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	<title>Causas - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>Causas - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>5 sinais clássicos que você se cobra demais</title>
		<link>https://casule.com/blog/5-sinais-classicos-que-voce-se-cobra-demais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Hauck]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 14:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autocobrança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar com a sensação incômoda de autocobrança excessiva? Como lidar com aquela voz que fica na nossa cabeça falando “você deveria ter feito isso”, “eu deveria dar conta… “você não podia ter feito aquilo”, “você podia ter feito diferente”, “porque eu sou assim?”, dentre outras tantas frases de cobrança que nós mesmos fazemos conosco.</p>
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Porém, como o próprio nome já diz, a autocobrança é uma pressão interna, uma “voz” interna que é extremamente exigente com você e que não minimiza a cobrança apesar de qualquer situação.<br><br>A autocobrança excessiva não quer saber se você está tendo um dia ruim, ela não quer saber se você teve algum conflito familiar, no trabalho que possa justificar qualquer atitude que você esteja tendo, como, por exemplo, uma procrastinação, uma dificuldade em entregar um trabalho para o seu chefe, ou uma dificuldade de realizar uma prova. A autocobrança ela te cobra apesar de qualquer circunstância.<br>Além disso, a autocobrança excessiva não valoriza suas conquistas, ela não dá a real importância para aquela meta alcançada, porque ela te faz pensar “não fiz menos do que a minha obrigação”, ou “eu alcancei a minha meta, mas poderia ter feito mais”, para a sua autocobrança não importa todo o esforço que você dedicou para aquele objetivo alcançado.<br><br>E a pergunta que eu te faço: é justo? É justo com você mesmo se cobrar tanto? Já foi provado cientificamente que quando uma pessoa está triste, com raiva, se sentindo mal ela tem uma maior dificuldade em desempenhar tarefas que envolva criatividade e até mesmo inteligência. Nosso humor afeta diretamente na nossa cognição, por esse motivo a autocobrança pode nos afastar ainda mais do nosso objetivo final, gerando mais ansiedade e nos atrapalhando a desempenhar nossas tarefas.<br><br>A autocobrança faz parte das nossas vidas, se cobrar em certo ponto é importante para conseguirmos atingir nossas metas, porém quando essa cobrança passa a ser muito recorrente e pouco justo, começa então a surgir a autocobrança excessiva.<br>Você pode se perguntar: de onde vem essa autocobrança excessiva? Porque eu faço isso comigo mesmo? Bom, nós temos formas e padrões de enxergar nós mesmos, os outros, o mundo e o futuro, desenvolvidas desde a nossa infância.<br><br>Geralmente esses padrões são regras rígidas e extremas de como as coisas devem ou deveriam ser e provavelmente esses padrões são tão inatingíveis que você pode acabar se frustrando, se sentindo mal por não alcançar o que você se propôs, e a autocobrança excessiva aparece bem forte. Conseguem perceber que é um ciclo? Você coloca padrões altos para alcançar, você não alcança por serem muito altos e muito rígidos e ai vem a frustração, a culpa, a vergonha e logo depois a autocobrança novamente.<br><br>O QUE ACONTECE SE NÃO TIVER UMA AÇÃO PREVENTIVA<br>Se as suas regras e padrões estão muito altos, elas precisam ser remodeladas, elas precisam ser adequadas para a sua realidade. Esses pensamentos rígidos que nós temos, precisam ser avaliados, pois, eles trazem prejuízos para a sua saúde mental.<br>A autocobrança excessiva pode te desmotivar ao invés de te impulsionar para o alcance de suas metas, pois você pode se ver cada vez mais insatisfeita e desmotivada, e às vezes, até mesmo paralisada diante daquela situação. Isso ocorre porque estar sempre esperando o máximo de si mesma, ter padrões tão altos de cobrança faz com que nada que você conquiste seja realmente bom ou valorizado por você.<br>Pensa comigo: não é fácil você se cobrar tanto, se colocar em situações muitas vezes limites para alcançar os seus objetivos e metas e na hora que chega lá, você não se dá o devido valor, não é mesmo? Isso pode, facilmente te desanimar de realizar suas atividades e até mesmo de se envolver em novos projetos.<br><br>Para termos uma vida mais leve precisamos aceitar que não somos perfeitos e que não podemos ter padrões tão exigentes, aceitar que podemos falhar é fundamental. Para te auxiliar a mudança de pensamento vou fazer cinco perguntas que podem te ajudar a pensar de uma forma diferente e a questionar seus padrões.<br><br>1. Essas regras te ajudam ou te atrapalham?<br>2. Os custos são maiores ou menos que os benefícios?<br>3. Eu coloco esses mesmos padrões a outras pessoas ou só a mim? E, por que só para mim?<br>4. Será que eu não deveria rever as regras que não se adéquam mais a minha realidade?<br>5. Quais são as evidências dessa regra que mostra que é assim que eu devo agir?<br><br>Diante dessas perguntas e das suas respostas, busque ter pensamentos alternados, ao invés de pensar “eu deveria…”, “as coisas devem ser assim…”, tente pensar “eu gostaria que fosse…”, “eu desejaria que…”, isso ajuda a aumentar a sua flexibilidade diante das situações e de seus padrões exigentes.<br>E, aí? Você se identificou com esse texto? Acredita que tenha padrões e regras pessoais muito altas? Caso tenha se identificado, procure ajuda profissional de um psicólogo, ter essa cobrança interna muito forte pode gerar grandes prejuízos para sua saúde mental.</figcaption></figure>



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		<title>Você sabe de fato o que é depressão? </title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-sabe-de-fato-o-que-e-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 14:21:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheças algumas causas e sintomas da depressão</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2022/03/A-importancia-da-participacao-dos-pais-no-processo-terapeutico-das-criancas.mp3"></audio></figure>



