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	<title>suicidio - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>suicidio - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Depressão e suicídio na pessoa idosa</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/depressao-e-suicidio-na-pessoa-idosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 15:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manter uma rotina diária e observar as mudanças de comportamento são imprescindíveis para a prevenção da depressão e do suicidio nesta faixa etária </p>
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<p>Manter uma rotina diária e observar as mudanças de comportamento são imprescindíveis para a prevenção da depressão e do suicídio nesta faixa etária </p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/080dlyCwsds" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<title>Por que falar sobre Suicídio?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/por-que-falar-sobre-suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2020 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção ao suicídio]]></category>
		<category><![CDATA[setembro amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>10 de setembro é o Dia Internacional de Prevenção ao Suicídio. Por essa razão, desde 2015, o Brasil promove campanhas de prevenção e informação sobre o assunto dedicando essa época ao Setembro Amarelo.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/Por-que-falar-sobre-suicidio.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>10 de setembro é o Dia Internacional de Prevenção ao Suicídio. Por essa razão, desde 2015, o Brasil promove campanhas de prevenção e informação sobre o assunto dedicando essa época ao Setembro Amarelo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas por quê Amarelo?&nbsp;</h2>



<p>Em 1994 um jovem americano de 17 anos, chamado Mike, cometeu suicídio dentro de seu carro, um Ford Mustang amarelo, o qual tinha bastante apego, e que era considerado seu principal passatempo.&nbsp;</p>



<p>Os pais de Mike afirmam que o adolescente cometeu suicídio por não saber pedir ajuda. No dia de sua morte ele deixou um recado pedindo para que seus pais não se culpassem pelo que ele havia feito. Depois de sua morte foi descoberto que Mike tinha sinais de <a href="https://casule.com/depressao-e-seus-sintomas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depressão</a> e que não estava sabendo lidar com um término de um namoro.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="500" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/fita-setembro-amarelo.png" alt="fita setembro amarelo" class="wp-image-22093" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/fita-setembro-amarelo.png 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/fita-setembro-amarelo-980x479.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/fita-setembro-amarelo-480x234.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Fita amarela simbolo do setembro amarelo</figcaption></figure></div>



<p>Durante o funeral, seus pais distribuíram cartões com fitas amarelas para todos os que estavam presentes, onde estava escrito “se você está pensando em suicídio, peça ajuda!”. Uma pessoa que estava no funeral espalhou os cartões pela cidade, e algumas semanas depois, os pais de Mike começaram a receber ligações de pessoas de todo o estado pedindo ajuda. Pouco tempo depois a iniciativa ganhou repercussão nacional.</p>



<p>O Setembro Amarelo é uma campanha criada com o intuito de informar as pessoas sobre o suicídio, uma prática muitas vezes ocasionada pela depressão. Mesmo com tantos casos notórios, e crescentes a cada ano, ainda existe uma expressiva barreira para falar sobre o assunto.</p>



<p>Porém, falar sobre suicídio não é o que aumenta a incidências de casos. Mas sim, a falta de informação adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dados</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="500" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/dados-suicidio-jovens.png" alt="dados suicidio jovens" class="wp-image-22089" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/dados-suicidio-jovens.png 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/dados-suicidio-jovens-980x479.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/dados-suicidio-jovens-480x234.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>O suicídio muitas vezes está aliado a depressão, mesmo em jovens.</figcaption></figure></div>



<p>Segundo dados da OMS &#8211; Organização Mundial de Saúde, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, e estima-se que cerca de 90% desses casos podem ser prevenidos.</p>



<p>No Brasil, o suicídio é considerado um problema de saúde pública. Os números oficiais apontam que, em média, 32 brasileiros cometem suicídio POR DIA. Essa é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos.&nbsp;</p>



<p>O Laço Amarelo tem o objetivo de chamar atenção para a conscientização nos movimentos de igualdade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>A campanha é em setembro, mas falar sobre prevenção do suicídio em todos os meses do ano é fundamental!</em></p></blockquote>



<p>Se você conhece alguém que está precisando de ajuda, se mostre disponível para escutá-lo sem julgamentos. Incentive a procura por um profissional de saúde mental, e esteja disposto à entender os sentimentos dessa pessoa.</p>



<p>Se você, que está lendo este texto precisa de ajuda, ligue para o <strong>Centro de Valorização da Vida (CVV)</strong> pelo telefone <strong>188</strong> ou procure-os na <a href="https://www.cvv.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">internet</a>. Peça ajuda para a sua família, amigos, em alguma ONG da sua cidade ou onde você se sente confortável em conversar.</p>



