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	<title>desenvolvimento infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>desenvolvimento infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como os super-heróis podem ajudar no desenvolvimento infantil?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-os-super-herois-podem-ajudar-no-desenvolvimento-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[super-heróis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com base nas histórias de super-heróis é possível trabalhar diversos temas e habilidades com as crianças. A maioria das histórias tratam de assuntos como humanidade, emoções, justiça, amizade, confiança, altruísmo, humildade, empatia, virtudes, esperança, responsabilidade, fazer o bem...</p>
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<p>Com base nas histórias de super-heróis é possível trabalhar diversos temas e habilidades com as crianças. A maioria das histórias tratam de assuntos como humanidade, emoções, justiça, amizade, confiança, altruísmo, humildade, empatia, virtudes, esperança, responsabilidade, fazer o bem&#8230;</p>



<p>As crianças tendem a admirar um personagem e buscam “copiá-lo”, se inspiram nele. Então por que não aproveitar esse gancho para explorar o desenvolvimento de habilidades, estimular bons comportamentos e tratar assuntos importantes para a formação e educação dos pequenos?&nbsp;</p>



<p>As histórias de heróis mostram que toda ação tem uma consequência, e temos que ser responsáveis por nossas escolhas. Ensinam o que é certo e o que é errado, a se colocar no lugar das outras pessoas (empatia), a buscar soluções para diversos problemas (resolução de problemas), a perdoar, a controlar nossas emoções (inteligência emocional), ensinam também a importância do amor e do respeito, a acreditar no nosso potencial, a lutar pelo que acreditamos, a aprender com os erros.</p>



<p>Os super-heróis enfrentam vilões, tempestades, injustiças, guerras e muitos outros desafios, tudo isso para salvar a humanidade (altruísmo). Para as crianças, eles são a definição de força, determinação e coragem. O que não quer dizer que não sintam medo. Sentir medo é normal, e ajuda os super-heróis a estarem alertas e preparados. O mais importante é enfrentar o medo, não ser dominado por ele.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Respeitar as diferenças é outro ponto que os heróis nos ensinam. Não importa se somos verdes, azuis, brancos, negros, grandes, pequenos, feitos de pedra, de borracha, ou de carne e osso, desse planeta ou de outro, da terra ou do fundo do mar, não importa a forma como nos locomovemos&#8230; Cada um é único! Cada um tem suas forças e poderes especiais (que não necessariamente são superpoderes), bem como possuem pontos fracos e habilidades a desenvolver. Porém, quando identificamos nossas fraquezas, podemos usar estratégias a fim de superarmos essas dificuldades.</p>



<p>Cada super-herói, assim como cada um de nós tem sua história de vida, uns vem&nbsp; de família rica, outros&nbsp; passaram&nbsp; por dificuldades, tem aqueles que são órfãos, alguns têm famílias grandes, que pode ou não ser família de sangue, outros vivem isolados; tem os que são líderes, os tímidos, os que falam muito, os que reclamam, os que cuidam dos demais; alguns cresceram cercados de amor, outros tiveram uma infância difícil; têm super-heróis que lidam com problemas familiares e outros tem dificuldade de se relacionar socialmente. Super-heróis também têm problemas porque são seres como nós! E nós também podemos ser super-heróis, basta acreditarmos em nós mesmos e nas nossas habilidades, e usar tudo isso para o bem de todos&#8230; da gente, da nossa família, da nossa escola, do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso país e do planeta!</p>



<p>Quando ajudamos nas tarefas de casa, estamos agindo como super-herói, quando reciclamos o lixo também, ou quando doamos nossas roupas que não servem mais, ou um brinquedo ao ganhar um novo, quando respeitamos nossos colegas ou ajudamos alguém a atravessar a rua, quando vemos um amigo triste e o envolvemos com um abraço. Para ser super-herói não precisa ter uma roupa diferente ou poderes especiais, o heroísmo está nas atitudes!</p>



