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	<title>terapia individual - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapia individual - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Violência emocional também dói!</title>
		<link>https://casule.com/blog/violencia-emocional-tambem-doi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 20:03:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber. Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por exemplo, esquece a própria vida, abandona os estímulos e as próprias vontades. Muito do que vive, em geral, tem a ver com o desejo e satisfação do outro, numa submissão inconsciente. “Isso porque essa pessoa tem a tendência a acreditar nas críticas e insultos recebidos, sem forças para argumentar”, diz a psicóloga Cora Ferreira, de São Paulo. “A relação afetiva entre essas pessoas impede a rapidez e a clareza da percepção das manipulações e ameaças”.</p>
<p style="text-align: justify;"> O agressor é normalmente simpático, extrovertido e educado, do tipo que conquista fácil a confiança, mas que tende a ser controlador e hostil. E o agredido se mostra frágil emocionalmente, inseguro e com baixa auto-estima. Desta forma, os dois acabam por formar uma “dupla perfeita” nas suas imperfeições. “A questão da violência emocional acontece por conta dos dois lados. É uma dupla que vai encontrando uma forma de sobrevivência: um abusa para mostrar e sentir-se poderoso, o outro cede porque se sente inferior e culpado &#8211; e isto vai se tornando um ciclo vicioso. Alguns gostam de agredir. Outros de apanhar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as formas dessa violência que não deixa marca no corpo está humilhar, depreciar, fazer chantagem com cenas melodramáticas e desmerecimentos, levando o outro a crer na culpa, na inferioridade e incapacidade frente a situações como cuidar de si, da casa ou dos filhos. “Em geral, o agressor minimiza os argumentos do outro e, de forma egocêntrica, aumenta os seus, dizendo que são mais importantes e urgentes. Busca satisfação constante de suas vontades, enquanto responsabiliza o outro pelas questões negativas de suas vidas”, diz Cora, que é especialista em psicoterapia psicanalítica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fugir desse agressor, que usa da força verbal, psicológica e moral para minimizar o parceiro, é preciso primeiro identificá-lo. “Essas pessoas normalmente têm o sentimento de inferioridade encoberto e, para dar conta do mal-estar que sente, dilapida as bases do outro”, explica a psicóloga.</p>
<div class="clear" style="text-align: justify;"> <img decoding="async" src="https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1491936180968" alt="" /></div>
<p style="text-align: justify;">Se ainda assim não é possível enxergar o agressor &#8211; o amor bandido às vezes transfigura a realidade &#8211; uma boa saída é olhar para si e pensar a respeito dos sonhos, desejos e o tem feito com isso. “Se estiver satisfeita, tudo bem! Mas, e se fica muito infeliz com isso? Com certeza vai ter que dar um basta nesta forma de relação. Se ficar presa à necessidade de satisfação de alguém, sem levar nada de bom, a vida cobra mais pra frente”, alerta Cora. E aí, no meio desse círculo vicioso, a vítima se afasta de parentes e amigos e acaba isolada.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga sugere então o diálogo como início de uma nova cara para a relação. Colocar as questões sobre a mesa e lavar a roupa suja são saídas. Outra opção é se aproximar de amigos e familiares que possa confiar e pedir ajuda. “Mas isto é só o primeiro passo, já que as marcas podem ser muito profundas, não só com relação ao que viveu com o parceiro, como também uma decepção pessoal, por ter se prestado a esta vivência, sem ter se libertado para sua vida há mais tempo”</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a isso, a profissional sugere ajuda psicológica, principalmente para buscar entender porque se permitiu viver isto. “Perguntas sobre como aprender com o erro são imprescindíveis para experiências diferentes, no futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://vilamulher.uol.com.br/familia/relacionamento/violencia-emocional-tambem-doi-21182.html</p>
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		<title>A importância da Psicologia nos dias atuais</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Psicólogo, serve de guia pelos caminhos tortuosos da vida, ajudando: a lidar com problemas passados para que não mais o assombrem, a enfrentar os problemas da vida com mais firmeza e segurança, e adquirir maior conhecimento sobre si mesmo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Psicólogo,&nbsp;serve de guia&nbsp;pelos caminhos&nbsp;tortuosos da&nbsp;vida, ajudando: a&nbsp;lidar com&nbsp;problemas&nbsp;passados para&nbsp;que não mais o&nbsp;assombrem, a&nbsp;enfrentar os&nbsp;problemas da&nbsp;vida com mais&nbsp;firmeza e&nbsp;segurança, e&nbsp;adquirir maior&nbsp;conhecimento&nbsp;sobre si mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a Psicologia?</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/U-w215j5wB4" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano com seus&nbsp;processos mentais e o Psicólogo, é o profissional que procura compreender este&nbsp;comportamento e também, o pensamento das pessoas quando possuem algum tipo&nbsp;de conflito ou distúrbio psicológico, faz isto através de uma técnica chamada&nbsp;Psicoterapia (que consistem em sessões em regra semanais), com o objetivo de&nbsp;buscar uma adequada saúde mental, na promoção de uma boa qualidade de vida.</p>



<p>Já se foi o tempo em que pensavam que <a href="https://casule.com/resistencia-a-psicoterapia/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Psicólogo é coisa para louco</a>, aliás&nbsp;nem foi por causa da ‘loucura’ que a Psicologia surgiu, e a cada dia mais aumenta a&nbsp;procura da psicoterapia nas clínicas e consultórios, inclusive sendo relatada em&nbsp;novelas da atualidade.</p>



<p>A Psicologia Clínica&nbsp;diminui o <a href="https://casule.com/trauma-emocional/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">sofrimento&nbsp;emocional</a> e possibilita&nbsp;que a pessoa se&nbsp;conheça melhor,&nbsp;mudando assim seu&nbsp;modo de agir que a&nbsp;angustia, havendo a&nbsp;compreensão do&nbsp;mundo que a envolve.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-1024x683.jpg" alt="Psicologia Terapia Individual" class="wp-image-5434" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-980x653.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano.</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as áreas de atuação da psicologia?</h2>



<p>A Psicologia conquistou várias <a href="https://casule.com/a-psicologia-e-suas-diferentes-areas-de-atuacao/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">áreas de atuação</a> e muitas delas nem são&nbsp;conhecidas pela maioria da população, dentre todas essas, a mais manifesta de todas&nbsp;é a Psicologia Clínica, pois foi a primeira a se destacar em todos os âmbitos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg" alt="terapia-casule" class="wp-image-6165" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Nem todas as áreas da psicologia são&nbsp;conhecidas pela população.</figcaption></figure></div>



