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	<title>Déficit de Atenção - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>Déficit de Atenção - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Estou com dificuldades de atenção, o que devo fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/estou-com-dificuldades-de-atencao-o-que-devo-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[concentração]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prestar atenção a algo nada mais é do que selecionar informações que julgamos importantes naquele ambiente e focarmos nelas. </p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/07/Estou-com-dificuldades-de-atencao.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Prestar atenção a algo nada mais é do que selecionar informações que julgamos importantes naquele ambiente e focarmos nelas. </p>



<p>Imagine um indivíduo que esteja em uma sala na qual possui um livro, um computador, um cachorro e um ventilador, qual desses estímulos você acha que atraíra sua atenção?</p>



<p>Qual seria o motivo de prestarmos atenção em algo e ignorarmos outras informações ambientais? Esse fato se explica pelo histórico de vida que reforçou o sujeito a se atentar a um fator ou objeto específico em detrimento a milhares de informações visuais, auditiva, táteis, olfativas.</p>



<p>&nbsp;Uma criança que nasceu e cresceu convivendo com cães, sendo essa uma experiência agradável e feliz, irá “preferir” direcionar sua atenção a cães do que a flores. Nossos pais, amigos, meio social, cultura, influenciam diretamente nesse processo, podendo aumentar nossa curiosidade e interesse por algo, ou fazer que deixemos de nos atentar a determinada situação. </p>



<p>Além disso, não podemos esquecer que a percepção que instauramos sobre o mundo também tem grande valia no processo atencional. Abrirei um pequeno parêntese para explicar de maneira bem simplificada o que é de fato a percepção, para ficar mais entendível a ligação que ela tem com a nossa atenção. </p>



<p>A percepção é basicamente a forma em que interpretamos e enxergamos os eventos ocorridos em nossas vidas, atribuindo um valor único a eles. Agora podemos focar novamente no tema em questão. Existem tipos diferentes de atenção, sendo elas: atenção seletiva, atenção sustentada e atenção dividida. Nossos estados fisiológicos (sono, fome, dor), estados emocionais (tristeza, ansiedade, angústia, alegria) podem alterar significativamente a qualidade de nossa atenção. </p>



<p>Uma noite mal dormida, níveis de ansiedade elevados, uma alimentação pobre em nutrientes são fatores que devem ser modificados se o nosso objetivo for aumentar o desempenho de nossas funções cognitivas. Sabemos que a falta de atenção é bastante danosa ao nosso cotidiano, já que com essa defasagem não conseguimos focar efetivamente em nossos estudos, em nossas tarefas de casa e até mesmo em nossos momentos de lazer.</p>



<p> Além de a ansiedade patológica contribuir para a nossa desatenção, em múltiplas tarefas de nosso dia-a-dia, a depressão é outro transtorno psicológico que sabota esse item tão primordial em nossas vidas. A atenção do depressivo é focada em acontecimentos negativos ocorridos em inúmeros eventos, gerando recortes disfuncionais. </p>



<p>O viés atencional focado no negativo é algo que mantém o ciclo depressivo ativo. Enxergar as pessoas, o passado, o futuro, os acontecimentos que permeiam nossas vidas de uma forma ampla e menos enrijecida é algo que diminui nossa vulnerabilidade para o desenvolvimento de transtornos mentais. </p>



<p>Quando sua atenção estiver demasiadamente norteada para fatores negativos e catastróficos pode ser um sinal de alerta que um acompanhamento psicológico está se tornando necessário. </p>



<p>“A dica do poder”, como diria minha irmã do meio, é cuidar bem de sua atenção, não deixando de se exercitar, se alimentar bem, ler livros, se engajar em conversas estimulantes e diminuir o modo multitarefas. Faça uma coisa de cada vez, assim você estará treinando sua atenção de forma correta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>A Síndrome do Pensamento Acelerado na Infância	 </title>
		<link>https://casule.com/blog/a-sindrome-do-pensamento-acelerado-na-infancia%e2%80%a8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 11:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
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		<category><![CDATA[Síndrome do Pensamento Acelerado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agenda lotada, exigência de alto rendimento e pouco tempo para se divertir&#8230; Estamos falando de adulto? Não, mas sim de crianças.           A rotina das crianças está cada vez mais agitada, e isto em alguns casos tem provocado nos pequenos a Síndrome do Pensamento Acelerado.          Você já ouviu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Agenda lotada, exigência de alto rendimento e pouco tempo para se divertir&#8230; Estamos falando de adulto? Não, mas sim de crianças.<span class="Apple-converted-space">  </span><br />
<span class="Apple-converted-space">         </span>A rotina das crianças está cada vez mais agitada, e isto em alguns casos tem provocado nos pequenos a Síndrome do Pensamento Acelerado.<br />
<span class="Apple-converted-space">         </span>Você já ouviu falar dela? Pode até ser confundida com o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, mas ao contrário do TDAH, que possui causas genéticas e ambientais, a Síndrome do Pensamento Acelerado está relacionada à dificuldade no gerenciamento dos pensamentos.<br />
<span class="Apple-converted-space">         </span>No mundo moderno, crianças e também adolescentes são bombardeados por informações a todo o momento e submetidos excessivamente a diversas tarefas, preocupações e estímulos sociais.<br />
