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	<title>saudemental - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>saudemental - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>6 dicas para lidar com a traição</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/6-dicas-para-lidar-com-a-traicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 02:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A descoberta de uma traição é capaz de transformar qualquer relacionamento amoroso, seja namoro ou casamento. A vida do casal pode mudar para melhor ou piorar consideravelmente, mas, com certeza, nunca mais será a mesma.</p>
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<p></p>



<p>A descoberta de uma traição é capaz de transformar qualquer relacionamento amoroso, seja namoro ou casamento. A vida do casal pode mudar para melhor ou piorar consideravelmente, mas, com certeza, nunca mais será a mesma.</p>



<p>Por isso, é importante não cair em estado de negação e encarar os fatos para conseguir resolver a situação.</p>



<p>Devo perdoar e dar mais uma chance ou devo dar um ponto final e seguir minha vida?<br>A quem diga que todo mundo já foi traído alguma vez ou se não foi ainda vai ser.</p>



<p>Muitas pessoas acreditam em uma segunda chance. Outras não. Independente da opção que você escolher, uma coisa é certa: você precisa lidar com as consequências que essa traição vai trazer para a sua saúde mental.</p>



<p>A ajuda psicológica pode ser uma solução nessas horas. Quando vivemos esses conflitos internos, tudo parece confuso, e um bom psicólogo pode ajudar a enxergar as coisas com maior clareza e encontrar a melhor solução para o relacionamento.</p>



<p>No vídeo de hoje vamos falar um pouco como lidar com essas consequências e superar essa situação dolorosa.</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/fT_kt2Q8QM0" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



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<p id="block-013f0e1f-d55d-4f92-b668-d0feea334e9b"><canvas width="122" height="20"><canvas width="122" height="20"><canvas width="180" height="29"></p>
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		<title>3 estratégias para controlar seu dinheiro</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/3-estrategias-para-controlar-seu-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 21:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser positivo é algo muito bom, porém quando falamos de dinheiro, devemos ser realistas e conhecer bem a nossa própria condição financeira. Por isso, ter inteligência emocional nas finanças se torna algo tão importante.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Organização, foco, planejamento e controle emocional.</p>



<p>Ser positivo é algo muito bom, porém quando falamos de dinheiro, devemos ser realistas e conhecer bem a nossa própria condição financeira. Por isso, ter inteligência emocional nas finanças se torna algo tão importante.</p>



<p>Para solucionar esse problema, preparamos esse vídeo para te ajudar a ter uma melhor relação emocional com o dinheiro e saber lidar melhor com ele.<br>Você tem alguma estratégia para lidar com a sua vida financeira?<br>A forma como lidamos com nosso dinheiro pode ser causa e/ou consequência das nossas emoções.</p>



<p>3 estratégias:<br>Autoconhecimento;<br>Definir metas e<br>Organização e controle de gastos.</p>



<p>De forma geral, podemos dividir as relações com o dinheiro entre positivas e negativas.</p>



<p>Em casos positivos, podemos pensar nas extravagantes escolhas a partir de felicidade, poder ou autoafirmação, por exemplo. Podendo chegar ao outro extremo, quando existe avareza, ansiedade, culpa, imaturidade ou medo.</p>



<p>Entre as emoções que mais se destacam no momento de gastar, estão o poder e autoafirmação, como aspectos positivos.<br>Através delas, o indivíduo gasta para satisfazer os seus prazeres, sem pensar no futuro e tudo isso para manter um bom padrão social ou para agradar a si próprio.</p>



<p>As emoções positivas nos tornam mais ousados e impulsivos na hora de gastar, o que faz com que o equilíbrio nessas situações seja tão difícil.<br>Nas formas negativas, temos a imaturidade e a ansiedade como as campeãs. Elas são responsáveis por comportamentos impulsivos para suprir determinadas necessidades.</p>



<p>Para entender como você se relaciona com seu dinheiro, é importante identificar por quais razões você não tem conseguido manter a linha na hora de economizar.</p>