<p>Dentro da Clínica, trabalha-se com as mais diferentes questões, como crises&nbsp;existenciais (“não me entendo, queria me conhecer melhor”, “não estou feliz comigo&nbsp;mesmo”, “não consigo escolher uma faculdade”, “meu casamento vai mal”, entre&nbsp;outras), apoio em situações traumáticas (assaltos, morte, separações da família,&nbsp;divórcios, etc.), momentos especiais (preparação para aposentadoria, pré-natal, pós-parto, cirurgias em geral, mudança de Cidade, …) e até o aparecimento de doenças&nbsp;dos mais variados graus e intensidades como: ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, transtorno obsessivo-compulsivo, esquizofrenia, transtorno bipolar, fobias,&nbsp;transtornos dissociativos, etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando fazer terapia</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/aPznd4OVmxQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>A terapia pode ser importante em diversas fases do desenvolvimento, como na&nbsp;infância: desde as pequenas preocupações dos pais, até quadros de maiores&nbsp;prejuízos emocionais. Como exemplo, desde a entrada na Escola com a adaptação no&nbsp;mundo cognitivo; retirada de fraldas, mamadeiras, chupetas; enurese, encoprese;&nbsp;terror noturno; até transtornos de aprendizagem – dificuldade na leitura, matemática,&nbsp;escrita, rendimentos baixos de escolaridade; habilidades motoras; problemas na&nbsp;comunicação; déficit de atenção-hiperatividade; comportamento agressivo, desafiador,&nbsp;avesso às regras de convivência social; transtornos globais do desenvolvimento;&nbsp;tiques; depressão; ansiedade; fobias, etc.</p>



<p>A <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-criancas-e-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adolescência</a>, por ser um período de intensas modificações e atividades,&nbsp;diversas transformações de comportamento, podem ser avaliadas muitas atitudes,&nbsp;erroneamente como patológicas. Curiosidade, euforia, podem gerar medo e&nbsp;inadequação; ter que adquirir responsabilidades, novas posições, escolha de&nbsp;caminhos, podem trazer sofrimentos; atitudes exageradas, humores flutuantes;&nbsp;cuidados alimentares e com o corpo; … todas essas questões que podem ser lidadas&nbsp;na psicoterapia de uma maneira saudável. Incluindo fatores patológicos como, uso de&nbsp;drogas e também transtornos psicopatológicos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg" alt="A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule" class="wp-image-15711" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>A terapia pode ajudar também na transição da adolescência para a fase adulta.</figcaption></figure></div>



<p>Na vida adulta, o <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-casalquando-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relacionamento conjugal</a>, problemas no trabalho, dificuldades&nbsp;familiares, descontentamento pessoal, angústias, ansiedades, depressões, estresse,&nbsp;medos, ciúmes, rotinas diárias, inclusive quadros de humor, disfunções sexuais,&nbsp;transtornos do sono, uso de álcool, drogas em geral, doenças orgânicas com afetação&nbsp;emocional,… são muitos os motivos que levam à terapia, na busca do auto&nbsp;entendimento, autoaceitação e melhora pessoal, consequentemente como reflexo,&nbsp;melhorando o ambiente que o envolve e trazendo auto confiança e maior assertividade&nbsp;de suas atitudes.</p>



<p>Concluindo, havendo a resolução dos problemas psicológicos, se estabelece&nbsp;assim uma situação melhor de relacionamento com a sociedade, família e consigo&nbsp;mesmo, promovendo então, um equilíbrio com seus pensamentos, desejos e&nbsp;sentimentos.</p>



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<p>FONTE: http://institutoglobalsaude.com.br/site/a-importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</p>
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		<title>Controle emocional,como praticar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-emocionalcomo-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 20:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência. Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que estamos opinando a respeito de um amigo ou familiar. Depositamos nos outros o que não estamos preparados para assumir que existe em nós mesmos. Isto é, nos projetamos e atribuímos a responsabilidade de como nos sentimos em relação aos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a leitura dos outros pode ser um fiel reflexo do que nos sucede. O exterior nos fala e nos serve de espelho, e ainda reafirma nossa disposição de ver quais assuntos pendentes temos com nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é hora de trabalhar isso?</p>
<h2 style="text-align: justify;">“Você é responsável por eu me sentir assim”</h2>
<p style="text-align: justify;">Estamos acostumados a responsabilizar os outros por nossas emoções, isto é, por como nos sentimos, assim como nos responsabilizamos por como se sentem os demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se alguém ao nosso redor não se sente bem, nos sentimos responsáveis e tentamos a todo custo mudar isso, como se tivéssemos todas as ferramentas para solucionar o sofrimento alheio. Por outro lado, quando somos nós que nos sentimos mal, depositamos a responsabilidade desse sentimento em uma situação ou em uma outra pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A quem estamos dando o controle de nós mesmos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Responsabilizar-nos pelas emoções dos demais pode tornar-se um enorme fardo para nosso desenvolvimento individual, da mesma maneira que buscar culpados para como nos sentimos. Pois não se trata de culpados, mas sim de administrar nossos sentimentos e responsabilidade emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes nos expressamos dessa maneira: “Você me cansa” ou “Você me faz sentir mal”? Não se trata de buscar culpados, sim de identificar como você se sente diante de certas circunstâncias e aceitar que é você o responsável pelos seus sentimentos. Alguns sentimentos são inevitáveis em determinadas situações, mas esse sentimento só pode perdurar se tiver o aval da sua mente. Comece a gerir suas raivas, ciúmes, ira ou tristeza, porque as respostas não estão fora, mas dentro de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você não assume o controle das suas emoções, quem o fará? Os outros? A situação? Isso traria muita instabilidade, não é?</p>
<div id="div-gpt-ad-1457971634808-2" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CIXJsejv-dICFUcOkQodYfMLGA"></div>
<div id="div-gpt-ad-1460481506084-0" style="text-align: justify;" data-google-query-id="COHYuOjv-dICFc4MkQoddbECrA"></div>
