<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>terapia de familia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/terapia-de-familia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/terapia-de-familia/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2020 21:07:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>terapia de familia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/terapia-de-familia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Estou grávida, e agora?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/estou-gravida-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2017 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de grávida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=5690</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descobrir uma gravidez é algo complexo e paradoxal, ao mesmo tempo que a mulher fica extremamente feliz, se sente realizada e plena por se tornar mãe, também é o início de diversos medos, inseguranças, pensamentos e preocupações. A alegria e a realização da maternidade, dividem espaço com várias dúvidas, “será que serei uma boa mãe?”, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/estou-gravida-e-agora/">Estou grávida, e agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descobrir uma gravidez é algo complexo e paradoxal, ao mesmo tempo que a mulher fica extremamente feliz, se sente realizada e plena por se tornar mãe, também é o início de diversos medos, inseguranças, pensamentos e preocupações. A alegria e a realização da maternidade, dividem espaço com várias dúvidas, “será que serei uma boa mãe?”, “vou dar conta?”, “será que foi o momento certo?”.</p>
<p>Somado a isso, o corpo sofre modificações, os hormônios ficam alterados podendo afetar o apetite, o sono e o humor. Com o passar dos meses, surge o ganho de peso, as dores nas pernas, os inchaços, a preocupação com a aparência, com o trabalho e com o desenvolvimento do bebê.</p>
<h2>É normal ficar ansiosa?</h2>
<p>Sim, é normal sentir-se ansiosa, é uma nova fase, geralmente as mudanças causam ansiedade. Além do mais, a mulher adquire um novo papel social, o de mãe. Essa função é atrelada de significados, sensações, expectativas, crenças e comparações.</p>
<p>Por outro lado, surge a alegria das outras pessoas, o cuidado, o interesse e também os famosos conselhos e pitacos “cuidado com as saladas dos restaurantes”, “come canjica que ajuda a dar leite”, entre outros. A nova mamãe pode ficar ansiosa com o tipo de alimentação adequada, como ficará sua vida sexual, ter receio de doenças que afetem a criança, entre outras questões.</p>
<p>Com isso tudo na cabeça, a mãe precisa de apoio para que a ansiedade não ultrapasse um padrão de normalidade da fase. A mulher precisa, nesse momento, de suporte, cuidados específicos, relações humanas positivas que proporcionem um equilíbrio emocional.</p>
<p>É fundamental o acompanhamento médico durante o pré-natal, para monitorar a saúde da mãe e da criança. Informar-se sobre o assunto e esclarecer as dúvidas com o médico, resulta em confiança e diminuição da ansiedade.</p>
<h2>E se eu precisar de ajuda?</h2>
<p>Precisar de ajuda durante a gravidez, não é sinônimo de fracasso e sim de zelo consigo mesmo e com a saúde do seu filho. Pode ocorrer que a ansiedade esteja insuportável, excessiva, que você sinta-se cansada, estressada, com medo, com problema de auto-estima, configurando-se em um transtorno de ansiedade.</p>
<p><strong>Os transtornos de ansiedade necessitam de tratamento médico e psicoterapêutico. A psicoterapia proporcionará bem-estar tanto para a paciente como para sua criança.</strong></p>
<p>As técnicas cognitivas comportamentais auxiliarão na capacidade da mãe lidar com a ansiedade no decorrer da gravidez, parto e puerpério. No ambiente terapêutico a paciente se beneficiará de um espaço dela, livre de julgamentos, no qual seus pensamentos e medos serão acolhidos de forma confidencial e segura.</p>
<p>Na terapia serão trabalhados os pensamentos, os medos, as preocupações, a auto-estima e o manejo da ansiedade. Proporcionando assim, uma tranquilidade para vivenciar esse momento único e especial que é almejado por diversas mulheres.</p>
<h3>Como me manter tranquila para o bem-estar do bebê?</h3>
<ul>
<li>
<h4>Respirar, realizar atividades que proporcionem relaxamento e prazer.</h4>
</li>
<li>
<h4>Seguir as orientações médicas, cuidar da saúde física e mental, praticar exercícios físicos adequados para a gravidez e alimentar-se de forma saudável.</h4>
</li>
<li>
<h4>Orientar-se por meio de fontes confiáveis, um curso de gestantes pode auxiliar na insegurança.</h4>
</li>
<li>
<h4>Não se cobrar tanto, diminuir as expectativas em relação a gravidez.</h4>
</li>
<li>
<h4>Ouvir experiências positivas de outras mães, filtrar as recomendações alheias e emitir sua opinião de forma assertiva.</h4>
</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/estou-gravida-e-agora/">Estou grávida, e agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A importância da Psicologia nos dias atuais</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[despressão]]></category>
		<category><![CDATA[problemas no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia individual jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do sono]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4643</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Psicólogo, serve de guia pelos caminhos tortuosos da vida, ajudando: a lidar com problemas passados para que não mais o assombrem, a enfrentar os problemas da vida com mais firmeza e segurança, e adquirir maior conhecimento sobre si mesmo.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/">A importância da Psicologia nos dias atuais</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Psicólogo,&nbsp;serve de guia&nbsp;pelos caminhos&nbsp;tortuosos da&nbsp;vida, ajudando: a&nbsp;lidar com&nbsp;problemas&nbsp;passados para&nbsp;que não mais o&nbsp;assombrem, a&nbsp;enfrentar os&nbsp;problemas da&nbsp;vida com mais&nbsp;firmeza e&nbsp;segurança, e&nbsp;adquirir maior&nbsp;conhecimento&nbsp;sobre si mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a Psicologia?</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/U-w215j5wB4" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano com seus&nbsp;processos mentais e o Psicólogo, é o profissional que procura compreender este&nbsp;comportamento e também, o pensamento das pessoas quando possuem algum tipo&nbsp;de conflito ou distúrbio psicológico, faz isto através de uma técnica chamada&nbsp;Psicoterapia (que consistem em sessões em regra semanais), com o objetivo de&nbsp;buscar uma adequada saúde mental, na promoção de uma boa qualidade de vida.</p>



