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	<title>tdah adulto - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>tdah adulto - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como lidar com TDAH e Finanças pessoais</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-tdah-e-financas-pessoais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 17:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias para lidar com o TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro precisamos entender, afinal o que é o TDAH? Ele é um transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, do neurodesenvolvimento que possui como característica essencial um padrão de desatenção, desorganização e hiperatividade-impulsividade, o qual se não tratado na infância pode apresentar comprometimentos ao longo da vida adulta, e a área de finanças pode ser [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2022/08/casule-como-lidar-com-tdah-e-financas-pessoais.mp3"></audio></figure>



<p>Primeiro precisamos entender, afinal o que é o TDAH?</p>



<p>Ele é um transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, do neurodesenvolvimento que possui como característica essencial um padrão de desatenção, desorganização e hiperatividade-impulsividade, o qual se não tratado na infância pode apresentar comprometimentos ao longo da vida adulta, e a área de finanças pode ser uma delas.&nbsp;</p>



<p>E porque indivíduos com <a href="https://casule.com/blog/psicologia/funcionamento-do-tdah-em-adultos/">TDAH</a> podem ou enfrentam dificuldades com finanças?</p>



<p>A todo o momento precisamos lidar com situações que envolvem o financeiro, sejam pagamentos, despesas, reservas, aplicações, serviços, diversos recursos que necessitam de organização, disciplina, autocontrole, e esses são fatores os quais indivíduos com <a href="https://casule.com/blog/psicologia/estrategias-para-lidar-com-o-tdah/">TDAH</a> possuem dificuldades de lidar, pois como dito anteriormente, são pessoas que apresentam um padrão persistente de desatenção, desorganização e impulsividade.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, é muito comum que essas pessoas esqueçam de pagar contas, realizem compras e gastos excessivos, uso impulsivo de cartões de crédito. Porém, é importante destacar que esses indivíduos não possuem esses comportamentos por irresponsabilidade, mas sim por uma dificuldade e comprometimento ligados aos processos de organização.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com TDAH e Finanças pessoais</h2>



<p>Alguns comportamentos, como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Realizar um script das finanças, quanto ganha, quanto gasta, quanto precisa poupar, emergências;&nbsp;</li><li>Anotar os compromissos e contas em uma planilha;&nbsp;</li><li>Fazer um planner do que precisa ser feito e cumprido;&nbsp;</li><li>Ativar lembretes no celular ou deixar anotações em lugares com facilidade de visualizar;&nbsp;</li></ul>



<p>Essas são algumas dicas que visam auxiliar de forma prática a lidar com uma de várias questões que envolvem o transtorno. </p>



<p>No entanto, é preciso lembrar que o TDAH, assim como muitos transtornos, possuem sua complexidade e existe tratamento, por isso, se precisar busque por uma ajuda profissional.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="terapia-casule">Terapia Online Casule</h2>



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		<title>O funcionamento do TDAH em adultos</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/funcionamento-do-tdah-em-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 15:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[tdah adulto]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, conhecido como TDAH, é um transtorno do neurodesenvolvimento que apresenta como característica essencial um padrão persistente de desatenção, desorganização e/ou hiperatividade-impulsividade, o qual costuma persistir na vida adulta resultando no comprometimento do funcionamento social, acadêmico e profissional.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/08/O-funcionamento-do-TDAH-em-adultos.mp3"></audio><figcaption>  Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo. </figcaption></figure>



<p>O Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, conhecido como TDAH, é um transtorno do neurodesenvolvimento que apresenta como característica essencial um padrão persistente de desatenção, desorganização e/ou hiperatividade-impulsividade, o qual costuma persistir na vida adulta resultando no comprometimento do funcionamento social, acadêmico e profissional.</p>



<p>Indivíduos com TDAH comumente apresentam baixa inibição, baixo autocontrole e “alterações” em relação às funções executivas, sendo esses três aspectos correlacionados entre si. Por exemplo, a baixa inibição caracteriza-se pela dificuldade em “parar para pensar” no comportamento que está prestes a realizar, como agir com impulsividade ao falar e fazer algo “sem pensar”.</p>



