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	<title>transtorno de personalidade paranóide - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno de personalidade paranóide - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Qual a diferença entre psicopata e sociopata?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 20:12:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nenhuma, pois os dois termos são sinônimos para um tipo específico de transtorno de personalidade. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), o termo oficial para designar um psicopata ou sociopata é personalidade dissocial ou antissocial. &#8220;A psicopatia é um termo muito confuso historicamente, sendo que, hoje, se refere a apenas um dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nenhuma, pois os dois termos são sinônimos para um tipo específico de transtorno de personalidade. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), o termo oficial para designar um psicopata ou sociopata é personalidade dissocial ou antissocial. &#8220;A psicopatia é um termo muito confuso historicamente, sendo que, hoje, se refere a apenas um dos oito transtornos de personalidade existentes&#8221;, diz o psiquiatra forense Daniel Martins de Barros, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Ou seja, a associação que, em geral, fazemos do termo psicopata com um assassino frio, como um serial killer, não passa de mau uso do termo. Veja a seguir quais são os oito distúrbios de personalidade &#8211; como são chamados alguns dos tipos de distúrbio mental &#8211; que podem afligir alguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os especialistas, até 3% da população mundial é composta de psicopatas, sendo que eles reincidem na criminalidade três vezes mais que bandidos comuns</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PERSONALIDADES ATRAPALHADAS</strong> <em>Conheça os oito transtornos de personalidade descritos pela medicina e personagens da ficção que sofreriam desses distúrbios</em></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Antissocial</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Alguém com um personalidade do tipo dissocial ou antissocial &#8211; o famoso psicopata ou sociopata &#8211; tem tendência à agressividade e repúdio às normas sociais. Em geral, o cara não muda seu modo de agir facilmente, mesmo após ser punido. Além disso, não tolera frustração e costuma botar a culpa nos outros pelas coisas que faz</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Dexter, da série de TV americana de mesmo nome, é um policial justiceiro que, além de solucionar crimes pelas vias legais, ocupa o tempo livre matando criminosos que escaparam da lei</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ansioso</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Imagine uma pessoa bem tensa e insegura, que parece estar sempre com medo de tudo. Essa é a personalidade do ansioso, pautada por um sentimento de apreensão, insegurança e inferioridade. A pessoa é supersensível a críticas e faz tudo para ser aceita. Tem dificuldade em se relacionar intimamente e evita atividades fora de sua rotina</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Scooby-Doo, o famoso cão dos desenhos, tem medo da própria sombra e não pode nem ouvir falar em fantasmas, tremendo só de pensar nas assombrações. Para piorar, ele ainda se acha um baita covardão</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Paranóide</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sabe aquela pessoa que não suporta ser contrariada, não perdoa insultos, desconfia de tudo e tende a distorcer os fatos, interpretando as ações dos outros, mesmo que sejam boas ou inocentes, como hostis ou de desprezo? Esse é o típico paranoide. Em geral, também suspeita da fidelidade de seus companheiros. Mas não confunda com a paranoia, que é uma doença grave e não um tipo de distúrbio de personalidade</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, Bentinho é casado com a doce Capitu, mas, após a morte do melhor amigo, se atormenta com a ideia de que havia sido chifrado pela esposa e o falecido</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Dependente</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O tipo dependente tende a deixar que outras pessoas tomem qualquer decisão por ele. O cara tem medo de ser abandonado e se vê como uma pessoa fraca e incompetente. Além disso, é submisso à vontade alheia e tem dificuldade em lidar com mudanças ou novos desafios</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; No desenho animado Pinky e o Cérebro, Pinky é um ratinho infantil, que vive submisso a Cérebro, um ratocientista que bola planos mirabolantes para dominar o mundo</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Histriônico</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Também chamado de histérico ou psicoinfantil, este tipo quer ser sempre o centro das atenções. Tende a ser extremamente dramático, exibicionista e exigente. Para piorar, é inconstante sentimentalmente, instável, manipulador, egoísta e bastante superficial</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A personagem central do filme E o Vento Levou, Scarlet O&#8217;hara &#8211; vivida pela atriz Vivien Leigh, em 1939 -, é egoísta, mimada, quer ser o centro das atenções, e faz de tudo para ter o que quer</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Esquizóide</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Alguém com esse transtorno costuma ficar mais afastado dos outros, tendo poucos contatos sociais ou afetivos. Ele prefere atividades solitárias e a introspecção. Mas, assim como no caso da paranoia e da personalidade paranoide, o tipo esquizoide não tem nada a ver com a esquizofrenia</p>
<p style="text-align: justify;">Rancoroso e vivendo isolado, Gollum, de O Senhor dos Anéis, se encaixa direitinho no diagnóstico de esquizoide. Sua análise psiquiátrica chegou até a ser feita pela Real Universidade Médica de Londres</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Borderline</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Agir de modo imprevisível, ter acessos de ira e ser incapaz de controlar o seu comportamento impulsivo são as características da galera com esse transtorno. O borderline também pode apresentar perturbações da autoimagem e tendência a adotar um comportamento autodestrutivo</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Heloísa, personagem da novela Mulheres Apaixonadas interpretada por Giulia Gam, tinha um ciúme doentio do marido, protagonizando várias cenas de descontrole explícito</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Obsessivo-Compulsivo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Você provavelmente conhece um cara assim, que quer sempre tudo certinho, sendo perfeccionista ao extremo. Esse é o típico anancástico ou obsessivo-compulsivo. Em geral, é obstinado em fazer as coisas como acha que devem ser feitas, sem nenhuma flexibilidade. Essas características podem vir acompanhadas de impulsos repetitivos, mas não atinge a gravidade de um transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Vivido por Marco Nanini, Lineu, o paizão da série A Grande Família, é um fiscal sanitário politicamente correto, honesto e muito certinho. Gosta de tudo em seu devido lugar e ai de quem quebrar a rotina</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-a-diferenca-entre-psicopata-e-sociopata</p>
