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	<title>psicologia infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>psicologia infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>Quando buscar ajuda psicológica para o meu filho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-buscar-ajuda-psicologica-para-o-meu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[buscar ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra alguns comportamentos na infância que podem indicar uma necessidade da intervenção de um profissional da psicologia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem várias situações na infância que devemos ficar atentos, pois pode indicar uma possível necessidade da intervenção de um profissional da psicologia, a depender das demandas da criança, bem como dos prejuízos que está trazendo para sua vida e para suas relações (com família e amigos).</p>



<p>Mesmo com pouca idade, a criança pode estar em sofrimento e dependendo da ordem desse sentimento ele pode atrapalhar seu desenvolvimento, gerar culpa por não conseguir alcançar determinada expectativa dos adultos, irritabilidade, comportamentos agressivos e baixa autoestima, por exemplo. </p>



<p>Tudo isso irá refletir na forma que seu filho aprende a lidar com situações adversas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando devo buscar ajuda psicológica para o meu filho?</h2>



<p>Quando identificamos algum comportamento considerado problema na criança, é importante ficar atento aos mais variados sinais, que podem ser de ordem genética, ou de contextos familiares, escolares e sociais que a criança faz parte.&nbsp;</p>



<p>Sabemos que ainda há preconceitos relacionados à busca de ajuda psicológica e isso acontece nas mais variadas idades e classes sociais. No entanto, é preciso destacar que, caso os problemas apresentados sejam ignorados, a falta de tratamentos terapêuticos específicos e efetivos podem resultar em prejuízos no funcionamento geral da criança, e ainda ter efeitos em seu desenvolvimento emocional, podendo ainda ter impactos significativos até a vida adulta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alguns sinais importantes a se observar antes de buscar ajuda psicológica para o seu filho:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Dificuldade de aprendizado e baixo rendimento escolar</li><li>Agressividade</li><li>Falta de habilidade social</li><li>Ansiedade</li><li>Tristeza e choro excessivo</li><li>Dificuldade em manter-se concentrado</li><li>Bullying</li><li>Dificuldade em relacionar-se com amigos</li><li>Situações de perda ou luto</li><li>Medo excessivo de separar-se dos pais</li><li>Fobias</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como a psicoterapia ajuda as crianças?</h2>



<p>A psicoterapia vai auxiliar na avaliação e entendimento desses comportamentos que estão trazendo prejuízo para vida da criança, dessa forma, com o trabalho conjunto entre paciente, profissional e família, torna-se possível proporcionar: autoconhecimento, aprendizagem, melhoria de comportamentos, autoestima, desempenho escolar, entre outros. </p>



<p>Identificou algum comportamento similar no seu filho? Não deixe de procurar a ajuda especializada que ele precisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



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		<title>Por que as crianças mentem?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/por-que-as-criancas-mentem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 15:31:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[Por que as crianças mentem]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> É comum que os pais fiquem preocupados quando notam que os filhos estão criando o habito de mentir e não sabem a melhor maneira de abordar o assunto.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/por-que-as-criancas-mentem/">Por que as crianças mentem?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>&nbsp;É comum que os pais fiquem preocupados quando notam que os filhos estão criando o habito de mentir e não sabem a melhor maneira de abordar o assunto.</p>



<p>&nbsp;Existem vários tipos de mentira e várias razões para a criança mentir.</p>



<p>Um estudo realizado no Canadá, utilizou como modelo o fato de que as crianças de cerca de 2 anos dizem “mentiras primárias”, criadas para esconder ações erradas, sem levar em consideração as punições que podem acarretar. </p>



<p>Por volta dos 4 anos, aparecem as “mentiras secundárias”, que são mais plausíveis e têm o propósito de esconder atitudes e <a href="https://mundoemcores.com/criancas-que-apanham-tem-mais-problemas-de-comportamento/">comportamentos</a>. Já as “mentiras terciárias” surgem entre 7 e 8 anos e são aquelas que costumam se fundir ao que é real com o objetivo de criar histórias aceitáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em geral, as crianças começam a mentir por volta dos 2 anos de idade e o fazem pelos seguintes motivos:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Esconder alguma coisa para não levar uma bronca;</li><li>Tornar uma história mais emocionante quando conta para outra criança ou adulto;</li><li>Chamar a atenção, mesmo quando eles sabem que você já sabe a verdade;</li><li>Conseguir algo que eles querem;</li><li>Esquecimento do que houve de fato, imaginação ou medo de serem castigados;</li><li>Maiores de 6 anos mentem para evitar julgamentos, punições ou constrangimentos;</li><li>Para ajudar alguém a se sentir melhor;</li><li>Impressionar ou para evitar decepcionar os pais.</li></ul>



<p>Quando os pais são muitos autoritários e julgam com muita força essas atitudes, os episódios de mentira tendem a aumentar, pois gera tensão e a criança pode ficar desconfortável para se abrir.&nbsp;</p>



