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A claustrofobia é uma doença diagnosticada como um distúrbio de ansiedade. A pessoa sente medo de ficar em lugares fechados, evitando assim a utilização de elevadores, aviões e ambientes com pouca ventilação. A gravidade da fobia pode variar de pessoa para pessoa. Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.

Segundo a psicóloga Emanoele Almeida Moura, as causas deste transtorno podem ser decorrentes de algum trauma sofrido, e assim que o medo começar a interferir na vida cotidiana, é hora de procurar orientação médica. “A pessoa pode desenvolver a claustrofobia por algum trauma ou em alguma situação de sofrimento. Quando o claustrofóbico percebe que está limitando sua vida, deixando de fazer coisas do dia-a-dia, é o momento para procurar orientação, pois com a psicoterapia ele aprende a lidar com esse medo”.

Nos casos mais graves, a claustrofobia pode evoluir para a Síndrome do Pânico, sendo necessário acompanhamento de psiquiatras, que – com o auxilio de remédios – conseguem controlar a ansiedade do paciente e superar o problema.

A estudante de Direito Michelle Alves Rodrigues conhece bem o distúrbio. De acordo com ela, qualquer lugar fechado é sinal de preocupação. “Quando me vejo em lugares pequenos e fechados ou simplesmente cheios, começo a me sentir mal, minhas mãos começam a suar, sinto meu coração acelerado e muitas vezes falta de ar. Certa vez, estava em um ônibus que tem os vidros fechados pelo ar-condicionado, tive que sair. Aquela sensação de que estou presa, é simplesmente desesperadora. Quando entro no carro tem que ter janela aberta, mesmo que seja um pedacinho só”, conta Michele.

Segundo a estudante, o tratamento tem ajudado a lidar com o problema e o acompanhamento psicológico já possibilitou executar tarefas simples, como entrar no elevador e viajar novamente de ônibus. “Hoje entro no ônibus e sento nas poltronas próximas à porta, assim não me sinto tão presa, faço tratamento há alguns meses e desde então, já consigo até passar algum tempo no elevador coisa que julgava impossível alguns meses atrás”.

Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.

Tratamento– A boa noticia é que a claustrofobia tem cura e com acompanhamento psicológico a pessoa é capaz de lidar com o medo e ter uma vida normal. Diversos tratamentos ajudam eliminar o problema, psicólogos,amigos e família são muito importantes na cura da doença.

FONTE:http://online.unisanta.br/2012/09-15/saude-4.htm

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