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	<title>transtorno de personalidade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno de personalidade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Mães Narcisistas</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/maes-narcisistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[mães narcisistas]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de Personalidade Narcisista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo “narcisismo” já faz parte da cultura ocidental há mais de século. Tem origem no mito grego de Narciso, rapaz jovem e orgulhoso cuja beleza era admirada por todos. Em uma caminhada ao lado de um rio, Narciso vê seu reflexo na água pela primeira vez. Apaixonado pela própria imagem, ele se mantém junto ao rio para melhor apreciá-la. Por recusar-se a abandoná-la, Narciso morre no local, admirando a si mesmo.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/maes-narcisitas.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>O termo “narcisismo” já faz parte da cultura ocidental há mais de século. Tem origem no mito grego de Narciso, rapaz jovem e orgulhoso cuja beleza era admirada por todos. Em uma caminhada ao lado de um rio, Narciso vê seu reflexo na água pela primeira vez. Apaixonado pela própria imagem, ele se mantém junto ao rio para melhor apreciá-la. Por recusar-se a abandoná-la, Narciso morre no local, admirando a si mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Narcisismo como transtorno de personalidade</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="615" height="300" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/Narcisismo-como-transtorno-de-personalidade.jpg" alt="" class="wp-image-22844" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/Narcisismo-como-transtorno-de-personalidade.jpg 615w, https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/Narcisismo-como-transtorno-de-personalidade-480x234.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 615px, 100vw" /></figure></div>



<p>Atualmente, a interpretação mais prevalente do que consiste ser um(a) narcisista é a do&nbsp;Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª edição, que é usado como referência de critério de diagnóstico de transtornos mentais em todo mundo. Nele, o termo narcisismo refere-se a uma característica de personalidade, onde o indivíduo possui:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Necessidade de admiração;&nbsp;</li><li>Precisa ser o centro das atenções;</li><li>Tem uma sensação grandiosa da própria importância;&nbsp;</li><li>Possui ideais perfeccionistas, inflexíveis e superficiais.</li><li>Tem grande dificuldade de controlar sentimentos negativos, como a insatisfação, a insegurança, a raiva, a culpa e a vergonha.</li><li>Tem dificuldades de manter relacionamentos saudáveis</li><li>Falta de <a href="https://casule.com/o-que-e-a-empatia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empatia</a>, relutando em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e as necessidades dos outros, além de serem arrogantes e insolentes.</li></ul>



<p>Embora as causas do narcisismo permaneçam desconhecidas, um grande número de estudos científicos publicado recentemente tem ajudado a revelar os fatores – tanto genéticos quanto ambientais – que tendem a influenciar a ocorrência e a manifestação do <a href="https://casule.com/transtorno-de-personalidade-narcisista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transtorno de personalidade narcisista</a>. Dentre os quais, o estilo de&nbsp;<em>educação</em>&nbsp;adotado por pais e mães, assim como a&nbsp;<em>genética</em>&nbsp;ou índice de hereditariedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Características de Mães Narcisistas</h2>



<p>Em geral, a figura materna é idealizada, romantizada pelo nosso psicológico. A crença de que toda mãe é perfeita e que seu amor pelos filhos é algo incondicional pode ser uma utopia, e essa realidade acarreta sofrimento e até adoecimento emocional desses filhos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="615" height="300" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/identificando-mae-narcisista.png" alt="" class="wp-image-22843" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/identificando-mae-narcisista.png 615w, https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/identificando-mae-narcisista-480x234.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 615px, 100vw" /><figcaption>Mães narcisistas tendem a ser abusivas na criação dos filhos.</figcaption></figure></div>



<p>Verifique abaixo alguns comportamentos de uma mãe narcisista.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>São abusivas na criação dos filhos: o relacionamento com o filho – principalmente com a filha &#8211;&nbsp; é marcado por atritos e discussões, muitas vezes por motivos fúteis, sendo difícil manter uma convivência pacífica e saudável sob o mesmo teto. Além disso, aproveitam o fato de ser autoridade para terem aprovação e cometem abusos psicológicos, de forma verbal e emocional. São manipuladoras e fazem os filhos acreditarem que são inferiores;</li><li>É egocêntrica, arrogante: essas mulheres não aceitam serem contestadas, nem que os filhos pensem de forma diferente. Seus pensamentos são inquestionáveis e sua verdade se baseia na sua própria conveniência;</li><li>É manipuladora e dissimulada: comporta-se de uma forma diante de outras pessoas e muda dentro de casa com a família. Enquanto na frente dos outros, age como mãe normal; a sós, com você, é amarga, fria, inacessível e desinteressada. Dificultando os familiares acreditarem nas queixas dos filhos;</li><li>Sem autocrítica: não conseguem ver os próprios erros;</li><li>Necessidade em ser o centro das atenções: acredita que&nbsp;veio ao mundo para ser admirada. É obcecada com a imagem. Para ela, é muito mais importante&nbsp;<em>parecer</em>&nbsp;do que se&nbsp;<em>sentir</em>&nbsp;bem. Ela faz tudo para emanar uma imagem de perfeição, ainda que esteja dominada por sentimentos negativos intensos, como a inveja, a insatisfação, a insegurança e a raiva;</li><li>Egoísta: Subestima os filhos e quer que eles se dediquem a atendê-la sempre. Afinal,&nbsp;só o sentimento do indivíduo narcisista é importante para ele;</li><li>Nunca pedem desculpas;</li><li>São perfeccionistas: &nbsp;Como no fundo essas mães têm baixa auto-estima, elas precisam de bajulação. Para isso, tentam desempenhar as tarefas com excelência. Sempre em busca da aprovação do outro, etc.</li></ul>



<p>Conviver com uma mãe assim é um peso e traz consequências significativas para os filhos. Durante a infância os abusos alteram a personalidade, aparecendo sintomas que geram dificuldades e incapacidades; na adolescência surgem sentimentos de inadequação, isolamento, depressão, baixa autoestima, fobia social, etc. Na vida adulta, os sintomas afetam também a vida profissional, a pessoa questiona sua sanidade, se sente incapaz e duvida de si mesmo, prioriza os outros e esquece-se de si, tem dificuldade de dizer não porque busca sempre agradar, possui dificuldade de se relacionar com as pessoas, etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;Tratamento</h2>



<p>Embora essa figura materna seja egocêntrica, arrogante e transpareça que se ama muito, na verdade ela é alguém frágil, com imensa carência de amor, baixa autoestima e que se sente invariavelmente desamparada.&nbsp;</p>



<p>Entretanto, mães narcisistas&nbsp; dificilmente buscam ajuda terapêutica, muito menos reconhecem que são acometidas por esse transtorno, já que, não conseguem avaliar e reconhecer os próprios erros, pois para esconder a sua real identidade, criam um mundo fictício, enxergando-se perfeitas, sem falhas ou defeitos.</p>



