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	<title>pais e filhos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>pais e filhos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>É possível haver relacionamentos abusivos entre pais e filhos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/e-possivel-haver-relacionamentos-abusivos-entre-pais-e-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim!  É possível sofrer violência na relação entre pais e filhos. Aqui, neste texto, você entenderá mais sobre essa relação tóxica que pode acontecer desde a infância de quem passa por isso. Identificar um relacionamento abusivo na relação entre pai e filho não é nada fácil, considerando que o indivíduo passa por isso desde sempre e pode estar sendo manipulado a enxergar que os castigos e repreensões que sofre são normais devido ao seu mau comportamento.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/03/É-possível-haver-relacionamentos-abusivos-entre-pais-e-filhos.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Sim!&nbsp; É&nbsp;possível sofrer violência na relação entre pais e filhos. Aqui, neste texto, você entenderá mais&nbsp;sobre essa relação tóxica que pode acontecer desde a infância de quem passa por isso. Identificar um relacionamento abusivo na relação entre pai e filho não é nada fácil, considerando que o indivíduo passa por isso desde sempre e pode estar sendo manipulado a enxergar que os castigos e repreensões que sofre são normais devido ao seu mau comportamento.</p>



<p>Não é todo mundo que tem uma boa convivência familiar. Às vezes a família, um local onde era para ser uma rede de apoio, passa a se tornar fonte de um relacionamento abusivo, fazendo com que a pessoa se sinta deslocada dentro de casa e culpada por este relacionamento que não está dando certo, como a maioria dos relacionamentos entre pais e filhos parecem ser.</p>



<p>Muitas vezes a violência vem disfarçada de correção de algum mau comportamento e com ele vem as agressões, o isolamento e a humilhação. Pessoas que passam por isso, tendem a ter um comportamento muito passivo, por achar que ser “bonzinho” ou “boazinha” vai conseguir o carinho dos pais e menos punições.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que alguns pais são agressivos?</strong></h2>



<p>Muitas vezes o agressor sofreu uma violência por parte dos pais e não teve espaço para expressar seus sentimentos e acaba reproduzindo esta violência. O familiar pode também sofrer de <a href="https://casule.com/transtorno-de-personalidade-narcisista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Transtorno de Personalidade Narcisista</a><strong>.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Características de mães narcisistas • Casule Saúde e Bem-estar" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/gU-rusij6tg?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Se não houver uma ação, a vítima pode desencadear inseguranças, baixa autoestima, medo de abandono em outras relações, dificuldades de expressar seus sentimentos, de comunicação (com tendência a uma postura passiva) e transtornos de humor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como eu faço para melhorar o convívio dentro de casa?</strong></h2>



<p>Trabalhe o diálogo. Experimente começar expondo o que você está sentindo, tente mostrar aos seus pais que dá para vocês se acertarem conversando e que a relação não precisa ser baseada no medo para chegar em um acordo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Adolescência: O sujeito em busca da sua verdade</title>
		<link>https://casule.com/blog/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2017 19:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescÊncia é um “conceito” construído socialmente. Constitui uma fase da vida que, em geral, é vista pelos pais como um “período crítico” do sujeito, que está “rebelde”. Trata-se de um processo de transição conturbado e conflitante, e é esperado que seja assim. Porém, também é possível que esta seja a fase mais bonita da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescÊncia é um “conceito” construído socialmente. Constitui uma fase da vida que, em geral, é vista pelos pais como um “período crítico” do sujeito, que está “rebelde”.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um processo de transição conturbado e conflitante, e é esperado que seja assim. Porém, também é possível que esta seja a fase mais bonita da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O adolescente (que tem, em média, entre 13 e 18 anos) vivencia (literalmente) na pele as mudanças físicas da puberdade: alteração no timbre da voz, pêlos no corpo, espinhas, menstruação – no caso das meninas etc., e também enfrenta as mudanças psicológicas comuns a esta idade (cobranças, responsabilidades, escolhas a fazer).</p>
<p style="text-align: justify;">Já não é mais possível e nem desejável que os pais decidam pelos seus filhos adolescentes: preferem um programa com os amigos a acompanhar os pais nos passeios em família, queixam-se das broncas e dizem que os pais estão “ultrapassados”, confrontam valores e ideias, adotam alguém como ídolo (geralmente banda, artista ou alguém da mídia), vestem-se de maneira arrojada e parecem querer “marcar” o seu corpo de alguma maneira (tattoo, piercing, cabelos coloridos ou arrepiados, roupas extravagantes, etc). Por essas e outras dizemos que a adolescência compõe um processo de desligamento dos pais/figuras parentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso que acontece do lado de fora do sujeito adolescente faz parte do seu processo interno de autoconhecimento, de construção da identidade, de questionamentos (“quem eu quero ser quando crescer?”) e de elaboração de escolhas. Os confrontos com o outro podem ser uma maneira de se auto afirmar e até mesmo de mostrar que tudo parece um pouco confuso agora. Existe aí um processo de luto pelo corpo infantil e pelos pais da infância (que já não o vêem do mesmo jeito).</p>