<p>Algumas pessoas talvez ainda não saibam exatamente o que é depressão.</p>



<p>Por conta disso acabam confundindo – ou simplesmente acreditando – que a doença se iguala a outros aspectos da mente humana como tristeza, desânimo e mau humor.</p>



<p>Mas a realidade é que a depressão pode acometer até mesmo as crianças. Além disso, tem pontos essenciais que a distinguem e a tornam um assunto importante de ser abordado, ainda mais pelo fato de carregar o título de mal do século XXI.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é depressão?</strong></h2>



<p>A<a href="https://casule.com/blog/psicologia/como-ajudar-uma-pessoa-com-depressao/"> depressão</a> é um transtorno mental caracterizado pela presença de humor triste, vazio ou irritável, acompanhado de outras alterações que afetam significativamente a vida das pessoas. Essas lterações no<a href="https://casule.com/blog/como-melhorar-o-humor/"> humor</a>, cognitivas e somáticas interferem na capacidade do seu funcionamento.</p>



<p>Por se tratar de um transtorno mental, a depressão não tem uma causa específica, mas sim o resultado de diversos fatores como: genéticos, psicológicos, bioquímico, duração, intensidade, sintomas e sofrimento significativo, por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas?</strong></h2>



<p>Os principais deles se encontram resumidos logo abaixo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Irritabilidade excessiva;</li><li>Angústia;</li><li>Ansiedade;</li><li>Apatia;</li><li>Insônia ou aumento do sono;</li><li>Diminuição ou perda da libido;</li><li>Perda ou aumento do apetite,&nbsp;</li><li>Perda do prazer em atividades que eram prazerosas;</li><li>Sentimentos de desamparo;</li><li>Culpa;</li><li>Desesperança;</li><li>Desespero;</li><li>Ideação suicida;</li><li>Impotência;&nbsp;</li><li>Dores de cabeça;</li><li>Dores musculares;</li><li>Dificuldade de concentração;</li><li>Sensação de corpo cansado e fadiga.</li></ul>



<p>Muitos não é mesmo? Eles podem variar de acordo com cada pessoa e cada contexto social em que esta pessoa está vivendo.</p>



<p>É comum que em algum momento da vida as pessoas sintam-se tristes, desmotivadas, melancólicas, irritadas. E, esses sintomas geralmente são temporários, surgem diante de certas circunstâncias e desaparecem em alguns dias. Diferente da depressão, que possui um número mínimo de sintomas, gravidade e duração.</p>



<p>Mesmo em casos mais graves, a depressão tem tratamento. Ela pode ser identificada por um psicólogo, o qual irá realizar uma avaliação ou por um médico psiquiatra. Após a avaliação, o profissional irá traçar um plano de tratamento para identificar quais as formas de tratamento serão mais efetivas e eficazes para cada pessoa.</p>