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		<title>Claustrofobia: uma doença que tem cura</title>
		<link>https://casule.com/blog/claustrofobia-uma-doenca-que-tem-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2015 19:10:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A claustrofobia é uma doença diagnosticada como um distúrbio de ansiedade. A pessoa sente medo de ficar em lugares fechados, evitando assim a utilização de elevadores, aviões e ambientes com pouca ventilação. A gravidade da fobia pode variar de pessoa para pessoa. Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2680" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado.jpg" alt="casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A claustrofobia é uma doença diagnosticada como um distúrbio de ansiedade. A pessoa sente medo de ficar em lugares fechados, evitando assim a utilização de elevadores, aviões e ambientes com pouca ventilação. A gravidade da fobia pode variar de pessoa para pessoa. Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a psicóloga Emanoele Almeida Moura, as causas deste transtorno podem ser decorrentes de algum trauma sofrido, e assim que o medo começar a interferir na vida cotidiana, é hora de procurar orientação médica. “A pessoa pode desenvolver a claustrofobia por algum trauma ou em alguma situação de sofrimento. Quando o claustrofóbico percebe que está limitando sua vida, deixando de fazer coisas do dia-a-dia, é o momento para procurar orientação, pois com a psicoterapia ele aprende a lidar com esse medo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos casos mais graves, a claustrofobia pode evoluir para a Síndrome do Pânico, sendo necessário acompanhamento de psiquiatras, que &#8211; com o auxilio de remédios &#8211; conseguem controlar a ansiedade do paciente e superar o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">A estudante de Direito Michelle Alves Rodrigues conhece bem o distúrbio. De acordo com ela, qualquer lugar fechado é sinal de preocupação. “Quando me vejo em lugares pequenos e fechados ou simplesmente cheios, começo a me sentir mal, minhas mãos começam a suar, sinto meu coração acelerado e muitas vezes falta de ar. Certa vez, estava em um ônibus que tem os vidros fechados pelo ar-condicionado, tive que sair. Aquela sensação de que estou presa, é simplesmente desesperadora. Quando entro no carro tem que ter janela aberta, mesmo que seja um pedacinho só”, conta Michele.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a estudante, o tratamento tem ajudado a lidar com o problema e o acompanhamento psicológico já possibilitou executar tarefas simples, como entrar no elevador e viajar novamente de ônibus. “Hoje entro no ônibus e sento nas poltronas próximas à porta, assim não me sinto tão presa, faço tratamento há alguns meses e desde então, já consigo até passar algum tempo no elevador coisa que julgava impossível alguns meses atrás”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong>&#8211; A boa noticia é que a claustrofobia tem cura e com acompanhamento psicológico a pessoa é capaz de lidar com o medo e ter uma vida normal. Diversos tratamentos ajudam eliminar o problema, psicólogos,amigos e família são muito importantes na cura da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://online.unisanta.br/2012/09-15/saude-4.htm</p>
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		<title>Transtorno da personalidade esquizotípica!</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-da-personalidade-esquizotipica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 20:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno da personalidade esquizotípica tem como característica a evitação de relacionamentos interpessoais e grande desconforto com relacionamentos íntimos. Geralmente as pessoas com esses sintomas não tem amigos, ficam ansiosos em situações sociais se comportam de maneira que os outros consideram esquisito. Esse transtorno tem grandes semelhanças com o Transtorno da Personalidade esquizóide, (Transtorno da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-esquizotopica.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2489" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-esquizotopica.jpg" alt="casule-psicologia-esquizotopica" width="600" height="338" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-esquizotopica.jpg 640w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-esquizotopica-300x169.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-esquizotopica-610x343.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-esquizotopica-480x270.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-esquizotopica-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno da personalidade esquizotípica tem como característica a evitação de relacionamentos interpessoais e grande desconforto com relacionamentos íntimos. Geralmente as pessoas com esses sintomas não tem amigos, ficam ansiosos em situações sociais se comportam de maneira que os outros consideram esquisito. Esse transtorno tem grandes semelhanças com o Transtorno da Personalidade esquizóide, (Transtorno da personalidade esquizóide), mas muitas vezes pode apresentar sintomas psicóticos, como desconfiar ou acreditar que as pessoas estão falando sobre eles, ou têm intenção de prejudicá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo como base o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º Ed) o Transtorno da personalidade esquizotípica geralmente se apresenta no início da idade adulta e deve ser identificado no mínimo, cinco dos seguintes critérios:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> ideias de referência;</li>
<li>crenças bizarras ou pensamentos mágicos, que influenciam o comportamento e não condizem com a cultura do indivíduo (por exemplo: supertições, crenças em lucidez, telepatia ou “sexto sentido”, em crianças e adolescentes, fantasias e crenças bizarras);</li>
<li>experiências perceptivas incomuns, incluindo ilusões;</li>
<li>pensamentos e discursos bizarros;</li>