<div class="code-block code-block-1" style="text-align: justify;">
<div class="player_dynad_tv">
<div id="_dynad_c_I5550001923_1485535766385569749943"></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">A sexualidade e a agressividade também ganham ênfase nesta etapa da vida do sujeito e compõem, junto com outros afetos, os traços da personalidade do adolescente. Sua personalidade irá florescer de acordo com aquilo que o adolescente vem cultivando ao longo do seu desenvolvimento e estará diretamente relacionada com as referências que ele tem (ou com a falta delas), isto é, com os tipos de vínculos familiares que construiu e com os significados que ele atribui a estes vínculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, é neste período que se concretiza (e não que se define) a orientação sexual do sujeito, os critérios de escolha do parceiro amoroso, a forma de lidar com as frustrações e privações que a vida impõe, a relação com o dinheiro, com o trabalho, com os estudos e com tudo aquilo que se torna seu objeto de desejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, os pais do adolescente possuem expectativas e ideais depositados sobre o filho: “Meu filho vai ser isso ou aquilo”, “Vou dar a ele o que eu não tive”, “No meu tempo se fizesse isso era assim, assado, etc.” Contudo, ao fantasiar demais o “filho ideal”, superproteger e controlar, muitos pais não fornecem o espaço necessário para que o adolescente assuma papéis sociais e adquira autonomia para fazer escolhas próprias. Logo, os pais podem dar “asa” ao seu filho, mas ele precisará “voar” sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro os limites, as regras e os “NÃOS” são necessários e muito importantes. É preciso que os pais conheçam o círculo de amigos do filho, estabeleçam horário para chegar em casa e exijam o respeito às tradições familiares (respeitar não é obrigar), além de cobrar que ele faça as tarefas que é capaz de fazer. Mas, também é necessário muito diálogo (ouvir e falar), muita negociação e muita paciÊncia para construir uma relação de confiança com o filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez confiança seja a palavra chave para esta e para qualquer outra fase da vida. Se o filho confia nos seus pais (sejam eles biológicos ou adotivos, avós, parentes ou quem quer que seja que exerce estes papéis) ele poderá confiar em si mesmo e SABERÁ ESCOLHER O QUE É MELHOR PARA SI não importa onde ou com quem esteja.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que a maior contribuição que os pais podem dar ao filho adolescente será sempre o AMOR, junto com o seu olhar, a sua atenção e a sua disponibilidade para apoiá-lo. É a procura do amor do outro que aplacará a sensação de desamparo sentida pelo adolescente. E, para oferecer este amor será preciso que os pais também saibam lidar com suas próprias inseguranças e com seus erros, expostos pelo filho adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, cabe aos pais e aos filhos adolescentes saber se colocarem um no lugar do outro e reconhecer que eles têm formas diferentes de enxergar o mundo e de interpretar as situações (e sempre terão!) e, principalmente, que também poderão falhar.</p>
<p style="text-align: justify;">É válido considerar, ainda, que ser adolescente na década de 60 e ser adolescente em 2017 é beeemmm diferente. O contexto social afeta muito a auto imagem do adolescente e os ideais que ele traça para si próprio ao se deparar com padrões de beleza, de status profissional, de bens de consumo, entre tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que a sociedade atual espera do adolescente? E o que esta mesma sociedade oferece ao adolescente? Além do que, vemos muitos sujeitos (inclusive pais) que estenderam a sua adolescência por muitos anos a frente e que ainda não conseguiram elaborar e superar todos os conflitos deste período, afinal, ser eternamente jovem e belo é uma imposição da sociedade atual. Mas, este já seria assunto para um próximo post…</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, não se esqueçam de que todos estes conflitos podem ser compreendidos durante a psicoterapia, que consiste na oferta de um espaço de escuta clínica que ajuda a revelar, através da palavra, a verdade de cada sujeito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psicologiasdobrasil.com.br/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/</p>
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		<item>
		<title>O que há por trás das crianças indisciplinadas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<div class="text-content">
<p style="text-align: justify;">Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como resolver esses problemas? Ou, mais ainda, o que provoca esses comportamentos nas crianças? Vamos ver a seguir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por trás da indisciplina</h2>