<p>Por isso, esteja atento aos<a href="https://casule.com/blog/depressao-tem-cura/"> sintomas</a> e se necessário busque ajuda profissional. Assim como diversas doenças, alguns comportamentos podem auxiliar na prevenção da depressão, como praticar exercício físico, manter uma boa alimentação, ter boas noites de sono e uma boa rede de apoio. Isso inclui ter boas companhias, investir em atividades prazerosas e autoconhecimento.</p>
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		<title>TOD – Transtorno Opositivo Desafiador</title>
		<link>https://casule.com/blog/tod-transtorno-opositivo-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 11:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é um dos distúrbios mais comuns na infância. De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-5), o TOD é uma condição que afeta diretamente o aspecto comportamental onde a criança ou o adolescente apresenta um quadro de irritabilidade, padrões persistentes de comportamentos negativistas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é um dos distúrbios mais comuns na infância. De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-5), o TOD é uma condição que afeta diretamente o aspecto comportamental onde a criança ou o adolescente apresenta um quadro de irritabilidade, padrões persistentes de comportamentos negativistas, desobedientes e desafiadores.<br />
O TOD faz parte do grupo de transtornos chamados disruptivos, isso porque as crianças que os apresentam tendem a causar perturbação para aqueles ao seu redor, se colocando em conflito com normas sociais ou figuras de autoridade. Crianças e adolescentes com TOD são rebeldes, teimosos, se opõem a adultos e se recusam a obedecer. Frequentemente tem explosões de raiva e dificuldade para controlar suas emoções.<br />
Obviamente, qualquer criança ou adolescente, por mais comportada que seja, pode, ocasionalmente ser hostil ou se recusar a cooperar, no entanto, naqueles diagnosticados com TOD, esses comportamentos de raiva, oposição e agressão são constantes.<br />
Usualmente, elas tendem a ser ressentidas e facilmente se aborrecem com as outras pessoas, a quem culpam por seus próprios erros e dificuldades. Elas geralmente tem uma baixa tolerância à frustração e rapidamente perdem a paciência. Essas crianças costumam ser discriminadas, perdem oportunidades e desfazem círculos de amizades. Não raro, sofrem bullying e são retiradas de eventos sociais e de programação da escola por causa de seu comportamento difícil. Os pais evitam sair ou passear com elas e muitas vezes as deixam em casa ou com parentes.<br />
Indivíduos com TOD podem resistir a executar tarefas escolares que exijam autodeterminação porque recusam a se conformar às exigências dos outros. Tal comportamento deve ser diferenciado da aversão a escola ou as tarefas de alta exigência mental causadas pela dificuldade em manter um esforço mental prolongado, esquecimento de orientações e impulsividade como acontece com os alunos com dificuldade de aprendizagem.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Desobediência – frequentemente se opõe a regras;<br />
Desafia normas e recomendações de adultos;<br />
Ignora solicitações;<br />
Propositalmente irritam adultos e perturbam os outros;<br />
Culpam os outros pelos seus próprios erros;<br />
Apresentam ressentimento e surtos de raiva frequentes;<br />
Buscam por vingança;<br />
Hostilidade;<br />
Agressão verbal.</p>
<p>Esses comportamentos são considerados como parte do transtorno quando são constantes ao longo do tempo e quando são excessivos, se comparados aos de outras crianças. Pode ser limitado a um único ambiente ou se manifestar em diferentes espaços (casa, escola, casa de parentes e amigos, etc).<br />
Geralmente as primeiras características do transtorno aparecem durante a pré-escola, mas pode também, embora mais raramente, se manifestar durante a adolescência.</p>
<h2>Causas</h2>
<p>Não há uma causa específica para o TOD, porém a maioria dos especialistas considera que o TOD é consequência de uma combinação de predisposição neurobiológica e, principalmente, fatores de risco psicológicos e do ambiente social (relacionamento negativo com os pais, pais negligentes ou ausentes, comportamento agressivo dos pais, vivências de vulnerabilidades sociais, ambiente social desregrado, instabilidade familiar, abuso físico, social ou psicológico, dificuldade em construir relações sociais, vivência em comunidades com altos índices de criminalidade e/ou situações de miséria).<br />
É comum o TOD estar associado a outros transtornos como o TDAH, o que dificulta o manejo do comportamento da criança. Em crianças autistas é comum a ocorrência de comportamentos de oposição, no entanto, esses comportamentos nem sempre são manifestados propositadamente como ocorre nas crianças diagnosticadas com TOD. O mesmo ocorre com crianças com deficiência intelectual, onde comumente não há ação intencional de se vingar, perturbar ou hostilizar o outro. O diagnóstico de comorbidade nesses casos deve ser realizado com maior cautela.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Procurar tratamento para crianças e adolescentes com suspeita de TOD é muito importante. Quando não tratado, o TOD pode se desenvolver para outros transtornos de comportamento mais graves como transtorno de conduta ou de personalidade antissocial. Além disso, adolescentes com TOD têm risco aumentado para transtornos de ansiedade, uso de drogas e delinquência. Evidências sugerem que quanto mais cedo a intervenção, melhores são as chances do tratamento.<br />
O tratamento consiste de uma combinação de estratégias. Considerando que o desenvolvimento do transtorno está relacionado a fatores de risco sociais (sobretudo do ambiente familiar), além da terapia psicológica com a criança ou adolescente, deve-se incluir orientação e treino dos pais e terapia familiar.<br />
Segundo artigos publicados, há características comuns em mães de pacientes acometidos pelo TOD. Entre elas  há relato de sentimento de incompetência como mães e menos assertividade no manejo comportamental dos filhos.<br />
Em geral, estas mães costumam chegar muito fragilizadas ao consultório. Nestes casos, o próprio início do tratamento psicológico poderá ser delicado, pois a criança repetirá com o profissional a mesma conduta opositiva habitual. Uma vez constituído o vínculo terapêutico, a criança será desafiada a pensar sobre suas emoções e sobre como responde sobre elas.<br />
Além da intervenção em Psicologia, alguns pacientes também podem se beneficiar do uso de medicamentos, principalmente quando o TOD está associado a outros transtornos como ansiedade e depressão.<br />
Com o tratamento, crianças e adolescentes podem melhorar os sintomas do TOD. Com a terapia eles aprendem novas habilidades sociais e técnicas para controlar sua raiva, e desenvolvem recursos para lidar com situações de frustração. A intervenção também ajuda os pais a aprenderem as melhores estratégias para disciplinar os filhos. O tratamento também pode envolver orientações para profissionais da escola, como professores e orientadores educacionais.<br />
Devido a complexidade do plano de tratamento, que envolve mudanças estruturais no ambiente social, o tratamento pode durar alguns anos.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>https://www.psicoedu.com.br/2017/01/transtorno-oposicao-desafiante.html</p>
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		<item>
		<title>O que fazer quando os sintomas da ansiedade não desaparecem?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-quando-os-sintomas-da-ansiedade-nao-desaparecem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 14:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade Generalizada;]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode ser TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizada A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Pode ser TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizada</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um país exótico, uma cirurgia delicada, ou um revés econômico. Nesses casos, a ansiedade funciona como um sinal que prepara a pessoa para enfrentar o desafio e, mesmo que ele não seja superado, favorece sua adaptação às novas condições de vida.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM), é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por, no mínimo, seis meses. Nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes. Pessoas com sintomas de transtorno de ansiedade generalizada tendem sempre a esperar um desastre e estão sempre extremamente preocupadas com saúde, dinheiro, família, trabalho ou escola.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Cerca de 20 milhões de brasileiros sofrem de algum transtorno de ansiedade e no que se refere ao Transtorno de Ansiedade Generalizada, ele pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens (acredita-se que uma combinação de fatores, como mudanças hormonais e maior exposição ao estresse, possam agravar esse quadro) e ele pode estar associado a outros transtornos de ansiedade (como transtorno de pânico ou fobias), transtorno obsessivo-compulsivo, depressão maior ou problemas adicionais com uso indevido de drogas ou álcool.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Principais sintomas da Ansiedade Generalizada</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">O principal sintoma do Transtorno de Ansiedade Generalizada é a presença quase permanente de preocupação ou tensão, mesmo quando há poucos motivos ou quando não existe um motivo algum para isso. As preocupações parecem passar de um problema para outro, como questões familiares, amorosas, relacionadas ao trabalho, à saúde ou de várias outras origens.