<p>O baixo autocontrole, pode se manifestar através de um comportamento de fuga, como não conseguir terminar uma tarefa por se sentir entediado ou impaciente com facilidade, assumir compromissos sem ter ouvido com atenção e pensado nas possibilidades de realizar ou não. E por fim, as funções executivas, que são habilidades mentais que utilizamos diariamente para nos autodirecionar, envolvendo aspectos da memória, planejamento, controle emocional e inibição.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, o indivíduo que tem TDAH pode apresentar dificuldades como a noção de tempo e esquecimento de tarefas, o que desencadeia um sentimento de frustração constante. Devido à dificuldade de autorregulação, em diversas situações por reagirem de forma automática e imediata, acabam sendo rotulados como pessoas agressivas, inconsequentes ou imaturas, por exemplo.</p>



<p>É fundamental promover estratégias que possam promover o autocontrole e a capacidade de direcionar de forma mais funcional suas ações, permitindo minimizar a impulsividade e suas consequências. Desenvolver habilidades que permitem parar e avaliar as opções para reagir às situações, proporciona tomada de decisões mais adequadas, sendo possível também estabelecer planejamentos e organização, minimizando o sentimento de frustração citado anteriormente. </p>



<p>O TDAH tem tratamento! Por isso, busque o auxílio de um profissional Psicólogo e/ou Psiquiatra. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