<p>Por isso, estar atento às suas movimentações financeiras e, principalmente, a você mesmo, deve ser o foco para compreender como tudo está funcionando.</p>



<p>O nosso bolso e as nossas relações com o dinheiro afetam as nossas emoções, por isso merecem todo nosso cuidado.</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/HoRamsBmjZU" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



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<p id="block-013f0e1f-d55d-4f92-b668-d0feea334e9b"><canvas width="122" height="20"><canvas width="122" height="20"><canvas width="180" height="29"></p>
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		<title>Família tóxica: será que você vive em uma?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/familia-toxica-como-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[familiatoxica]]></category>
		<category><![CDATA[pessoasnegativas]]></category>
		<category><![CDATA[saudemental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viver com familiares tóxicos trazem diversos problemas a nossa saúde, muitas vezes são pessoas negativas que agem "sem perceber" e que acabam com nossa saúde mental. Neste vídeo, trouxe estratégias para te ajudar a conviver com uma família toxica.</p>
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<p>Viver com familiares tóxicos trazem diversos problemas a nossa saúde, muitas vezes são pessoas negativas que agem &#8220;sem perceber&#8221; e que acabam com nossa saúde mental. Neste vídeo, trouxe estratégias para te ajudar a conviver com uma família toxica.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2Xv5Iu4GMqE" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<item>
		<title>Como ter inteligência emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-ter-inteligencia-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligenciaemocional]]></category>
		<category><![CDATA[regulacaoemocional]]></category>
		<category><![CDATA[saudemental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quanto maior a inteligência emocional, maior a qualidade das relações e interações sociais.<br />
Você já parou para pensar como podemos ter mais inteligência emocional?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/12/Como-ter-inteligência-emocional.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Você já parou para pensar como podemos ter mais inteligência emocional? </p>



<p>O que seria necessário para desenvolver essa habilidade? </p>



<p>Ser emocionalmente inteligente é conseguir identificar os próprios sentimentos e também os sentimentos do outro, ser capaz de se motivar e gerir bem as <a href="https://casule.com/emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a> dentro de si e dos seus relacionamentos. Quanto maior a inteligência emocional, maior a qualidade das relações e interações sociais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existem alguns requisitos principais para ser emocionalmente inteligente&#8230;</h2>



<p> O primeiro diz respeito à necessidade de desenvolver o autoconhecimento e autoconsciência das emoções. Isso significa observar as suas emoções, acolher e aceitar o que está sentindo e aprender com isso. O controle emocional também é importante para conseguir gerir as próprias emoções, adapta-las nos diferentes contextos, assim, a pessoa conseguirá não ser levada a agir pelas emoções.</p>



<p>Outro requisito é a automotivação que seria encontrar o motivo pelo qual as pessoas fazem as coisas, adequando os seus sentimentos para fazer o que precisam fazer mesmo que não tenha uma motivação externa. A empatia também é essencial para o desenvolvimento da inteligência emocional, se refere à capacidade de se colocar no lugar do outro, conseguindo perceber as necessidades do outro e se conectando mais com ele. Além disso, ter um amplo repertório de <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-sao-as-habilidades-sociais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">habilidades sociais</a> faz-se necessário para me relacionar bem com as pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tente refletir</h2>



<p>Como como você avalia a sua inteligência emocional? </p>



<p>Quais requisitos precisam ser melhorados? </p>



<p>Quais as atitudes necessárias para colocar isso em prática?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a030ec1b-9698-47dc-a826-6c1e04df2997">Terapia Casule</h2>