<p>Já se foi o tempo em que pensavam que <a href="https://casule.com/resistencia-a-psicoterapia/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Psicólogo é coisa para louco</a>, aliás&nbsp;nem foi por causa da ‘loucura’ que a Psicologia surgiu, e a cada dia mais aumenta a&nbsp;procura da psicoterapia nas clínicas e consultórios, inclusive sendo relatada em&nbsp;novelas da atualidade.</p>



<p>A Psicologia Clínica&nbsp;diminui o <a href="https://casule.com/trauma-emocional/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">sofrimento&nbsp;emocional</a> e possibilita&nbsp;que a pessoa se&nbsp;conheça melhor,&nbsp;mudando assim seu&nbsp;modo de agir que a&nbsp;angustia, havendo a&nbsp;compreensão do&nbsp;mundo que a envolve.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-1024x683.jpg" alt="Psicologia Terapia Individual" class="wp-image-5434" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-980x653.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano.</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as áreas de atuação da psicologia?</h2>



<p>A Psicologia conquistou várias <a href="https://casule.com/a-psicologia-e-suas-diferentes-areas-de-atuacao/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">áreas de atuação</a> e muitas delas nem são&nbsp;conhecidas pela maioria da população, dentre todas essas, a mais manifesta de todas&nbsp;é a Psicologia Clínica, pois foi a primeira a se destacar em todos os âmbitos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg" alt="terapia-casule" class="wp-image-6165" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Nem todas as áreas da psicologia são&nbsp;conhecidas pela população.</figcaption></figure></div>



<p>Dentro da Clínica, trabalha-se com as mais diferentes questões, como crises&nbsp;existenciais (“não me entendo, queria me conhecer melhor”, “não estou feliz comigo&nbsp;mesmo”, “não consigo escolher uma faculdade”, “meu casamento vai mal”, entre&nbsp;outras), apoio em situações traumáticas (assaltos, morte, separações da família,&nbsp;divórcios, etc.), momentos especiais (preparação para aposentadoria, pré-natal, pós-parto, cirurgias em geral, mudança de Cidade, …) e até o aparecimento de doenças&nbsp;dos mais variados graus e intensidades como: ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, transtorno obsessivo-compulsivo, esquizofrenia, transtorno bipolar, fobias,&nbsp;transtornos dissociativos, etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando fazer terapia</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/aPznd4OVmxQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>A terapia pode ser importante em diversas fases do desenvolvimento, como na&nbsp;infância: desde as pequenas preocupações dos pais, até quadros de maiores&nbsp;prejuízos emocionais. Como exemplo, desde a entrada na Escola com a adaptação no&nbsp;mundo cognitivo; retirada de fraldas, mamadeiras, chupetas; enurese, encoprese;&nbsp;terror noturno; até transtornos de aprendizagem – dificuldade na leitura, matemática,&nbsp;escrita, rendimentos baixos de escolaridade; habilidades motoras; problemas na&nbsp;comunicação; déficit de atenção-hiperatividade; comportamento agressivo, desafiador,&nbsp;avesso às regras de convivência social; transtornos globais do desenvolvimento;&nbsp;tiques; depressão; ansiedade; fobias, etc.</p>



<p>A <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-criancas-e-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adolescência</a>, por ser um período de intensas modificações e atividades,&nbsp;diversas transformações de comportamento, podem ser avaliadas muitas atitudes,&nbsp;erroneamente como patológicas. Curiosidade, euforia, podem gerar medo e&nbsp;inadequação; ter que adquirir responsabilidades, novas posições, escolha de&nbsp;caminhos, podem trazer sofrimentos; atitudes exageradas, humores flutuantes;&nbsp;cuidados alimentares e com o corpo; … todas essas questões que podem ser lidadas&nbsp;na psicoterapia de uma maneira saudável. Incluindo fatores patológicos como, uso de&nbsp;drogas e também transtornos psicopatológicos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg" alt="A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule" class="wp-image-15711" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>A terapia pode ajudar também na transição da adolescência para a fase adulta.</figcaption></figure></div>



<p>Na vida adulta, o <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-casalquando-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relacionamento conjugal</a>, problemas no trabalho, dificuldades&nbsp;familiares, descontentamento pessoal, angústias, ansiedades, depressões, estresse,&nbsp;medos, ciúmes, rotinas diárias, inclusive quadros de humor, disfunções sexuais,&nbsp;transtornos do sono, uso de álcool, drogas em geral, doenças orgânicas com afetação&nbsp;emocional,… são muitos os motivos que levam à terapia, na busca do auto&nbsp;entendimento, autoaceitação e melhora pessoal, consequentemente como reflexo,&nbsp;melhorando o ambiente que o envolve e trazendo auto confiança e maior assertividade&nbsp;de suas atitudes.</p>



<p>Concluindo, havendo a resolução dos problemas psicológicos, se estabelece&nbsp;assim uma situação melhor de relacionamento com a sociedade, família e consigo&nbsp;mesmo, promovendo então, um equilíbrio com seus pensamentos, desejos e&nbsp;sentimentos.</p>



<p>Bora conversar? <strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Marque sua consulta</a></strong>!</p>