<p style="text-align: justify;">Os educadores e profissionais em matéria educativa nos advertem: por trás de uma criança indisciplinada há, efetivamente, um modelo educativo incorreto. Temos que ter isso claro à medida que as crianças crescem e vão buscando nossos limites, e querem dispor da sua própria autonomia, sem compreender ainda as regras da sociedade. Podem ser tornar exigentes e autoritárias, incapazes de lidar com a frustração, demandantes contínuos de atenção, objetos, e direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">São crianças que não foram controladas e que não tiveram limites estabelecidos. A indisciplina é, em essência, uma falta de controle e de orientação por parte dos que têm a responsabilidade de educar. É verdade que cada criança é única, que dispõe de uma personalidade própria e de um caráter que, com certeza, não é igual ao caráter do irmão, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é tarefa de nós todos, como pais, mães, avós, professores ou psicólogos, enquadrar cada comportamento a tais limites, onde temos que aprender a viver em sociedade, respeitando uns aos outros em harmonia. Se uma criança não vê os limites, não deixará de encontrar mais e mais frustração, porque jamais verá suas necessidades e desejos cumpridos. Não saberá respeitar os demais, nem mesmo a si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ocasiões, podemos ver muitos pais e muitas mães ligeiramente despreocupados com aquilo que é importante para a criança. São modelos educativos muito permissivos; às vezes, inclusive, pouco afetivos, nervosos, incoerentes nas suas normas… dimensões que, aos poucos, vão modelando essas crianças indisciplinadas que todos nós conhecemos e vimos alguma vez.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Educação consciente e disciplinada</h2>
<p style="text-align: justify;">Para educar crianças, é necessário assumirmos uma série de ideias básicas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Temos que assumir a nossa autoridade. Cuidado: autoridade não tem nada a ver com levantar a voz, gritar, aplicar normas inflexíveis ou castigos severos. Dispor de autoridade significa que, como pais, temos a responsabilidade – e a obrigação – de educar pessoas que viverão em sociedade. Pessoas que compreendem as normas, que aprendem a ser independentes, a assumir responsabilidades e a respeitar os demais. Nossas ordens deverão ser coerentes e lógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprender a colocar limites. Eles são essenciais na hora de educar. As crianças devem saber o que está bom e o que não está, o que se espera dela em cada situação e o que podem fazer e o que não podem. Se esses limites forem coerentes e se mantiverem, as crianças serão capazes de assumi-los ao longo da vida e crescerão entendendo as normas. Se não sabem onde estão os limites, educaremos jovens com pouca resistência à frustração, pessoas essencialmente infelizes e insatisfeitas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Educação democrática. É básica. Toda regra deverá ser negociada, explicando também qual é a finalidade. Você precisa mostrar proximidade e compreensão com as crianças, para que saibam que serão sempre escutados, que as suas palavras têm importância e que as nossas regras tem como finalidade dar instruções para ensinar-lhes que a sociedade em que vivem também é formada por regras. É preciso dar exemplos, estabelecer uma comunicação aberta, onde não haja chantagens nem duplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ir com cuidado. As crianças indisciplinadas são, às vezes, o reflexo de uma educação errônea, permissiva e pouco interessada. Como pais, como educadores, entendemos que ter filhos é uma grande responsabilidade. Devemos nos esforçar e servir de modelo, como orientadores em uma sociedade na qual devemos aprender a ser feliz. E, para ser feliz, devemos respeitar, valorizar, escutar, ceder, assumir, empreender… tudo isso nos é ensinado pela disciplina.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ha-tras-das-criancas-indisciplinadas/</p>
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		<item>
		<title>Como educar crianças birrentas e que reclamam de tudo</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-educar-criancas-birrentas-e-que-reclamam-de-tudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 20:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças se queixam e protestam, sobretudo quando são pequenas. Que um pequeno, em algum dia esteja se queixando é normal, uma vez que é a sua maneira de dizer que não está de acordo com o que você está dizendo. O problema é que se os pais não param com essas queixas a tempo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As crianças se queixam e protestam, sobretudo quando são pequenas. Que um pequeno, em algum dia esteja se queixando é normal, uma vez que é a sua maneira de dizer que não está de acordo com o que você está dizendo. O problema é que se os pais não param com essas queixas a tempo, a criança poderá se tornar numa ‘birrenta crônica’.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança que é ‘birrenta crônica’ e que seus pais não a tenham educado para deixar de sê-la é provável que se torne num adulto queixoso e respondão.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante que, desde muito pequenos, os pais eduquem aos filhos queixosos para que deixem de sê-lo e saibam se comportar de forma mais apropriada podendo canalizar as emoções que os fazem se queixar o tempo todo (por qualquer coisa).</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais deverão controlar seu nervosismo e não ceder às demandas do filho só para que se cale porque senão suas queixas, pouco a pouco, se converterão em exigências. Não perca os seguintes conselhos para que não perca a sensatez:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Mantenha a calma. É certo que as queixas dos seus filhos podem te tirar do sério e deixar você nervosa e isso não vai lhe ajudar em nada. As crianças poderão chutar, morder, gritar ou chorar para que você dê atenção e olhe para ela. Se você gritar também ou reprova o tempo todo o seu mau comportamento, você estará fazendo um reforço negativo, ou seja, estará vendo que com sua má atitude ela estará conseguindo a atenção que tanto quer conseguir de você. Neste sentido, com calma e com firmeza você poderá corrigir o comportamento do seu filho dizendo coisas como: ‘Por favor, peça-o adequadamente, com modos’, ou talvez algo como: ‘Por favor, não chute minha perna. Eu não gosto e me dói’. Lembre-se que se você gritar para expressar sua frustração, o seu filho também o fará.</p>