<li>desconfiança ou ideação paranóide;</li>
<li>afeto inadequado;</li>
<li>aparência ou comportamento esquisito;</li>
<li>não ter amigos íntimos ou confidentes, exceto parentes em primeiro grau;</li>
<li>ansiedade social excessiva, que não diminui com a familiaridade e tende a estar associado a temores paranóides, em vez de julgamentos negativos sobre si próprio.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que estão nesse grupo de transtorno, com frequência tiveram experiências de vida de rejeição, intimidação ou foram ridicularizadas. Além disso, podem ter sofrido abuso físico ou sexual na infância, o que as levou a se verem diferentes, más ou anormais. Como resultado disso, desenvolvem crenças incomuns (como pensamentos mágicos, desconfiança) ou alucinações (visuais ou auditivas) e muitas vezes adotam estratégias para confirmar essas crenças, como evitação social, extrema suspeita das situações e das pessoas.<br />
Numa visão cognitiva, as pessoas esquizotípicas podem desenvolver crenças do tipo: “Eu sou diferente, sem valor, desinteressante e anormal” ou &#8220;As outras pessoas são cruéis, perigosas e não merecem confiança.” Também criam suposições do tipo: “Se eu tiver experiências muito incomuns, serei importante.&#8221; ou “Se eu tentar ser amigo das pessoas, elas vão me rejeitar e me enganar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitiva vai ajudar essas pessoas e reestruturarem as crenças centrais, identificando os problemas, criando habilidades e soluções para esses problemas, reduzindo a ansiedade ou depressão desencadeante do transtorno, tudo em colaboração com o paciente para melhorar sua qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://aterapiacognitiva.blogspot.com.br/2013/01/transtorno-da-personalidade.html</p>
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		<title>Pensamentos negativos,como se livrar deles?</title>
		<link>https://casule.com/blog/pensamentos-negativoscom-se-livrar-deles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 19:41:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por que temos pensamentos negativos?  Existem vários motivos para os pensamentos negativos “brotarem” em nossa mente. Muitas vezes eles aparecem dependendo da fase de vida pela qual a pessoa esta passando. O desemprego por exemplo, pode desencadear pensamentos negativos sobre a vida futura do individuo e sobre sua auto-estima também. Pensamentos como “não sou capaz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pensamento-negativo.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2382" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pensamento-negativo.jpg" alt="casule-psicologia-pensamento-negativo" width="600" height="399" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pensamento-negativo.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pensamento-negativo-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2>Por que temos pensamentos negativos?</h2>
<p style="text-align: justify;"> Existem vários motivos para os pensamentos negativos “brotarem” em nossa mente. Muitas vezes eles aparecem dependendo da fase de vida pela qual a pessoa esta passando. O desemprego por exemplo, pode desencadear pensamentos negativos sobre a vida futura do individuo e sobre sua auto-estima também. Pensamentos como “não sou capaz de fazer nada” , “nunca conseguirei um emprego” podem ser comuns na mente de quem está passando por esta situação.</p>
<p style="text-align: justify;">O pensamento negativo pode estar vinculado também com a motivação que cada um tem para buscar melhores alternativas para sua qualidade de vida. É muito comum os pensamentos negativos surgirem em um momento de estagnação da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que também pode ser um facilitador de pensamentos negativos é a nossa tolerância às frustrações. Decepções com as pessoas, com o trabalho e outros fatores da vida acontecem mas cada tem o seu jeito de lidar com isso. Algumas pessoas tem baixa tolerância as estas frustrações e quando se sentem decepcionadas tendem generalizar os pensamentos negativos achando que “tudo está ruim” .</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as consequências que podemos ter se persistimos em uma visão negativista?</h2>
<p style="text-align: justify;"> A conseqüência de sempre pensar negativo poderá ser a influencia na qualidade de vida desta pessoa, tanto no campo emocional como em outros aspectos de sua vida, como o profissional e pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de prejudicar a saúde psíquica, pode trazer prejuízos na relação intra-pessoal (como a pessoa se vê, seu relacionamento consigo mesmo) e interpessoal ( relação com as pessoas ao seu redor). Muitas vezes a pessoa que sempre pensa negativo pode ser considerada uma má companhia, ou uma pessoa ruim o que pode intensificar ainda mais os pensamentos negativos acerca dela mesma, criando por exemplo pensamentos como “sou uma pessoa ruim mesmo, não mereço ter amigos” .</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais os motivos que devemos ter em mente para pensar positivo?</h2>
<p style="text-align: justify;"> Cada um tem os seus motivos específicos para buscar um modo de pensar positivo, ou pelo menos não tão negativo a ponto de lhe causar sofrimento. A própria palavra “motivo” já denuncia o que a pessoa precisa fazer para pensar positivo : achar uma motivação, algo que lhe dê prazer para assim fortalecer sua auto-estima.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como pensar positivo?</h2>
<p style="text-align: justify;"> Um passo importante para pensarmos positivo poderia ser trabalhar os pensamentos negativos que estão influenciando a nossa vida. Um auto-questionamento acerca destes pensamentos pode ajudar a elaborar um melhor entendimento sobre eles próprios. Perguntas como “o que está acontecendo comigo/ na minha vida para eu ter tantos pensamentos negativos?” podem ajudar na busca de soluções para a diminuição destes pensamentos, e conseqüentemente na substituição destes pensamentos por pensamentos mais positivos , ou pelo menos não tão negativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra ação importante e que também está relacionada este primeiro passo seria a busca de soluções para os pensamentos negativos, ou seja, tentar se mobilizar para resolver estas questões que causam sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho importante fazer atividades que dêem prazer, não só pela atividade em si, mas as conseqüências que elas trazem para a vida e para auto-estima de cada um. Quando sentimos prazer ao fazer algo nossa auto-estima acaba sendo influenciada de maneira positiva e conseqüentemente temos pensamentos como “sou bom nisso” , “isto me dá muito prazer”, “me sinto feliz”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que ficam muito presas ao passado, principalmente quando o passado não lhes traz boas lembranças, tendem a generalizar o que vai acontecer no presente e no futuro. Pensamentos como “já que aconteceu antes, com certeza desta vez vai acontecer também” , ou “nunca mais vou arranjar um namorado” são comuns e as pessoas acabam predestinando seu presente e seu futuro com estes pensamentos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pensar negativo demais é sinal de problemas emocionais?</h2>