<p>A seguir, perguntas para estimular a reflexão junto às crianças:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Qual seu super-herói favorito?&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>O que você mais gosta nele?&nbsp;&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> Como ele lida com os desafios e problemas?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> Descreva as qualidades dele.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> Você tem alguma dessas qualidades?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> Se não, tem alguma que gostaria de desenvolver?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>O que ele te ensina?&nbsp;&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> Tem alguma coisa que você poderia ensinar para ele?&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> O que ele faz que você acha legal?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> Qual cena você mais gosta?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Qual seria o seu codinome de super-herói?&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Qual o seu poder?&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>E suas habilidades?&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Qual seu ponto fraco?&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Agora que você já sabe suas habilidades e seu ponto fraco, o que você poderia fazer para ficar mais forte?&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Você tem alguma atitude parecida com a do seu super-herói preferido?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>O que cada um de nós pode fazer para ser um super-herói?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Quais as diferenças entre o super-herói e o vilão?</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



<p id="block-0c1c4391-dd2d-46e7-9d67-0a6bd87446b2">Venha nos conhecer! Marque uma conversa com nossos terapeutas&nbsp;<strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></strong>!</p>



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<p id="block-276b2204-d41c-456d-91fa-82a67767b643">Compartilhe também a Casule em suas redes sociais,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/clinicacasule/" target="_blank">Instagram</a>,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/clinicacasule/" target="_blank">Facebook</a>&nbsp;e&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/c/casuleplay" target="_blank">Youtube</a>.</p>
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		<item>
		<title>O papel do adulto junto às emoções na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-papel-do-adulto-junto-as-emocoes-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[emoções na infância]]></category>
		<category><![CDATA[participação dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que você deseja para as crianças? Felicidade, bem-estar, sucesso?</p>
<p>Como você contribui para que esse futuro se realize?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/02/O-papel-do-adulto-junto-às-emoções-na-infância-1.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>O que você deseja para as crianças? Felicidade, bem-estar, sucesso?</p>



<p>Como você contribui para que esse futuro se realize?</p>



<p>Ansiedade, problemas psicossomáticos, baixa <a href="https://casule.com/deixe-frustracao-sair/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tolerância à frustração</a> e falta de assertividade são algumas das consequências da inabilidade em lidar com as emoções.</p>



<p>O reconhecimento das emoções é importante para o autoconhecimento, saber identificar e lidar da melhor maneira com seus sentimentos e com as diversas situações que vivenciamos. Para isso, é fundamental trabalhar as emoções desde cedo.&nbsp;</p>



<p>A falta de manejo emocional pode acarretar dificuldades na vida adulta, como insegurança, baixa autoestima, problemas para se relacionar, tanto a nível social, profissional quanto amoroso, baixa tolerância a frustração, a ser contrariado, agressividade, entre outros.</p>



<p><a href="https://casule.com/emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Emoções</a> são estados internos inerentes a todos os seres humanos, e algumas, as emoções básicas, estão presentes até em outros animais. Nos seres humanos, as emoções são determinadas por sensações, pensamentos e comportamentos.</p>



<p>Identificar as emoções, ter consciência dos próprios estados emocionais é o primeiro passo para desenvolver habilidades emocionais, tais como regulação emocional, autocontrole, empatia.&nbsp;</p>



<p>Portanto, investir na <a href="https://casule.com/importancia-da-educacao-emocional-infantil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">educação emocional</a>, ajudar as crianças a reconhecer, aceitar e lidar de forma assertiva com as emoções favorecerá um desenvolvimento mental mais saudável.&nbsp;</p>



<p>Comece esse caminho exercitando a escuta ativa. Este é um método que permite desenvolver desde cedo a empatia, que ajuda a criança a estabelecer confiança junto àqueles que a cercam, reduz a ansiedade, colabora para um desenvolvimento saudável, formando pessoas seguras, certas de suas escolhas, conscientes, com elevado autoconhecimento, que conseguem enxergar além.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E como fazer isso?</h2>



