Compulsão por trair existe?

Atualizado em 19/10/2020
Por Redatora Casule

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Compulsão por trair existe?

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Muitos casais estabelecem um acordo em que se comprometem a permanecer fiéis ao amor que professam um pelo outro. Quando um dos dois rompe esse acordo, falamos de infidelidade. A pessoa que comete a infidelidade geralmente a oculta porque sabe o que significa, e intui algumas das consequências que pode ter, embora mais tarde possa confessar ou ser descoberta. Seja como for, a pessoa que é vítima da infidelidade sofre uma dupla sensação de traição: uma traição a ela e ao relacionamento.

Embora o senso comum siga um conceito básico do que é traição – se relacionar com outra pessoa mesmo sendo comprometido com alguém -, a infidelidade depende muito do que é acordado entre um casal. Há homens e mulheres que consideram o acesso à pornografia online sinônimo de trair, enquanto outros, adeptos de relações abertas, não se incomodam com as aventuras sexuais do parceiro, no entanto, jamais aceitariam que a pessoa mantivesse um envolvimento íntimo que extrapolasse os limites da cama. Em qualquer caso, implica uma perda de confiança, que é a base de um relacionamento saudável.

No amor, a faísca que acende o estopim da infidelidade pode começar de diferentes níveis. Do ponto de vista individual, algumas das causas que podem levar uma pessoa a romper o pacto de exclusividade são: atração sexual; gratificação de necessidades sexuais, emocionais e/ou sociais; fuga de um relacionamento insatisfatório; necessidade de dominar ou conquistar; compulsão ou vício sexual; e vingança.

Quais os padrões da infidelidade?

São vários os padrões de infidelidade e um deles é o padrão de ser infiel na maioria das relações amorosas. Isso também depende de múltiplos fatores como idade, ideologias, aspectos religiosos, particularidades da libido, desejos sexuais, fases do ciclo de vida das relações amorosas, crenças e valores sobre traição, entre tantos outros. 

Algumas pessoas, independentemente do status de compromisso ou do acordo feito com o par, não conseguem ser fiéis de jeito nenhum. Padecem de uma espécie de infidelidade crônica que as leva a colecionar casos repetidamente, sem jamais se apegarem. Há diversas justificativas por trás desse comportamento e uma delas pode ser a busca por autoafirmação. Essas pessoas tendem a procurar no outro o reconhecimento de que são desejáveis e à medida que conseguem isso, pulam para o próximo parceiro. Carregam em si uma necessidade constante de sentirem que têm o poder da sedução. São pessoas de personalidade narcísica, egocêntrica, de sexualidade aflorada.

Já uma outra justificativa é entender que essa infidelidade crônica também pode ser encarada como uma compulsão. Nesse caso, a razão para viver é a obsessão pelo sexo, pela infidelidade. É uma busca pelo prazer sem limites. Nessas circunstâncias, a pessoa pode não ter clareza de que é doente. A compulsão ou vício em sexo é um TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) que requer ajuda profissional e tratamento com um psicoterapeuta para se conhecer melhor e identificar os mecanismos inconscientes que levam à mania de trair. Nos casos mais extremos, medicamentos são prescritos para amenizar a ansiedade.

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Por amor, algumas pessoas tentam controlar os parceiros infiéis ou fazê-los mudar, mas ninguém muda se não quiser. Cada um só muda a si mesmo. O controle externo pode dificultar, mas não transformará o outro. 

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A infidelidade é uma encruzilhada que abre diferentes caminhos, e em muitos deles, o perdão está presente. Existe uma necessidade de perdoar e ser perdoado como um ato de restauração, não só do relacionamento, mas também da própria imagem, uma vez que ninguém gosta de se ver como uma pessoa infiel, não confiável, governada por paixões e instintos. Porém, quando o comportamento infiel é constante, perdoar pode sugerir uma dependência emocional da pessoa traída, indicando uma relação tóxica.

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Mesmo sabendo que trair não é correto, pelo menos sob o ponto de vista moral, e que essa atitude machuca o outro, quem comete uma infidelidade atrás da outra nem sempre costuma sentir culpa, principalmente os que apresentam um comportamento sedutor compulsivo. Para quebrar esse padrão, é necessário reconhecer que o comportamento prejudica o outro e, consequentemente, a relação, mas apenas dará certo se houver o verdadeiro reconhecimento da necessidade de mudança. Se essa necessidade ocorrer apenas por causa de um pedido do traído, ela não será efetiva.

Fontes:

https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2019/08/04/infidelidade-cronica-isso-existe.htm
https://amenteemaravilhosa.com.br/infidelidade-amor-deixa-de-ser-exclusivo/
https://womenshealthbrasil.com.br/traicao-afinal-o-que-e/

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