<p style="text-align: justify;">
2. Não ceda. Quando as crianças persistem em suas ‘queixas’, muitos pais caem na tentação de ceder só para não escutá-los. Por este motivo, é necessário que você não ceda e converse com o seu filho com uma voz normal o tempo todo. Faça de conta que nada está acontecendo, que está lendo algo ou fazendo qualquer outra coisa até que o seu filho comece a falar com normalidade, e somente nesse momento poderá começar a negociar uma solução (que não significa ter que ceder às suas pretensões).</p>
<p style="text-align: justify;">3. Não se esqueça dos elogios. Se o mau comportamento do seu filho continua, você terá que deixar claro a disciplina que irá utilizar e dizer-lhe coisas como: ‘Se você continuar gritando, a mamãe terá que colocá-lo para pensar no seu quarto durante alguns minutos’. Quando o filho estiver calmo, então você terá que conversar com ele para reforçar a mensagem de pedir desculpas e dar-lhe um abraço com todo o seu amor. A chave na disciplina das crianças queixosas é a consistência. Ainda que a má conduta mereça a atenção dos pais e deverá ser corrigida, o bom comportamento também terá que ser elogiado. Se o seu filho resolve um conflito sem se queixar, você terá que elogiá-lo. Será uma conquista para ele!</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://br.guiainfantil.com/materias/educacao/comportamento/como-educar-criancas-birrentas-e-que-reclamam-de-tudo/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crianças pressionadas, filhos perfeitos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-pressionadas-filhos-perfeitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 20:23:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Por que a sua nota não é um 10”? “Na sua idade eu era o melhor aluno da sala”. “Você precisa se esforçar mais”. “Não vai parar de estudar até aprender tudo sobre matemática”. “Você não pode errar”…As crianças ouvem essas frases muitas vezes durante a sua infância e adolescência. É claro que os pais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Por que a sua nota não é um 10”? “Na sua idade eu era o melhor aluno da sala”. “Você precisa se esforçar mais”. “Não vai parar de estudar até aprender tudo sobre matemática”. “Você não pode errar”…As crianças ouvem essas frases muitas vezes durante a sua infância e adolescência.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que os pais querem o melhor para os seus filhos, e quando os incentivam a se superarem é para que não sofram mais tarde. No entanto, por trás da pressão e das expectativas dos adultos existem questões não resolvidas no passado. Isto pode criar pessoas prepotentes que repetirão esse comportamento com os seus descendentes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Filhos pressionados: quando a perfeição não é suficiente</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de estudar dia e noite durante várias semanas, finalmente Pedro conseguiu tirar a nota 10 que seus pais tanto queriam. Quando chegou em casa com o exame e feliz com o que tinha conseguido, não recebeu um elogio. Os pais olharam para ele e ao invés de parabenizá-lo, lhe disseram <em>“esperamos que de agora em diante estas sejam as únicas notas que você trará da escola”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Inês é uma menina que foi obrigada por seus pais a fazer aulas de dança. Desde pequena usa as sapatilhas e o cabelo preso, assiste a todas as aulas e fica praticando em frente ao espelho depois que todos já se foram. Sozinha em casa, ouve a música que precisa aprender para a apresentação do final do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O dia tão esperado chega e toda família vai para o teatro. No final da apresentação não recebe um elogio. Apesar de ter sido escolhida pelo professor para ser a personagem principal, seus pais lhe dizem:<em>“Na próxima vez, você precisa ser melhor do que as suas colegas”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Os filhos de Maria e Ernesto estudam piano e tênis, porque esse era o sonho de cada um deles quando eram crianças. As crianças não gostam, mas isso pouco importa. O casal não aceita ser contrariado; o seu desejo é que seus filhos sejam pianistas e tenistas de sucesso, uma vez que eles não tiveram a chance de ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas situações parecem ter saído da imaginação de um simples escritor, mas são verdadeiras. Em muitos casos os pais não percebem que, por quererem filhos perfeitos, estão formando pessoas perfeccionistas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Estimular ou pressionar as crianças</h2>
