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	<title>medo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>medo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Porque sentimos emoções?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/porque-sentimos-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 20:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[regulação emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emoções estão com a gente em toda parte e dizem muito sobre nós. Você sabe para que servem as emoções e, porque nos sentimos?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Raiva, medo, tristeza, alegria… emoções estão com a gente em toda parte e dizem muito sobre nós. Você sabe para o que servem as emoções e, porque nos sentimos? </p>



<p>Esse é o nosso a assunto no vídeo de hoje!</p>



<p>Acesse e conheça nossa plataforma de saúde mental Casuleplay.<br>www.casuleplay.com</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/yzfexkPaBZA" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



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			</item>
		<item>
		<title>Você é uma pessoa insegura?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-e-uma-pessoa-insegura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 21:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[inferioridade]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se sentir inseguro é algo normal quando vivenciamos situações pela primeira vez, porém a insegurança em excesso pode ser um transtorno mental.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se sentir inseguro é algo normal e esperado quando realizamos atividades ou vivenciamos situações pela primeira vez, no entanto, em excesso a insegurança pode ser prejudicial e é um sinal de transtorno mental.</p>



<p>Você sabia que a insegurança em excesso pode ser explicada pela construção que temos de nós mesmos? Assiste esse video que te explico direitinho!</p>



<p>Acesse e conheça nossa plataforma de saúde mental Casuleplay.<br>www.casuleplay.com</p>



<iframe src="https://www.youtube.com/embed/bh3L8uZiLio" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe>



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		<item>
		<title>Medo ou fobia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/medo-ou-fobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O medo é uma emoção natural, inerente ao ser humano, todos nós temos e já sentimos em maior ou menor grau em algum momento da vida em diversas situações.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/medo-ou-fobia/">Medo ou fobia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O medo é uma emoção natural, inerente ao ser humano, todos nós temos e já sentimos em maior ou menor grau em algum momento da vida em diversas situações. E o que o difere da fobia? </p>



<p>A fobia específica é considerada um transtorno, que possui como característica o medo ou ansiedade em relação à presença de um objeto, ou evento particular, sendo assim, a resposta que a pessoa tem sobre o estímulo fóbico é diferente, pois ela tende a ser muito mais exacerbada do que comumente as pessoas apresentam ao sentirem medo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">E em quais situações isso pode ocorrer? </h2>



<p>No caso da fobia específica o medo ou a ansiedade são considerados intensos e podem surgir diante da proximidade ou contato do que a pessoa teme, ou por antecipação ao pensar no objeto ou situação específica. </p>



<p>Assim como em muitos outros transtornos, a fobia especifica gera um sofrimento significativo na vida da pessoa e prejuízos nas suas relações pessoais, sociais, e profissionais, por exemplo. Isso acontece, pois as pessoas desenvolvem um comportamento evitativo, deixando de ir a diversos lugares devido ao temor e ansiedade intensos que sentem, “prevenindo-se” dessa forma.&nbsp;</p>



<p>A fobia pode ser em relação a animais, como aranhas, insetos, cães e gatos, então passam a evitar a andar nas ruas, ir à casa de familiares e amigos, evitam entrar em lugares escuros ou antigos. Em relação a ambientes ou fenômenos naturais, como tempestades, água e altura, não conseguem passar em pontes e optam por pegar caminhos alternativos. Sangue, agulhas e ferimentos, deixam de passar por procedimentos médicos para não terem contato. Situacionais, como avião ou ambientes fechados, não entrando em elevadores, grutas, e cavernas.&nbsp;</p>



<p>Embora, ocasionalmente esse transtorno seja desenvolvido após uma situação traumática, como, por exemplo, em relação aos animais, terem sido atacados, ou em relação a ambientes fechados, terem ficado presos, muitas pessoas costumam não se lembrar do início de suas fobias, mas não se esqueça que existe tratamento, e a ajuda de um profissional é essencial nesse processo de enfrentamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



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		<item>
		<title>Meu medo me faz fugir</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/meu-medo-me-faz-fugir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fobia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evitar se expor a situações que causam medo e ansiedade é algo extremamente normal. Porém, quando a "evitação" e a fuga se tornam um repertório comum para várias situações... é importante ligar o sinal de alerta.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Evitar se expor a situações que causam medo e ansiedade é algo extremamente normal. Porém, quando o medo que te faz fugir, se torna um repertório comum, é importante ligar o sinal de alerta.</p>