<p style="text-align: justify;"> Depende. Pensar negativo em algum momento da vida pode ser normal, todos já passamos por isso. Porém o quanto estes pensamentos influenciam suas ações e lhe causam sofrimento é que precisam ser observados de forma mais cuidadosa.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante procurar ajuda quando os pensamentos estão impedindo a pessoa de exercer atividades cotidianas, como trabalhar por exemplo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando devemos recorrer à um psicólogo?</h2>
<p style="text-align: justify;"> A ajuda psicológica é recomendada quando os pensamentos negativos começam a causar prejuízos psíquicos, físicos ou sociais na vida da pessoa. Quando temos pensamentos negativos permeando nossa mente a maior parte do tempo pode estar na hora de procurar um auxilio psicológico para lidar com estas questões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pensamentos podem ser tão intensos que podem acabar em crises de ansiedade, por exemplo, apresentando sintomas como taquicardia, sudorese, falta de ar, e uma angustia muito grande de motivo muitas vezes inexplicável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/pensamento-negativo-como-elimina-lo.html</p>
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		<title>Quem desconfia de tudo vive em estado de alerta!</title>
		<link>https://casule.com/blog/quem-desconfia-de-tudo-vive-em-estado-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 20:26:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As origens para tal comportamento são diversas. Pode ser que a pessoa seja assim por uma questão ambiental: cresceu em um meio inseguro, criada por pessoas desconfiadas, e acabou absorvendo isso Como já defendia o dramaturgo William Shakespeare, &#8220;ame a todos, confie em poucos, não faça mal a ninguém&#8221;. Há quem leve a segunda parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-desconfianca.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2353" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-desconfianca.jpg" alt="casule-psicologia-desconfianca" width="600" height="375" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-desconfianca.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-desconfianca-300x188.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-desconfianca-400x250.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a>As origens para tal comportamento são diversas. Pode ser que a pessoa seja assim por uma questão ambiental: cresceu em um meio inseguro, criada por pessoas desconfiadas, e acabou absorvendo isso</p>
<p style="text-align: justify;">Como já defendia o dramaturgo William Shakespeare, &#8220;ame a todos, confie em poucos, não faça mal a ninguém&#8221;. Há quem leve a segunda parte do conselho ao pé da letra, e alguns até extrapolam, simplesmente não dando crédito a mortal algum. Isso mesmo: nem pai e mãe escapam da retaguarda do desconfiado extremado. Literalmente, ele está sempre com o pé atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">As origens para tal postura são diversas. Pode ser que o sujeito seja assim por uma questão ambiental: cresceu em um meio inseguro, criado por pessoas desconfiadas, e acabou absorvendo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ninguém aprende algo que não tenha sido ensinado. Se você vive em uma casa cercado por familiares que acreditam em tudo, é provável que se torne um ingênuo. O contrário também vale: seus cuidadores sempre encararam o mundo com suspeição? Possivelmente, você fará o mesmo&#8221;, salienta Cecília Zylberstajn, psicóloga, psicodramatista e psicoterapeuta de adolescentes e adultos.</p>
<p style="text-align: justify;">As experiências de vida, igualmente, contam muito. Alguém que foi repetidas vezes enganado, e sofreu seguidas decepções, tenderá a ser mais cauteloso e prevenido. &#8220;Há que se considerar, ainda, que a desconfiança pode ser um fator inerente à personalidade de algumas pessoas, como outros aspectos do caráter&#8221;, observa Cynthia Schincaglia, psicóloga e psicoterapeuta cognitivo-comportamental, membro da Associação Brasileira de Psicoterapia Cognitiva (ABPC).</p>
<p style="text-align: justify;">E o que dizer dos desconfiados que julgam os outros por suas próprias atitudes? &#8220;Eles não conseguem acreditar que existem seres humanos honestos, sinceros e bons, justamente porque não encontram algumas dessas características dentro de si. Já quem está no outro extremo, da ingenuidade, não identifica a maldade alheia porque considera como parâmetro suas qualidades. Isso prova que o homem enxerga o mundo através de seus olhos, suas atitudes e seus pensamentos e sentimentos&#8221;, diz Schincaglia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Insegurança vem a reboque</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, seja qual for o motivo que levou alguém a ser assim, há atributos específicos que acompanham o desconfiado. Como, por exemplo, a insegurança. &#8220;Em geral, a pessoa acaba se tornando calada e reservada, já que o medo de confiar a leva a não se abrir&#8221;, analisa Cynthia Schincaglia.</p>
<p style="text-align: justify;">Cecília Zylberstajn concorda. &#8220;Todos nós, em algum momento, seremos enganados, traídos, e sofreremos decepções. Faz parte da vida. Quem encara essa realidade de maneira saudável, aceita o fato e se reergue, sem generalizar ou perder a esperança. Mas o inseguro, não: se uma mulher o traiu, vai pensar ‘nenhuma mulher presta, nenhuma é digna de confiança’, e assim por diante.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O principal prejuízo de tal postura, sem dúvida, se dá no terreno sócio-afetivo: a pessoa tem problemas em manter vínculos por desconfiar demais dos outros e, não raro, age friamente e evita relacionamentos. &#8220;Há bloqueios na hora de fazer amigos, interagir com colegas de trabalho, encontrar um companheiro&#8221;, considera Schincaglia.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o quadro for grave, convém procurar ajuda terapêutica. &#8220;Um pouco de desconfiança todos nós temos, é inerente à natureza humana. Mas, caso seja algo exagerado e sem controle, é provável que beire a paranoia&#8221;, adverte Zylberstajn.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Estado de alerta</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nesse caso, até a saúde pode ser abalada. Afinal, o desconfiado vive em constante alerta e vigilância para não ser ‘enganado’ e passado para trás. &#8220;Isso gera estresse e tensão, afetando o organismo&#8221;, diz a psicodramatista.</p>