<span class="Apple-converted-space">         </span>A criança se sente sempre cansada, como se 24 horas do dia não fossem o suficiente para realizar todas as suas tarefas, tem dificuldade de concentração e de atenção, se esquece das coisas facilmente e está constantemente irritada, sofre por antecipação, possui má qualidade do sono, dificuldade de relaxar e desacelerar seus pensamentos. É uma espécie de cansaço mental, isso porque o cérebro “rouba” a energia que deveria ser utilizada para outros funcionamentos do corpo e tudo isso começa a externalizar em sintomas físicos, como dores de cabeça, dores musculares, dores de estômago, etc., por exemplo. <span class="Apple-converted-space">    </span><br />
<span class="Apple-converted-space">         </span>Isso acaba por estressar e desgastar o cérebro, impedindo-o de desenvolver outras funções, como a reflexão, resiliência, paciência, criatividade, empatia e tolerância. Através do pensamento, a criança vai adiante aos seus planejamentos; ela avança tanto e idealiza um planejamento rígido, que, quando volta à realidade, fica frustrada em excesso.<span class="Apple-converted-space">  </span><br />
<span class="Apple-converted-space">         </span>Essa rotina acelerada tem muito a ver com as novas demandas sociais. Cada vez mais cedo, as crianças precisam se preparar para entrar na faculdade e se tornar profissionais capacitados dentro do mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Sim, é importante que tenham suporte para o futuro, mas cada criança tem seu ritmo e sua demanda.<br />
<span class="Apple-converted-space">         </span>A responsabilidade que os pais têm é de parar e perceber quais atividades são realmente importantes para o futuro do filho, pensando também na qualidade de vida da criança. Além disso, os pais devem ficar atentos a sinais como mudança repentina de humor, irritabilidade, falta de memória e dificuldade em manter a atenção e a concentração. E se necessário, </span><span class="s2">é aconselhado buscar ajuda profissional.<span class="Apple-converted-space">  </span><br />
<span class="Apple-converted-space">   </span></span><span class="s1"> <span class="Apple-converted-space">    </span>Para desacelerar é preciso:</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">&#8211; Separar o tempo para a brincadeira: Não veja seu filho como um pequeno adulto, ou seja, cheio de responsabilidades. Deixe que ele tenha um tempo para brincar do jeito que quiser. </span></p>
<p class="p2"><span class="s1">&#8211; Diminuir as atividades: Se a criança tiver mais de uma atividade além da escola, o ideal é que pelo menos uma delas seja escolhida por ela mesma.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">&#8211; Incentivar momentos de afetividade: Guarde um momento para sentar e conversar com seu filho e ouça o que ele tem a dizer. </span></p>
<p class="p2"><span class="s1">&#8211; Deixar a tecnologia de lado: O uso excessivo de aparelhos tecnológicos como celulares e tablets exige muito do cérebro adulto, imagine das crianças. Por isso é preciso uma desintoxicação digital.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">&#8211; Diminuir o ritmo: Quem quer fazer tudo ao mesmo tempo acaba inevitavelmente não concretizando nada e torna-se uma pessoa insatisfeita e agitada.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">&#8211; Desacelerar a rotina dos pais: Os pais são os exemplos que os filhos vão seguir. Tente pegar mais leve com você mesmo.</span></p>
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		<item>
		<title>Sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade no adulto</title>
		<link>https://casule.com/blog/sintomas-do-transtorno-do-deficit-de-atencao-hiperatividade-no-adulto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 12:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[desatenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pesquisas científicas se debruçam sobre o TDAH na infância devido ao início precoce do aparecimento da doença, mas pouco se fala como as crianças com TDAH ficam quando se tornam adultas. Segundo a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, cerca de 2/3 das crianças com o diagnóstico continuam com os sintomas da doença, apesar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pesquisas científicas se debruçam sobre o TDAH na infância devido ao início precoce do aparecimento da doença, mas pouco se fala como as crianças com TDAH ficam quando se tornam adultas. Segundo a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, cerca de 2/3 das crianças com o diagnóstico continuam com os sintomas da doença, apesar da manifestação clínica ser um pouco diferente.</p>
<p>Os sintomas estão relacionados à desatenção e hiperatividade/impulsividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Desatenção</h2>
<p>A desatenção em adultos pode ser observada em conversas com outras pessoas, em tarefas que exijam organização e sustentação da atenção ao longo do tempo e nas dificuldades com os estudos e/ou trabalho, bem como na memorização. É importante ressaltar que diante de situações estimulantes, os adultos conseguem manter a concentração, assim como as crianças. A dificuldade está nas tarefas que eles julgam como “chatas”, “trabalhosas”, ou quando se encontram entediados ou distraídos por estímulos internos (emoções) ou externos. Nesses casos, a dificuldade de concentração se manifesta em níveis significativamente maiores dos que os observados pelas outras pessoas, comprometendo o desempenho nas tarefas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O hiperfoco é um sintoma de TDAH que se manifesta como uma pergunta muito frequente dos pacientes: “como eu consigo ter concentração demais em algumas coisas e quase nada em outras?”. O hiperfoco é a atenção excessiva a detalhes ou atividades específicas, geralmente pouco relevantes (como séries, redes sociais), e ocorre em pessoas com e sem TDAH. No entanto, como no TDAH há uma alteração na capacidade de controlar voluntariamente a atenção, o paciente tem dificuldade no autocontrole dos estímulos, isto é, o que é mais estimulante, o que não é, o que vai focar e o que não vai focar. O hiperfoco tem uma duração limitada, chegando a certo ponto que a pessoa começa a ficar cansada ou até mesmo, exausta, de modo que, após certo tempo, acaba se dispersando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Hiperatividade/impulsividade</h2>
