí podemos perceber os prejuízos que estão sendo causados e o quanto está interferindo negativamente na sua relação familiar, profissional ou social. Assim é possível buscar a ajuda de um psicólogo para que ele lhe auxilie a identificar as crenças disfuncionais que lhe fazem acreditar que você não seria capaz ou merecedor de conquistar algo, que lhe prejudicam no momento de tomar decisões devido as enfraquecimento da sua autoconfiança.

Outro fator importante é aprender quais são os gatilhos que acionam para você o processo da autossabotagem, conhecer quais são os fatores ou situações que nos levam a sentir um medo capaz de nos paralisar quando nos vemos diante de uma oportunidade, ou que nos faz acreditar que seja melhor desistir diante de um desafio por receio de fracassar, etc. O processo de psicoterapia pode auxiliar nessa fase de aprendizado para que ocorram alterações no estado de humor do paciente e com isso fica mais fácil enfrentar os desafios com maior motivação à realização dos objetivos traçados.

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Christina Daret
Christina Daret
Psicóloga, pós graduada em Terapia Cognitivo Comportamental. Apaixonada pela Psicologia e o atendimento clínico. Adora viajar e estar com a família.

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