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		<item>
		<title>Como tratar a Fobia Social</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-tratar-a-fobia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[fobia social]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade ou fobia social é quando a pessoa no contato social, no contato com o outro tem o seu objeto fóbico de medo, de ansiedade. Assim, qualquer circunstância que ela precise se expor a uma situação social desde as mais simples, como por exemplo, cumprimentar alguém, fazer ou receber um elogio, ela já sente uma ansiedade extrema e com sintomas físicos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ansiedade ou fobia social é quando a pessoa no contato social, no contato com o outro tem o seu objeto fóbico de medo, de ansiedade. Assim, qualquer circunstância que ela precise se expor a uma situação social desde as mais simples, como por exemplo, cumprimentar alguém, fazer ou receber um elogio, ela já sente uma ansiedade extrema e com sintomas físicos. Portanto, a esse quadro onde a pessoa tem uma ansiedade antecipatória, uma ansiedade no momento em que a situação está acontecendo onde pensamentos de medo, de ansiedade com relação a situações sociais acontecem, damos o nome de ansiedade social ou fobia social.</p>



<p>Contudo, existe não só tratamento efetivo para ansiedade social como também algumas estratégias utilizadas no seu tratamento. São elas:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dessensibilização sistemática</h2>



<p>É uma aproximação gradual, cooperativa de situações sociais. No primeiro momento é feito uma hierarquização, que é como se fosse uma escada onde cada degrau será uma determinada situação social desde as mais simples e menos desconfortáveis até situações que são extremamente desconfortáveis para a pessoa. Dessa forma, começamos expondo a pessoa e dando a ela habilidades e recursos para lidar com essa situações e não apenas jogando-a em situações sociais. </p>



<p>Assim, conversamos sobre a situação, como ela pode se comportar, de que maneira ela pode interpretar essa situação, como ela pode corrigir possíveis distorções cognitivas que ela tenha com relação a essa situação e assim ela vai para o primeiro degrau (que é a situação mais tranquila para ela suportar). Por exemplo, puxar uma conversa num ponto de ônibus ou fazer uma ligação para uma padaria perguntando sobre a fabricação de bolos. E, à medida que ela vai tendo mais segurança de que ela está conseguindo, de que ela está progredindo, a gente vai subindo os demais degraus da escada até ela atingir o degrau mais alto (o ponto máximo da ansiedade que varia de pessoa para pessoa).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Arsenal de Comunicação</h2>



<p>nessa estratégia a gente lança mão de como eu posso puxar uma conversa, como eu posso manter uma conversa, quais as temáticas comuns. Por exemplo, uma pessoa que faz curso de inglês. Então, a gente vai definir quais seriam as temáticas comuns, que os outros alunos da turma de inglês gostariam de saber, gostariam de conversar? Viagens ou outros países de língua inglesa que as pessoas tenham conhecido? Há quanto tempo ela faz curso de inglês? Ela só fez curso de inglês ali ou ela já fez em outro lugar? Ela só teve aula com aquele professor ou já teve aula com outros professores? Então, conversamos sobre possíveis temas não apenas para puxar conversa como também para manter a conversa nos nichos de participação social que esse indivíduo tem. </p>



<p>Essa estratégia é importante porque a pessoa que tem a ansiedade social, muitas vezes, não sabe o que falar, tem medo de ser desagradável, inconveniente ou de ser desinteressante. Dessa maneira, quando trabalhamos esse arsenal de comunicação, a pessoa começa a perceber que ela não é tão desinteressante assim porque ela realmente usaria essa temática para começar a conversar com os meus amigos do inglês ou esse seria um assunto que eu geralmente uso para conversar com eles. E, o outro objetivo dessa técnica é realmente munir essa pessoa de formas de comunicação, de estratégias de comunicação para que ela se sinta mais segura para quando ela for empregar essas estratégias em um contato social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Treinamento de Habilidades Sociais</h2>