<p>Aquelas que se propõe ao tratamento, necessitam que o profissional tenha experiência. O tratamento para o narcisismo torna-se produtivo somente quando a pessoa é tratada como narcisista, ou seja, como um indivíduo que possui um <a href="https://casule.com/transtornos-de-personalidade-uma-visao-geral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transtorno de personalidade</a>. O narcisista tratado pelo psicoterapeuta como “mãe injustiçada”, por exemplo, sai da sala de terapia mais narcisista do que quando entrou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas para lidar com a mãe narcisista</h2>



<p>Mesmo com uma mãe que pensa só nela mesma, você pode passar por cima do comportamento emocional ausente dela, e tornar-se um indivíduo forte e gentil.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Tem certas dores que precisam serem vividas, por isso, passe pelo processo de &#8220;luto&#8221;. Você finalmente percebeu que sua mãe não irá mudar e que só pensa nela mesma. Dê a si tempo para lamentar e passar para o processo de &#8220;cicatrização&#8221;.</li><li>Busque autonomia;</li><li><strong>Reveja crenças absolutas: </strong>Se você ainda acredita nas regras “Família é tudo” e “Toda mãe ama seus filhos”, o seu luto nunca será completo. Reestruture suas crenças. Amor existe sem laço consanguíneo e uma mãe narcisista é incapaz de ter um comportamento genuíno, despretensioso. Seja honesta consigo mesma, reconheça a complexidade da sua situação e abra o seu coração para a verdade narcisista.</li><li><strong>Valorize os relacionamentos fora do ambiente familiar: ter uma rede de apoio auxilia a elaboração das dores, e </strong>contribui com o seu crescimento e desenvolvimento pessoal.</li><li>Permita-se concentrar-se em si mesmo.</li></ul>



<p>O narcisismo é um transtorno de personalidade e existem inúmeras maneiras de reduzir a presença e a influência da sua mãe narcisista na sua vida. Cuide de você, procure ajuda, se informe e faça terapia!</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a030ec1b-9698-47dc-a826-6c1e04df2997">Terapia Casule</h2>



<p id="block-cf119a06-002e-46b2-aa12-a42db546aafb">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Pessoas que sentem demais &#8211; Borderlines</title>
		<link>https://casule.com/blog/pessoas-que-sentem-demais-borderlines/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 13:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe muita desinformação sobre o Borderline e isso faz com que a vida de quem sofre desse transtorno seja ainda pior. É preciso mudar essa situação, e para isso é necessário&#160; que existam mais materiais, como esse texto,para introduzir essa questão e ajudar as pessoas que sofrem ou conhecem alguém que possa sofrer, a identificar, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existe muita desinformação sobre o Borderline e isso faz com que a vida de quem sofre desse transtorno seja ainda pior. É preciso mudar essa situação, e para isso é necessário&nbsp; que existam mais materiais, como esse texto,para introduzir essa questão e ajudar as pessoas que sofrem ou conhecem alguém que possa sofrer, a identificar, perceber e como proceder para lidar com esse transtorno.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Imagine. Aquele dia de sol, tempo quente e ensolarado, sem nuvens e você está em um lugar sem sombra. Os raios de sol batem na sua pele e você sente calor naturalmente. Então você decide beber uma água gelada, por isso coloca algumas pedras de gelo. Com muita sede você toma uma grande golada e sente uma pedra de gelo entrando na sua boca. Gelada, na temperatura certa para te refrescar nesse dia tão quente. Agora, imagine que você tem um machucado na boca. Ele está muito sensível e dolorido, qualquer objeto sólido que o toque irá lhe causar dor. De repente, o que era para ser relaxante torna-se uma forma de tortura. Cada movimento do gelo na sua boca lhe causa dor e desconforto. E, como os machucados na sua boca não estão visíveis aos outros, as pessoas te olham perplexos enquanto você reclama e fala que está incomodado com aquilo, todos dizem: “Nossa, mas que frescura! Porque não relaxa e se refresca como todo mundo?”</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Esses “machucados” fazem parte da vida, muita vezes sofrida, de quem tem o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Essas pessoas têm “machucados” que as deixam mais sensíveis às emoções, o que proporciona a sentirem de maneira mais exacerbada as emoções e percepções de estímulos externos (dor, calor, estresse, etc). Entretanto todos a sua volta insistem que essas pessoas são apenas exageradas, dramáticas, que não deveriam se sentir assim ou reclamar/falar tanto. Só que com isso diminuem o valor dos seus sentimentos e assim, as deixam confusas e segregadas, por se sentirem diferentes.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A união desses dois lados da mesma moeda &#8211; uma maior vulnerabilidade do corpo a emoções e um ambiente que não reconhece o seu sofrimento na mesma intensidade em que a pessoa o sente &#8211; faz com que seja muito difícil para alguém que sofre com o transtorno conseguir regular suas emoções de maneira saudável. Logo, sem esse equilíbrio emocional a pessoa passa a viver nos extremos, em oposição quase que diária. De um lado a pessoa acaba concordando com a opinião dos outros e passa a reprimir as próprias emoções. No outro, quando não dá mais para esconder, pois não suporta mais o silêncio ou confusão de sentimento, ela acaba perdendo o controle passa a gritar por socorro da maneira que pode. O que normalmente vem com gritos reais, atos impulsivos e comentários críticos sobre os outros e o mundo, o que só afasta e dificulta o seu convívio social.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Viver assim é cansativo. Sem se sentir compreendida. Sem poder se expressar sem se machucar ou aos outros. Sem saber como lidar com as situações e os próprios sentimentos. Não é de se estranhar que, às vezes, mesmo rodeada de amigos, a pessoa acabe se sentindo sozinha, isolada e acaba tendo medo de ser abandonada. O que a deixa ainda mais insegura e desequilibrada.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	A pessoa que sofre deste distúrbio, precisa buscar ajuda profissional, para que consiga reconhecer e validar suas emoções, assim como regular de forma mais efetiva. O indivíduo necessita de ajuda para aprender a construir relações interpessoais (família, amigos, relacionamentos) protegendo-as das próprias oscilações de humor que podem vir a ocorrer.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	Tanto para quem sofre, quanto para as pessoas que amam quem sofre desse transtorno, é preciso acreditar que existe controle, existe melhora. A ajuda profissional de um psicólogo, ou psiquiatra em casos mais graves, ajudará o indivíduo a criar mecanismos de enfrentamento, controle, percepção, entre outras ferramentas para que consiga lidar e entender seus sentimentos. O primeiro passo é acreditar que é possível construir uma vida equilibrada, o segundo é buscar ajuda.</p>
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		<title>Transtornos de personalidade – uma visão geral</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtornos-de-personalidade-uma-visao-geral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 11:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtornos de personalidade, em geral, são padrões generalizados e persistentes de perceber, reagir e se relacionar que causam sofrimento significativo ou comprometimento funcional. Os transtornos de personalidade variam significativamente em suas manifestações, mas acredita-se que todos sejam causados por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Muitos tornam-se menos graves com a idade, mas certos [&#8230;]</p>
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<p>Transtornos de personalidade, em geral, são padrões generalizados e persistentes de perceber, reagir e se relacionar que causam sofrimento significativo ou comprometimento funcional. </p>