<p id="block-cf119a06-002e-46b2-aa12-a42db546aafb">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com os ciúmes?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-lidar-com-os-ciumes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 15:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[ciumespatologico]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[saudemental]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapiadoesquema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você é ciumento? Conhece alguém que seja? Sofre com isso? O ciúme é um sentimento que em excesso está relacionado a um padrão de apego inseguro e ansiedade. Diversos pensamentos, sentimentos e comportamentos podem ser desencadeados e vivenciados como: raiva, vergonha, humilhação, culpa, desconfiança, impulsividade, agressividade e auto estima baixa.&#160; E como surge esse padrão? [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/como-lidar-com-ciumes.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Você é ciumento? Conhece alguém que seja? Sofre com isso? O ciúme é um sentimento que em excesso está relacionado a um padrão de apego inseguro e <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-e-ansiedade-precisamos-falar-sobre-isso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>. Diversos pensamentos, sentimentos e comportamentos podem ser desencadeados e vivenciados como: raiva, vergonha, humilhação, culpa, desconfiança, impulsividade, agressividade e auto estima baixa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E como surge esse padrão? </h2>



<p>Através das experiências que vivenciamos desde o início da vida e a forma como aprendemos a nos relacionar com o outro. Por exemplo, pais ou responsáveis que tem comportamentos superprotetores com a criança e que não proporcionam a elas espaço para desenvolverem e treinarem suas habilidades como independência e autonomia, podem contribuir para que um padrão de apego <a href="https://casule.com/inseguranca-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inseguro</a> seja desenvolvido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E qual a relação com a ansiedade?</h2>



<p> O sentimento de <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-e-ansiedade-precisamos-falar-sobre-isso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> pode aparecer ao ficarem ou se sentirem sozinhas, e assim, tornam-se dependentes da presença do outro para se sentirem seguras, desenvolvendo um padrão de comportamento para se relacionar com o outro. Dessa forma, em relações amorosas ou até mesmo de amizade, podem surgir <a href="https://casule.com/pessoas-controladoras-o-que-sao-e-o-que-fazem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atitudes controladoras</a> como, fazer ligações constantemente e “inesperadas”, enviar mensagens diariamente,<strong> </strong>“monitorar” as redes sociais, com a finalidade de validar e se certificar, por exemplo, sobre o que o outro fez ou onde está para se sentir seguro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E quais aspectos estão relacionados a esse ciúme excessivo?</h2>



<p>&#8211; Crença superestimada sobre possível infidelidade do parceiro;</p>



<p>&#8211; Medo desproporcional de possível perda da relação;</p>



<p>&#8211; Medo exacerbado de “perder” espaço na vida do outro;</p>



<p>&#8211; Desconfiança excessiva ou infundadas;</p>



<p>&#8211; Prejuízos e vínculos sociais causados pelo ciúme;&nbsp;</p>



<p>&#8211; Pensamentos prevalentes sobre <a href="https://casule.com/fui-traido-e-agora-video-completo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">traição</a> e desconfiança;</p>



<p>É importante destacar que esse padrão pode ser modificado em qualquer fase da vida. Para isso, é necessário identificar e aceitar seus comportamentos para que a mudança inicie. Através de estratégias como exposição, treinamento de habilidades, consciência sobre suas qualidades e desenvolvimento da autonomia, é possível minimizar a insegurança, dependência, controle e ciúmes. Se necessário, busque ou indique a ajuda de um profissional capacitado para auxiliar nesse processo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p>A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>10 dicas para manter a saúde mental na quarentena</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/10-dicas-para-manter-a-saude-mental-na-quarentena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[saudemental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você tem percebido que o isolamento social tem prejudicado a sua saúde mental? Aqui seguem 10 dicas para manter a sua saúde mental.</p>
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<p>Você tem percebido que o isolamento social tem prejudicado a sua saúde mental? Nesse vídeo darei 10 dicas para <a href="https://lp2.casule.com/ebook-manejo-da-ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manejar a ansiedade</a> e manter a sua saúde mental nesse período de quarentena 😉</p>