<p>A hiperatividade/impulsividade é observada quando o adulto apresenta dificuldade em permanecer parado, comumente em situações específicas. Esta dificuldade em geral está acompanhada por agitação, maior intensidade emocional, impulsividade, falta de autocontrole, alteração no sono e nas atividades que exijam que fiquem parados por longos períodos. Pode-se citar alguns exemplos de impulsividade, como interromper alguém, fazer comentários pouco assertivos de forma não intencional e se comportar de modo inconveniente em algum contexto social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Disfunção executiva</h2>
<p>O grande problema do TDAH é o comprometimento das chamadas “funções executivas”, isto é, a capacidade de planejamento, execução de tarefas, organização, persistência, manejo do tempo, regulação emocional, controle de impulsos, estabelecimento de prioridades, tomada de decisão e integração de diferentes atividades mentais de momento a momento, entre outras. As funções executivas capacitam o indivíduo para o desempenho de ações, e um déficit nessas funções compromete as relações pessoais e acadêmicas/profissionais, na medida que gera problemas na estimativa e uso do tempo, no cumprimento de obrigações, além de dificuldades de colocar em prática o que foi acordado no plano teórico. Infelizmente, muitas vezes, os pacientes apresentam autoestima rebaixada e crença de desvalor geradas a partir de experiências negativas que podem ocorrer no âmbito acadêmico/profissional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nayara Benevenuto Peron</p>
<p>Psicóloga e Terapeuta Cognitivo-Comportamental</p>
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		<item>
		<title>Terapia de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 19:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Casule Saúde e Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
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		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno do estresse pós traumático]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é? A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os transtornos da infância podem ser preditores de psicopatologias na vida adulta, a terapia infantil é extremamente relevante pela função preventiva de suas intervenções.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos atendimentos da criança, também são realizadas intervenções com a família e reuniões na escola a fim de coletar alguns dados pertinentes à queixa da criança e ao desenvolvimento da mesma. As sessões com os pais são extremamente importantes, pois os pais são colaboradores diretos no fornecimento de dados terapêuticos, fatores que contribuem para a manutenção da demanda apresentada e o mais importante, o terapeuta poderá fazer uma análise das práticas educativas utilizadas pelos pais. Orientações aos pais serão frequentes e acontecerão de acordo com a observação do progresso na criança na terapia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como funciona?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Na Casule Saúde e Bem-estar, a terapia infantil é indicada para crianças a partir de 4 anos, tem frequência semanal e duração de 45 minutos. Conta-se com linguagem adaptada e recursos técnicos lúdicos a fim de abordar o mundo das crianças, considerando as necessidades particulares de cada uma delas, como a forma de expressar seus problemas, trabalhar seus conflitos, comportamentos inadequados e aspectos do desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos lúdicos são empregados na terapia infantil permitindo que as crianças expressem seus sentimentos, angústias e dificuldades. Através da brincadeira, a criança reproduz o que vive através da imaginação, do <em>faz-de-conta</em>, promovendo uma regulação emocional. A partir desses dados, o terapeuta formula o caso e faz intervenções de acordo com a demanda fornecida pelos pais e escola.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>É eficaz para quais transtornos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil atende a diversos transtornos, como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtornos de ansiedade, ansiedade de separação, fobias, terror noturno, medos, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do estresse pós-traumático, transtornos do humor, depressão infantil, transtorno bipolar, transtornos alimentares, transtornos de aprendizagem, dislexia, baixo rendimento escolar, transtornos do sono, enurese, encoprese, transtornos de conduta, transtorno opositivo desafiador, bullying, abuso infantil, transtornos invasivos do desenvolvimento, agressividade e indisciplina, orientação de estudos, separação dos pais, timidez, ciúmes, adolescentes com dependência de substâncias psicoativas, impulsividade, luto, entre outras queixas.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental tem sido aplicada com êxito a diversos problemas clínicos e cada vez mais, estudos apontam a eficácia da terapia na qualidade de vida, redução dos sintomas e melhora das dificuldades emocionais e comportamentais da criança e/ou adolescente.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Há possibilidade somente dos pais serem atendidos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Além das primeiras sessões com os pais e algumas orientações ao longo da terapia, há possibilidade dos pais serem <u>treinados</u>, ensinados e algumas práticas parentais saudáveis serão desenvolvidas, além de tirarem suas dúvidas quanto à educação e desenvolvimento emocional dos filhos. Essa modalidade se chama “treinamento de pais”, sendo assim, as intervenções serão voltadas para os pais e o objetivo maior é a promoção de uma relação saudável com os filhos. O treinamento conta com o desenvolvimento de práticas educativas mais consistentes, resoluções de problemas, habilidades sociais, reforçamento, treino de comunicação, dentre outras técnicas cognitivas, comportamentais e vivenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nayara Benevenuto Peron</p>
<p style="text-align: justify;">Psicóloga | Terapeuta Cognitivo-Comportamental</p>
<p style="text-align: justify;">Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental com crianças e adolescentes</p>
