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	<title>tcc - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Terapia Cognitivo-Comportamental e as Distorções Cognitivas</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/tcc-x-distorcoes-cognitivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[distorções cognitivas]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira nesse texto com identificar as distorções cognitivas e como a TCC pode te ajudar no tratamento delas.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/tcc-x-distorcoes-cognitivas/">Terapia Cognitivo-Comportamental e as Distorções Cognitivas</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio aligncenter"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/07/TCC-E-DISTORSC395ES-COGNITIVAS.mp3"></audio><figcaption> Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo. </figcaption></figure>



<p>É relevante entender os comportamentos para lidar melhor com as situações vividas. Para isso, esse texto pretende auxiliar num olhar mais diretivo, proporcionando conhecimento para compreender e identificar distorções cognitivas que podemos apresentar no dia-a-dia.</p>



<p>Um dos objetivos da<a href="https://casule.com/blog/como-terapia-cognitivo-comportamental-funciona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental)</a> é reduzir o sofrimento psicológico e/ou o comportamento desadaptativo (que não está funcionando de forma adequada) por meio da modificação dos pensamentos distorcidos ou disfuncionais, e isso é feito modificando processos cognitivos e desenvolvendo novos comportamentos.</p>



<p>É importante estarmos atentos a três itens fundamentais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Pensamentos;</li><li>Emoções;</li><li>Comportamentos.</li></ul>



<p>Os <strong>nossos pensamentos</strong>, as nossas emoções e os nossos comportamentos interagem entre si, podendo um interferir no outro. Por exemplo, se penso que não vou conseguir fazer uma prova, me sinto triste, desanimado e ansioso. </p>



<p>Meu comportamento pode ser o de ficar paralisado e não realizar a prova toda. Não há problema em se sentir inseguro, o que não pode é deixar que isso interfira de forma negativa. Uma alternativa de pensamento nessa situação seria: posso fazer a prova por partes, iniciando com as questões mais fáceis. Depois faço as difíceis. Assim, me sinto ansioso, porém determinado e confiante. E tenho o comportamento de colocar o pensamento em ação, começando pelas questões mais fáceis.</p>



<p>A TCC atua ajudando a pessoa a identificar e corrigir as distorções cognitivas (pensamentos que nos atrapalham). O treino de habilidades sociais e o aumento da autoeficácia para o enfrentamento das situações difíceis promove padrões mais funcionais e saudáveis para as pessoas. O objetivo é promover a reestruturação cognitiva através da correta associação entre os pensamentos, comportamentos e emoções.</p>



<p>Um modelo muito utilizado nesta abordagem é o modelo ABC, do psicólogo americano Albert Ellis. Este modelo ajuda a visualizar a relação entre o acontecimento A, os pensamentos e crenças B e as emoções e comportamentos C. Esse modelo permite identificar os pensamentos e as avaliações feitas diante das situações ocorridas. Assim, percebemos o impacto que nossos pensamentos têm em nossas emoções e comportamentos.</p>



<p>Exemplo:</p>



<figure class="wp-block-table aligncenter"><table><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>A</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>B</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>C</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><br>Imagine a situação:Alguém diz que precisa conversar com você.</td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><br>Você pensa:&nbsp;O que será que é?&nbsp;Bom ou ruim?</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Conforme sua interpretação, você sentirá uma emoção boa ou ruim. E poderá se comportar de forma receptiva ou evitar a pessoa.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Entraremos agora na definição de alguns conceitos importantes utilizados nessa abordagem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processamento cognitivo: estilo de pensamento, tendência a pensar de uma forma determinada.</li><li>Pensamento racional: pensamento mais consciente e adaptativo, “imparcial”.</li><li>Crenças nucleares ou centrais: são construídas ao longo da vida e direcionam nosso pensamento. São ideias e conceitos mais enraizados e fundamentados acerca de nós mesmos, das pessoas e do mundo. É uma forma de pensar mais rígida e difícil de ser acessada; é nossa verdade absoluta.</li><li>Esquemas: são regras que criamos e que interfere na interpretação que fazemos do mundo. É um conjunto de crenças.</li><li>Crenças intermediárias: padrões que guiam nossa conduta. Descreve a relação entre nossos pensamentos e comportamentos (“se&#8230; então&#8230;”). Mais acessíveis que as crenças centrais, porém mais difíceis do que os pensamentos automáticos.</li><li>Pensamentos automáticos: é o nível de cognição mais acessível e superficial; são repetitivos e de fácil identificação; podem ser evocados tanto por eventos externos quanto internos e desencadeiam a tríade cognitiva (Pensamento-Sentimento-Comportamento).</li></ul>



<p>Podemos fazer uma analogia dos conceitos de crenças nucleares, crenças intermediárias e pensamentos automáticos à uma árvore, onde a raiz, menos percebida e de difícil acesso, são as crenças nucleares, o tronco, resistente e fechado, são as crenças intermediárias, e a copa, a parte mais visível da árvore, são os pensamentos automáticos.</p>



<p>Para clarear mais, segue um exemplo: Estou andando na rua e passa uma pessoa conhecida que não me cumprimenta. Então penso: “Fulano não gosta de mim! Normal, ninguém gosta de mim” (pensamento automático). Essa conclusão foi baseada na minha crença intermediária “SE alguém me ignora, ENTÂO não sou querido”. </p>



<p>Essa tendência de pensamento é uma distorção cognitiva de inferência arbitrária, eu inferi que a pessoa não quis me cumprimentar, me ignorou, baseado nas minhas crenças, porém, analisando racionalmente, ela simplesmente poderia não ter me visto. O que guia essas interpretações, é a crença central, que é formada de acordo com minhas vivências desde bebê, que vão dando origem a conceitos e formulam o que acredito ser verdade. </p>



<p>Nesse exemplo, vamos supor que esse tipo de pensamento se estende a diversos contextos da minha vida, sempre tendendo a interpretações de que não sou amada&#8230; a crença central seria, portanto, de desamor.</p>



<p>Agora que já entendemos um pouco da terapia cognitivo-comportamental, vamos ver o que são essas distorções cognitivas.</p>



<p>Distorções cognitivas nada mais são do que distorções da realidade, que podem ser tanto positivas quanto negativas. Uma certa confiança em nós mesmos é necessária e pode ser a chave de um sucesso profissional. Mas mesmo as distorções positivas podem ser prejudiciais. Por exemplo, se você sente uma dor aguda mas se recusa ir ao médico porque acredita ser forte e ter boa saúde, você pode estar correndo um grande risco.&nbsp;</p>