<p style="text-align: justify;">Cynthia Schincaglia observa que, às vezes, ele acerta em sua suspeita – e aí mora mais um perigo. &#8220;Tudo é, então, reforçado e agravado. Ele diz para si mesmo que a única saída é adotar essa perspectiva porque o mundo está cheio de sujeitos não confiáveis – e embarca mais fundo ainda na questão.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/12/14/quem-desconfia-de-tudo-vive-em-estado-de-alerta-faca-o-teste-e-veja-se-voce-e-assim.h</p>
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		<title>Síndrome de Pinóquio!</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-de-pinoquio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 21:28:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Síndrome de Pinóquio é conhecida também como &#8220;mentira patológica&#8221; ou &#8220;mitomania&#8221;. Esta patologia é caracterizada por compulsão irremediável por mentir; o indivíduo que sofre deste distúrbio vive uma vida repleta de mentiras para justificar ações, ajustar a autoestima e a insatisfação pessoal. Algumas pessoas mentem conscientemente para conseguir lucro, mas o mentiroso patológico fala mentiras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pinoquio.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2340" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pinoquio.jpg" alt="casule-psicologia-pinoquio" width="600" height="592" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pinoquio.jpg 226w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pinoquio-100x100.jpg 100w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pinoquio-24x24.jpg 24w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pinoquio-48x48.jpg 48w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/casule-psicologia-pinoquio-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Síndrome de Pinóquio é conhecida também como &#8220;mentira patológica&#8221; ou &#8220;mitomania&#8221;. Esta patologia é caracterizada por compulsão irremediável por mentir; o indivíduo que sofre deste distúrbio vive uma vida repleta de mentiras para justificar ações, ajustar a autoestima e a insatisfação pessoal. Algumas pessoas mentem conscientemente para conseguir lucro, mas o mentiroso patológico fala mentiras de forma muito espontânea e pouco planejada. Mentir faz parte do processo de vida que, envolvido em uma dinâmica de farsa e engano, não consegue parar de mentir.</p>
<p style="text-align: justify;">De uma mentira descoberta, manipula e envolve de tal maneira que fala outra mentira para compensar, entrando em um ciclo de mentiras.</p>
<p style="text-align: justify;">O mentiroso patológico sabe que é mentira, mas como a verdade é dolorosa, acaba acreditando em suas próprias fábulas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os principais sinais que caracterizam a mitomania são:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; As histórias que a pessoa conta não são ilusões e não são totalmente incertas, uma vez que muitas vezes têm traços de verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A tendência à mentira é prolongada, uma vez que é um traço de personalidade e não situações relacionadas ao ambiente social.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; As histórias e mentiras geralmente são descritas de forma positiva e favorável.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O mentiroso compulsivo passa a acreditar que os eventos imaginados ocorreram, negando veemente que esses eventos são fantasias de sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">A mitomania não é inofensiva, tem efeitos colaterais em diferentes níveis sociais e psicológicos. No âmbito social, mitômano geralmente perde a credibilidade e é rotulado. Em nível familiar é definido como uma pessoa pouco imprudente e confiável. E em nível de contatos e amigos, tem muita dificuldade em manter os relacionamentos sociais, tendem a distanciar-se e acabam afastados.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento para as pessoas com essa síndrome é a psicoterapia, embora seja difícil o mitômano procurar ajuda. Geralmente é necessário o auxílio da família que percebe essas mentiras frequentes, auxiliando no tratamento psicológico. O tratamento visa trabalhar a autoestima, as consequências do processo vicioso e mudança de crenças centrais.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://br.mundopsicologos.com/artigos/sindrome-de-pinoquio</p>
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		<title>Transtorno de personalidade paranoide</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-personalidade-paranoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 22:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno de personalidade paranoide se caracteriza principalmente pela presença, de um modo generalizado e permanente, de uma desconfiança excessiva e injustificada dos demais. É mais frequente nos homens do que nas mulheres. São pessoas que sempre foram desconfiadas, mal pensadas, receosas, que sempre pensam que os demais querem enganá-lo ou prejudicá-lo de algum modo. Por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/16507815_defes.jpeg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2256" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/16507815_defes.jpeg" alt="16507815_defes" width="600" height="411" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/16507815_defes.jpeg 450w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/16507815_defes-300x205.jpeg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de personalidade paranoide se caracteriza principalmente pela presença, de um modo generalizado e permanente, de uma desconfiança excessiva e injustificada dos demais. É mais frequente nos homens do que nas mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">São pessoas que sempre foram desconfiadas, mal pensadas, receosas, que sempre pensam que os demais querem enganá-lo ou prejudicá-lo de algum modo. Por isto, sempre estão alertas sobre o que os outros fazem ou dizem, interpretando, muitas vezes sem motivo, que estão tramando algo contra eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre encontram algum motivo de suspeita, algum sinal oculto, que ao seu ver, desvela os maus propósitos que os demais tem para eles. Não acreditam na lealdade dos outros e sempre pensam mal dos desconhecidos e, inclusive, das pessoas mais próximas. Por isto são tão reservadas, não confiam em ninguém. Se se deixar conhecer melhor, os outros saberiam como prejudicar-lhe.