<p>FONTE: http://institutoglobalsaude.com.br/site/a-importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/">A importância da Psicologia nos dias atuais</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crise no casamento: como lidar com este problema familiar</title>
		<link>https://casule.com/blog/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 20:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4625</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, reconhecimento e gratidão pelo parceiro Foto: Dreamstime Lembra da crise que arrasava o casamento aos sete anos? Ela agora dá as caras aos três. Se os carinhos e planos em comum deram lugar a despachos burocráticos, o beijo na boca migrou para a testa e vocês já não [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/">Crise no casamento: como lidar com este problema familiar</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="destaque_materia">
<p class="destaque_materia" style="text-align: justify;">Não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, reconhecimento e gratidão pelo parceiro<br />
Foto: Dreamstime</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Lembra da crise que arrasava o casamento aos sete anos? Ela agora dá as caras aos três. Se os carinhos e planos em comum deram lugar a despachos burocráticos, o beijo na boca migrou para a testa e vocês já não dormem de conchinha, a relação pode precisar de uma reforma urgente.  Salvar um casamento exige entrega, compromisso e dedicação. “Ambos devem ter focos de interesse individual para se tornarem atraentes para o outro, claro. Mas também precisam investir na vida a dois, com gestos de atenção, carinho, respeito e erotismo”, explica a terapeuta de casal Lana Harari. Para a sexóloga Ana Canosa, os sinais de que a relação não anda bem são claros, porém, muitas vezes, fingimos que não os vemos. As rachaduras na intimidade se manifestam pelo distanciamento sexual, pelo excesso de críticas ácidas – disparadas na hora errada – e pelo baú de mágoas que o diálogo não esvazia. “Quando a comunicação se perde, a conversa vira motivo para cobrar e desmerecer o outro ou é substituída pelo silêncio”, afirma. Mesmo com infiltrações diversas, o casamento ainda pode ter conserto se a base amorosa for resistente, avalia Lana. “Desistir de tentar faz a separação vir acompanhada de frustração e culpa.” Antes que a casa caia, identifique os sinais de alerta e prepare-se para uma boa reforma. Confira algumas dicas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Não brigue na frente dos filhos</h2>
<p style="text-align: justify;">Conflitos mal resolvidos acabam em brigas. Com dificuldade de solucionar pendências amigavelmente, tudo termina em crítica. “É uma chatice. Para aquele que martela, não toca outro disco, e para quem é martelado e tem a intimidade exposta”, diz Ana. É preciso entender o motivo da exposição. Aquele que critica, normalmente, está se sentindo menosprezado e resolve desmerecer o par como defesa. Agora imagine os filhos assistindo isto? É melhor poupar as crianças, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica: </em>não caia na armadilha de lavar roupa suja fora de casa. Se seu parceiro cair, seja qual for a motivação dele, não retruque: converse mais tarde, a sós. É difícil, mas espere. Depois de algum tempo as marteladas perderão força. Outro conselho é serenidade para trocar as críticas por elogios, reforçando as qualidades de cada um.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Infiltrações na convivência</h2>
<p style="text-align: justify;">As horas extras no escritório interessam mais do que o tempo que passam juntos ou com a família? “É importante pensar no que irrita, cansa ou desanima: brigas, cobranças, tédio? Mas cuidado com uma típica confusão: a pessoa tende a depositar no parceiro toda a insatisfação, sem antes fazer uma reflexão da sua parte”, alerta Ana. “O descontentamento, muitas vezes, é pessoal, ligado a outras áreas da vida.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica:</em> quando não identificamos o que nos inquieta, pôr a culpa no casamento é uma saída fácil. E passamos a associá-lo a tudo de pior. “Reveja o projeto do casal. Tente descobrir o que mudou do início para cá. Proponha alternativas para o que está por vir&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diálogo em curto-circuito</h2>
<p style="text-align: justify;">A boa comunicação é a caixa de força de uma relação; isso todas nós estamos cansadas de saber. Se o casal, porém, esquece de trocar a fiação e o assunto passa a ser a conta que não foi paga ou quem vai buscar o filho na escola, é sinal de que o diálogo entrou em curto. Daí em diante o bate-papo dá lugar a despachos burocráticos ou ao silêncio. Nada mais triste para os filhos do que observar um casal que não troca uma só palavra num restaurante. “Quando não se fala de sentimentos, cada um formula suas hipóteses, cria fantasias sobre as sensações e as ideias do outro. Dessa forma, não trilham o mesmo caminho e chega o momento em que não se reconhecem mais”, afirma Ana. O silêncio pode ainda ser uma maneira de tentar desmerecer o parceiro. A mensagem implícita é: ‘o que você pensa não me diz respeito, não me interessa’.”As falhas na comunicação também se manifestam por meio de pequenos choques elétricos. São as velhas faíscas do desentendimento. “Um interrompe o outro, contamina o que está sendo dito com lembranças do passado, não faz uma escolha cuidadosa das palavras. Os dois acabam se ferindo”, diz Lana Harari.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica: </em>comece conversas corriqueiras sobre cenas engraçadas da rotina, questões de trabalho ou notícias que provoquem a interação com o outro. O tom deve ser positivo, bem-humorado, evitando acusações. Frases como “você nunca faz o que eu peço” ou “você sempre me decepciona” são ofensivas e colocam o par na defensiva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Falta de acabamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Carinhos, presentes, elogios e declarações de amor são como objetos de decoração em uma casa. Sem eles, por mais que a arquitetura esteja refeita, as paredes pintadas e os consertos realizados, sempre fica faltando aquele toque final. O beijo é uma demonstração de afeto e de cumplicidade e tem papel importantíssimo no estreitamento de uma relação. “Alguns acham bobagem, coisa para os namorados, mas estão redondamente enganados. Beijar na boca revela intimidade e pode acender o desejo sexual. Falar ‘eu te amo’, por sua vez, é reforçar a autoestima do outro e mostrar bem-querer”, diz Ana.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica:</em> não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, cuidado, reconhecimento e gratidão pelo parceiro. Decore seu casamento com amor, afeto e, acima de tudo, respeito. A manutenção da intimidade requer pequenos e constantes reparos, que vão desde um simpático bom-dia até um boa-noite caloroso. “É possível reconstruir sempre”, diz Ana. Mas, acredite, investir todo dia nas telhas e argamassas da gentileza, da sinceridade e da generosidade sai muito mais em conta. E o esforço compensa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://claudia.abril.com.br/sua-vida/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/">Crise no casamento: como lidar com este problema familiar</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que as crianças contam mentiras?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[mentira na infância]]></category>
		<category><![CDATA[mentira social]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4521</guid>