<p>Os transtornos de personalidade variam significativamente em suas manifestações, mas acredita-se que todos sejam causados por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Muitos tornam-se menos graves com a idade, mas certos traços podem persistir com alguma intensidade após os sintomas agudos diminuírem. O diagnóstico é clínico. O tratamento é feito com terapias psicossociais e, algumas vezes, terapia medicamentosa.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p> Personalidade é definida pela totalidade dos traços emocionais e de comportamento de um indivíduo (caráter + temperamento). Pode-se dizer que é o &#8220;jeitão&#8221; de ser da pessoa, o modo de sentir as emoções ou o &#8220;jeitão&#8221; de agir. Em outras palavras, é o modo habitual, estável ao longo dos anos, de receber e processar os estímulos vindos do mundo e de devolver uma resposta (comportamento) ao meio externo. É a forma de ser, nunca um estado.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p> Já os traços de personalidade são os aspectos do comportamento duradouro da pessoa; é a sua tendência à sociabilidade ou ao isolamento; à desconfiança ou à confiança nos outros. Um exemplo: lavar as mãos é um hábito, a higiene é um traço, pois implica em manter-se limpo regularmente escovando os dentes, tomando banho, trocando as roupas, etc. O comportamento final de uma pessoa é o resultado de todos os seus traços de personalidade. O que diferencia uma pessoa da outra é a amplitude e intensidade com que cada traço é vivido.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="960" height="560" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/personalidades-Casule.jpg" alt="personalidades---Casule" class="wp-image-11838" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/personalidades-Casule.jpg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/personalidades-Casule-480x280.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 960px, 100vw" /></figure>



<p>Um transtorno de personalidade aparece quando esses traços são muito inflexíveis e mal-ajustados, ou seja, prejudicam a adaptação do indivíduo às situações que enfrenta, causando a ele próprio, ou mais comumente aos que lhe estão próximos, sofrimento e incômodo. </p>



<p>Geralmente esses indivíduos são pouco motivados para tratamento, uma vez que os traços de caráter pouco geram sofrimento para si mesmos, mas perturbam suas relações com outras pessoas, fazendo com que amigos e familiares aconselhem o tratamento. Geralmente aparecem no início da adolescência e tornam-se crônicos (permanecem pela vida toda). </p>



<p>Por convenção, o diagnóstico só deve ser dado a adultos, ou no final da adolescência, pois a personalidade só está completa nessa época, na maioria das vezes. Muitas vezes, no entanto, o desajuste é notado desde a infância.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p> O Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, quinta Edição (DSM-5) lista 10 tipos distintos de transtornos de personalidade. Alguns tipos (p. ex., antissocial, borderline) tendem a diminuir ou desaparecer com a idade; em outros (p. ex., transtorno obsessivo-compulsivo, esquizotípico) a probabilidade é menor.</p>



<p>	Cerca de 10% da população geral e até metade dos pacientes psiquiátricos em unidades hospitalares e ambulatoriais têm transtorno de personalidade. No geral, não há distinções claras em termos de sexo, classe socioeconômica e raça.&nbsp;</p>



<p> Para a maioria dos transtornos de personalidade, os níveis de hereditariedade são de cerca de 50%, o que é semelhante ou mais alto do que aqueles de muitos outros transtornos psiquiátricos maiores. Esse grau de hereditariedade vai contra a suposição comum de que os transtornos de personalidade são falhas de caráter principalmente moldadas por um ambiente adverso.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Tipos de transtornos de personalidade</strong></p>



<p>	Existem muitos tipos de transtornos de personalidade. Não podemos esquecer que se trata de classificação. Esta classificação é descritiva e, muitas vezes, não bate com a realidade prática. Algumas pessoas não se encaixam perfeitamente em um modelo; outras preenchem critérios para diferentes diagnósticos. Obviamente temos que pensar nas pessoas como seres únicos e nos sintomas como parte de uma doença ou transtorno de causa única, mas ainda não completamente conhecida. Daí a falta de precisão dos diagnósticos.</p>



<p>	O DSM-5 divide os 10 tipos de transtornos de personalidade em três grupos (A, B, e C), com base em características semelhantes.&nbsp;</p>



<p> O <strong>grupo A</strong> é caracterizado por parecer estranho ou excêntrico. Ele inclui os seguintes transtornos de personalidade e suas características distintivas:</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong> Paranóide</strong>: desconfiança e suspeita. Pessoas com esse transtorno tendem a desconfiar dos outros e achar que vão ser enganadas. Por causa disso, elas podem ser hostis ou emocionalmente desapegadas.</p>



<p><strong>Esquizoide</strong>: desinteresse em outras pessoas. Quem tem o problema é indiferente às interações sociais.</p>



<p><strong>Esquizotípico</strong>: ideias e comportamentos excêntricos. Pode levar a um comportamento excêntrico, pensamentos e crenças incomuns ou bizarras, sentimento de desconforto em ambientes sociais e dificuldade para ter relacionamentos íntimos.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong> O grupo B</strong> é caracterizado por parecer dramático, emocional ou errático:</p>



<p><strong>Antissocial</strong>: irresponsabilidade social, desrespeito por outros, falsidade e manipulação dos outros para ganho pessoal. Quem tem o transtorno não reconhece os sentimentos e necessidades de outros. Também pode repetidamente mentir, agredir, roubar e ter comportamentos ilegais.</p>



<p><strong>Bordeline</strong>: intolerância de estar sozinho e desregulação emocional. As características principais incluem o medo do abandono, relacionamentos intensos e instáveis, explosões emocionais extremas, comportamento autodestrutivo e sentimento crônico de vazio.</p>



<p><strong>Histriônico</strong>: busca atenção. Pessoas com este transtorno são altamente emotivas e dramáticas, têm uma necessidade excessiva de atenção e aprovação e podem usar a aparência física para consegui-la.</p>