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		<item>
		<title>Alexitimía &#8211; Emocionalmente mudos</title>
		<link>https://casule.com/blog/alexitimia-emocionalmente-mudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2016 19:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[alexitimico]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas que têm uma especial dificuldade em identificar e descrever estados emocionais à medida que estes acontecem, e em distinguir os sentimentos das sensações físicas que os acompanham, são apelidadas clinicamente de alexitímicas. Na verdade, o conceito de alexitimia, foi inicialmente proposto por Sifneos (1972) que trabalhava com doentes psicossomáticos, sofreu revisões posteriores, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm uma especial dificuldade em identificar e descrever estados emocionais à medida que estes acontecem, e em distinguir os sentimentos das sensações físicas que os acompanham, são apelidadas clinicamente de alexitímicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o conceito de alexitimia, foi inicialmente proposto por Sifneos (1972) que trabalhava com doentes psicossomáticos, sofreu revisões posteriores, e define-se atualmente através das seguintes dimensões:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>dificuldade a identificar sentimentos e em distinguir entre sentimentos e sensações físicas de estimulação emocional,</li>
<li>dificuldade em descrever sentimentos aos outros,</li>
<li>imaginação diminuída, e</li>
<li>estilo de pensamento ligado ao mundo exterior. (Taylor, Bagby e Parker, 1997)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> Os “alexitímicos podem ter, com posterior reflexão, uma sensação vaga de que estavam sob o domínio de uma forte emoção” (por ex.,  uma tristeza chorosa, ou uma ira raivosa) “mas ficam, em geral,  perdidos quando tentam perceber o que levou essas emoções a manifestarem-se”. Por outras palavras, “não conseguem imaginar o que estimulou o seu  humor, a sua disposição. Quando muito podem ter uma sensação desconfortável de algo que mudou no seu corpo” (por ex., o aumento da frequência cardíaca, o corar ou a sensação de borboletas no estômago), e quando pressionados a descrever os seus sentimentos, “os alexitímicos não têm palavras para oferecer, e podem atrapalhar-se, avançar com um resposta forjada ou simplesmente mudar de assunto.”</p>
<p style="text-align: justify;">É frequente o indivíduo “interpretar erradamente a expressão física da emoção como uma expressão física de doença, por exemplo, as lágrimas no rosto tornam-se, não tristeza, mas um defeito no canal lacrimal; o coração acelerado de paixão, uma válvula defeituosa; ou um aperto de ansiedade no estômago, uma apendicite.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para estas pessoas  os “estados emocionais podem ser atribuídos a influências adversas de ambiente, como uma mudança no barÔmetro, tóxicos no ar, ou um colchão desconfortável. É como se houvesse um elo perdido que permitiria que à imaginação formar uma imagem da situação emocional para a mente trabalhar”.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante uma mais clara compreensão desta perturbação, até porque suscita um deficit  comunicacional, de percepção de si e dos outros, com tremendo impacto em toda a esfera relacional (parentalidade, relações conjugais, relações profissionais, etc.), e entender que nestas pessoas  as manifestações emocionais surgem muitas vezes travestidas de uma forma somática, e as emoções são geralmente” indiferenciadas, vagas e inespecíficas”.  Não deve ser confundida com outras perturbações ( por ex., com a psicopatia/sociopatia, a perturbação de personalidade esquizóide, o estoicismo, e repressão das emoções, a alexitimia masculina normativa, a vergonha e a apatia da fobia social), o que nem sempre é fácil. Também é aconselhável algum cuidado de diagnóstico diferencial, na medida em que subsistem conceitos próximos que se sobrepõem parcialmente a este e co-morbilidades a ter em conta (autismo e síndrome de Asperger, compulsividade obsessiva, perturbações alimentares, perturbações de stress pós traumático, perturbações de personalidade, perturbações depressivas e de ansiedade, perturbações psicossomáticas e abuso de substâncias, doenças e lesões físicas)</p>
<p style="text-align: justify;">Entender as causas (biogénicas ou psicogénicas) desta perturbação tão investigada e tantas vezes associada às perturbações psicossomáticas e doenças físicas em geral, é importante para escolher  a psicoterapia mais adaptada a estas pessoas devendo em geral ser orientada para a melhoria do seu bem estar social e psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: See more at: http://www.psicronos.pt/artigos/alexitimia-emocionalmente-mudos_29.html#sthash.gM1Faf3q.dpuf</p>
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		<title>A internet como vício</title>
		<link>https://casule.com/blog/internet-como-vicio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2016 21:06:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os avanços da tecnologia da comunicação trouxeram profundas mudanças geradas pela introdução e difusão da internet no cotidiano das pessoas. Muitos estudiosos dedicam-se a compreender os efeitos da penetração da rede e o seu papel transformador. O vício em internet pode causar danos físicos, emocionais e comportamento de dependência. A forma de utilizar a internet [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços da tecnologia da comunicação trouxeram profundas mudanças geradas pela introdução</p>
<p>e difusão da internet no cotidiano das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">
Muitos estudiosos dedicam-se a compreender os efeitos da penetração da rede e o seu papel transformador. O vício em internet pode causar danos físicos, emocionais e comportamento de dependência. A forma de utilizar a internet é determinante para definir se o indivíduo é viciado ou não.</p>
<div id="texto-materia" style="text-align: justify;">