<p>É preciso compreender a fase pela qual seu filho está passando e, principalmente, entender o que está por trás desse comportamento.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas dicas:</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Exemplo:</h3>



<p>As crianças crescem aprendendo e repetindo o comportamento dos pais. Se você pede para seu pequeno dizer que você não está sempre que alguém liga, ele começa a naturalizar esses pequenos tipos de mentiras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Crie uma relação de confiança:</h3>



<p>Para que seu filho te conte a verdade mesmo quando fizer algo errado, é muito importante que a confiança dele seja maior que o medo. Escute o que a criança tem a dizer e através de perguntas busque entender o que levou a contar a mentira. Conecte-se com empatia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não relacione a mentira à ideia de castigo;</h3>



<p>O mais importante na hora de repreensão é uma conversa sincera sobre as principais consequências da mentira.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Converse sobre o assunto;</h3>



<p>Use uma linguagem adequada a idade da criança e explique de forma clara as consequências da mentira, que pode trazer problemas, nos prejudicar ou prejudicar outras pessoas. E aproveite para enfatizar a importância da honestidade.</p>



<p>&nbsp;Crie um ambiente aberto e seguro para que a verdade seja dita.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mostre que você sabe quando a criança mente;</h3>



<p>Se seu filho está inventando uma história sobre algo, você pode responder dizendo: “essa é uma ótima história poderíamos transformar isso em um livro.” Isso encoraja a imaginação do seu pequeno sem incentivar a mentira, mostrando que as pessoas conseguem perceber quando algo é inventado e quando é verdade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dê atenção&nbsp;</h3>



<p>Histórias inventadas pelas crianças, quando elas aumentam os fatos, podem ser uma maneira delas ganharem admiração ou respeito dos outros. Se isso estiver acontecendo frequentemente com seu filho, tente elogiá-lo mais. Isso ajuda a aumentar a autoestima da criança e evita que ela use outros métodos para chamar atenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Use recursos lúdicos como livrinhos, histórias e vídeos sobre o tema;</h3>



<p>O ato de mentir requer um trabalho cognitivo complexo envolvendo manipulação da informação, percepção, linguagem e controle inibitório. Por esse motivo, a princípio não há com o que se preocupar se a sua criança está mentindo, pois isso pode ser um bom sinal de desenvolvimento cognitivo e de aprendizagem das regras sociais. É claro que cabe ao adulto orientá-la sobre o certo e o errado.</p>