<p><strong> Narcisista</strong>: autoestima desregulada, frágil e grandiosidade aparente. São as pessoas com autoestima inflada e necessidade de admiração. Elas costumam ter pouca empatia ou preocupação com os outros e têm fantasias de sucesso, poder ou beleza.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	O&nbsp;<strong>grupo C</strong>&nbsp;é caracterizado por parecer ansioso ou apreensivo:</p>



<p><strong>Esquivo</strong>: evitar contato interpessoal por causa de sensibilidade à rejeição. Pessoas que evitam a interação social e são extremamente sensíveis aos julgamentos negativos dos outros; elas podem ser tímidas e isoladas socialmente e ter sentimentos de inadequação.</p>



<p><strong>Dependente</strong>: submissão e necessidade de ser cuidado, além de dificuldade de separar-se de seus entes queridos ou tomar decisões por conta própria. Quem tem o problema pode ser submisso e tolerar relações abusivas.</p>



<p><strong>Obsessivo-compulsivo</strong>: perfeccionismo, rigidez, e obstinação. São pessoas preocupadas com regras e ordem e que valorizam o trabalho acima de outros aspectos da vida; são perfeccionistas e têm uma necessidade de estar no controle. É importante não confundir com o transtorno obsessivo-compulsivo, que é uma forma de transtorno de ansiedade.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	Pessoas com transtornos de personalidade parecem muitas vezes incoerentes, confusas e frustrantes para os que estão a sua volta (incluindo médicos). Essas pessoas podem ter dificuldade em entender os limites entre elas mesmas e os outros. Sua autoestima pode ser inapropriadamente alta ou baixa. Elas têm estilos inconsistentes, desconectados, sobre-emocionais, abusivos ou irresponsáveis de paternidade/maternidade, o que pode levar a problemas físicos ou mentais em seus cônjuges ou filhos.</p>



<p> Pessoas com transtornos de personalidade podem não reconhecer que têm problemas.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Tratamento</strong></p>



<p>	O tratamento mais indicado para os transtornos de personalidade é a psicoterapia. Tanto psicoterapia individual como em grupo são eficazes para muitos desses transtornos se o paciente estiver buscando tratamento e estiver motivado para mudar.</p>



<p>	Tipicamente, transtornos de personalidade não são muito responsivos a medicamentos, embora alguns deles possam ser eficazes para sintomas específicos (p. ex., depressão, ansiedade).</p>



<p>	Transtornos que muitas vezes coexistem com transtornos de personalidade (p. ex., do humor, ansiedade, abuso de drogas, sintomas somáticos e os transtornos alimentares) podem tornar o tratamento desafiador, prolongar o tempo até a remissão, aumentar o risco de recaída e diminuir a resposta ao tratamento.&nbsp;</p>