<p>Os sintomas físicos mais comuns aos viciados em internet são taquicardia, boca seca, sudorese e tremedeira. O tempo excessivo diante do computador pode provocar comprometimento da postura, lesões por esforço repetitivo, obesidade ou subnutrição, e prejuízo para a visão devido à luminosidade do monitor e ao esforço ocular.</p>
<p>Os sintomas psíquicos podem ser déficit de atenção, dificuldade para se organizar, definir prioridades e angústia por estar longe do computador.</p>
<p>A redução das horas de sono para ficar diante do computador pode comprometer o rendimento escolar, profissional e social.</p>
<p>Algumas características são comuns aos viciados em internet:</p>
<p><strong>1- </strong>Preocupação: quando está off-line, o viciado fica constantemente preocupado com a internet.</p>
<p><strong>2- </strong>Necessidade: a utilização da internet é contínua e cada vez maior, como forma de satisfazer sua necessidade crescente de estar conectado.</p>
<p><strong>3- </strong>Irritabilidade: quando pressionado para reduzir seu tempo na internet apresenta irritação e dificuldade de aceitação.</p>
<p><strong>4- </strong>Fuga: a internet pode ser uma forma de fugir de problemas ou de aliviar sentimentos como culpa, ansiedade, impotência ou depressão.</p>
<p><strong>5- </strong>Mentira: para não revelar a extensão do seu envolvimento com a rede, o viciado tem o hábito de mentir para pessoas próximas, quando questionado.</p>
<p><strong>6- </strong>Prejuízos: devido ao excesso de tempo na internet, compromete sua vida social e profissional, pois evita compromissos off-line.</p>
<p><strong>7- </strong>Lesões: o uso prolongado do computador pode causar problemas nas articulações utilizadas para a digitação, causando lesões por esforço repetitivo (LER).</p>
<p><strong>8- </strong>Apatia: não se interessa por atividades desenvolvidas fora da rede.</p>
<p><strong>9- </strong>Sonho: a compulsão ao uso da internet provoca a sensação de estar vivendo um sonho.</p>
<p><strong>10- </strong>Tempo: o tempo exagerado de conexão e a má qualidade dos conteúdos selecionados são uma constante na vida do viciado.</p>
<p>O vício em internet é apenas uma ponta do iceberg na relação entre o homem e as máquinas por ele criadas. Muitos problemas podem surgir pelo avanço da tecnologia.</p>
<p>Para fugir dessa armadilha é importante priorizar o tempo e o esforço dedicados a pessoas e atividades que possam trazer crescimento pessoal. O equilíbrio de nossas ações é fundamental para dar resposta às transformações que o mundo contemporâneo exige.</p>
</div>
<p>FONTE:http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/a-internet-como-vicio-7-1-6-631.html</p>
<div class="compartilhe-materia l wie mb25" style="text-align: justify;"></div>
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		<title>Jantares em família sem televisão ligada tornam adolescentes mais saudáveis</title>
		<link>https://casule.com/blog/jantares-em-familia-sem-televisao-ligada-tornam-adolecescentes-mais-saudaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 20:38:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jantarem juntos enquanto família oferece a oportunidade para uma conversa. Isso permite que os pais promovam a comunicação saudável, sem distrações de telefones, televisão, computadores e dispositivos móveis. Ao envolver os seus filhos na partilha de conversas, você está a ensiná-los a ouvir e proporcionar-lhes a oportunidade de expressar suas próprias opiniões. Isso permite que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Jantarem juntos enquanto família oferece a oportunidade para uma conversa. Isso permite que os pais promovam a comunicação saudável, sem distrações de telefones, televisão, computadores e dispositivos móveis.</p>
<p>Ao envolver os seus filhos na partilha de conversas, você está a ensiná-los a ouvir e proporcionar-lhes a oportunidade de expressar suas próprias opiniões. Isso permite que os seus filhos aprendam a ter uma voz ativa dentro da família. E não só.</p>
<p><span class="texto-de-destaque-amarelo">Vários estudos referem que quando a televisão está desligada durante as refeições da família, os adolescentes comem mais vegetais verdes escuros/amarelos e alimentos ricos em cálcio, e menos bebidas adocicadas do que quando a televisão está ligada.</span><br />
Refeições em família oferecem também oportunidades para conversar com as crianças e construir laços familiares.</p>
<p>Jantares de família têm sido associados a um risco menor de obesidade, abuso de substâncias, distúrbios alimentares, contribuem para o desenvolvimento da comunicação e do próprio cérebro.</p>
<p><span class="texto-de-destaque-verde">A sensação de segurança e união fornecida por refeições em família ajuda anutrir as crianças em adultos saudáveis. Jantares de família frequentes têm um impacto positivo sobre os valores das crianças, motivação, identidade pessoal e auto-estima.</p>
<p>Estas são mais propensas a compreender, reconhecer e seguir os limites eexpectativas estabelecidas por seus pais. A diminuição de comportamentos de alto risco está relacionado com a quantidade de tempo gasto com a família, especialmente durante jantares de família.</span><br />
Com estilo de vida agitado de hoje, pode ser difícil encontrar tempo para comer juntos. Os pais devem planear, pelo menos, uma refeição juntos como uma família a cada semana, e tentar não deixar que outras coisas interfiram.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.esmeraldazul.com/pt/blog/jantares-em-familia-sem-televisao-ligada-tornam-adolecescentes-mais-saudaveis/</p>
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		<title>Cabeça nas nuvens: o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)</title>