<ol class="wp-block-list"><li>Quando for falar com a criança abaixe-se à altura dela e fale olhando em seus olhos;</li><li>Não ignore as falas e sentimentos que as crianças trazem, é importante validá-los, mostrar que se importa, acolher e ajudar nesse manejo, se preciso;</li><li>Responda aos questionamentos, as crianças estão a todo momento descobrindo coisas novas, aprendendo, e podem se sentir perdidas às vezes. Deixá-las sem respostas pode gerar insegurança, medo, ansiedade. Não tenha vergonha em dizer que não sabe alguma resposta, não temos que saber tudo. Isso também será um aprendizado para ela, ela irá compreender que tudo bem não saber às vezes.</li><li>Ajude-a a entender suas emoções, a identificá-las e nomear, a ter consciência que todas as pessoas sentem qualquer emoção, agradáveis e desagradáveis, e que isso é normal (é normal ficar triste, é normal sentir raiva e medo&#8230;). </li></ol>



<p>Ao conversar sobre as emoções e ter empatia para com a criança principalmente nos momentos de crise, à medida que ela for se desenvolvendo, crescendo, e adquirir maturidade neurológica, ela saberá lidar melhor com as situações.&nbsp;</p>



<p>Lembre-se que as crianças estão em desenvolvimento, seu cérebro ainda está se formando, e muitas coisas estão além da sua capacidade cognitiva. Por isso, antes de exigir que ela se comporte de tal maneira, considere esses fatores. Se o próprio adulto muitas vezes tem dificuldade para controlar seus impulsos ou lidar com certas emoções, porque exigiríamos isso de uma criança?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os comportamentos dos cuidadores podem interferir positivamente no desenvolvimento da educação emocional da criança?</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Reação às emoções da criança: quando há expressão emocional positiva, espaço para expor as emoções, quando a criança se sente à vontade para se expressar sem ameaça de punição. Esse contexto tende a promover o desenvolvimento saudável das emoções;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Dialogar sobre as emoções e comportamentos das pessoas, sobre o que observe e vivencia em casa e em outros ambientes;&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Maneira como expressam as próprias emoções: modelo, a criança observa e copia a expressão emocional dos cuidadores, seus comportamentos/reações, ela aprende como se colocar no contexto familiar, o que é aceitável e desejável. Isso interfere na qualidade das relações interpessoais e da expressão de afeto positivo.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">E quais comportamentos podem ser prejudiciais?</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Ignorar, ridicularizar ou banalizar os comportamentos e expressões emocionais da criança, como chamá-la de feia, dizer que está exagerando ou agir como se nada tivesse acontecido;</li><li>Criticar ou aplicar punição nas demonstrações de emoções desagradáveis;</li><li>Desaprovar uma demonstração de algo que a está incomodando, como pedir para engolir o choro;</li><li>Aceitar incondicionalmente expressões desadaptativas sem orientar, dialogar e buscar alternativas para ajudar a criança a lidar com aquela situação de uma forma melhor, com menos sofrimento.</li></ul>



<p>Como já foi dito, as crianças estão em fase de desenvolvimento, ainda estão aprendendo sobre si e sobre o mundo, estão vivenciando as emoções e tudo que as cercam sem compreender, buscando assimilar, testando, e os adultos devem orientar nesse aprendizado.&nbsp;</p>



<p>Vamos então resumir os comportamentos que ajudam no desenvolvimento da educação emocional positiva:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Praticar com a criança exercícios de respiração e relaxamento;</li><li>Incentivar o diálogo;</li><li>Ter para com a criança uma escuta ativa, empática;</li><li>Dar o exemplo, ser modelo de conduta;</li><li>Contestar pensamentos disfuncionais, negativos;</li><li>Ensinar uma visão positiva;</li><li>Valorizar as conquistas e os bons comportamentos;</li><li>Não focar nas dificuldades, ensiná-las manejos e recursos para gerir essas situações.</li></ol>



<p>Trabalhar de forma adequada as emoções na infância é fortalecer a saúde mental dos pequenos e prevenir problemas no futuro!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