<p>Você não está sozinho! Isso vai passar!</p>



<p>Fonte: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5671:folha-informativa-suicidio&amp;Itemid=839</p>
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		<title>A vida dos jovens: fatores de risco e fatores de proteção para a tentativa de suicídio</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-vida-dos-jovens-fatores-de-risco-e-fatores-de-protecao-para-a-tentativa-de-suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 15:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É bem sabido que as mortes por suicídio têm aumentado nas últimas décadas, não é à toa que o mês de setembro passou a ser marcado como o mês de prevenção ao suicídio, sendo chamado de setembro amarelo, com o objetivo de tornar público o assunto e promover a valorização da vida, buscando prevenir a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>          É bem sabido que as mortes por suicídio têm aumentado nas últimas décadas, não é à toa que o mês de setembro passou a ser marcado como o mês de prevenção ao suicídio, sendo chamado de setembro amarelo, com o objetivo de tornar público o assunto e promover a valorização da vida, buscando prevenir a ocorrência e a tentativa deste tipo de morte.</p>



<p>          O início da vida adulta é marcado por uma série de transformações e desafios, com a necessidade de se assumir papéis, identidades, fazer escolhas, relacionar-se afetivamente, buscar uma estabilidade econômica, entre outros. Justamente neste período, problemas e dificuldades podem surgir na vida dos jovens, proporcionando o aparecimento de eventos negativos que precisam ser enfrentados. Estes eventos podem ser considerados fatores de risco e estão relacionados com características negativas da vida que tendem a aumentar as possibilidades de problemas físicos, emocionais e sociais de se manifestarem, aumentando, consequentemente, a vulnerabilidade destes indivíduos diante de situações adversas, com grandes chances de reagirem de maneira disfuncional frente a estes acontecimentos.</p>



<p>          São considerados fatores de risco a falta de suporte familiar, experiências de violência física e/ou sexual, instabilidade econômica, condições de trabalho insalubres e estressantes, desigualdades sociais, entre outros. Vale lembrar, porém, que não é apenas a presença destes fatores que causa um impacto na vida do indivíduo, mas a frequência, a intensidade e a maneira como se interpreta estas situações. Portanto, uma pessoa, neste caso estamos falando dos jovens, podem ter passado por todas estas situações e lidarem com elas de maneira mais funcional, sem nem sequer pensar em tirar a própria vida. Neste sentido, falamos dos fatores de proteção, que podem coexistir com os fatores de risco.</p>



<p>          A existência de fatores de proteção pode minimizar os efeitos dos eventos negativos e dos desafios enfrentados pelos jovens. Quando falamos destes fatores, consideramos características pessoais, como o senso de autoestima e autoeficácia, e das relações sociais estabelecidas com amigos e familiares que geralmente formam uma rede de apoio, fortalecendo e dando suporte para lidar com as situações problemas. </p>



<p>          Considerando que os jovens passam grande parte do seu tempo em locais propícios para a interação social, é interessante ainda que mantenham um bom repertório de habilidades sociais que os auxiliem a construir e manter estas relações sociais proporcionando que estes vínculos se tornem também redes de apoio efetivas e de proteção às situações de risco, auxiliando na solução de problemas. Em tempos em que o mundo virtual prevalece na vida diária, em especial na dos jovens, causando muitas vezes o sentimento da solidão, fortalecer esta rede de apoio das relações sociais se mostra um fator ainda mais importante para a proteção da vida.</p>



<p>          O processo de pensar em tirar a própria vida é um momento de crise, em sua grande maioria, muito doloroso. Se empenhar na manutenção e fortalecimento dos fatores de proteção é de fundamental importância para a prevenção desse processo. Por isso, diante de alteração persistente no humor, na capacidade de resolução de problemas, interações sociais e prevalência de tristeza, não exite em buscar ajuda profissional e contar com a sua rede de apoio. Prevenir pode ser a solução. Você não está sozinho!<br></p>
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		<title>Entenda os fatores de risco e de proteção para o comportamento suicida</title>
		<link>https://casule.com/blog/entenda-os-fatores-de-risco-e-de-protecao-para-o-comportamento-suicida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde divulgou um dado preocupante relatando o suicídio como uma das três principais causas de morte de indivíduos entre 15 e 44 anos. Sendo assim, o suicídio é considerado um grave problema de saúde pública, necessitando de medidas preventivas e remediadoras eficazes.&#160; Diferente da concepção de muitas pessoas, o suicídio envolve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Organização Mundial de Saúde divulgou um dado preocupante relatando o suicídio como uma das três principais causas de morte de indivíduos entre 15 e 44 anos. Sendo assim, o suicídio é considerado um grave problema de saúde pública, necessitando de medidas preventivas e remediadoras eficazes.&nbsp;</p>