<p style="text-align: justify;">Isto não quer dizer que você não tenha que se expressar e manifestar como se sente com respeito aos demais, mas que se responsabilize pela administração dos seus sentimentos. Em vez de outorgar o poder de seu bem-estar ou mal-estar aos outros, assuma as rédeas da sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem tanto direito de se incomodar com algo como qualquer outra pessoa, não há nada de errado nisso. Porém, se você assumir o controle disso, não será refém dos seus sentimentos, tudo será mais satisfatório, um processo de autoconhecimento e crescimento pessoal. Do contrário, sempre estaremos reféns dos demais e das circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso também acontece quando falamos dos que estão ao nosso redor. Quando estiver opinando ou criticando alguém, tente ser um pouco mais consciente sobre o que está dizendo. Na maioria das vezes o que você disse também está ou esteve presente em você.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Responsabilidade emocional: “Eu me faço responsável pelo que sinto”</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Como fazer isso?</h2>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, aceitar que existe a possibilidade de nos projetarmos nos outros. Não é uma tarefa fácil, se levarmos em conta que se o fazemos, é porque no momento não somos capazes de assumir. Por isso, tendemos a resistir em assumir a responsabilidade de nossas reações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Você não me enraivece, eu me enraiveço diante do que você fez ou diante do que aconteceu”, “Eu sou quem sente ira, tristeza ou raiva, diante das distintas circunstâncias que se apresentam em minha vida, e não as evito, aceitando-as para trabalhá-las. Porém, diante de tudo, eu sou responsável por mim mesmo”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Adquirindo consciência e observando a si mesmo, descubra todas as coisas que tem pendente, trabalhe em cima delas para seguir evoluindo e crescendo. Esse caminho não é fácil, frequentemente caímos em contradições e armadilhas do nosso próprio eu, mas tudo valerá a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de autodescobrimento e de assumir a responsabilidade emocional é cheio de reviravoltas, mas se tivermos perseverança, ao final encontraremos um porto seguro dentro de nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/responsabilidade-emocional/</p>
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		<item>
		<title>Transtorno bipolar</title>
		<link>https://casule.com/blog/4619-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 20:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é uma psicose bastante séria, conhecida por sintomas de oscilações de humor, principalmente depressão e ansiedade e, atualmente é  a doença psiquiátrica que mais causa suicídio em seus portadores. Quem sofre de transtorno bipolar possui 28 vezes mais chances de cometer suicídio se comparado a pessoas saudáveis. Conhecida antigamente como psicose maníaco depressiva, especialistas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O transtorno bipolar é uma psicose bastante séria, conhecida por sintomas de oscilações de humor, principalmente depressão e ansiedade e, atualmente é  a doença psiquiátrica que mais causa suicídio em seus portadores. Quem sofre de transtorno bipolar possui 28 vezes mais chances de cometer suicídio se comparado a pessoas saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecida antigamente como psicose maníaco depressiva, especialistas deixaram esta denominação de lado e adotaram  o nome “transtorno bipolar”, pois, a doença não é diagnosticada apenas por dois de seus principais sintomas e, sim, por um conjunto de comportamentos que estão ligados à euforia e a apatia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>O bipolar está longe de ser apenas uma “pessoa de lua”</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre desta doença apresenta ciclos em que a ansiedade ou depressão podem surgir e são nestes momentos, quando os sintomas se tornam mais agudos, que outras características da doença se apresentam. Essa confusão de emoções e sentimentos deixa o indivíduo em situação de sofrimento e também podem desestabilizar a estrutura familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Ela é muito impaciente, faz drama</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais fatores da piora da doença que agrava este quadro  é o fato de não haver apoio familiar ou tratamento adequado. Em razão da doença ser de difícil diagnóstico, o paciente acaba sendo rotulado por suas fragilidades e perfil comportamental, apresentados por euforia ou melancolia em questões gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O ambiente pode ajudar a piorar o quadro</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de transtorno bipolar é mais sensível as dificuldades e fatores externos que podem agravar seus sintomas e potencializar o paciente para nova uma crise. Mudanças de ambiente, traumas de violência e abuso sexual são fatores que determinam aumento do sofrimento do indivíduo ou podem trazer à tona mais um novo ciclo da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O perigo da desordem mental</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as crises de depressão e ansiedade, o indivíduo que desenvolve transtorno bipolar pode ficar confuso, tamanho o sofrimento que é gerado pelo excesso de emoções e sentimentos, característicos da doença. O apoio da família aliado a tratamento adequado, além de eficaz, pode ser motivador  e ajudar quem está em crise a organizar seus pensamentos e suavizar os seus sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O risco das compulsões</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Há registros de que 80% das pessoas que  sofrem de transtorno bipolar também desenvolvem compulsões. O vício em álcool e drogas é recorrente, o que leva o paciente à confusão mental. O indivíduo passa a agir de forma impulsiva, perde o senso de perigo e, levado pelo excesso de autoconfiança, perde o medo em situações de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Sinal de alerta em casa</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de transtorno bipolar, durante uma crise de depressão, pode apresentar sintomas que evidenciam o risco de suicídio. A família e amigos devem ficar atentos ao comportamento do indivíduo, como a automutilação, lamentar-se como fardo para a família e ações de despedir-se de seus entes merecem atenção redobrada.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://ondda.com/noticias/2016/09/transtorno-bipolar-entenda-este-sofrimento-que-pode-levar-ao-suicidio</p>
