6 atitudes básicas para proteger as crianças da violência

6 atitudes básicas para proteger as crianças da violência

Atualizado em 05/03/2021
Por Gabriel Neves

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6 atitudes básicas para proteger as crianças da violência

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Sabe-se que a violência infantil pode causar impactos físicos, psicológicos e sociais profundos na vida da criança e do adolescente, mas o que podemos fazer para protegê-los? 

Aqui estão 6 atitudes básicas e extremamente importantes:

·     crie ambientes familiares seguros e acolhedores;

·     modifique atitudes e práticas que apoiam o uso de violência;

·     estimule o diálogo dentro de casa, escute e acolha;

·     saiba onde e com quem a criança/adolescente está sempre que possível;

·     preste atenção em mudanças bruscas de humor e comportamento; 

·   observe qualquer tipo de violação de direitos humanos e preconceito (racismo, homo/transfobia, gordofobia, machismo etc.) que possam estar presentes no cotidiano da criança/adolescente, pois eles podem se tornar gatilhos para a violência infantil. 

Agora podemos pensar também em algumas estratégias mais específicas de acordo com o tipo de violência:

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·     Violência sexual: explique quais são as partes íntimas do corpo da criança, seus limites e como dar nome a elas. Converse também sobre consentimento, que ninguém pode tocar em suas partes íntimas sem a sua permissão;

·     Bullying: acompanhe a vida escolar e construa uma relação próxima com a escola. Atente-se para as relações sociais dentro da escola e em outras instituições que estejam relacionadas ao contexto de vida da criança/adolescente, se possui amigos e como são essas relações;

·  Cyberbullying ou bullying virtual: acompanhe o uso de tablets, smartphones e computadores. Procure investigar quais os sites e aplicativos utilizados e qual o motivo do uso (jogos, pesquisas escolares ou redes sociais);

·     Maus-tratos e Testemunho de violência: atente-se à dinâmica familiar dentro e fora de casa, preste atenção na forma como os membros da família se relacionam e como resolvem seus conflitos. Estimule o diálogo e evite discussões acaloradas perto da criança/adolescente. 

As estratégias apresentadas podem contribuir para diminuir os riscos em relação à violência infantil, promovendo um desenvolvimento mais seguro, acolhedor e saudável! 

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Gabriel Neves, aqui no Blog.
Psicólogo, pós-graduando em Terapia Cognitivo-comportamental e Psicologia Forense. Possui experiência em Saúde Mental e Saúde Pública. Apaixonado pela atuação clínica e tem como horizonte a promoção da saúde mental, do bem-estar e autonomia dos sujeitos!

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