<p style="text-align: justify;">É claro que a maioria dos pais não quer fazer mal aos seus filhos, mas pela ignorância ou repetição de atitudes do passado, em vez de ajudar, acabam criando um adulto complexado, triste e sem a capacidade de aceitar os próprios erros. E provavelmente, ele repetirá esse comportamento com os seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando estamos estimulando e quando estamos pressionando? A linha tênue que separa essas duas ações está baseada na atitude. Para entender melhor, Madeline Levine diz em seus livros que se os adultos se conectam com as crianças e participam das suas atividades, o processo é chamado de “estimulação”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, por outro lado, se os desejos pessoais são mais importantes que o bem-estar da criança ou se enquanto o adulto exige a sua dedicação está focado em outra atividade, como as tarefas domésticas, o processo é chamado de “pressão”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A pressão é algo atual?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um hábito do século XXI é que as crianças tenham muitas atividades extracurriculares desde pequenos.  A lista é enorme: inglês, esporte, música, pintura, dança e muito mais. Por um lado, isso acontece porque os pais trabalham muitas horas por dia e não tem muito tempo para cuidar delas. Por outro lado, acreditam que dessa forma estão “dando o melhor de si”.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">É muito bom fazer exercícios ou falar uma segunda língua; o que não podemos é obrigá-los a fazer algo de que não gostam ou pressioná-los de tal forma que se não forem perfeitos, serão “crianças más”, “ingratas” ou que “não merecem nada”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como evitar buscar “filhos perfeitos”</h2>
<p style="text-align: justify;">Antes de tentar ter filhos perfeitos, deveríamos nos perguntar o que entendemos por perfeição. “Não seria melhor que os filhos fossem felizes fazendo o que gostam”? É claro que existe diferença entre liberdade e libertinagem. Não queremos que eles parem de estudar, abandonem a escola e não tenham uma profissão.</p>
<div class="text-content" style="text-align: justify;">
<p>Desejar só coisas boas para os nossos filhos é típico de todos os pais. No entanto, qual é o preço que devemos pagar por isso? Incentivem seus filhos a darem o melhor de si para além dos resultados. Não coloquem rótulos negativos quando eles não conseguirem a melhor nota. Perguntem a eles o que sentem quando vão às aulas ou o que gostariam de fazer quando saem da escola.</p>
<p>Desta forma, você estará criando futuros adultos que podem superar os obstáculos que se apresentam, que podem utilizar o seu potencial máximo sem se comparar com os outros e, acima de tudo, podem ser felizes com o futuro que escolherem.</p>
<p>FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/criancas-pressionadas-filhos-perfeitos/?utm_medium=post&amp;utm_source=website&amp;utm_campaign=popular</p>
</div>
<div class="ad-desktop" style="text-align: justify;"></div>
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		<title>TOC na infância: conheça os sinais e a importância do tratamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/toc-na-infancia-conheca-os-sinais-e-importancia-do-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2016 21:08:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O TOC tem idade para começar? Geralmente, começa na adolescência, mas pode aparecer na infância também, entre 6 e 8 anos, em média. Essa é justamente a fase em que a criança começa a ser ver como indivíduo e parte de uma sociedade. Até então, ela achava que era uma extensão dos outros ao seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> O TOC tem idade para começar?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Geralmente, começa na adolescência, mas pode aparecer na infância também, entre 6 e 8 anos, em média. Essa é justamente a fase em que a criança começa a ser ver como indivíduo e parte de uma sociedade. Até então, ela achava que era uma extensão dos outros ao seu redor. E para esse amadurecimento natural é comum que ela adote certos rituais e apresente pensamentos obsessivos. Por exemplo: as crianças costumam temer muito a morte da mãe, então, elas coçam o nariz três vezes para protegê-la, ou só andam nas pedrinhas brancas quando estão na rua. Essas pequenas manias fazem parte do crescimento. O problema está quando, junto com elas, vem um alto nível de ansiedade &#8211; e o que era só esporádico vira rotineiro e passa a atrapalhar a socialização -, como aquela criança que não consegue ir para a casa de um amigo porque tem medo de deixar a mãe sozinha e algo de ruim acontecer com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como diferenciar manias de TOC? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> O TOC traz sofrimento. A criança não consegue deixar de repetir aquele ritual, e isso compromete a sua vida na escola, com a família, os amigos. É importante prestar atenção no seu filho e ver se aquelas manias típicas da infância não ultrapassam a linha do que é saudável ou não. Uma criança que tem pavor de se sujar, e precisa trocar de roupa imediatamente, e aquela que arruma o quarto de um modo que, se alguém mexer, ela se tornará explosiva, são casos que merecem atenção. Outro exemplo são aquelas que não admitem um erro: se escrevem uma palavra com a grafia incorreta, não são capazes de passar a borracha no caderno, arrancam a folha e começam tudo de novo. Mexer sistematicamente em machucados, arrancar as casquinhas ou fios de cabelo e pêlos da sobrancelha. Tudo isso pode ser indício de TOC. Mas essas coisas têm de envolver sofrimento, porque as crianças simplesmente não conseguem não fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como diferenciar manias de TOC? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> O TOC traz sofrimento. A criança não consegue deixar de repetir aquele ritual, e isso compromete a sua vida na escola, com a família, os amigos. É importante prestar atenção no seu filho e ver se aquelas manias típicas da infância não ultrapassam a linha do que é saudável ou não. Uma criança que tem pavor de se sujar, e precisa trocar de roupa imediatamente, e aquela que arruma o quarto de um modo que, se alguém mexer, ela se tornará explosiva, são casos que merecem atenção. Outro exemplo são aquelas que não admitem um erro: se escrevem uma palavra com a grafia incorreta, não são capazes de passar a borracha no caderno, arrancam a folha e começam tudo de novo. Mexer sistematicamente em machucados, arrancar as casquinhas ou fios de cabelo e pêlos da sobrancelha. Tudo isso pode ser indício de TOC. Mas essas coisas têm de envolver sofrimento, porque as crianças simplesmente não conseguem não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong> O TOC em crianças acontece da mesma forma que nos adultos? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> Nas crianças há o agravante de que elas ainda vivem em um mundo permeado por fantasia. Isso quer dizer que elas realmente acreditam que, se não ficarem o dia todo monitorando a mãe pelo celular, ela poderá morrer. O adulto, por outro lado, tem consciência de que os seus rituais não são lógicos, apesar de ambos não conseguirem controlá-los. Até por isso é mais fácil o diagnóstico nas crianças. Por mais que elas não falem abertamente sobre a questão, elas dão muito mais indícios. Já os adultos se sentem constrangidos e geralmente escondem o problema.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong> Como o transtorno é desencadeado? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> É preciso ter uma predisposição genética para desenvolver TOC e algum fator que o desencadeie. Nas crianças, pode ser um estresse prolongado (que dure entre 1 e 2 anos), como a separação complicada dos pais, algum parente com uma doença séria, o bullying na escola. Crianças com essa carga genética também serão mais perfeccionistas e extremamente controladoras. Porém, o mais importante não é descobrir o que desencadeou o TOC, mas sim tratá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI243160-15326,00-TOC+NA+INFANCIA+CONHECA+OS+SINAIS+E+A+IMPORTANCIA+DO+TRATAMENTO.html</p>
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		<title>Como lidar com uma criança que mente,o que fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-uma-crianca-que-menteo-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 20:02:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui. No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico é bem tênue, portanto é normal que a criança diga que viu um inseto embaixo da cama, por exemplo, ou uma pessoa olhando para ela. Logo, ela pode ter fantasiado ou imaginado essa situação, assim, não mentiu, apenas imaginou, fantasiou. Mas, se o problema persiste um pouco mais, é preciso tomar algumas atitudes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como os pais devem agir?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Antes de tudo, os pais precisam assumir que são responsáveis pelo amadurecimento do filho.  Isso implica em enfrentar esses problemas e fazer a criança entender o que é certo e errado, por meios de palavras e conversas claras e sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Se o seu filho mentir, faça-o perceber que foi errado e mostre o quanto é importante ser sincero. Dê exemplos do seu dia-a-dia, no trabalho, da sua infância, enfim, exemplos que ele possa entender.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A especialista em comportamento infantil Suzy Camacho afirma que a atenção maior dos pais deve estar voltada às mentiras maldosas, que foram premeditadas para prejudicar alguém ou tirar vantagem. No <strong>caso de roubo</strong>, os pais podem fazer com que a criança reconheça o erro diante da pessoa lesada, fazendo a devolver o objeto e pedir desculpas. O constrangimento normalmente faz com que a criança não volte a roubar novamente. Se houver continuidade deste comportamento deve-se procurar o apoio de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais devem dizer?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Sobretudo <strong>não</strong> chame a criança de mentirosa. Isso não vai funcionar, pois só reforça a imagem negativa e vai, provavelmente, provocar a continuidade do comportamento inadequado.</p>
<p style="text-align: justify;">– Por mais que esteja nervoso, respire fundo e explique com calma as consequências negativas de uma mentira (ou roubo) com exemplos práticos e compreensíveis para a idade. Se o ato prejudicou alguém, deixe claro porque é errado fazer isso e faça-a pensar se ela gostaria que alguém agisse assim com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">– Controle-se. Não grite com a criança para obrigá-la a dizer a verdade, pois isso só a intimida ainda mais. E, por medo da bronca, pode desencadear ainda mais mentiras.</p>
<p style="text-align: justify;">– Se suspeitar que a criança está mentindo faça perguntas genéricas. Como foi o passeio? Estava bom na escola? Depois de algum tempo volte a fazer as perguntas e compare as respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Castigá-la duramente não é, por incrível que pareça, a melhor tática. Só fará com que ela minta mais ainda para fugir das punições. Sua reação deve ser firme mas controlada, sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Muitas crianças pensam: “Você está me punindo por que descobriu a verdade”. Para elas, a punição não está associada à mentira, mas ao fato de ter sido desmascarado. Da próxima vez, essa criança vai caprichar mais nas suas artimanhas, dissimulações e disfarces. A punição deve ser o último recurso, não o primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">– Lembre-se que você é o herói ou heroína de seu filho e ele segue os seus exemplos. Então, nada de mentirinhas úteis: “Diga que a mamãe não está . Fale que estou tomando banho”. Não minta e nem peça para seu filho mentir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://doutissima.com.br/2013/05/27/como-lidar-com-uma-crianca-mentirosa-5571/</p>
