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	<title>terapiacognitivocomportamental - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapiacognitivocomportamental - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você sabe o que é autossabotagem?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-sabe-o-que-e-autossabotagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ultimamente, muito tem se falado sobre esse termo, mas você sabe realmente o que é e quando você pratica a autossabotagem? </p>
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<p>Ultimamente, muito tem se falado sobre esse termo, mas você sabe realmente o que é e quando você pratica a autossabotagem?&nbsp;</p>



<p>A autossabotagem pode ser entendida como um conjunto de pensamentos e comportamentos em que nós mesmos criamos situações de empecilho, barreiras e problemas para impedir que uma ação ou objetivo seja realizado, a autossabotagem por estar sendo praticada em um ou diversos aspectos da sua vida. Assim, por meio de pensamentos negativos ou crenças limitantes nós acabamos reproduzindo comportamentos opostos às nossas vontades e necessidades. “Mas como assim faço o contrário do que eu preciso e quero?”.</p>



<p>Exemplos: <em>“Preciso tirar uma boa nota na prova”</em> mas os meus comportamentos são: não estudo a matéria ou deixo para estudar em cima da hora, não tiro minhas dúvidas com professores, colegas ou nos materiais sobre o assunto.<em> “Preciso resolver um problema X</em>” mas procrastino, não peço ajuda, não busco uma orientação ou tento outras possibilidades. “Preciso melhorar a minha alimentação” mas não me organizo, só compro alimentos processados, vou a lugares que não tem muitas opções, deixo para fazer minhas refeições quando já estou sentindo muita fome.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E o que fazer para minimizar ou romper a autossabotagem?&nbsp;</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>É muito importante tomar consciência e identificar em quais situações você tem se autossabotado e as consequências que isso tem gerado na sua vida. Observar se o ambiente em que você está inserido ou frequentado facilita e contribui para a autossabotagem.&nbsp;</li><li>Busque estar rodeado por pessoas que incentivam e estimulam suas qualidades e o seu objetivo a ser alcançado.&nbsp;</li><li>Pense sobre o acesso às informações. Você já reparou o que você tem visto, lido, comprado, seguido? Sejam nos meios de comunicação como as redes sociais, no celular por meio de aplicativos, na sua casa ou no trabalho os objetos que ficam próximos ou mais disponíveis pra você, seja tirando a sua atenção ou dificultando um hábito ou alimentação mais saudável?&nbsp;</li><li>Tente se perguntar: quais os fatores que estão contribuindo para a sua procrastinação e dificultando a sua disciplina e motivação?&nbsp;</li></ul>



<p>A psicoterapia é um processo o qual pode te auxiliar a entender o seu funcionamento, alcançar resultados, gerar autoconhecimento e traçar estratégias possíveis para melhorar a sua qualidade de vida. Por isso, se você estiver precisando de ajuda, busque por um profissional capacitado para te ajudar nesse momento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



<p id="block-0c1c4391-dd2d-46e7-9d67-0a6bd87446b2">Venha nos conhecer! Marque uma conversa com nossos terapeutas&nbsp;<strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></strong>!</p>



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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sintomas físicos do estresse</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/sintomas-fisicos-do-estresse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é estresse?&#160;&#160; Ao contrário do que muitos pensam, o estresse é uma reação natural, necessária e comum do organismo que acontece mediante situações desafiadoras, ameaçadoras, de perigo ou prejudiciais, que podemos chamar como eventos estressores, o que nos coloca em um estado de alerta e como consequência geram alterações físicas e [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Você sabe o que é estresse?&nbsp;&nbsp;</h2>



<p>Ao contrário do que muitos pensam, o estresse é uma reação natural, necessária e comum do organismo que acontece mediante situações desafiadoras, ameaçadoras, de perigo ou prejudiciais, que podemos chamar como eventos estressores, o que nos coloca em um estado de alerta e como consequência geram alterações físicas e emocionais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o estresse se torna disfuncional?&nbsp;</h2>