<p id="block-0c1c4391-dd2d-46e7-9d67-0a6bd87446b2">Venha nos conhecer! Marque uma conversa com nossos terapeutas&nbsp;<strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></strong>!</p>



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<p id="block-276b2204-d41c-456d-91fa-82a67767b643">Compartilhe também a Casule em suas redes sociais,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/clinicacasule/" target="_blank">Instagram</a>,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/clinicacasule/" target="_blank">Facebook</a>&nbsp;e&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/c/casuleplay" target="_blank">Youtube</a></p>
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		<item>
		<title>Seu filho faz birra?</title>
		<link>https://casule.com/blog/seu-filho-faz-birra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 15:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[birra]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[descontrole emocional]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[imaturidade cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[orientação para pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A birra é um comportamento que faz parte do desenvolvimento humano. Jogar um brinquedo longe, rolar no chão, gritar e começar a bater são atitudes comuns em determinada fase do desenvolvimento infantil, mas que levam os pais e responsáveis a beira de um estresse! Inicialmente, precisamos entender que existe a fisiologia humana e que isso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A birra é um comportamento que faz parte do desenvolvimento humano. Jogar um brinquedo longe, rolar no chão, gritar e começar a bater são atitudes comuns em determinada fase do desenvolvimento infantil, mas que levam os pais e responsáveis a beira de um estresse!</p>



<p>Inicialmente, precisamos entender que existe a fisiologia humana e que isso ampara o nosso comportamento frente as diversas situações cotidianas. Nosso corpo está apto ou não para exercer determinadas funções nas diferentes etapas da vida.</p>



<p>No caso da criança, existe uma região do cérebro que ainda não está desenvolvida, chamada neocórtex, que é responsável pelo planejamento, solução de problemas, pensamento analítico, reflexão e imaginação. A falta de conexão entre os neurônios, nessa parte do cérebro, impede que essas funções não sejam executadas com eficiência e isso acaba por prejudicar o autocontrole e facilitar a ocorrência de explosões de raiva, choro, grito e comportamento agressivo.</p>



<p>A liberação de energia por meio da birra ocorre como uma descarga energética, já que, não possuem habilidades e maturação cerebral para controlar seus impulsos. Então, situações que para nós pais são normais, como cansaço, fome, shopping lotado, fila para lanche&#8230; para as crianças, são motivos de levar o cérebro a um curto-circuito.</p>



<p>A birra infantil pode ter início aos dois anos de idade e se estender até por volta dos 4, 5 anos&#8230; fase em que há uma maior autonomia por parte da criança, uma vez que ocorre o aumento do número de palavras no seu vocabulário, o que possibilita se expressar com mais clareza.&nbsp;</p>



<p>Mas qual o limite desse comportamento? Quando procurar a ajuda de um profissional?</p>



<p>Nesse caso, nem sempre a ajuda de um profissional refere-se diretamente ao tratamento específico com a criança. A birra causa muito desconforto para os responsáveis, que se sentem perdidos, nervosos, angustiados e desorientados com o barulho e a atenção que a criança atrai, muitas vezes em público.</p>



<p>A exaustão de uma vida, de um cotidiano agitado, cheio de expectativas, frustrações, cansaço e até mesmo de descobertas, uma vez que, só aprendemos sobre a educação dos filhos vivendo o dia-a-dia, levam pais que sabem exatamente o que é melhor para seus filhos, a se perderem e desequilibrarem seus afetos.</p>



<p>&nbsp;Por ser um comportamento tão desgastante, a intervenção de um profissional pode auxiliar esses pais no manejo da situação no dia-a-dia através de orientações psicoeducacionais, que irá promover conhecimento, discernimento e maior tolerância frente os momentos de crise.</p>



<p>Os episódios de birra devem se espaçar ao longo do tempo, e caso isso não ocorra, vale examinar se existem agentes estressores, como por exemplo, desordem na dinâmica familiar, chegada de um irmão, mudança de escola, divórcio dos pais, perda de um ente querido. Temos sempre que ter em mente que a criança utiliza o comportamento para extravasar sentimentos que ela não dá conta de verbalizar.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto a se observar e importante de se ressaltar é que, quando a criança passa da fase comum de manifestar determinados comportamentos e esses ainda se fazem presentes, os pais precisam ficarem mais atentos, pois a incidência dessas birras pode indicar a existência de um possível transtorno de neurodesenvolvimento.&nbsp;</p>