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		<item>
		<title>Riscos da gravidez de uma adolescente</title>
		<link>https://casule.com/blog/riscos-da-gravidez-de-uma-adolescente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 20:10:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo especialistas, a idade mais apropriada para ser mãe é entre os 20 e 35 anos, já que o risco para a saúde da mãe e da criança é muito menor. A gravidez na adolescência é considerada de alto risco e implica em mais complicações. A adolescente não está preparada nem física nem mentalmente para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo especialistas, a idade mais apropriada para ser mãe é entre os 20 e 35 anos, já que o risco para a saúde da mãe e da criança é muito menor. A gravidez na adolescência é considerada de alto risco e implica em mais complicações. A adolescente não está preparada nem física nem mentalmente para ter um bebê e assumir a responsabilidade da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A gravidez na adolescência apresenta em muitos casos:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; quadros de má nutrição, com carência de nutrientes essenciais para o bom desenvolvimento do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; um maior número de abortos espontâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; partos prematuros. Muitos bebês de adolescentes nascem antes da 37ª semana de gestação.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; seus bebês têm um peso baixo, já que a imaturidade do seu corpo faz com que o seu útero não tenha se desenvolvido completamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8211; as mamães adolescentes têm filhos com mais problemas de saúde e transtornos de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; nos casos de gravidez de meninas com menos de 15 anos, o bebê têm mais possibilidades de nascer com más formações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Complicações psicológicas para a adolescente grávida.</h2>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os estudos revelam uma série de circunstâncias pelas quais as mamães adolescentes passam:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Medo de serem rejeitadas socialmente: uma das consequências da adolescência e a gravidez, é que a jovem se sente criticada pelas pessoas do seu meio e tende a se isolar do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Rejeição ao bebê: são crianças e não desejam assumir a responsabilidade, o tempo e as obrigações que significa ser mãe. No entanto, isso também faz com que elas se sintam culpadas, tristes e diminui sua autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Problemas com a família: comunicar a gravidez na família, muitas vezes é motivo de conflito e inclusive rejeição dentro da própria família.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Os filhos de mães e pais adolescentes podem sofrer maior taxa de fracasso escolar, problemas de aprendizagem ou inclusão social.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda para evitar a gravidez na adolescência:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; limitar o casamento antes dos 18 anos</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; aumentar o uso de contraceptivos para os adolescentes</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; gerar compreensão e apoio para reduzir a gravidez antes dos 20 anos</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; reduzir o sexo forçado entre adolescentes</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; apoiar projetos de prevenção da gravidez na adolescência</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer modo, a melhor prevenção é que as jovens tenham uma boa educação sexual dentro do seio familiar. É importante informar sobre os riscos e complicações da gravidez na adolescência e todas as mudanças que acontecem a partir do momento que uma adolescente engravida.</p>
<p style="text-align: justify;">O diálogo em família é essencial e deve haver uma conversa aberta e transparente para que as jovens tenham toda a informação ao seu alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://br.guiainfantil.com/materias/gravidezgravidez-na-adolescencia-riscos-e-consequencias/</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conflito entre pais e filhos</title>
		<link>https://casule.com/blog/conflito-entre-pais-e-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 20:13:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia jf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O melhor caminho para tratar uma relação de conflito entre pai e filho? A psicoterapia familiar pode  ser realizada no sentido de abrir os canais de comunicação. Muitas vezes o conflito acontece quando uma das partes, o pai ou o filho, não tem empatia, ou seja consegue perceber o ponto de vista da outra pessoa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O melhor caminho para tratar uma relação de conflito entre pai e filho?</h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia familiar pode  ser realizada no sentido de abrir os canais de comunicação. Muitas vezes o conflito acontece quando uma das partes, o pai ou o filho, não tem empatia, ou seja consegue perceber o ponto de vista da outra pessoa e sentir como seria estar na posição do outro. Ao aprender a expressar de forma clara seus sentimentos podemos fazer tanto que o outro ceda em favor a nós como também damos a oportunidade de revermos nossa posição.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Rejeição de um pai</h2>
