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	<title>angústia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>angústia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Aprenda a acalmar a sua mente &#8211; Diminua e vença a ansiedade</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/diminua-e-venca-a-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você com certeza já se sentiu ansioso em algum momento de sua vida. Sabe diferenciar a ansiedade normal da patológica?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você com certeza já se sentiu ansioso em algum momento de sua vida. Sabe diferenciar a ansiedade normal da patológica?</p>



<p>A ansiedade normal é quando tem uma causa aparente, dura pouco tempo e não exige um esforço intenso para ser controlada e superada.</p>



<p>Enquanto a patológica se apresenta de forma desproporcional, causando sofrimento significativo ou mesmo prejuízos ao exercer suas atividades normais. Ela pode estar relacionada a um quadro em que a pessoa tenha sintomas ansiosos exacerbados e/ou descontextualizados da situação em que se encontra.</p>



<p>Alguns sintomas físicos como fadiga, tensão muscular, palpitações, suor excessivo e dor de cabeça são muito comuns.</p>



<p>Nesse vídeo, vou falar sobre os tipos de ansiedade mais recorrentes e passar 5 dica para você conseguir amenizar a ansiedade.</p>



<p>Segundo o DSM 5, existem alguns tipos de ansiedade, entre eles estão:<br></p>



<p>*Transtorno de Ansiedade Generalizado</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Transtorno Obsessivo Compulsivo</li><li>Transtorno de Estresse Pós- Traumático</li><li>Síndrome do Pânico</li><li>Fobia Social</li><li>Fobias Simples</li></ul>



<p>Contudo, a ansiedade pode ser ameniza com algumas dicas simples como:</p>



<p><br>1- Organização de rotinas &#8211; procure colocar as coisas no papel ou cronograma e coloque em local visível.</p>



<p><br>2- Identifique o gatilho &#8211; sabendo o que causa a ansiedade fica mais fácil de mudar a forma que você enxerga o problema.</p>



<p><br>3- Hábitos saudáveis &#8211; praticar exercícios, além de controlar a respiração, libera hormônios do bem-estar, como serotonina e endorfina. E não se esqueça de ter uma boa alimentação rica em frutas, legumes e verduras.</p>



<p><br>4- Controle respiração &#8211; o controle da respiração consegue induzir ou acabar com uma crise de ansiedade, de tão poderoso que é. Portanto, ao sentir que está em um ritmo respiratório muito acelerado, procure reduzir a intensidade da respiração.</p>



<p><br>5- Questione seus pensamentos negativos &#8211; geralmente, a ansiedade traz consigo uma série de pensamentos negativos, de que as coisas vão dar errado. Reconheça que esses pensamentos não são a realidade. Eles vêm e vão. Deixe-os vir e ir.</p>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/W_OddJt-dq0" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



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		<title>Não faça comparações, busque inspirações</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/nao-faca-comparacoes-busque-inspiracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 20:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[dor emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É sábio se comparar com indivíduos com anos de experiência, prática e estudo? A dedicação, a disciplina e a paixão pelo emprego/empresa os ajudaram a conquistar uma posição de destaque em seu campo de atuação.<br />
Quando você se compara de forma negativa aos outros, acaba gerando insatisfações, angústias e ansiedade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É sábio se comparar com indivíduos com anos de experiência, prática e estudo? A dedicação, a disciplina e a paixão pelo emprego/empresa os ajudaram a conquistar uma posição de destaque em seu campo de atuação.</p>



<p>Quando você se compara de forma negativa aos outros, acaba gerando insatisfações, angústias e ansiedade.</p>



<p>Por isso, antes de começar a fazer comparações nocivas e infundadas, passe a ver os outros como inspirações. A inspiração, diferente da comparação, é um combustível para a alma. Ela nos incentiva a sempre seguir em frente, planejar, tentar, fracassar, corrigir erros e persistir independentemente dos resultados, ou seja, agir.</p>



<p>Comece a enxergar o que existe de bom na sua vida e valorize cada conquista sua! Foque em você e não no outro.</p>



<p>Nesse vídeo, eu vou passar 3 dicas para você conseguir se comparar menos.<br>Se sentir, mesmo assim, que está difícil, não deixe de procurar ajuda profissional.</p>



<p>A Terapia Cognitivo-Comportamental foca exatamente em como nós processamos a informação que recebemos. Nesse caso, o TCC vai ajudar você a mudar a sua cognição, para remodelar o seu comportamento de se comparar e, consequentemente, reduzir o seu sofrimento.<br>A terapia é a saída perfeita!</p>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/IWZrf_nJepc" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



<p> </p>



<p id="block-d76711ee-8602-49de-a094-9969abcfdd74">Confira com <a href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caroline Oliveira</a> psicóloga da Casule!</p>