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		<title>O que fazer quando a ansiedade aumenta e as tarefas pendentes também?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-quando-ansiedade-aumenta-e-tarefas-pendentes-tambem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 20:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade me paralisa. Tenho muitas obrigações que deveria estar cumprindo agora mesmo, mas não consigo e sinto que não posso avançar. Quanto mais a lista de tarefas pendentes cresce, mais me custa começar a fazê-la. Assim, saber que tudo o que tenho que fazer está se acumulando me causa ainda mais preocupação. Isto é algo muito comum, às [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ansiedade me paralisa. Tenho muitas obrigações que deveria estar cumprindo agora mesmo, mas não consigo e sinto que não posso avançar. Quanto mais a lista de tarefas pendentes cresce, mais me custa começar a fazê-la. Assim, saber que tudo o que tenho que fazer está se acumulando me causa ainda mais preocupação.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto é algo muito comum, às vezes a ansiedade se apresenta de uma forma bastante paradoxal, pois ter uma carga alta de trabalho pode nos sobrecarregar a ponto de não sabermos por onde começar. É o pesadelo correndo atrás do rabo, quanto mais obrigações, mais ansiedade… e quanto mais ansiedade, mais dificuldade para começarmos a agir.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma boa ideia para o primeiro passo será cortar o círculo vicioso que nos envolve em uma espiral de estresse e preocupação sem saída. Relaxe, respire fundo e organize-se. Antes de tudo, o que é a coisa mais importante que você tem que fazer? Assim que você fizer uma lista de prioridades para poder enfrentar o que está por vir, comece a colocá-la em prática.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tipos de ansiedade e estratégias de enfrentamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Às vezes você não pode evitar as situações estressantes e não há outra saída, senão as enfrentar. Assim, proponho que você desenhe de forma inteligente este enfrentamento. Pense que antes de abordar um problema de ansiedade grave, é importante que você identifique a forma como a ansiedade se apresenta recorrendo à ajuda de um profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas de ansiedade podem se apresentar com frequência diferente, de uma forma variada, e ser desencadeados por diferentes fatores. Por exemplo, se os sintomas se apresentam em forma de crises repentinas de forma aguda e com intensidade, poderia se tratar de um ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos graves é possível que o profissional aborde o problema com tratamento farmacológico,Mas também existem outras terapias psicológicas que podem ajudar a gerir situações estressantes e que provocam ansiedade. Um exemplo é a psicoeducação para detectar sintomas como a ansiedade antecipatória. Além disso, há o treinamento em técnicas de relaxamento e técnicas cognitivo-comportamentais que ajudam a avaliar o risco real de ameaça.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtorno de ansiedade generalizada</h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de ansiedade generalizada se caracteriza por um estado crônico de ansiedade e preocupação que dura mais de seis meses. Além disso, a pessoa não o pode controlar e percebe que ele é excessivo, apresentando e se manifestando em forma de diversos sintomas:</p>
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<ul style="text-align: justify;">
<li>Fadiga.</li>
<li>Irritabilidade.</li>
<li>Tensão muscular.</li>
<li>Insônia.</li>
<li>Dificuldade de concentração.</li>
<li>Inquietação.</li>
<li>Existe uma capacidade reduzida para enfrentar as situações estressantes e uma atitude hipervigilante que leva a exagerar a importância de eventos menores, por isso até mesmo os acontecimentos normais podem causar uma grande preocupação. A vulnerabilidade tem sido associada a este transtorno com a existência de relações de apego inseguro durante a infância.
<p>As pessoas que sofrem deste transtorno usam a preocupação como estratégia de defesa para evitar efeitos negativos intensos. Assim, ao se preocuparem com ameaças pouco realistas, elas evitam ter que enfrentar problemas mais reais. As técnicas cognitivo-comportamentais podem ajudar na aquisição de estratégias para detectar as preocupações realistas e enfrentar os problemas cotidianos.</p>
<h2>Não deixe que a ansiedade o impeça de brilhar</h2>
<p>A ansiedade pode ofuscar o nosso potencial, impedir o nosso progresso no desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes começamos a escolher, a enfrentar situações novas que representam um desafio, mas que nos permitem alcançar conquistas importantes. Ou o que pode parecer mais simples, ficamos na zona de conforto e, assim, evitamos a incerteza que tanto nos perturba.</p>
<p>Não deixe que a ansiedade o impeça de conseguir tudo aquilo que deseja. O medo do fracasso é um dos fatores que podem detê-lo e fazê-lo viver de forma “confortável”, sem arriscar. Mas… isso compensa? Provavelmente não. É essencial trabalhar a tolerância à frustração, o enfrentamento de situações estressantes e a aparição da ansiedade antecipatória.</li>
<li>O caminho para o sucesso nunca é um mar de rosas, mas nele podemos aprender com os obstáculos e superá-los. Uma forma de enfrentar os desafios que encontramos ao longo da vida e ser menos ansioso é definir metas realistas. Assumir seus limites e potenciar suas habilidades pode levá-lo para onde você desejar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ansiedade-aumenta-tarefas-pendentes/</p>
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		<title>O que são as distorções cognitivas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-sao-as-distorcoes-cognitivas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 20:13:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As distorções cognitivas são basicamente maneiras erradas de processar uma informação, ou seja, interpretações erradas do que ocorre ao nosso redor, gerando múltiplas consequências negativas.  As pessoas que sofrem de depressão têm uma visão da realidade na qual as distorções cognitivas exercem um papel principal. Em maior ou menor medida, todos nós podemos apresentar, alguma vez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As distorções cognitivas são basicamente maneiras erradas de processar uma informação, ou seja, interpretações erradas do que ocorre ao nosso redor, gerando múltiplas consequências negativas.  As pessoas que sofrem de depressão têm uma visão da realidade na qual as distorções cognitivas exercem um papel principal. Em maior ou menor medida, todos nós podemos apresentar, alguma vez na vida, algum tipo de distorção cognitiva e saber detectá-las e analisá-las nos ajudará a ter a mente mais clara, desenvolvendo atitudes mais realistas e, acima de tudo, positivas.  Apresentamos abaixo as distorções cognitivas mais importantes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Personalização</h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa se sente 100% responsável pelos acontecimentos dos quais participou, inclusive aqueles em que não participou de maneira alguma. Por exemplo, <em>o filho da Ana fez uma prova e não passou. Ana pensa logo ter fracassado na educação de seu filho, acha que cometeu algum erro, porque se tivesse feito tudo certo, seu filho teria sido aprovado.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Filtro negativo</h2>
<p style="text-align: justify;">Consiste em transformar aspectos negativos e inadequados como sendo centro de nossa atenção, de acordo com esquemas criados por nós mesmos, e ignorar o resto da informação. O negativo é filtrado, enquanto o positivo é esquecido. Exemplo: <em>Maria preparou um bolo para o seu aniversário e convidou nove amigas</em>.  <em>Quase todas adoram o bolo de Maria, com exceção de Laura, que diz que a calda de chocolate não está muito gostosa.</em> <em>Maria se sente mal por isso e passa a achar que o bolo está horrível. – </em>Ela só absorveu o negativo, omitiu totalmente os aspectos positivos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Generalização</h2>