<p>Enxergue essa situação como um convite para construir um ambiente com mais diálogo e escuta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p id="block-cf119a06-002e-46b2-aa12-a42db546aafb">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Suicídio na Infância e Adolescência</title>
		<link>https://casule.com/blog/suicidio-na-infancia-e-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 13:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[acabar com a própria vida]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio na Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O suicídio é um ato intencional para acabar com a própria vida. O comportamento suicida abrange uma continuação de atos que vão desde o suicídio propriamente dito resultando a morte, como também as tentativas, pensamentos e desejos suicidas. Embora o número de suicídios entre crianças e adolescentes em nosso país seja relativamente baixo quando comparado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O suicídio é um ato intencional para acabar com a própria vida. O comportamento suicida abrange uma continuação de atos que vão desde o suicídio propriamente dito resultando a morte, como também as tentativas, pensamentos e desejos suicidas.</p>
<p>Embora o número de suicídios entre crianças e adolescentes em nosso país seja relativamente baixo quando comparado a outros países, há uma grande preocupação, pois nossos índices vêm crescendo lentamente ao longo dos anos.</p>
<p>As crianças não entendem a morte como algo definitivo, pensam em algo breve e reversível. Já os adolescentes têm uma melhor compreensão de que a morte é definitiva, mas o desejo de morrer pode ser indefinido, podendo ocorrer a partir de uma situação aguda de frustração que leva a sua ocorrência em um momento de impulsividade. Outras vezes, no entanto, pode haver intencionalidade e desejo permanente.</p>
<p>De acordo com a National Association of School Psychologists, o bullying (principalmente o cyberbullying, uma de suas variantes cuja prevalência vem crescendo na atualidade) tem contribuído para o aumento de números de casos de suicídios, sendo assim, considerado uma das principais causas desse fenômeno em crianças e adolescentes, e também ganhando atenção quando correlacionados a transtornos mentais, como ansiedade e depressão.</p>
<p>Outro fator que também tem contribuído é o aumento no índice de depressão infantil-adolescente. Diversos autores têm apontado que a mídia tornou-se o terceiro maior motivador de suicídios, e que 60% dos adolescentes que cometem suicídios estão passando por um estado depressivo.</p>
<p>Analisa-se que o comportamento suicida de crianças menores está atrelado a decisões impulsivas e influências familiares. E que os comportamentos suicidas apresentados por adolescentes estão muitas vezes ligados à presença de transtornos mentais e uso de substâncias psicoativas.</p>
<p>A avaliação de uma criança ou adolescente com ideação, planejamento ou tentativa de suicídio necessita ser realizado por profissionais especializados,<br />
mas é fundamental que a família e a escola estejam atentos a esses comportamentos, sabendo identificar fatores de risco e encaminhar o mais rápido possível para tratamentos individualizados, o que envolve acompanhamento psicológico, orientação familiar e escolar, além do uso de medicações específicas em alguns casos.</p>
<p>Alguns fatores de risco e precipitantes para o suicídio são:</p>
<ul>
<li>Depressão;</li>
<li>Problemas familiares de diversas naturezas (Separação dos pais, Ausência de uma das figuras parentais, Violência familiar, Abuso físico e/ou sexual, Falta de comunicação entre os pais);</li>
<li>Intolerância à frustração;</li>
<li>Abuso físico e/ou sexual;</li>
<li>Conduta suicida de familiares ou amigos;</li>
<li>Acesso a armas de fogo;</li>
<li>Transtornos psiquiátricos.</li>
</ul>
<p>Fatores de risco mais específicos na adolescência:</p>
<ul>
<li>Isolamento social e/ou abandono;</li>
<li>Violência intrafamiliar;</li>
<li>Histórico de abuso físico/sexual;</li>
<li>Transtornos de humor e personalidade;</li>
<li>Transtornos mentais;</li>
<li>Impulsividade e estresse;</li>
<li>Sentimentos de solidão, desespero e incapacidade;</li>
<li>Uso de álcool e outras drogas;</li>
<li>Condições socioeconômicas;</li>
<li>Homossexualidade;</li>
<li>Bullying;</li>
<li>Dificuldades de aprendizagem e baixo rendimento escolar;</li>
<li>Condições de saúde desfavoráveis;</li>
<li>Oposição familiar a relacionamentos sexuais e decepções amorosas.</li>
</ul>
<p>O jovem que tenta ou comete suicídio é um indivíduo em sofrimento psíquico, e é de fundamental importância para a compreensão desse comportamento a análise do contexto de desenvolvimento da criança e do adolescente, incluindo as relações parentais, escolares e sociais.</p>
<p>Para ajudar nessa luta contra o suicídio, a campanha Setembro Amarelo, ocorre desde 2015 no mês de Setembro, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações, e tem como objetivo conscientizar e alertar a população acerca desse problema, provocando mudanças em defesa da vida e favorecendo a prevenção de comportamentos suicidas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tarefas domésticas servem somente para manter a casa organizada ou também ajudam no desenvolvimento do seu filho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/tarefas-domesticas-servem-somente-para-manter-casa-organizada-ou-tambem-ajudam-no-desenvolvimento-do-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 13:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento do seu filho]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Tarefas domésticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Incentivar uma criança pequena a ajudar em algumas tarefas domésticas, como organizar seus próprios brinquedos é muito importante. E é nessa fase que as crianças começam a desenvolver noções de responsabilidade e cooperação, sendo o momento ideal para que os pais mostrem aos filhos a importância de certos hábitos.Em alguns casos, crianças estão mais acostumadas a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Incentivar uma criança pequena a ajudar em algumas tarefas domésticas, como organizar seus próprios brinquedos é muito importante. E é nessa fase que as crianças começam a desenvolver noções de responsabilidade e cooperação, sendo o momento ideal para que os pais mostrem aos filhos a importância de certos hábitos.Em alguns casos, crianças estão mais acostumadas a receber muito dos pais e a dar pouco de si, e por isso a atribuição de algumas tarefas diárias desperta na criança o sentimento de autoconfiança e o senso de colaboração.</p>