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		<item>
		<title>11 dicas para ajudar alguém com depressão (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/11-dicas-para-ajudar-alguem-com-depressao-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2019 15:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[dicas para ajudar alguém com depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Entre os transtornos mentais, a depressão será a doença mental mais incapacitante do mundo até 2020, segundo a Organização Mundial de Saúde. A depressão é uma doença psiquiátrica crônica que pode gerar graves danos ao indivíduo e também pode causar muita angústia aos seus familiares e pessoas que convivem com [&#8230;]</p>
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<p>Entre os transtornos mentais, a depressão será a doença mental mais incapacitante do mundo até 2020, segundo a Organização Mundial de Saúde. A depressão é uma doença psiquiátrica crônica que pode gerar graves danos ao indivíduo e também pode causar muita angústia aos seus familiares e pessoas que convivem com a pessoa deprimida. Você sabe como ajudar alguém com depressão? Nesse vídeo você vai conferir alguns esclarecimentos e dicas sobre como lidar e ajudar alguém deprimido.</p>



<p> Confira com Nayara Benevenuto, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<item>
		<title>O quanto você está preparado para as Fases do Luto?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-quanto-voce-esta-preparado-para-as-fases-do-luto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2017 14:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luto é a angústia da perda. Um processo sentimental que ocorre quando o ser humano vivência uma perda de importância emocional para ele. Vivido e sentido totalmente no âmbito individual. Mesmo que haja um grupo, família ou mais de uma pessoa passando pela mesma perda, cada indivíduo expressará seus sentimentos, assim como reagirá com mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Luto é a angústia da perda.</strong> Um processo sentimental que ocorre quando o ser humano vivência uma perda de importância emocional para ele. Vivido e sentido totalmente no âmbito individual. Mesmo que haja um grupo, família ou mais de uma pessoa passando pela mesma perda, cada indivíduo expressará seus sentimentos, assim como reagirá com mais ou menos intensidade de maneira única (choro, <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/raiva">raiva</a>, <a href="http://www.minhavida.com.br/temas/tristeza">tristeza</a>, questionamentos, interferências na vida social ou emocional).</p>
<p>O luto não é doença ou síndrome, nem mesmo sinônimo de vida desestruturada e sim um processo, e como tal tem suas fases:</p>
<ol>
<li><strong>Negação</strong>: quando a pessoa evitar falar, fingir não estar acontecendo e usar sua estrutura emocional para lutar contra a morte;</li>
</ol>
<p><strong><em>“Isso não é verdade!”<br />
“Vai passar.”<br />
“Sempre dou um jeito em tudo, vou resolver isso também.”</em></strong></p>
<ol start="2">
<li><strong>Raiva</strong>: momento de ira, questionamentos, revolta, expressados de forma inquieta, chorosa, normalmente relacionada por não poder mais negar o fim;</li>
</ol>
<p><strong><em>“Isso não é justo!”<br />
“Por que fizeram isso comigo?”</em></strong></p>
<ol start="3">
<li><strong>Barganha</strong>: uma negociação que se faz consigo mesmo, com o meio, até com Deus e outras entidades religiosas, onde entende que não pode mais negar a ideia de morte, mas ainda tenta desviar os sentimentos para outras ideias, camuflar, ou mesmo negociar uma última oportunidade, último momento, para depois se permitir a aceitar;</li>
</ol>
<p><strong><em>“Vou ser uma pessoa melhor, serei mais gentil e simpático com as pessoas, terei uma vida saudável.”<br />
“Vou acordar cedo todos os dias, tratar bem as pessoas, parar de beber, procurar um emprego e tudo ficará bem.”<br />
“Vou pensar mais positivamente e tudo se resolverá.”<br />
“Vou mudar minhas atitudes, meu comportamento, e tudo se resolverá”.</em></strong></p>
<ol start="4">
<li><strong>Tristeza</strong>: quando já não há mais força emocional, para lutar contra os medos e a dor da perda e o fim é assumido e encarado;</li>
</ol>
<p><strong><em>“Não tenho capacidade para lidar com isso.”<br />
“Nunca mais as coisas ficarão bem.”<br />
“Eu me odeio.”</em></strong></p>
<ol start="5">
<li><strong>Aceitação</strong>: quando a dor começa dar espaço para um processo de superação. Sofrer a dor da perda, não tomará mais todo o espaço da vida já poderá voltar a pensar em planejar, construir e seguir em frente, enquanto ainda lida com sua dor.</li>
</ol>
<p><strong><em>“Não é o fim do mundo.”<br />
“Posso superar isso.”<br />
“Posso aprender com isso e melhorar.”</em></strong></p>
<p><strong>É importante entender que: </strong>Não há um tempo certo para cada estágio, nem mesmo é necessário que se siga a ordem ou que ocorra todos, isso sempre será muito particular de cada caso. As pessoas podem superar uma fase, mas, depois, retornar a ela, estacionar em uma delas sem ter avanços por um longo período ou ainda suplantar todas as fases rapidamente até a aceitação. Porém, sabe-se que, normalmente, é essa a ordem do processo e que a fase mais longa é a da <strong>tristeza</strong> para a aceitação.</p>
<p><strong>Ninguém está preparado para perder</strong> (morte; separação; término; fim de uma amizade; entre outros) é normal não conseguirmos nos desapegar. <strong>Superar o luto requer tempo.</strong></p>
<p>E sufocar a tristeza e as lágrimas pode ser prejudicial. Porém amigos e familiares surgirão com frases prontas: “Não chore!”; “Segue a sua vida.”; “Foi melhor assim.”. Como não chorar diante da dor da separação/término? Ou da perda de um filho ou esposa? Temos, sim, o direito de chorar o quanto quiser e pelo tempo que desejar. Muitos querem ficar sozinhos, outros preferem partilhar sua dor. Tudo isso ajuda a elaborar o processo do luto na vida. Assim como o sentimento de <strong>culpa, </strong>durante esse processo irá surgir e muitos questionamentos vão aparecer: <em>“Por que ofendi tal pessoa naquele dia?”; “Por que não a abracei mais?”; “Por que não lhe disse que a amava?” </em>ou <em>“O que não fiz que devesse ter feito?”.</em></p>
<h3></h3>
<h3>O papel de um psicólogo num processo de luto:</h3>
<p>Será aquele que poderá ajudar o indivíduo a identificar o estágio em que se encontra e na resolução do mesmo, que exigirá a vivência de sentimentos e pensamentos que o indivíduo tenta evitar constantemente. A tarefa do psicólogo é permitir que o paciente vivencie o luto. Entendendo que superar não é esquecer nem fingir que nada aconteceu, significa aceitar e continuar a viver, retomar sua rotina, seu trabalho, ou qualquer atividade que interrompeu durante o processo. Entender que o sofrimento e a morte fazem parte da vida e que é possível encará-la de frente, compreendê-la e admiti-la para continuar vivendo.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A importância da Psicologia nos dias atuais</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[despressão]]></category>
		<category><![CDATA[problemas no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia individual jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do sono]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4643</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Psicólogo, serve de guia pelos caminhos tortuosos da vida, ajudando: a lidar com problemas passados para que não mais o assombrem, a enfrentar os problemas da vida com mais firmeza e segurança, e adquirir maior conhecimento sobre si mesmo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Psicólogo,&nbsp;serve de guia&nbsp;pelos caminhos&nbsp;tortuosos da&nbsp;vida, ajudando: a&nbsp;lidar com&nbsp;problemas&nbsp;passados para&nbsp;que não mais o&nbsp;assombrem, a&nbsp;enfrentar os&nbsp;problemas da&nbsp;vida com mais&nbsp;firmeza e&nbsp;segurança, e&nbsp;adquirir maior&nbsp;conhecimento&nbsp;sobre si mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a Psicologia?</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/U-w215j5wB4" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano com seus&nbsp;processos mentais e o Psicólogo, é o profissional que procura compreender este&nbsp;comportamento e também, o pensamento das pessoas quando possuem algum tipo&nbsp;de conflito ou distúrbio psicológico, faz isto através de uma técnica chamada&nbsp;Psicoterapia (que consistem em sessões em regra semanais), com o objetivo de&nbsp;buscar uma adequada saúde mental, na promoção de uma boa qualidade de vida.</p>