<p> O paciente é realmente treinado em habilidades, comportamentos, atitudes, que as pessoas que não tem ansiedade social geralmente utilizam em contatos sociais. No treinamento de habilidades sociais, coisas do tipo para onde eu olho, onde eu coloco a minha mão, que tom de voz eu devo usar, o arsenal de comunicação, que tipo de pergunta eu devo fazer para manter uma conversação, qual os trejeitos que eu tenho que ter, qual a minha postura como ouvinte, que tipo de pergunta eu posso fazer, como eu posso demonstrar interesse no assunto da outra pessoa sem ser muito invasivo(a).</p>



<p>Além disso, também existem técnicas ou estratégias de empoderamento, onde trabalhamos a auto estima dessa pessoa de forma que a gente deixe essa pessoa mais segura de si com maior sentimento de autoeficácia, de que ela é capaz, de que ela consegue. E, à medida que ela vai se expondo a essas situações sociais, é muito interessante o que acontece porque a cada vez que ela se expõe e ela tem sucesso, isso por si só é um motivador para que ela tenha um novo contato social. Assim, entramos num ciclo positivo onde a minha ansiedade diminui, a minha coragem aumenta e o meu sucesso é maior. Então, quanto mais habilidoso(a) eu sou, mais habilidoso(a) eu me torno.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Por que não dá para fugir do que te causa ansiedade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/por-que-nao-da-para-fugir-do-que-te-causa-ansiedade-video/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[enfrentar o medo]]></category>
		<category><![CDATA[fugir da ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[lidar com ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um comportamento muito comum em quem sofre de ansiedade é fugir do que a causa. Mas será que fugir resolve? É verdade que a ansiedade diminui no momento em que você decide não lidar com ela, mas da próxima vez ela vai estar mais intensa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um comportamento muito comum em quem sofre de ansiedade é fugir do que a causa. Mas será que fugir resolve? É verdade que a ansiedade diminui no momento em que você decide não lidar com ela, mas da próxima vez ela vai estar mais intensa.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yrMv0D1joiY" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<item>
		<title>Você pensa sobre seus medos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-pensa-sobre-seus-medos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 15:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O medo é um estado emocional muito importante, associado ao nosso mecanismo de proteção, sobrevivência e adaptação. Os medos estão relacionados a característica do objeto, contexto ou situação temida, mas também a avaliação subjetiva desses fatores. A forma como pensamos as situações, impacta diretamente em como nos sentimos e lidamos com elas. O que acha de avaliarmos nossos medos?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O medo é um estado emocional muito importante, associado ao nosso mecanismo de proteção, sobrevivência e adaptação. Os medos estão relacionados a característica do objeto, contexto ou situação temida, mas também a avaliação subjetiva desses fatores. A forma como pensamos as situações, impacta diretamente em como nos sentimos e lidamos com elas. O que acha de avaliarmos nossos medos?</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6p3rieiI9s4" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<title>TOC religioso</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/toc-religioso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 15:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[Pecado]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TOC religioso é uma das variações do Transtorno Obsessivo Compulsivo e nesse vídeo você vai aprender como identificá-lo e quando buscar ajudar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com certeza você já ouviu falar no Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), mas você sabia que ele pode se manifestar através de obsessões e compulsões relacionados a conteúdos religiosos? É o TOC religioso, que apesar de pouco falado é bastante comum na nossa sociedade e causa tanto sofrimento quanto os demais tipos de TOC.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tHwx1bcWx4M" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<item>
		<title>Síndrome do Impostor</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/sindrome-do-impostor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[fracasso]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Impostor]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já teve a sensação de que o sucesso que você atingiu é exagerado, como se não merecesse tudo aquilo? Se já passou por isso, saiba que não está sozinho! Esse sentimento é tão comum que tem até nome: “Síndrome do Impostor”. Só que, nessa história, o único impostor está no título. As pessoas que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já teve a sensação de que o sucesso que você atingiu é exagerado, como se não merecesse tudo aquilo? Se já passou por isso, saiba que não está sozinho! Esse sentimento é tão comum que tem até nome: “<strong>Síndrome do Impostor</strong>”. Só que, nessa história, o único impostor está no título. As pessoas que passam por isso atingiram sucesso pelo seu conhecimento e trabalho duro.&nbsp;</p>