<p>Refletir criticamente sobre como é o funcionamento da casa, como os pais exercem suas autoridades, a maneira como educam e acolhem os filhos, por onde passa o afeto, as regras, a permissividade, são dicas que podem ajudar os pontos que podem ser modificados e, a partir daí, caso haja prejuízo social e emocional nos filhos (ou nos próprios pais), buscar ajuda de um profissional capacitado para auxílio e promoção de mais qualidade de vida.<br></p>
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		<item>
		<title>Benefícios de um pet na infância (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/beneficios-de-um-pet-na-infancia-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2019 15:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[animaldeestimação]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: As crianças que recebem mais estímulos se desenvolvem melhor cognitivamente e o animalzinho é uma ferramenta a mais. Confira com Milena Magiolo, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p>As crianças que recebem mais estímulos se desenvolvem melhor cognitivamente e o animalzinho é uma ferramenta a mais.</p>



<p>Confira com Milena Magiolo, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<title>10 dicas para lidar com a birra infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/10-dicas-para-lidar-com-a-birra-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 19:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[birra]]></category>
		<category><![CDATA[descontrole emocional]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: A birra é um comportamento infantil que traz muito esgotamento emocional, desconforto e cansaço para o responsáveis. O que causa, como lidar e o que fazer, são informações fornecidas ao longo desse vídeo. Confira! Confira com Letícia Medeiros, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou [&#8230;]</p>
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<p>A birra é um comportamento infantil que traz muito esgotamento emocional, desconforto e cansaço para o responsáveis. O que causa, como lidar e o que fazer,  são  informações fornecidas ao longo desse vídeo. </p>