<p> Em geral, o objetivo do tratamento dos transtornos de personalidade é reduzir o sofrimento subjetivo, permitir que os pacientes entendam que seus problemas têm origem interna, diminuir comportamentos significativamente mal-adaptativos e socialmente indesejáveis e modificar traços de personalidade problemáticos.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Fontes:</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> <a href="http://www.sospsiquiatria.com/sos2/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12&amp;Itemid=27&quot; http://www.sospsiquiatria.com/sos2/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12&amp;Itemid=27">http://www.sospsiquiatria.com/sos2/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12&amp;Itemid=27&#8243; http://www.sospsiquiatria.com/sos2/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12&amp;Itemid=27</a></p></blockquote>
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		<item>
		<title>O que é Transtorno da Personalidade Histriônica?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-transtorno-da-personalidade-histrionica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 13:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[histriônica]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno da Personalidade Histriônica (TPH) se manifesta quando as pessoas demonstram comportamentos dramáticos, buscando chamar atenção para si e enfatizando enormemente a intensidade de suas emoções. Isso é feito porque possuem uma demanda muito grande por afeto, o que os leva a querer sempre ser o centro das atenções e a apresentar até mesmo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">O Transtorno da Personalidade Histriônica (TPH) se manifesta quando as pessoas demonstram comportamentos dramáticos, buscando chamar atenção para si e enfatizando enormemente a intensidade de suas emoções. Isso é feito porque possuem uma demanda muito grande por afeto, o que os leva a querer sempre ser o centro das atenções e a apresentar até mesmo posturas egocêntricas e manipuladoras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Personalidade Histriônica</h2>
<p class="p1"><span class="s1">Sendo assim, o paciente com a estrutura de personalidade histriônica apresenta comportamentos exibicionistas, podendo utilizar de sua aparência para chamar atenção e se sentindo desconfortável quando seu objetivo não é atingido. Ademais, seu comportamento pode ser sedutor ou provocante, sendo tal transtorno caracterizado, também, pela superficialidade emocional de fala, elevada dramatização e pelos pacientes já presumirem, mesmo sem conhecer profundamente os outros, um alto grau de intimidade.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1"> Apesar desse comportamento, as pessoas com TPH acreditam que sua postura não é anormal, mas creem que a perturbação de seus relacionamentos e as emoções negativas, como raiva e desânimo, surgem por causa de fatores externos, sob os quais eles não têm controle. Fica claro, assim, que assumem uma postura de vítima.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1"> Todo esse comportamento encontra fundamento na crença, sempre presente em tal transtorno, de que o paciente não pode ficar sozinho, precisando do outro para sobreviver. Por isso, os comportamentos apresentados têm objetivo de garantir que sempre haja a aprovação dos outros, uma vez que qualquer sinal de rejeição é visto como algo muito maior do que realmente é.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1"> Tal crença é oriunda de necessidades desenvolvimentistas que não foram supridas, tais como validação e afeto. Portanto, o tratamento, muitas vezes, deve se concentrar em tais aspectos, para que, trabalhando a visão distorcida dos pacientes, possa-se desenvolver a sua capacidade de julgamento para que seja mais condizente à realidade, racionalizando a interação com o outro e ressignificando as experiências de rejeição.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1"> Através do tratamento, pode-se promover o bem-estar do paciente, para que ele atinja o nível de segurança emocional desejado, consiga tolerar a frustração, superar o temor de rejeição e a dependência da aprovação do outro, aumentando a sua autossuficiência. Além disso, o desenvolvimento de empatia e de habilidades de comunicação também são metas importantes no tratamento.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1"> Ainda que o transtorno traga consideráveis prejuízos na interação interpessoal, com o tratamento adequado, que valide os sentimentos do paciente e faça com que ele se sinta compreendido, pode-se fazer com que o paciente veja suas necessidades de outro modo, e consiga se relacionar de modo saudável e duradouro.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Referência consultada: </span></p>
<p class="p2"><span class="s1">BECK, AARON T. <b>Terapia cognitiva dos transtornos da personalidade</b>. Posto Alegre: Artmed, 2017.</span></p>
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		<title>Personalidade Anancástica (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/personalidade-anancastica-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 21:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Exigência]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade anancástica]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidade Obsessiva Compulsiva]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoa exigente]]></category>
		<category><![CDATA[TPCO]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Ana Carolina Brando , Psicóloga da Casule! Personalidade Anancástica Esse vídeo traz uma explicação sobre o que é o Transtorno de Personalidade Obsessiva Compulsiva (TPCO), além de algumas características e formas de tratamento. Assista ao vídeo para saber mais. Você também pode nos encontrar ↴ Facebook ☛ http://facebook.com/clinicacasule [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/UTuqqJCGwkc?list=lma2GYqog4Q" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; 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line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start"></span></iframe></p>
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<h1></h1>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Personalidade Anancástica</h1>
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		<item>
		<title>Transtorno de Personalidade Dependente</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-personalidade-dependente-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 13:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade dependente]]></category>
		<category><![CDATA[personalidades]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A personalidade começa a ser construída na infância e se define na adolescência, sendo o resultado do temperamento (características marcadas pela genética) e pelo caráter (formação que se dá pelas relações e contexto social da pessoa). Antes de entender o que é o transtorno de personalidade dependente, deve-se esclarecer o que são os transtornos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A personalidade começa a ser construída na infância e se define na adolescência, sendo o resultado do temperamento (características marcadas pela genética) e pelo caráter (formação que se dá pelas relações e contexto social da pessoa). Antes de entender o que é o transtorno de personalidade dependente, deve-se esclarecer o que são os transtornos de personalidade. Esses tratam-se de padrões de experiências internas e comportamentos rígidos e frequentes, que não geram desconforto ou estranhamento direto à pessoa, ou seja, são egossintônicos; porém interferem na qualidade de vida e nas relações interpessoais dela.</p>
<p>Esses transtornos começam na adolescência ou início da fase adulta e geram sofrimento, principalmente no âmbito social. O transtorno de personalidade dependente é um dos transtornos abordados pelo DSM 5, e tem como características marcantes submissão e apego pelo outro, resultantes de uma necessidade de ser cuidado.</p>
<p>Aqueles com transtornos de personalidade dependente apresentam dificuldade em tomadas de decisões (até mesmo as mais corriqueiras) e em assumir responsabilidades; por terem medo de perder o apoio dos outros, eles apresentam dificuldade em manifestar discordâncias. Sujeitam-se a muitas coisas desagradáveis para ganhar o carinho e cuidado do outro, não ficam sozinhos por muito tempo ao terminar um relacionamento e possuem preocupação irrealista sobre serem abandonados.</p>
<p>O fato dos transtornos de personalidade serem egossintônicos faz com que muitas vezes a pessoa não tome consciência de como o próprio comportamento a coloca e mantém em situações indesejadas. No caso do Transtorno de personalidade dependente, os relacionamentos podem ficar comprometidos pela alta frequência em que a pessoa demanda atenção e cuidado, ou mesmo predispor a pessoa a relacionamentos abusivos. Nesse último caso, perfis abusadores aproveitam do grau de dependência e submissão da pessoa para tirar vantagens.</p>