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Mesmo quando as pessoas com esse transtorno têm consciência de que suas preocupações ou medos são mais fortes do que o necessário, elas ainda têm dificuldade para controlar essas reações.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1"> O Transtorno de Ansiedade Generalizada afeta a forma como uma pessoa pensa, mas a ansiedade também pode levar a sintomas físicos. A ansiedade generalizada ocorre quando uma pessoa encontra dificuldade para controlar o medo, durante vários dias, por um período superior a seis meses. Além disso é preciso apresentar três ou mais sintomas da lista abaixo:</span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1"><span class="s3">Preocupações e medos excessivos</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Visão irreal de problemas</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Inquietação ou sensação de estar sempre “nervoso”</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Irritabilidade</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Tensão muscular</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Dores de cabeça</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Sudorese</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Dificuldade em manter a concentração</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Náuseas ou queimação no estômago</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Alteração nos hábitos intestinais</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Fadiga e sensação de cansaço constante</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Dificuldade para dormir ou manter-se acordado</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Surgimento de tremores e espasmos</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Ficar facilmente assustado</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Taquicardia</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Palpitações</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Aperto no peito</span></li>
<li class="li1"><span class="s3">Aumento da pressão arterial</span></li>
</ul>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Causas da Ansiedade Generalizada</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">A causa exata da Ansiedade Generalizada não é totalmente conhecida, mas uma série de fatores – incluindo genética, química do cérebro, abuso de substâncias e elementos estressores, como traumas na infância, doenças, grandes mudanças na vida, entre outros – podem contribuir para o seu desenvolvimento.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Tratamento</b></span></h2>
<p class="p3"><span class="s1"> O objetivo do tratamento é ajudar o paciente a agir normalmente na vida cotidiana, limitando suas preocupações. Uma combinação de medicamentos e terapia cognitivo-comportamental (TCC) funciona melhor que uma técnica ou outra isoladamente. É válido salientar que, geralmente, o tratamento farmacológico (antidepressivos e ansiolíticos) precisa ser mantido por seis a doze meses depois do desaparecimento dos sintomas e deve ser descontinuado em doses decrescentes, SEMPRE com acompanhamento médico.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Psicoterapia</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> É um dos processos extremamente recomendados para as pessoas que sofrem de transtornos de ansiedade. Durante a <a href="https://www.vittude.com/blog/psicoterapia/">psicoterapia</a> o indivíduo aprende a reconhecer e mudar os padrões de pensamento e comportamentos que levam a sentimentos ansiosos. A terapia ajuda a limitar o pensamento distorcido e analisar as preocupações de forma mais realista.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Além disso, técnicas de relaxamento, respiração profunda, meditação e ioga, podem ajudar a controlar a tensão muscular que acompanha freqüentemente o TAG.<span class="Apple-converted-space">  </span> </span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>É possível prevenir a ansiedade generalizada?</b></span></h2>
<p class="p3"><span class="s1"> Não existe uma receita ou fórmula mágica para prevenir a ansiedade generalizada, mas é possível ter uma vida mais saudável que ajudará a manter a ansiedade longe do dia a dia. Exercícios físicos, alimentação regrada e descanso suficiente são pontos que ajudam a manter esse distúrbio distante da rotina.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Fontes:</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais –  DSM 5</span></p>
<p class="p3"><span class="s2">http://www.minhavida.com.br/saude/temas/transtorno-de-ansiedade-generalizada<br />
</span><span style="font-size: inherit;">https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/tag-transtorno-da-ansiedade-generalizada/</span></p>
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		<title>Amor demais ou ciúme patológico?</title>
		<link>https://casule.com/blog/amor-demais-ou-ciume-patologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 14:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme Normal]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme Patológico]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciúme é uma emoção humana extremamente comum, senão universal, podendo ser difícil a distinção entre ciúme normal e patológico. Em questões de ciúme, a linha divisória entre imaginação, fantasia, crença e certeza freqüentemente se torna vaga e imprecisa. No ciúme as dúvidas podem se transformar em idéias supervalorizadas ou exclusivamente delirantes. Ciúme seria um conjunto de emoções [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciúme é uma emoção humana extremamente comum, senão universal, podendo ser difícil a distinção entre ciúme normal e patológico. Em questões de ciúme, a linha divisória entre imaginação, fantasia, crença e certeza freqüentemente se torna vaga e imprecisa. No ciúme as dúvidas podem se transformar em idéias supervalorizadas ou exclusivamente delirantes.</p>
<p>Ciúme seria um conjunto de emoções desencadeadas por sentimentos de alguma ameaça à estabilidade ou qualidade de um relacionamento íntimo valorizado. O ciúme pode ocorrer também onde se existe uma relação afetiva intensa, como, por exemplo, entre pais e filhos, irmãos, amigos etc, e não somente na relação entre um homem e uma mulher. As definições de ciúme são muitas, tendo em comum três elementos:</p>
<ol>
<li>ser uma reação frente a uma ameaça percebida;</li>
<li>haver um rival real ou imaginário e;</li>
<li>a reação visa eliminar os riscos da perda do objeto</li>
</ol>
<p>Mesmo em tempos modernos, atribui-se um papel positivo a alguma manifestação de ciúme, considerando-o um sinal de amor e cuidado. No entanto, o conceito de ciúme patológico compreende vários sentimentos perturbadores, desproporcionais e absurdos, os quais determinam comportamentos inaceitáveis ou bizarros. Esses sentimentos envolveriam um medo desproporcional de perder o parceiro(a) para um(a) rival, desconfiança excessiva e infundada, gerando significativo prejuízo no relacionamento interpessoal. No ciúme patológico, a perda do ser amado não diz respeito à perda pela morte, como ocorre num relacionamento normal, mas o temor maior, o sofrimento mais assustador é a perda para outro(a).</p>
<p>Enquanto o ciúme normal seria transitório, específico e baseado em fatos reais, o ciúme patológico seria uma preocupação infundada, absurda e fora do contexto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Causas do ciúme patológico</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pesquisadores sobre o tema tem dificuldades em encontrar a real causa do ciúme patológico, porém alguns fatores que pioram o ciúme doentio são:</p>
<ul>
<li>Traumas na infância (como, por exemplo, problemas de relacionamento entre os pais, e rejeição dos pais com a criança);</li>
<li>Modelo aprendido com os pais (comportamento de pais ciumentos, excesso de zelo e cuidados, preocupação e controle excessivo sobre os filhos, etc);</li>
<li>Predisposição emocional a sentimentos de inferioridade e insegurança;</li>
<li>Experiências anteriores de traição, separação, divórcio, etc;</li>
<li>Estresse excessivo, perdas, frustrações e mudanças ocorridas durante a vida;</li>
<li>Parceiro (a) que possui comportamentos provocativos (ou seja, fica provocando a pessoa para “testar” seu grau de ciúme e o quanto ela se importa com o relacionamento);</li>
<li>Problemas com álcool e outras drogas;</li>
<li>Depressão, Transtorno de <strong><a href="https://biosom.com.br/blog/saude/ansiedade/">Ansiedade</a></strong>, Transtorno Obssessivo-Compulsivo, Psicopatias e Psicoses (como <strong><a href="https://biosom.com.br/blog/saude/esquizofrenia/">esquizofrenia</a></strong>, por exemplo).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos ciumentos patológicos não apresentam outros <strong><a href="https://biosom.com.br/blog/saude/12-principais-tipos-de-transtornos-mentais/">transtornos mentais</a></strong> ou problemas com drogas, mas mesmo assim possuem a doença afetiva.</p>
<h2></h2>
<h2><strong>Sintomas</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Ansiedade e angústia;</li>
<li>Sensibilidade extrema;</li>
<li>Sentimento de inferioridade, insegurança, baixa auto-estima, humilhação e vergonha;</li>
<li>Aumento do desejo sexual;</li>
<li>Raiva excessiva, culpa e remorso;</li>
<li>Medo de perder o parceiro;</li>
<li>Grande preocupação com os relacionamentos anteriores e amizades do parceiro;</li>
<li>Pensamentos repetitivos e imagens infundáveis sobre os relacionamentos passados do parceiro;</li>
<li>Busca constante de evidências, desconfiança excessiva, desejo de vingança e rejeição com o parceiro;</li>