					<description><![CDATA[<p> Imitar os pais Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/">Por que as crianças contam mentiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> Imitar os pais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela tia de quem você não gosta muito e falar mal dela “pelas costas”.</p>
<p style="text-align: justify;">MELHOR FORMA DE AGIR: aqui o primeiro passo depende da coerência dos pais. Se você quer criar uma criança honesta, precisa conviver com isso. A criança não entende por que o pai diz “mentir é feio” e, depois, quando alguém com quem ele não quer falar liga, o pai pede para dizer que não está. O melhor é evitar essas situações. Caso a mentira seja para imitar um colega, é importante apontar as consequências do ato. A principal delas é a perda da confiança das pessoas, o que torna a vida bastante difícil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Esconder angústia e frustrações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A criança pode estar passando por um momento difícil e usa a mentira para acobertar o que não está indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor forma de agir<strong>:</strong> fique sempre muito atento. Desde situações mais comuns, quando a criança inventa dores frequentes para não ir à escola – e isso aponta que algo não vai bem por lá –, até ela começar a evitar situações que envolvam novidades e expectativas, como um curso novo, uma viagem, dormir na casa de alguém. É por isso que conversar e não reprimir de imediato é tão importante. E, se o problema for específico com a escola, levar o fato até o coordenador ou o professor é fundamental. Se o caso se tornar extremo, procure a ajuda de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Mentira social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muito comum na vida adulta, na maioria das vezes tem como intuito não magoar a outra pessoa. É aquela mentira que muitas vezes pode ser encarada como “algo que faz parte da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt;&gt;Melhor forma de agir<strong>:</strong> mostre para a criança que ela não precisa dizer que adorou o brinquedo que a avó deu, se ela não gostou, mas que ela deve sempre agradecer, porque a avó pensou nela com carinho quando lhe comprou o presente. Esse tipo de situação pode ajudar a criança a desenvolver argumentos. Outro bom exemplo ocorre quando a criança encontra a vizinha e diz: “Como você é feia!”. É importante, primeiro, que os pais não a repreendam de forma constrangedora. Depois, porém, é preciso conversar e explicar que ela não precisa dizer tudo aquilo que passa pela cabeça e que muitas coisas podem deixar as outras pessoas tristes. Esta é uma maneira de ensinar o que é ter compaixão por alguém.</p>
<div class="fotoMateria box160" style="text-align: justify;"></div>
<h2><strong>A habilidade de mentir</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), começou a estudar o comportamento das crianças há dez anos e deu de cara com ela: a mentira. Seu interesse, a princípio, era no desenvolvimento cognitivo das crianças e na habilidade delas de entender a perspectiva do outro. Chegou à conclusão de que “mentir é um comportamento que demonstra essa habilidade”. É como se a honestidade exigisse, digamos, menos esforço. “Para mentir – e mentir bem –, a criança precisa entender no que a outra pessoa acredita e saber de maneira estratégica adaptar a falta de verdade para ser plausível”. Mas isso não simplifica em nada essa história.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p>Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Existe um período no qual mentir é normal?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> É verdade que crianças espertas mentem mais?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É mais provável que crianças inteligentes mintam mais cedo e contem mentiras plausíveis. Você pode dizer para um pai que vê seu filho de 2 anos e meio mentindo que ele deve se alegrar porque a criança está começando a desenvolver suas habilidades cognitivas, que são vitais para o crescimento futuro. Claro, continuamos querendo ensinar nossas crianças a ser honestas. Mas podemos ver que a mentira é o resultado inicial de um desenvolvimento positivo e depende dos pais ensinar seus filhos a ser honestos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como não confundir mentira com fantasia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente são confundidas. Fantasia é brincar de faz de conta, e isso é uma parte muito rica da vida imaginativa; as crianças aprendem sobre o mundo e incentiva a criatividade delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> O que fazer quando a mentira é uma influência, ou seja, quando é o amigo que mente e aí ele passa a mentir também?</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem contar para os responsáveis do amigo da criança, mas eles podem não acreditar. Está nas mãos deles lidar com os próprios filhos. De qualquer forma, você pode falar com a criança sobre a importância de dizer a verdade e lidar com esse comportamento mentiroso. É importante também explicar que algumas vezes outras pessoas mentem, mas que isso não torna a mentira um comportamento aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66881-10496-2,00-POR+QUE+AS+CRIANCAS+CONTAM+MENTIRAS.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/">Por que as crianças contam mentiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adolescência: O sujeito em busca da sua verdade</title>
		<link>https://casule.com/blog/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2017 19:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[puberdade]]></category>
		<category><![CDATA[terapia adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4486</guid>