<p>Diferente da concepção de muitas pessoas, o suicídio envolve diversas dimensões além do aspecto psicológico, que podem ser internos e externos ao indivíduo. Os fatores de risco se relacionam com eventos e características negativas da vida, e sua presença aumenta as chances de alguns problemas se manifestarem. Esses fatores tendem a aumentar a vulnerabilidade dos indivíduos a situações adversas, diminuindo a resiliência emocional. Um ponto importante a ser ressaltado é que não é apenas a presença desses fatores que define seu impacto na vida do indivíduo, mas também a intensidade, a frequência e a maneira como são interpretados por cada pessoa.&nbsp;</p>



<p>Os principais fatores de risco podem ser divididos entre fatores psicológicos, biológicos, psicossociais, culturais e outros. Seguem abaixo alguns fatores de risco ao comportamento suicida:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>transtornos mentais: depressão; transtorno bipolar; uso/dependência de álcool e drogas; esquizofrenia; transtorno de personalidade <em>borderline</em>;&nbsp;</li><li>histórico familiar de doença mental;</li><li>história familiar de suicídio;</li><li>tentativa de suicídio anterior;</li><li>abuso físico ou sexual;</li><li>perda dos pais na infância;</li><li>instabilidade familiar;</li><li>violência doméstica;</li><li>desesperança, desamparo;</li><li>ansiedade intensa;</li><li>vergonha, humilhação, <em>bullying</em>;</li><li>baixa autoestima;</li><li>traços de personalidade: impulsividade, agressividade, labilidade do humor, perfeccionismo;</li><li>ausência de apoio social, solidão;</li><li>rigidez cognitiva;</li><li>desemprego, endividamento;</li><li>aposentadoria;</li><li>pouca flexibilidade para enfrentar adversidades; dificuldade em lidar com frustrações;</li><li>fácil acesso a meios letais (armas de fogo, venenos, etc.);</li><li>doenças físicas incapacitantes, estigmatizantes, dolorosas, terminais;</li><li>falta de adesão ao tratamento ou falta de tratamento ativo e continuado em saúde mental;</li></ul>



<p>Já os fatores de proteção ao suicídio são aqueles que levam a uma vida mais saudável, com maior bem-estar e maior resiliência emocional, ou seja, a capacidade de resolver problemas levando em consideração também, as habilidades sociais para reduzirem o impacto das adversidades que o indivíduo enfrenta na vida. Podemos destacar os principais fatores de proteção ao comportamento suicida:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Personalidade:<ul><li>Flexibilidade cognitiva;</li><li>Motivação para buscar ajuda;</li><li>Habilidade de comunicação;</li><li>Habilidade para solucionar problemas;</li><li>Capacidade para fazer uma boa avaliação da realidade;</li></ul></li><li>Estrutura familiar:<ul><li>Bom relacionamento interpessoal;</li><li>Senso de responsabilidade em relação à família;</li><li>Pais atenciosos e consistentes;</li><li>Apoio familiar;</li></ul></li><li>Fatores socioculturais:<ul><li>Formação de vínculos com outras pessoas, bons relacionamentos em grupos sociais;</li><li>Ter/formar uma família a qual os membros estejam emocionalmente envolvidos, que passam tempo de qualidade juntos; &nbsp;</li><li>Adesão a valores e normas sociais;</li><li>Prática religiosa e outras práticas coletivas (clubes culturais, esportivos, etc.);</li><li>Rede social que promove apoio, acolhimento;</li><li>Emprego;</li><li>Disponibilidade de serviços de saúde mental;</li></ul></li><li>Outros:<ul><li>Boa qualidade de vida;</li><li>Regularidade de sono;</li><li>Saúde física e mental;</li></ul></li></ul>



<p>A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem clínica que tem por objetivo manejar a crise do paciente com comportamento suicida, adotar diversas estratégias para que os fatores de risco sejam minimizados e os de proteção potencializados. &nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais os sinais da automutilação? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-os-sinais-da-automutilacao-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Causa]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda os motivos que fazem as pessoas se machucarem intencionalmente, os sinais de alerta e a melhor forma de tratamento assistindo o vídeo completo no nosso canal do YouTube. Confira com Suelen Tebaldi, psicologa da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você [&#8230;]</p>
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<p>Entenda os motivos que fazem as pessoas se machucarem intencionalmente, os sinais de alerta e a melhor forma de tratamento 
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		<item>
		<title>Principais sinais de sofrimento do adolescente (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/principais-sinais-de-sofrimento-do-adolescente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 20:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[188]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[não é normal]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
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<h2 class="wp-block-heading">Principais sinais de sofrimento do adolescente</h2>



