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	<title>obsessão - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>obsessão - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>TOC religioso</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/toc-religioso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 15:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TOC religioso é uma das variações do Transtorno Obsessivo Compulsivo e nesse vídeo você vai aprender como identificá-lo e quando buscar ajudar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com certeza você já ouviu falar no Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), mas você sabia que ele pode se manifestar através de obsessões e compulsões relacionados a conteúdos religiosos? É o TOC religioso, que apesar de pouco falado é bastante comum na nossa sociedade e causa tanto sofrimento quanto os demais tipos de TOC.</p>



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<p>Confira com <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Suelen Tebaldi</a>, psicologia da Casule!</p>



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		<title>TOC e Religião: quando a religião se torna uma obsessão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/toc-e-religiao-quando-a-religiao-se-torna-uma-obsessao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Aristides Volpato, especialista em Transtorno Obsessivo Compulsivo, o TOC é caracterizado por pensamentos específicos, imagens e palavras que “invadem” nosso pensamento e consciência. A questão do problema é que esses pensamentos distorcidos surgem constante e repetitivamente, tornando-se, assim, uma obsessão. Esse pensamento obsessivo provoca nas pessoas um sentimento de angústia, medo, aflição e falta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo Aristides Volpato, especialista em Transtorno Obsessivo Compulsivo, o TOC é caracterizado por pensamentos específicos, imagens e palavras que “invadem” nosso pensamento e consciência. A questão do problema é que esses pensamentos distorcidos surgem constante e repetitivamente, tornando-se, assim, uma obsessão. Esse pensamento obsessivo provoca nas pessoas um sentimento de angústia, medo, aflição e falta de controle, por não conseguir controlar os pensamentos. Assim, acabam reagindo a esses pensamentos intrusos e impositivos, realizando aquilo que lhes é ordenado.</p>



<p>As causas do TOC ainda não estão muito bem definidas pela Medicina. Acredita-se, porém, que elas envolvem vários fatores como fatores genéticos e relação com o ambiente externo, como o convívio familiar e no trabalho. Traumas, como acidentes, também podem levar ao aparecimento do transtorno.</p>



<p>O Transtorno Obsessivo Compulsivo pode estar ligado a diversos setores da vida cotidiana, como é o caso do TOC de limpeza e o de segurança. No TOC religioso, as ações repetitivas e rituais são fixados na religião, geralmente movidas por medo ou sentimento de insuficiência.</p>



<p>É importante salientar que nem todo mundo que é religioso tem TOC. Existe uma diferença entre o comportamento religioso e o obsessivo: a pessoa que sofre o transtorno tem pensamentos e comportamentos irracionais, tornando-se “desajustados” aos olhos daqueles que estão a sua volta.</p>



<p>No âmbito da obsessão, o conteúdo dos pensamentos mais comuns são: pecado, demônio, culpa, escrupulosidade, sacrilégio e blasfêmia. Um exemplo de conteúdo do pecado: a mulher casada pensa “não posso ter relação sexual com meu esposo, porque sentirei prazer, e isso é pecado”. Outro exemplo é ir à missa e ter pensamentos obscenos com o padre ou pensamentos ruins&nbsp; sobre Deus.</p>



<p>Independente do conteúdo que a pessoa possui, mesmo sabendo que são absurdas e ilógicas, não se consegue desvincular dele. Assim, surge o comportamento ritualizado e repetitivo para sua sobrevivência e alívio. Ou seja, a pessoa se confessa, todos os dias, ou um dia sim e outro não; fica, em tempo integral, com um terço que foi abençoado pelo padre X e que tem muita unção; faz jejum diariamente como forma de penitência, etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar o TOC Religioso?</strong></h2>



<p>A dica é: você está exagerando, fazendo mais do que a maioria das pessoas de referência da Igreja fazem? Se a resposta for ‘sim’, então provavelmente é TOC.</p>



<p>Existe também uma categoria, que é a compulsão mental. Essa é mais difícil de ser notada e a mais comum. São aqueles que não conseguem fazer nada antes de uma oração específica. Nesse caso, cada um tem um conteúdo diferente. Por exemplo: há pessoas que só saem de casa depois de fazer a oração do Sangue de Cristo três vezes. Ou, todas as vezes que vai fazer uma refeição, só come depois que fazer a oração de São Bento, por medo da comida estar contaminada. Há aqueles também que acreditam que, por ser o único da casa que tem “espiritualidade”, todos os outros são impuros e pecadores, por isso precisa rezar o terço o tempo inteiro que estiver dentro da sua casa, etc.</p>