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		<title>Como cuidar da saúde mental no home office? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-cuidar-da-saude-mental-no-home-office-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse momento, em função da pandemia da COVID-19, o home office tem sido uma alternativa essencial para muitos profissionais e empresas, sendo adotado como uma estratégia para a continuidade da realização do trabalho. Mas conciliar a nova rotina do trabalho remoto e ainda manter a saúde mental tem sido bem desafiador. O objetivo desse vídeo [&#8230;]</p>
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<p>Nesse momento, em função da pandemia da COVID-19, o home office tem sido uma alternativa essencial para muitos profissionais e empresas, sendo adotado como uma estratégia para a continuidade da realização do trabalho. Mas conciliar a nova rotina do trabalho remoto e ainda manter a saúde mental tem sido bem desafiador. O objetivo desse vídeo é te ajudar a ser mais produtivo na quarentena 😉</p>



<p>Confira com Nayara Benevenuto, psicóloga da Casule! Quer tomar um café?</p>



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		<title>Home Office: uma alternativa em tempos de crise</title>
		<link>https://casule.com/blog/home-office-uma-alternativa-em-tempos-de-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ambientedetrabalho]]></category>
		<category><![CDATA[homeoffice]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é Home Office? Este termo é comumente usado para aqueles que trabalham em suas próprias casas ou em ambientes alternativos, falando de maneira mais informal pode ser entendido como “o seu escritório em casa”. O conceito de Home Office que antes já era muito utilizado e realizado por pessoas que buscaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabe o que é Home Office? Este termo é comumente usado para aqueles que trabalham em suas próprias casas ou em ambientes alternativos, falando de maneira mais informal pode ser entendido como “o seu escritório em casa”. O conceito de Home Office que antes já era muito utilizado e realizado por pessoas que buscaram por formas de trabalho autônomo visando maior eficiência, produtividade, geração de renda, redução de custos e deslocamento, em nosso cenário atual com a propagação do Coronavírus, tornou-se essencial para muitos profissionais e empresas, sendo adotado como medidas estratégicas para a continuidade da realização do trabalho e tarefas indispensáveis. </p>



<p>Por isso, segue algumas orientações para melhor e maior funcionalidade nessa forma de trabalho remoto.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Crie um local de trabalho adequado através da preparação de um ambiente que permita sua privacidade diminuindo interferências externas, ter uma luminosidade apropriada também é importante manter a sua atenção e melhorar a visualização; </li><li>procure identificar se você é mais produtivo no período da manhã, tarde ou noite e se houver flexibilidade busque estabelecer uma carga horária compatível ou mantenha a rotina de acordo com o horário pré-estabelecido em seu trabalho; </li><li>manter desligado ou distante do seu ambiente aparelhos que possam ser distratores, como por exemplo, a televisão; </li><li>para auxiliar na qualidade de vida e do tempo realize pausas para tomar um café, se alimentar, se hidratar, alongar o corpo, caminhar pela residência alternando o foco das atividades; estabeleça metas ou uma lista de tarefas para facilitar a visualização do que precisa ser providenciado e o que já foi realizado; </li><li>Certifique-se sobre a viabilidade quanto ao acesso às ferramentas digitais disponíveis que possam suprir ou auxiliar na execução de tarefas; </li><li>mesmo em sua residência procure trocar sua vestimenta mantendo a postura profissional de acordo com o seu cargo ocupado.</li></ul>



<p>No cenário atual, onde se torna necessário o isolamento social é importante buscar e manter o contato com as pessoas, outra dica é compartilhar suas experiências e criatividades, seja através de fotos, chamadas de vídeo, mensagens ou áudios, mantendo assim um suporte social e auxiliando outros profissionais, amigos e familiares. </p>



<p>Utilize os meios de comunicação também para retirar suas dúvidas e aumentar sua segurança e confiança sobre as informações. Procure ser organizado, o momento de adaptação tem seus obstáculos, restrições e desafios exigindo assim ter um pouco mais de paciência e empatia, enfatizando que para muitas pessoas essas mudanças implicam em diversos aspectos na rotina, na estrutura domiciliar, no âmbito familiar, financeiro, necessidades e cuidados pessoais e aspectos emocionais.</p>
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		<title>A história da Reforma Psiquiátrica</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-historia-da-reforma-psiquiatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[#residenciaterapeutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história da Reforma Psiquiátrica A História da Loucura no mundo é repleta de distintas formas de abordagens ao longo dos tempos. Primeiramente, na Antiguidade e na Idade Média, a loucura dispunha de certo grau de liberdade, ou seja, muitas vezes eles tinham a oportunidade de circular entre as pessoas “normais”, fazendo parte do cenário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A história da Reforma Psiquiátrica</strong></p>