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		<title>Cabeça nas nuvens: o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)</title>
		<link>https://casule.com/blog/cabeca-nas-nuvens-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2016 11:13:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O TDAH não termina na infância. Ao contrário do que se supunha há alguns anos, pode prosseguir pela adolescência e chegar à idade adulta. Inúmeras pesquisas têm indicado nos últimos anos que, diferentemente do que se pensava, os sintomas do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDA/H) não desaparecem na adolescência. A característica essencial desse problema de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O TDAH não termina na infância. Ao contrário do que se supunha há alguns anos, pode prosseguir pela adolescência e chegar à idade adulta. Inúmeras pesquisas têm indicado nos últimos anos que, diferentemente do que se pensava, os sintomas do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDA/H) não desaparecem na adolescência. A característica essencial desse problema de saúde mental é um padrão persistente e acentuado de desatenção e/ou hiperatividade. Estudos longitudinais mostram que o TDA/H persiste na vida adulta em torno de 60% a 70% dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno pode ser diagnosticado tanto em crianças como em adolescentes e adultos. Estudos nacionais e internacionais apontam prevalência de 3% a 6% nas crianças em idade escolar e de até 5% em adolescentes e adultos. De forma geral, pessoas com TDA/H tendem a apresentar dificuldades de concentração, problemas de aprendizado, distúrbios motores e de comportamento, instabilidade, hiperatividade e retardos da fala.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a maioria dos indivíduos apresente sintomas tanto de desatenção como de impulsividade, em alguns há predominância de um ou outro padrão. Fatores preditivos da persistência nos adultos incluem história familiar de TDA/H, comorbidade psiquiátrica e adversidades psicossociais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">SINAIS COMUNS</h2>
<p style="text-align: justify;">Crianças com o transtorno não conseguem ficar sentadas em sala de aula e prestar atenção por muito tempo. Com freqüência, são rejeitadas por colegas em razão da inquietude, agravada pelos comportamentos impulsivos. Se não há intervenção, os problemas acadêmicos e sociais tendem a piorar, levando a conseqüências adversas no futuro.<br />
Além de desatenção, hiperatividade e impulsividade – consideradas os principais sintomas –, outra manifestação comum é a pouca coordenação motora, a ponto de, muitas vezes, os pais rotularem os filhos de desajeitados ou desastrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, as crianças com o distúrbio apresentam tendência de movimentação constante: agitam as mãos ou os pés, remexem-se na cadeira, abandonam seu lugar para correr ou escalar (muros, móveis etc.), sobretudo em situações em que isso é inapropriado. Falam demais ou têm dificuldade de brincar e permanecer em silêncio durante determinadas atividades de lazer que requerem esse comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os sinais de desatenção estão os problemas para se fixar em detalhes ou a propensão a erros por descuido em atividades intelectuais. Esses meninos e meninas não conseguem acompanhar instruções longas e/ou terminar os deveres escolares ou domésticos nem organizar as tarefas; relutam em envolver-se em atividades que exijam esforço mental por longo período (como ler textos extensos ou livros sem gravuras) ou as evitam; distraem-se facilmente com estímulos alheios às tarefas ou atividades diárias que estão executando, muitas vezes chegando a esquecer-se delas.</p>
<p style="text-align: justify;">A desatenção leva à distração, ao “sonhar acordado” e à dificuldade de persistir em uma única tarefa por um período mais prolongado. Como a atenção é desviada de um estímulo a outro, com freqüência os pais e os professores dizem que esses jovens agem como se não ouvissem ou como se vivessem com a cabeça nas nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da puberdade, os sintomas de TDA/H mudam. A maioria dos adolescentes não apresenta hiperatividade, por exemplo. Entretanto, grande número manifesta persistência sintomática especificamente de déficits de função executiva, incluindo dificuldades organizacionais na administração do tempo, no planejamento, no processo de tomada de decisões, que podem causar prejuízos significativos em diversas áreas. O desaparecimento total dos sintomas é raro – mas podem ser controlados.</p>