		<link>https://casule.com/blog/cabeca-nas-nuvens-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2016 11:13:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O TDAH não termina na infância. Ao contrário do que se supunha há alguns anos, pode prosseguir pela adolescência e chegar à idade adulta. Inúmeras pesquisas têm indicado nos últimos anos que, diferentemente do que se pensava, os sintomas do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDA/H) não desaparecem na adolescência. A característica essencial desse problema de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O TDAH não termina na infância. Ao contrário do que se supunha há alguns anos, pode prosseguir pela adolescência e chegar à idade adulta. Inúmeras pesquisas têm indicado nos últimos anos que, diferentemente do que se pensava, os sintomas do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDA/H) não desaparecem na adolescência. A característica essencial desse problema de saúde mental é um padrão persistente e acentuado de desatenção e/ou hiperatividade. Estudos longitudinais mostram que o TDA/H persiste na vida adulta em torno de 60% a 70% dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno pode ser diagnosticado tanto em crianças como em adolescentes e adultos. Estudos nacionais e internacionais apontam prevalência de 3% a 6% nas crianças em idade escolar e de até 5% em adolescentes e adultos. De forma geral, pessoas com TDA/H tendem a apresentar dificuldades de concentração, problemas de aprendizado, distúrbios motores e de comportamento, instabilidade, hiperatividade e retardos da fala.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a maioria dos indivíduos apresente sintomas tanto de desatenção como de impulsividade, em alguns há predominância de um ou outro padrão. Fatores preditivos da persistência nos adultos incluem história familiar de TDA/H, comorbidade psiquiátrica e adversidades psicossociais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">SINAIS COMUNS</h2>
<p style="text-align: justify;">Crianças com o transtorno não conseguem ficar sentadas em sala de aula e prestar atenção por muito tempo. Com freqüência, são rejeitadas por colegas em razão da inquietude, agravada pelos comportamentos impulsivos. Se não há intervenção, os problemas acadêmicos e sociais tendem a piorar, levando a conseqüências adversas no futuro.<br />
Além de desatenção, hiperatividade e impulsividade – consideradas os principais sintomas –, outra manifestação comum é a pouca coordenação motora, a ponto de, muitas vezes, os pais rotularem os filhos de desajeitados ou desastrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, as crianças com o distúrbio apresentam tendência de movimentação constante: agitam as mãos ou os pés, remexem-se na cadeira, abandonam seu lugar para correr ou escalar (muros, móveis etc.), sobretudo em situações em que isso é inapropriado. Falam demais ou têm dificuldade de brincar e permanecer em silêncio durante determinadas atividades de lazer que requerem esse comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os sinais de desatenção estão os problemas para se fixar em detalhes ou a propensão a erros por descuido em atividades intelectuais. Esses meninos e meninas não conseguem acompanhar instruções longas e/ou terminar os deveres escolares ou domésticos nem organizar as tarefas; relutam em envolver-se em atividades que exijam esforço mental por longo período (como ler textos extensos ou livros sem gravuras) ou as evitam; distraem-se facilmente com estímulos alheios às tarefas ou atividades diárias que estão executando, muitas vezes chegando a esquecer-se delas.</p>
<p style="text-align: justify;">A desatenção leva à distração, ao “sonhar acordado” e à dificuldade de persistir em uma única tarefa por um período mais prolongado. Como a atenção é desviada de um estímulo a outro, com freqüência os pais e os professores dizem que esses jovens agem como se não ouvissem ou como se vivessem com a cabeça nas nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da puberdade, os sintomas de TDA/H mudam. A maioria dos adolescentes não apresenta hiperatividade, por exemplo. Entretanto, grande número manifesta persistência sintomática especificamente de déficits de função executiva, incluindo dificuldades organizacionais na administração do tempo, no planejamento, no processo de tomada de decisões, que podem causar prejuízos significativos em diversas áreas. O desaparecimento total dos sintomas é raro – mas podem ser controlados.</p>
<p style="text-align: justify;">Adultos ou adolescentes com TDA/H nem sempre conseguem manter a atenção em reuniões, leituras e trabalhos tediosos, tendem a ser lentos e ineficientes, a adiar suas tarefas (muitas vezes deixando-as para a última hora) e a manejar o tempo de forma deficiente, o que os leva a ser desorganizados e a sentir-se sobrecarregados. Dependendo da intensidade dos sintomas, têm pouca habilidade para gerenciar emoções. Costumam, por exemplo, romper relacionamentos de maneira impulsiva, perder ou abandonar empregos de modo súbito e envolver-se em acidentes com maior freqüência que a maioria das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, é comum apresentarem um histórico de fracassos ao longo da vida (com evidente comprometimento da auto-estima) em decorrência das dificuldades que encontram na comunicação efetiva com seus interlocutores, na organização de rotinas pessoais e domésticas, na finalização de estudos ou especialização, na obtenção e manutenção de um bom emprego e no desenvolvimento da intimidade nas relações amorosas. Também exibem problemas na administração das finanças pessoais e no manejo do uso de substâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, estão mais predispostos a comportamento delinqüente, abuso de drogas ou alcoolismo do que aqueles que não têm TDA/H. A prevalência de risco de abuso/dependência de drogas é de 54% entre adultos portadores do transtorno e de 27% entre não-portadores. Habitualmente, o uso de substâncias é iniciado com álcool ou tabaco, seguido por maconha ou outra droga de abuso.<br />
O tratamento, porém, do TDA/H reduz as possibilidades de abuso/dependência de drogas à metade, ou seja, para o mesmo nível da população geral. O diagnóstico de TDA/H em adolescentes e adultos requer cuidadosa análise da história clínica, obtida por intermédio do relato do paciente acerca de seus sintomas e do impacto deles em sua vida. Em geral, do ponto de vista psiquiátrico, buscam-se informações sobre o início do transtorno na infância, sobre a persistência ao longo da vida e a ocorrência atual dos sintomas, considerando a adaptação dos critérios da quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), da Associação Psiquiátrica Americana (APA), para a vida adulta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">FATORES DE RISCO</h2>