<p>As crianças ao guardar seus materiais escolares e brinquedos, por exemplo, aprendem a cuidar dos próprios pertences enquanto fortalecem o vínculo de convivência com os pais. Ao mesmo tempo, é importante garantir que tudo seja feito com diversão, já que nessa fase as crianças precisam brincar para estimular o desenvolvimento e a criatividade. É importante dizer também que o incentivo à criança jamais deve ser posto como uma ordem.</p>
<p>Em vez de forçar seu filho a guardar os brinquedos, por exemplo, realize a tarefa junto com ele, explicando carinhosamente porque é preciso manter a organização dos seus pertences. Além disso, faça com que a criança se sinta importante na realização da tarefa; dessa forma, ela associará a ação a algo positivo.</p>
<p>Outra questão a ser discutida é: <strong>Se concentre no que você quer que seu filho aprenda; o</strong>u seja, pode ser que seu filho demore um tempo para terminar determinada tarefa, e ele talvez não faça tão bem quanto você gostaria. Se isso acontecer, não tome frente e nem faça a tarefa você mesmo. Lembre-se que seu objetivo não é que seu filho faça a tarefa tão bem quanto um adulto, mas sim ensiná-lo a ser responsável. E não se esqueça, a<strong>s tarefas deixam a família mais unida, pois os f</strong>ilhos que ajudam em casa aprendem que são importantes e que têm responsabilidades. Por isso, e<strong>nsine seu filho a gostar de ajudar!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dê tarefas de acordo com a capacidade do seu filho. Talvez você fique surpreso de ver como ele vai gostar de ajudar:</strong></p>
<p><strong>2 a 3 anos:</strong></p>
<p>– Guardar os próprios brinquedos em caixas;</p>
<p>– Colocar a roupa suja dentro do cesto;</p>
<p>– Ajudar a levar materiais de plástico para a mesa;</p>
<p><strong>4 aos 5 anos:</strong></p>
<p>– Arrumar os brinquedos no quarto;</p>
<p>– Ajudar a arrumar a cama;</p>
<p><strong>6 aos 7 anos:</strong></p>
<p>– Recolher o lixo pela casa;</p>
<p>– Dobrar toalhas;</p>
<p>– Ajudar a varrer o chão;</p>
<p><strong>8 aos 9 anos:</strong></p>
<p>– Guardar as compras;</p>
<p>– Levar o cachorro para passear;</p>
<p><strong>10 aos 11:</strong></p>
<p>– Limpar a cozinha;</p>
<p>– Buscar a correspondência;</p>
<p><strong>À partir dos 12 anos:</strong></p>
<p>– Ajudar nas compras da casa;</p>
<p>– Fazer um bolo;</p>
<p>– Tomar conta dos irmãos mais novos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crianças que desafiam: o Transtorno Opositivo Desafiador</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-que-desafiam-o-transtorno-opositivo-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2017 15:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[TDO]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”. Manifesta-se na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”.</p>
<p style="text-align: justify;">Manifesta-se na infância antes dos 8 anos de idade, e pode agravar-se na adolescência. Geralmente inicia-se no ambiente doméstico e estende-se para outros ambientes e situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevalência é de 2 a 16% da população em idade escolar, sendo mais comum em meninos do que meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma causa específica para este transtorno, mas acredita-se que fatores genéticos associados a desencadeadores domésticos podem estar associados. O TOD é mais comum em filhos de pais que apresentam transtornos de conduta, humor, personalidade antissocial ou uso abusivo de drogas, e também nos casos de separação dos pais e alienação parental, quando a criança vivencia situações e experiências negativas.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum entre os 2 e 3 anos de idade a criança apresentar um comportamento desafiador e opositor, principalmente quando está com fome, cansada, estressada ou chateada. Estes sintomas tendem a diminuir e desaparecer com o passar do tempo, o que não acontece nas crianças que apresentam o transtorno. Por isso, o diagnóstico de TOD deve ser bastante criterioso, uma vez há um padrão recorrente de comportamento opositor, desafiador, negativista, desobediente e extremamente hostil, que é caracterizado por teimosia exagerada, resistência a cumprir com as regras e combinados, além de incomodar e perturbar as pessoas deliberadamente. Para uma hipótese de TOD, os sintomas citados acima devem persistir por pelo menos 6 meses, e causar prejuízo social e acadêmico significativo, além de destoar do comportamento observado em outras crianças da mesma idade e nível de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o TOD ocorre em comorbidade com outros transtornos, incluindo transtornos de humor, ansiedade, conduta e déficit de atenção/hiperatividade, aumentando a necessidade do diagnóstico precoce e intervenção, para desenvolver ações preventivas junto à criança, família e educadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diagnóstico de TOD somente será possível no caso de deficiência intelectual, quando o comportamento opositor for maior do que o observado em crianças da mesma idade, gênero e grau de deficiência, bem como nas perdas auditivas ou transtorno de linguagem, quando há dificuldade em atender comandos devido a prejuízos causados por estes quadros.</p>