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são capazes de estar relaxados na presença de outras pessoas, estão sempre tensos, dentro de um mundo perpetuamente ameaçador. Por isso, muitos tendem à solidão. Esta falta de confiança a transmitem aos demais, de tal modo que se cria uma mútua sensação de desconfiança, gerada por eles, o que reforça sua atitude inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu trato, sua afetividade, é extremamente fria e distante, com atitudes demasiadamente racionais e calculistas, das quais se sentem orgulhosos. Não permitem que os demais descubram seus sentimentos e se envergonhariam profundamente se alguém pudesse vê-los emocionados ou com comportamentos que impliquem certa ternura. Difìcilmente são capazes de lograr laços verdadeiramente saudáveis, simples, abertos, naturais, espontâneos e sinceros. Pelo contrário, os laços são frios, rígidos, tensos, reservados, interessados e artificiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua escassa emotividade e a natureza das relações que estabelece com os demais fazem que resulte difícil ter carinho por eles, o que, para eles, confirma a interpretação hostil do mundo exterior. Não suportam que ninguém os enganem e se consomem se alguém pode rir-se deles. Tem pouco sentido de humor. Não brincam com os demais e não suportam brincadeiras. Se em alguma ocasião excepcional exteriorizam seu sentido de humor, este costuma ser mordaz, áspero, satírico.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente são muito críticos e intolerantes na hora de julgar os demais, aos quais sempre descobrem falhas e más intenções. Entretanto, não suportam objeções a eles mesmos, interpretadas como ataques diretos, consequência da inveja e do ódio. Ademais, raramente as esquecem, permanecendo anos depois, um sentimento de rancor pela ofensa sofrida. Com os fortes e superiores costumam ser cautos e invejosos e mostram desprezo pelos que consideram frágeis. São muito ambiciosos e se dão uma importância exagerada. São exigentes com os que dependem deles e intolerantes com seus defeitos e erros, que os recordam frequentemente, exagerando sua dimensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Costumam ter um conceito demasiado prático e funcional das coisas. São interessados nos progressos da técnica, novos aparelhos, o que são capazes de fazer, sua eficacia e comodidade. E, ao contrário, desprezam os aspectos estéticos, não interessando-se pela arte em si mesma, a não ser, com alguma intenção prática de outra índole. Nesse tipo de personalidade, os ciúmes são extraordinariamente frequentes. Costumam ter sempre na cabeça a possibilidade de que sua companheira/o o possa enganar em todos os níveis, não somente no afetivo ou sexual, mas também no econômico, com os filhos, etc. Esta situação pode ocasionar problemas importantes nas relações afetivas destas pessoas, já que a confiança é o pilar da convivência, particularmente na conjugal. A desconfiança conduz a um distanciamento afetivo, e muitas vezes, sendo inicialmente injustificada, acaba provocando motivos que a justificam, já que a médio e longo prazo, pode incitar ao outro a não dizer a verdade ou à infidelidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de que é muito menos frequente, este transtorno de personalidade pode facilitar a aparição de outros transtornos psicopatológicos, como a esquizofrenia paranoide. Nestes casos, as ideias delirantes tem um caráter muito mais absurdo e se associam com alucinações, geralmente auditivas ou visuais, com pensamento desorganizado e incoerente e com outros sintomas mais graves.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://tribunadonorte.com.br/noticia/transtorno-paranoico-de-personalidade/235805</p>
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		<item>
		<title>Surto psicótico!</title>
		<link>https://casule.com/blog/surto-psicotico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2015 21:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade paranóide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>*O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo Como é o surto psicótico A pessoa repentinamente, e sem aviso, passa a ter: &#8211; Delírios ou alucinações ou seja passar a ver ou ouvir coisas que não estão acontecendo. &#8211; Falar de forma desorganizada, rápido demais ou fala [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-surto.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2104" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-surto.jpg" alt="casule-psicologia-surto" width="600" height="706" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">*O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como é o surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa repentinamente, e sem aviso, passa a ter:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Delírios ou alucinações ou seja passar a ver ou ouvir coisas que não estão acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Falar de forma desorganizada, rápido demais ou fala coisas muito incoerentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Se comportar de forma incoerente ou fica catatônica (paralisada e sem qualquer reação).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Tumulto emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Oscilação de humor deprimido para euforia, e vice versa,  muito acentuada.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta explicação é importante pois muitas pessoas chamam de surto psicótico quando alguém teve um comportamento agressivo repentino em resposta a um dessagrado, por exemplo alguém que foi cobrada indevidamente no restaurante e agiu impulsivamente gritando ou batendo na mesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dizer que a pessoa “surtou” quando reagiu de forma intensa pode não ser correto quanto ao termo mas é correto quanto à percepção de que reações desproporcionais são sinais de que a pessoa não está bem psicologicamente. Seria muito interessante que esta pessoa entre em psicoterapia e identifique o porque destas reações para que o psicólogo aplique técnicas de reestruturação cognitiva para ajuda-lo a pensar de forma mais equilibrada e ter reações que tragam o resultado desejado (pois agredir e bater na mesa com certeza não resultará em algo positivo).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Porque as pessoas tem surtos psicóticos</h2>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos é possível que a doença chamada Esquizofrenia esteja aparecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outros casos é possível que a pessoa tenha feito uso de substancias alucinógenas ou medicações que tiveram forte efeito colateral.</p>