<p style="text-align: justify;">É a tendência que temos em acreditar que se aconteceu uma vez, acontecerá em todas as outras vezes. Por exemplo: <em>Pedro terminou com Sônia depois de dois anos e meio de namoro.</em> Pedro logo pensa <em>“ninguém mais vai me querer”</em>, <em>“nunca mais encontrarei alguém que queira ficar comigo”.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Maximização e minimização</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa distorção cognitiva consiste em maximizar os próprios erros e os acertos dos demais e, minimizar os próprios acertos e os erros dos outros.<em> “Não importa quantos acertos tive no passado, eles já não têm importância.</em> <em>O que importa agora é que cometi um erro gravíssimo.”</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Pensamento dicotômico</h2>
<p style="text-align: justify;">Consiste na extrema valorização de acontecimentos, sem levar em conta aspectos intermediários. Classificar as coisas como brancas ou pretas, verdadeiras ou falsas. Por exemplo: <em>“Se este trabalho não ficar perfeito, meu esforço não terá valido nada, será um desastre!”</em>, ou quando uma pessoa não encontra emprego e pensa <em>“sou completamente inútil!”.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Raciocínio emocional</h2>
<p style="text-align: justify;">Se refere à suposição de que suas emoções refletem as coisas como elas são. É acreditar que o que você sente no momento é o correto e verdadeiro. Se uma pessoa se sente irritada é só porque alguém fez algo para irritá-la.<em> “Estou me sentindo uma incompetente, logo sou totalmente incompetente!”</em> ou <em>“Eu sinto que é assim, consequentemente isso tem que ser verdade.”</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Afirmações como “deveria fazer isso…”</h2>
<p style="text-align: justify;">São crenças rígidas e inflexíveis de como nós ou os demais deveríamos ser. As exigências concentradas em você mesmo favorecem a autocrítica, enquanto as dirigidas aos demais favorecem a raiva, a ira e a agressividade. Alguns exemplos podem ser: <em>“deveria ter dado mais atenção ao meu marido, assim ele não teria me deixado”</em>, <em>“Não devo cometer erros”</em>, <em>“Os outros devem se portar bem comigo”</em> ou <em>“Preciso gostar de todos.”</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Estar sempre certo</h2>
<p style="text-align: justify;">Consiste em afirmar que determinadas suposições são certas, mesmo que não exista nenhuma evidência para comprovar isso. Existem duas formas:</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Adivinhação do pensamento: Acreditar que sabe o que os outros pensam e o motivo de se comportarem como se comportam. <em>“O que ele quer é me deixar nervoso!”</em>, <em>“O que ele quer é rir de mim!”</em>, “<em>Eles sentem pena de mim!” </em>ou<em> “Ela só está com você por dinheiro!”</em></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Adivinhação do futuro: Esperar que nada dê certo, sem sequer permitir a possibilidade de que sejam razoáveis ou positivas. <em>“Tenho certeza de que vou reprovar.”</em></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Rotulagem</h2>
<p style="text-align: justify;">Utilizar <em>rótulos</em> pejorativos para descrever a si mesmo, ao invés de descrever seus feitos e qualidades com objetividade e exatidão. Por exemplo: <em>“Sou um inútil!”</em> ao invés de <em>“Cometi um erro, mas nem sempre faço isso.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Agora que você já conhece algumas das distorções, entendê-las e aprender a lidar com elas é o mais certo a se fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/distorcoes-cognitivas/</p>
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		<title>Como enfrentar e lidar com a mudança na sua vida</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-enfrentar-e-lidar-com-mudanca-na-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 19:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de toda a nossa vida somos confrontados com momentos de mudança que criam quase sempre insegurança e até, nalguns casos, medo. Contudo, esta atitude pode não ser a mais favorável, pois a mudança pode levar-nos a experienciar novas e interessantes situações, que devemos tentar encarar de forma positiva. Saiba como enfrentar e lidar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao longo de toda a nossa vida somos confrontados com momentos de mudança que criam quase sempre insegurança e até, nalguns casos, medo. Contudo, esta atitude pode não ser a mais favorável, pois a mudança pode levar-nos a experienciar novas e interessantes situações, que devemos tentar encarar de forma positiva. Saiba como enfrentar e lidar com a mudança na vida sem medo, evitando as emoções negativas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Porque mudar é preciso!</h2>
<p style="text-align: justify;">A rapidez que caracteriza a sociedade atual, dominada pela mudança contínua, cria em nós sentimentos de insegurança, uma vez que somos obrigados a adaptarmo-nos continuamente a novas regras, novos hábitos, novos modos de estar e de trabalhar. Todas estas situações são, normalmente, precedidas de sentimentos antagónicos: receio, mas simultaneamente curiosidade; vontade de não mudar mas, ao mesmo tempo, vontade de experimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">É esta atitude de abertura face à mudança que deve caracterizar a nossa vida, pois tudo se torna mais fácil, quer quando se trata da mudança de emprego, quer da necessidade de deixarmos a casa ou a localidade onde sempre vivemos, por exemplo. Mesmo as pessoas que sempre acharam que teriam o mesmo emprego para o resto das suas vidas estão a ser confrontadas, num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, com o desemprego, com a necessidade de mudar de posto de trabalho pelos mais diversos motivos ou até de se lançar na procura de um emprego que realmente o apaixone. Este é apenas um exemplo das grandes mudanças que marcam o nosso atual estilo de vida. Certamente se lembram ou já passaram por outro tipo de grandes mudanças, não é verdade?</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que fazer para encarar de forma positiva todas estas mudanças?</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Mantenha-se atualizado sobre o mundo que o rodeia. Não deixe que a mudança o apanhe de surpresa e prepare-se para ela, com pensamentos positivos: mudar é sempre bom! Para além de conhecer novas pessoas, terá a oportunidade de se expandir e crescer em termos pessoais e/ou profissionais.</li>
<li>Assuma que a mudança é necessária, para fazer face a um novo paradigma da sociedade e que todos à sua volta são confrontados com mudanças constantes. A vontade de mudar acaba por caracterizar a nossa sociedade e facilita o processo de adaptação a uma nova realidade. Nós não somos diferentes de todos os outros que já foram confrontados com processos de mudança. Fechar um capítulo na sua vida e abrir outro pode ser exatamente aquilo de que está a precisar.</li>