<li>Sentimento de possessividade e desejo de controle sobre os sentimentos e ações do outro;</li>
<li>Abandono de seu próprio desenvolvimento pessoal para viver literalmente a vida do outro;</li>
<li>Ações inaceitáveis, como: seguir o outro; controlar as ações da outra pessoa; revirar roupas, bolsas, carteiras; checar emails, ligações, mensagens e redes sociais do parceiro buscando por indícios de traição; implicar com roupas, decotes, penteados, maquiagens e perfumes; discutir por horas o amor que pensa não ser correspondido; observar constantemente para onde e para quem o parceiro está olhando; interrogar sobre o passado muitas vezes para pegar contradições; contratar detetives; ameaçar, agredir e às vezes até matar (“se não vai ficar comigo, não vai ficar com mais ninguém”).</li>
</ul>
<h2><strong> </strong></h2>
<h2><strong>Tratamento</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante do grande sofrimento causado, o tratamento para ciúme patológico geralmente é realizado por psicólogos e psiquiatras.</p>
<p>O psicólogo, através da psicoterapia, vai ajudar o paciente a admitir seu problema, ressignificar o ciúme patológico, encontrar suas reais causas e como lidar com ele de maneira saudável, reaprendendo a se relacionar sem o excesso de controle e a angústia da dúvida constante, além de promover o autoconhecimento. Já o psiquiatra vai receitar medicamentos (antidepressivos e/ou antipsicóticos caso haja outros transtornos por detrás) para controlar os sintomas da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>www.cerebromente.org.br/n16/diseases/ciume-patologico.html</p>
<p>www.psiquiatria.med.br/doencas/borderline-ciume-patologico-suicidio/228-ciume-patologico-ou-sindrome-de-otelo</p>
<p>www.biosom.com.br/blog/saude/ciume-patologico/</p>
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		<title>Colecionador ou acumulador?</title>
		<link>https://casule.com/blog/colecionador-ou-acumulador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2018 14:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[acumulador]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Colecionador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A acumulação compulsiva é um distúrbio psicológico que obriga aqueles que sofrem desse mal a acumular objetos e os impede de se livrar deles, mesmo se forem inúteis ou não cumprirem nenhum propósito prático. Este mal também é conhecido como síndrome de Diógenes, síndrome do colecionador compulsivo ou disposofobia, e é algo cada vez mais comum. Hoje, nos Estados Unidos, uma em cada quatro pessoas tem tendências a sofrer de acumulação compulsiva, onde as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A acumulação compulsiva é um distúrbio psicológico que obriga aqueles que sofrem desse mal a acumular objetos e os impede de se livrar deles, mesmo se forem inúteis ou não cumprirem nenhum propósito prático. Este mal também é conhecido como síndrome de Diógenes, síndrome do colecionador compulsivo ou disposofobia, e é algo cada vez mais comum.</p>
<p>Hoje, nos Estados Unidos, uma em cada quatro pessoas tem tendências a sofrer de acumulação compulsiva, onde as mulheres estão entre as mais propensas.</p>
<p>Quem padece desse mal geralmente sofre de excesso de ansiedade, tem tendências depressivas ou problemas para se socializar.</p>
<p>Um colecionador, ao contrário do acumulador, tem orgulho de mostrar sua coleção. Quem tem o transtorno costuma esconder o problema, isso porque sente vergonha da sua situação e do aspecto de sua casa.</p>
<p>Os acumuladores compulsivos são caracterizados por sentirem muita dificuldade de se desfazer de seus bens materiais. São pessoas muito enraizadas a seus lares e vivem as mudanças de forma muito ruim. Criam vínculos emocionais com os objetos, semelhantes ao que a maioria das pessoas experimenta com outros seres humanos, e esta é a principal razão pela qual não conseguem simplesmente jogá-los fora. O desprendimento material causa angústia, dor e até mesmo remorso.</p>
<p>Muitas vezes, essas pessoas, além de sofrerem da síndrome do colecionador, também são compradoras compulsivas e não reconhecem a sua condição: sentem que simplesmente têm muitas coisas, gostam de comprar e possuir objetos para colecionar.</p>
<p>O acumulador compulsivo no seu extremo é por vezes apelidado de “colecionador de lixo”, uma vez que reúne determinados artigos que produzem maus cheiros e estes atraem insetos e roedores. Essa pessoa também poderá juntar livros, revistas, ferramentas, recipientes, metais, móveis, eletrodomésticos, entre outros materiais, correspondendo à imagem dos moradores de rua que juntam todo o tipo de velharias. Vale ressaltar também que um acumulador compulsivo pode reunir um número exagerado de animais de estimação, não tendo condições, na maioria das vezes, de alimentá-los ou abrigá-los corretamente.</p>
<p>No entanto, uma sala cheia de livros ou de animais de estimação não significa que uma pessoa seja um acumulador compulsivo. A acumulação compulsiva afeta diretamente a rotina e as atividades do dia-a-dia e faz com que os pacientes queiram ficar isolados, sem ver outras pessoas e, normalmente, vivam em condições anti-higiênicas.</p>
<p>Tal como a maioria dos comportamentos obsessivos, a acumulação compulsiva começa de uma maneira lenta e desenvolve-se de uma forma progressiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem determinados sinais que indicam que uma pessoa sofre de acumulação compulsiva. Dos mais importantes, destacam-se os seguintes:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Recolher bens e objetos que a maioria das pessoas joga fora;</li>
<li>Viver em condições insalubres e sem organização e não permitir que alguém arrume ou limpe sem sua supervisão;</li>
<li>Ser incapaz de usar as divisões da casa para a real finalidade (cozinha para cozinhar, banheiro para tomar banho, quarto para dormir);</li>
<li>Ter muitos animais de estimação e não conseguir cuidar deles da melhor maneira;</li>
<li>Acumular sucatas ou lixo (como embalagens) e amontoá-los em pilhas;</li>
<li>Negar que seja um exagero o vício de acumular, ter vergonha do hábito, mas mesmo assim não conseguir controlar o impulso.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Causas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A acumulação compulsiva é uma perturbação mental que não nasce com a pessoa, mas podem existir traços da personalidade que favoreçam o seu aparecimento. Alguns desses traços podem se manifestar após a morte de um familiar, dificuldades financeiras, conflitos pessoais ou profissionais ou, no caso dos idosos, por não saberem lidar com a solidão ou com as mudanças trazidas com o envelhecimento.</p>
<p>Vale ressaltar que, ao fazer uma limpeza geral à casa de um acumulador compulsivo, ele vai ficar com uma grande sensação de vazio e perda, o que vai fazer com que recolha tudo de novo e em maiores quantidades. Para que tal situação não aconteça, deve-se procurar uma ajuda profissional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o acumulador compulsivo não existe nenhum erro ou problema com o seu comportamento. No entanto, esse sintoma faz parte da doença. A acumulação compulsiva é um transtorno mental que foi reconhecido recentemente e a pesquisa acerca dos melhores tratamentos está apenas começando. No entanto, alguns métodos têm tido um sucesso bastante considerável, como a terapia cognitivo-comportamental e a medicação adequada.</p>
<p>A terapia cognitivo-comportamental concentra-se em localizar as causas da acumulação compulsiva e as raízes da ansiedade, mudando aos poucos a mentalidade da pessoa afetada. Muitas vezes ela pode ser combinada com a medicação, o que ajuda a maximizar os resultados. Atualmente, os medicamentos utilizados no tratamento da acumulação compulsiva são os antidepressivos, os mesmos usados para ajudar os pacientes que sofrem de transtornos obsessivos compulsivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes</strong>:</p>
<p>http://cuidamos.com/artigos/quais-sinais-acumulacao-compulsiva-como-obter-ajuda</p>
<p>https://incrivel.club/criatividade-saude/acumulador-compulsivo-e-uma-doenca-que-tem-aumentado-239710/</p>
<p>https://www.tuasaude.com/acumuladores-compulsivos/</p>
<p>https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2012/08/saiba-quais-sao-as-caracteristicas-e-como-e-o-tratamento-para-acumuladores-compulsivos-3842562.html</p>
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		<item>
		<title>Psicodermatoses, problemas emocionais desencadeados na pele</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicodermatoses-problemas-emocionais-desencadeados-na-pele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2018 13:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Psicodermatoses]]></category>
		<category><![CDATA[Psoríase]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vitiligo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A psicodermatose é uma doença de pele causada por um componente psicológico, onde o individuo agride a si mesmo involuntariamente, sem perceber que está causando danos a própria pele. O sinal que mais caracteriza a doença é a irritação cutânea autoinfligida, mas o paciente também pode ter o costume de arrancar os cabelos e pelos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>psicodermatose</strong> é uma doença de pele causada por um componente psicológico, onde o individuo agride a si mesmo involuntariamente, sem perceber que está causando danos a própria pele. O sinal que mais caracteriza a doença é a irritação cutânea autoinfligida, mas o paciente também pode ter o costume de arrancar os cabelos e pelos do corpo.</p>