<p>Confira com Jéssica Tibúrcio, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>Suicídio</title>
		<link>https://casule.com/blog/suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 11:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de proteção]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O suicídio, definido como ato intencional de acabar com a própria vida, é um fenômeno presente ao longo de toda a história da humanidade, em todas as culturas e atualmente representa um grande desafio da modernidade, sendo um   problema   que   atinge   todas   as camadas   da sociedade.  É uma grande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">O suicídio, definido como ato intencional de acabar com a própria vida, é um fenômeno presente ao longo de toda a história da humanidade, em todas as culturas e atualmente representa um grande desafio da modernidade, sendo um <span class="Apple-converted-space">  </span>problema <span class="Apple-converted-space">  </span>que <span class="Apple-converted-space">  </span>atinge <span class="Apple-converted-space">  </span>todas <span class="Apple-converted-space">  </span>as camadas <span class="Apple-converted-space">  </span>da sociedade. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">É uma grande questão de saúde pública em todos os países e, embora<span class="Apple-converted-space">  </span>cada<span class="Apple-converted-space">  </span>vez<span class="Apple-converted-space">  </span>mais<span class="Apple-converted-space">  </span>praticado no<span class="Apple-converted-space">  </span>mundo,<span class="Apple-converted-space">  </span>ainda<span class="Apple-converted-space">  </span>é<span class="Apple-converted-space">  </span>um<span class="Apple-converted-space">  </span>enorme desafio para a sociedade falar e trabalhar o tema. </span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Além do suicídio, propriamente dito, encontramos os comportamentos suicidas, que envolvem os pensamentos, planos e tentativas de suicídio.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta três características psicopatológicas comuns no estado mental dos suicidas. São elas: </span></p>
<p class="p3"><span class="s1"> 1. <strong>Ambivalência:</strong> sentimento entre o desejo de viver e de morrer. Geralmente nesses casos há urgência em sair da dor e do sofrimento com a morte, porém, existe o desejo de sobreviver.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1"> 2. <strong>Impulsividade:</strong> Pode durar de alguns minutos a horas e geralmente é desencadeado por eventos negativos do dia a dia e por situações como: rejeição; recriminação; fracasso; falência; morte de ente querido; entre outros. </span></p>
<p class="p3"><span class="s1">3. <strong>Rigidez:</strong> onde o indivíduo apresenta pensamentos cristalizados a respeito da própria morte, ou seja, pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mas, de fato, não existe uma única resposta ou causa relacionada ao suicídio, afinal, cada pessoa possui suas individualidades. Por isso, é um comportamento com determinantes multifatoriais e resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos e biológicos, inclusive genéticos, culturais e socioambientais. Seria a consequência final de um processo, de uma série de fatores da vida do sujeito, e não de determinados acontecimentos pontuais e isolados. Está frequentemente<span class="Apple-converted-space">  </span>ligado<span class="Apple-converted-space">  </span>a<span class="Apple-converted-space">  </span>questões<span class="Apple-converted-space">  </span>como<span class="Apple-converted-space">  </span>sentimentos<span class="Apple-converted-space">  </span>negativos<span class="Apple-converted-space">  </span>de<span class="Apple-converted-space">  </span>vazio, sofrimento, <span class="Apple-converted-space">  </span>doenças, <span class="Apple-converted-space">  </span>problemas <span class="Apple-converted-space">  </span>de <span class="Apple-converted-space">  </span>relacionamento, <span class="Apple-converted-space">  </span>saúde <span class="Apple-converted-space">  </span>mental, <span class="Apple-converted-space">  </span>entre outros. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">É importante considerar o que chamamos de fatores de risco, ou seja, fatores que são capazes de aumentar as possibilidades de que o ato ocorra. Tais fatores podem ser sociodemográficos (idade, gênero, religião/espiritualidade), contextuais (doença psiquiátrica, história familiar, abuso/dependência de álcool ou drogas, abuso sexual..) ou da própria esfera suicida (tentativas de suicídio prévias, planos suicidas e acesso a meios letais). </span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Alguns exemplos: Ansiedade e depressão; abuso de substâncias como álcool e drogas; tentativa prévia de suicídio; doença mental; desesperança, desespero, desamparo e impulsividade; idade; gênero (As taxas de suicídio são em torno de três vezes maiores entre os homens