<p>O nosso organismo realiza a produção de diversos hormônios e em situações de ameaça, por exemplo, há liberação hormônios cortisol e adrenalina, que neste caso agem elevando a frequência cardíaca, respiratória, da pressão arterial, contração dos músculos, podendo impactar também no aumento da ansiedade. Quando o indivíduo se encontra mais estável emocionalmente é possível retornar ao seu estado “normal” instante após o “ápice” de determinado evento estressor vivenciado. No entanto, em outros casos, o indivíduo ao se manter exposto a eventos estressores de forma contínua o seu equilíbrio emocional é afetado comprometendo alguns aspectos como a sua qualidade de vida e saúde mental.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">E quais os sintomas físicos que os indivíduos podem apresentar devido ao estresse?</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Insônia, cansaço, fadiga, tristeza, insatisfação constante,</li><li>Agitação, dores de cabeça, exaustão, irritabilidade</li><li>Dificuldade de atenção, falhas na memória,&nbsp;</li><li>Queda de cabelo, baixa imunidade,&nbsp;</li><li>Ganho ou perda de peso, má digestão, problemas gástricos,&nbsp;</li><li>Alteração do apetite e aumento no consumo de substâncias.&nbsp;</li></ul>



<p>E quais estratégias podem ser utilizadas como enfretamento desses sintomas?&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Identificar os eventos estressores</li><li>Identificar aquilo que você pode controlar e aquilo que não está sob o seu controle</li><li>Desenvolver inteligência emocional&nbsp;</li><li>Ter momentos de autocuidado e lazer</li><li>Não se cobrar tanto</li><li>Buscar ajuda de um profissional para que ele possa te auxiliar nesse momento.</li></ul>
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		<title>Fui demitido, e agora?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/fui-demitido-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 15:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[demissao]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapiadoesquema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum as pessoas chegarem ao consultório após um processo de demissão em busca de auxílio profissional para lidar com a demissão e também se questionando com perguntas como “Porque comigo? O que eu fiz de errado? O que faço agora? Como as coisas vão ficar?” pois em alguns casos a demissão vem quando [&#8230;]</p>
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<p>É muito comum as pessoas chegarem ao consultório após um processo de demissão em busca de auxílio profissional para lidar com a demissão e também se questionando com perguntas como “Porque comigo? O que eu fiz de errado? O que faço agora? Como as coisas vão ficar?” pois em alguns casos a demissão vem quando menos se espera.</p>



<p>Primeiramente, precisamos compreender o significado que o trabalho tem para aquela pessoa e em sua vida. Você já se perguntou qual o significado que o seu trabalho teve, tem ou terá para você?</p>



<p>Cada pessoa cria e estabelece um vinculo afetivo com o seu trabalho e sua profissão. Para alguns, trabalho será o ato de exercer uma determinada função com uma finalidade remunerada; para outros, fonte de renda e sustento da família ou até mesmo o status que determinada carreira apresenta naquela sociedade; para outros, um propósito de vida, experiência ou independência&#8230;</p>



<p>Como podemos ver, os significados e suas razões são diversos por isso, compreender essa relação e proporcionar que o paciente torne-se consciente do seu significado é um dos passos mais importantes para que ele possa entender como os seus pensamentos, sentimentos, valores, crenças e comportamentos funcionam nesse momento.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes o processo de demissão não é fácil de enfrentar, podendo gerar baixa auto estima, sentimentos de incapacidade, autocobrança, acreditando que “não é bom o suficiente”, humor deprimido, ansiedade e outros.</p>



<p>E o que isso pode resultar? O individuo pode procrastinar a busca por outras oportunidades de emprego por medo de receber um “não” e achar que falhou mais uma vez, dificuldade de recolocação no mercado de trabalho, insatisfação na carreira, perda de identidade, desorganização da vida diária, sentimentos de insegurança, apatia, inércia, falta de motivação, mudanças na alimentação, alteração do sono, impacto no âmbito familiar e isolamento.&nbsp;</p>