					<description><![CDATA[<p>A adolescÊncia é um “conceito” construído socialmente. Constitui uma fase da vida que, em geral, é vista pelos pais como um “período crítico” do sujeito, que está “rebelde”. Trata-se de um processo de transição conturbado e conflitante, e é esperado que seja assim. Porém, também é possível que esta seja a fase mais bonita da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/">Adolescência: O sujeito em busca da sua verdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescÊncia é um “conceito” construído socialmente. Constitui uma fase da vida que, em geral, é vista pelos pais como um “período crítico” do sujeito, que está “rebelde”.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um processo de transição conturbado e conflitante, e é esperado que seja assim. Porém, também é possível que esta seja a fase mais bonita da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O adolescente (que tem, em média, entre 13 e 18 anos) vivencia (literalmente) na pele as mudanças físicas da puberdade: alteração no timbre da voz, pêlos no corpo, espinhas, menstruação – no caso das meninas etc., e também enfrenta as mudanças psicológicas comuns a esta idade (cobranças, responsabilidades, escolhas a fazer).</p>
<p style="text-align: justify;">Já não é mais possível e nem desejável que os pais decidam pelos seus filhos adolescentes: preferem um programa com os amigos a acompanhar os pais nos passeios em família, queixam-se das broncas e dizem que os pais estão “ultrapassados”, confrontam valores e ideias, adotam alguém como ídolo (geralmente banda, artista ou alguém da mídia), vestem-se de maneira arrojada e parecem querer “marcar” o seu corpo de alguma maneira (tattoo, piercing, cabelos coloridos ou arrepiados, roupas extravagantes, etc). Por essas e outras dizemos que a adolescência compõe um processo de desligamento dos pais/figuras parentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso que acontece do lado de fora do sujeito adolescente faz parte do seu processo interno de autoconhecimento, de construção da identidade, de questionamentos (“quem eu quero ser quando crescer?”) e de elaboração de escolhas. Os confrontos com o outro podem ser uma maneira de se auto afirmar e até mesmo de mostrar que tudo parece um pouco confuso agora. Existe aí um processo de luto pelo corpo infantil e pelos pais da infância (que já não o vêem do mesmo jeito).</p>
<div class="code-block code-block-1" style="text-align: justify;">
<div class="player_dynad_tv">
<div id="_dynad_c_I5550001923_1485535766385569749943"></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">A sexualidade e a agressividade também ganham ênfase nesta etapa da vida do sujeito e compõem, junto com outros afetos, os traços da personalidade do adolescente. Sua personalidade irá florescer de acordo com aquilo que o adolescente vem cultivando ao longo do seu desenvolvimento e estará diretamente relacionada com as referências que ele tem (ou com a falta delas), isto é, com os tipos de vínculos familiares que construiu e com os significados que ele atribui a estes vínculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, é neste período que se concretiza (e não que se define) a orientação sexual do sujeito, os critérios de escolha do parceiro amoroso, a forma de lidar com as frustrações e privações que a vida impõe, a relação com o dinheiro, com o trabalho, com os estudos e com tudo aquilo que se torna seu objeto de desejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, os pais do adolescente possuem expectativas e ideais depositados sobre o filho: “Meu filho vai ser isso ou aquilo”, “Vou dar a ele o que eu não tive”, “No meu tempo se fizesse isso era assim, assado, etc.” Contudo, ao fantasiar demais o “filho ideal”, superproteger e controlar, muitos pais não fornecem o espaço necessário para que o adolescente assuma papéis sociais e adquira autonomia para fazer escolhas próprias. Logo, os pais podem dar “asa” ao seu filho, mas ele precisará “voar” sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro os limites, as regras e os “NÃOS” são necessários e muito importantes. É preciso que os pais conheçam o círculo de amigos do filho, estabeleçam horário para chegar em casa e exijam o respeito às tradições familiares (respeitar não é obrigar), além de cobrar que ele faça as tarefas que é capaz de fazer. Mas, também é necessário muito diálogo (ouvir e falar), muita negociação e muita paciÊncia para construir uma relação de confiança com o filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez confiança seja a palavra chave para esta e para qualquer outra fase da vida. Se o filho confia nos seus pais (sejam eles biológicos ou adotivos, avós, parentes ou quem quer que seja que exerce estes papéis) ele poderá confiar em si mesmo e SABERÁ ESCOLHER O QUE É MELHOR PARA SI não importa onde ou com quem esteja.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que a maior contribuição que os pais podem dar ao filho adolescente será sempre o AMOR, junto com o seu olhar, a sua atenção e a sua disponibilidade para apoiá-lo. É a procura do amor do outro que aplacará a sensação de desamparo sentida pelo adolescente. E, para oferecer este amor será preciso que os pais também saibam lidar com suas próprias inseguranças e com seus erros, expostos pelo filho adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, cabe aos pais e aos filhos adolescentes saber se colocarem um no lugar do outro e reconhecer que eles têm formas diferentes de enxergar o mundo e de interpretar as situações (e sempre terão!) e, principalmente, que também poderão falhar.</p>
<p style="text-align: justify;">É válido considerar, ainda, que ser adolescente na década de 60 e ser adolescente em 2017 é beeemmm diferente. O contexto social afeta muito a auto imagem do adolescente e os ideais que ele traça para si próprio ao se deparar com padrões de beleza, de status profissional, de bens de consumo, entre tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que a sociedade atual espera do adolescente? E o que esta mesma sociedade oferece ao adolescente? Além do que, vemos muitos sujeitos (inclusive pais) que estenderam a sua adolescência por muitos anos a frente e que ainda não conseguiram elaborar e superar todos os conflitos deste período, afinal, ser eternamente jovem e belo é uma imposição da sociedade atual. Mas, este já seria assunto para um próximo post…</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, não se esqueçam de que todos estes conflitos podem ser compreendidos durante a psicoterapia, que consiste na oferta de um espaço de escuta clínica que ajuda a revelar, através da palavra, a verdade de cada sujeito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psicologiasdobrasil.com.br/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/">Adolescência: O sujeito em busca da sua verdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que há por trás das crianças indisciplinadas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina infantil]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4476</guid>

					<description><![CDATA[<p>Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/">O que há por trás das crianças indisciplinadas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<div class="text-content">
<p style="text-align: justify;">Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como resolver esses problemas? Ou, mais ainda, o que provoca esses comportamentos nas crianças? Vamos ver a seguir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por trás da indisciplina</h2>
<p style="text-align: justify;">Os educadores e profissionais em matéria educativa nos advertem: por trás de uma criança indisciplinada há, efetivamente, um modelo educativo incorreto. Temos que ter isso claro à medida que as crianças crescem e vão buscando nossos limites, e querem dispor da sua própria autonomia, sem compreender ainda as regras da sociedade. Podem ser tornar exigentes e autoritárias, incapazes de lidar com a frustração, demandantes contínuos de atenção, objetos, e direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">São crianças que não foram controladas e que não tiveram limites estabelecidos. A indisciplina é, em essência, uma falta de controle e de orientação por parte dos que têm a responsabilidade de educar. É verdade que cada criança é única, que dispõe de uma personalidade própria e de um caráter que, com certeza, não é igual ao caráter do irmão, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é tarefa de nós todos, como pais, mães, avós, professores ou psicólogos, enquadrar cada comportamento a tais limites, onde temos que aprender a viver em sociedade, respeitando uns aos outros em harmonia. Se uma criança não vê os limites, não deixará de encontrar mais e mais frustração, porque jamais verá suas necessidades e desejos cumpridos. Não saberá respeitar os demais, nem mesmo a si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ocasiões, podemos ver muitos pais e muitas mães ligeiramente despreocupados com aquilo que é importante para a criança. São modelos educativos muito permissivos; às vezes, inclusive, pouco afetivos, nervosos, incoerentes nas suas normas… dimensões que, aos poucos, vão modelando essas crianças indisciplinadas que todos nós conhecemos e vimos alguma vez.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Educação consciente e disciplinada</h2>
<p style="text-align: justify;">Para educar crianças, é necessário assumirmos uma série de ideias básicas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Temos que assumir a nossa autoridade. Cuidado: autoridade não tem nada a ver com levantar a voz, gritar, aplicar normas inflexíveis ou castigos severos. Dispor de autoridade significa que, como pais, temos a responsabilidade – e a obrigação – de educar pessoas que viverão em sociedade. Pessoas que compreendem as normas, que aprendem a ser independentes, a assumir responsabilidades e a respeitar os demais. Nossas ordens deverão ser coerentes e lógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprender a colocar limites. Eles são essenciais na hora de educar. As crianças devem saber o que está bom e o que não está, o que se espera dela em cada situação e o que podem fazer e o que não podem. Se esses limites forem coerentes e se mantiverem, as crianças serão capazes de assumi-los ao longo da vida e crescerão entendendo as normas. Se não sabem onde estão os limites, educaremos jovens com pouca resistência à frustração, pessoas essencialmente infelizes e insatisfeitas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Educação democrática. É básica. Toda regra deverá ser negociada, explicando também qual é a finalidade. Você precisa mostrar proximidade e compreensão com as crianças, para que saibam que serão sempre escutados, que as suas palavras têm importância e que as nossas regras tem como finalidade dar instruções para ensinar-lhes que a sociedade em que vivem também é formada por regras. É preciso dar exemplos, estabelecer uma comunicação aberta, onde não haja chantagens nem duplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ir com cuidado. As crianças indisciplinadas são, às vezes, o reflexo de uma educação errônea, permissiva e pouco interessada. Como pais, como educadores, entendemos que ter filhos é uma grande responsabilidade. Devemos nos esforçar e servir de modelo, como orientadores em uma sociedade na qual devemos aprender a ser feliz. E, para ser feliz, devemos respeitar, valorizar, escutar, ceder, assumir, empreender… tudo isso nos é ensinado pela disciplina.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ha-tras-das-criancas-indisciplinadas/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/">O que há por trás das crianças indisciplinadas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A importancia do diálogo na família</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-do-dialogo-na-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 19:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo em família]]></category>
		<category><![CDATA[falta de diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4472</guid>

