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	<title>dependência emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>dependência emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Por que as pessoas não conseguem sair de relacionamentos abusivos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/saia-de-relacionamentos-abusivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[abusivo]]></category>
		<category><![CDATA[baixa autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já se perguntou por que existem relacionamentos abusivos? Neste vídeo, eu vou te dar uma abordagem psicológica deste assunto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Provavelmente você conhece alguém que vive em um relacionamento que lhe faz mal, mas entra ano e sai ano e aquela pessoa permanece naquele relacionamento.</p>



<p>Você já parou para pensar por que isso acontece?</p>



<p>No vídeo de hoje vamos listar alguns motivos que impedem as pessoas de saírem de relacionamentos abusivos.</p>



<p>Acesse e conheça nossa plataforma de saúde mental Casuleplay.<br>www.casuleplay.com</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/gSG3S-z-tGA" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



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		<item>
		<title>Como ser uma mulher mais segura?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-ser-uma-mulher-mais-segura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[desconfiança]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste vídeo eu trago 10 passos importantes para você deixar de ser insegura e buscar a sua autoestima e independência.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste vídeo eu trago 10 passos importantes para você deixar de ser insegura e buscar a sua autoestima e independência.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Jw9wCKVQ0KA" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<item>
		<title>Estratégias para superar a dependência emocional</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/estrategias-para-superar-a-dependencia-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é dependência emocional? Você sente que precisa do outro? Que não sabe viver ou fazer coisas sozinho? Tem a necessidade de se sentir amada? Depende do outro para se sentir feliz, segura? Deposita suas expectativas e necessidades no outro? Se você se identifica e disse “sim” para essas perguntas, conheça algumas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabe o que é dependência emocional? Você sente que precisa do outro? Que não sabe viver ou fazer coisas sozinho? Tem a necessidade de se sentir amada? Depende do outro para se sentir feliz, segura? Deposita suas expectativas e necessidades no outro? Se você se identifica e disse “sim” para essas perguntas, conheça algumas estratégias para você começar a desenvolver sua independência emocional.</p>



<p>Um dos passos mais importantes e iniciais é <a href="https://casule.com/como-identificar-e-tratar-a-dependencia-emocional-video-completo/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">reconhecer que você está dependente</a>, que você se sente assim, entender porque existe essa dependência e que isso pode ser modificado.</p>



<p>Não tenha receio de sentimentos como <a href="https://casule.com/inseguranca-2/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">insegurança</a> e <a href="https://casule.com/nem-tudo-e-como-a-gente-quer/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">incerteza</a>. Uma das características da dependência emocional é a busca constante por controle na “intenção” de gerar uma falsa sensação de segurança, podendo ser prejudicial por resultar posteriormente em uma relação tóxica.&nbsp;</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/YvyuCG3Ubuw" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas para superar a dependência emocional</h2>



<p>1- Coloque-se em primeiro lugar. É muito comum as pessoas confundirem “amor próprio com egoísmo”. Ter você como sua prioridade é tornar-se consciente de que você também é importante, tem suas necessidades, opiniões, vontades, preferências e formas de pensar.&nbsp;</p>



<p>2- Busque conhecer novos lugares, novas pessoas e fazer coisas que você gosta e talvez não faça há algum tempo.</p>



<p>3- É preciso aprender a dizer não. Respeitar os nossos limites e vontades nos auxiliam na manutenção da autonomia emocional. Dizer “não” para o outro não é sinônimo de desrespeito ou falta de consideração.&nbsp;</p>



<p>4- <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/o-peso-do-passado-video-completo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Não se prenda ao passado</a>. Não fique revivendo e relembrando experiências que foram negativas e traumáticas para você o tempo todo. As situações que você vivenciou são parte importante do processo de aprendizado e não uma certeza de que será assim sempre.</p>



<p>5- Reflita, repense, questione as suas próprias regras. Não seja tão rígido e inflexível com você porque algumas experiências geraram resultados parecidos e reforçaram suas crenças. Certifique-se se seus pensamentos retratam mesmo a realidade ou se estão sendo <a href="https://casule.com/distorcoes-cognitivas-video-completo/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">distorcidos</a>.</p>