<p>Fatores isolados não desencadeiam a <strong>psicodermatose</strong>, e sim uma compilação de vários distúrbios como a ansiedade, o <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/transtorno-obsessivo-compulsivo-toc-o-que-e-e-quais-os-tipos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)</a>, a depressão e o estresse pós-traumático. Se o indivíduo tiver predisposição genética, qualquer momento de estresse, como a <a href="https://casule.com/fui-demitido-e-agora/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">demissão no trabalho</a> ou a <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/como-as-criancas-vivenciam-a-separacao-dos-pais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">separação dos pais</a>, por exemplo, pode desencadear reações como acne, vitiligo ou psoríase.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/psoríase-1.png" alt="" class="wp-image-21425" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/psoríase-1.png 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/psoríase-1-300x169.png 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/psoríase-1-768x432.png 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/psoríase-1-610x343.png 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/psoríase-1-980x552.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/psoríase-1-480x270.png 480w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption>Psoríase &#8211; pode ser uma reação da <strong>psicodermatose</strong></figcaption></figure></div>



<p>Embora não existam estatísticas mais precisas, os dermatologistas estimam que 3% da população mundial, ou seja, mais de 200 milhões de pessoas, é portadora de <strong>psicodermatoses</strong>. No Brasil, dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia indicam que a cada três pacientes que apresentam um problema de pele, um deles possui problemas emocionais, como depressão, ansiedade e estresse, que explicam o distúrbio.</p>