					<description><![CDATA[<p>A falta de diálogo afasta os pais dos filhos e prejudica a comunicação entre eles. Quando só se usa a linguagem verbal, falamos de diálogo. E isso se dá por duas formas extremas: por excesso ou por falta. Ambas, provocam distanciamento entre pais e filhos. Há pais que, com a melhor das intenções, procuram criar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/importancia-do-dialogo-na-familia/">A importancia do diálogo na família</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A falta de diálogo afasta os pais dos filhos e prejudica a comunicação entre eles.</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando só se usa a linguagem verbal, falamos de diálogo. E isso se dá por duas formas extremas: por excesso ou por falta. Ambas, provocam distanciamento entre pais e filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há pais que, com a melhor das intenções, procuram criar um clima de diálogo com seus filhos, e tentam verbalizar absolutamente tudo. Essa atitude facilmente pode levar aos pais a converter-se em interrogadores ou em fazedores de sermões, ou ambas as coisas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dialogar com os filhos também é escutá-los</h2>
<p style="text-align: justify;">Os filhos acabam por não escutar ou escapam com evasivas. Nesses casos, confunde-se o diálogo com o monólogo e a comunicação com o ensino. O silêncio é um elemento fundamental no diálogo. Dê tempo ao outro entender o que foi dito e o que se quis dizer. Um diálogo é uma interação, e para que seja possível, é necessário que os silêncios permitam a intervenção de todos os participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto com o silêncio, está a capacidade de escutar. Há quem faz suas exposições e dá suas opiniões, sem escutar as opiniões dos demais. Quando isso sucede, o interlocutor se dá conta da diferença do outro até ele e acaba por perder a motivação pela conversação. Essa situação é a que com frequência se dá entre pais e filhos. Os primeiros crêem que estes últimos não têm nada o que ensiná-los e que não podem mudar suas opiniões. Escutam pouco a seus filhos, ou se o fazem, é de uma maneira inquisidora, numa posição impermeável em respeito ao conteúdo dos argumentos dos filhos. Essa situação é frequente com filhos adolescentes. Estamos diante de um dos erros mais frequentes nas relações paterno filiais: crer que com um discurso pode fazer mudar uma pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Através do diálogo, pais e filhos se conhecem melhor, conhecem sobretudo suas respectivas opiniões e sua capacidade de verbalizar sentimentos, mas nunca a informação obtida mediante uma conversação será mais ampla e transcendente que a adquirida com a convivência. Por isso, transmite e educa muito mais na convivência do que as verbalizações dos valores que se pretendem inculcar. Por outro lado, todo diálogo deve a possibilidade da réplica. A predisposição de guardar o argumento do outro e admitir que pode não concordar com o próprio, é uma das condições básicas para que o diálogo seja viável. Se se parte de de diferentes planos de autoridade, não haverá diálogo.</p>
<div id="div-ad-in-text" class="div-ad-in-text" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CPDq6pHa2tECFU6DkQodGeUOIQ">
<div id="google_ads_iframe_/1009813/GI-in-text_0__container__"></div>
</div>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de dialogar tem como referência a segurança que tenha em si mesmo cada um dos interlocutores. A família é um ponto de referência para a criança e o jovem: nela pode-se aprender a dialogar, e com essa capacidade, favorecer atitudes tão importantes como a tolerância, a assertividade, a habilidade dialética, a capacidade de admitir erros e de tolerar as frustrações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://br.guiainfantil.com/dialogo-na-familia/321-o-dialogo-em-familia.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/importancia-do-dialogo-na-familia/">A importancia do diálogo na família</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Separação x filhos: como lidar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/separacao-x-filhos-como-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 19:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
		<category><![CDATA[separação dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4450</guid>