do que entre mulheres, opostamente às tentativas de suicídio que são, em média, três vezes mais frequentes entre as mulheres); doenças clínicas não psiquiátricas; eventos adversos na infância e na adolescência (como maus tratos, abuso físico e sexual, pais divorciados, transtorno psiquiátrico familiar, entre outros fatores); história familiar e genética; fatores sociais (quanto menos laços sociais tem um indivíduo, maior o risco de suicídio. Viver sozinho parece aumentar o risco de suicídio, com taxas mais elevadas entre indivíduos divorciados ou que nunca se casaram). </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Muitas vezes o funcionamento interno de indivíduos suicidas gira em trono de três sensações bem definidas: intolerável (não suportar); inescapável (sem saída); e interminável (sem fim). Existe uma distorção da percepção da realidade com avaliação negativa de si mesmo, do mundo e do futuro e um medo irracional e preocupação excessiva. O passado e o presente costumam reforçar o sofrimento e o futuro parece sombrio, sem perspectiva e presença de planos. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Surge a ideação e a tentativa de suicídio, que pode culminar com o ato suicida. Médicos devem saber identificar e manejar toda a gama de características que envolvem o comportamento suicida, já que a diminuição da morbidade (ideação e tentativa) deve levar à diminuição da mortalidade (suicídio). Deve-se ter em mente que pode variar em breve escala temporal.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Embora menos definidos, concomitantemente aos fatores de risco existem os fatores de proteção, que diminuem os riscos e previne possibilidades de suicídio. São considerados isoladores contra o suicídio.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Existem diversos fatores protetores que são comuns à população em geral, como autoestima elevada, bom suporte familiar, laços sociais bem estabelecidos, religiosidade, ausência de doença mental, ter crianças em casa, senso de responsabilidade com a família, gravidez desejada e planejada, capacidade de adaptação positiva, capacidade de resolução de problemas, atividades prazerosas, resiliência bem desenvolvida, além de acesso a serviços e cuidados de saúde mental.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Um ponto de atenção deve ser o de que ninguém é realmente capaz de prever com exatidão qual indivíduo irá se suicidar, e esse é um dos motivos de nunca subestimar ou banalizar a sinalização de alguém à qualquer comportamento suicida. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O importante é promover a saúde ampliando possibilidades para lidar com as situações; aumentar os níveis de bem estar psicológico; trabalhar na diminuição dos comportamentos autolesivos e atos suicidas. Destacar e valorizar os fatores de prevenção, que possuem forte influência nas reduções dos riscos do suicídio também é ponto marcante do tratamento.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">É importante<span class="Apple-converted-space">  </span>salientar, que<span class="Apple-converted-space">  </span>o<span class="Apple-converted-space">  </span>psicólogo poderá precisar<span class="Apple-converted-space">  </span>do auxílio<span class="Apple-converted-space">  </span>de<span class="Apple-converted-space">  </span>outros<span class="Apple-converted-space">  </span>profissionais<span class="Apple-converted-space">  </span>da<span class="Apple-converted-space">  </span>área<span class="Apple-converted-space">  </span>saúde<span class="Apple-converted-space">  </span>e<span class="Apple-converted-space">  </span>da<span class="Apple-converted-space">  </span>família neste processo. A avaliação de um psiquiatra, por exemplo é crucial e ampliar a rede de ajuda e suporte a esse paciente através da família e amigos próximos também otimiza o processo. A família, inclusive, assume papeis importantes. Além de estarem como suporte emocional àquele membro, ainda vão atuar como colaboradores da terapia, buscando evitar que o paciente fique por períodos longos sozinho, cuidando de objetos perigosos e letais dentro de casa, diminuindo os riscos para o mesmo. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Sabe-se que não há uma garantia de evitar o suicídio, no entanto, o psicólogo precisa estar disponível e demonstrar afeto e empatia, caminhando junto no processo terapêutico no sentido de promover a saúde e contribuir para possibilidades de escolhas alternativas. </span></p>
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		<title>Automutilação – quando o machucar-se vira um grito de socorro</title>
		<link>https://casule.com/blog/automutilacao-quando-o-machucar-se-vira-um-grito-de-socorro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 14:23:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[automutilação]]></category>