<p>Na maioria das vezes, o médico começa a desconfiar de que se trata de <strong>psicodermatose</strong> quando a doença foge do controle do tratamento convencional. Nestes casos, cremes e pomadas já não surtem mais efeito. Além disso, não é todo paciente que tem consciência desta relação de causa e efeito. Muitos, inclusive, não querem admitir que o problema é de cunho emocional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tipos de psicodermatoses</strong></h2>



<p>Os distúrbios psicofisiológicos são as alterações não relacionadas diretamente com a mente, mas cuja intensidade é fortemente influenciada por fatores psicológicos, principalmente tensão e <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-e-ansiedade-precisamos-falar-sobre-isso/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>. Integram esse grupo a rosácea (caracterizada pela vermelhidão na face acompanhada de lesões), o vitiligo (manchas brancas provocadas pela ausência de pigmento da pele) e a psoríase (placas de cor avermelhada, descamativas e de evolução crônica, geradoras de coceira).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="960" height="560" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Psicodermatoses-problemas-emocionais-desencadeados-na-pele-casule.jpg" alt="Psicodermatoses, problemas emocionais desencadeados na pele - casule" class="wp-image-7496" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Psicodermatoses-problemas-emocionais-desencadeados-na-pele-casule.jpg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/Psicodermatoses-problemas-emocionais-desencadeados-na-pele-casule-480x280.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 960px, 100vw" /></figure></div>



<p>Também se enquadram no grupo a dermatite seborreica (mais conhecida por seborréia ou caspa, infecção crônica que se manifesta em locais do corpo nos quais existe maior produção de óleo ou a presença de um fungo), a dermatite atópica (manifestação alérgica, geralmente nas dobras dos cotovelos e joelhos), a alopécia areata (queda excessiva de cabelos ou pelos) e a urticária (coceira que causa caroços).</p>



<p>Os distúrbios psiquiátricos secundários são estados psicológicos motivados pela mudança estética produzida pela dermatose. É o que acontece principalmente no vitiligo e em todas as doenças que implicam desfiguração visível.</p>



<p>Já os distúrbios psiquiátricos primários são estados psicológicos que resultam em manifestações cutâneas autoinfligidas. Integram o grupo: a dermatite artefata (coceira da pele que provoca ferimento e induz o paciente a achar que as feridas são sintomas de doença), a ilusão de parasitose (o paciente tem a crença de que insetos percorrem o seu corpo e com isso arranca a pele com a intenção de pegá-los), a tricotilomania (compulsão em arrancar os cabelos ou pelos) e a acne escoriada (compulsão por espremer espinhas e cravos, causando feridas).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1000" height="563" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/arrancar-os-cabelos.png" alt="" class="wp-image-21426" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/arrancar-os-cabelos.png 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/arrancar-os-cabelos-980x552.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/01/arrancar-os-cabelos-480x270.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1000px, 100vw" /></figure></div>



<p>Sendo assim, os problemas psicológicos relacionados com a pele podem influir sobre o rumo da dermatose, originar uma dermatose ou surgir devido à presença de uma dermatose.</p>



<p>As consequências dos sintomas psicocutâneos, porém, vão além da superfície da pele, afetando a vida social da pessoa. Como são visíveis e todos podem vê-los, causam reações imediatas no ambiente e no cotidiano do paciente, podendo, inclusive, ser confundidas com falta de higiene, sujeira e com algo contagioso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção e tratamento</strong></h2>



<p>Os remédios por via oral ou para uso tópico (loções, cremes e pomadas) são uma medida paliativa para combater as <strong>psicodermatoses</strong>. Em um primeiro momento, dão alívio imediato e ajudam o paciente a sair do círculo vicioso no qual o isolamento causa tristeza, que gera estresse, que debilita o sistema imunológico e torna o doente ainda mais suscetível às crises. Em longo prazo, porém, as doenças de pele requerem tratamentos mais prolongados e que não se restringem somente a consultas a dermatologistas e ao uso de <a href="https://casule.com/remedios-quando-associa-los-terapia/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">fármacos</a>, mas incluem também a mudança de hábitos e comportamentos.</p>



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<p>O ideal é que o tratamento seja multidisciplinar, ou seja, dermatologista e <a href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"><strong>psicólogo</strong></a>, afinal, é o psicólogo que vai ensinar ao paciente como enfrentar a real causa daquele problema, entrando em contato com seus próprios recursos e utilizando-se de técnicas efetivas que melhor se adaptam a ele e ao tipo de distúrbio presente.</p>