<p>A História da Loucura no mundo é repleta de distintas formas de abordagens ao longo dos tempos. Primeiramente, na Antiguidade e na Idade Média, a loucura dispunha de certo grau de liberdade, ou seja, muitas vezes eles tinham a oportunidade de circular entre as pessoas “normais”, fazendo parte do cenário e das linguagens sociais. Contudo, não podemos esquecer que existiam também, nessas épocas, formas de encarceramento dos loucos, ou formas mágicas e religiosas que abordavam a loucura. No entanto, nenhuma dessas formas de se relacionar com a loucura prevaleciam, ou seja, cada lugar ou cada época abordavam ela de forma distinta.</p>



<p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; 	No final do século XVIII a loucura passa a ser abordada, na sociedade ocidental, de forma hegemônica e universal, ou seja, os sujeitos que possuíam algum tipo de transtorno mental eram internados em instituições psiquiátricas. Muitas vezes, as internações ocorriam nos chamados hospitais gerais, que frequentemente eram de origem religiosa. Esses hospitais não possuíam funções curativas, eles limitavam o tratamento a uma forma punitiva do pecado da inatividade. “O louco não era percebido como doente, e sim como um dentre vários personagens que haviam abandonado o caminho da Razão e do Bem” (Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, 2006).</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 	Ao passar do tempo, mas ainda no final do século XVIII, entendia-se que os loucos não podiam circular entre as pessoas “normais”, devido ao risco que eles representavam para a sociedade. Eles passaram a não ser mais vistos como pecadores, e sim, como doentes que careciam de tratamento. Assim, com o objetivo de “curar” esses doentes foram criados os manicômios, que eram instituições onde os mesmos eram internados para tratamento da loucura.</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 	Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (2006), os manicômios tinham a função de trazer o doente à realidade, ou seja, eles acreditavam que a doença fazia com que a pessoa perdesse a distinção entre o bem e o mal, e que para ocorrer a cura o doente deveria reaprendê-la. Consequentemente, se um doente cometesse um ato impróprio ele deveria ser advertido e punido para que reconhecesse seus erros. No entanto, essas instituições que tinham um objetivo curativo não apresentavam qualquer avanço em termos terapêuticos, ou seja, os doentes mentais passaram a permanecer toda a sua vida dentro dos hospitais psiquiátricos.</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 	No século XX, as instituições de internação psiquiátrica tiveram um enorme crescimento em número e se tornaram cada vez mais repressivas. Elas passaram a ser uma espécie de depósito de “lixo da sociedade”, ou seja, o que não condizia com o padrão de normalidade imposta pela sociedade era jogado nessas instituições. O isolamento, o abandono, os maus-tratos, as péssimas condições de alimentação e de hospedagem, agravaram-se progressivamente nos manicômios.</p>



<p>Assim, posteriormente a Segunda Guerra Mundial, em meados da década de 50 nos EUA e na Europa, começavam a surgir os primeiros movimentos de Reforma Psiquiátrica. As claras limitações das instituições de internação psiquiátrica, concomitantemente com as frequentes denúncias de abandono, de violência, de isolamento e de cronificação dos doentes foram essenciais para a criação de propostas de reformulação no tratamento de pessoas portadoras de transtornos mentais.</p>



<p>A partir disso, dá-se início, em vários países, aos movimentos de desinstitucionalização, que propunham a transferência dos cuidados psiquiátricos do nível hospitalar para os serviços fundamentados na comunidade (Vidal, Bandeira, Gontijo, 2008). Segundo Vidal et al. (2008), a desinstitucionalização é definida com base em três componentes essenciais: a diminuição das admissões hospitalares pelo fortalecimento de serviços comunitários; a desospitalização, após preparação, de pacientes internados por longos períodos; e a criação e manutenção de uma rede de serviços na comunidade para atender a esses pacientes.</p>