<p>Já se foi o tempo em que pensavam que <a href="https://casule.com/resistencia-a-psicoterapia/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Psicólogo é coisa para louco</a>, aliás&nbsp;nem foi por causa da ‘loucura’ que a Psicologia surgiu, e a cada dia mais aumenta a&nbsp;procura da psicoterapia nas clínicas e consultórios, inclusive sendo relatada em&nbsp;novelas da atualidade.</p>



<p>A Psicologia Clínica&nbsp;diminui o <a href="https://casule.com/trauma-emocional/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">sofrimento&nbsp;emocional</a> e possibilita&nbsp;que a pessoa se&nbsp;conheça melhor,&nbsp;mudando assim seu&nbsp;modo de agir que a&nbsp;angustia, havendo a&nbsp;compreensão do&nbsp;mundo que a envolve.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-1024x683.jpg" alt="Psicologia Terapia Individual" class="wp-image-5434" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-980x653.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano.</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as áreas de atuação da psicologia?</h2>



<p>A Psicologia conquistou várias <a href="https://casule.com/a-psicologia-e-suas-diferentes-areas-de-atuacao/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">áreas de atuação</a> e muitas delas nem são&nbsp;conhecidas pela maioria da população, dentre todas essas, a mais manifesta de todas&nbsp;é a Psicologia Clínica, pois foi a primeira a se destacar em todos os âmbitos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg" alt="terapia-casule" class="wp-image-6165" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Nem todas as áreas da psicologia são&nbsp;conhecidas pela população.</figcaption></figure></div>