<p>Os exemplos são inúmeros, seja quanto à obsessão (pensamentos), compulsão (comportamento) ou associação dos dois. Mas o importante é você despertar para essa pergunta. Quanto tempo você tem gastado com esses pensamentos? Eles geram angústia? Como você tem se comportado com suas práticas religiosas? Aquilo que era para trazer paz e confiança em Deus tem trazido incômodo, desconforto e angústia? Seu comportamento, em vez de servir de testemunho, tem dificultado ainda mais seu relacionamento com aqueles que estão próximos?</p>



<p>Se a resposta for ‘sim’, você é um forte candidato a ter TOC e por isso deve procurar a ajuda de um profissional de Psicologia.&nbsp;</p>



<p>Deus nos quer perto d’Ele, mas de forma equilibrada e saudável. Quando essas práticas são repetitivas e sem reflexão, se distanciam do objetivo da religião, que é a aproximação com Deus e a construção de uma vida melhor.</p>



<p><strong>Fontes:</strong></p>



<p>https://www.gazetaonline.com.br/bem_estar_e_saude/2016/10/voce-sabe-o-que-e-toc-religioso&#8211;ele-existe-1013984102.html<br>https://formacao.cancaonova.com/atualidade/comportamento/voce-ja-ouviu-falar-em-toc-religioso/<br>https://www.psicologosberrini.com.br/blog/toc-e-religiao-quando-a-religiao-se-torna-obsessao/</p>
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		<title>Pensamentos intrusivos: quais os transtornos em que eles podem aparecer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/pensamentos-intrusivos-quais-os-transtornos-em-que-eles-podem-aparecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[pensamento indesejavel]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento intrusivo]]></category>
		<category><![CDATA[TAG]]></category>
		<category><![CDATA[tept]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno dismórfico corporal]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os pensamentos são considerados intrusivos quando são vivenciados pelo sujeito de forma espontânea, involuntária e indesejada, podendo se configurar de diversas formas, como por exemplo, através de lembranças, ideias, sensações, impulsos e pensamentos. Dessa maneira, cada transtorno terá a sua característica e em cada pessoa ele será disfuncional e irá se manifestar de um aspecto, [&#8230;]</p>
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<p>Os pensamentos são considerados intrusivos quando são vivenciados pelo sujeito de forma espontânea, involuntária e indesejada, podendo se configurar de diversas formas, como por exemplo, através de lembranças, ideias, sensações, impulsos e pensamentos. Dessa maneira, cada transtorno terá a sua característica e em cada pessoa ele será disfuncional e irá se manifestar de um aspecto, pois cada indivíduo terá uma resposta e avaliação sobre esses pensamentos chamados de intrusivos.&nbsp;</p>



<p>No Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) o individuo crê que há uma dualidade entre pensamento e ação, são indissociáveis, ou seja, ao ter um pensamento sobre algo ele irá se tornar realidade, e o conteúdo da vivência desses pensamentos geralmente estão relacionados ao medo de cometer erros ou serem contaminados por algo.&nbsp;</p>



<p>No Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é caracterizado por preocupações futuras, pensamentos repetitivos, geralmente negativos e de forma exacerbada.&nbsp;</p>



<p>No Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT) há presença de imagens, sensações, lembranças, impulsos advindos de um evento traumático real. Dessa forma, se houver algum estímulo semelhante ao evento traumático, pode ocorrer uma associação por parte do indivíduo e como resposta ele vivenciar “novamente” o trauma.&nbsp;</p>



<p>Em relação ao Transtorno de Pânico, nota-se a avaliação de sintomas fisiológicos, ou seja, as sensações são consideradas intrusivas e geralmente são associadas a pensamentos catastróficos pelo indivíduo.&nbsp;</p>



<p>Na Ansiedade pela Saúde há uma hipervigilância, uma observação exacerbada relacionada a diversos sintomas e sensações fisiológicas, além de “imperfeições” no corpo que são interpretadas (pensamentos) como possíveis doenças, como por exemplo: uma verruga como câncer de pele ou uma indigestão como gastrite.&nbsp;</p>



<p>Na Esquizofrenia, as intrusões se manifestam através de delírios e alucinações, no entanto, o sujeito acredita que esses elementos são totalmente reais, concretos, e não pensamentos que podem ser resistidos, elaborados ou suprimidos.&nbsp;</p>



<p>Em relação ao Transtorno Dismórfico Corporal, o automonitoramento é constante através de autoexame e observação, pois qualquer imperfeição é interpretada negativamente de modo exagerado, como feiura e deformidade.</p>