<p>Quando você tira uma conclusão precipitada, normalmente você não tem consciência de estar fazendo isso, apesar de ter total consciência do pensamento que teve. Isso porque os pensamentos percorrem nossa mente de forma tão rápida que nem sempre os percebemos completamente, por isso o nome “pensamentos automáticos”. </p>



<p>Percebemos somente o efeito deles, quando nos sentimos mal, ficamos nervosos, perdemos o controle, etc. É como se fosse um hábito. Apesar da maioria de nós pensarmos em hábito como uma ação física, o hábito é, na verdade uma coisa que fazemos sem, conscientemente, pensar nela. </p>



<p>O hábito torna a vida mais fácil, pois não precisamos nos concentrar em cada detalhe de cada movimento que fazemos. Coisas que fazemos de forma automática nada mais são do que hábitos. E assim como desenvolvemos hábitos de ação, também desenvolvemos hábitos de pensamento. Hábitos que, uma vez desenvolvidos, se tornam quase tão naturais quanto respirar. </p>



<p>E se você quer mudar um hábito, a primeira coisa a fazer é prestar atenção nele. O mesmo serve para os maus hábitos de pensamento. Portanto, descrever e nomear as distorções de pensamento facilita reconhecê-las quando aparecem. Após identificá-las uma vez, será mais fácil notá-las na próxima vez que acontecerem.</p>



<p>Estas distorções podem influenciar na avaliação que temos de nossas habilidades e causar muito sofrimento pessoal, além de interferir no relacionamento interpessoal. Mudando os padrões de pensamento, modificam-se também a forma como você se sente, como vê os outros e o mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vamos então ver algumas distorções de pensamento ou distorções cognitivas</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Pensamento Dicotômico ou “Tudo ou Nada”: é uma forma de pensar na qual se você não tem tudo, então tem nada; é preto ou branco, bom ou ruim. As categorias de avaliação são sempre em termos de extremos. Exemplo: “Cometi um erro, logo meu rendimento foi um fracasso”; “Comi mais do que pretendia, portanto, estraguei completamente minha dieta”; “tirei nota baixa em uma prova, eu sou burro”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Personalização</strong>: nessa distorção, a pessoa tende a atribuir culpa a si mesma nas mais diversas situações que vive. A pessoa assume que comportamentos dos outros e eventos externos dizem respeito (ou são direcionados) a si, sem considerar outras explicações plausíveis. É comum que quem está nessa condição peça desculpas constantemente, ainda que não tenha toda a responsabilidade ou que o fato não seja diretamente com ela. Exemplo: “A moça do caixa não me agradeceu, devo ter feito algo que a desagradou”; “Meu marido me deixou porque fui uma péssima esposa”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Atribuição de culpa</strong>: Se na personalização a pessoa tende a se culpar por tudo o que acontece ao seu redor, na atribuição de culpa ocorre justamente o contrário. Nesse caso, a tendência é procurar por culpados externos e considerar as próprias falhas como responsabilidade dos outros. De modo claro, quem sustenta esse tipo de pensamento se sente vítima das circunstâncias e, portanto, não se orienta para mudança. Exemplos: “Estou me sentindo mal por culpa dele”; “Meus pais causaram todos os meus problemas”; “As coisas dão errado para mim porque tem muita gente torcendo contra”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Leitura mental</strong>: achar que sabe o que os outros estão pensando. Então, sem qualquer dado concreto ou evidência, a pessoa infere o que alguém pensa ou sente a respeito dela. Ou que deveria ter sabido o que o outro estava pensando e, assim, evitar algo. Ou ainda que os outros deveriam saber o que estamos pensando ou esperando deles, principalmente os mais íntimos. Em um exemplo prático, um profissional que não conquista uma promoção pode considerar que isso aconteceu porque o chefe o odeia — ignorando outras hipóteses prováveis para o acontecimento. Outro exemplo clássico, que se repete no dia a dia de quem tem essa distorção cognitiva, é deduzir que os outros devem falar ou pensar mal de suas condutas. Esse pensamento disfuncional está diretamente ligado à crença central da necessidade de aprovação.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Abstração seletiva</strong> (filtro mental ou visão em túnel): Vê somente partes de um todo ou pedações de informações que podem levar a conclusões pré-concebidas. Não leva em consideração outros elementos do contexto. Foca apenas em alguns detalhes e não enxerga o todo. Não podemos concluir uma totalidade a partir de alguns pontos, negligenciando o resto. Exemplo: “Meu chefe apontou um erro no meu trabalho, devo ser demitida” (um erro não é todo o trabalho).</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Catastrofização</strong> <strong>ou Previsão de futuro</strong>: é o famoso “fazer tempestade em copo d’água. Você magnifica os resultados potenciais de qualquer deslize, ou fica paralisado pelas consequências catastróficas antecipadas. Esse é um dos tipos de distorções cognitivas que mais causam sofrimento emocional, porque as pessoas com esse padrão estão frequentemente esperando o pior de cada situação que vivem. O nível de ansiedade de quem apresenta esses pensamentos é muito alto — a ponto de deixar de fazer várias coisas, como não andar de avião porque ele vai cair, não dar uma opinião porque vai ser humilhado etc. Essas pessoas também costumam ficar muito nervosas quando não conseguem falar com alguém que amam. A ansiedade da catastrofização as fazem pensar que a pessoa não está respondendo porque sofreu um acidente ou algo muito ruim aconteceu. Exemplo: Não vou conseguir me sair bem dessa situação e minha vida estará acabada, serei um fracasso”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Generalização</strong>: Esse tipo se trata de um estereótipo de pensamento que transforma um caso específico em uma regra para a vida. É pegar um simples evento negativo isolado e generalizá-lo para tudo, tornando-os um padrão interminável com o uso repetido de palavras como “sempre”, “nunca”, “tudo”&#8230; Diante de um acontecimento difícil, a pessoa com essa distorção generaliza a realidade e passa a acreditar que ela é uma verdade absoluta. Exemplo: ao tirar uma nota baixa diz “Sempre vou mal nas provas. Nunca terei bons resultados nos estudos”; “Perdi o vôo, isso vai estragar toda as férias”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Maximização/minimização</strong>:&nbsp; consiste em minimizar as conquistas ou aspectos positivos e maximizar os erros e acontecimentos negativos. A pessoa foca nos acontecimentos ruins e ignora o que existe de positivo. Avalia a si, aos outros e as situações de forma a ampliar os aspectos negativos e minimizar os positivos. Exemplo: “Tirei 8 no teste, mostra que não sou capaz, não sou bom o suficiente”; “Tirei 10 na prova, significa que estava muito fácil”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Aceitação incondicional das críticas</strong>: nós definimos muito do nosso amor próprio pelo que os outros pensam de nós. Apesar de aprendermos muito ao escutar críticas sobre nós, aceitar todas elas como igualmente válidas é. Certamente, um erro. Exemplo: “Fulano disse que não faço nada direito, ele deve ter razão”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Raciocínio emocional</strong>: acreditar que as emoções refletem o que as coisas realmente são, deixando que suas elas guiem suas atitudes e julgamentos. Suas emoções tornam-se fatos sobre a vida. Exemplo: uma pessoa que tem uma baixa autoestima pode considerar — apenas porque se sente assim — que ninguém gosta dela e que ela é péssima em tudo o que faz. Da mesma forma, alguém que fica nervoso ao falar em público passa a acreditar que está se sentindo assim porque os outros não estão gostando do que ele diz.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Conclusões precipitadas</strong> (premonições, adivinhação ou predição de futuro): Tirar conclusões (negativas ou positivas) a partir de nenhuma ou poucas evidências que possam confirma-las. Causam ideias infundadas sobre os acontecimentos que estão por vir. Elas estão presentes quando chegamos a determinadas conclusões irracionais sobre nós mesmos ou em relação a como as outras pessoas vão agir. Exemplos: “As pessoas não vão gostar de mim”; Logo que o vi soube que não era uma pessoa confiável”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Rotulação</strong>: colocar um rótulo fixo, global e geralmente negativo em mim ou nos outros, a partir de características que acredita ser definitivas. Exemplos: “Sou um fracasso”; “Ele é inútil”; “Ela é falsa”.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Comparações injustas</strong>: comparo-me com outras pessoas que parecem se sair melhor do que eu e me coloco em posição de desvantagem. A pessoa faz comparações irreais entre sua vida e as conquistas alheias — “ele é mais bem-sucedido que eu”, “ela conseguiu fazer aquela viagem, e eu não” — sem avaliar os caminhos que foram trilhados para chegar a tal ponto. Isso causa um sentimento de inferioridade e insatisfação com os próprios resultados.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>E se&#8230;?</strong>: fico me fazendo perguntas do tipo “e se acontecer alguma coisa?” e deixo de viver o presente em consequência desse receio. Exemplos: “E se eu bater o carro?”; “E se eu tiver um infarte?”; “E se meu marido me deixar?”.</li></ul>