<p>Dentro da Clínica, trabalha-se com as mais diferentes questões, como crises&nbsp;existenciais (“não me entendo, queria me conhecer melhor”, “não estou feliz comigo&nbsp;mesmo”, “não consigo escolher uma faculdade”, “meu casamento vai mal”, entre&nbsp;outras), apoio em situações traumáticas (assaltos, morte, separações da família,&nbsp;divórcios, etc.), momentos especiais (preparação para aposentadoria, pré-natal, pós-parto, cirurgias em geral, mudança de Cidade, …) e até o aparecimento de doenças&nbsp;dos mais variados graus e intensidades como: ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, transtorno obsessivo-compulsivo, esquizofrenia, transtorno bipolar, fobias,&nbsp;transtornos dissociativos, etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando fazer terapia</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/aPznd4OVmxQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>A terapia pode ser importante em diversas fases do desenvolvimento, como na&nbsp;infância: desde as pequenas preocupações dos pais, até quadros de maiores&nbsp;prejuízos emocionais. Como exemplo, desde a entrada na Escola com a adaptação no&nbsp;mundo cognitivo; retirada de fraldas, mamadeiras, chupetas; enurese, encoprese;&nbsp;terror noturno; até transtornos de aprendizagem – dificuldade na leitura, matemática,&nbsp;escrita, rendimentos baixos de escolaridade; habilidades motoras; problemas na&nbsp;comunicação; déficit de atenção-hiperatividade; comportamento agressivo, desafiador,&nbsp;avesso às regras de convivência social; transtornos globais do desenvolvimento;&nbsp;tiques; depressão; ansiedade; fobias, etc.</p>



<p>A <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-criancas-e-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adolescência</a>, por ser um período de intensas modificações e atividades,&nbsp;diversas transformações de comportamento, podem ser avaliadas muitas atitudes,&nbsp;erroneamente como patológicas. Curiosidade, euforia, podem gerar medo e&nbsp;inadequação; ter que adquirir responsabilidades, novas posições, escolha de&nbsp;caminhos, podem trazer sofrimentos; atitudes exageradas, humores flutuantes;&nbsp;cuidados alimentares e com o corpo; … todas essas questões que podem ser lidadas&nbsp;na psicoterapia de uma maneira saudável. Incluindo fatores patológicos como, uso de&nbsp;drogas e também transtornos psicopatológicos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg" alt="A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule" class="wp-image-15711" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>A terapia pode ajudar também na transição da adolescência para a fase adulta.</figcaption></figure></div>



<p>Na vida adulta, o <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-casalquando-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relacionamento conjugal</a>, problemas no trabalho, dificuldades&nbsp;familiares, descontentamento pessoal, angústias, ansiedades, depressões, estresse,&nbsp;medos, ciúmes, rotinas diárias, inclusive quadros de humor, disfunções sexuais,&nbsp;transtornos do sono, uso de álcool, drogas em geral, doenças orgânicas com afetação&nbsp;emocional,… são muitos os motivos que levam à terapia, na busca do auto&nbsp;entendimento, autoaceitação e melhora pessoal, consequentemente como reflexo,&nbsp;melhorando o ambiente que o envolve e trazendo auto confiança e maior assertividade&nbsp;de suas atitudes.</p>



<p>Concluindo, havendo a resolução dos problemas psicológicos, se estabelece&nbsp;assim uma situação melhor de relacionamento com a sociedade, família e consigo&nbsp;mesmo, promovendo então, um equilíbrio com seus pensamentos, desejos e&nbsp;sentimentos.</p>



<p>Bora conversar? <strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Marque sua consulta</a></strong>!</p>