<p>No EUA, a ideia da reforma psiquiátrica desenvolveu a ideia de um modelo preventivo, que se baseava na crença de que seria possível prevenir todas as doenças mentais, uma vez que elas poderiam ser detectadas precocemente. Para isso, foram construídos centros de saúde mental que ofereciam atendimento de emergência, hospitalização parcial e integral, ambulatório e educação para a comunidade. (Vidal, Bandeira, Gontijo, 2008).&nbsp;</p>



<p>Assim sendo, a reforma psiquiátrica trouxe diversas mudanças no âmbito da saúde mental. Desde a década de 50 até hoje, o foco de assistência a portadores de transtornos mentais deslocou-se progressivamente do hospital para o âmbito comunitário, ou seja, cada vez mais está havendo o fechamento ou redução expressiva no número de leitos de hospitais psiquiátricos (Vidal, Bandeira, Gontijo, 2008).&nbsp;</p>



<p>Diante disso, surgiu também a necessidade de acolher uma demanda de internos de hospitais psiquiátricos, que não tinham onde ficar, seja por não ter família, seja pela família não o querer em seu convívio familiar. De tal modo, foram criados os Serviços de Residências Terapêuticas com o intuito de abrigar essas pessoas desinstitucionalizadas.&nbsp;</p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; 	Contudo, apesar da desinstitucionalização trazer vários resultados positivos e a possibilidade de recuperação e reinserção dos pacientes em vários países do primeiro mundo, ainda há muito o que se fazer. Muitas pessoas não se beneficiaram desse processo em razão de dificuldades, carência de recursos e equívocos na implantação e no desenvolvimento dos serviços comunitários, ou seja, apesar da proposta da reforma psiquiátrica ser ótima, ainda não foi possível uma efetivação dessas (Vidal, Bandeira, Gontijo, 2008).</p>



<p>Reforma Psiquiátrica Brasileira</p>



<p>De acordo com a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), a reforma psiquiátrica é considerada como processo histórico de formulação crítica e prática, com o objetivo de questionar e elaborar propostas que visem à transformação do modelo clássico, bem como do paradigma da psiquiatria (Amarante, 1995, citado por Tenório, 2002). O que se convencionou chamar reforma psiquiátrica corresponde ao movimento denominado desinstitucionalização, definido com base em três componentes essenciais: a diminuição das admissões hospitalares pela provisão de serviços comunitários; a desospitalização, após preparação, de pacientes internados por longos períodos; a criação e manutenção de uma rede de serviços na comunidade para atender a esses pacientes (Vidal, Bandeira, Gontijo, 2008).</p>



<p>Os primeiros movimentos da reforma psiquiátrica brasileira iniciaram-se na década de 1970, durante o período da ditadura militar, dado que houve enormes críticas ao caráter privatizante da política de saúde governamental e à ineficiência da assistência pública em saúde. Além disso, também surgiram as denúncias de fraude no sistema de financiamento dos serviços e, principalmente, as denúncias de abandono e maus-tratos que ocorriam nos hospitais psiquiátricos do País (Vidal, Bandeira, Gontijo, 2008).</p>



<p>Outro ponto importante concernente ao período histórico de início da reforma se refere às necessidades de mudanças nos âmbitos econômico, político e cultural do país, em um contexto de reivindicações de mudanças políticas e da luta dos movimentos sociais. Sendo assim, pode-se dizer que a Reforma Psiquiátrica segue alinhada ao processo de redemocratização do país (Ferreira, 2006). De acordo com Hirdes (2009), é possível observar na reforma psiquiátrica brasileira a interposição de períodos de intensificação das discussões e de surgimento de novos serviços e programas contrapondo-se a períodos de lentificação do processo.</p>