<p>Te convido a fazer esse desafio: observe seus pensamentos por uma semana, se possível, anote-os, e veja quais distorções cognitivas você consegue identificar. Analise qual o impacto dessas distorções na sua vida. E aí, topa?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



<p id="block-1ae7026b-de6d-425e-9d79-b59990b99dd6">Venha nos conhecer! Marque uma conversa com nossos terapeutas&nbsp;<strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></strong>!</p>



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		<item>
		<title>Você sabe o que é autossabotagem?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-sabe-o-que-e-autossabotagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autossabotagem]]></category>
		<category><![CDATA[bemestar]]></category>
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		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ultimamente, muito tem se falado sobre esse termo, mas você sabe realmente o que é e quando você pratica a autossabotagem? </p>
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<p>Ultimamente, muito tem se falado sobre esse termo, mas você sabe realmente o que é e quando você pratica a autossabotagem?&nbsp;</p>



<p>A autossabotagem pode ser entendida como um conjunto de pensamentos e comportamentos em que nós mesmos criamos situações de empecilho, barreiras e problemas para impedir que uma ação ou objetivo seja realizado, a autossabotagem por estar sendo praticada em um ou diversos aspectos da sua vida. Assim, por meio de pensamentos negativos ou crenças limitantes nós acabamos reproduzindo comportamentos opostos às nossas vontades e necessidades. “Mas como assim faço o contrário do que eu preciso e quero?”.</p>



<p>Exemplos: <em>“Preciso tirar uma boa nota na prova”</em> mas os meus comportamentos são: não estudo a matéria ou deixo para estudar em cima da hora, não tiro minhas dúvidas com professores, colegas ou nos materiais sobre o assunto.<em> “Preciso resolver um problema X</em>” mas procrastino, não peço ajuda, não busco uma orientação ou tento outras possibilidades. “Preciso melhorar a minha alimentação” mas não me organizo, só compro alimentos processados, vou a lugares que não tem muitas opções, deixo para fazer minhas refeições quando já estou sentindo muita fome.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E o que fazer para minimizar ou romper a autossabotagem?&nbsp;</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>É muito importante tomar consciência e identificar em quais situações você tem se autossabotado e as consequências que isso tem gerado na sua vida. Observar se o ambiente em que você está inserido ou frequentado facilita e contribui para a autossabotagem.&nbsp;</li><li>Busque estar rodeado por pessoas que incentivam e estimulam suas qualidades e o seu objetivo a ser alcançado.&nbsp;</li><li>Pense sobre o acesso às informações. Você já reparou o que você tem visto, lido, comprado, seguido? Sejam nos meios de comunicação como as redes sociais, no celular por meio de aplicativos, na sua casa ou no trabalho os objetos que ficam próximos ou mais disponíveis pra você, seja tirando a sua atenção ou dificultando um hábito ou alimentação mais saudável?&nbsp;</li><li>Tente se perguntar: quais os fatores que estão contribuindo para a sua procrastinação e dificultando a sua disciplina e motivação?&nbsp;</li></ul>



<p>A psicoterapia é um processo o qual pode te auxiliar a entender o seu funcionamento, alcançar resultados, gerar autoconhecimento e traçar estratégias possíveis para melhorar a sua qualidade de vida. Por isso, se você estiver precisando de ajuda, busque por um profissional capacitado para te ajudar nesse momento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



<p id="block-0c1c4391-dd2d-46e7-9d67-0a6bd87446b2">Venha nos conhecer! Marque uma conversa com nossos terapeutas&nbsp;<strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></strong>!</p>



<p id="block-40345aab-e59b-4047-9cab-5578322ff679">Curtiu o texto? Fica a vontade para relaxar com a gente, conheça nossos&nbsp;<a href="https://lp2.casule.com/audio-motivador-whatsapp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">áudios de relaxamento</a>, é GRÁTIS!</p>