<p style="text-align: justify;">A intervenção e tratamento precoce do TOD são fundamentais para melhorar o comportamento e a qualidade de vida da criança com este transtorno, além de prevenir que evolua para um Transtorno de Conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diagnóstico de TOD, pelo menos <strong>quatro</strong> das características abaixo deverão estar presentes:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Frequentemente perde a paciência;<br />
2) Frequentemente discute com adultos;<br />
3) Frequentemente desafia ou se recusa ativamente a obedecer às solicitações ou regras dos adultos;<br />
4) Frequentemente perturba as pessoas de forma deliberada;<br />
5) Frequentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento;<br />
6) Frequentemente se aborrece sem motivos;<br />
7) Frequentemente mostra-se enraivecido e ressentido;<br />
8) Frequentemente é rancoroso ou vingativo.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento pode incluir a psicoterapia numa <strong>abordagem cognitivo-comportamental</strong>, que busca melhorar as habilidades de resolução de problemas, de comunicação e controle de impulso, e a psicoterapia familiar, que promove mudanças dentro do ambiente doméstico, e visa melhorar também as habilidades de comunicação e as interações familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à medicação, embora não seja considerada eficaz para o tratamento do TOD, pode ser usada quando outros transtornos estiverem presentes, caso o especialista considere conveniente. Vale ressaltar que nem todo comportamento opositor e desafiador é um transtorno, e algumas vezes os pais necessitam de ajuda para estabelecer limites. Embora representem uma figura de autoridade para os filhos, não significa que deverá desempenhar somente funções punitivas. Por isso, é importante regras firmes e claras, mas flexíveis para permitir experimentação e escolha, respeito e acolhimento para ouvir as demandas da criança, e liberdade que permita o processo de crescimento e construção de individualidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A importância das regras</h2>
<p style="text-align: justify;">Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar ás crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afeto. Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem devem posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais não devem fazer</h2>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens á distância &#8211; Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens vagas &#8211; Pedir á criança que se comporte &#8220;como um bom menino&#8221; não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens complexas &#8211; Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as actividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens com antecedência &#8211; Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações &#8211; Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança náo consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens sob a forma de pergunta &#8211; Perguntar &#8220;podes ir agora fazer os trabalhos de casa ?&#8221; deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens em tom ameaçador &#8211; É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança tende a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.guiameubebe.com.br/artigos/157-tod-transtorno-desafiador-opositivo</p>
<p>http://umdiacomtdah.blogspot.com.br/2012/07/transtorno-de-oposicao-e-desafio-tod.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O que há por trás das crianças indisciplinadas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina infantil]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<div class="text-content">
<p style="text-align: justify;">Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como resolver esses problemas? Ou, mais ainda, o que provoca esses comportamentos nas crianças? Vamos ver a seguir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por trás da indisciplina</h2>
<p style="text-align: justify;">Os educadores e profissionais em matéria educativa nos advertem: por trás de uma criança indisciplinada há, efetivamente, um modelo educativo incorreto. Temos que ter isso claro à medida que as crianças crescem e vão buscando nossos limites, e querem dispor da sua própria autonomia, sem compreender ainda as regras da sociedade. Podem ser tornar exigentes e autoritárias, incapazes de lidar com a frustração, demandantes contínuos de atenção, objetos, e direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">São crianças que não foram controladas e que não tiveram limites estabelecidos. A indisciplina é, em essência, uma falta de controle e de orientação por parte dos que têm a responsabilidade de educar. É verdade que cada criança é única, que dispõe de uma personalidade própria e de um caráter que, com certeza, não é igual ao caráter do irmão, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é tarefa de nós todos, como pais, mães, avós, professores ou psicólogos, enquadrar cada comportamento a tais limites, onde temos que aprender a viver em sociedade, respeitando uns aos outros em harmonia. Se uma criança não vê os limites, não deixará de encontrar mais e mais frustração, porque jamais verá suas necessidades e desejos cumpridos. Não saberá respeitar os demais, nem mesmo a si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ocasiões, podemos ver muitos pais e muitas mães ligeiramente despreocupados com aquilo que é importante para a criança. São modelos educativos muito permissivos; às vezes, inclusive, pouco afetivos, nervosos, incoerentes nas suas normas… dimensões que, aos poucos, vão modelando essas crianças indisciplinadas que todos nós conhecemos e vimos alguma vez.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Educação consciente e disciplinada</h2>