<p>6- Seja responsável por suas emoções. Você pode ter conhecimento sobre como e, porque elas se manifestam desenvolvendo controle emocional.&nbsp;</p>



<p>E o mais importante, busque por ajuda profissional. O psicólogo é um profissional apto para te auxiliar nesse processo de <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/o-autoconhecimento-e-o-poder-do-conhece-te-ti-mesmo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autoconhecimento</a>, resolução de problemas e desenvolvimento da autonomia, visando promover a melhoria do seu bem-estar.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com a dependência afetiva? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-a-dependencia-afetiva-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[dependência afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento tóxico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dependência afetiva paralisa o indivíduo, que passa a anular seus próprios anseios e satisfazer, a todo instante, as necessidades do(a) parceiro(a). Isso leva a uma relação tóxica sem respeito mútuo, onde o dependente escraviza suas vontades pelo medo do abandono e fim da relação. Confira com Letícia Medeiros, Psicóloga da Casule! Quer tomar um [&#8230;]</p>
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<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1ekKq2W31WA" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>A dependência afetiva paralisa o indivíduo,  que passa a anular seus próprios anseios e satisfazer, a todo instante, as necessidades do(a) parceiro(a). Isso leva a uma relação tóxica sem respeito mútuo, onde o dependente escraviza suas vontades pelo medo do abandono e fim da relação.</p>



<p>Confira com Letícia Medeiros, Psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<item>
		<title>Como identificar e tratar a dependência emocional?  (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-identificar-e-tratar-a-dependencia-emocional-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[amor patológico]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como identificar e tratar a dependência emocional? Se você está numa relação que não te faz bem ou conhece alguém nesta situação, assista ao vídeo e esclareça suas dúvidas a respeito do amor patológico. Confira com Marcelle Mattos, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qBwkJ7UDfOg" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>Como identificar e tratar a dependência emocional? Se você está numa relação que não te faz bem ou conhece alguém nesta situação,  assista ao vídeo e esclareça suas dúvidas a respeito do amor patológico.</p>



<p>Confira com Marcelle Mattos, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<item>
		<title>Dependência emocional: como identificar e tratar</title>
		<link>https://casule.com/blog/dependencia-emocional-como-identificar-e-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2019 15:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sinais de dependência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sente necessidade de suporte, orientação e aprovação o tempo todo? Agir, decidir ou resolver alguma situação de forma independente te causa ansiedade? Você sempre busca ajuda adotando uma postura submissa diante dos outros? Se sente impotente ou incapaz? Estas são perguntas que você deve se fazer caso perceba que tem uma dependência extrema de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sente necessidade de suporte, orientação e aprovação o tempo todo?<br> Agir, decidir ou resolver alguma situação de forma independente te causa<br> ansiedade? Você sempre busca ajuda adotando uma postura submissa diante dos outros? Se sente impotente ou incapaz? Estas são perguntas que você  deve se fazer caso perceba que tem uma dependência extrema de outra  pessoa.</p>



<p> A dependência emocional se caracteriza por colocar o outro como centro<br> de sua própria vida com uma necessidade de aprovação, de amor e de atenção extremas. Ela se caracteriza por uma adição, um vício afetivo entre pessoas podendo ser em relações afetivas, de amizade, com familiares ou nas relações de trabalho. Todos temos pessoas próximas que nos dão suporte quando precisamos e nos acolhem quando estamos vulneráveis, são relações comuns do dia-a-dia, porém, as pessoas dependentes emocionalmente vivenciam estas relações de forma intensa prejudicando sua própria saúde mental e se colocando como menos importante em suas próprias vidas. Estas pessoas vivem um apego patológico.</p>



<p> As relações comumente passam por momentos de variadas intensidades<br> de sentimentos dependendo do tempo de relacionamento e da idade das<br> pessoas envolvidas, porém, a qualidade dos relacionamentos sejam eles<br> afetivos, profissionais, com os amigos ou familiares pode ficar prejudicada se a dependência emocional faz parte do contexto. Esta pessoa necessita de outra para ter estabilidade emocional de tal forma que se houver alguma mudança, por mínima que seja, no modo de tratá-la gera um desequilíbrio.</p>