<p>E como a terapia pode auxiliar o paciente? Uma das formas é que mediante as avaliações realizadas e a identificação das respostas desencadeadas pelos pacientes em relação aos seus pensamentos intrusivos há uma gama de técnicas com objetivo de tratar esses elementos considerados intrusivos e indesejados, proporcionando autocontrole e diminuição dos sentimentos negativos causados no paciente. </p>
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		<title>Até quando é vaidade? E quando passa a ser obsessão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/ate-quando-e-vaidade-e-quando-passa-ser-obsessao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2017 22:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[procedimentos estéticos]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno dismórfico corporal]]></category>
		<category><![CDATA[vaidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por procedimentos estéticos têm aumentado significativamente nos últimos anos, eles podem ser desde os mais simples, como aplicação de botox até mais radicais, como uma cirurgia plástica. Muitos são os motivos que levam alguém a procurar por esses procedimentos, mas um motivo, todas as pessoas que procuram têm em comum, a insatisfação com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por procedimentos estéticos têm aumentado significativamente nos últimos anos, eles podem ser desde os mais simples, como aplicação de botox até mais radicais, como uma cirurgia plástica. Muitos são os motivos que levam alguém a procurar por esses procedimentos, mas um motivo, todas as pessoas que procuram têm em comum, a insatisfação com algo quando se olham no espelho. Não existe problema querer mudar alguma coisa que incomoda, o problema é quando esse desejo vai muito além de melhorar o que não gosta e torna-se uma obsessão. Damos o nome de Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) ou Dismorfofobia quando existe uma preocupação e insatisfação excessiva com o corpo.</p>
<p>As pessoas que sofrem desse transtorno se enxergam de uma maneira diferente do que são, maximizam alguma imperfeição (geralmente na face) ou até mesmo criam imperfeições que não existem. Diante disso, o sujeito acredita que a intervenção estética é a única solução, porém apesar dos inúmeros procedimentos que ele passa a realizar, nunca fica satisfeito. A pessoa pode até mudar o foco do problema, mas sempre encontra algo errado.</p>
<p>A Disrmofofobia pode causar inúmeros prejuízos, o indivíduo para de se relacionar socialmente por vergonha da imperfeição que acredita possuir, apresenta ansiedade, depressão e em alguns casos mais graves pode chegar até a ter pensamentos suicidas. Além disso, ainda existe o risco dos inúmeros procedimentos cirúrgicos causarem alguma deformação.</p>
<p>O diagnóstico desse transtorno, que pode surgir ainda na adolescência, nem sempre é rápido. A pessoa pode passar anos sendo considerada apenas como muito vaidosa, por isso a importância de se ficar atento a alguns sinais:</p>
<ul>
<li><strong>Fazer um procedimento estético e já pensar no próximo </strong></li>
<li><strong>Insatisfação em relação a procedimentos estéticos anteriores</strong></li>
<li><strong>Evitar ocasiões que sua imperfeição possa ser observada</strong></li>
<li><strong>Comparar frequentemente sua aparência com de outras pessoas </strong></li>
<li><strong>Abusar de maquiagem ou adereços que escondam o rosto</strong></li>
<li><strong>Tentar convencer outras pessoas sobre sua imperfeição </strong></li>
</ul>
<p>As causas do Transtorno Dismórfico Corporal podem estar relacionadas à predisposição genética, ansiedade, perfeccionismo, baixa autoestima, influência da mídia ou ainda estar associado a outros transtornos.</p>
<p>Cada caso deve ser avaliado com atenção, mas normalmente o tratamento é feito com terapia e uso de antidepressivos. Os dois tratamentos em conjunto possuem resultados bastante eficazes. Entre as mudanças promovidas pela Terapia Cognitivo- Comportamental está a melhora da confiança do paciente em relação ao próprio corpo. É importante ainda dizer, que aliado ao tratamento médico e psicológico, o apoio da família e amigos também contribui para esse resgaste da autoestima.</p>
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		<item>
		<title>Identificando o Transtorno Obsessivo Compulsivo</title>
		<link>https://casule.com/blog/identificando-o-transtorno-obsessivo-compulsivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2017 22:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[repetição]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) se caracteriza pela existência de um padrão de pensamentos e comportamentos invasivos e repetitivos, muito difíceis de serem controlados. É uma doença incluída no ramo dos transtornos de ansiedade e considerada bastante comum atualmente. Seus sintomas estão diretamente relacionados às alterações sofridas na tríade Pensamento-Sentimento-Comportamento. As alterações do pensamento dizem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)</strong> se caracteriza pela existência de um padrão de pensamentos e comportamentos invasivos e repetitivos, muito difíceis de serem controlados. É uma doença incluída no ramo dos transtornos de ansiedade e considerada bastante comum atualmente. Seus sintomas estão diretamente relacionados às alterações sofridas na tríade Pensamento-Sentimento-Comportamento.</p>