					<description><![CDATA[<p>Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional. A separação dos pais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/separacao-x-filhos-como-lidar/">Separação x filhos: como lidar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">A separação dos pais é um assunto que talvez nenhum filho pense até ter que passar por ele. No entanto, é uma decisão saudável se entre o casal já existe hostilidade e agressividade. Nada é mais prejudicial para a saúde física e mental de uma criança do que conviver em um ambiente familiar infeliz e cheio de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação dos filhos não é nada previsível. Isso vai depender de uma série de fatores como idade, estrutura e maturidade psicológica para lidar com a situação, relação com os pais, o apoio da família, entre outros. Algumas crianças já entendem que a separação dos pais é a melhor saída para uma convivência mais digna. Outras apresentam agressividade, sintomas depressivos, tristeza, queda no rendimento escolar, falta de apetite, isolamento, birras e ansiedade. A forma como os próprios pais encaram o processo irá influenciar na atitude dos filhos diante da separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por onde começar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para que o processo seja menos traumático para a criança ou adolescente, em primeiro lugar, a notícia da separação deve ser dada pelos pais e não por terceiros. Deve ser feita uma reunião, de preferência na casa da família, com os pais e todos os filhos para que não haja diferença no recebimento da notícia. E nada de pressa: tenha tempo para conversar e ouvir, sem interrupção de outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diga sempre a verdade</h2>
<p style="text-align: justify;">O viés da conversa é a verdade: papai e mamãe já não desejam mais conviver juntos. No entanto, continuarão sendo pai e mãe. É importante que o filho absorva a informação de que, na relação entre ele e o pai ou ele e mãe, nada mudará: o convívio continuará e o amor também. Em alguns casos, as crianças demoram um pouco mais para compreender que apesar da dissolução do casamento, o homem e a mulher continuarão nos papéis de pai e mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão fundamental é responder, em uma linguagem franca e compreensível, a todas as questões levantadas pelo filho. Isso dará a ele mais segurança para passar pelas dificuldades impostas pela separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ninguém é culpado</h2>
<p style="text-align: justify;">Culpar o outro ou falar mal não leva a nada. Evite detalhar episódios de briga e desentendimentos entre o casal. Também deixe muito claro para o filho que a separação não ocorreu por responsabilidade dele. Converse muito e explique que a decisão tomada é definitiva. Isso diminuirá as chances da criança fantasiar uma possível reconciliação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Preparando para o futuro</h2>
<p style="text-align: justify;">É bom preparar a criança ou adolescente para um novo contexto de família. Isso quer dizer alterações na rotina diária, mudanças nos fins de semana e, mais para frente, possíveis novas famílias, incluindo novos irmãos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Nunca, jamais</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for o panorama que irá se seguir após a separação, os pais não devem adotar uma atitude passiva. Compensações pelo período ruim ou falta de regras e limites adoecem a criança emocionalmente. Comprar um presente a casa dia ou deixar que o filho faça o que quer não vai ajudá-lo a seguir em frente da forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Havendo alguma dificuldade, o acompanhamento psicológico pode ser de grande valia nesse período, tanto para os pais saberem o que fazer quanto para os filhos terem um suporte emocional adequado para expor seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.psicologoeterapia.com.br/psicologia-infantil/separacao-e-filhos-como-lidar/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/separacao-x-filhos-como-lidar/">Separação x filhos: como lidar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O perigo de dizer a um adolescente que pode conseguir qualquer coisa</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-perigo-de-dizer-um-adolescente-que-pode-conseguir-qualquer-coisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2016 19:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4400</guid>

					<description><![CDATA[<p>Muitos pais falam para o seu filho adolescente: “Você pode ser capaz de conseguir qualquer coisa”. Todos os pais deveríamos encorajar os filhos a seguir seus interesses e a não se sentirem limitados pela visão que a sociedade tenha das suas capacidades. Contudo, este tipo de atitude tão positiva e aparentemente motivadora pode ter inconvenientes [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-perigo-de-dizer-um-adolescente-que-pode-conseguir-qualquer-coisa/">O perigo de dizer a um adolescente que pode conseguir qualquer coisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Muitos pais falam para o seu filho adolescente: “Você pode ser capaz de conseguir qualquer coisa”. Todos os pais deveríamos encorajar os filhos a seguir seus interesses e a não se sentirem limitados pela visão que a sociedade tenha das suas capacidades. Contudo, este tipo de atitude tão positiva e aparentemente motivadora pode ter inconvenientes inesperados.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Para começar, não é verdade que qualquer pessoa pode chegar a ser o que quiser, ou talvez sim, mas o caminho de sacrifícios é tão grande que o adolescente deveria conhecer também o que o espera ao longo dele. Talvez queira ser um atleta de elite, porque adora o dinheiro que ganham ou a fama que têm, mas nem gosta do esporte na verdade, nem sente nenhum tipo de atração pela vida que esta profissão exige.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Na hora da verdade, questões como a bagagem genética ou a própria capacidade de sofrimento deixam a pessoa de fora. Também é preciso considerar que a sorte e o azar jogam um papel muito importante: o corpo é relativamente frágil e não é difícil que, se for muito exigido, comecem a aparecer lesões. Quando escolhe um caminho, o adolescente precisa ser consciente disto.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Além disso, estudos mostram que quando criamos metas altamente ambiciosas, esses objetivos podem chegar a ser prejudiciais. Isto é o que, por exemplo, leva a um comportamento pouco ético, como a dopagem, com o fim de cumprir com estes ambiciosos objetivos ou o que nos leva a sentir-nos fracassados quando não os alcançamos.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Criar uma visão sem diretrizes é prejudicial para o adolescente</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Dizer aos adolescentes que eles podem fazer qualquer coisa sem ajudá-los a criar um planejamento tem implicações muito negativas. Encorajá-los a estabelecer uma meta elevada sem lhes dar nenhuma informação ou ajuda sobre a forma de alcançá-la pode dar lugar a grandes frustrações, com as quais talvez não estejam preparados para conviver.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Por outro lado, é muito difícil um adolescente analisar por si só se está se esforçando o suficiente. Não só isso: podem até chegar a pensar que desejar alguma coisa já é o suficiente ou a pensar que a facilidade que têm para alguma coisa de fato irá acompanhá-los sempre de forma natural.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É melhor reconhecer que as conquistas significativas serão difíceis de alcançar, e inclusive ajudá-los a aceitar que a sorte tem um papel chave na vida (para o bem ou para o mal), e logo dar aos adolescentes orientações para que possam avançar nos seus objetivos.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Os três Ps</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li class="western">Prática: O esforço junto com retroalimentação é fundamental para o desenvolvimento da maestria e a conquista da excelência.</li>
<li class="western">Paciência: O domínio e a conquista significativa acontecem depois de um período de tempo longo.</li>
<li class="western">Perseverança: Os obstáculos são prováveis e os contratempo são comuns em qualquer empresa.</li>
</ul>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Antes de ser adolescente, é criança</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Dizem que uma vez Thomas Edison recebeu a visita de um colega de trabalho quando estava rodeado de milhares de experiências falidas. Diante desta situação, Edison disse a seu amigo: <em>“Tentei de tudo. Mas não falhei. Acabo de descobrir dez mil formas que não funcionam”</em>. Isto é otimismo e capacidade de aprender com os erros.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Quando seu filho se mostrar impotente e pessimista e disser que não é capaz de fazer alguma coisa, em vez de lhe mostrar como se faz para que veja que é possível, conte-lhe esta história. Depois, diga-lhe que qualquer desafio requer tempo e esforço, e que quanto mais tempo e esforço ele dedicar, mais próximo estará de alcançá-lo.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Seu filho poderá chegar muito longe somente se for capaz de enfrentar os desafios que o dia a dia lhe apresenta e se for capaz de sentir que avança. O seu filho não precisa de respostas, mas sim de oportunidades para aprender e para encarar as suas frustrações.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Mas, acima do objetivo final, quando falamos de crianças, o que elas precisam é se divertir fazendo o que fizerem. Podem querer ser jogadores de futebol, mas antes precisam jogar muitas vezes com seus amigos e aproveitar isso. A exigência que faz parte das profissões de alto nível só deve começar na adolescência, e de forma muito paulatina.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Antes de ser adolescente a criança precisa se divertir, e enquanto a exigência e a frustração não aparecerem, a criança pode sonhar com ser o que quiser. Ela pode inclusive mudar todo dia de sonho. Esta é uma etapa de descobertas, e para ela esta é uma forma, como outra qualquer, de explorar o mundo com a sua imaginação e de mãos dadas conosco. Pense que quanto mais o fizer, mais conhecerá, melhor poderá escolher quando chegar a hora.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/perigo-dizer-adolescente-conseguir/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-perigo-de-dizer-um-adolescente-que-pode-conseguir-qualquer-coisa/">O perigo de dizer a um adolescente que pode conseguir qualquer coisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do ninho vazio: quando chega a hora de se despedir dos filhos</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-quando-chega-hora-de-se-despedir-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[choro constante]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[desapego emocional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do ninho vazio]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza profunda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4392</guid>