<p>No entanto, é importante frisar, que tentar pensar que a demissão é um momento que você vivencia, que é algo temporário, que outras pessoas já passaram e estão passando por isso, que você possui qualidades e habilidades para conquistar outras oportunidades de emprego, ter uma rede de apoio como familiares e amigos que sejam presentes nessa fase e a busca por atendimento psicológico, são atitudes que podem minimizar os sentimentos negativos e ajudá-lo a enfrentar esse momento.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Como identificar se seu filho precisa de terapia? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-identificar-se-seu-filho-precisa-de-terapia-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 15:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimentohumano]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapiainfantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Nesse vídeo abordaremos qual momento certo de procurar ajuda psicológica para criança. Falaremos também sobre a relevância da escola nessa identificação e as estratégias que podem ser abordadas pelos cuidadores. Confira com Larissa Leite, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online [&#8230;]</p>
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<p>Nesse vídeo abordaremos qual momento certo de procurar ajuda psicológica para criança. Falaremos também sobre a relevância da escola nessa identificação e as estratégias que podem ser abordadas pelos cuidadores.</p>



<p> Confira com Larissa Leite, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



<p>Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta">atendimento online aqui</a>&nbsp;(em qualquer lugar do mundo)</p>



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		<item>
		<title>Entendendo o transtorno bipolar</title>
		<link>https://casule.com/blog/entendendo-o-transtorno-bipolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2018 14:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapiacognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é considerado um dos transtornos psiquiátricos mais graves devido à sua complexidade clínica, por envolver aspectos cognitivos, psicológicos, sociais, funcionais, até mesmo, neuroquímicos (Suppes &#38; Dennehy, 2009). Além disso, é uma doença crônica e com elevados índices de comorbidade, prejudicando sensivelmente a qualidade de vida. Segundo o Manual diagnóstico e estatístico de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é considerado um dos transtornos psiquiátricos mais graves devido à sua complexidade clínica, por envolver aspectos cognitivos, psicológicos, sociais, funcionais, até mesmo, neuroquímicos (Suppes &amp; Dennehy, 2009). Além disso, é uma doença crônica e com elevados índices de comorbidade, prejudicando sensivelmente a qualidade de vida.</p>
<p>Segundo o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, DSM -5, o transtorno bipolar é caracterizado por uma desregulação do estado de humor, que oscila entre o extremamente baixo – depressão – ao extremamente alto – mania e/ou hipomania. Um paciente que se encontra em episódio depressivo maior pode apresentar perda de interesse/prazer por quase todas as atividades durante pelo menos duas semanas; alterações no apetite ou peso, no padrão de sono e atividade psicomotora; diminuição da energia; sentimento de culpa e/ou desvalia; dificuldade para pensar ou concentrar-se ou tomar decisões; pensamentos recorrentes sobre a morte, ideação, planos ou mesmo tentativas suicidas (APA, 2014).</p>