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<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Aspectos psicológicos da dor</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/texto-aspectos-psicologicos-da-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2020 15:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aspectos psicológicos da dor]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o psiquiatra americano George Hengel, na década de 1970, os estados de saúde e de doença devem ser analisados sob a perspectiva biopsicossocial. Isso significa que a dor nos avisa que algo está não está bem e este aviso pode estar relacionado com seu corpo, indicando alguma lesão ou uma doença, por exemplo; com suas emoções ou com o ambiente em que você vive e trabalha.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/Aspectos-psicológicos-da-dor-.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>A Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), tem como a mais atual definição de dor “uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada, ou semelhante àquela associada, a uma lesão tecidual real ou potencial.” E ainda segundo a SBED, “a sensação de dor é subjetiva e individual”. </p>



<p>Segundo o psiquiatra americano George Hengel, na década de 1970, os estados de saúde e de doença devem ser analisados sob a perspectiva biopsicossocial. Isso significa que a dor nos avisa que algo está não está bem e este aviso pode estar relacionado com seu corpo, indicando alguma lesão ou uma doença, por exemplo; com suas emoções ou com o ambiente em que você vive e trabalha.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="500" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/gatilhos-e-doenças.png" alt="gatilhos-e-doenças" class="wp-image-22053" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/gatilhos-e-doenças.png 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/gatilhos-e-doenças-300x146.png 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/gatilhos-e-doenças-768x375.png 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/gatilhos-e-doenças-610x298.png 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/gatilhos-e-doenças-980x479.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/gatilhos-e-doenças-480x234.png 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Compreender a dor ajuda a desvendar as causas.</figcaption></figure></div>



<p>A partir dessas informações podemos entender melhor a dor, investigar as suas causas, gatilhos e doenças que podem estar associadas dentro da história individual. Os especialistas dizem que para que uma dor seja considerada crônica, ela deve persistir por mais de 3 meses ou por mais de 1 mês após a cura da doença que a originou. A dor crônica traz prejuízos nos relacionamentos, no trabalho, no âmbito social e no emocional.</p>



<p>O sofrimento que a dor proporciona, seja ela crônica ou não, ultrapassa o corpo, é também um<a href="https://casule.com/dor-emocional-e-inevitavelo-sofrimento-e-opcional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> sofrimento emocional.</a> A dor traz com ela um certo nível de stress e o inverso também é verdadeiro: as emoções não resolvidas e o stress potencializam a dor. Percebe que é uma via de mão dupla? E aqui estamos falando de todo tipo de dor: dor crônica, dor de cabeça, dor abdominal, dores a partir de lesões&#8230;</p>



<p>O stress causado pela dor aumenta a sua intensidade e frequência, trazendo prejuízos acarretando mais stress, mais dor, mais prejuízos&#8230; É um ciclo de dor que se forma e se ele não é interrompido, vai se retroalimentar. As <a href="https://casule.com/as-crencas-que-nos-impedem-de-viver-vida-que-queremos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nossas crenças</a> e a forma como interpretamos os acontecimentos, influenciam diretamente na percepção da dor, assim como o momento em que estamos vivendo. Num momento em que você está mais vulnerável, vai senti-la com mais intensidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Terapia Cognitiva pode ajudar a quem sofre de dores? </h2>



<p>A psicoterapia para a dor envolve ressignificar a percepção dos eventos. O <a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">terapeuta</a> precisa ouvir a dor de forma ampla, naquele contexto que falamos no início deste texto, BIO = corpo, PSICO = emoções, SOCIAL = ambiente. A partir daí desenvolver junto com o paciente, habilidades e ferramentas para que o indivíduo consiga lidar com a dor e todo o prejuízo que ela causa a fim de minimizar seus efeitos.</p>



<p>Problemas e adversidades existem na vida de todos nós, porém, cuidar das emoções associadas aos eventos estressores em nossa vida nos ajuda a ter clareza para enfrentá-los, nos coloca no controle. Um evento estressor é qualquer situação que nos sobrecarrega e esta percepção de impotência diante de situações adversas é diferente para cada um de nós, é subjetiva. O que me estressa ou me deixa preocupada é diferente do que te estressa e pode desencadear alguma dor em você.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="960" height="560" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/03/A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule.jpg" alt="A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule" class="wp-image-9117" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/03/A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule.jpg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/03/A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule-300x175.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/03/A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule-768x448.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/03/A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule-610x356.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/03/A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule-480x280.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/03/A-importância-das-supervisões-para-terapeutas-cognitivo-comportamentais-psicologia-casule-600x350.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption>O terapeuta ajuda no questionamento e reflexão das causas das dores.</figcaption></figure></div>



<p>Com a ajuda do<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> terapeuta</a>, a pessoa identifica, questiona as crenças e os pensamentos desencadeadores da dor e a partir daí tem a capacidade de mudar a forma de experienciar situações criando estratégias para enfrentar a dor. Essa nova postura acarretará outras emoções associadas e um novo repertório de comportamentos perante os acontecimentos. Perceber a dor em sua intensidade, sofrimento e entender os gatilhos poderá potencializar o tratamento medicamentoso e seguir no caminho de ressignificar o fator estressor. Fazendo assim, você será parte ativa para conseguir lidar com o que te causa tanto desconforto.</p>



<p>Não se pode deixar de falar da importância de uma boa alimentação, qualidade do sono e da atividade física como partes importantes no tratamento. Já está mais que comprovado que a qualidade de vida com práticas diárias de bons hábitos influencia em todo o nosso organismo seja tanto para benefício do corpo quanto da mente, afinal são peças da mesma engrenagem. Questione o que você está fazendo ou deixando de fazer no seu dia para que a dor persista, reveja seus hábitos e procure um profissional caso sinta necessidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p>A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Como lidar com os ciúmes?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-lidar-com-os-ciumes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 15:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[ciumespatologico]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você é ciumento? Conhece alguém que seja? Sofre com isso? O ciúme é um sentimento que em excesso está relacionado a um padrão de apego inseguro e ansiedade. Diversos pensamentos, sentimentos e comportamentos podem ser desencadeados e vivenciados como: raiva, vergonha, humilhação, culpa, desconfiança, impulsividade, agressividade e auto estima baixa.&#160; E como surge esse padrão? [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/como-lidar-com-ciumes.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Você é ciumento? Conhece alguém que seja? Sofre com isso? O ciúme é um sentimento que em excesso está relacionado a um padrão de apego inseguro e <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-e-ansiedade-precisamos-falar-sobre-isso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>. Diversos pensamentos, sentimentos e comportamentos podem ser desencadeados e vivenciados como: raiva, vergonha, humilhação, culpa, desconfiança, impulsividade, agressividade e auto estima baixa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E como surge esse padrão? </h2>