<p><strong>Fontes:</strong><br>http://www.ibacbrasil.com/noticias/enfermagem/psicodermatose-problemas-emocionais-desencadeados-na-pele<br>http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/2090-entenda-o-que-e-a-psicodermatose<br>https://www.revistaplaneta.com.br/estresse-a-flor-da-pele/</p>
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		<title>O que é frigidez feminina?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-frigidez-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2017 13:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Causas]]></category>
		<category><![CDATA[Disfunção Sexual Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[Excitação]]></category>
		<category><![CDATA[Frigidez]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A frigidez, também conhecida como distúrbio ou transtorno da excitação sexual feminina, é a dificuldade ou incapacidade da mulher de manter a lubrificação vaginal durante a atividade sexual, por não sentir interesse ou excitação suficiente. De acordo com a definição clínica, a frigidez se caracteriza pela ausência ou diminuição de interesse ou desejo sexual, pensamentos ou fantasias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A frigidez, também conhecida como distúrbio ou transtorno da excitação sexual feminina, é a dificuldade ou incapacidade da mulher de manter a lubrificação vaginal durante a atividade sexual, por não sentir interesse ou excitação suficiente. De acordo com a definição clínica, a<strong> </strong><strong>frigidez</strong> se caracteriza pela ausência ou diminuição de interesse ou desejo sexual, pensamentos ou fantasias sexuais ausentes e falta de resposta ao desejo.</p>
<p>Alguns autores preferem chamar a frigidez de “disfunção sexual feminina”, evitando assim o aspecto pejorativo que a antiga denominação veio a assumir, como “mulher assexuada” ou que “não gosta de sexo”. Embora a falta de “apetite sexual” possa ser diferenciada da incapacidade para obter orgasmos, ambas costumam ocorrer conjuntamente.</p>
<p>A apatia sexual da mulher acaba por tornar-se problemática numa relação quando começa a recusar ou evitar intimidade sexual e este comportamento provoca discussões, acusações e confusão.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas causados pela frigidez costumam ser:</p>
<ul>
<li>Redução ou ausência do interesse sexual;</li>
<li>Redução ou ausência de fantasias e pensamentos sexuais;</li>
<li>Falta de iniciativa para começar o contato íntimo;</li>
<li>Falta de desejo ou resposta às tentativas do parceiro em ter contato íntimo;</li>
<li>Ausência ou diminuição da excitação e sentimento de prazer durante o contato íntimo;</li>
<li>Ausência de excitação sexual quando em contato com outras formas de prazer, como histórias eróticas, imagens ou filmes sensuais.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diagnóstico deve ser feito pelo médico ginecologista, e normalmente é confirmado quando existe a presença de 3 ou mais dos sintomas citados acima.</p>
<h2>Causas</h2>
<p>A excitação sexual nas mulheres resulta em um aumento do fluxo sanguíneo da vagina, com a dilatação dos tecidos que a rodeiam e a produção de um lubrificante natural. Quando há frigidez, essa<strong> </strong><strong>lubrificação é insuficiente</strong> ou inexistente, causando dor e desconforto durante o sexo.</p>
<h2>Causas físicas</h2>
<p>Problemas de alterações hormonais, como hipotireoidismo, pós parto e menopausa (onde há <strong>baixa da produção de estrogênio)</strong>, diminuem a produção de lubrificação vaginal, dificultando a excitação e o prazer durante a relação íntima. Dor pélvica ou abdominal, corrimentos e pruridos vaginais também podem contribuir para a disfunção de excitação e/ou do orgasmo feminino.</p>
<p>Outra causa comum é o uso de drogas ou medicamentos que interferem com a produção hormonal e com a libido, como anticoncepcionais, remédios para a pressão, sedativos e antidepressivos, cigarro e álcool em excesso.</p>
<p>Além disso, procedimentos cirúrgicos nos órgãos genitais, como a histerectomia (remoção de parte ou da totalidade do útero), podem diminuir o fluxo sanguíneo para aquela região, diminuindo também a lubrificação e a excitação.</p>
<h2>Causas psicológicas</h2>
<p>Além das doenças psíquicas que podem afetar o desempenho sexual das mulheres (ansiedade, depressão, stress), devem ser avaliadas as vivências sexuais traumáticas, os conflitos e bloqueios psicológicos, a diminuição da auto-estima, frustrações crônicas, irritabilidade, o medo de engravidar, as relações emocionais inadequadas do par sexual, violência doméstica, etc.</p>
<h2>Causas culturais e sociais</h2>
<p>Fatores religiosos, traumas como abusos sexuais ou estupro, ou ter uma educação sexual rígida e que não permite o prazer da mulher também podem causar frigidez e diminuição do desempenho sexual.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Não há um remédio específico para tratar a disfunção sexual feminina. Algumas tentativas têm sido feitas com o viagra e com a testosterona (uma substância conhecida por aumentar a libido), mas os resultados são duvidosos. Acontece ainda a dificuldade das mulheres e de muitos médicos em se utilizar dessas drogas já que elas foram aprovadas somente para homens.</p>
<p>Quando relacionada a problemas hormonais, o tratamento da frigidez envolve tratar a doença de base, como o hipotireoidismo, ou tomar medicamentos com estrógenos para melhorar a lubrificação vaginal e a libido, principalmente em mulheres após a menopausa.</p>
<p>Uma pomada, à base de arginina, que aumenta o fluxo sanguíneo local têm sido tentada, mas também com resultados incertos.</p>
<p>Quando há uma anomalia ou doença local afetando a vagina e/ou o clitóris ela deve ser tratada previamente e o uso de acessórios que ajudam na lubrificação, aumentam a excitação e estimulam o orgasmo também podem ser usados para apimentar a relação íntima.</p>
<p>Para uma maneira distorcida de considerar a sexualidade, o tratamento mais indicado é a psicoterapia, pois ajudará a diminuir a ansiedade, a conhecer melhor o corpo e a melhorar a relação com o parceiro. Além disso, em casos mais extremos, medicações anti-stress podem ser associadas à terapia numa tentativa de melhorar o estado psicológico das pacientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p>Dalgalarrondo, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais / Paulo Dalgalarrondo. – 2. ed.  – Porto Alegre : Artmed, 2008.</p>
<p>ABCMED, 2011. <strong>Frigidez feminina. O que é?</strong>. Disponível em: &lt;http://www.abc.med.br/p/saude-da-mulher/234630/frigidez+feminina+o+que+e.htm&gt;. Acesso em: 3 nov. 2017.</p>
<p><em> </em><em>https://www.tuasaude.com/disturbio-da-excitacao-sexual/</em></p>
<p><em> </em>http://arevistadamulher.com.br/sexo/content/2284763-conheca-as-causas-da-frigidez-feminina-e-o-tratamento-para-o-disturbio</p>
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