<p style="text-align: justify;">Para educar crianças, é necessário assumirmos uma série de ideias básicas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Temos que assumir a nossa autoridade. Cuidado: autoridade não tem nada a ver com levantar a voz, gritar, aplicar normas inflexíveis ou castigos severos. Dispor de autoridade significa que, como pais, temos a responsabilidade – e a obrigação – de educar pessoas que viverão em sociedade. Pessoas que compreendem as normas, que aprendem a ser independentes, a assumir responsabilidades e a respeitar os demais. Nossas ordens deverão ser coerentes e lógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprender a colocar limites. Eles são essenciais na hora de educar. As crianças devem saber o que está bom e o que não está, o que se espera dela em cada situação e o que podem fazer e o que não podem. Se esses limites forem coerentes e se mantiverem, as crianças serão capazes de assumi-los ao longo da vida e crescerão entendendo as normas. Se não sabem onde estão os limites, educaremos jovens com pouca resistência à frustração, pessoas essencialmente infelizes e insatisfeitas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Educação democrática. É básica. Toda regra deverá ser negociada, explicando também qual é a finalidade. Você precisa mostrar proximidade e compreensão com as crianças, para que saibam que serão sempre escutados, que as suas palavras têm importância e que as nossas regras tem como finalidade dar instruções para ensinar-lhes que a sociedade em que vivem também é formada por regras. É preciso dar exemplos, estabelecer uma comunicação aberta, onde não haja chantagens nem duplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ir com cuidado. As crianças indisciplinadas são, às vezes, o reflexo de uma educação errônea, permissiva e pouco interessada. Como pais, como educadores, entendemos que ter filhos é uma grande responsabilidade. Devemos nos esforçar e servir de modelo, como orientadores em uma sociedade na qual devemos aprender a ser feliz. E, para ser feliz, devemos respeitar, valorizar, escutar, ceder, assumir, empreender… tudo isso nos é ensinado pela disciplina.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ha-tras-das-criancas-indisciplinadas/</p>
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		<title>As novas experiências e a influência dos pais</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-novas-experiencias-e-influencia-dos-pais-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 21:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância não é mera fase do desenvolvimento humano, mas uma das mais importantes, pois é nela que começam a se formar as características de personalidade, as crenças, bem como o reconhecimento e a expressão das emoções. A formação de todas estas características muito se baseia nas diferentes experiências de troca da criança em suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A infância não é mera fase do desenvolvimento humano, mas uma das mais importantes, pois é nela que começam a se formar as características de personalidade, as crenças, bem como o reconhecimento e a expressão das emoções. A formação de todas estas características muito se baseia nas diferentes experiências de troca da criança em suas relações com o meio cultural e com as pessoas à sua volta. É possível dizer que a criança concebe e percebe o mundo com base nas suas relações sociais, que são, nesta fase, sempre mediadas por um terceiro.</p>
<p>Diante de tais considerações, percebe-se que o adulto, mais precisamente os pais e aqueles que pertencem ao cotidiano da criança, possuem papel importantíssimo na formação pessoal e na constituição da personalidade daquele pequeno ser. Muitas das escolhas futuras estarão diretamente relacionadas à aprendizagem de modelos que se teve nesta fase.</p>
<p>Para que seu filho aceite, ainda na infância, mas já numa fase mais avançada desta, experimentar e participar de novas atividades, tudo vai depender da maneira como tais atividades lhe são apresentadas e foram tratadas até então. Não é uma tarefa fácil aprender a lidar com o novo, com o diferente. Isto vai desde situações simples, como a introdução de novos hábitos alimentares, até situações mais complexas, onde estão envolvidos padrões culturais.</p>
<p>Existe em nossa sociedade, por exemplo, uma divisão bastante antiga entre “coisas de meninos” e “coisas de meninas”, que determinam os papéis sociais que deveriam ser desempenhados por cada um. Esta divisão se perpetua nos dias de hoje e continua sendo passada para cada nova geração já através da diferenciação entre “brincadeira de menina” e “brincadeira de menino”. Muitos pais, alguns consciente, outros inconscientemente, acabam embutindo esta diferenciação em seus filhos. O que para estes não faz sentido algum, para os pais, diferenciar as brincadeiras é uma forma de se sentirem seguros e dominarem a relação que os filhos estabelecem com o mundo.</p>
<p>Se um menino cresce ouvindo de suas figuras de referência que a dança é coisa de menina e, lá na frente, se depara com uma atividade que envolva esta modalidade na escola, sua reação será coerente com aquilo que aprendeu ao longo de seus anos e poderá se recusar a participar da atividade, mesmo sem conhecê-la. A reação desta criança diante de um colega que apresenta gostos diferentes do seu também será muito influenciada pela maneira como suas figuras de amparo reagem na mesma situação.</p>
<p>Se eu quero que meu filho experimente diversificadas atividades sem preconceito por parte dele, eu também preciso, entre outras coisas, principalmente despir-me dos meus próprios preconceitos e tomar cuidado com aquilo que lhe passo.</p>
<p>Permitir a inserção nas mais diversas atividades e manifestações culturais, tomando sempre o cuidado para que não sejam atividades impostas, mas deixando que, aos poucos, as próprias crianças percebam seus gostos, identifiquem seus hobbies, criem sua autoconsciência e se decidam por aquelas que apresentam maior interesse.</p>