<p>Através das experiências que vivenciamos desde o início da vida e a forma como aprendemos a nos relacionar com o outro. Por exemplo, pais ou responsáveis que tem comportamentos superprotetores com a criança e que não proporcionam a elas espaço para desenvolverem e treinarem suas habilidades como independência e autonomia, podem contribuir para que um padrão de apego <a href="https://casule.com/inseguranca-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inseguro</a> seja desenvolvido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E qual a relação com a ansiedade?</h2>



<p> O sentimento de <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-e-ansiedade-precisamos-falar-sobre-isso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> pode aparecer ao ficarem ou se sentirem sozinhas, e assim, tornam-se dependentes da presença do outro para se sentirem seguras, desenvolvendo um padrão de comportamento para se relacionar com o outro. Dessa forma, em relações amorosas ou até mesmo de amizade, podem surgir <a href="https://casule.com/pessoas-controladoras-o-que-sao-e-o-que-fazem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atitudes controladoras</a> como, fazer ligações constantemente e “inesperadas”, enviar mensagens diariamente,<strong> </strong>“monitorar” as redes sociais, com a finalidade de validar e se certificar, por exemplo, sobre o que o outro fez ou onde está para se sentir seguro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E quais aspectos estão relacionados a esse ciúme excessivo?</h2>



<p>&#8211; Crença superestimada sobre possível infidelidade do parceiro;</p>



<p>&#8211; Medo desproporcional de possível perda da relação;</p>



<p>&#8211; Medo exacerbado de “perder” espaço na vida do outro;</p>



<p>&#8211; Desconfiança excessiva ou infundadas;</p>



<p>&#8211; Prejuízos e vínculos sociais causados pelo ciúme;&nbsp;</p>



<p>&#8211; Pensamentos prevalentes sobre <a href="https://casule.com/fui-traido-e-agora-video-completo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">traição</a> e desconfiança;</p>



<p>É importante destacar que esse padrão pode ser modificado em qualquer fase da vida. Para isso, é necessário identificar e aceitar seus comportamentos para que a mudança inicie. Através de estratégias como exposição, treinamento de habilidades, consciência sobre suas qualidades e desenvolvimento da autonomia, é possível minimizar a insegurança, dependência, controle e ciúmes. Se necessário, busque ou indique a ajuda de um profissional capacitado para auxiliar nesse processo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p>A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Será que eu preciso de Terapia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/videos/sera-que-eu-preciso-de-terapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece o trabalho psicoterapêutico? Você sabe pra quê, ou por quê, as pessoas fazem Terapia? Qual o momento ideal para procurar um Psicólogo? Nesse vídeo, além de encontrar essas e outras respostas, você também vai descobrir quais as consequências do Acompanhamento Terapêutico Confira com Renata Giovannini, psicóloga da Casule! Venha conhecer a Casule ou [&#8230;]</p>
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<p>Você conhece o trabalho psicoterapêutico? </p>



<p>Você sabe pra quê, ou por quê, as pessoas fazem Terapia? </p>



<p>Qual o momento ideal para procurar um Psicólogo? </p>



<p>Nesse vídeo, além de encontrar essas e outras respostas, você também vai descobrir quais as consequências do Acompanhamento Terapêutico</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/aPznd4OVmxQ" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>Confira com <a href="https://casule.com/equipe/">Renata Giovannini</a>, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>Fui demitido, e agora?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/fui-demitido-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 15:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[demissao]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapiadoesquema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum as pessoas chegarem ao consultório após um processo de demissão em busca de auxílio profissional para lidar com a demissão e também se questionando com perguntas como “Porque comigo? O que eu fiz de errado? O que faço agora? Como as coisas vão ficar?” pois em alguns casos a demissão vem quando [&#8230;]</p>
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<p>É muito comum as pessoas chegarem ao consultório após um processo de demissão em busca de auxílio profissional para lidar com a demissão e também se questionando com perguntas como “Porque comigo? O que eu fiz de errado? O que faço agora? Como as coisas vão ficar?” pois em alguns casos a demissão vem quando menos se espera.</p>



<p>Primeiramente, precisamos compreender o significado que o trabalho tem para aquela pessoa e em sua vida. Você já se perguntou qual o significado que o seu trabalho teve, tem ou terá para você?</p>



<p>Cada pessoa cria e estabelece um vinculo afetivo com o seu trabalho e sua profissão. Para alguns, trabalho será o ato de exercer uma determinada função com uma finalidade remunerada; para outros, fonte de renda e sustento da família ou até mesmo o status que determinada carreira apresenta naquela sociedade; para outros, um propósito de vida, experiência ou independência&#8230;</p>



<p>Como podemos ver, os significados e suas razões são diversos por isso, compreender essa relação e proporcionar que o paciente torne-se consciente do seu significado é um dos passos mais importantes para que ele possa entender como os seus pensamentos, sentimentos, valores, crenças e comportamentos funcionam nesse momento.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes o processo de demissão não é fácil de enfrentar, podendo gerar baixa auto estima, sentimentos de incapacidade, autocobrança, acreditando que “não é bom o suficiente”, humor deprimido, ansiedade e outros.</p>



<p>E o que isso pode resultar? O individuo pode procrastinar a busca por outras oportunidades de emprego por medo de receber um “não” e achar que falhou mais uma vez, dificuldade de recolocação no mercado de trabalho, insatisfação na carreira, perda de identidade, desorganização da vida diária, sentimentos de insegurança, apatia, inércia, falta de motivação, mudanças na alimentação, alteração do sono, impacto no âmbito familiar e isolamento.&nbsp;</p>



<p>No entanto, é importante frisar, que tentar pensar que a demissão é um momento que você vivencia, que é algo temporário, que outras pessoas já passaram e estão passando por isso, que você possui qualidades e habilidades para conquistar outras oportunidades de emprego, ter uma rede de apoio como familiares e amigos que sejam presentes nessa fase e a busca por atendimento psicológico, são atitudes que podem minimizar os sentimentos negativos e ajudá-lo a enfrentar esse momento.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>Como a terapia cognitivo-comportamental pode ajudar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-a-terapia-cognitivo-comportamental-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[visão cognitivista de funcionamento mental.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terapia cognitivo-comportamental é um modelo clínico da psicologia com base na visão cognitivista de funcionamento mental. O movimento cognitivista apresenta o processamento de informação como base do nosso entendimento sobre o mundo e condicionante de nossas respostas emocionais e comportamentais. &#160;Dessa forma, tal abordagem psicoterapêutica entende que a forma como organizamos informações sobre nós [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A terapia cognitivo-comportamental é um modelo clínico da psicologia com base na visão cognitivista de funcionamento mental. O movimento cognitivista apresenta o processamento de informação como base do nosso entendimento sobre o mundo e condicionante de nossas respostas emocionais e comportamentais.</p>