<p>As discussões acerca da Saúde Mental no Brasil surgiram ainda sob grandes influências dos movimentos reformistas que ocorriam na Europa e nos Estados Unidos; assim, vários setores da sociedade civil brasileira foram mobilizados em favor da luta pelos direitos dos pacientes, sendo a reflexão sobre a loucura integrada no quadro de discussões das universidades, dos meios intelectuais e dos profissionais de instituições psiquiátricas, envolvendo posteriormente outros setores da sociedade (Vidal, Bandeira, Gontijo, 2008).</p>



<p>A busca de superação do modelo manicomial tradicional encontra força nas políticas de saúde do Brasil que tiveram um marco teórico e político na 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986), na 1ª Conferência Nacional de Saúde Mental (1987), na 2ª Conferência Nacional de Saúde Mental (1992), culminando na 3ª Conferência Nacional de Saúde Mental, em 2001 (Hirdes, 2009). Ainda que as discussões acerca das necessidades de mudanças no contexto da saúde mental já ocorressem desde os anos 70, somente em 1992, com a realização da 2ª Conferência Nacional de Saúde Mental, é que a Reforma Psiquiátrica passa a ter características mais definidas no campo sócio-político, visto que há uma maior representação dos usuários de serviços em saúde mental, bem como o questionamento do saber psiquiátrico e o dispositivo tecnicista frente a uma realidade que só eles de fato conheciam; assim, os usuários pedem o fim dos manicômios e a criação dos outros dispositivos de assistência em saúde mental (Ferreira, 2006).</p>



<p>Um outro ponto histórico importante para a saúde mental foi a Conferência Regional para a Reestruturação da Assistência Psiquiátrica, realizada em Caracas, em 1990. Neste encontro, no qual o Brasil foi representado e signatário, foi promulgado o documento final intitulado &#8220;Declaração de Caracas&#8221;, no qual os países da América Latina “comprometem-se a promover a reestruturação da assistência psiquiátrica, rever criticamente o papel hegemônico e centralizador do hospital psiquiátrico, salvaguardar os direitos civis, a dignidade pessoal, os direitos humanos dos usuários e propiciar a sua permanência em seu meio comunitário” (Hirdes, 2009). Ainda na perspectiva da ampliação do escopo e da importância do movimento, é instituído o dia 18 de maio como Dia Nacional da Luta Antimanicomial, visando a potencializar a conscientização e preocupação de diversos âmbitos da sociedade quanto à importância do movimento (Tenório, 2002).</p>



<p>Ainda que os hospitais psiquiátricos concentrassem mais 88% dos recursos orçamentários do SUS destinados à saúde mental, e do relatório da III Conferência Nacional de Saúde Mental prever que, até o ano 2004, fossem extintos todos os leitos em hospitais psiquiátricos no Brasil, reafirmando-se, assim, o projeto &#8220;Por uma Sociedade sem Manicômios&#8221;, o atual contexto com o qual nos deparamos ainda contempla, de certa forma, o hospital psiquiátrico. No entanto, um dado positivo diante de toda essa dificuldade diz respeito ao aumento dos investimentos nos serviços substitutivos, sobretudo a partir do ano de 2004 (Hirdes, 2009).</p>



<p>Referências:</p>



<p>Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (2006). <em>Atenção em saúde mental: Saúde em Casa.</em>&nbsp;</p>



<p>Vidal, C. E. L., Bandeira, M., Gontijo, E. D. (2008). <em>Reforma psiquiátrica e serviços residenciais terapêuticos</em>. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 57(1).</p>



<p>Tenório, F. (2002). <em>A reforma psiquiátrica brasileira, da década de 1980 aos dias atuais: história e conceito. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 9(1).</em></p>



<p>Ferreira, G. (2006). <em>A Reforma psiquiátrica no Brasil: uma análise sócio-política</em>. Revista Psicanálise e Barroco.</p>