<p>No polo oposto, o paciente em estado maníaco pode apresentar humor elevado, eufórico e irritável. O comportamento é marcado por ser excessivo, ele passa a fazer diversas atividades de alto risco; reduz drasticamente a necessidade de sono; tem delírios por grandiosidade ou autoestima inflada; apresenta fuga de ideias ou pensamentos acelerados; sua atenção é desviada muito mais facilmente por estímulos externos insignificantes e, também, há um aumento da loquacidade (pressão por falar). Ressalte-se que, para diagnosticar um episódio maníaco, deve haver graves prejuízos no funcionamento psicossocial do paciente, por exemplo, presença de sintomas psicóticos ou até mesmo internação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-8949 size-full aligncenter" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1.png" alt="entendendo transtorno bipolar nayara casule 1" width="1020" height="452" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1.png 1020w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1-980x434.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/02/entendendo-transtorno-bipolar-nayara-casule-1-480x213.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1020px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O DSM-5 faz distinção entre o transtorno bipolar de tipos I e II, sendo o tipo I caracterizado pela presença de episódios maníacos ou mistos sindrômicos completos e, no tipo II, haver pelo menos um episódio depressivo maior e um episódio hipomaníaco. O transtorno bipolar é comórbido com outras condições, algumas que fazem com que haja piora no prognóstico. Entre as principais comorbidades, destacam-se os transtornos de ansiedade, transtornos do déficit de atenção e hiperatividade, transtorno de oposição desafiante e transtornos relacionados ao uso de substâncias (Barlow, 2016).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento envolve farmacoterapia, psicoterapia e intervenções familiares. Atualmente, há estabilizadores de humor, anticonvulsivantes e antipsicóticos atípicos que aliviam os sintomas, controlam os episódios agudos e ainda ajudam a prevenir episódios futuros com duração ou gravidade maiores.</p>
<p>Ademais, a psicoterapia cognitivo-comportamental, como método de tratamento do transtorno em questão, tem por objetivo a psicoeducação, isto é, ensina aos pacientes e seus familiares e amigos sobre o transtorno, seu tratamento e dificuldades associadas à doença; facilita a cooperação e o engajamento no tratamento; atua como suporte no enfrentamento das situações de estresse que podem interferir no tratamento ou precipitar episódios de mania ou depressão; ensina habilidades de solução de problemas; promove o treino de comunicação; realiza intervenções e ensina o paciente a realizar o automonitoramento do humor e reestrutura crenças e esquemas cognitivos (Neto, 2004).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>APA (2014). <em>Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais</em>. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Barlow, D.H. (2016). Manual clínico dos transtornos psicológicos. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed.</p>
<p>Neto, F.L. (2004). Terapia comportamental cognitiva para pessoas com transtorno bipolar. <em>Rev Bras Psiquiatr </em>26 (Supl III): 44-6. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rbp/v26s3/22339.pdf</p>
<p>Suppes, T.; Dennehy, E. B. (2009). <em>Transtorno Bipolar. </em>Tradução Marina Fodra. Porto Alegre: Artmed, 2009.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transtorno de dor genitopélvica e da penetração</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-dor-genitopelvica-e-da-penetracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 13:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[dispareunia]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapiasexual]]></category>
		<category><![CDATA[transtornodadorgenitopelvica]]></category>
		<category><![CDATA[vaginismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM-V) trouxe modificações importantes no diagnóstico de vaginismo e dispareunia, que foram somados para dar origem ao Transtorno de Dor Genitopélvica e da Penetração. Segundo a nova classificação, há quatro dimensões de sintomas: Dificuldade para ter relações sexuais, variando desde incapacidade total a penetração em qualquer situação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM-V) trouxe modificações importantes no diagnóstico de vaginismo e dispareunia, que foram somados para dar origem ao <em>Transtorno de Dor Genitopélvica e da Penetração</em>. Segundo a nova classificação, há quatro dimensões de sintomas:</p>
<ul>