<p>&nbsp;Dessa forma, tal abordagem psicoterapêutica entende que a forma como organizamos informações sobre nós mesmos, sobre o mundo físico e social, sobre as relações e sobre o futuro passam a funcionar como um mapa, guiando as interpretações, automáticas ou deliberativas, e a partir delas criamos padrões emocionais e comportamentais. A formação cognitiva citada ocorre como forma de interação com o mundo, bem como adaptação e adequação ao contexto. Quando há distorções nessas percepções, prejuízos e sofrimentos podem ocorrer, alterando a condição psicológica.&nbsp;</p>



<p>A terapia cognitivo-comportamental busca entender o mapeamento cognitivo, os significados atribuídos aos eventos e pessoas (o que chamamos de crenças) e os impactos gerados na forma de resposta dentro dos contextos. Ela propõe alterações dos esquemas já montados, a fim de alterá-los a partir de reavaliações das evidências e informações registradas. Novas crenças permitem novas interpretações e interações diferentes com o evento, e através da flexibilidade desenvolvida, novas formas de reações diante de algumas situações.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o desenvolvimento de algumas habilidades pode potencializar o processo de mudança, aumentando as possibilidades de ação e explorando capacidades cognitivas limitadas por determinada condição psicológica, como por exemplo as habilidades sociais, resolução de problemas, regulação emocional, etc. Sendo assim, não apenas a mudança dos esquemas cognitivos automatizados são foco das intervenções, mas também o desenvolvimento de funções que podem fortalecer novos comportamentos.&nbsp;</p>



<p>De forma geral, a terapia cognitivo-comportamental trabalha com a reestruturação dos esquemas de crenças, que nos permitem entender os eventos, com o desenvolvimento de habilidades importantes e a forma de entender e regular os estados emocionais. Assim, colabora com a capacidade de autopercepção e desenvolvimento constante para melhor lidar com determinados contextos, sejam eles internos ou externos.<br></p>
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		<title>A terapia Cognitivo Comportamental para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-terapia-cognitivo-comportamental-para-o-tratamento-do-transtorno-obsessivo-compulsivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danilo Uba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapia Cognitivo Comportamental para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é considerado um transtorno mental grave, com alta prevalência na população mundial, estimada entre 1,1% a 1,8%, sendo o quarto diagnóstico psiquiátrico mais comum.&#160; Afeta predominantemente indivíduos jovens, com os sintomas aparecendo na adolescência e muitas vezes ainda na infância, com menor frequência após os 20 anos e dificilmente surge [&#8230;]</p>
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<p>O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é considerado um transtorno mental grave, com alta prevalência na população mundial, estimada entre 1,1% a 1,8%, sendo o quarto diagnóstico psiquiátrico mais comum.&nbsp; Afeta predominantemente indivíduos jovens, com os sintomas aparecendo na adolescência e muitas vezes ainda na infância, com menor frequência após os 20 anos e dificilmente surge após os 40 anos.  No Brasil estima-se que exista entre 3 e 4 milhões de pessoas acometidas pela doença.</p>



<p>Atualmente, na quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais (DSM-5), o TOC está classificado entre os Transtornos Obsessivo-Compulsivos e Relacionados, onde se caracteriza pela presença de obsessões e/ou compulsões as quais consomem um tempo significativo do indivíduo, causando sofrimento e comprometendo seu desempenho profissional e seus relacionamentos interpessoais.</p>



<p>As obsessões são pensamentos, imagens ou impulsos intrusivos, repetitivos e recorrentes que causam ansiedade, medo ou desconforto. As mais comuns são os medos de contaminação e a preocupação com sujeira, as dúvidas sobre a possibilidade de falhas e a necessidade de ter certeza. Também são comuns pensamentos, impulsos ou imagens indesejáveis e perturbadores de conteúdo violento, sexual ou blasfemo.</p>



<p>As compulsões, no entanto, são comportamentos conscientes, estereotipados e recorrentes, podendo ser explícitos (comportamentais) ou implícitos (mentais) realizadas como tentativa de reduzir<em> </em>a aflição causada por obsessões ou por regras rígidas.&nbsp; O objetivo das compulsões é prevenir ou reduzir momentaneamente a ansiedade ou sofrimento, mas não oferecem prazer ou gratificação. As principais compulsões são as verificações, lavagens, contagem, necessidades de perguntar ou conferir, rituais de previsão e simetria, guardar ou colecionar e compulsões múltiplas.&nbsp;</p>



<p>Para realizar o diagnóstico, as obsessões e/ou as compulsões devem ser consideradas graves o suficiente para causar marcada aflição, perda de tempo e prejuízos ao funcionamento cotidiano. Caso haja outro transtorno presente, as obsessões e as compulsões não podem estar restritas ao conteúdo desse transtorno.&nbsp;</p>



<p>A presença do TOC interfere de maneira bastante acentuada na vida dos indivíduos, os sintomas Obsessivos Compulsivos (OC) podem consumir muito tempo da pessoa, seja na execução de rituais, ou pensando sobre as suas obsessões, muitas vezes impedindo-a de envolver-se com atividades mais produtivas. O prejuízo causado muitas vezes gera sobrecarga e estresse, provocando sentimentos de culpa, raiva, frustração, além de afetar a auto-estima e causar depressão.</p>



<p>Normalmente, o TOC compromete não só a vida do paciente como a de toda a sua família, que reage a manifestação do transtorno de duas maneiras, ou se opõem de forma rígida às exigências do paciente (polo antagonístico), ou se acomodam aos seus sintomas (polo de acomodação). No primeiro caso, os familiares se recusam a se envolver nos rituais, tendendo a ser rígidos, críticos e punitivos, o que leva a um aumento dos sintomas da doença, da ansiedade e da depressão e induz os pacientes a realizarem seus rituais de forma escondida. No polo de acomodação, àquele chamado de acomodação familiar, os membros da família participam diretamente dos sintomas dando condições para que o indivíduo realize a compulsão, o que por sua vez também reforça os sintomas. Existe ainda um terceiro padrão de comportamento, onde a família se encontra dividida, com membros em cada um dos dois polos. Nota-se, então, a necessidade de aproximar a família do tratamento de indivíduos com TOC, pois ela é coadjuvante no processo de mudança, podendo contribuir ou limitar avanços.</p>