		<category><![CDATA[Causa]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Longe da vista dos outros, no refúgio do quarto ou do banheiro&#8230;auto lesões praticadas repetidamente não têm a intenção de chamar a atenção, representam antes uma expressão de grande mal-estar interno, como forma de aliviar fisicamente a dor que é psicológica e emocional. A automutilação é definida como qualquer comportamento, intencional, envolvendo agressão direta ao próprio corpo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Longe da vista dos outros, no refúgio do quarto ou do banheiro&#8230;auto lesões praticadas repetidamente não têm a intenção de chamar a atenção, representam antes uma expressão de grande mal-estar interno, como forma de aliviar fisicamente a dor que é psicológica e emocional.</p>
<p>A automutilação é definida como qualquer comportamento, intencional, envolvendo agressão direta ao próprio corpo, sem intenção suicida e por razões não socialmente ou culturalmente compreendidas. Esta definição exclui tatuagens, piercings e danos não intencionais ao próprio corpo.</p>
<p>As formas mais frequentes de automutilação são: cortar a própria pele com facas, lâminas e tesouras; bater-se ou chicotear-se; arranhar-se ou queimar-se; furar-se com agulhas, canetas, pregos; apertar ou reabrir feridas; enforcar-se por instantes. Essas lesões, normalmente em áreas mais escondidas do corpo, como braços, pernas, coxas e abdômen, podem variar de superficial a moderada, mas em geral não há intenção de provocar a própria morte ou lesões mais graves.</p>
<p>Geralmente a pessoa que se automutila possui uma autoestima baixa e apresenta problemas ao nível das relações interpessoais, tendendo, por isso, afastar-se da família e dos amigos. O automutilador tende a revelar grandes dificuldades na expressão verbal e não consegue manifestar as suas emoções, pelo qual não fala com os outros sobre as suas angústias e problemas. Muitos deles ferem-se como forma de autopunição, por sentirem-se fracassados e inúteis. É um comportamento que a pessoa não consegue controlar. Logo após a crise, em que o automutilador se fere ou apresenta comportamentos agressivos, permanece o sentimento de culpa, arrependimento e fracasso.</p>
<p>A automutilação é mais comum do que pensamos, especialmente porque as pessoas que se machucam costumam esconder seus ferimentos por vergonha ou medo. Ainda que possa acontecer em qualquer etapa da vida, é mais comum na adolescência, principalmente entre as meninas.</p>
<p>Embora possa parecer estranho, a automutilação entre os jovens pode ocorrer como uma espécie de “moda”, quando alguém no grupo de pares experimenta fazê-lo e acaba por ser seguido pelos outros. Sendo uma experiência dolorosa, a maioria dos adolescentes acaba por interromper o comportamento. No entanto, quando a automutilação persiste, geralmente é porque estamos perante um jovem que vive um grande sofrimento psicológico, que busca na dor do corpo uma “justificativa” para a dor emocional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Causas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Na maioria dos casos, as pessoas se machucam para ajudá-las a lidar com questões emocionais insuportáveis, que podem ser causadas por:</p>
<p><strong>            Problemas sociais</strong> – tais como ser intimidado, ter dificuldades no trabalho ou na escola, ter relacionamentos difíceis com amigos ou familiares, entrar em acordo com a sua sexualidade (homo ou bissexualidade) ou lidar com expectativas culturais, como um casamento arranjado;</p>
<p><strong>            Trauma</strong> – como abuso físico ou sexual, a morte de um familiar ou amigo próximo, ou ter um aborto;</p>
<p><strong>            Causas psicológicas</strong> – repetidos pensamentos negativos e depreciadores, sentimentos difíceis (por exemplo, angústia, ansiedade, stress, tristeza), episódios de dissociação (perder o contato com quem você é ou seu ambiente); depressão, bulimia, anorexia, bullying, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O abuso de substâncias também pode ser considerado uma das causas. Ao usar uma droga a pessoa até pode inibir o contato com as emoções negativas (que diminuiria a necessidade de se flagelar), mas também pode aumentar sua impulsividade e levar a uma maior probabilidade de se ferir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sinais de alerta </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso dos adolescentes, os pais devem ficar atentos a alterações comportamentais que podem lançar suspeitas sobre a automutilação, como a presença de cicatrizes ou uso de roupas compridas em períodos de calor; pequenos arranhões que aumentam de frequência; pedidos constantes de substituição de apontadores e objetos cortantes de uso escolar; isolamento; desinteresse por atividades antes praticadas;  retraimento social e bullying.</p>
<p>Adolescentes que se automutilam desejam relações de proximidade e segurança, mas temem profundamente a rejeição e abandono. Algumas vezes, por não saber o que fazer, a família acaba invalidando as emoções que ele relata.  Por isso, é importante permitir que ele fale sobre o assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Já que a automutilação pode ter muitas causas, uma avaliação consistente é necessária para garantir que a pessoa que se fere encontre tratamento adequado para seu sofrimento.</p>