<p>FONTE: http://institutoglobalsaude.com.br/site/a-importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</p>
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		<title>Por que as crianças contam mentiras?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Imitar os pais Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> Imitar os pais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela tia de quem você não gosta muito e falar mal dela “pelas costas”.</p>
<p style="text-align: justify;">MELHOR FORMA DE AGIR: aqui o primeiro passo depende da coerência dos pais. Se você quer criar uma criança honesta, precisa conviver com isso. A criança não entende por que o pai diz “mentir é feio” e, depois, quando alguém com quem ele não quer falar liga, o pai pede para dizer que não está. O melhor é evitar essas situações. Caso a mentira seja para imitar um colega, é importante apontar as consequências do ato. A principal delas é a perda da confiança das pessoas, o que torna a vida bastante difícil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Esconder angústia e frustrações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A criança pode estar passando por um momento difícil e usa a mentira para acobertar o que não está indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor forma de agir<strong>:</strong> fique sempre muito atento. Desde situações mais comuns, quando a criança inventa dores frequentes para não ir à escola – e isso aponta que algo não vai bem por lá –, até ela começar a evitar situações que envolvam novidades e expectativas, como um curso novo, uma viagem, dormir na casa de alguém. É por isso que conversar e não reprimir de imediato é tão importante. E, se o problema for específico com a escola, levar o fato até o coordenador ou o professor é fundamental. Se o caso se tornar extremo, procure a ajuda de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Mentira social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muito comum na vida adulta, na maioria das vezes tem como intuito não magoar a outra pessoa. É aquela mentira que muitas vezes pode ser encarada como “algo que faz parte da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt;&gt;Melhor forma de agir<strong>:</strong> mostre para a criança que ela não precisa dizer que adorou o brinquedo que a avó deu, se ela não gostou, mas que ela deve sempre agradecer, porque a avó pensou nela com carinho quando lhe comprou o presente. Esse tipo de situação pode ajudar a criança a desenvolver argumentos. Outro bom exemplo ocorre quando a criança encontra a vizinha e diz: “Como você é feia!”. É importante, primeiro, que os pais não a repreendam de forma constrangedora. Depois, porém, é preciso conversar e explicar que ela não precisa dizer tudo aquilo que passa pela cabeça e que muitas coisas podem deixar as outras pessoas tristes. Esta é uma maneira de ensinar o que é ter compaixão por alguém.</p>
<div class="fotoMateria box160" style="text-align: justify;"></div>
<h2><strong>A habilidade de mentir</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), começou a estudar o comportamento das crianças há dez anos e deu de cara com ela: a mentira. Seu interesse, a princípio, era no desenvolvimento cognitivo das crianças e na habilidade delas de entender a perspectiva do outro. Chegou à conclusão de que “mentir é um comportamento que demonstra essa habilidade”. É como se a honestidade exigisse, digamos, menos esforço. “Para mentir – e mentir bem –, a criança precisa entender no que a outra pessoa acredita e saber de maneira estratégica adaptar a falta de verdade para ser plausível”. Mas isso não simplifica em nada essa história.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p>Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Existe um período no qual mentir é normal?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> É verdade que crianças espertas mentem mais?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É mais provável que crianças inteligentes mintam mais cedo e contem mentiras plausíveis. Você pode dizer para um pai que vê seu filho de 2 anos e meio mentindo que ele deve se alegrar porque a criança está começando a desenvolver suas habilidades cognitivas, que são vitais para o crescimento futuro. Claro, continuamos querendo ensinar nossas crianças a ser honestas. Mas podemos ver que a mentira é o resultado inicial de um desenvolvimento positivo e depende dos pais ensinar seus filhos a ser honestos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como não confundir mentira com fantasia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente são confundidas. Fantasia é brincar de faz de conta, e isso é uma parte muito rica da vida imaginativa; as crianças aprendem sobre o mundo e incentiva a criatividade delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> O que fazer quando a mentira é uma influência, ou seja, quando é o amigo que mente e aí ele passa a mentir também?</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem contar para os responsáveis do amigo da criança, mas eles podem não acreditar. Está nas mãos deles lidar com os próprios filhos. De qualquer forma, você pode falar com a criança sobre a importância de dizer a verdade e lidar com esse comportamento mentiroso. É importante também explicar que algumas vezes outras pessoas mentem, mas que isso não torna a mentira um comportamento aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66881-10496-2,00-POR+QUE+AS+CRIANCAS+CONTAM+MENTIRAS.html</p>
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		<title>Carências internas: o que criticamos nos outros diz muito sobre nós mesmos</title>
		<link>https://casule.com/blog/carencias-internas-o-que-criticamos-nos-outros-diz-muito-sobre-nos-mesmos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 19:05:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando nossas carências internas nos impedem de julgar os outros de forma sadia, aparece o que se chama de projeção negativa. Uma série de mecanismos de defesa que atribuem a outras pessoas nossos próprios defeitos, e inclusive nossas próprias carências. Em situações de conflito emocional, atribuímos a outras pessoas os sentimentos ou pensamentos próprios que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Quando nossas carências internas nos impedem de julgar os outros de forma sadia, aparece o que se chama de projeção negativa. Uma série de mecanismos de defesa que atribuem a outras pessoas nossos próprios defeitos, e inclusive nossas próprias carências. Em situações de conflito emocional, atribuímos a outras pessoas os sentimentos ou pensamentos próprios que são inaceitáveis para nós mesmos.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Projetam-se os sentimentos ou pensamentos que não são aceitos como próprios porque provocam angústia ou ansiedade, dirigindo-os a alguém ou atribuindo-os como se fossem totalmente de outra pessoa.