TCC Aplicada a dependência química

Atualizado em 10/03/2014
Por Redatora Casule

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TCC Aplicada a dependência química

 

A dependência química na visão da Terapia Cognitivo Comportamental (TCC):

A TCC é uma abordagem estruturada ou semi-estruturada, diretiva, ativa e de prazo limitado. Ela se fundamenta na racionalidade teórica de que o afeto e o comportamento de um indivíduo são, em grande parte, determinados pelo modo como ele estrutura o mundo. Neste sentido, mais importante do que a

O objetivo da TCC é reestruturar as cognições disfuncionais e dar flexibilidade cognitiva no momento de avaliar situações específicas,como as exemplificadas acima. Ela visa à resolução de problemas focais, objetivando, em ultima análise, dotar o paciente de estratégias cognitivas para perceber e responder ao real de forma funcional.

O terapeuta cognitivo comportamental formula as idéias e crenças disfuncionais do paciente sobre si, sobre suas experiências e sobre seu futuro em hipóteses e, então, testa a validade dessas hipóteses de uma forma objetiva e sistemática.

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Expectativa positiva de resultado: O usuário tem uma visão fragmentada do efeito da droga. Ora focaliza os efeitos positivos do uso, ora os negativos. No momento do uso, o foco está nos efeitos positivos. Algumas vezes, as expectativas positivas se manifestam como sensações ou imagens positivas.

Identificação do estado de motivação:O reconhecimento do estado de motivação do paciente é uma das principais tarefas do profissional. Pode ser usado um quadro para balanço sobre vantagens e desvantagens do uso de drogas, que ajudará o paciente a ter uma visão global de riscos e benefícios e tomar uma decisão mais consistente. É uma técnica excelente no processo de resolução da ambivalência em pacientes pré-contemplativos. A motivação do paciente segue um espiral nos seguintes estágios: 1) Pré-contemplação: o paciente não reconhece que tem problemas relacionados ao uso de substâncias psicoativas; 2) Contemplação: o paciente reconhece que tem um problema, porém, não consegue mudar seu comportamento, nem seu estilo de vida para atingir, como meta, a abstinência; 3) Ação: o paciente reconhece seu problema relacionado ao uso de drogas psicoativas e se compromete a mudar seu comportamento através de estratégias eficazes (mudança do estilo de vida, reconhecimento e enfrentamento de situações de risco, etc); 4) Manutenção: o paciente, uma vez que conseguiu atingir a abstinência, toma decisões no sentido de manter o novo comportamento.

Ao ter contato com a droga, o paciente desenvolve um outro grupo de crenças relacionadas à situação “usar droga”. As crenças relacionadas à droga mantêm uma relação coerente com as Crenças Básicas de caráter mais genérico. Assim, o modelo cognitivo postula que a dependência é resultado da interação entre o contato inicial com a droga e as cognições que se formarão por influência das crenças básicas. Não são, portanto, todas as pessoas que, ao ter contato com a droga, desenvolverão dependência.

As crenças relacionadas às drogas são de duas naturezas: 1) facilitadoras e 2) de expectativas positivas. O paciente, ao avaliar sua situação de estudante como muito árdua, começa a pensar que “merece” descontrair-se no bar durante o período da tarde; que beber “melhora o estresse”; e que vai ser “agradável durante a conversa com os amigos”. Estas crenças são suficientes para eliciar pensamentos automáticos como “vou beber” e desencadear a fissura. Outras crenças, agora na vigência da fissura, aparecem: são Crenças Facilitadoras. Por exemplo, “não consigo suportar a vontade”; “só há um modo de melhorar essa vontade: usar!”. Esse conjunto de cognições impulsiona o paciente ao uso, fechando um ciclo cognitivo para o uso continuado da droga.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/8837/1/Dependencia-quimica-alcoolismo-ou-compulsao-algumas-perspectivas-sobre-a-mesma-questao/pagina1.html#ixzz1ADbdetD1

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