<p>O sintomas do transtorno de personalidade dependente podem se confundir com outras condições psicológicas, como por exemplo um contexto específico de desamparo, a perda recente de um ente querido, aspectos relacionados ao humor, ou podem ainda significar apenas um traço do transtorno. Nestes casos, não é possível classificá-los como transtorno de personalidade dependente, o qual se dá pelo grau de rigidez, má adaptação e persistência dos sinais relatados. Porém, só um profissional da área pode diagnosticar precisamente esses sintomas.</p>
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		<title>Transtorno de Personalidade Narcisista</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/transtorno-de-personalidade-narcisista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2017 15:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[egocentrico]]></category>
		<category><![CDATA[exagero]]></category>
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		<category><![CDATA[Transtorno de Personalidade Narcisista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É um padrão difuso de grandiosidade (em fantasia ou comportamento) que aparece no início da vida adulta e se manifesta através de uma necessidade exacerbada de admiração e falta de empatia com os outros. É uma condição na qual as pessoas têm uma noção excessiva de sua própria importância, com preocupação extrema consigo mesmas. Quem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É um padrão difuso de grandiosidade (em fantasia ou comportamento) que aparece no início da vida adulta e se manifesta através de uma necessidade exacerbada de admiração e falta de empatia com os outros. É uma condição na qual as pessoas têm uma noção excessiva de sua própria importância, com preocupação extrema consigo mesmas.</p>
<p>Quem sofre desse transtorno tende a se preocupar exageradamente com a maneira com que os outros o enxergam e com aspectos que possam interferir de alguma forma, na percepção de sua imagem, como poder, prestígio e vaidade. Por acreditar que não é suficientemente reconhecido pela maioria das pessoas, o narcisista tenta obsessivamente demonstrar ou tornar claro aos outros aquilo que acredita ser o seu real valor.</p>
<p>A essência desse transtorno é que a pessoa está absolutamente convicta de que é superior aos outros e se compara metodicamente com todos ao seu redor julgando que ninguém está acima dela, ou ao lado dela, mas sim abaixo.</p>
<p>A pessoa que sofre de Transtorno de Personalidade Narcisista demonstra ter uma forte autoestima, mas na verdade, importantes nomes como Aaron Beck defendem que o narcisismo é um mecanismo compensatório frente a uma fragilidade interna em que por se sentir incapaz de ser superior, o indivíduo ativa crenças de inferioridade, insignificância ou impotência, desenvolvendo estratégias de autoproteção e de autodefesa para equilibrar.</p>
<p>Os narcisistas costumam apresentar características como superioridade, vaidade, autossuficiência, autoritarismo, exibicionismo, pretensão de privilégios e exploração dos outros. Além disso também exageram talentos e conquistas por se sentirem muito grandiosos e importantes; esperam ser reconhecidos como superiores; acreditam ser únicos e muito especiais; exigem admiração excessiva; acreditam que os outros o invejam; expressam sentimento de “estar no sue direito” e criam expectativas irracionais de como merecem ser tratados; costumam não ter empatia, não identificando ou reconhecendo os sentimentos e emoções nos outros.</p>
<p>A característica essencial é um padrão de grandiosidade e necessidade de admiração. Os indivíduos com este transtorno frequentemente superestimam suas capacidades e exageram suas realizações, comumente parecendo prepotentes ou arrogantes. A baixa autoestima, quase que invariavelmente presente, assume a forma de necessidade de constante atenção e admiração.</p>
<p>Por sua vez, a expectativa irracional de receber um tratamento especial ou obediência automática às suas demandas, juntamente com uma falta de sensibilidade aos desejos e necessidades alheias, pode resultar na exploração involuntária sobre outras pessoas. Os indivíduos com este transtorno em geral necessitam de empatia. As relações interpessoais comumente são comprometidas pelos problemas relativos ao desrespeito e a falta de sensibilidade com os outros. Quando reconhecem as necessidades ou sentimentos alheios, tendem a vê-los como sinais de fraqueza ou vulnerabilidade, o que torna os torna muito sensíveis a críticas.</p>
<h3><strong>Tratamento</strong></h3>
<p><strong> </strong>Ainda não existem as causas exatas que levam ao desenvolvimento do Transtorno de Personalidade Narcisista, mas a psicoterapia pode auxiliar na redução dos sintomas e controle do transtorno.</p>
<p>Justamente pelo narcisista se achar superior, dificilmente reconhece que tem um problema ou procure alguma forma de tratamento. Quanto isso acontece, seu foco costuma ser em função dos outros, ou seja: ele usa a terapia como um local para dizer o quanto não está recebendo de todos tudo o que merece.</p>
<p>Como em qualquer transtorno de personalidade, o tratamento do narcisismo é difícil. O nível de consciência que a pessoa tem sobre seu quadro, a auto observação e o questionamento de seus próprios padrões de pensamento e comportamento são fatores que podem favorecer uma melhor administração do quadro.</p>
<p>Os traços de personalidade podem ser difíceis de mudança. O objetivo em curto prazo da psicoterapia para o transtorno de personalidade narcisista é abordar questões como a depressão, baixa autoestima ou vergonha. Em longo prazo o objetivo é rever e modificar seus padrões de pensamento que distorcem a sua autoimagem e criar uma visão mais realista de si mesmo, sem tanto sofrimento.</p>
<p>A psicoterapia também pode ajudar o paciente a se relacionar melhor com os outros para que seus relacionamentos sejam mais íntimos e saudáveis. Pode ajudar a entender as causas das emoções e o que o leva a competir, desconfiar de outros, e talvez desprezar a si mesmo e aos outros.</p>
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		<title>Surto Psicótico.</title>
		<link>https://casule.com/blog/surto-psicotico-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 19:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[esquizofrenia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas pessoas podem passam por um surto psicótico (ou surto psicológico)  único na vida e nunca mais voltam a passar por isso. Outras pessoas podem passar algumas vezes por surtos. Para entender como surge e o que fazer diante de um surto psicótico: Como é o surto psicótico Repentinamente, e sem aviso, a pessoa passa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas podem passam por um surto psicótico (ou surto psicológico)  único na vida e nunca mais voltam a passar por isso. Outras pessoas podem passar algumas vezes por surtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender como surge e o que fazer diante de um surto psicótico:</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como é o surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">Repentinamente, e sem aviso, a pessoa passa a ter perda da noção de realidade e pode apresentar:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Delírios ou alucinações ou seja passar a ver ou ouvir coisas que não estão acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Falar de forma desorganizada, rápido demais ou fala coisas muito incoerentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Se comportar de forma incoerente ou fica catatônica (paralisada e sem qualquer reação).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Tumulto emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Oscilação de humor deprimido para euforia, e vice versa,  muito acentuada.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Desorientação temporal</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Confusão mental.