<li>Reflita sobre os aspectos que tem mais dificuldade em aceitar no processo de mudança e procure encontrar caminhos que o ajudem a encarar todas as alterações de forma positiva. “Esta situação causa-me constrangimento, mas se fizer  tudo correrá bem!”. “Estou assustado, mas sei que esta mudança vai trazer-me muita felicidade e por ela eu sou capaz de ,“Isto não vai ser fácil, mas posso sempre contar com&#8221;Visualizar o futuro é uma excelente dica para afastar os pensamentos negativos.</li>
<li>Envolva-se de forma empenhada em todo o processo de mudança, para que possa acompanhar todos os aspectos a si associados. Desta forma, estará a preparar-se para tudo aquilo que uma nova e renovada vida lhe vai trazer, sem surpresas inesperadas (e até desagradáveis). Não há nada como estarmos bem preparados!</li>
<li>Se, mesmo assim, se sentir pouco confiante, experimente falar com um amigo ou familiar em quem confie e discutam todos os aspectos envolvidos nessa mudança: os desafios que vai encontrar, os problemas que receia ter de enfrentar, as soluções que acha mais adequadas. Em conjunto, revejam todas as hipóteses e deixe-se envolver por todas as propostas que forem surgindo. Quando se sentir inseguro, volte a falar com o seu amigo ou reveja num caderno onde possa ter tomado nota de todo o plano que traçaram, procurando encontrar novos caminhos e alternativas, se necessário.</li>
<li>Assuma as suas fraquezas, mas não deixe que elas tomem conta de si e que o medo se sobreponha à vontade de encarar de forma positiva a mudança. Desta forma, ao estar consciente dos seus pontos fracos, poderá controlá-los muito mais facilmente. Não se esqueça: na hora de qualquer mudança, a autoestima quer-se lá em cima!</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Encare de frente a mudança e não se esqueça que o mundo é caracterizado pela evolução constante. Atualmente, essas mudanças estão cada vez mais presentes, daí a importância de se munir com algumas estratégias, como as que foram aqui apresentadas, no sentido de criar a flexibilidade necessária para reagir de forma positiva às novas situações. Boa sorte, boa mudança!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://estadozen.com/artigos/como-enfrentar-lidar-com-mudanca-sua-vida</p>
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		<item>
		<title>Como exercitar o desapego</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-exercitar-o-desapego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 19:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano tem em sua ordem natural o &#8220;sempre querer mais&#8221;, e por isso faz todos os esforços possíveis para ter, ter e ter. Fica fácil apegar-se aos bens que se possui: carro, casa, celular, joias, roupas, sapatos, ou a sentimentos que são destrutivos. O apego às vezes torna-se tão grande que surgem problemas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul class="content">
<li style="text-align: justify;">O ser humano tem em sua ordem natural o &#8220;sempre querer mais&#8221;, e por isso faz todos os esforços possíveis para ter, ter e ter. Fica fácil apegar-se aos bens que se possui: carro, casa, celular, joias, roupas, sapatos, ou a sentimentos que são destrutivos. O apego às vezes torna-se tão grande que surgem problemas na saúde, na vida familiar e no equilíbrio emocional. Então já que trata-se de um assunto tão fundamental e comum, vamos abordar alguns pontos de como exercitar o desapego para benefício próprio.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>O que é o apego?</h2>
<p>Apego é você não conseguir esquecer daquele objeto ou bem, mesmo em momentos que não necessite fazer uso dele; é você querer estar com o bem a todo instante, é ter dificuldades para conviver sem ele, é valorizar tanto esse bem que adoece quando ele quebra e tem que passar um tempo sem ele. É quando passar um tempo com este bem material, exige a sua ausência nos momentos mais importantes em família.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li>Mesmo estando em atividades em família, não consegue desgrudar do celular.</li>
<li>Não presta atenção no que seu cônjuge ou filho está falando, porque sua mente está presa no objeto, bem material ou acontecimento ocorrido (apego a sentimentos, como raiva ou ódio).</li>
<li>O desejo de fazer a atividade com o bem material é maior do que a vontade de estar ao lado das pessoas que ama e que se importam com você.</li>
</ul>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Por que é tão comum se apegar?</h2>
<p>Às vezes o apego pode ser um modo que a pessoa encontre para fugir. Não são todos os casos, mas às vezes para tentar compensar uma dor, a perda de alguém por exemplo, ou por definir em sua vida que os bens materiais tem prioridade para seu desenvolvimento financeiro e aquisitivo; às vezes o apego está ligado à depressão, ansiedade, traumas, culpas, compulsões ou distúrbios.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Quando buscar ajuda?</h2>
<p>A pessoa que tem dificuldade de desapegar-se em primeiro lugar tem que refletir sobre sua conduta e modo de vida. Avaliar em que isso tem lhe afetado e se conscientizar da necessidade de mudar esse hábito que traz prejuízos.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Prejuízos</h2>
<p>. Esse apego pode sim, trazer alguns prejuízos, como:</p>
<ul>
<li>Afastar familiares.</li>
<li>Ampliar os níveis de ansiedade e nervosismo.</li>
<li>Afetar sua vida familiar e financeira.</li>
<li>Acúmulo de dívidas.</li>
<li>Desenvolver distúrbios e compulsões.</li>
</ul>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Por onde começar?</h2>
<p>Comece percebendo o problema, depois converse com alguém próximo sobre o problema do apego e procure agir, mudando hábitos e atitudes; se realmente o problema for muito extremo, procure ajuda.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se rapidamente</h2>
<p>. Esses hábitos de apego crescem rapidamente e é alimentado por você mesmo, pelo que você mais valoriza, então se policie. Rapidamente você pode mudar seus pensamentos se o condicionar a isso, trabalhando o desapego, por exemplo:</p>
<p>Quando sentir o desejo de estar com o objeto ou bem material, amplie a mente, não se concentre na necessidade que você tem do objeto, pense em como se sente feliz quando recebe um abraço de seus filhos, quando recebe um beijo deles; e se tiver próximo chame-os para perto, e dê você mesmo esse carinho. Sinta o amor que envolve a todos quando estão juntos, ou ouça uma música e cante, repita a letra várias vezes, ou cozinhe, faça outra atividade que possa ocupar sua mente. Isso é direcionar a sua mente e através de atos assim, simples, conseguir desapegar-se.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se do ódio</h2>
<p>. Às vezes as pessoas pensam que só existe o apego material, mas também podemos apegar-nos a sentimentos que nos ferem e machucam como o ódio, o rancor, a raiva, e todos os sentimentos negativos que não nos fazem bem. Então a melhor saída é retirar do coração e mente sentimentos assim, e o modo mais correto é praticando o perdão. Perdoe-se e perdoe a alguém que lhe feriu, não alimente esse tipo de sentimento, nem fique recordando o mal que lhe fizerem, isso não lhe fará bem. Os médicos e psicólogos afirmam que apegar-se a esses sentimentos pode comprometer a saúde desenvolvendo doenças físicas ou doenças psicológicas.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se da tristeza</h2>