<p style="text-align: justify;">Adultos ou adolescentes com TDA/H nem sempre conseguem manter a atenção em reuniões, leituras e trabalhos tediosos, tendem a ser lentos e ineficientes, a adiar suas tarefas (muitas vezes deixando-as para a última hora) e a manejar o tempo de forma deficiente, o que os leva a ser desorganizados e a sentir-se sobrecarregados. Dependendo da intensidade dos sintomas, têm pouca habilidade para gerenciar emoções. Costumam, por exemplo, romper relacionamentos de maneira impulsiva, perder ou abandonar empregos de modo súbito e envolver-se em acidentes com maior freqüência que a maioria das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, é comum apresentarem um histórico de fracassos ao longo da vida (com evidente comprometimento da auto-estima) em decorrência das dificuldades que encontram na comunicação efetiva com seus interlocutores, na organização de rotinas pessoais e domésticas, na finalização de estudos ou especialização, na obtenção e manutenção de um bom emprego e no desenvolvimento da intimidade nas relações amorosas. Também exibem problemas na administração das finanças pessoais e no manejo do uso de substâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, estão mais predispostos a comportamento delinqüente, abuso de drogas ou alcoolismo do que aqueles que não têm TDA/H. A prevalência de risco de abuso/dependência de drogas é de 54% entre adultos portadores do transtorno e de 27% entre não-portadores. Habitualmente, o uso de substâncias é iniciado com álcool ou tabaco, seguido por maconha ou outra droga de abuso.<br />
O tratamento, porém, do TDA/H reduz as possibilidades de abuso/dependência de drogas à metade, ou seja, para o mesmo nível da população geral. O diagnóstico de TDA/H em adolescentes e adultos requer cuidadosa análise da história clínica, obtida por intermédio do relato do paciente acerca de seus sintomas e do impacto deles em sua vida. Em geral, do ponto de vista psiquiátrico, buscam-se informações sobre o início do transtorno na infância, sobre a persistência ao longo da vida e a ocorrência atual dos sintomas, considerando a adaptação dos critérios da quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), da Associação Psiquiátrica Americana (APA), para a vida adulta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">FATORES DE RISCO</h2>
<p style="text-align: justify;">Escalas de avaliação para adultos têm sido adaptadas no Brasil por pesquisadores sob recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), caso de Paulo Mattos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que tem se dedicado ao estudo e tratamento do TDA/H em adolescentes e adultos. Fatores de risco e de proteção devem ser examinados com cuidado, como os psicossociais, cognitivos, educacionais e familiares. É preciso levar em conta também a possibilidade de outros diagnósticos psiquiátricos concomitantes, visto que é freqüente a presença de diversas patologias psiquiátricas comórbidas ao TDA/H, como transtornos de conduta, do humor e de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere ao tratamento, nos últimos dez a 20 anos houve aumento no uso de fármacos, sobretudo de estimulantes, com orientação da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e do Adolescente para um monitoramento sistemático dos efeitos da medicação no comportamento. Mais recentemente, os estudos têm enfocado a eficácia de terapias medicamentosas e não-medicamentosas.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem sido a principal modalidade não-medicamentosa citada na literatura internacional, pois atua nos principais déficits comportamentais do portador de TDA/H, como os de comportamento inibitório, de auto-regulação da motivação, de organização e planejamento, além de direcionar o paciente a um objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isso deve ocorrer concomitantemente a mudanças ambientais. A orientação à família e seu engajamento no tratamento de TDA/H, em especial no caso de crianças e adolescentes, auxiliam no entendimento de que não se trata de rebeldia ou preguiça. É fundamental explicar para os pais as multifacetadas razões pelas quais o filho tem determinados comportamentos e sintomas, e encorajá-los a participar da intervenção possibilita o aumento da aderência ao tratamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">SISTEMA DE ATENÇÃO</h2>
<h3 style="text-align: justify;">FUNCIONAMENTO CEREBRAL</h3>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3376" src="https://www.casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1.jpg" alt="cabecabox1" width="600" height="438" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1.jpg 349w, https://casule.com/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1-300x219.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A atividade incomum em algumas regiões do cérebro está associada à inatenção e/ou impulsividade. Essas áreas fazem parte do sistema atencional anterior (em verde), que depende do neurotransmissor dopamina, ou do posterior (em amarelo), dependente da noradrenalina. Com o passar dos anos os sintomas do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade mudam de apresentação. A agitação motora típica das crianças hiperativas (como retratada no alto, à direita) em geral desaparece na adolescência; por outro lado, nesta fase, persistem os déficits de função executiva.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CAUSAS INCERTAS</h3>