<p>Confira! Confira com Letícia Medeiros, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>Tarefas domésticas na infância (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/tarefas-domesticas-na-infancia-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 20:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[autoconfiança]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tarefas domésticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Milena Magiolo, &#160;psicóloga da Casule! &#160; Tarefas domésticas na infância Incentivar uma criança a ajudar em casa é muito importante, pois é nessa fase que elas desenvolvem noções de responsabilidade e cooperação. As tarefas domésticas feitas em família fazem com que os filhos se sintam importantes e [&#8230;]</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Tarefas domésticas na infância</h1>
<p>Incentivar uma criança a ajudar em casa é muito importante, pois é nessa fase que elas desenvolvem noções de responsabilidade e cooperação. As tarefas domésticas feitas em família fazem com que os filhos se sintam importantes e tenham mais autoconfiança. Para saber mais assista ao vídeo!</p>
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		<title>A importância do “NÃO”</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/importancia-do-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 17:35:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[não]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade na infância]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra “NÃO” muitas vezes pode ser difícil de ser dita, já que, nem os pais e/ou responsável gostam de negar um pedido do filho. Mas, não tenha dúvida: é necessário e importante. Quando dizemos “não” a nós mesmos, compreendemos o significado da palavra disciplina, e aí então começa o desafio dos pais, cuidadores, professores&#8230; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra “NÃO” muitas vezes pode ser difícil de ser dita, já que, nem os pais e/ou responsável gostam de negar um pedido do filho. Mas, não tenha dúvida: é necessário e importante.</p>
<p>Quando dizemos “não” a nós mesmos, compreendemos o significado da palavra disciplina, e aí então começa o desafio dos pais, cuidadores, professores&#8230; Crianças nunca aprendem a disciplina sozinhas, e então entra aí a habilidade dos pais em dar limites e ensinar que para cada ato há uma consequência, seja ela positiva ou negativa.</p>
<p>Ao deixar claro para uma criança quais as expectativas que se tem sobre algo ou os limites e o resultado sobre aquilo que não se cumpriu, tudo fica mais fácil e mais claro, pois, a criança aprende, desde pequena, que se optar por algo errado, receberá sua escolha em troca, experimentando o resultado negativo das escolhas que fez.</p>
<p>Estabelecer limites não é tarefa fácil. Ter de enfrentar o choro, birras e até mesmo o próprio comodismo dos pais e/ou responsáveis é uma tarefa muito difícil. As crianças precisam de regras claras, objetivas e colocadas com segurança e na hora certa.</p>
<p>O “não” enquanto processo de construção do pensamento e de um lugar na relação com o outro, aparece desde quando a criança ainda é um bebê. E no momento que a criança começa a explorar o mundo, os objetos tornam-se um grande desejo. A criança quer tocar, morder, brincar e chutar, por isso impor limites e regras é necessário.</p>
<p>O estabelecimento destas regras é fator importante para as crianças, entretanto sabe-se que o que é permitido e o que não é varia muito de uma família para outra. Enquanto em uma casa é permitido que as crianças espalhem os brinquedos por todos os cômodos, em outra pode ser que seja necessário reservar algum espaço para os adultos, por exemplo. A finalidade das regras é tornar as coisas mais organizadas, justas e confortáveis para todos.</p>
<p>As crianças começam a se interessar pelas regras à medida que vão crescendo e compreendendo o mundo a sua volta, tanto no sentido de saber o que é permitido quanto do que não é, perguntando, por exemplo, “Posso dormir na sua cama?” ou “Posso comer doce antes do almoço?”. No papel de educadores, os pais e/ou responsáveis não podem se ausentar da tarefa de colocar os limites necessários para que as crianças possam se desenvolver e se situar no mundo adequadamente.</p>
<p>Tentar satisfazer as vontades e evitar dizer o “não”, achando que isso causará alegria, não é correto. <a href="http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2015/06/paciencia-8-maneiras-de-ensinar-seu-filho-esperar.html">Ensinar os filhos a esperar</a> e persistir faz parte do papel de pais e/ou responsáveis. Se os adultos não derem limites e não recusarem alguns desejos das crianças, elas não aprenderão a lidar com as adversidades que surgirem pelo caminho, e isso pode se tornar um problema no futuro.</p>
<p>A criança vai se decepcionar em alguns momentos sim, mas só passando por essas situações e aprendendo a lidar com elas é possível adquirir habilidades importantes para toda a vida, como empatia e flexibilidade.</p>