<p style="text-align: justify;">O surto psicótico também  pode surgir em decorrência de alguma condição médica geral como por exemplo um hematoma subdural.</p>
<p style="text-align: justify;">Também pode surgir em decorrência de eventos extremamente estressantes ou um único evento muito estressante como por exemplo a morte de uma pessoa muito importante e querida, a perda do emprego quando a situação geral for muito delicada e esta perda acarretaria muitas outras perdas, ou quando a pessoa for frágil emocionalmente e mesmo que o evento estressante não causaria maiores danos a outras pessoas para ele acaba sendo muito mais significativo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Consequências do surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa pode ter fortes consequências mesmo que o tempo do surto tenha sido pequeno pois nestas condições ele não poderá tomar decisões importantes e poderá não se alimentar ou cuidar de sua própria higiene – devido aos seus delírios.</p>
<p style="text-align: justify;">Há risco de suicídio neste momento principalmente em pessoas mais jovens.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quem pode ter um surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">Qualquer pessoa está arriscada a passar por isso, mas as pessoas que sofrem estresse intenso e continuo, as pessoas com transtornos de personalidade &#8211; Paranóide, Histriônica, Narcisista, Esquizotípica ou Borderline – correm maior risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorre com maior frequência entre os 20 e 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com transtorno bipolar podem passar por surtos psicóticos com maior frequência que outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ouvir vozes em cerimônias religiosas é considerado surto psicótico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não. Geralmente estas vozes não persistem e não consideradas anormais pelos membros de sua comunidade religiosa, sendo algumas vezes até considerado desejável pelo grupo religioso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uma pessoa pode simular um surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Um bom ator, ou até mesmo uma pessoa que não seja da área das artes cênicas pode simular um surto, mas a necessidade de chamar a atenção para si com este comportamento também se mostra significativo em termos de saúde psicológica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como é o tratamento da pessoa com surto psicótico</h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia irá analisar a história de vida desta pessoas e identificar a possibilidade de esquizofrenia na família, eventos estressores que possam ter causado o surto ou fragilidades emocionais próprias deste paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">O psicólogo trabalhará no sentido de fortalecer esta pessoa para que ela tenha maior resistência psicológica aos eventos negativos da vida. Poderá ensinar assertividade se perceber que ele não sabe dizer “não” na hora certa. Trabalhará seus pensamentos disfuncionais para que a ansiedade seja melhor controlada e a depressão evitada.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/surto-psicotico.html</p>
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		<title>Ciúme excessivo é doença e pode levar à depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/ciume-excessivo-e-doenca-e-pode-levar-a-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 20:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade paranóide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O sentimento de posse acarreta, além do ciúme, raiva e baixa autoestima. A frase “tudo são flores” é ideal para caracterizar o início de qualquer relacionamento. O prazer de conhecer o parceiro, o tempo em que permanecem juntos, as particularidades e pensamentos em comum, contudo, podem se tornar um pesadelo quando surge um vilão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><em>O sentimento de posse acarreta, além do ciúme, raiva e baixa autoestima.</em></h2>
<p style="text-align: justify;">A frase “tudo são flores” é ideal para caracterizar o início de qualquer relacionamento. O prazer de conhecer o parceiro, o tempo em que permanecem juntos, as particularidades e pensamentos em comum, contudo, podem se tornar um pesadelo quando surge um vilão capaz de destruir uma relação: o ciúme. Há aqueles que consideram saudável uma pitada deste sentimento, enquanto outros não toleram. A preocupação exagerada e o sentimento de posse demonstram o ciúme excessivo, considerado uma doença pela psicóloga e psicoterapeuta, doutora Salete Monteiro Amador.</p>
<p style="text-align: justify;">O descontrole do ciúme pode ter duas origens, sendo a primeira relacionada ao parceiro que demonstra alguns comportamentos que não transmitem confiança, como a mentira ou a infidelidade. A segunda parte do próprio ciumento, por meio do sentimento de posse, insegurança ou ao identificar qualquer ameaça à relação. É a partir daí que o indivíduo permanece em estado de alerta máximo e transforma-se em uma espécie de detetive, invadindo a privacidade do outro, checando e-mails, ligações no celular, faz vigilância constante e tenta até mesmo controlar suas relações pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">O sofrimento e ciúmes descontrolados trazem não apenas dores psicológicas, mas também físicas, já que nesses casos é comum a prática da violência corporal. “Um fato comum entre os ciumentos excessivos é ter presenciado, sobretudo na infância, a relação conflitante dos pais ou casais próximos. Estes são exemplos marcantes e favorecem a visão distorcida de como se relacionar com o companheiro”, comenta a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do próprio ciúme, os principais indícios da doença são a tristeza, a raiva, o sentimento de impotência e a baixa autoestima. Uma das consequências do ciúme doentio é o isolamento social, já que para evitar possíveis escândalos o casal decide não sair de casa e tampouco consegue resolver suas diferenças. À medida que a relação caminha para o fracasso, os envolvidos necessitam buscar atendimento profissional para objetivar a decisão de permanecer juntos ou não.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ciúme e depressão</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Além da busca profissional para o tratamento, deve-se levar em conta que em muitos casos esse quadro evolui para depressão crônica, tornando ainda mais complexa a cura do ciúme e necessitando de outros tipos de cuidados médicos relacionados à depressão. “É comum que o ciumento desenvolva a depressão em razão do sofrimento que o ciúme provoca”, revela Salete Amador.