<p>. Faça atividades que lhe elevem espiritualmente, que lhe façam sentir-se bem e querer compartilhar com os outros de bons momentos. Você pode fazer algumas atividades que lhe ajudarão como:</p>
<ul>
<li>Aula de música.</li>
<li>Aula de dança.</li>
<li>Aula de pintura ou artesanato.</li>
<li>Aula de corte e costura.</li>
<li>Ajudar instituições não governamentais.</li>
<li>Participar de eventos comunitários.</li>
<li>Conhecer a realidade de comunidades carentes ou orfanatos.</li>
<li>Participar de alguns grupos de autoajuda.</li>
<li>Estude bons livros, que sejam do seu interesse, biologia, geografia, matemática, entre outros.</li>
</ul>
<p>Tudo isso ajudará a ampliar seu campo de visão. Às vezes só pensamos em nós, em adquirir coisas que só nos satisfaçam, às vezes nem percebemos que nossas atitudes estão machucando alguém, um pai, um filho, um irmão, o marido ou a esposa. Temos que buscar soluções que nos ajudem a tornar nossa vida melhor, não com a mentalidade de que só seremos felizes se tivermos dinheiro ou aquele carro importado, ou aquelas joias lindas; mas temos que, antes de tudo, valorizarmos o que possuímos como bens espirituais, como a família, os amigos, o conhecimento que adquirimos ao longo das experiências e nos motivar a sermos felizes por podermos possuir esses bens que dinheiro nenhum no mundo pode comprar, e que é conquistado com esforço, empenho e fé.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://familia.com.br/5530/como-exercitar-o-desapego</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Etapas da adolescência</title>
		<link>https://casule.com/blog/etapas-da-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 19:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade emocional]]></category>
		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[puberdade]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura. A adolescência é uma época de imaturidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma época de imaturidade em busca de maturidade. Mas… como é difícil para os pais este novo período na educação dos filhos! No adolescente, nada é estável nem definitivo, porque se encontra numa época de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos, pois, em que consiste a adolescência e o que é a maturidade; quais são as mudanças que os adolescentes costumam sofrer, bem como as fases pelas quais vão passando, para podermos ter atitudes positivas que favoreçam a superação dessa crise.</p>
<p style="text-align: justify;">O caminho básico que os pais devem seguir é o da compreensão, com o devido respeito e carinho que merece cada um dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é este período no qual uma criança se transforma em adulto. Não se trata apenas de uma mudança na altura e no peso, nas capacidades mentais e na força física, mas, também, de uma grande mudança na forma de ser, de uma evolução da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Alterações que sucedem nas diferentes etapas da adolescência</h2>
<p style="text-align: justify;">a) A puberdade ou adolescência inicial (11 a 14 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Nasce a intimidade (o despertar do próprio “eu”).</p>
<p style="text-align: justify;"> Crise de crescimento físico, psíquico e maturação sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não há ainda consciência daquilo que se está a passar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhece pela primeira vez as suas limitações e fraquezas, e sente-se indefeso perante elas.</p>
<p style="text-align: justify;"> Desequilíbrio nas emoções, que se reflete na sensibilidade exagerada e na irritabilidade de carácter.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Não sintoniza” com o mundo dos adultos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Refugia-se no isolamento ou no grupo de companheiros de estudo, ou integra-se num grupo de amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhecer bem cada adolescente, os seus pontos fortes, as suas fraquezas, amizades, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"> Revelar-lhe como é, o que lhe está a suceder e que sentido têm as mudanças que está a sofrer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que conheça as suas limitações e as suas possibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudá-lo a esclarecer o que é a autêntica liberdade, distinguindo-a da libertinagem.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que desenvolva a virtude da fortaleza, para que possa fazer por si mesmo esforços pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fomentar a flexibilidade nas relações sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Sugerir atividades que lhe permitam estar ocupado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que reflita nas influências negativas do ambiente, especialmente nas que derivam da manipulação publicitária e nas que motivam condutas sexuais desordenadas.</p>
<p style="text-align: justify;">B) A adolescência média (13 a 17 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Do despertar do “eu” passa-se à descoberta consciente do “eu”, ou da própria intimidade. A introversão tem agora lugar, pois o adolescente médio precisa de viver dentro de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece a necessidade de amar. Costumam ter imensas amizades. Surge o “primeiro amor”.</p>
<p style="text-align: justify;"> A timidez é característica desta fase. Medo da opinião alheia, motivado pela desconfiança em si mesmo e nos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conflito interior ou da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Comportamentos negativos, de inconformismo e agressividade para com os outros. Causados pela frustração de não poderem valer-se por si mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Guiá-los para que adaptem as suas condutas às aspirações mais nobres e íntimas que descubram dentro de si.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam desmascarar as manipulações publicitárias e as do meio ambiente, especialmente as do consumismo e tudo aquilo que não lhes permita meterem-se dentro de si mesmos e refletir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que aprendam a procurar o silêncio, para que, sem medo, possam conhecer-se a si mesmos – a pensar e a refletir – e descobrir as suas mais profundas aspirações e fazer propósitos com decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Colaborar com eles para que descubram o valor e o respeito pela intimidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que se esforcem por pensar e refletir com rigor, evitando a superficialidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A paciência e o amor, unidos a uma suave firmeza, são os recursos para libertar o jovem da esfera das suas impertinências.</p>