					<description><![CDATA[<p>Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona. É normal sentir tristeza diante da partida [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-quando-chega-hora-de-se-despedir-dos-filhos/">Síndrome do ninho vazio: quando chega a hora de se despedir dos filhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É normal sentir tristeza diante da partida de nossos filhos. Fomos responsáveis por eles desde pequenos, lhes ensinamos quase tudo que poderíamos sobre a vida e estivemos ali para ajudá-los e apoiá-los quando foi preciso. Mas isto irá mudar. Agora tomarão conta das suas próprias vidas, ficarão independentes.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Existem muitos pais que se negam a assumir esta realidade e isto lhes causa graves conflitos com seus filhos. Embora seja difícil se despedir deles, eles precisam compreender que esta emancipação é importante e faz parte do ciclo da vida. Quando isto não acontece, nos deparamos com a síndrome do ninho vazio.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Síndrome do ninho vazio: quando se despedir dói</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A síndrome do ninho vazio é um sentimento carregado de tristeza e de solidão. Os pais não são capazes de enfrentar a partida dos seus filhos e a ansiedade começa a aparecer nas suas vidas. Por mais que tenham se sentido preparados para este momento, não estavam. Muitos, no seu interior, se negam a aceitar esta realidade.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Hoje em dia esta situação vem aumentando. Os jovens demoram mais em deixar o ninho, alguns inclusive nunca chegam a fazê-lo. A situação econômica ou o conforto de continuar morando com os pais faz com que estes não tenham a necessidade de se preparar para uma futura partida, acham que seus filhos estarão sempre com eles.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É verdade que se você tem mais de um filho isto pode ser um pouco mais fácil. Partirá um, mas talvez o outro fique. No entanto, se você teve apenas um descendente, a sua partida será mais dolorosa. É seu único filho e você não deseja perdê-lo. O fato mesmo dele sair de férias longe de você durante uma longa temporada já lhe provoca um certo temor.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Também influencia o fato de que os laços podem ser mais ou menos fortes no relacionamento com os pais. Por exemplo, se nos deparamos com uma mãe solteira que teve que criar seu filho sozinha, provavelmente esse laço será muito mais dependente que se a situação tivesse sido diferente. Neste caso, a mão se apoiou muito no filho e não aceita levar sua vida separada dele.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Esta despedida não é uma perda</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É difícil superar esta situação quando os pais a veem de uma forma tão dramática. Para eles, o fato dos filhos quererem deixar o ninho significa que irão perdê-los, e não poderiam estar mais enganados. Simplesmente farão suas vidas, assim como eles fizeram as suas. Construirão suas próprias famílias, mas continuarão estando ali.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Está claro que não é a mesma coisa ir morar em outro país do que ficar em uma casa próxima à dos pais. Apesar disso, muitos são os pais que, se não têm seus filhos dentro do lar, sentem que os perderam para sempre. Por isso, é importante mudar a visão que se tem sobre a ação de se despedir e não tratá-la como um sinônimo de perda.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está em um relacionamento amoroso, será muito mais fácil superar esta situação. Vocês poderão aproveitar esta oportunidade para viajar, focar novamente no seu relacionamento como casal e viver experiências que até então não se puderam permitir. Muitos são os pais que se esquecem de cuidar do casal porque focam exageradamente nos filhos. Agora isto pode mudar.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está sozinho e se apoiou demais no seu filho, não corte as suas asas nem o faça se sentir culpado por ir embora de casa. Saia com seus amigos, fale com os outros, aproveite a vida, viaje, conheça gente nova, mas deixe que o seu filho faça a sua vida. Lembre-se de que você fez o mesmo, e não é justo que agora coloque barreiras às pessoas que você mais ama.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">As circunstâncias são muito diferentes, mas nunca devemos segurar nossos próprios filhos em casa. Se o jovem quer ir embora, não tente colocar pedras no seu caminho ou fazê-lo se sentir mal. Não é justo nem para você, nem para ele, e a sua relação pode se deteriorar por causa disto.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Despedir-se é difícil, mas é uma lei da vida. Cedo ou tarde todos iremos alçar voo para viver novas experiências, crescer e, em alguns casos, formar nossas próprias famílias. Despedir-se não é sinônimo de perder nem de abandonar, nem sequer implica solidão. Despedir-se é avançar, mudar, se transformar e amadurecer.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-quando-chega-hora-de-se-despedir-dos-filhos/">Síndrome do ninho vazio: quando chega a hora de se despedir dos filhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