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Grande parte do trabalho que se faz no desenvolvimento pessoal consiste em se libertar dessas projeções, estabelecendo um limite definido entre a descrição que fazemos do que acontece e o que acontece realmente. Desta forma, evitamos a distorção dos fatos superando o conflito que na verdade só existe em nosso interior.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">A defesa do eu nas carências pessoais</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A projeção externa das próprias carências pessoais que nos provocam ansiedade ou angústia acontece para manter um bom conceito próprio. A autoestima e os mecanismos de defesa têm um papel fundamental na defesa do eu. Os chamados mecanismos de defesa do eu são estratégias que usamos sem perceber, cuja função é preservar nossa autoimagem e autoconceito</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Nosso cérebro parece ter desenvolvido diferentes formas de proteger nosso organismo daquilo que nos parece doloroso demais ou inaceitável. Os mecanismos de defesa são estratégias para brecar o mal-estar de certas vivências e os sentimentos associados a elas. Estes mecanismos nos protegem quando não queremos reconhecer algum aspecto de nós mesmos que nos desagrada ou que rompe o autoconceito que havíamos criado.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">O problema aparece quando estes mecanismos se manifestam de forma automática por serem usados vez após vez. Então, torna-se difícil abandonar o hábito. É normal usar esses mecanismos às vezes, mas é preciso saber identificá-los e combatê-los para não distorcer a realidade segundo o nosso próprio ego.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Estes mecanismos de defesa podem se voltar contra nós, introduzindo distorções importantes na nossa própria percepção, além de torná-las mais complicadas de identificar porque ficam facilmente camufladas entre nossas percepções mais realistas.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">O que vemos nos outros fala muito sobre nós mesmos</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Os outros agem como um espelho para a nossa mente, nele vemos refletidas diferentes qualidades ou aspectos do nosso próprio ser. Quando observamos alguma coisa que não gostamos em alguém, sentindo desagrado e rejeição, isto pode indicar que de alguma forma esse aspecto nos desagrada também em nós mesmos. A projeção psicológica nos faz pensar que o defeito apenas existe ali fora, nessa outra pessoa.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A projeção psicológica é um mecanismo de defesa mental mediante o qual uma pessoa atribui a outras pessoas sentimentos, pensamentos ou impulsos próprios que nega ou que são inaceitáveis para si mesma. Quando a nossa mente entende que existe uma ameaça para a saúde mental, esta irá atribuir qualidades inaceitáveis a um sujeito externo a nós mesmos.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Desta forma, nossa mente consegue se enganar e colocar outros conteúdos ameaçadores para fora de si mesma. Estas projeções são válidas tanto para as características negativas, como ódio, rancor, inveja, quanto para as positivas, admiração, idealização, carinho. Portanto, quando criticamos em excesso as outras pessoas, é possível que estejamos criticando a nós mesmos.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/carencias-internas/</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
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		<title>Síndrome do ninho vazio: quando chega a hora de se despedir dos filhos</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-quando-chega-hora-de-se-despedir-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 19:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona. É normal sentir tristeza diante da partida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É normal sentir tristeza diante da partida de nossos filhos. Fomos responsáveis por eles desde pequenos, lhes ensinamos quase tudo que poderíamos sobre a vida e estivemos ali para ajudá-los e apoiá-los quando foi preciso. Mas isto irá mudar. Agora tomarão conta das suas próprias vidas, ficarão independentes.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Existem muitos pais que se negam a assumir esta realidade e isto lhes causa graves conflitos com seus filhos. Embora seja difícil se despedir deles, eles precisam compreender que esta emancipação é importante e faz parte do ciclo da vida. Quando isto não acontece, nos deparamos com a síndrome do ninho vazio.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Síndrome do ninho vazio: quando se despedir dói</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A síndrome do ninho vazio é um sentimento carregado de tristeza e de solidão. Os pais não são capazes de enfrentar a partida dos seus filhos e a ansiedade começa a aparecer nas suas vidas. Por mais que tenham se sentido preparados para este momento, não estavam. Muitos, no seu interior, se negam a aceitar esta realidade.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Hoje em dia esta situação vem aumentando. Os jovens demoram mais em deixar o ninho, alguns inclusive nunca chegam a fazê-lo. A situação econômica ou o conforto de continuar morando com os pais faz com que estes não tenham a necessidade de se preparar para uma futura partida, acham que seus filhos estarão sempre com eles.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É verdade que se você tem mais de um filho isto pode ser um pouco mais fácil. Partirá um, mas talvez o outro fique. No entanto, se você teve apenas um descendente, a sua partida será mais dolorosa. É seu único filho e você não deseja perdê-lo. O fato mesmo dele sair de férias longe de você durante uma longa temporada já lhe provoca um certo temor.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Também influencia o fato de que os laços podem ser mais ou menos fortes no relacionamento com os pais. Por exemplo, se nos deparamos com uma mãe solteira que teve que criar seu filho sozinha, provavelmente esse laço será muito mais dependente que se a situação tivesse sido diferente. Neste caso, a mão se apoiou muito no filho e não aceita levar sua vida separada dele.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Esta despedida não é uma perda</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É difícil superar esta situação quando os pais a veem de uma forma tão dramática. Para eles, o fato dos filhos quererem deixar o ninho significa que irão perdê-los, e não poderiam estar mais enganados. Simplesmente farão suas vidas, assim como eles fizeram as suas. Construirão suas próprias famílias, mas continuarão estando ali.