<p>As alterações do pensamento dizem respeito às obsessões, tais como preocupação exagerada com doenças, dúvidas e pensamentos de conteúdo impróprio. As alterações comportamentais se manifestam através de repetições e evitações, enquanto as alterações emocionais se fazem presentes por meio de sentimentos de culpa, medo, desconforto e ansiedade.</p>
<p>No TOC, a mente é invadida por pensamentos obsessivos de conteúdo catastrófico e o sujeito responde com a realização de compulsões na tentativa de afastar o medo de possíveis consequências desastrosas relacionadas a tais obsessões.</p>
<p>Estes pensamentos e comportamentos são percebidos pelas pessoas que os possuem como incoerentes com a realidade, entretanto, a ansiedade gerada pelas obsessões é tão perturbadora que o indivíduo não consegue deixar de repetir uma ação que, em seu pensamento, seria capaz de combater um acontecimento ruim.</p>
<p>A repetição destes comportamentos produz alívio da ansiedade, até que venha um novo pensamento obsessivo e a necessidade de mais atos compulsivos. Desse modo, o TOC vai se tornando um verdadeiro ciclo: obsessão – ansiedade– compulsão – alívio da ansiedade – mais obsessões.</p>
<p>Comportamentos como lavar as mãos a todo o momento, revisar diversas vezes as portas antes de deitar, não usar roupas determinada cor, não passar em certos lugares com receio de que algo ruim possa acontecer depois, ficar aflito caso os objetos sobre a escrivaninha não estejam dispostos de uma determinada maneira, conforme afirma Cordioli*, são atos muitas vezes tratados como “mania” pela maioria dos indivíduos.</p>
<p>Mas passam a ser considerados sintomas característicos do TOC quando a pessoa se vê obrigada a repeti-los inúmeras vezes por dia comprometendo boa parte do seu tempo, causando sofrimento e interferindo significativamente na sua rotina.</p>
<p>Sendo assim, muito mais que o simples fato de apresentar determinadas manias, o TOC é considerado uma doença mental grave, de curso crônico, que incapacita as pessoas e interfere significativamente nas suas relações sociais. Quanto mais tempo para a identificação do problema ou pela busca de ajuda, maior o risco de que o transtorno piore consideravelmente, atingindo níveis ainda mais difíceis para mudança.</p>
<p>Portanto, ao identificar estes sintomas juntamente com prejuízos no convívio social, não exite em procurar um especialista. A terapia cognitivo-comportamental, uma das especialidades da Clínica Casule, é um tratamento considerado de primeira linha para os sintomas obsessivos-compulsivos.</p>
<p>Seu objetivo é corrigir aprendizagens erradas substituindo-as por novas aprendizagens, além de modificar pensamentos, avaliações e crenças distorcidas, através do emprego de técnicas específicas desta abordagem. Estudos têm demonstrado que cerca de 70% ou mais dos pacientes que realizam TCC podem obter redução satisfatória ou até a eliminação completa dos sintomas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que é TOC?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-sabe-o-que-e-toc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2017 22:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adulto]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No nosso dia a dia constantemente escutamos a expressão TOC, muitas vezes usada para brincar com pessoas muita organizadas, que adoram limpeza ou que possuem algum tipo de ritual, mas a realidade é que TOC é um transtorno mental que exige bastante atenção e tratamento.  Importante ressaltar que nem sempre as pessoas com essas manias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">No nosso dia a dia constantemente escutamos a expressão TOC, muitas vezes usada para brincar com pessoas muita organizadas, que adoram limpeza ou que possuem algum tipo de ritual, mas a realidade é que TOC é um transtorno mental que exige bastante atenção e tratamento.  Importante ressaltar que nem sempre as pessoas com essas manias possuem algum transtorno, por isso a importância de esclarecer o seu significado.</p>
<p>TOC é a abreviação de transtorno obsessivo-compulsivo e tem como característica a presença de obsessões e/ou de compulsões. As obsessões são pensamentos, ideias ou sensações negativas e involuntárias que invadem a mente do paciente e causam ansiedade e sofrimento constantes. Já as compulsões são comportamentos voluntários, padronizados e recorrentes, que têm como função aliviar o sofrimento causado pelas obsessões.</p>
<p>Mesmo sendo comum, nem sempre obsessões e compulsões estão associadas. Os pacientes apresentam simultaneamente diferentes obsessões e compulsões, e podem mudá-las ao longo do tempo. Um exemplo comum são pessoas que tem muito medo de serem contaminadas e por isso lavam as mãos ou fazem outros rituais de higiene com bastante frequência, tanto que muitas vezes chegam a se ferir, a obsessão é estar limpo e a compulsão é se lavar.</p>
<h2>Existem quatro tipos principais de TOC:</h2>
<p>&#8211; Os lavadores, que apresentam a obsessão de contaminação e as compulsões de lavagem e limpeza;</p>