<p>Lembrem-se, a influência dos pais é fundamental nas escolhas dos filhos. Não deixem que ela se torne prejudicial!</p>
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		<title>O que fazer para que as crianças tenham uma vida saudável com menos stress?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-para-que-as-criancas-tenham-uma-vida-saudavel-com-menos-stress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2016 21:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O organismo humano reage de maneiras diversas às situações vivenciadas ao longo da vida. A cada interação realizada, são requeridas respostas psicológicas e comportamentais coerentes com a situação vivenciada. Tais respostas são caracterizadas como Stress, uma reação do organismo diante de eventos, sejam eles difíceis, excitantes, irritantes, amedrontadores ou felizes. A reação da criança frente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O organismo humano reage de maneiras diversas às situações vivenciadas ao longo da vida. A cada interação realizada, são requeridas respostas psicológicas e comportamentais coerentes com a situação vivenciada. Tais respostas são caracterizadas como Stress, uma reação do organismo diante de eventos, sejam eles difíceis, excitantes, irritantes, amedrontadores ou felizes.</p>
<p style="text-align: left;">A reação da criança frente a eventos estressores e que exigem adaptação por parte dela, inclui mudanças psicológicas, físicas e químicas no seu organismo. Não necessariamente estas mudanças são negativas, contudo, a ativação constante da resposta ao stress sobrecarrega os sistemas em desenvolvimento com conseqüências sérias e duradouras para a criança. Distúrbios psicológicos, tais como a depressão infantil, comportamento agressivo, enurese, ansiedade, choro excessivo, pesadelos e irritabilidade, são bastante comuns diante de situações de stress prolongado.</p>
<p style="text-align: left;">As crianças podem experimentar situações de stress originadas internamente, a partir de suas ansiedades primitivas e fantasias infantis, bem como, mais comumente, oriundas do mundo externo. As pressões da vida moderna estão fazendo com que as crianças cresçam rápido demais, o que torna sua infância altamente estressante. Além do excesso de atividades e da pressão para satisfazer as necessidades emocionais dos pais, diversos fatores, como nascimento de um irmão, separação dos pais, hospitalizações, morte de alguém na família, mudança na rotina, permissividade sexual excessiva, mudança de escola ou residência, e convivência com pessoas da família que estejam sob stress, podem causar o stress infantil.</p>
<p style="text-align: left;">Outra fonte contemporânea do stress são as configurações familiares. É comum encontrar crianças que vivem apenas com um dos pais ou em lares onde ambos os responsáveis saem para trabalhar, assim, com freqüência, elas têm que arcar com responsabilidades de adultos. Pais que trabalham fora podem ainda cobrar de seus filhos carinho, bom comportamento e desempenho com mais intensidade.</p>
<p style="text-align: left;">Para proporcionar à criança uma vida saudável, com menos stress, é necessário respeitar o seu ritmo e auxiliar na aquisição de hábitos de vida saudáveis. Além disso, os pais devem tomar cuidado para não embutir em seus filhos os problemas da vida cotidiana e não delegarem tarefas, que na verdade, não os cabem.</p>
<p style="text-align: left;">Outro fator importante é ajudar a criança a aprender a lidar com as situações de stress. Para isso os pais devem assegurar que os ambientes nos quais as crianças crescem e se desenvolvem são acolhedores, estáveis e estimulantes, com a presença de um adulto acolhedor, que permite que o stress seja aliviado em pouco tempo, sem que cause danos, possibilitando assim o desenvolvimento saudável de seus filhos.</p>
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		<item>
		<title>Como saber se seu filho está sofrendo com a ansiedade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-saber-se-seu-filho-esta-sofrendo-com-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2016 16:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medo, ansiedade e preocupações são comuns na infância. O que os pais devem tentar perceber é se a ansiedade seria uma apreensão normal ou se é algo que interfere significativamente na vida da criança, causando alterações comportamentais, interferências na rotina, dificuldades na escola, dentre outras consequências de uma ansiedade patológica. A ansiedade patológica pode se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Medo, ansiedade e preocupações são comuns na infância. O que os pais devem tentar perceber é se a ansiedade seria uma apreensão normal ou se é algo que interfere significativamente na vida da criança, causando alterações comportamentais, interferências na rotina, dificuldades na escola, dentre outras consequências de uma ansiedade patológica.</p>
<p>A ansiedade patológica pode se manifestar de forma física, cognitiva, emocional e comportamental. Dessa forma, incluem os seguintes sintomas: medo, angústia, inquietação, preocupações exageradas, insônia, irritabilidade, distraibilidade, desconcentração, sensação de falta de ar, taquicardia, náusea, boca seca, tontura, sensação de desmaio, dor no peito e tremores no corpo, comportamento de esquiva ou fuga e exploração do ambiente antecipando perigo ou ameaça. Os transtornos de ansiedade acometem crianças e adolescentes com uma prevalência entre 4 a 20% e podem ser subdivididos em quadros específicos. Os principais são: ansiedade de separação, ansiedade social, fobia específica e transtorno obsessivo-compulsivo.</p>
<p>A ansiedade de separação é o medo excessivo em relação ao estágio de desenvolvimento, de ficar longe dos pais ou quando são afastados de casa. As crianças se recusam a ir para a escola, ficam chateadas quando os pais saem para trabalhar e é comum elas ficarem andando atrás dos pais por toda a casa. Pode haver recusa a comparecer à escola ou acampamentos, visitar ou dormir na casa de amigos.</p>