<p style="text-align: justify;">O TDA/H tem sido alvo de estudos de diversos grupos de pesquisadores principalmente a partir da década de 90. As causas do transtorno, porém, ainda não são totalmente conhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A base neurobiológica do transtorno é um dos aspectos mais estudados, e sugerem-se influências múltiplas, relativas à modulação e expressão de neurotransmissores dopaminérgicos e noradrenérgicos, de base genética e neuromaturacional. Acredita-se que vários genes sejam responsáveis pela vulnerabilidade genética ao distúrbio, à qual se somam anormalidades estruturais e disfunção neuroquímica relacionadas aos circuitos subcorticais, parietais e frontais.</p>
<p style="text-align: justify;">Questões ambientais atuantes no funcionamento adaptativo e na saúde emocional da criança e do adolescente parecem ter participação importante no surgimento e manutenção dos sintomas. Esses fatores são encontrados principalmente em famílias com ocorrência de grande desentendimento e de transtornos mentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas questões psicossociais como discórdia conjugal severa, variáveis sociodemográficas, faixa etária dos pais, nível cultural familiar, psicopatologia materna e institucionalização da criança ou do jovem em lar adotivo podem desencadear o desenvolvimento da condição.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas mostram que os pais de indivíduos com esse transtorno muitas vezes se tornam demasiadamente diretivos e negativos em sua forma de educar, alterando o funcionamento psicossocial da família. Nesse contexto, as figuras parentais passam a se ver como incapazes ou menos habilidosas em desempenhar seu papel, o que também causa stress e discórdia conjugal.</p>
<p style="text-align: justify;">A proporção entre meninos e meninas portadores de TDA/H varia, segundo os estudos. Parece haver maior prevalência no sexo masculino do que no feminino, mas muitos autores relatam que as meninas tendem a apresentar o tipo predominantemente desatento em vez de hiperativo, causando menos incômodo à família e à escola, sendo menos encaminhadas para atendimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;">PARA CONHECER MAIS</h3>
<p style="text-align: justify;">Princípios e práticas em TDA/H. L. A. Rohde e P. Mattos (orgs.). Artmed, 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em adultos. P. Mattos, em SNC em Foco, vol. 2, nº 1, págs. 26-28, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/cabeca_nas_nuvens.html</p>
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		<title>A tecnologia dando suporte ao TDAH</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-tecnologia-dando-suporte-ao-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 22:00:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na correria em que vivemos nos dias de hoje, fica cada vez mais difícil se organizar. Se é difícil para uma pessoa que não tem TDAH, imagine para quem tem o transtorno. Frases como “esqueci-me da minha consulta!”, “o que eu tinha para fazer hoje a noite mesmo…?” e “onde eu gastei todo o meu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/tdah-adultos.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2397" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/tdah-adultos.jpg" alt="tdah-adultos" width="600" height="522" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/tdah-adultos.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/tdah-adultos-300x261.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na correria em que vivemos nos dias de hoje, fica cada vez mais difícil se organizar. Se é difícil para uma pessoa que não tem TDAH, imagine para quem tem o transtorno. Frases como “esqueci-me da minha consulta!”, “o que eu tinha para fazer hoje a noite mesmo…?” e “onde eu gastei todo o meu salário?!” são cada vez mais frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas dizem que a tecnologia só serviu para deixar a nossa vida mais acelerada e dispersa. Em parte, é verdade, mas não podemos negar os benefícios que ela também nos traz, funcionando, na maior parte do tempo, a nosso favor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem possui celulares com o sistema operacional Android ou iOs (iPhone), principalmente, pode desfrutar de diversos aplicativos que ajudam no dia a dia da pessoa com TDAH. É possível baixar gratuitamente diversos programas para o seu celular para ajudá-lo nas mais variadas tarefas: organizar seu dia, controlar gastos mensais, fazer anotações rápidas sobre alguma palestra, dentre outros. Alguns aplicativos, inclusive, vem com dicas específicas para pessoas com TDAH. Como estes programas vem, em sua maioria, com um alarme embutido, fica mais fácil da pessoa não esquecer aquele compromisso importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Listamos abaixo alguns aplicativos, seu sistema operacional e link. Alguns aplicativos já existem na versão em português e outros em inglês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ADHD Angel</strong>  &#8211; Em inglês &#8211; Para iPhone / iPad &#8211; Aplicativo para o manejo do TDAH em todos os âmbitos: social, escolar, sentimental, em casa, etc. Muito útil para ajudar na organização. Disponível, até então, para