<p style="text-align: justify;">Evitar os enfrentamentos violentos. Permitir-lhe que se acalme perante as suas reações violentas.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter a serenidade a todo o custo, para poder dialogar com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">C) A adolescência superior (16 a 22 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a compreender-se e a encontrar-se a si mesmo e sente melhor a integração no mundo onde vive.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresenta um significativo progresso na superação da timidez.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais sereno na sua conduta. Mostra-se menos vulnerável às dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem maior autodomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">É a época de tomar decisões: futuro, estudos…</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a projetar a sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece relações mais pessoais e profundas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</h2>
<p style="text-align: justify;">Que aprendam a escutar e a compreender os que pensam de forma diferente da deles ou do seu pequeno grupo, mas que não abdiquem das suas ideias ou princípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Que reflitam constantemente sobre os pontos de vista que são contrários aos seus, sabendo interpretá-los adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam suportar as contrariedades que qualquer responsabilidade implica, seja própria ou perante os outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Querer é poder”. Que se convençam de que não é possível conseguir mais se não nos propomos seriamente a isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Tópicos para lidar com um adolescente:</p>
<p style="text-align: justify;"> Mostra-lhe sincera amizade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Estabelece uma comunicação baseada no respeito, na confiança e na oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem sempre muita compreensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprende a escutá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Não te canses de os animar.</p>
<p style="text-align: justify;">Exige suavemente, mas com firmeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Compartilha dos seus projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mede bem aquilo que lhe vais exigir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Mantém-te firme nas decisões que se tiverem tomado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Cede nas coisas de pouca importância</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://educacao.aaldeia.net/etapas-adolescencia/</p>
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		<title>A empatia não é simpatia</title>
		<link>https://casule.com/blog/empatia-nao-e-simpatia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2017 19:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos já ouvimos falar da empatia. Em muitos casos, ela é explicada como “a capacidade de se colocar no lugar do outro”. Contudo, isto não costuma funcionar muito bem na prática. Embora seja verdade que às vezes nos colocamos no lugar do outro, na maioria dos casos o fazemos unicamente porque concordamos com a pessoa que temos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos já ouvimos falar da empatia. Em muitos casos, ela é explicada como “a capacidade de se colocar no lugar do outro”. Contudo, isto não costuma funcionar muito bem na prática. Embora seja verdade que às vezes nos colocamos no lugar do outro, na maioria dos casos o fazemos unicamente porque concordamos com a pessoa que temos a nossa frente, isto é, simpatizamos com ela.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A simpatia</h2>
<p style="text-align: justify;">Portanto, poderíamos dizer que simpatia supõe concordar e compartilhar os valores da outra pessoa. Simpatizamos com os amigos e com as pessoas com quem compartilhamos algo na vida e, por isso, pode ser fácil “colocar-se no seu lugar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, não é tão fácil “se colocar no lugar” daquela pessoa com a qual não temos nada em comum. Este é, precisamente, o ponto fraco desta breve definição de empatia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é a empatia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A empatia é uma atitude comunicativa que nos permite incluir todas as interações interpessoais, independentemente de quem seja a pessoa que temos à nossa frente, de estarmos ou não de acordo com ela, de simpatizarmos ou não com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, podemos definir a empatia como a capacidade de expressar respeito pelo que outra pessoa nos fala, concordando ou não com ela.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Como utilizar a empatia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Empatizamos com as pessoas diferentes de nós quando respeitamos suas posições e opiniões. Para isto, expressamos ao outro a nossa empatia, mostrando compreensão e entendimento pela sua postura sem julgamentos. Alguns exemplos para expressar a empatia poderiam ser:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando expressar a sua opinião pessoal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para mostrar empatia, não é necessário expressar a nossa opinião, já que a empatia supõe escuta, observação e respeito em relação à postura da outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente existirão muitas ocasiões para expressar a sua opinião, partindo do respeito e da empatia, através de uma comunicação adequada e assertiva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Outras confusões…</h2>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, na nossa vida cotidiana, achamos que somos empáticos quando na verdade estamos procurando ficar bem com os outros, “agradar” a outra pessoa para obter a sua aprovação, e nem por isso estamos empatizando, já que o que pretendemos é simpatizar para obter algo em troca, a sua valorização. E isso não é empatia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras situações, simplesmente concordamos com a outra pessoa e nos mostramos simpáticos com ela.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é respeitar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Respeitar envolve conhecimento e empatia, já que precisamos conhecer e observar a outra pessoa, para poder demonstrar respeito a ela.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Respeitar é assumir que todos nós temos o direito de decidir como queremos viver, pensar, agir, sentir, e não julgarmos ninguém por isso. Pelo contrário, respeitamos as decisões de vida de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando respeitamos, entendemos de onde a outra pessoa nos fala segundo a sua própria escala de valores. Mostramos empatia sem necessidade de nos “colocarmos no seu lugar”, já que a nossa escala de valores pode ser muito diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos não compartilhar a sua escala de valores, mas mostramos empatia quando respeitamos a sua posição sem a intenção de mudá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">No convívio de duas ou mais pessoas, respeitar é permitir que cada um faça o que quiser, e mostrar empatia é demonstrar respeito, sem que isso implique impor mudanças aos outros, sem modificar a sua escala de valores.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a empatia é uma ferramenta maravilhosa para os relacionamentos interpessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/empatia-nao-e-simpatia/</p>
<p>&nbsp;</p>
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