<p>&#8211; Os verificadores, que têm medo de ferir-se ou ferir outras pessoas, medo de cometer involuntariamente obscenidades ou impulsos;</p>
<p>&#8211; Os colecionadores possuem uma incapacidade de adquirem e se desfazerem de objetos sem valor;</p>
<p>&#8211; Os ordenadores apresentam obsessão de simetria e ordenação e a compulsão de arrumação e repetição.</p>
<p>O TOC é uma doença geralmente secreta que às vezes leva anos até ser diagnosticada. Ele pode causar um impacto devastador na qualidade de vida dos pacientes, pois atinge  questões pessoais, como área acadêmica, social, profissional, além de atingir também os familiares e amigos mais próximos.</p>
<p>Apesar de ser um nome popular, o diagnóstico correto só pode ser feito por um profissional. Ele é realizado baseado nos sintomas do paciente. A característica essencial para ser caracterizado transtorno é a presença de obsessões, compulsões ou ambas, que devem ocupar tempo, causar sofrimento e interferir significativamente na rotina do indivíduo.</p>
<p>O tratamento deve ser individualizado, pois depende das características e da gravidade dos sintomas de cada um. Seu objetivo é a pessoa conseguir controlar suas obsessões e compulsões e que o nível de desconforto chegue perto de zero. A terapia cognitivo –comportamental e/ou a farmacologia têm se mostrado as maneiras mais eficazes para o tratamento.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo a origem do TOC, mas evidências apontam sua natureza biológica, psicológica e ambiental. Ele pode surgir em qualquer idade.</p>
<p>Na infância a presença de obsessões e compulsões é igual a que ocorre com os adultos, porém é importante destacar que, nessa fase, existem alguns rituais, repetições e superstições que são comuns e característicos da idade, por isso as crianças precisam ainda de mais atenção das pessoas próximas, principalmente dos pais, aos seus comportamentos para que o diagnóstico seja feito precocemente e o tratamento seja efetivo.</p>
<p>É comum que as pessoas acometidas pelo transtorno obsessivo-compulsivo escondam de amigos e familiares suas ideias e comportamentos, justamente por terem noção do absurdo das exigências que o transtorno impõe e sentirem vergonha, por isso é importante à disseminação do conhecimento do transtorno tanto para que os pacientes não tenham medo do preconceito e procurem ajuda, quanto para os familiares observarem e ajudarem no diagnóstico.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/voce-sabe-o-que-e-toc/">Você sabe o que é TOC?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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		<title>Você vive na prisão do perfeccionismo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-vive-na-prisao-do-perfeccionismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 19:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas pessoas vivem na prisão do perfeccionismo, em uma cela autoimposta, e “jogam a chave fora”,fascinadas pela conquista de um mundo ideal. E aprisionadas nesse mundo, se flagelam por não serem capazes de terminar qualquer coisa que começam. Mesmo assim, não são capazes de sair desse mundo cheio de planos mirabolantes que pensam e repensam do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas vivem na prisão do perfeccionismo, em uma cela autoimposta, e “jogam a chave fora”,fascinadas pela conquista de um mundo ideal. E aprisionadas nesse mundo, se flagelam por não serem capazes de terminar qualquer coisa que começam.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, não são capazes de sair desse mundo cheio de planos mirabolantes que pensam e repensam do início ao fim, mas nunca conseguem realizá-los, porque nenhum deles atinge a perfeição desejada. Nesta cela mental elas se isolam e sofrem porque são incapazes de mudar sua maneira de obter recompensas. Apesar de conhecerem o sucesso, não conhecem a comemoração.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a rigidez do seu mundo e a sua inflexibilidade também se manifestam em seus relacionamentos familiares e de casal. Elas preferem fugir e viver na solidão para evitar a intimidade com os outros, do que ceder ou mudar os seus hábitos. Por isso, se mostram frias e indiferentes aos outros.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Perfeccionismo: quando nada é suficiente</h2>
<p style="text-align: justify;">O seu senso de autopercepção, da sua identidade, resultam da sua profissão. Em seu trabalho também são rígidas e buscam a perfeição, sem tolerar erros. E esta exigência é imposta não só para seu próprio desempenho, mas também para o dos colegas, o que lhes causa muitos problemas de adaptação no ambiente profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Definitivamente, são aqueles típicos colegas de trabalho que dirigem tudo e acreditam que a sua opinião é a única correta e válida sobre qualquer assunto em questão. Mas isso não é o pior: eles são incapazes de entregar qualquer projeto a tempo, porque são muito detalhistas. Tudo tem que estar da forma que eles querem, nos mínimos detalhes.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, muitas vezes cometem o erro de fazer as mesmas coisas repetidas vezes, são perseverantes em suas ideias, mesmo que o que estejam fazendo não lhes traga um bom resultado. Ou seja, eles não param de correr, mas não conseguem atingir a meta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para eles, é muito difícil mudar a sua maneira de pensar ou agir, porque falamos de <em>“um padrão de conduta permanente e inflexível de experiência interna e de comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, para essas pessoas, infelizmente, nada é suficiente, aconteça o que acontecer. A perfeição é o seu tirano particular, a sua prisão e, em casos mais graves, precisam de ajuda profissional para se adaptarem às circunstâncias que os cercam.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O Transtorno da Personalidade não é TOC</h2>
