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Os pensamentos são considerados intrusivos quando são vivenciados pelo sujeito de forma espontânea, involuntária e indesejada, podendo se configurar de diversas formas, como por exemplo, através de lembranças, ideias, sensações, impulsos e pensamentos. Dessa maneira, cada transtorno terá a sua característica e em cada pessoa ele será disfuncional e irá se manifestar de um aspecto, pois cada indivíduo terá uma resposta e avaliação sobre esses pensamentos chamados de intrusivos. 

No Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) o individuo crê que há uma dualidade entre pensamento e ação, são indissociáveis, ou seja, ao ter um pensamento sobre algo ele irá se tornar realidade, e o conteúdo da vivência desses pensamentos geralmente estão relacionados ao medo de cometer erros ou serem contaminados por algo. 

No Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é caracterizado por preocupações futuras, pensamentos repetitivos, geralmente negativos e de forma exacerbada. 

No Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT) há presença de imagens, sensações, lembranças, impulsos advindos de um evento traumático real. Dessa forma, se houver algum estímulo semelhante ao evento traumático, pode ocorrer uma associação por parte do indivíduo e como resposta ele vivenciar “novamente” o trauma. 

Em relação ao Transtorno de Pânico, nota-se a avaliação de sintomas fisiológicos, ou seja, as sensações são consideradas intrusivas e geralmente são associadas a pensamentos catastróficos pelo indivíduo. 

Na Ansiedade pela Saúde há uma hipervigilância, uma observação exacerbada relacionada a diversos sintomas e sensações fisiológicas, além de “imperfeições” no corpo que são interpretadas (pensamentos) como possíveis doenças, como por exemplo: uma verruga como câncer de pele ou uma indigestão como gastrite. 

Na Esquizofrenia, as intrusões se manifestam através de delírios e alucinações, no entanto, o sujeito acredita que esses elementos são totalmente reais, concretos, e não pensamentos que podem ser resistidos, elaborados ou suprimidos. 

Em relação ao Transtorno Dismórfico Corporal, o automonitoramento é constante através de autoexame e observação, pois qualquer imperfeição é interpretada negativamente de modo exagerado, como feiura e deformidade.

E como a terapia pode auxiliar o paciente? Uma das formas é que mediante as avaliações realizadas e a identificação das respostas desencadeadas pelos pacientes em relação aos seus pensamentos intrusivos há uma gama de técnicas com objetivo de tratar esses elementos considerados intrusivos e indesejados, proporcionando autocontrole e diminuição dos sentimentos negativos causados no paciente.

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