<p>Hirdes, A. (2009). <em>A reforma psiquiátrica no Brasil: uma (re)visão</em>. Rio de Janeiro: Ciência e saúde coletiva, 14(1).&nbsp;</p>
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		<title>Você tem dedicado um tempo a si mesmo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-tem-dedicado-um-tempo-si-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 14:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala em Qualidade de Vida nos dias de hoje. Com conceito amplo, a maioria das pessoas entende a expressão com o fato de “sentir-se bem”. Essa expressão tornou-se a busca incansável de pessoas que vivenciam a correria do dia-a-dia, a falta de tempo para o lazer e para a família, os problemas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala em Qualidade de Vida nos dias de hoje. Com conceito amplo, a maioria das pessoas entende a expressão com o fato de “sentir-se bem”.<br />
Essa expressão tornou-se a busca incansável de pessoas que vivenciam a correria do dia-a-dia, a falta de tempo para o lazer e para a família, os problemas de saúde e todas as outras situações que causam insatisfação. Mas afinal&#8230;</p>
<p>O que é qualidade de vida?</p>
<p>O conceito de qualidade de vida está diretamente associado à autoestima e ao bem estar pessoal, compreendendo vários aspectos como a saúde física e emocional, a interação social, o autocuidado, o suporte familiar, o estado de saúde, os valores culturais, éticos e religiosos, o estilo de vida, a satisfação com o emprego e/ou com atividades diárias e o ambiente em que se vive.<br />
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), qualidade de vida é a percepção que um indivíduo tem sobre sua posição na vida, dentro do contexto dos sistemas de cultura e valores nos quais está inserido e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações.</p>
<p>Qualidade de vida e saúde mental:</p>
<p>O conceito de qualidade de vida vem ganhando cada vez mais uma importância crescente no campo da saúde mental e dos cuidados de saúde, aumentando sua importância no discurso e prática de profissionais da área.<br />
Uma pessoa com a saúde mental debilitada, por exemplo, tem grande dificuldade em manter relacionamentos amorosos, desempenhar funções no trabalho e em casa.<br />
Para cuidar da saúde mental, é necessário e importante manter boas relações com as pessoas que nos rodeiam, ter uma vida amorosa satisfatória, não remoer problemas passados, perdoar-se e perdoar o próximo, sorrir sempre que puder, chorar quando for necessário e amar.<br />
Estar com uma boa saúde mental é estar em equilíbrio com o seu mundo interior e com o mundo que o rodeia, é estar em paz consigo mesmo e com os outros.</p>
<p>Como melhorar a qualidade de vida?</p>
<p>Para que possamos garantir uma boa qualidade de vida, devemos começar a nos preocupar com a manutenção de hábitos saudáveis, como cuidar do corpo, manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos, manter relações saudáveis e ter tempo para realizar atividades prazerosas.<br />
E para atingir um estado completo de bem-estar físico, mental e social, o indivíduo deve ser capaz de identificar e realizar os seus desejos, satisfazer as suas necessidades e transformar ou adaptar-se ao meio.<br />
Ser saudável é um caminho que se traça dia-a-dia nas menores escolhas que cada ser humano faz. Sendo assim, opte por uma vida mais íntegra e surpreenda-se com as diferenças que alguns gestos podem fazer. Ser saudável não se limita àquilo que vemos no nosso corpo. Se sentir bem e feliz é um fator importante para a sua qualidade de vida e bem-estar.</p>
<p><strong>Dicas para ter uma qualidade de vida:</strong></p>
<p>Melhore seu pensamento!<br />
Seja otimista!<br />
Encontre tempo para si e para quem gosta!<br />
Dedique-se a novos hobbies!<br />
Evite o isolamento!<br />
Faça o que gosta!<br />
Tenha sonhos e objetivos!<br />
Seja feliz!<br />
Mantenha a menta ativa!<br />
Respire profundamente!<br />
Faça exercícios!<br />
Durma bem!<br />
Tenha mais contato com a natureza!<br />
Aceite sua vida!<br />
Sorria!<br />
Viva!</p>
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