<p style="text-align: justify;">Devemos diferenciar este Transtorno de Personalidade Obsessivo Compulsiva que acabamos de descrever, do Transtorno Obsessivo Compulsivo, conhecido como TOC. Certamente você já ouviu falar deste segundo transtorno de ansiedade, o TOC, caracterizado especialmente pela presença de obsessões e comportamentos compulsivos.</p>
<p style="text-align: justify;">As obsessões são pensamentos invasivos e recorrentes que causam grande desconforto. As compulsões, no entanto, são comportamentos ou atos mentais que o sujeito faz para evitar o desconforto que as obsessões causam. Um exemplo disso, seria pensar repetidamente que <em>“se não acender três vezes a luz de um quarto, quando entrar nele, uma desgraça acontecerá com a sua família (obsessão), de modo a evitar que isto aconteça, liga três vezes o interruptor (compulsão)”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Em vez disso, o transtorno de personalidade não tem sintomas ou comportamentos obsessivos compulsivos aparentes ou mentais. Mas, como já disse, é caracterizado pelo perfeccionismo e rigidez mental, características compartilhadas com TOC, mas em um grau muito menor, porque no TOC são mais aparentes as obsessões e compulsões.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/voce-vive-prisao-perfeccionismo/</p>
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		<title>Como tratar os sistemáticos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-tratar-os-sistematicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 20:01:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O desafio gerencial de extrair maior contribuição dos colaboradores cheios de manias, metódicos e obsessivos faz parte do cotidiano de qualquer organização.Pessoas que se relacionam com pessoas através de diferentes usos da hierarquia sempre implica o entrechoque com diferentes personalidades Por certo você facilmente identifica em seu escritório quem tem a mesa mais bem organizada, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="summary" style="text-align: justify;">O desafio gerencial de extrair maior contribuição dos colaboradores cheios de manias, metódicos e obsessivos faz parte do cotidiano de qualquer organização.Pessoas que se relacionam com pessoas através de diferentes usos da hierarquia sempre implica o entrechoque com diferentes personalidades</p>
<p class="summary" style="text-align: justify;">Por certo você facilmente identifica em seu escritório quem tem a mesa mais bem organizada, aquele que mantém tudo em seus devidos lugares, com todos os objetos dispostos rigorosamente prontos para serem utilizados.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que você também sabe que essa pessoa normalmente tende a reagir a quaisquer mudanças de seu cotidiano, seja na simples rearrumação dos móveis, na disposição dos utensílios e da decoração e, principalmente, na forma em que são realizadas as tarefas do dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, o Sistemático é o que sempre se apresenta como voluntário para tomar conta do tempo das reuniões de que participa.<br />
Pessoas assim são organizadas e meticulosas, sempre têm o lugar adequado para tudo e detestam ver seus objetos fora do lugar.<br />
Reagem à mudança e, raramente, fazem algo sob o impulso do momento.<br />
Cerebrais, recusam-se a ceder às emoções. Empenham-se na análise dos problemas com os quais se defrontam.<br />
Adoram se dedicar aos aspectos menores, aos detalhes e às minudências que os outros menosprezam ou desconsideram.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda vez que você se relacionar com pessoas que tenham essas características, lembre-se de que elas preferem ouvir a falar. Assim, prepare-se para manter a iniciativa do diálogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tiver a expectativa que o ajudem a resolver algum problema, seja comedido ao lhes passar os detalhes. Não jogue sobre elas tudo de uma só vez. Essas pessoas preferem analisar cada coisa separadamente, em partes, e tratar uma a uma há seu tempo. Julgam os seus interlocutores pela organização, precisão e clareza do que dizem e escrevem.<br />
Passe-lhes as tarefas seguindo a seqüência dos eventos ou atividades, em ordem, deixando-os livremente comentar passo a passo o que desejarem.</p>
<p style="text-align: justify;">Não espere que se saiam bem em trabalho de grupo. Não têm paciência para ouvir os desvios de objetividade na comunicação dos interlocutores.<br />