iPhone. Gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evernote</strong> &#8211; Em português &#8211; Para iPhone / iPad, Android e Windows Phone &#8211; Aplicativo para fazer anotações e lembretes sobre tudo e qualquer coisa. Alem de você não esquecer nada, ainda é possível sincronizar seus documentos em diversas plataformas: PC, aparelhos da Apple, Windows Phone, etc. Gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instapaper</strong> &#8211; Em inglês  &#8211; Para iPhone / iPad, Android, PC &#8211; Ferramenta para guardar páginas visitadas importantes da web e visualizá-las depois. Basta criar uma conta grátis e começar a usar. Só não esqueça de anotar (que tal o Evernote?) para lembrar-se de ver a página depois! Gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Money Wiz</strong> &#8211; Em português &#8211; Para iPhone / iPad &#8211; Aplicativo para ajudar a controlar as finanças pessoais. Pago.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Finanças Pessoais</strong> &#8211; Em português &#8211; Para Android &#8211; Como diz o nome, é outro aplicativo para ajudar no controle das finanças pessoais, dessa vez para os usuários da plataforma Android, do Google. Gratuito.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.tdah.org.br/br/dicas-sobre-tdah/dicas-para-adultos/item/973-a-tecnologia-dando-suporte-ao-tdah.html</p>
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		<title>TDAH na vida adulta: o que é?</title>
		<link>https://casule.com/blog/tdah-na-vida-adulta-o-que-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 18:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[desatenção]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TDAH na vida adulta: comum na infância, transtorno afeta de 2% a 6% da população em idade produtiva. Falar ao celular, comer, ler, mexer no computador, abrir a janela do quarto&#8230; Você tem o hábito de fazer várias coisas ao mesmo tempo e qualquer ruído normalmente o incomoda? Então, há grandes chances de ser um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-tdah-adulto.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2042 size-full" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-tdah-adulto.jpg" alt="casule-psicologia-tdah-adulto" width="600" height="424" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">TDAH na vida adulta: comum na infância, transtorno afeta de 2% a 6% da população em idade produtiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar ao celular, comer, ler, mexer no computador, abrir a janela do quarto&#8230; Você tem o hábito de fazer várias coisas ao mesmo tempo e qualquer ruído normalmente o incomoda? Então, há grandes chances de ser um portador de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Mais comum na infância, o distúrbio passa despercebido nos primeiros anos de vida e os sintomas e desconfortos acabam tornando-se evidentes na fase adulta. As consequências podem influir diretamente no seu desempenho: dados recentes apontam que adultos com TDAH perdem, em média, 35 dias de trabalho por ano, além de gastar o dobro de tempo para realizar as tarefas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas mais comuns na vida adulta são problemas de desatenção para tarefas simples do cotidiano e do trabalho, bem como a memória. Não raro, os hiperativos são esquecidos, inquietos, impulsivos e vivem mudando de assunto. Por ter dificuldade em avaliar o próprio comportamento, podem ser considerados egoístas. Em 80% dos casos, a origem é genética. Um parente de primeiro grau tem o risco em apresentar o transtorno aumentado de duas a oito vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Desatenção, hiperatividade e impulsividade estão entre os principais sintomas do TDAH. “O diagnóstico de TDAH em adultos é oficialmente reconhecido e atualmente há um corpo sólido de conhecimento científico evidenciando que a doença se mantém ao longo da vida, contrariando a ideia de que persistia apenas até a adolescência. A modificação ou atenuação dos sinais de hiperatividade e por vezes também os de impulsividade fazem do quadro no adulto um transtorno com predomínio de sintomas cognitivos, em contraposição ao quadro predominantemente motor e comportamental na infância”, ressalta o diretor da Associação Psiquiátrica de Brasília (APBr), Carlos Guilherme da Silva Figueiredo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">DIAGNÓSTICO</h2>