<p>Dizer “não” é muito mais difícil que dizer “sim”, e os resultados de um “sim” e um “não” no tempo certo fazem toda a diferença para o futuro. Não diga “sim” para acalmar o choro ou a irritação, mas diga “não” sempre que for preciso e “sim” quando houver necessidade.</p>
<p>Com persistência, amor e cuidado, um “sim” e um “não” bem usados farão toda a diferença na construção de adultos saudáveis e persistentes frente às dificuldades da vida. Este é o grande desafio dos pais e/ou responsáveis!</p>
<p>Qual é a medida certa do “NÃO”?<br />
Não existe uma medida certa. O “não” deve ser usado somente quando for preciso, mas é importante que os limites sejam estabelecidos e sejam confortáveis para todos.</p>
<p><strong>O que fazer se surgir o sentimento de culpa ao recusar algo para o filho?    </strong><br />
Os pais e/ou responsáveis podem e devem se tranquilizar quando isso acontecer. O mais importante para a criança é perceber que existe alguém em quem confiar, que cuida dela e que sabe o que é bom ou ruim.</p>
<p><strong>Falar que haverá castigo e voltar atrás na decisão é um problema?    </strong><br />
Voltar atrás eventualmente não é um problema, mas é importante explicar o porquê ao filho da mudança, e que essa decisão final foi fruto de um momento de reflexão.</p>
<p><strong>Como explicar à criança o motivo de um “não”?   </strong><br />
É importante falar olhando nos olhos, com firmeza e sem gritar. Vale ressaltar que antes de punir a criança, o adulto deve refletir se a consequência imposta é possível de se cumprir.</p>
<p><strong>Elogios funcionam?</strong><br />
Elogiar um bom comportamento é muito importante! Ressalte aquilo que a criança fez e que condiz com o que se espera dela. É uma forma de valorizá-la!</p>
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		<title>Habilidades Sociais na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/habilidades-sociais-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 22:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades sociais]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde seu nascimento, a criança está inserida no mundo social dos adultos e desde então, tenta compreender o ambiente o qual pertence. Na infância, a criança experimenta o mundo a partir do olhar, do tocar, do agir e do sentir. Os principais contextos para o desenvolvimento das habilidades sociais são a família, a escola e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde seu nascimento, a criança está inserida no mundo social dos adultos e desde então, tenta compreender o ambiente o qual pertence. Na infância, a criança experimenta o mundo a partir do olhar, do tocar, do agir e do sentir.</p>
<p>Os principais contextos para o desenvolvimento das habilidades sociais são a família, a escola e os grupos de amigos. Como a infância é um período decisivo para o aprendizado de habilidades sociais, o desempenho interpessoal dos pais e/ou responsáveis vai contribuir muito para o desenvolvimento de tais habilidades nas crianças.</p>
<p>O termo “habilidade” indica a qualidade de ser uma pessoa habilidosa e a capacidade de fazer alguma coisa. O termo “social” diz respeito à sociedade, à ordem social.</p>
<p>Na literatura, existem duas suposições para os conceitos de habilidades sociais: A primeira percebe o comportamento habilidoso como um traço ou característica da personalidade, ou seja, algo herdado; a segunda, o comportamento socialmente habilidoso é tido como uma característica adquirida em determinada situação social, resultado da relação entre o indivíduo e uma situação específica.</p>
<h3>Tipos de habilidades sociais:</h3>
<ul>
<li>O autocontrole e expressividade emocional nada mais é que o reconhecimento das próprias emoções, ou seja, expressá-las, lidar com o próprio humor, tolerar frustrações e desenvolver o “espírito esportivo”. Uma alternativa importante para pais e/ou responsáveis que desejam ajudar suas crianças, é conversar sobre o assunto e não menosprezar o que elas sentem ou dizem sentir.</li>
<li>A habilidade de civilidade aborda um conjunto de regras mínimas de interação social. Estes comportamentos se caracterizam pelas expressões de &#8220;boas maneiras&#8221;, tais como cumprimentar, aceitar e fazer elogios, auxiliando as crianças a manterem um bom contato social com as pessoas de sua convivência.</li>
<li>A assertividade é um tipo de habilidade social mais sofisticada. Esta oferece às crianças a habilidade de se adequar a um contexto. Podemos citar como exemplo, a criança que questiona sua nota junto à professora e espera o momento oportuno para fazer suas observações adequadamente, sem ansiedade ou maus modos. Dessa forma, cabe aos pais e/ou responsáveis ajudar a criança ensinando o conceito da reciprocidade até que ela compreenda a questão entre direito e deveres.</li>
<li>A habilidade que engloba o conhecimento das emoções é a empatia. Essa habilidade que começa a se desenvolver nos primeiros dias de vida, faz com que as crianças identifiquem emoções sentidas por outras pessoas. A empatia é apresentada como a habilidade de colocar-se no lugar do outro e pode desenvolver-se durante todo período da vida.</li>