Preferem realizar atividades solitárias, em que possam se desincumbir de tudo sozinhos. Embora não sejam destituídos de senso de humor, levam muito a sério o que fazem.</p>
<p style="text-align: justify;">Evite envolvê-los em brincadeiras quando estiverem ocupados. Isto os irrita. Não os peça também que atuem como consultores, mentores ou conselheiros de seus colegas menos experientes. Detestam o desempenho dessas funções educacionais. No entanto, tendem a seguir fielmente os conselhos e sugestões que recebem, especialmente quando percebem que lhes serão úteis.</p>
<p class="summary" style="text-align: justify;">FONTE:http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/como-tratar-os-sistematicos/39184/</p>
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		<title>Amor obsessivo</title>
		<link>https://casule.com/blog/amor-obsessivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2016 20:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar com o amor obsessivo Você sabe qual é a diferença entre amor e obsessão? Algumas vezes os sentimentos de posse e de dependência se tornam mais fortes do que os de querer bem e de carinho. Nesses casos, é preciso estar atento e tomar medidas que ajudem a equilibrar o lado emocional. Uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com o <strong>amor obsessivo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Você sabe qual é a diferença entre amor e obsessão? Algumas vezes os sentimentos de posse e de dependência se tornam mais fortes do que os de querer bem e de carinho. Nesses casos, é preciso estar atento e tomar medidas que ajudem a equilibrar o lado emocional. Uma relação obsessiva não faz bem a ninguém! Veja como você pode diferenciar o amor da obsessão:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Meu amor é obsessivo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta pode ser uma resposta muito difícil de se obter, principalmente porque quem tem esse sentimento costuma achar que é normal amar demais. Toda a dependência, insegurança e intensidade de emoções são confundidas com um sentimento forte e natural. Então, como saber que deixou de ser amor e se transformou em obsessão? Comece analisando os seguintes pontos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Você tem um sentimento forte de dependência?</li>
<li>Você se sente inseguro o tempo todo?</li>
<li>Você tem ciúmes além do normal?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Se sua resposta foi sim para todas estas perguntas, é hora de avaliar seu sentimento. Para começar, é importante deixar claro que amor não é dependência. Sentir que você só será feliz se tiver a outra pessoa por perto não é saudável. A insegurança constante também é um indicativo de que algo não está bem. Passar a maior parte do tempo preocupado com o que o outro está fazendo só contribui para estragar o relacionamento; a mesma coisa vale para o ciúme exagerado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como isso pode atrapalhar o relacionamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma relação obsessiva faz mal tanto para quem tem este sentimento quanto para a outra pessoa envolvida. O obsessivo sente uma vontade constante de estar com a outra pessoa, tem dificuldade de encontrar prazer em atividades de lazer sozinho e acredita que toda sua felicidade depende da pessoa amada. Já quem tem um relacionamento com alguém que ama demais se sente sufocado e se vê envolvido em um relacionamento que não é saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o amor é obsessivo todas as reações costumam ser exageradas, o que prejudica muito o relacionamento. Como o ciúme costuma ser maior do que o normal, uma simples demora para atender ao telefone pode ser motivo para uma briga entre o casal. É normal que quem sofre de obsessão também queira que a outra pessoa corresponda o sentimento em igual intensidade; quando isso não acontece, a dependência e a insegurança só aumentam.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O tratamento do problema</h2>
<p style="text-align: justify;">Se você se identifica com os sintomas apresentados acima, pode ser hora de procurar ajuda especializada. O amor obsessivo não é saudável para o casal, toma conta do cotidiano da pessoa e afeta todas as áreas da vida. Um psicólogo é o profissional ideal para avaliar cada caso.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de amor pode ser consequência de um transtorno obsessivo-compulsivo ou de personalidade dependente. Ambos os casos podem ser tratados com a psicoterapia, que ajuda a encontrar a origem do problema e a exercitar novos comportamentos que levem a uma vida mais feliz e equilibrada. Amor faz bem! É reciprocidade, troca de experiências e um sentimento de bem-estar quando se está com a pessoa amada.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologosberrini.com.br/terapia-de-casal/amor-obsessivo/</p>
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		<item>
		<title>Amor Patológico.</title>