<p> A violência, recebida ou realizada, pode ser um fator presente em relações<br> regidas pelo amor patológico, outra forma de nomear a dependência<br> emocional. Outros pontos a serem observados podem ser a submissão,<br> sentimentos de insatisfação, vazio emocional, ansiedade quando longe da<br> pessoa da qual se depende, incapacidade de tomar decisões por si,<br> impulsividade, sentimentos de autodestruição, baixa autoestima.</p>



<p> De acordo com um estudo publicado pela revista periódica de psicologia<br> “Estudos Interdisciplinares em Psicologia” a origem do amor patológico pode estar associada ao apego aprendido na infância. Um apego seguro não dá origem a indivíduos dependentes emocionalmente, mas sim o apego<br> preocupado e ambivalente. Foram encontrados indícios neurobiológicos e<br> culturais. A forma idealizada como o amor é abordado em nossa sociedade<br> pode levar pessoas propensas a este tipo de interpretação a viverem de forma patológica os relacionamentos.</p>



<p> É importante ter em mente que são comportamentos exagerados para<br> podermos diferenciá-los da importância que damos aos mais próximos e<br> queridos. De acordo com Cristiano Nabuco, o cuidar do outro assume uma<br> intensidade desconfortável onde ocorre um controle dos passos do outro sendo comum até mesmo o abandono de atividades cotidianas para se “dedicar” a este amor patológico.</p>



<p>A maioria das pessoas que sofre da dependência emocional é do sexo<br> feminino, mas os homens também apresentam o quadro. É um comportamento que merece atenção profissional adequada, já que muitas pessoas procuram a terapia para mudarem seus comportamentos com o intuito de reatar um relacionamento que teve fim, encobrindo o verdadeiro problema a ser tratado.</p>



<p>Você se identificou com a situação ou conhece alguém que precisa de<br> ajuda? Que se auto negligencia para dar um cuidado excessivo e doentio ao<br> outro, que depende de outro tomar decisões, que tem insônia, taquicardia e<br> tensão muscular causadas por esta relação, que vive o amor de forma<br> estressante ao invés de equilibrada? É importante que esta pessoa procure<br> tratamento para que possa vivenciar o melhor que uma relação amorosa e<br> saudável tem a oferecer.</p>



<p>Fontes:  pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2236-<br> 64072016000100006&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt<br> Psicologia do cotidiano – Cristiano Nabuco</p>
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		<title>Namoro livre da dependência emocional</title>
		<link>https://casule.com/blog/namoro-livre-da-dependencia-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relacionamento afetivo é uma experiência quase que inerente à espécie humana. Desde o nascimento, ou até mesmo antes dele, começamos a desenvolver laços afetivos com as pessoas que nos cercam, trazendo à tona a necessidade de acolhimento e aconchego com alguém que nos complete, o que fica muito evidenciado na relação que se estabelece [&#8230;]</p>
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<p>O relacionamento afetivo é uma experiência quase que inerente à espécie humana. Desde o nascimento, ou até mesmo antes dele, começamos a desenvolver laços afetivos com as pessoas que nos cercam, trazendo à tona a necessidade de acolhimento e aconchego com alguém que nos complete, o que fica muito evidenciado na relação que se estabelece entre mãe e filho já nos primeiros dias de vida deste.</p>



<p>	Mais tarde, à medida em que se ampliam os relacionamentos interpessoais, os afetos vão se estendendo àquelas pessoas que não pertenciam ao círculo familiar e chega a idade em que o namoro se torna uma das principais fontes de afeto e, portanto, tem importância fundamental na vida do indivíduo.</p>