<p style="text-align: justify;">Escalas de avaliação para adultos têm sido adaptadas no Brasil por pesquisadores sob recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), caso de Paulo Mattos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que tem se dedicado ao estudo e tratamento do TDA/H em adolescentes e adultos. Fatores de risco e de proteção devem ser examinados com cuidado, como os psicossociais, cognitivos, educacionais e familiares. É preciso levar em conta também a possibilidade de outros diagnósticos psiquiátricos concomitantes, visto que é freqüente a presença de diversas patologias psiquiátricas comórbidas ao TDA/H, como transtornos de conduta, do humor e de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere ao tratamento, nos últimos dez a 20 anos houve aumento no uso de fármacos, sobretudo de estimulantes, com orientação da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e do Adolescente para um monitoramento sistemático dos efeitos da medicação no comportamento. Mais recentemente, os estudos têm enfocado a eficácia de terapias medicamentosas e não-medicamentosas.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem sido a principal modalidade não-medicamentosa citada na literatura internacional, pois atua nos principais déficits comportamentais do portador de TDA/H, como os de comportamento inibitório, de auto-regulação da motivação, de organização e planejamento, além de direcionar o paciente a um objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isso deve ocorrer concomitantemente a mudanças ambientais. A orientação à família e seu engajamento no tratamento de TDA/H, em especial no caso de crianças e adolescentes, auxiliam no entendimento de que não se trata de rebeldia ou preguiça. É fundamental explicar para os pais as multifacetadas razões pelas quais o filho tem determinados comportamentos e sintomas, e encorajá-los a participar da intervenção possibilita o aumento da aderência ao tratamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">SISTEMA DE ATENÇÃO</h2>
<h3 style="text-align: justify;">FUNCIONAMENTO CEREBRAL</h3>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3376" src="https://www.casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1.jpg" alt="cabecabox1" width="600" height="438" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1.jpg 349w, https://casule.com/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1-300x219.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A atividade incomum em algumas regiões do cérebro está associada à inatenção e/ou impulsividade. Essas áreas fazem parte do sistema atencional anterior (em verde), que depende do neurotransmissor dopamina, ou do posterior (em amarelo), dependente da noradrenalina. Com o passar dos anos os sintomas do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade mudam de apresentação. A agitação motora típica das crianças hiperativas (como retratada no alto, à direita) em geral desaparece na adolescência; por outro lado, nesta fase, persistem os déficits de função executiva.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CAUSAS INCERTAS</h3>
<p style="text-align: justify;">O TDA/H tem sido alvo de estudos de diversos grupos de pesquisadores principalmente a partir da década de 90. As causas do transtorno, porém, ainda não são totalmente conhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A base neurobiológica do transtorno é um dos aspectos mais estudados, e sugerem-se influências múltiplas, relativas à modulação e expressão de neurotransmissores dopaminérgicos e noradrenérgicos, de base genética e neuromaturacional. Acredita-se que vários genes sejam responsáveis pela vulnerabilidade genética ao distúrbio, à qual se somam anormalidades estruturais e disfunção neuroquímica relacionadas aos circuitos subcorticais, parietais e frontais.</p>
<p style="text-align: justify;">Questões ambientais atuantes no funcionamento adaptativo e na saúde emocional da criança e do adolescente parecem ter participação importante no surgimento e manutenção dos sintomas. Esses fatores são encontrados principalmente em famílias com ocorrência de grande desentendimento e de transtornos mentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas questões psicossociais como discórdia conjugal severa, variáveis sociodemográficas, faixa etária dos pais, nível cultural familiar, psicopatologia materna e institucionalização da criança ou do jovem em lar adotivo podem desencadear o desenvolvimento da condição.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas mostram que os pais de indivíduos com esse transtorno muitas vezes se tornam demasiadamente diretivos e negativos em sua forma de educar, alterando o funcionamento psicossocial da família. Nesse contexto, as figuras parentais passam a se ver como incapazes ou menos habilidosas em desempenhar seu papel, o que também causa stress e discórdia conjugal.</p>
<p style="text-align: justify;">A proporção entre meninos e meninas portadores de TDA/H varia, segundo os estudos. Parece haver maior prevalência no sexo masculino do que no feminino, mas muitos autores relatam que as meninas tendem a apresentar o tipo predominantemente desatento em vez de hiperativo, causando menos incômodo à família e à escola, sendo menos encaminhadas para atendimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;">PARA CONHECER MAIS</h3>
<p style="text-align: justify;">Princípios e práticas em TDA/H. L. A. Rohde e P. Mattos (orgs.). Artmed, 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em adultos. P. Mattos, em SNC em Foco, vol. 2, nº 1, págs. 26-28, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/cabeca_nas_nuvens.html</p>
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		<title>Depressão infantil: causas e sintomas</title>