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Está claro que não é a mesma coisa ir morar em outro país do que ficar em uma casa próxima à dos pais. Apesar disso, muitos são os pais que, se não têm seus filhos dentro do lar, sentem que os perderam para sempre. Por isso, é importante mudar a visão que se tem sobre a ação de se despedir e não tratá-la como um sinônimo de perda.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está em um relacionamento amoroso, será muito mais fácil superar esta situação. Vocês poderão aproveitar esta oportunidade para viajar, focar novamente no seu relacionamento como casal e viver experiências que até então não se puderam permitir. Muitos são os pais que se esquecem de cuidar do casal porque focam exageradamente nos filhos. Agora isto pode mudar.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está sozinho e se apoiou demais no seu filho, não corte as suas asas nem o faça se sentir culpado por ir embora de casa. Saia com seus amigos, fale com os outros, aproveite a vida, viaje, conheça gente nova, mas deixe que o seu filho faça a sua vida. Lembre-se de que você fez o mesmo, e não é justo que agora coloque barreiras às pessoas que você mais ama.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">As circunstâncias são muito diferentes, mas nunca devemos segurar nossos próprios filhos em casa. Se o jovem quer ir embora, não tente colocar pedras no seu caminho ou fazê-lo se sentir mal. Não é justo nem para você, nem para ele, e a sua relação pode se deteriorar por causa disto.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Despedir-se é difícil, mas é uma lei da vida. Cedo ou tarde todos iremos alçar voo para viver novas experiências, crescer e, em alguns casos, formar nossas próprias famílias. Despedir-se não é sinônimo de perder nem de abandonar, nem sequer implica solidão. Despedir-se é avançar, mudar, se transformar e amadurecer.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/</p>
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		<title>De quem é a culpa do seu estresse?</title>
		<link>https://casule.com/blog/de-quem-e-culpa-do-seu-estresse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2016 19:26:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apontado sempre como o principal vilão responsável por doenças e má qualidade de vida o estresse se tornou o personagem mais lembrado por todos atualmente. Mas será que as pessoas que falam tanto de estresse sabem realmente o que é realmente isso, como e porque se manifesta? A definição mais simples de se entender pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apontado sempre como o principal vilão responsável por doenças e má qualidade de vida o estresse se tornou o personagem mais lembrado por todos atualmente. Mas será que as pessoas que falam tanto de estresse sabem realmente o que é realmente isso, como e porque se manifesta?</p>
<p style="text-align: justify;">A definição mais simples de se entender pode ser a seguinte. O estresse é um sinal de alerta que o organismo envia em forma de códigos ou mensagens, avisando que está na hora de parar e rever alguns conceitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o corpo e a mente estão em ritmo acelerado, em velocidade além da máxima permitida, o estresse, através do cérebro envia tais mensagens, dando ordem para parar ou desacelerar. Realmente é assim mesmo, como nas leis de transito. O estresse funciona como um agente que orienta e avisa primeiro, se não adiantar, vem a punição, com as multas, que podem custar muito caro ao organismo humano.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como e porque se manifesta o estresse</h2>
<p style="text-align: justify;">As linguagens ou códigos mais usados pelo estresse são as frequentes dores de cabeça, tonturas, distúrbios do sono e alimentares, irritabilidade, taquicardia e outras manifestações cardíacas, cansaço físico e mental, irregularidade no ciclo menstrual, hipertensão, imunidade baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com tanta diversidade de linguagem e formas de envio das mensagens, as pessoas ignoram e continuam o percurso, até que, lá na frente acontece o que seria o acidente mas, nesse percurso em especial vem a doença. E então vem a pergunta: De quem é a culpa?</p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres principalmente devem responder a essa pergunta para si mesmas. Com o acumulo de funções e fatores hormonais, elas são as mais atingidas pelos acidentes de percurso que compõem uma lista de nomes bem conhecidos como o infarto de miocárdio, derrame cerebral, alergias, fobias,alterações do ciclo menstrual, enxaquecas, oscilações de peso e muitas outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante de lista tão sugestiva, vale a pena obedecer à ordem de &#8220;pare&#8221; e rever hábitos e conceitos que estão enraizados no dia a dia e prestar atenção na linguagem recebida. Uma vez entendida a mensagem, o estresse já cumpriu sua missão e vai embora a procura de mais alguém em excesso de velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem coisas simples na vida que ajudam e muito nesse processo de reduzir velocidade. Procurar algo que mais identifique com as preferências ou necessidades do momento é de suma importância. Comece ouvindo aquela música tanto gosta e que não teve mais tempo de ouvir. Cante, mesmo que seja embaixo do chuveiro, conte e ouça histórias, principalmente as infantis por conter muita fantasia, magia, imaginação, porque não contar ou ler histórias para os filhos ou sobrinhos? Com certeza quem ler vai gostar muito mais do que quem ouve, procure fazer atividade física, talvez seja hora de retomar o hábito de conversar com amigos, visitar parentes que não vê há muito tempo, mesmo morando na mesma cidade. De repente aquela ou aquele vizinho(a), que você raramente vê e nem sabe o nome, pode se tornar amigo ou amiga de todas as horas, para a vida inteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguém tem que dar o primeiro passo para as mudanças acontecerem. E porque não começar por você? Se precisar procure ajuda profissional, só você sabe o que é melhor para você. Procure viver ao máximo o que te faz feliz. As respostas que precisa para traçar os caminhos estão dentro de cada um, basta querer e buscar entender as mensagens e entender que o estresse é apenas o agente medidor do processo. O sujeito ativo é você.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE;http://www.diariofeminino.com/psicologia/disturbios/materias/culpa-estresse/</p>
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		<title>Vida e morte:lidando com o luto</title>