		<link>https://casule.com/blog/amor-patologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2016 20:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O amor patológico, ou AP, caracteriza-se principalmente por ser um amor conturbado por muito ciúme, por isso torna-se importante diferenciarmos os tipos de ciúme. Geralmente em relacionamentos amorosos, o sentimento de amor é acompanhado de carinho e zelo para com a pessoa amada. Existem pessoas que acreditam que o ciúme é necessário para um relacionamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O amor patológico, ou AP, caracteriza-se principalmente por ser um amor conturbado por muito ciúme, por isso torna-se importante diferenciarmos os tipos de ciúme.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente em relacionamentos amorosos, o sentimento de amor é acompanhado de carinho e zelo para com a pessoa amada. Existem pessoas que acreditam que o ciúme é necessário para um relacionamento amoroso, pois representa este cuidado. Porém é interessante entendermos que tipo de cuidado é este, ou seja, seria o ciúme uma forma de zelo ou estaria este sentimento mais ligado a perspectiva de perda ou abandono pelo ser amado?</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente o ciúme está relacionado à autoestima, crenças de abandono e menos valia. A forma como o ciúme é vivenciado pode ser mais ou menos saudável, e a forma menos saudável possivelmente pode se configurar em um caso de AP.</p>
<p style="text-align: justify;">É natural em momentos em que a pessoa é excluída ou sente-se ameaçada de exclusão na relação com o outro, sentir-se enciumada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando existe um comprometimento emocional maior, ou seja, a pessoa não está 100% bem emocionalmente, então ela pode apresentar-se como ciumenta. Neste caso há uma permanente sensação de angústia e instabilidade, que permeia a relação com o outro. A pessoa então passa a viver sob estado constante de tensão, imaginando estar na iminência de ser traído ou abandonado pelo parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um terceiro caso, mais grave sob o ponto de vista de comprometimento emocional, ocorre em situações delirantes, em que a desconfiança cede lugar à certeza, mesmo infundada, de que o parceiro está traindo ou abandonando a pessoa. Neste caso, a angústia torna-se insuportável, se estabelece um nível de tensão imensa e incessável. Nesta situação, então, podemos cogitar a hipótese de um quadro de Amor Patológico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Características Clínicas do <strong>Amor Patológico</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que sofre de AP tem atitudes bem peculiares em relação ao parceiro. Normalmente seus interesses pessoais ou o que antes tinha valor para si, são deixados de lado em prol de atitudes de cuidado e benefício extremo ao outro. Tais atitudes fogem do controle e muitas vezes invadem a liberdade do parceiro, não raro, trazendo desentendimentos entre ambos. Porém é importante fazer um alerta, já que tais atitudes também podem estar presentes em outros quadros psiquiátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para melhor compreensão do que é o Amor Patológico, é importante ter ciência de que a essência desta patologia não é o amor, mas sim o MEDO – de ser abandonado, de não merecer o amor do parceiro ou de ser traído. As atitudes de espionagem e desconfiança por quem sofre de AP, apesar de trazer grande desconforto ao relacionamento, propicia alívio destes temores.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Característica familiar, cultural e gênero</h2>
<p style="text-align: justify;">São de fundamental importância durante a infância, o cuidado e afeto dos pais, para que a criança tenha bases sólidas para desenvolver padrões de relacionamentos seguros e satisfatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">Em lares desajustados, em que há falta de afeto, compreensão e segurança, a criança torna-se carente desse suporte afetivo e nutre o medo de ser abandonada e não amada pelos pais. Normalmente com o intuito de ser aceita e amada, passa a desempenhar papéis de cuidado extremo com seus irmãos, quando tem, ou até mesmo para com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na fase adulta, a pessoa tende a repetir o padrão de relacionamento aprendido na infância. Geralmente se atraem por pessoas pouco afetivas e inseguras, que por tanto, necessitam de grande cuidado e atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Homens e mulheres podem ser acometidos pelo Amor Patológico, apesar de ser mais comum em mulheres, também devido a fatores socioculturais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como obter ajuda</h2>
<p style="text-align: justify;">Para saber se a pessoa é portadora de Amor patológico, é primordial realizar uma criteriosa avaliação clínica  psicológica. Feita uma boa avaliação é importante manter o acompanhamento psicológico, pois ele oferecerá suporte para o controle de atitudes e pensamentos destrutivos ao relacionamento e ao próprio indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/terapia-de-casal/amor-patologico/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/amor-patologico/">Amor Patológico.</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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