<li>Outra habilidade que atua como facilitadora das competências sociais é a capacidade de fazer amizades, que é vista como fonte de aprendizagem e autoconhecimento. Este desenvolvimento social depende de algumas condições para ocorrer, como as possibilidades do contato social, que para as crianças se concentra na aparência relacionada à semelhança em relação a pensamentos e preferências.</li>
<li>Muito ligada a todas as outras habilidades, a solução de problemas interpessoais também é uma dessas capacidades sociais. Na infância, por exemplo, solucionar problemas como decidir um jogo, o que fazer para evitar uma briga, saber lidar com brincadeiras inoportunas se torna uma aptidão para aquele que a possui.</li>
<li>E por último, as habilidades acadêmicas, que se destacam por influenciar de maneira positiva o desempenho escolar. Pesquisas demonstram a relação entre os déficits de habilidades sociais e os problemas de aprendizagem, assim como a contribuição de habilidades bem desenvolvidas para um bom rendimento escolar.</li>
</ul>
<p>Portanto, fica claro que a criança ao socializar-se, passa a obter novas informações sobre o ambiente e sobre as pessoas ao seu redor. O aprendizado das habilidades sociais ocorre como consequência dessa interação, ou seja, a forma de se relacionar será aprendida dependendo dos exemplos sociais, assim como da qualidade dos estímulos oferecidos.</p>
<p>Tais ações podem favorecer o desenvolvimento da criança em seu aspecto social. Além disso, as habilidades sociais visam à promoção da saúde emocional e melhora da qualidade de vida do indivíduo.</p>
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		<item>
		<title>Tecnologia e Infância: Os prejuízos da tecnologia no desenvolvimento infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/tecnologia-e-infancia-os-prejuizos-da-tecnologia-no-desenvolvimento-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 22:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[prejuizo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais comentados atualmente é sobre o uso exagerado da tecnologia. Todo o excesso costuma fazer mal a quem adota tais hábitos, seja ele qual for. Com a evolução da tecnologia e a facilidade de acesso, um novo questionamento vem surgindo em casa. É fato que todos esses equipamentos como notebooks, celulares, TVs [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais comentados atualmente é sobre o uso exagerado da tecnologia. Todo o excesso costuma fazer mal a quem adota tais hábitos, seja ele qual for.</p>
<p>Com a evolução da tecnologia e a facilidade de acesso, um novo questionamento vem surgindo em casa. É fato que todos esses equipamentos como notebooks, celulares, TVs e tablets fazem parte do nosso dia-a-dia, mas podem e necessitam ser mais bem utilizados pelas famílias, principalmente pelas crianças.</p>
<p>As crianças normalmente têm facilidade de aprendizado, pois na maioria das vezes encontram adultos fazendo uso de equipamentos e acabam aprendendo por observação.</p>
<p>É provado que quanto menor a idade, menos tempo é indicado para o uso da tecnologia, mas infelizmente o que encontramos atualmente em nossa sociedade é uma realidade oposta a essa. Devido a esse excesso, as crianças estão desenvolvendo problemas emocionais e neurológicos.</p>
<h2>Tecnologia e Infância</h2>
<p>Os principais prejuízos da tecnologia no desenvolvimento infantil são: ansiedade, sensação de solidão, obesidade, depressão, alienação, baixa autoestima, aumento da agressividade, atraso no aprendizado, raiva, afastamento social, dificuldade de concentração e impulsividade. Além disso, boa parte das crianças que costumam passar mais tempo conectados se sentem tristes, desanimados e cansados.</p>
<p>Desta forma, pode-se pensar que essa possa ser uma das causas do aumento de déficit de atenção e hiperatividade entre as crianças de nossa sociedade atual. Os efeitos negativos da internet já fazem parte do quadro de doenças contemporâneas e estão cada vez mais frequentes nos consultórios psicológicos.</p>
<p>Devido a todos os riscos emocionais, neurológicos e físicos, o sentimento de vazio pode ser potencializado em uma casa onde todos, nos momentos de possível convivência encontram-se conectados e consequentemente “isolados”. Para os pais e/ou responsáveis que sentem dificuldades em retirar ou diminuir o tempo da tecnologia de seus filhos, fica uma dica: O caminho não é a proibição do uso, mas sim a consciência dele!</p>
<h2>Os prejuízos da tecnologia no desenvolvimento infantil</h2>
<p>É importante lembrar que carinho, interação social, contato, atividades em família são muito importantes e fazem parte do desenvolvimento saudável de qualquer ser humano, e as crianças merecem essa atenção especial.</p>
<p>Como a tecnologia tem sido utilizada por seus filhos e sua família?</p>
<p>Pense nisso e faça diferente!</p>
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