<li>Dificuldade para ter relações sexuais, variando desde incapacidade total a penetração em qualquer situação até capacidade de experimentar a penetração em algumas situações.</li>
<li>Dor genitopélvica. A dor ocorre pela contração involuntária do músculo do assoalho pélvico ao redor da vagina durante tentativas de penetração, causando desconforto, ardência, dor, problemas com a penetração ou total incapacidade de ter intercurso sexual.</li>
<li>Medo de dor ou de penetração vaginal.</li>
<li>Tensão nos músculos do assoalho pélvico.</li>
</ul>
<p>Diversos fatores interferem negativamente na relação sexual, como a presença de dor, dificuldade em sentir prazer, alterações psicofisiológicas nas fases de excitação e orgasmo, estados emocionais negativos, como raiva, medo, ansiedade, depressão, baixa autoestima, experiências sexuais traumáticas, crenças distorcidas acerca do sexo, crenças religiosas e conflitos conjugais. Em função da dor, as pacientes acabam evitando situações sexuais, focando apenas na satisfação do parceiro, o que torna ainda mais difícil a manutenção do desejo, da excitação e possibilidade de sentir prazer.</p>
<p>Pode-se dizer que a dor é uma resposta condicionada na medida em que o coito associado a uma sensação dolorosa gera contração da musculatura vaginal (resposta condicionada). E ainda, o comportamento de evitação mantém este mecanismo por reforço negativo, ou seja, quando a paciente evita o desconforto que iria sentir com a relação sexual, há alívio da ansiedade antecipatória, mantendo o comportamento de evitação e o próprio quadro.</p>
<p>A base emocional do transtorno é a ansiedade, mais especificamente ansiedade de desempenho sexual. Do ponto de vista cognitivo, a ansiedade elevada interfere negativamente no funcionamento sexual, uma vez que a paciente percebe a própria relação sexual como ameaçadora. Assim, ela se distrai de estímulos sexualmente excitantes e assume interpretações equivocadas sobre esses estímulos.</p>
<p>Segundo a Terapia Cognitivo-Comportamental, é necessário compreender a relação entre os pensamentos, emoções e comportamentos envolvendo o ato sexual, e não apenas o quadro de dor em si. Deve-se levar em consideração o que a paciente pensa sobre sexo, os comportamentos sexuais pregressos, os atuais, as crenças desenvolvidas a partir dessas experiências, a percepção acerca da sexualidade, os valores, crenças e aspectos culturais, familiares e religiosos relacionados à relação sexual, as próprias crenças sexuais, mitos, a autoimagem corporal, autoestima, entre outras percepções. Na prática clínica, partimos da identificação e modificação de crenças disfuncionais a respeito da sexualidade do parceiro e da própria pessoa.</p>
<p>O tratamento é multidisciplinar englobando o médico ginecologista, psicólogo e fisioterapeuta.  A terapia cognitivo-comportamental tem se mostrado eficaz no tratamento do transtorno da dor genitopélvica e da penetração, podendo ser estruturada em intervenções individuais ou do casal. O objetivo é a restruturação cognitiva de pensamentos e crenças distorcidas quanto ao sexo, controle dos níveis de ansiedade, desenvolvimento de habilidades sexuais, melhora da assertividade e da confiança sexual, bem como na qualidade do relacionamento.</p>
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		<title>Estudo na dose certa: passe pelo vestibular sem estresse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2017 13:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[tensaoprevestibular]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Faltam poucos dias para iniciar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ele permite que estudantes ingressem em universidades públicas e, até mesmo, nas instituições privadas do Brasil, por meio de bolsas de estudo, como Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Sem contar nos demais testes, sendo alguns reconhecidos nacionalmente. Isso acaba gerando nos candidatos sintomas físicos e psicológicos de estresse que se relacionam, muitas vezes, à ansiedade.</p>