<p style="text-align: justify;"> Creio que esta possa ser uma das dores mais difíceis de superar – a rejeição por parte daquele que mais esperamos apoio. Os pais são nossa fonte de alimento e conforto na infância, e ao nos desenvolvermos não esperamos que as pessoas que tinham nossas vidas em suas mãos nos deixem desamparados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Dicas para alguém que passa por conflito entre pai e filho</h2>
<p style="text-align: justify;"> Quando a rejeição por parte dos pais é uma realidade os filhos podem avaliar a possibilidade de alguns passos: tentar fazer os pais entenderem suas posições; entender a posição do pai; perceber onde está o erro, quando for este o caso, e mudar o que precisar ser mudado, corrigir o erro. Em algumas situações talvez a solução para este filho seja aceitar que seu pai não tem para oferecer o que ele precisa. Respeitar a limitação dos pais pode ser uma solução em alguns casos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Tem como reaver uma relação já desgastada por tantos conflitos e mágoas</h2>
<p style="text-align: justify;"> Pode ser possível. Os corações  podem ser tocados pelo amor e  cada uma das partes perceber que o relacionamento entre pais e filhos é algo precioso demais para ser ignorado. Um bom trabalho de integração pode fazer com que cada um reconheça a importância  do outro em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia para conflito Pai e filho</h2>
<p style="text-align: justify;"> Pai e filho podem fazer terapia juntos, mas é preciso que as duas partes queiram o reencontro. A psicoterapia pressupõe um dose de esforço de cada parte e pode ser muito bem sucedida. Caso uma das partes não se interesse em participar da psicoterapia familiar a parte interessada pode fazer sua terapia individualmente</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/conflito-entre-pais-e-filhos.html</p>
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		<title>Como os pais devem agir quando os filhos querem mandar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-os-pais-devem-agir-quando-os-filhos-querem-mandar-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2016 20:54:15 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Enquanto você viver aqui, debaixo desse teto, quem manda sou eu!”: sim, muitos de nós já ouvimos essa frase em algum momento da vida. As regras costumam ser claras dentro da hierarquia familiar e a voz da experiência, não raro, quer ser a voz da razão. No entanto, para alguns adolescentes e crianças, admitir que são meros coadjuvantes no jogo é muito difícil. Eles reivindicam o papel de protagonista todo o tempo e quem acaba ficando em segundo plano na trama são os pais. Então, como reagir diante dos filhos mandões?</p>
<p>Seja em uma imposição sobre o que fazer no fim de semana ou, simplesmente, nas conversas informais do dia a dia, os filhos autoritários estão por toda parte. A situação, entretanto, pode se agravar com o passar do tempo e fugir do controle dos pais. “As crianças autoritárias querem impor seus desejos e reagem negativamente quando são contrariadas”, explica Marcella Nóbrega, psicóloga formada pela PUC. Segundo ela, impor limites não é uma tarefa fácil, porque exige paciência, dedicação e muita conversa. “Ditar as regras de maneira saudável é importante para que a criança desenvolva seu autocontrole e estabeleça seus próprios limites”, acrescenta.</p>
<p>Confundir espírito de liderança com autoritarismo é muito comum. “Crianças que são incentivadas pelos pais a lutar pelo que querem, a acreditar no seu potencial e a ter autoconfiança terão mais capacidade de articulação e relacionamento interpessoal, que são grandes características de liderança. Já um autoritário nato precisa manipular as pessoas, geralmente através do medo e da vulnerabilidade alheia, para se manter no controle.</p>
<p>A fronteira entre a liberdade e o excesso é tênue. Anular a criança e o adolescente de forma que não mais compartilhem seus desejos e opiniões pode ser perigoso, porque você pode criar um adulto reprimido e vulnerável. Algumas decisões que, diretamente, incluem a participação efetiva do seu filho devem ser feitas em conjunto. Mas, antes, ouça o que ele tem a dizer. “A roupa que vai vestir, as atividades de lazer, o horário da academia e os cursos, por exemplo, devem ser decisões feitas pelo adolescente com o incentivo e orientação dos pais. Orientar não significa decidir por ele, mas fazer com que veja as possibilidades de escolhas mais saudáveis.</p>
<p>O assunto, no entanto, pode ficar sério e, nessa hora, a intervenção é imprescindível: “Parar de estudar, dormir fora de casa sem avisar e outros comportamentos que coloquem a vida em risco devem ser acompanhados de perto pelos pais”. Para os pequenos, a regra é a mesma: fazer com que entendam que absolutamente tudo é feito e pensado para o bem-estar deles, inclusive as regras. Se o problema persistir, não pense duas vezes: procure a ajuda de um profissional.</p>
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<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/familia/filhos-mandoes</p>
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