<p>Apesar de todo prejuízo causado pelo transtorno muitas das pessoas acometidas pelo TOC nunca foram diagnosticadas e, menos ainda, tratadas. Muito se deve ao desconhecimento da doença, à dificuldade, por parte do próprio paciente, de seus familiares e até mesmo dos profissionais da saúde, de reconhecer os sintomas do TOC. Além disso, muitos não procuram tratamento adequado pois apresentam receio de expor seus sintomas pelas próprias crenças de que os pensamentos se tornem realidade ou até mesmo por medo de serem visto como loucos.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O TRATAMENTO DO TOC COM A TCC</strong></h2>



<p>O TOC sempre foi considerado um transtorno raro e de difícil tratamento, no entanto, com o desenvolvimento do modelo comportamental e do modelo cognitivo grande parte dos pacientes conseguem reduzir ou até eliminar por completo os seus sintomas.&nbsp;</p>



<p>A TCC é uma abordagem que se baseia nas premissas que nossas cognições têm uma influência controladora sobre nossas emoções e comportamentos e o modo como agimos pode afetar profundamente nossos padrões de pensamento e nossas emoções. Desta forma, por meio da TCC, o paciente é ajudado a pensar e a agir de modo mais realista e adaptado sobre seus problemas psicológicos, reduzindo seus sintomas .&nbsp;</p>



<p>O tratamento com a TCC baseia-se no aqui-e-agora, e o principal objetivo da terapia consiste em ajudar os pacientes a promover as mudanças desejadas em suas vidas. Desse modo, o tratamento concentra-se na solução de problemas tendo os objetivos explicitamente estabelecidos, além de que todos os aspectos da terapia são explicados ao paciente que, junto com o terapeuta, procura trabalhar numa relação cooperativa na qual planejam as estratégias para enfrentar os problemas claramente identificados na oportunidade de criar uma nova aprendizagem adaptativa e produzir mudanças fora do ambiente clínico.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Atualmente, a TCC é um tratamento considerado de primeira linha para os sintomas OC. Utiliza, no tratamento do TOC, intervenções comportamentais e cognitivas que já haviam sido comprovadas como efetivas no tratamento de outros transtornos, como as fobias e a depressão. Esse modelo tem como objetivo principal corrigir aprendizagens erradas e substituí-las por novas aprendizagens, além de modificar pensamentos, avaliações, interpretações e crenças distorcidas, com isso, procura cortar o círculo vicioso representado pelo alívio dos sintomas obtido com os rituais e com as evitações, responsáveis pela perpetuação dos sintomas OC.&nbsp;</p>



<p>As sessões da TCC para o TOC são estruturadas, colaborativas, focadas nos sintomas e problemas identificados por meio das escalas, da lista de sintomas e do autorrelato do paciente. A estrutura da sessão, em geral, segue uma sequência, começando pela checagem dos sintomas (intensidade e frequência) e checagem do humor; revisão das tarefas de casa e sua discussão; exercícios comportamentais ou cognitivos; combinação de novas tarefas de EPR; resumo da sessão pelo terapeuta; tarefa de casa para a semana seguinte e o <em>feedback </em>da sessão por parte do paciente.</p>



<p>Normalmente, o modelo da TCC para o tratamento do TOC se estrutura da seguinte forma:&nbsp;<br></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Avaliação do Paciente&nbsp;</strong></h3>



<p>Realizada através de uma entrevista semiestruturada, a avalição do paciente tem o objetivo de estabelecer o diagnóstico de TOC, a forma como o TOC se manifesta, os pensamentos automáticos, as crenças disfuncionais e as comorbidades associadas, determinar o início e o curso dos sintomas, a interferência na vida do paciente e da família, a existência de outros membros da família com os sintomas, a presença de doenças médicas e investigar os tratamentos realizados, sua efetividade e o uso atual de medicamentos.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Psicoeducação e Motivação para o tratamento</strong></h3>



<p>A psicoeducação tem como finalidade informar o paciente sobre seu transtorno, dando informações sobre o TOC e fundamentos da TCC. É utilizada ao longo de todo o tratamento para reforçar ou acrescentar informações sobre o transtorno. São abordados principalmente os seguintes assuntos: o que é o TOC e suas implicações; explanação do modelo cognitivo-comportamental e como ele pode ajudar na redução dos sintomas; funcionamento das sessões, agenda, monitoramento dos sintomas, revisão de tarefas, exercícios de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR); combinações acerca do que é esperado do paciente como a realização de atividades fora da sessão, frequência e assiduidade; criar expectativas positivas de mudança e instaurar a confiança no paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Identificação, listagem, avaliação da intensidade e hierarquização dos sintomas</strong></h3>



<p>A identificação dos sintomas consiste em habilitar o paciente a reconhecer obsessões, compulsões e evitações associadas ao TOC.&nbsp; Solicita ao paciente uma lista mais detalhada e completa possível dos sintomas OC, incluindo freqüência, horários, locais, objetos ou situações que desencadeiam as obsessões e que o impelem a realizar rituais .&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exercícios de Exposição e Prevenção de Resposta</strong></h3>



<p>&nbsp;Essa é uma parte muito importante do processo, é onde começa a terapia propriamente dita. Depois dos sintomas terem sidos identificados, listados e hierarquizados, o terapeuta em colaboração com o paciente estabelecem os primeiros exercícios de EPR.&nbsp;</p>



<p>A EPR fundamenta-se em uma modalidade de aprendizagem e de mudança de comportamento denominada Habituação, que consiste no desaparecimento espontâneo das reações de medo ou desconforto que ocorrem sempre que o indivíduo entra em contato direto com objetos ou situações que provocam tais reações, desde que, de fato, não sejam perigosos. A cada nova exposição, a intensidade do desconforto é menor, podendo, com a repetição, desaparecer por completo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alta e Estratégias de Prevenção de Recaídas</strong></h3>



<p>O objetivo principal da terapia é a eliminação completa dos sintomas, porém, tendo a maior parte destes eliminada, associada também a uma redução da ansiedade, já pode-se propor o espaçamento das sessões e, posteriormente, a alta. No entanto, pela natureza crônica do transtorno o paciente está sujeito a ter recaídas, com isso se faz necessário orientá-lo e treiná-lo em estratégias de prevenção de recaídas ao final do tratamento, que devem ser revistas e reforçadas em sessões periódicas de acompanhamento após a alta.</p>