<p>Como esse comportamento é frequentemente usado como um mecanismo para lidar com pensamentos e sentimentos negativos, <strong>o acompanhamento com um psicólogo é essencial para ajudar essas pessoas a darem nome às suas emoções, a identificarem formas saudáveis e adequadas de lidar com os seus problemas e angústias, a aumentarem a </strong><strong><a href="https://oficinadepsicologia.com/test/a-sua-autoestima/">autoestima</a></strong><strong> e aprenderem a gostar de si mesmas.</strong></p>
<p>A psicoterapia, mais precisamente a Terapia Cognitivo Comportamental, visa ajudar o paciente a procurar outras formas de lidar com as suas frustrações, desenvolvendo estratégias mais adaptadas para reagir ao estresse mental, assim como modificar estilos de pensamentos negativos. Quando necessário, a medicação se mostra eficaz no alívio dos sintomas depressivos e ansiosos e na diminuição da impulsividade. No entanto, o tratamento farmacológico não se mostra eficaz como tratamento isolado para automutilação, devendo estar sempre associado a um tratamento psicológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>www.oficinadepsicologia.com/automutilacao-sofrer-para-viver/</p>
<p>www.gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/noticia/2017/04/suicidio-de-jovens-casos-de-automutilacao-sao-frequentes-e-acendem-alerta-9775605.html</p>
<p>www.psicoajuda.pt/psicologia-adolescentes/automutilacao-disturbio-do-comportamento/</p>
<p>www.plin.net.br/2016/12/02/automutilacao-em-adolescentes-como-ajudar/</p>
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		<item>
		<title>Suicídio na Infância e Adolescência</title>
		<link>https://casule.com/blog/suicidio-na-infancia-e-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 13:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[acabar com a própria vida]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Suicídio na Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O suicídio é um ato intencional para acabar com a própria vida. O comportamento suicida abrange uma continuação de atos que vão desde o suicídio propriamente dito resultando a morte, como também as tentativas, pensamentos e desejos suicidas. Embora o número de suicídios entre crianças e adolescentes em nosso país seja relativamente baixo quando comparado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O suicídio é um ato intencional para acabar com a própria vida. O comportamento suicida abrange uma continuação de atos que vão desde o suicídio propriamente dito resultando a morte, como também as tentativas, pensamentos e desejos suicidas.</p>
<p>Embora o número de suicídios entre crianças e adolescentes em nosso país seja relativamente baixo quando comparado a outros países, há uma grande preocupação, pois nossos índices vêm crescendo lentamente ao longo dos anos.</p>
<p>As crianças não entendem a morte como algo definitivo, pensam em algo breve e reversível. Já os adolescentes têm uma melhor compreensão de que a morte é definitiva, mas o desejo de morrer pode ser indefinido, podendo ocorrer a partir de uma situação aguda de frustração que leva a sua ocorrência em um momento de impulsividade. Outras vezes, no entanto, pode haver intencionalidade e desejo permanente.</p>
<p>De acordo com a National Association of School Psychologists, o bullying (principalmente o cyberbullying, uma de suas variantes cuja prevalência vem crescendo na atualidade) tem contribuído para o aumento de números de casos de suicídios, sendo assim, considerado uma das principais causas desse fenômeno em crianças e adolescentes, e também ganhando atenção quando correlacionados a transtornos mentais, como ansiedade e depressão.</p>
<p>Outro fator que também tem contribuído é o aumento no índice de depressão infantil-adolescente. Diversos autores têm apontado que a mídia tornou-se o terceiro maior motivador de suicídios, e que 60% dos adolescentes que cometem suicídios estão passando por um estado depressivo.</p>
<p>Analisa-se que o comportamento suicida de crianças menores está atrelado a decisões impulsivas e influências familiares. E que os comportamentos suicidas apresentados por adolescentes estão muitas vezes ligados à presença de transtornos mentais e uso de substâncias psicoativas.</p>
<p>A avaliação de uma criança ou adolescente com ideação, planejamento ou tentativa de suicídio necessita ser realizado por profissionais especializados,<br />
mas é fundamental que a família e a escola estejam atentos a esses comportamentos, sabendo identificar fatores de risco e encaminhar o mais rápido possível para tratamentos individualizados, o que envolve acompanhamento psicológico, orientação familiar e escolar, além do uso de medicações específicas em alguns casos.</p>
<p>Alguns fatores de risco e precipitantes para o suicídio são:</p>