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia é a principal alternativa para driblar e até mesmo vencer a doença. O primeiro estágio consiste em uma avaliação clínica para medir a gravidade do ciúme e analisar cada situação particularmente. O próximo passo é a psicoterapia, que pode ser realizada individualmente ou em casal. No método singular, o profissional resgata e localiza a origem do ciúme, quais os modelos de relacionamento influenciadores em sua relação e a maneira de se observar o companheiro, além de recuperar a autoestima. “Para o casal que resolve fazer uma tentativa para salvar a relação, a psicoterapia reforça os laços que os uniram, refaz a história dos envolvidos, busca novas maneiras de diálogo e reforça a confiança de um no outro”, esclarece a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">A doença tem cura e alguns hábitos auxiliam nesse processo, como cultivar as amizades, mesmo namorando ou casado, ser sincero e expor qualquer incômodo para não acumular problemas e desconfianças sem fundamento e manter, acima de tudo, a liberdade de escolha para que o relacionamento seja saudável e livre do excesso de ciúme.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://www.envolverde.com.br/saude/comportamento-saude/ciume-excessivo-e-doenca-e-pode-levar-a-depressao/</p>
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		<title>Como identificar um transtorno de personalidade histriônica</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-identificar-um-transtorno-de-personalidade-histrionica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 19:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade paranóide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno de personalidade histriônica caracteriza-se por uma emotividade excessiva e por a necessidade de chamar continuamente a atenção através de comportamentos impróprios para a situação. As pessoas com este transtorno precisam de se sentir o centro de atenção para se sentirem cômodas, costumam aborrecer-se rapidamente da rotina e têm um comportamento que se carateriza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2057" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-.jpg" alt="casule-psicologia-juiz-de-fora-" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-.jpg 316w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora--300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de personalidade histriônica caracteriza-se por uma emotividade excessiva e por a necessidade de chamar continuamente a atenção através de comportamentos impróprios para a situação. As pessoas com este transtorno precisam de se sentir o centro de atenção para se sentirem cômodas, costumam aborrecer-se rapidamente da rotina e têm um comportamento que se carateriza pela sedução e provocação. O transtorno de personalidade histriônica começa no início da idade adulta e pode dar-se em diversos contextos sócio-econômicos. De seguida, mostramos-lhe,</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>como identificar um transtorno de personalidade histriônica</strong>.</h2>
<ul>
<li>
<div class="texto">
<p style="text-align: justify;"><strong>Comportamentos</strong>. As pessoas que têm este transtorno tendem a chamar continuamente a atenção com os seus comportamentos. São pessoas que não passam despercebidas, seja pelas suas palavras, pela sua forma de falar ou comentários. São &#8220;a alma da festa&#8221; ou os que animam uma reunião. Quando por diversos motivos, não são o centro de atenção, não se sentem cômodas e chegam a sentir-se desprezadas.</p>
</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div class="texto">
<p><strong>Emoções.</strong> Costumam exagerar nas emoções. A sua expressão emocional é superficial e rapidamente modifica. Se se sentem mal, muitas vezes fazem uma espécie de obra teatral lamentado-se, e chorando, para de seguida mudarem de ânimo e sentirem-se as pessoas mais felizes do mundo.</p>
</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div class="texto">
<p><strong>Comportamento sedutor.</strong> Preocupam-se muito com a sua roupa e por estarem fisicamente em forma. O seu comportamento provocador e sedutor estende-se às relações interpessoais no geral, não está centrado em nada específico, mas está sim dirigido às suas diversas relações laborais, sociais, etc.</p>
</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div class="texto">
<p><strong>Comunicação</strong>. Quem sofre deste transtorno tem uma forma de falar excessivamente superficial e com falta de detalhes. Quando vão dar algum tipo de opinião parecem fortes em relação ao que pensam, mas logo a seguir, as explicações que dão acerca disso costumam ser superficiais e sem sentido.</p>
</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div class="texto">
<p><strong>Expressão corporal</strong>. Quando falam, muitas vezes acompanham-no com gesticulações e expressões exageradas. Costumam falar em excesso e utilizar um tom de voz elevado. Devido a este tipo de comportamento tendem a ser consideradas pelos outros como pessoas superficiais, dependentes, exigentes e sem autenticidade.</p>
</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div class="texto">
<p><strong>Dependentes.</strong> Consideram que necessitam de outras pessoas que cuidem delas, é por isso, que procuram ser o centro de atenção para essas pessoas. Procuram a aprovação contínua das outras pessoas modificando a sua atitude e forma de ser, de acordo com a situação em que se encontram. Perante os problemas que possam surgir, exageram com lágrimas dramáticas, ataques de raiva, para poder manipular os outros.</p>
</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div class="texto">
<p><strong>Relações interpessoais.</strong> As pessoas com transtorno de personalidade histriônica, costumam considerar as suas relações mais íntimas do que na realidade são. Perante esta situação, tendem a ser mais exigentes com pessoas que recém conhecem. Podem chegar a ser muito efusivos com alguém que viram apenas um par de vezes, ou chegar a fazer reclamações.</p>
</div>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<div class="texto">
<p><strong>Relações de parceiro</strong>. Têm dificuldade para alcançar a intimidade emocional nas suas relações. Para conseguirem o afeto do outro manipulam as suas relações através de crises emocionais, gerando ciumes, etc. Costumam mudar de parceiro constantemente, uma vez que se aborrecem facilmente.</p>
</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-identificar-um-transtorno-de-personalidade-histrionica-1953.html</p>
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