<p>A maneira como o namoro é conduzido faz toda a diferença para a construção de um relacionamento saudável. Ter a companhia da pessoa amada deve ser algo positivo, leve e que traga a sensação de bem-estar. Se isso não acontece é sinal de que alguma coisa não está indo bem. Neste momento, questionamentos tais como o lugar que o namoro ocupa na minha vida e a importância que tenho dado a ele, se mostram importantes para avaliar o relacionamento.</p>



<p>A partir do momento em que se assume um compromisso com outra pessoa é bom que ele seja tomado como algo importante, no entanto, sempre considerando as devidas proporções e tomando cuidado com os excessos que, invariavelmente, trazem sofrimento para o casal. A grande expectativa depositada no outro, a necessidade de estar o tempo todo em contato e a restrição dos relacionamentos interpessoais e familiares podem ser sinais de uma dependência afetiva, um tipo de apego excessivo à outra pessoa.</p>



<p>A dependência surge da necessidade de ser amado e, quando ela aparece, em muitos casos o amor se dissolve e as consequências são negativas para os dois, tanto ao longo do relacionamento, como no final dele, pois o término vai ser mais difícil de ser aceito e elaborado por aquela pessoa que se sente dependente da outra.&nbsp;</p>



<p>Para que o namoro seja um relacionamento agradável e saudável para ambas as partes, é importante estar atento à maneira como nos relacionamos com a outra pessoa. Se percebo que estes comportamentos estão acontecendo, é sinal de que preciso provocar em mim algumas mudanças. Quando a mudança é difícil, não hesite em buscar a ajuda de um terapeuta, ele poderá auxiliá-lo nesse processo.<br></p>
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		<title>O namoro e seus limites (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-namoro-e-seus-limites-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 15:00:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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<p>Nesse vídeo vamos abordar o tema da  importância de ter um namoro saudável, sem excessos, para manter sua saúde mental.</p>