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Etc</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Dizer que a pessoa “surtou” quando reagiu de forma intensa pode não ser correto quanto ao termo mas se refere à percepção de que reações desproporcionais são sinais de que a pessoa pode não estar bem psicologicamente. Esta explicação pode ajudar as pessoas que consideram surto psicótico quando alguém teve um comportamento agressivo repentino em resposta a um dessagrado, por exemplo alguém que foi cobrada indevidamente no restaurante e agiu impulsivamente gritando ou batendo na mesa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Porque as pessoas tem surtos psicóticos</h2>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos é possível que se trate da doença chamada Esquizofrenia, em outros casos é possível que a pessoa tenha feito uso de substancias psicoativas, por efeito colateral de medicamento, pode surgir em decorrência de alguma condição médica geral como por exemplo um hematoma subdural, pode surgir em decorrência de eventos extremamente estressantes ou um único evento muito estressante como por exemplo a morte de uma pessoa muito importante e querida, a perda do emprego quando a situação geral for muito delicada e esta perda acarretaria muitas outras perdas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Consequências do surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa pode ter consequências mesmo que o tempo do surto tenha sido pequeno pois nestas condições ele não poderá tomar decisões importantes e poderá não se alimentar ou cuidar de sua própria higiene. Há risco de suicídio neste momento principalmente em pessoas mais jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quem pode ter um surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">Qualquer pessoa está arriscada a passar por isso, mas as pessoas que sofrem estresse intenso e continuo, portadores de transtorno bipolar, as pessoas com transtornos de personalidade &#8211; Paranóide, Histriônica, Narcisista, Esquizotípica ou Borderline – podem ter maior risco. Ocorre com maior frequência entre os 20 e 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Ouvir vozes em cerimônias religiosas é considerado surto psicótico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Geralmente estas vozes não persistem e não consideradas anormais pelos membros de sua comunidade religiosa, sendo algumas vezes até considerado desejável pelo grupo religioso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como é o tratamento da pessoa com surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">O profissional que atender esta pessoa poderá analisar a história de vida desta pessoas e identificar a possibilidade de esquizofrenia na família, eventos estressores que possam ter causado o surto ou fragilidades emocionais próprias deste paciente. Caso o psicólogo percebe a necessidade de encaminhar a um médico ele o fará prontamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Passado o surto, o psicólogo poderá trabalhar com o intuito de fortalecer  esta pessoa caso o fator motivador tenha sido eventos estressantes. Poderá ensinar assertividade se perceber que ele não sabe dizer “não” na hora certa. Poderá trabalhar seus pensamentos disfuncionais para tratar a ansiedade, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/surto-psicotico.html</p>
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		<title>Qual é a diferença entre TOC e Transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva?</title>
		<link>https://casule.com/blog/qual-e-a-diferenca-entre-toc-e-transtorno-da-personalidade-obsessivo-compulsiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 16:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[manias]]></category>
		<category><![CDATA[obsessões]]></category>
		<category><![CDATA[rituais]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade obsessivo compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é a diferença existente entre o TOC e o Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsivo? Vamos ver os critérios para um e para outro, segundo o DSM-5, a fim de entendermos melhor: TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO– 300.3 (F42) A) Presença de obsessões, compulsões ou ambas: Obsessões são definidas por (1) e (2): 1) Pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é a diferença existente entre o TOC e o Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsivo? Vamos ver os critérios para um e para outro, segundo o DSM-5, a fim de entendermos melhor:</p>
<p>TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO– 300.3 (F42)</p>
<p>A) Presença de obsessões, compulsões ou ambas:</p>
<p>Obsessões são definidas por (1) e (2):</p>
<p>1) Pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que, em algum momento, durante a perturbação, são experimentados como intrusivos e indesejados e que, na maioria dos indivíduos, causam acentuada ansiedade ou sofrimento.</p>
<p>2) O indivíduo tenta ignorar ou suprimir tais pensamentos, impulsos ou imagens ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação.</p>
<p>As compulsões são definidas por (1) e (2)</p>
<p>1) Comportamentos repetitivos (p. ex, lavas as mãos, organizar, verificar) ou atos mentais (p. ex, orar, contar ou repetir palavras em silêncio) que o indivíduo se sente compelido a executar em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras que devem ser rigidamente aplicadas.</p>
<p>2) Os comportamentos ou os atos mentais visam previnir ou reduzir a ansiedade ou o sofrimento ou evitar algum evento ou situação temida; entretanto, esses comportamentos ou atos mentais não tem uma conexão realista com o que visam neutralizar ou evitar ou são claramente excessivos.</p>
<p>Critério B:</p>
<p>As obsessões ou compulsões tomam tempo (p. ex. tomam mais de uma hora por dia) ou causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional, ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p>
<p>Critério C:</p>
<p>Os sintomas obsessivo-compulsivos não se devem ao efeito de uma substância (p. ex. droga de abuso, medicamento) ou outra condição médica</p>
<p>Critério D:</p>
<p>A perturbação não é mais bem explicada pelos sintomas de outro transtorno mental.</p>
<p>Especificar se:</p>
<p>Com insight bom ou razoável</p>
<p>Com insight pobre</p>
<p>Com insight ausente / crenças delirantes</p>
<p>Diagnóstico diferencial com relação ao Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva:<br />
“Embora o transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva e o TOC tenham nomes semelhantes, suas manifestações clínicas são bem diferentes. O transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva não é caracterizado por pensamentos intrusivos, imagens ou impulsos ou por comportamentos repetitivos que são executados em resposta e essas intrusões; em vez disso, ele envolve um padrão mal-adaptativo duradouro e disseminado de perfeccionismo excessivo e controle rígido. Se um indivíduo manifesta sintomas de TOC e transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva, ambos os diagnósticos podem ser dados” (DSM-5, p. 241-242).</p>
<p>TRANSTORNO DA PERSONALIDADE OBSESSIVO-COMPULSIVA – 301.4 (F60.5)</p>
<p>Um padrão difuso de preocupação com ordem, perfeccionismo e controle mental e interpessoal à custa de flexibilidade, abertura e eficiência que surge no início da vida adulta e está presente em vários contatos, conforme indicado por quatro (ou mais) dos seguintes:</p>
<p>1) É tão preocupado com detalhes, regras, listas, ordem, organização ou horários a ponto de o objetivo principal da atividade ser perdido.</p>
<p>2) Demonstra perfeccionismo que interfere na conclusão de tarefas (p. ex, não consegue completar um projeto porque seus padrões próprios demasiadamente rígidos não são atingidos).</p>
<p>3) É excessivamente dedicado ao trabalho e à produtividade em detrimento de atividades de lazer e amizades (não explicado por uma óbvia necessidade financeira).</p>
<p>4) É excessivamente consciencioso, escrupuloso e inflexível quanto a assuntos de moralidade, ética ou valores (não explicado por identificação cultural ou religiosa).</p>
<p>5) É incapaz de descartar objetos usados ou sem valor mesmo quando não têm valor sentimental.</p>
<p>6) Reluta em delegar tarefas ou trabalhar com outras pessoas a menos que elas se submetam à sua forma exata de fazer as coisas.</p>
<p>7) Adota um estilo miserável de gastos em relação a si e a outros; o dinheiro é visto como algo a ser acumulado para futuras catástrofes.</p>
<p>8) Exibe rigidez e teimosia (DSM-5, p. 678-679).</p>
<p>Diagnóstico diferencial com relação ao TOC:</p>
<p>Apesar dos nomes semelhantes, o transtorno obsessivo-compulsivo costuma ser distinguido do transtorno da personalidade obsessivo-compulsivo pela presença, no primeiro, de obsessões e compulsões verdadeiras. Quando atendidos os critérios para os dois, ambos devem ser registrados (DSM-5, p. 681).</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>A principal definição para o TOC é a presença de obsessões e compulsões:</p>
<p>Obsessões: pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que são vivenciados como intrusivos e indesejados.</p>
<p>Compulsões: são comportamentos repetitivos ou atos mentais que um indivíduo se sente compelido a executar em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras que devem ser aplicadas rigidamente.</p>
<p>Ainda que tenham nomes praticamente idênticos, a diferença essencial entre o TOC e o Transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsivo é a presença ou ausência dessas obsessões e compulsões (e a reação da pessoa à tais obsessões e compulsões). De modo que na personalidade obsessiva o principal é a presença da preocupação com ordem, perfeccionismo e controle mental.</p>
<p>Fonte: http://www.psicologiamsn.com/2015/05/diferenca-entre-toc-e-transtorno-da-personalidade-obsessivo-compulsiva.html</p>