<ul>
<li>Depressão;</li>
<li>Problemas familiares de diversas naturezas (Separação dos pais, Ausência de uma das figuras parentais, Violência familiar, Abuso físico e/ou sexual, Falta de comunicação entre os pais);</li>
<li>Intolerância à frustração;</li>
<li>Abuso físico e/ou sexual;</li>
<li>Conduta suicida de familiares ou amigos;</li>
<li>Acesso a armas de fogo;</li>
<li>Transtornos psiquiátricos.</li>
</ul>
<p>Fatores de risco mais específicos na adolescência:</p>
<ul>
<li>Isolamento social e/ou abandono;</li>
<li>Violência intrafamiliar;</li>
<li>Histórico de abuso físico/sexual;</li>
<li>Transtornos de humor e personalidade;</li>
<li>Transtornos mentais;</li>
<li>Impulsividade e estresse;</li>
<li>Sentimentos de solidão, desespero e incapacidade;</li>
<li>Uso de álcool e outras drogas;</li>
<li>Condições socioeconômicas;</li>
<li>Homossexualidade;</li>
<li>Bullying;</li>
<li>Dificuldades de aprendizagem e baixo rendimento escolar;</li>
<li>Condições de saúde desfavoráveis;</li>
<li>Oposição familiar a relacionamentos sexuais e decepções amorosas.</li>
</ul>
<p>O jovem que tenta ou comete suicídio é um indivíduo em sofrimento psíquico, e é de fundamental importância para a compreensão desse comportamento a análise do contexto de desenvolvimento da criança e do adolescente, incluindo as relações parentais, escolares e sociais.</p>
<p>Para ajudar nessa luta contra o suicídio, a campanha Setembro Amarelo, ocorre desde 2015 no mês de Setembro, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações, e tem como objetivo conscientizar e alertar a população acerca desse problema, provocando mudanças em defesa da vida e favorecendo a prevenção de comportamentos suicidas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O jogo da Baleia Azul, você sabe o que é?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-jogo-da-baleia-azul-voce-sabe-o-que-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 15:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ameaça]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Azul]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[perigo]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje venho falar a respeito de um assunto muito delicado que está acometendo muitos jovens em nosso pais: o jogo da Baleia Azul. Para quem ainda não tem conhecimento sobre o assunto, venho explicar do que se trata. As pessoas são escolhidas pelos &#8220;chefes&#8221;, chamados de CURADORES, através de facebook e whatsapp, e os mesmos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Hoje venho falar a respeito de um assunto muito delicado que está acometendo muitos jovens em nosso pais: o jogo da Baleia Azul.</h3>
<p>Para quem ainda não tem conhecimento sobre o assunto, venho explicar do que se trata. As pessoas são escolhidas pelos &#8220;chefes&#8221;, chamados de CURADORES, através de facebook e whatsapp, e os mesmos estipulam algumas atividades e obrigações que devem ser cumpridas pelos participantes, como por exemplo: assistir filme de terror de madrugada, ficar um dia sem falar com ninguém, subir em um telhado alto que forneça risco de vida, se cortar, entre outras inúmeras atividades.</p>
<p>Durante todo esse jogo, que é composto de 50 fases, os curadores vão trabalhando com o emocional e psicológico da pessoa, mostrando que ninguém sentiria sua falta se morresse, de que não é uma pessoa amada, que não recebe a devida atenção dos amigos e familiares. Os curadores possuem dois focos maiores que são: buscarem crianças e adolescentes mais retraídos ou que estão em busca de adrenalinas.</p>
<p>É muito normal que nessa idade os jovens queiram quebrar regras e ir atrás do desconhecido, do risco. Infelizmente uma questão que agrava ainda mais o quadro é que o jovem ao entrar nesse jogo não pode mais sair</p>
<p>Caso resolva não participar mais, ele sofre ameaças em relação a ele próprio e à sua família, já que no primeiro contato com o jogo o participante envia todos os seus dados particulares, como telefone, nome dos pais, endereço, escola, etc.</p>
<h3>O objetivo do jogo é o suicídio.</h3>
<p>Muitas pessoas se enganam quando pensam que o suicídio é a vontade de morrer. Na verdade o suicídio é quando a pessoa não suporta mais a dor, não suporta mais sofrer.</p>
<p>Já existem alguns casos no Brasil que estão sendo apurados com hipótese de morte em função do jogo da baleia azul. Por isso é importante que os pais estejam sempre atentos às mudanças de comportamento do filho, como alteração brusca de notas, noites em claro, retração, cortes pelo corpo ou qualquer tipo de comportamento nunca antes visto</p>
<h3>Caso saiba de alguém que esteja participando ou sofrendo ameaças não hesite em pedir ajuda.</h3>
<p>Procure psicólogos, policiais, ou qualquer outra autoridade que possa investigar o caso e descobrir quem está por trás desse jogo tão perigoso.</p>
<p>Mais do que nunca precisamos dos pais próximos aos filhos, dando a devida atenção a eles.</p>
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