<p>Fonte:</p>



<p>Rangé, B., Asbahr, F., Moritz, K., &amp; Ito, L. (2001). Transtorno obsessivo-compulsivo. In B. Rangé (Org.), <em>Psicoterapias cognitivo-comportamentais: Um diálogo com a psiquiatria </em>(Cap. 13, pp. 230-246). Porto Alegre: Artmed.</p>



<p>Cordioli, A. V. (2008a). A terapia cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo. <em>Revista Brasileira de Psiquiatria, 30</em>, 65-72.<br><br>Cordioli, A. V. (2014). <em>Toc: Manual de Terapia Cognitivo-comportamental para o transtorno obsessivo-compulsivo </em>(2a ed.). Porto Alegre: Artmed.</p>
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		<title>Entenda os fatores de risco e de proteção para o comportamento suicida</title>
		<link>https://casule.com/blog/entenda-os-fatores-de-risco-e-de-protecao-para-o-comportamento-suicida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao suicidio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[setembroamarelo]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde divulgou um dado preocupante relatando o suicídio como uma das três principais causas de morte de indivíduos entre 15 e 44 anos. Sendo assim, o suicídio é considerado um grave problema de saúde pública, necessitando de medidas preventivas e remediadoras eficazes.&#160; Diferente da concepção de muitas pessoas, o suicídio envolve [&#8230;]</p>
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<p>A Organização Mundial de Saúde divulgou um dado preocupante relatando o suicídio como uma das três principais causas de morte de indivíduos entre 15 e 44 anos. Sendo assim, o suicídio é considerado um grave problema de saúde pública, necessitando de medidas preventivas e remediadoras eficazes.&nbsp;</p>



<p>Diferente da concepção de muitas pessoas, o suicídio envolve diversas dimensões além do aspecto psicológico, que podem ser internos e externos ao indivíduo. Os fatores de risco se relacionam com eventos e características negativas da vida, e sua presença aumenta as chances de alguns problemas se manifestarem. Esses fatores tendem a aumentar a vulnerabilidade dos indivíduos a situações adversas, diminuindo a resiliência emocional. Um ponto importante a ser ressaltado é que não é apenas a presença desses fatores que define seu impacto na vida do indivíduo, mas também a intensidade, a frequência e a maneira como são interpretados por cada pessoa.&nbsp;</p>



<p>Os principais fatores de risco podem ser divididos entre fatores psicológicos, biológicos, psicossociais, culturais e outros. Seguem abaixo alguns fatores de risco ao comportamento suicida:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>transtornos mentais: depressão; transtorno bipolar; uso/dependência de álcool e drogas; esquizofrenia; transtorno de personalidade <em>borderline</em>;&nbsp;</li><li>histórico familiar de doença mental;</li><li>história familiar de suicídio;</li><li>tentativa de suicídio anterior;</li><li>abuso físico ou sexual;</li><li>perda dos pais na infância;</li><li>instabilidade familiar;</li><li>violência doméstica;</li><li>desesperança, desamparo;</li><li>ansiedade intensa;</li><li>vergonha, humilhação, <em>bullying</em>;</li><li>baixa autoestima;</li><li>traços de personalidade: impulsividade, agressividade, labilidade do humor, perfeccionismo;</li><li>ausência de apoio social, solidão;</li><li>rigidez cognitiva;</li><li>desemprego, endividamento;</li><li>aposentadoria;</li><li>pouca flexibilidade para enfrentar adversidades; dificuldade em lidar com frustrações;</li><li>fácil acesso a meios letais (armas de fogo, venenos, etc.);</li><li>doenças físicas incapacitantes, estigmatizantes, dolorosas, terminais;</li><li>falta de adesão ao tratamento ou falta de tratamento ativo e continuado em saúde mental;</li></ul>



<p>Já os fatores de proteção ao suicídio são aqueles que levam a uma vida mais saudável, com maior bem-estar e maior resiliência emocional, ou seja, a capacidade de resolver problemas levando em consideração também, as habilidades sociais para reduzirem o impacto das adversidades que o indivíduo enfrenta na vida. Podemos destacar os principais fatores de proteção ao comportamento suicida:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Personalidade:<ul><li>Flexibilidade cognitiva;</li><li>Motivação para buscar ajuda;</li><li>Habilidade de comunicação;</li><li>Habilidade para solucionar problemas;</li><li>Capacidade para fazer uma boa avaliação da realidade;</li></ul></li><li>Estrutura familiar:<ul><li>Bom relacionamento interpessoal;</li><li>Senso de responsabilidade em relação à família;</li><li>Pais atenciosos e consistentes;</li><li>Apoio familiar;</li></ul></li><li>Fatores socioculturais:<ul><li>Formação de vínculos com outras pessoas, bons relacionamentos em grupos sociais;</li><li>Ter/formar uma família a qual os membros estejam emocionalmente envolvidos, que passam tempo de qualidade juntos; &nbsp;</li><li>Adesão a valores e normas sociais;</li><li>Prática religiosa e outras práticas coletivas (clubes culturais, esportivos, etc.);</li><li>Rede social que promove apoio, acolhimento;</li><li>Emprego;</li><li>Disponibilidade de serviços de saúde mental;</li></ul></li><li>Outros:<ul><li>Boa qualidade de vida;</li><li>Regularidade de sono;</li><li>Saúde física e mental;</li></ul></li></ul>



<p>A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem clínica que tem por objetivo manejar a crise do paciente com comportamento suicida, adotar diversas estratégias para que os fatores de risco sejam minimizados e os de proteção potencializados. &nbsp;</p>
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		<title>Não consigo emagrecer, e agora? (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/nao-consigo-emagrecer-e-agora-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 19:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[não consigo]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer para emagrecer]]></category>
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<h1 class="wp-block-heading" style="text-align:center">Não consigo emagrecer, e agora? </h1>



<p>Muitas vezes nos deparamos com dificuldades em emagrecer e obter resultados positivos nesse aspecto. Estranhamos essa dificuldade, já que pra emagrecer, parece claro que precisamos cuidar da alimentação e práticas atividades físicas. Parece simples, porém, existem outros fatores que influenciam nesse processo e nos dificultam até mesmo em seguir dietas e praticar as atividades necessárias. Não só com restrição e malhação se perde peso, é necessário trabalhar a cabeça a favor do processo.</p>



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