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Como conviver com a minha ansiedade?

Atualizado em 13/03/2020
Por Renata Giovannini

Como conviver com a minha ansiedade?

Atualizado em 13/03/2020
Por Renata Giovannini
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Como conviver com a minha ansiedade?

Ouvimos o tempo todo que “A ansiedade é o mal do século” e que os índices de pessoas com ansiedade ou transtorno de ansiedade generalizada cresce cada vez mais no Brasil.

Por essa razão, as redes sociais estão cada vez mais cheias de “instruções” sobre como lidar com a Ansiedade. Mas, alguém já te orientou sobre o “porquê” dessa ansiedade?

Quando identificamos os motivos de algo que nos traz prejuízo, estamos aprendendo de forma simples a “o problema”. 

Já sabemos que a ansiedade negativa é algo que entra em nossa vida e toma conta de nós sem que a gente queira. Ela distorce a nossa realidade, os nossos pensamentos, e o dia parece que passa em um único minuto. A noite se torna longa e parece não ter fim. É uma tempestade de pensamentos em nossa cabeça, nos dizendo a todo momento que não somos capazes ou não vamos dar conta.

Da mesma forma que os sintomas de ansiedade são decorrentes de situações comuns, as crises de ansiedade também são desencadeadas por situações cotidianas. Por essa razão é muito importante saber identificar quais são essas situações, para saber como vamos lidar com ela.

Precisamos primeiramente saber o que a desencadeou e quais foram as situações que te levaram a ter os sintomas físicos, psíquicos e comportamentais de uma crise de ansiedade. Mas essa identificação nem sempre é fácil, não é mesmo? Na hora da crise ficamos tão atordoados com o que estamos sentindo, que nos encontramos perdidos em pensamentos negativos e acelerados, e não conseguimos desfocar a nossa atenção para outra coisa, como a identificação dos eventos. Muitas vezes não conseguimos nem sequer reconhecer que o que estamos sentindo é uma crise de ansiedade.

Porém, a identificação da situação desencadeadora é o que nos ajuda a evitar novos momentos de crise. Uma dica é registrar alguns tópicos como:

1. Aonde você estava quando surgiu a crise?

2. O que você estava fazendo ou qual atividade estava sendo realizada?

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3. Quem estava com você neste momento?

4. Como você se sentiu?

5. como a crise de ansiedade passou?

Depois de fazer essas anotações simples, tente pensar em outras formas de interpretar tal situação. Faça algumas perguntas para você mesmo, como:

1. posso pensar de outra forma?

2. qual evidência eu tenho de que meus pensamentos/sensações são reais?

3. o que eu estou fazendo que está aumentando a minha ansiedade?

4. qual benefício essa situação vai me trazer?

Respondendo essas perguntinhas rápidas você vai começar a “conhecer” a sua ansiedade negativa e perceber ainda como fazer para evitá-la. A partir do momento que você adquire controle sobre ela, passa a ter controle também dos seus pensamentos negativos, evitando recaídas e conseguindo focar sua atenção em coisas materiais, no ambiente ao redor, e em outras situações ou outros tipos de pensamentos.

Guia com as 15 Técnicas para reduzir a ansiedade
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Como conviver com a minha ansiedade?

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Renata Giovannini, aqui no Blog.
Psicóloga, Terapeuta Cognitivo Comportamental, pós graduada em Avaliação Psicológica. Encantada pela profissão e pelo cuidado com o outro. Conheça o meu Instagram. | Clique para marcar uma consulta comigo

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