<p>Confira com Mariana Fonseca, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<title>Violência emocional também dói!</title>
		<link>https://casule.com/blog/violencia-emocional-tambem-doi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 20:03:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber. Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por exemplo, esquece a própria vida, abandona os estímulos e as próprias vontades. Muito do que vive, em geral, tem a ver com o desejo e satisfação do outro, numa submissão inconsciente. “Isso porque essa pessoa tem a tendência a acreditar nas críticas e insultos recebidos, sem forças para argumentar”, diz a psicóloga Cora Ferreira, de São Paulo. “A relação afetiva entre essas pessoas impede a rapidez e a clareza da percepção das manipulações e ameaças”.</p>
<p style="text-align: justify;"> O agressor é normalmente simpático, extrovertido e educado, do tipo que conquista fácil a confiança, mas que tende a ser controlador e hostil. E o agredido se mostra frágil emocionalmente, inseguro e com baixa auto-estima. Desta forma, os dois acabam por formar uma “dupla perfeita” nas suas imperfeições. “A questão da violência emocional acontece por conta dos dois lados. É uma dupla que vai encontrando uma forma de sobrevivência: um abusa para mostrar e sentir-se poderoso, o outro cede porque se sente inferior e culpado &#8211; e isto vai se tornando um ciclo vicioso. Alguns gostam de agredir. Outros de apanhar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as formas dessa violência que não deixa marca no corpo está humilhar, depreciar, fazer chantagem com cenas melodramáticas e desmerecimentos, levando o outro a crer na culpa, na inferioridade e incapacidade frente a situações como cuidar de si, da casa ou dos filhos. “Em geral, o agressor minimiza os argumentos do outro e, de forma egocêntrica, aumenta os seus, dizendo que são mais importantes e urgentes. Busca satisfação constante de suas vontades, enquanto responsabiliza o outro pelas questões negativas de suas vidas”, diz Cora, que é especialista em psicoterapia psicanalítica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fugir desse agressor, que usa da força verbal, psicológica e moral para minimizar o parceiro, é preciso primeiro identificá-lo. “Essas pessoas normalmente têm o sentimento de inferioridade encoberto e, para dar conta do mal-estar que sente, dilapida as bases do outro”, explica a psicóloga.</p>
<div class="clear" style="text-align: justify;"> <img decoding="async" src="https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1491936180968" alt="" /></div>
<p style="text-align: justify;">Se ainda assim não é possível enxergar o agressor &#8211; o amor bandido às vezes transfigura a realidade &#8211; uma boa saída é olhar para si e pensar a respeito dos sonhos, desejos e o tem feito com isso. “Se estiver satisfeita, tudo bem! Mas, e se fica muito infeliz com isso? Com certeza vai ter que dar um basta nesta forma de relação. Se ficar presa à necessidade de satisfação de alguém, sem levar nada de bom, a vida cobra mais pra frente”, alerta Cora. E aí, no meio desse círculo vicioso, a vítima se afasta de parentes e amigos e acaba isolada.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga sugere então o diálogo como início de uma nova cara para a relação. Colocar as questões sobre a mesa e lavar a roupa suja são saídas. Outra opção é se aproximar de amigos e familiares que possa confiar e pedir ajuda. “Mas isto é só o primeiro passo, já que as marcas podem ser muito profundas, não só com relação ao que viveu com o parceiro, como também uma decepção pessoal, por ter se prestado a esta vivência, sem ter se libertado para sua vida há mais tempo”</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a isso, a profissional sugere ajuda psicológica, principalmente para buscar entender porque se permitiu viver isto. “Perguntas sobre como aprender com o erro são imprescindíveis para experiências diferentes, no futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://vilamulher.uol.com.br/familia/relacionamento/violencia-emocional-tambem-doi-21182.html</p>
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		<title>Como detectar o transtorno de personalidade dependente</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-detectar-o-transtorno-de-personalidade-dependente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 19:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual jf]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade dependente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno de personalidade dependente possui como característica principal uma necessidade excessiva de que os outros se ocupem da pessoa, gerando um sentimento de submissão e adesão que impede que ela seja capaz de se desenvolver de forma independente. Estas pessoas são extremamente passivas e tendem a deixar que outras pessoas tomem as decisões por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O transtorno de personalidade dependente possui como característica principal uma necessidade excessiva de que os outros se ocupem da pessoa, gerando um sentimento de submissão e adesão que impede que ela seja capaz de se desenvolver de forma independente. Estas pessoas são extremamente passivas e tendem a deixar que outras pessoas tomem as decisões por elas. Também apresentam um forte temor a ser abandonadas e se esforçam para agradar os outros</p>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<p>Na hora de tomar decisões. As pessoas com transtorno de personalidade dependente têm grandes dificuldades para tomar decisões sozinhas. O grau de dependência chega até o ponto de perguntar como se vestir, o que cozinhar, o que comprar, etc.</p>
</div>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<div class="orden"></div>
<p>Dificuldade para se projetar. A falta de confiança própria conduz elas a adotar uma atitude de passividade na vida. Não costumam ter iniciativa própria nem projetos porque se consideram incapazes de atingí-los.</p>
</div>
<div class="apartado">
<div class="orden" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Necessidade do outro. Geralmente, as pessoas com transtorno de personalidade dependente não assumem a responsabilidade perante grandes decisões. Tendem a depender de uma única pessoa que se ocupa destas decisões, como por exemplo, onde trabalhar, onde morar, etc.</p>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<p>Evite ficar sozinho. Quando estas pessoas se encontram sozinhas, sentem-se desprotegidas e inúteis.</p>
</div>
<div class="apartado">
<div class="orden" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Relações amorosas de dependência. Tendem a procurar parceiros com forte instinto de proteção e cuidado.</p>
<div class="apartado" style="text-align: justify;">
<p>Medo do abandono. Estas pessoas sentem muito medo de serem abandonadas pelas pessoas que se ocupam delas, e isso provoca muitas vezes que elas façam coisas desagradáveis para os outros com o fim de ser aceitas e de agradar.</p>
</div>
<div class="apartado">
<div class="orden" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Pessimismo. Costumam ser pessoas pessimistas e inseguras, geralmente só tendem a se relacionar com as pessoas das quais dependem.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-detectar-o-transtorno-de-personalidade-dependente/">Como detectar o transtorno de personalidade dependente</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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