		<link>https://casule.com/blog/vida-e-mortelidando-com-o-luto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 19:29:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A morte está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A morte está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse adversário do processo de viver.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa visão se baseia em três princípios. Primeiramente, quando se está na vida, é preciso encontrar forças para lutar por ela e a morte elimina qualquer possibilidade de continuidade dentro da mesma perspectiva de antes. Pode-se falar, é claro, da continuidade espiritual, da prevalência das memórias que mantêm viva uma pessoa que se foi. Mas o fato é que a morte interrompe um processo, modificando as possibilidades e os rumos dos envolvidos. Por isso, a batalha entre pulsão de vida e pulsão de morte, coloca muitas vezes as duas em extremidades opostas, apesar da morte estar contida na vida e esta naquela.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo ponto que nos faz temer a morte é o que vem depois dela. De todas as transformações, a morte é a mais definitiva e profunda, arrebatando nosso ser para uma realidade completamente desconhecida. Se há vida depois da morte&#8230; eis uma questão de foro íntimo, uma questão de fé e de percepção de vida. Da perspectiva da Terra, pura e simples, o que há na morte é a saudade e o encerramento de uma história. Se esse encerramento é uma passagem para um mundo diferente do nosso, nem todos conseguem se agarrar a essa esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">E finalmente, o último elemento que nos faz ter repulsa à ideia da morte é a dor. Em qualquer língua, em qualquer época, em qualquer história, dor é dor, e requer muito treino, paciência e aceitação para se tornar construtiva em nossa trajetória. A dor é uma violência para a alma e nos tira do patamar de compreensão que tínhamos até então para nos lançar ao estado do limbo, no qual não se pertence a mundo nenhum, pois a conexão com a realidade fica frágil.</p>
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Processo de luto</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando se perde alguém violentamente, de modo repentino ou inesperado, quem fica permanece nesse limbo por um tempo indeterminado. É comum pessoas em processo de luto por morte abrupta serem tomadas por um estado de catatonia, semelhante a um morto-vivo, ou a um robô, que passa a agir no &#8220;piloto-automático&#8221;, sem domínio ou vontade de controlar suas ações. Uma parte continua vivendo, pois entende ser necessário, mas a outra não está lá. A alma fica dividida e constantemente, o enlutado sente que morreu também e que sua história nunca mais será a mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, nunca mais será, pois a morte marca a alma. Entretanto, estamos na vida para sermos transformados a partir das experiência que o acaso (será?) nos propõe. A superação só se dá a partir de um longo processo e ela não significa esquecer, fingir que não aconteceu ou ainda não sentir dor quando lembrar. Superar significa apenas aceitar e continuar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como aceitar algo que não faz sentido? Algo que não vem com avisos, que não parece ter um por quê dentro da lógica do merecimento? Como aceitar a morte de alguém bom, que tinha uma vida enorme pela frente? E que o destino levou em segundos, sem nos ter orientado para aquele momento? Como continuar sem ter mais vontade de viver, sem ter um sentido que nos norteie?</p>
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Da dor á aceitação</h2>
<p style="text-align: justify;">Podemos tomar como exemplo o caso  do filho de Cissa Guimarães, de 18 anos, levado pelas circunstâncias de modo violento. Uma reação bastante comum inicial seria a de procurar culpados, alguém em quem se possa descarregar a dor. O fato é que isso, além de gerar novas dores, não traz a pessoa de volta. Alguns dizem que buscar justiça traz alívio. Entretanto, no caso de acidentes e não de crimes intencionais, culpabilizar alguém só agrava a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Há fases no processo de aceitação de morte. A estudiosa Elizabeth Kluber-Ross, autora de vários livros sobre o tema, alerta que em geral, diante da morte qualquer ser humano passa por cinco estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Esses estágios não necessariamente são subsequentes, podendo estar misturados e serem vividos ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Negar é não poder ver e usar recursos para afastar a realidade que dói. Entre esses recursos temos uma infinidade de ações: acreditar que o morto ainda voltará, manter todos os objetos dele intactos, como se estivessem à espera do falecido, ou ainda negar a dor da situação, indo se divertir de modo desproporcional ao que o momento pediria, ou entregando-se a algum vício&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ter raiva é querer culpar alguém. É procurar um responsável pela dor. Ter raiva é pensar que poderia ter sido diferente se o fulano não tivesse errado nisso, se o médico tivesse tentado aquilo, se a pessoa que ficou tivesse chegado minutos antes&#8230; A raiva não permite encarar o processo como algo que fugiu do controle, querendo devolver aos mortais o domínio do destino. A raiva é necessária para descarregar, mas é um esforço quase vão que nos liga ao passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Barganhar é tentar negociar com o destino. Fazer magia, fazer promessa, buscar psicografia. Esses recursos são importantes, mas ainda demonstram uma ligação com um passado que não se quer deixar ir. Ouvir uma palavra psicografada não deve ser um recurso proveniente de uma busca desesperada por contato, mas sim, algo que espontaneamente surge, se for essa a crença de quem fica.</p>
<p style="text-align: justify;">A depressão é o último estágio antes da aceitação e não é por acaso. Quem se deprime está mais perto de ver as coisas como elas são e ver a devastação que a morte causou. O perigo desse estágio é o tempo de permanência. A depressão é a maior ladra da vida e por isso deve ser combatida quando o tempo é superior a seis meses e a intensidade tira o enlutado das atividades que o ligam à vida (trabalho, convívio familiar, convívio social, saúde, fé no futuro).</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, a aceitação é o processo que nos torna capazes de ver, tocar, falar sobre a morte e ao mesmo tempo, deixá-la ir para onde tiver que ir, longe de nossos domínios, de nosso controle racional. Deixar ir não significa esquecer, tampouco não sofrer nunca mais. Deixar ir é fazer as pazes com o tempo, com novas chances para quem ficou, com a única certeza de que absolutamente tudo muda e que é preciso se transformar junto com a vida e com a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.personare.com.br/vida-e-morte-lidando-com-o-luto-m780</p>
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