<p>“Uma rotina de estudos extracurriculares, com metas e horários bem definidos é necessário e importante para quem quer passar em um vestibular, sem sofrer por antecipação”, é o que revela a coordenadora do curso preparatório para medicina e de um cursinho pré-vestibular, Patrícia Barra.</p>
<p>A estudante Luiza Andrade segue a dica à risca. Para ela, fazer exercícios no mesmo dia em que a matéria é dada é uma das etapas eficaz de memorização para conquistar a vaga no curso de medicina. “Sou prática e prefiro resolver exercícios. Sei que assim, tudo o que aprendi será absorvido e entendido. Isso me deixa menos preocupada.” Júlia Neto, que estuda no mesmo colégio preparatório para vestibulares com Luiza, já é adepta dos resumos para memorizar o que estudou. “Prefiro ler e, em seguida, fazer resumos. Essa é uma forma de conseguir absorver todo o conteúdo trabalhado em sala de aula”.</p>
<p>E se a rotina de vestibulares é maçante o descanso passa a ser fundamental. Felipe Modesto, que deseja cursar Química, tentar equilibrar o estudo com lazer. “Separar bem o tempo entre estudo e lazer, além de sair, ver os amigos e dormir bem acabam me ajudando na memorização dos conteúdos, de maneira leve”.</p>
<p>Orientação e controle da ansiedade</p>
<p>Não tem fórmula mágica para alcançar um bom resultado nos exames. Os professores são importantes nesta trajetória. Mais do que repassar os conteúdos, eles tentam se aproximar dos alunos para ajudá-los a superar essa etapa com tranquilidade. “A gente tem duas vertentes. Temos a parte do professor que reforça, através de um diálogo amigável, a importância de estudar o conteúdo aplicado em sala de aula em casa. E tem a parte das orientações, nas quais sentamos com o aluno para ajudar na montagem do horário de estudo compatível à realidade deles, na tentativa de suprir as carências que possuem sobre o conteúdo”.</p>
<p>O coordenador e professor de geografia, Tiago Simões Bernardes, busca trabalhar a individualidade de cada aluno. “Não dá para generalizar as realidades deles e as encaixar em determinados padrões. Aplicamos, individualmente, orientações baseadas na relação que tem com o mundo lá fora, favorecendo a conquista dos objetivos profissionais almejados por eles”.</p>
<p>Mas mesmo com todo preparo alguns alunos não conseguem manter a calma para seguir firme na rotina de estudo ou mesmo perdem o controle emocional na hora do exame. A terapeuta cognitivo-comportamental, Nayara Benevenuto Peron, dá algumas dicas para o controle da ansiedade.</p>
<p>Treinamento de relaxamento:</p>
<p>– Deve-se tencionar, propositalmente, os diversos grupos musculares do corpo</p>
<p>– Em seguida, relaxá-los, diferenciando suas características quando estão tencionados, e quando estão aliviados.</p>
<p>– Depois de aprendida e treinada, assiduamente, a técnica auxiliará a identificar a musculatura tesa além do necessário.</p>
<p>A respiração diafragmática e pausada é outro ponto importante:</p>
<p>– Deve ser realizada com auxílio dos músculos abdominais, sem mexer o tórax.</p>
<p>– Inspire por três segundos, segurando o ar por mais três.</p>
<p>– Ao expirar, solte-o suavemente durante seis segundos, eliminando-o totalmente do abdômen.</p>
<p><a class="image-enlarge-link" href="https://attachment.freshdesk.com/inline/attachment?token=eyJ0eXAiOiJKV1QiLCJhbGciOiJIUzI1NiJ9.eyJpZCI6MTkwMTYyNjQyMzQsImRvbWFpbiI6InRla25hYm94LmZyZXNoZGVzay5jb20iLCJhY2NvdW50X2lkIjo0NzEwMjh9.5QTYrOKE5PNbSl1LLiMGR1KS2QIq_fNbh-hOpZDr1no" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="https://attachment.freshdesk.com/inline/attachment?token=eyJ0eXAiOiJKV1QiLCJhbGciOiJIUzI1NiJ9.eyJpZCI6MTkwMTYyNjQyMzQsImRvbWFpbiI6InRla25hYm94LmZyZXNoZGVzay5jb20iLCJhY2NvdW50X2lkIjo0NzEwMjh9.5QTYrOKE5PNbSl1LLiMGR1KS2QIq_fNbh-hOpZDr1no" alt="Imagem inline 1" width="454" height="392" /></a></p>
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<div>Ilustração: Vanessa Oliveira</div>
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<div>Fonte: <a href="https://mareconteudo.wordpress.com/tag/tensaoprevestibular/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://mareconteudo.wordpress.com/tag/tensaoprevestibular/</a></div>
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