<p>Já a ansiedade social é a apreensão quando a criança tenta interagir com outras pessoas ou quando é o foco da atenção de todos. Essas crianças são muito tímidas e costumam evitar as situações sociais, como conhecer pessoas novas, falar ao telefone, participar em sala de aula, associar a clubes e praticar atividades coletivas. Elas sentem medo de que os outros pensem mal a seu respeito, evitando as situações sociais.</p>
<p>A fobia específica se caracteriza por uma ansiedade significativa, injustificada e desproporcional provocada pela exposição a objetos ou situações temidos, frequentemente levando ao comportamento de evitação. As fobias podem ser classificadas em vários tipos. O tipo animal (medo de cobras, aranhas, insetos, gatos, lagartixas, ratos e pássaros); tipo ambiente natural (medo de tempestades, água e altura); tipo situacional (dirigir, elevadores, aviões, pontes). Outras fobias comuns são de sangue, injeção e ferimentos.</p>
<p>Já no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), a mente é invadida por pensamentos obsessivos de conteúdo catastrófico e a criança responde com a realização de compulsões na tentativa de afastar o medo de possíveis consequências desastrosas relacionadas a tais obsessões, como lavar as mãos a todo o momento, verificar excessivamente as portas, não usar roupas determinada cor, ficar aflito caso os objetos sobre a escrivaninha não estejam dispostos de uma determinada maneira, por exemplo.</p>
<p>O tratamento mais utilizado e eficaz para os transtornos de ansiedade tem sido a terapia cognitivo-comportamental (TCC) combinada ao acompanhamento psiquiátrico infantil. A TCC atua na mudança dos pensamentos distorcidos ansiogênicos, buscando o alívio da ansiedade através das alterações provocadas no modo como a pessoa se vê e se comporta no mundo e em suas relações, buscando sempre a harmonia entre seus pensamentos e sentimentos, tornando-a mais adaptada e funcional para seu ambiente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TOC infantil: como identificar e lidar com o transtorno nas crianças?</title>
		<link>https://casule.com/blog/toc-infantil-como-identificar-e-lidar-com-o-transtorno-nas-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2016 20:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[colecionismo]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza em excesso]]></category>
		<category><![CDATA[mania de limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[toc infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno Obsessivo-Compulsivo – que se popularizou com sua sigla, TOC – é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade desgastante e difícil de lidar para os adultos. Mas você sabia que ela tem, em muitos casos, seu início na infância? Veja como identificar e ajudar os pequenos a lidarem com o problema. TOC: o que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Transtorno Obsessivo-Compulsivo – que se popularizou com sua sigla, TOC – é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade desgastante e difícil de lidar para os adultos. Mas você sabia que ela tem, em muitos casos, seu início na infância? Veja como identificar e ajudar os pequenos a lidarem com o problema.</p>
<h2 style="text-align: justify;">TOC: o que é</h2>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;O TOC é um distúrbio psiquiátrico caracterizado pela presença de crises recorrentes de obsessões e compulsões. “A obsessão se manifesta através de pensamentos, ideias e imagens recorrentes que a pessoa não consegue controlar”,“Para se livrar desses pensamentos e aliviar a ansiedade, ela precisa realizar algum tipo de comportamento que se torna repetitivo”. Essas pessoas acreditam que se não realizarem esse ritual, algo de terrível poderá acontecer.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Causas do TOC</h2>
<p style="text-align: justify;">Ainda não se sabe exatamente quais são os causadores do Transtorno Obsessivo-Compulsivo, mas existem estudos que sugerem que alterações na comunicação entre determinadas zonas cerebrais que utilizam o neurotransmissor serotonina podem estar relacionadas ao seu desenvolvimento. Além disso, fatores psicológicos e familiares também são possíveis causas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">TOC na infância</h2>
<div class="media media-element-container media-normal" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">O TOC infantil pode aparecer entre os 3 e 4 anos de idade, mas o diagnóstico ainda não pode ser fechado nessa fase. Caso os sintomas apareçam na criança, o ideal é procurar um psicólogo que ajudará os pais e a criança a lidarem bem com o distúrbio. Também é importante procurar um médico para acompanhar a criança desde cedo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas do TOC: identifique no seu filho</h2>
<p style="text-align: justify;">A frequência de certos rituais e a intensidade com que eles são feitos devem ser levadas em consideração. “Em geral, eles se manifestam na área da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização, simetria, colecionismo e podem variar com a evolução da doença”. Fique atento, por exemplo, caso seu filho lave as mãos repetidamente ou conte os passos sempre até um determinado número.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Meu filho tem TOC. E agora?</h2>
<p style="text-align: justify;">O TOC não tem cura, mas pode ser tratado com ajuda da psicoterapia e, em alguns casos, medicação. A família também tem papel importante na evolução do transtorno. A recomendação da psicóloga é agir da maneira mais natural possível com a criança que tem TOC, os sintomas não devem ser o foco</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/bebe/toc-infantil-como-identificar-e-lidar-com-o-transtorno-nas-criancas</p>
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