<p style="text-align: justify;">O especialista explica que problemas emocionais e de relacionamento comuns nessas pessoas, somado aos diversos transtornos que aparecem depois do TDAH, dificultam o diagnóstico e requerem do profissional uma maior perícia e familiaridade para lidar com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">O manual diagnóstico e estatístico dos transtornos mentais (DSM) classifica a síndrome em três tipos: TDAH com predomínio de sintomas de desatenção; TDAH com predomínio de sintomas de hiperatividade/impulsividade e TDAH combinado. “Adultos com TDAH mantêm a tríade de sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade em graus variados. Eles apresentam, com frequência, comprometimento das funções executivas, incluindo ativação para as tarefas, persistência, planejamento, organização, automonitoramento, controle de impulsos, estabelecimento de prioridades, tomada de decisões e integração de diferentes atividades mentais de momento a momento. Em termos práticos, esse comprometimento acarreta problemas na estimativa e uso do tempo, com o cumprimento de obrigações, e dificuldades de colocar na vida prática proposições e combinações feitas no plano teórico. Essas funções têm um papel cada vez mais importante à medida que o indivíduo amadurece e passa a ser exigido em sua capacidade de autonomia para tomar decisões e resolver problemas do cotidiano”, acrescenta o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">PREVALÊNCIA</h2>
<p style="text-align: justify;">O distúrbio não é novo nem reflexo da vida cada dia mais corrida. Já no século 19 passou a ser descrito por especialistas. Desde a década de 1980, passou a surgir nas classificações internacionais. O primeiro medicamento estimulante, principal forma de tratamento, foi liberado para comercialização no Brasil apenas em 1998. “Nas últimas duas décadas, o interesse, as pesquisas e o conhecimento sobre o tema aumentaram significativamente”, aponta Figueiredo.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevalência na infância e adolescência varia entre 3% e 5%, enquanto nos adultos varia de 2% a 6%. Se não tratado, o distúrbio pode levar ainda a uma série de problemas comportamentais que impactam na saúde, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma de tratamento mais utilizada envolve uma abordagem múltipla, englobando psicoterapia e prescrição de medicamentos com metilfenidato e antidepressivos. A eficácia do método é de 80% em média, segundo a ABP. O que depende de cada caso. “Além da redução da desatenção, da hiperatividade e da impulsividade, o tratamento melhora os comportamentos associados ao transtorno, como o desempenho acadêmico, no trabalho e o funcionamento social”, acrescenta Silva. Estudos recentes demonstram que a prevalência de TDAH é parecida em diferentes regiões do mundo, o que descarta fatores culturais ou geográficos relacionados a sua origem.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais os perfis mais comuns de adultos com TDAH no Brasil?</h3>
<p style="text-align: justify;">Descuido nas atividades, falta de organização, dificuldade em manter a concentração e atenção, inquietude, impulsividade e hiperatividade são apenas alguns dos sintomas típicos do adulto com TDAH.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Geralmente, são bem ou malsucedidos nos âmbitos social e profissional?</h3>
<p style="text-align: justify;">A instabilidade profissional, maior índice de desemprego e de desistência e evasões de universidades e cursos profissionalizantes, perdas e descuidos para datas e reuniões importantes, dificuldade para expressar suas ideias e para planejar-se, além de um rendimento abaixo da capacidade intelectual, são comuns em adultos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quais são as formas mais eficazes de tratamento para se amenizarem os efeitos, sobretudo no trabalho?</h3>
<p style="text-align: justify;">O tratamento do transtorno envolve uma abordagem múltipla, englobando intervenções psicossociais e psicofarmacológicas, com eficácia no tratamento de até 80%. Além da redução da desatenção, da hiperatividade e da impulsividade, o tratamento melhora os comportamentos associados ao transtorno, como o desempenho acadêmico, no trabalho e o funcionamento social.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O que é o TDAH?</h3>
<p style="text-align: justify;">É um transtorno neurobiológico, geralmente de causas genéticas, que aparece na infância e pode acompanhar o indivíduo por toda a vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Às vezes é chamado de Distúrbio do Déficit de Atenção (DDA). Em inglês, é ADD, ADHD ou de AD/HD. É reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como os EUA, os portadores são protegidos por lei para receberem tratamento diferenciado na escola.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Sintomas</h3>
<p style="text-align: justify;">– Desatenção<br />
– Hiperatividade e impulsividade</p>
<h3 style="text-align: justify;">Causas</h3>
<p style="text-align: justify;">– Estudos apontam predisposição genética e alterações nas substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios) na região frontal do cérebro<br />
– Hereditariedade<br />
– Substâncias ingeridas na gravidez, como nicotina e álcool<br />
– Sofrimento fetal<br />
– Exposição a chumbo<br />
– Problemas familiares</p>
<h3 style="text-align: justify;">Tratamento</h3>
<p style="text-align: justify;">Varia de acordo com a presença de mais doenças ou outros males associados. Consiste em psicoterapia e na prescrição de metilfenidato (medicamento psicoestimulante) e antidepressivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2015/01/26/noticia_saudeplena,152032/tdah-na-vida-adulta-comum-na-infancia-transtorno-afeta-de-2-a-6-da.shtml</p>
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