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		<title>Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva ou anancástico: o que é e como tratar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-personalidade-obsessivo-compulsiva-ou-anancastico-o-que-e-e-como-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2015 22:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade anancástica]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade obsessivo-compulsiva]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtorno de personalidade Com sabemos, um transtorno da personalidade é caracterizado por padrões recorrentes de características extremadas na maneira de pensar, de perceber e comportar-se frente as situações mais diversas do cotidiano e que afetam diretamente a vida de uma pessoa consigo mesma, na suas relações com o mundo e com outrem, principalmente na vida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2546" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault.jpg" alt="maxresdefault" width="600" height="338" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-300x169.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-768x432.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-610x343.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-480x270.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtorno de personalidade</h2>
<p style="text-align: justify;">Com sabemos, um transtorno da personalidade é caracterizado por padrões recorrentes de características extremadas na maneira de pensar, de perceber e comportar-se frente as situações mais diversas do cotidiano e que afetam diretamente a vida de uma pessoa consigo mesma, na suas relações com o mundo e com outrem, principalmente na vida familiar e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">São aproximadamente dez transtornos da personalidade , e estes são agrupados em três grupos, os quais englobam transtornos com características deveras semelhantes. Este trabalho visa abordar o transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva, ou anancástico, que se enquadra no terceiro grupo dos transtornos (ou grupo C), juntamente com os transtornos da personalidade esquiva e dependente, que tem por características fundamentais traços decorrentes de um quadro de ansiedade ou o amedrontamento, e que se manifesta no início da idade adulta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O transtorno da personalidade anancástica</h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno da personalidade anancástica é marcado por um padrão generalizado e exarcebado de perfeccionismo e inflexibilidade, ou seja, as pessoas que sofrem com este transtorno preocupam-se em demasia com a observância das normas, regras, com a organização de suas coisas e da sua rotina, mostrando-se altamente detalhista. É mais frequente em homens, podendo ter sido desencadeada na infância e por fatores ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico do transtorno da Personalidade Obsessivo-Compulsiva segundo o DSM-IV deve englobar ao menos quatro das seguintes características quando muito frequentes:<br />
(1) preocupação tão extensa com detalhes, regras, listas, ordem, organização ou horários, que o alvo principal da atividade é perdido</p>
<p style="text-align: justify;">(2) perfeccionismo que interfere na conclusão de tarefas (p. ex., é incapaz de completar um projeto porque não consegue atingir seus próprios padrões demasiadamente rígidos)</p>
<p style="text-align: justify;">(3) devotamento excessivo ao trabalho e à produtividade, em detrimento de atividades de lazer e amizades (não explicado por uma óbvia necessidade econômica)</p>
<p style="text-align: justify;">(4) excessiva conscienciosidade, escrúpulos e inflexibilidade em questões de moralidade, ética ou valores (não explicados por identificação cultural ou religiosa)</p>
<p style="text-align: justify;">(5) incapacidade de desfazer-se de objetos usados ou inúteis, mesmo quando não têm valor sentimental</p>
<p>(6) relutância em delegar tarefas ou trabalhar em conjunto com outras pessoas, a menos que estas se submetam a seu modo exato de fazer as coisas</p>
<p style="text-align: justify;">(7) adoção de um estilo miserável quanto à gastos pessoais e com outras pessoas; o dinheiro é visto como algo que deve ser reservado para catástrofes futuras</p>
<p style="text-align: justify;">(8) rigidez e teimosia. (apud BARLOW; DURAND, p. 538, 2010)</p>
<p style="text-align: justify;">Estes traços nos revelam que a pessoa anancástica não se contenta em manter-se sob a tutela das normas e regras que eles próprios se impõem, e tentam que os demais que o circundam ou que com ele convivem também sigam fiel e devotamente ao seu esquematismo metódico (precisão). A possível violação destas leis e regras gera uma ansiedade muito grande nos anancásticos, provocado insegurança e desorientação. Esta preocupação exagerada com os detalhes, as regras, a organização e esquemas (listas de planejamento), bem como a preocupação com que as coisas saiam perfeitas e muito bem planejadas acabam por comprometer substancialmente a execução dessas mesmas coisas, uma vez que sempre denotarão certa indecisão nos atos realizados, e, por conseguinte, sempre pensarão que se podia fazer melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente essas pessoas são escravizadas pelo simétrico, pela limpeza e pela ordem das coisas, desde a arrumação de seus pertences pessoais, como guarda-roupas, gavetas, mesas, até a organização extremamente cuidadosa de coisas relacionadas à ocupação e profissão. As pessoas portadoras do transtorno anancástico da personalidade sofrem com tudo que contraria suas próprias regras, determinações e manias, por isso são exigentes e inflexíveis consigo próprias e com os que lhes são mais próximo. (BALLONE , 2009).</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, inflexibilidade, rigidez e teimosia também se tornam traços frequentes dessa personalidade. Aliado a isto, percebe-se uma perda de tempo considerável em atividades relativamente de rápida execução, uma vez que as pessoas obsessivo-compulsivas perderem muito tempo alinhando coisas, papéis, livros, roupas, contando e recontando, ou seja, executam atos repetitivos para uma auto-certificação de que não estão fazendo nada errado ou de maneira equivocada (cautela excessiva). Soma-se as características supracitadas, as dificuldades que os obsessivo-compulsivos têm para expressar sentimentos de ternura, compaixão e compreensão em relação ao outros. Essa dificuldade em manifestar e compreender afetos e sentimentos sublimes dá-nos a impressão de falta de generosidade, de compaixão e de tolerância, porém, o que podemos afirmar é que todas essas características mencionadas causam um sofrimento muito grande nos anancásticos, uma vez que os tornam reféns de si mesmos. Até mesmo em situações de lazer e recreação, nota-se uma meticulosidade tão alta que os anancásticos acabam por não aproveitar estes momentos de descontração, haja vista que a mínima infração no planejamento de um passeio é motivo para arruinar o mesmo. Aliado e isto, os que sofrem do transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva tem necessidade de produção (sentir-se útil e produtivos) até nestes raros espaços de lazer, podendo até excluir o prazer, em detrimento de seus esquemas idealizados. É comum que estas pessoas se sintam felizes apenas quando estão produzindo e, de fato, elas acabam descobrindo alguma coisa“produtiva” mesmo quando estão passando férias na praia.</p>
<p style="text-align: justify;">Com efeito, os anancásticos podem ser excessivamente controladores em suas relações, principalmente na família; comumente são grandes poupadores, fazendo contas sobre a economia pessoal ou familiar constantemente. Um outro traço muito característico deste tipo de personalidade consiste em ajuntar coisas sem muita utilidade, mas sempre muito bem armazenados e organizados, bem como estocar alimentos em excesso. Quanto ao tratamento da pessoa que sofre com o transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva sabe-se que o melhor caminho até o momento presente está na terapia. Esta, segundo Barlow e Durand: combate os receios que parecem estar na base pela necessidade pela ordem. Esses indivíduos temem que tudo o que fazem é inadequado, portanto protelam excessivamente a respeito de temas importantes e pormenores insignificantes. Os terapeutas ajudam a pessoa a relaxar ou a usar técnicas de distração para redirecionar os pensamentos compulsivos. ( p. 537, 2010).</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental ajuda os pacientes a mudar hábitos e amenizar os efeitos do perfeccionismo, levando-o a perceber os danos causados a si mesmo e aos outros mediante seu comportamento. Há também a possibilidade de uso de medicamentos; mesmo assim não se possui muitas informações quanto à eficácia de algum tratamento de pessoas com esse transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">BALLONE GJ; MENEGUETTE JP -Transtornos da Personalidade. PsiqWeb. Disponível em &lt;www.psiqweb.med.br &gt; . Revisto em 2009. Acesso em 21 out. 2013. BARLOW, David H.; DURAND, V. Mark.Transtornos da Personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Psicopatologia: uma abordagem integrada. Tradução Roberto Galman. São Paulo: Congaje Learning, 2010.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> http://www.academia.edu/5074643/Considera%C3%A7%C3%B5es_acerca_do_Transtorno_da_Personalidade_Obsessivo-compulsiva_ou_ananc%C3%A1stico</p>
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