		<link>https://casule.com/blog/depressao-infantil-causas-e-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 18:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pequenos aceitam a depressão como um fato natural, acham que é normal sentir medo e angustia<strong>,</strong> pois não sabem que seu sofrimento é resultante de uma doença que pode ser curada. Separação dos pais, perdas, dificuldades de adaptação na escola ou na casa nova podem gerar um alto nível de estresse que conduz ao quadro depressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na infância, o problema geralmente é revertido com psicoterapia, mas como a depressão um tem fator genético muito forte, a necessidade de medicação é inevitável em algumas situações. A boa notícia é que a criança responde muito mais depressa ao tratamento do que o adulto.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo excessivo e permanente e falta de apetite são alguns dos sinais que criança dá para avisar que não está bem. Confira os outros abaixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Sintomas da depressão infantil </b></h2>
<p style="text-align: justify;">Queixa frequente de problemas físicos<b>.</b> Por não saber expressar e significar sua angustia, a criança reclama de dores concretas, que são mais fáceis de compreender. Dores de cabeça e barriga são as mais comuns.<b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Excesso de retração<b>.</b> É normal a criança de sentir inibida perante uma situação nova (escola, casa de um parente), mas logo ela ganha confiança e se solta. Já a criança deprimida permanece calada e insegura todo o tempo e o desejo de exploração do ambiente desaparece.</p>
<p style="text-align: justify;">Ansiedade de separação. A criança fica muito angustiada em ocasiões em que tem que se separar dos pais ou das pessoas que lhe servem de referência. Ela precisa estar sempre na presença do responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Alteração do sono. Reclamações e choros são frequentes na hora de dormir, bem como os pesadelos que passam a interromper o sono. O medo de ficar sozinho é frequente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade de aprendizado. Atenção para não confundir depressão com hiperatividade. A criança com transtorno de déficit de atenção tem dificuldades para se concentrar, mas mostra interesse por outras atividades, enquanto a criança deprimida não se sente motivada por brincadeira alguma, não tem vontade para nada, não encara desafios e se sente permanentemente incapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Agressividade. Ao entrar na adolescência, os meninos depressivos se mostram extremamente irritadiços e agressivos. Para eles, a melhor forma de se defender de seus medos é atacando.</p>
<p style="text-align: justify;">Comportamento parassuicida<b>.</b> Acidentes acontecem com todas as crianças, mas com a criança deprimida são frequentes, porque ela não se protege.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/bebe/1-a-3-anos/materia/depressao-infantil-causas-e-sintomas</p>
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		<title>Transtornos comportamentais infantis podem persistir na vida adulta!</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/transtornos-comportamentais-infantis-podem-persistir-na-vida-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 18:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao falar em Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), muitas vezes pensa-se exclusivamente em crianças. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="materia-subtitulo" style="text-align: justify;">Aproximadamente 5% dos casos são carregados após a infância</h2>
<p style="text-align: justify;">Ao falar em Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), muitas vezes pensa-se exclusivamente em crianças. Porém, esses distúrbios podem fazer parte do diagnóstico de um adolescente ou de um adulto que carregou consigo os sintomas ao longo dos anos. A análise é da médica especializada em pediatria e neurologia, e membro do Comitê de Neuro da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Magda Lahorgue Nunes.</p>
<p style="text-align: justify;">— Atualmente, esse diagnóstico é feito em torno de seis a sete anos de idade, sendo que alguns casos os sintomas já podem ser percebidos antes. O que é interessante é que antes se pensava que era exclusividade de crianças e percebe-se que agora podem ser observados também na vida adulta — afirma a médica.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos mostram que o TDAH, com base em uma média mundial, possa chegar a 5,5 casos em cada mil crianças, índice considerado alto. Em aproximadamente 4% a 5% dos casos pode persistir na vida adulta. Os sintomas mais comuns são desatenção, atividade motora excessiva e impulsividade. Esses sinais podem aparecer separadamente ou de forma mista. Por se tratar de características comuns no comportamento infantil, o diagnóstico torna-se mais difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">— Muitas vezes, pode acontecer um subdiagnóstico ou um diagnóstico extrapolado, dependendo de como se avalia. Outro desafio é que não há um marcador biológico, ou seja, não há um exame clínico que se faça para dizer se é ou não é um transtorno comportamental. Trata-se de uma avaliação baseada em sintomas — completa Magda.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento é feito a base de medicamentos e manejos que podem ser bem comuns como, por exemplo, colocar a criança mais à frente na sala de aula ou promover o aumento de supervisão. Também é importante avaliar se existe alguma comorbidade, pois outros transtornos comportamentais podem ser associados.</p>
<p style="text-align: justify;">— Um alerta é não achar que o medicamento resolve tudo. O tratamento é importante, mas está dentro de um contexto que inclui modificação e auxílio na organização da vida da criança impondo rotina e limites — completa Magda.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos fatores considerados na avaliação é de que os problemas precisam acontecer em três diferentes ambientes sociais. Por exemplo: se só acontece na escola e não ocorre em casa, ou vice-versa, é possível desconfiar que não é uma doença em si, mas sim a ocorrência de fatos isolados.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2013/09/transtornos-comportamentais-infantis-podem-persistir-na-vida-adulta-4264022.html</p>
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