<p>A expressão “<strong>Síndrome do Impostor</strong>” foi usada a primeira vez pela psicóloga Dra. Pauline Clance, no final da década de 1970. Refere-se a um conjunto de sentimentos que reúne medo, dúvida, apreensão e um ciclo de ansiedade pós-sucesso. Apesar de extremamente bem sucedidas e do alto nível de desempenho atingido em atividades acadêmicas, negócios ou empreendimentos, muitas pessoas experimentam sentimentos de negação disso.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube aligncenter wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Síndrome do Impostor • Psicologia • Casule Saúde e Bem-estar" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/tjUdUhhUfTc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>O fenômeno, embora não seja reconhecido oficialmente como quadro clínico, é relatado como um problema por quem já se encontrou em uma<a href="https://casule.com/complexo-de-inferioridade-definicao-causas-sintomas-como-superar/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"> ilusão de inferioridade</a>. Ou seja, as pessoas se sentem menos qualificadas do que todos que estão ao seu redor, mas sem uma razão aparente.</p>



<p>As vítimas da síndrome são pessoas que jamais creditam seu sucesso à inteligência, competência ou habilidade pessoal. Elas se convencem de que os elogios e reconhecimento de outros em relação à sua conquista não são merecidos, atribuindo suas realizações à sorte, a algum encanto repentino, contatos ou outros fatores externos. Soma-se a isso a sensação de que, a qualquer momento, a sua incompetência será descoberta. Pronto, está aí o pacote completo para a identificação da baixa autoestima profissional.</p>



<p>Este fenômeno costuma aparecer em momentos de <a href="https://casule.com/como-enfrentar-e-lidar-com-mudanca-na-sua-vida/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">transição</a> ou quando se é confrontado com um novo desafio, que costuma vir acompanhado de uma carga tremenda de ansiedade e insegurança. Por isso, em geral, indivíduos com este sentimento sofrem em silêncio. A maioria não fala sobre isso. Eles têm medo de serem “descobertos”. Afinal de contas, ao falarem que se sentem uma fraude, existiria sempre o risco de alguém concordar com aquilo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas por que será que tanta gente sofre disso?</h2>



<p>Segundo a psicóloga PhD Suzanne Imes, do mesmo grupo da Dra. Clance, muitas pessoas que se sentem como impostoras cresceram em famílias onde a cobrança por resultados e alta&nbsp;performance&nbsp;é intensa. Outras pressões sociais, como de amigos ou da escola, também podem ampliar o problema. Para piorar, a “Síndrome do Impostor” e o&nbsp;perfeccionismo&nbsp;muitas vezes andam de mãos dadas. </p>



<p>Essas pessoas acreditam que todas as tarefas que assumem precisam ser perfeitamente executadas. Os perfeccionistas tendem a&nbsp;procrastinar&nbsp;suas atividades, adiando entregas pelos seus elevados níveis de exigência. Tendem a ser obsessivos com detalhes, se preparar e estudar mais que o necessário, gastando tempo e perdendo a objetividade. Cuidado com esta atitude! Como diz o ditado, “feito é melhor que perfeito!”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mapeando os “sintomas” da Síndrome do Impostor&#8230;</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você se tornou um&nbsp;<em>workaholic</em>&nbsp;insano.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/fQZX2aoRC1Tqw/source.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Se você acredita que todos ao seu redor são inerentemente mais inteligentes ou capazes, então uma maneira de evitar ser descoberto é contar com um esforço extraordinário para encobrir sua suposta inaptidão. E aqui não se trata de trabalho duro, mas de uma obsessão por todos os aspectos de uma apresentação, relatório, reportagem, ou qualquer que seja o trabalho em questão. Quanto mais sucesso você conquista sendo&nbsp;<em>workaholic</em>, menos chances você acha que tem de ser descoberto como uma fraude.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ou você tem se esforçado menos?</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/BIPRDoFF8DbPi/giphy.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Este caso é completamente oposto ao anterior. Você sabe que poderia ir mais longe, mas não vai, porque, se falhar, prefere que as pessoas acreditem que foi por preguiça e não por burrice ou incapacidade. Além disso, quanto menos razões as pessoas têm para julgar seu desempenho, melhor a chance de ser julgado.&nbsp;</p>



<p>Parte de você entende que empreender esforços para atingir um objetivo também o torna vulnerável. Afinal, e se você dedicar todo esse tempo e energia para construir um negócio e, de repente, falhar? Não, é muito menos doloroso não tentar do que expor-se ao julgamento dos outros e deixar a desejar.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você adota a discrição absoluta ou, quando ser discreto não resolve, parte para mudanças desenfreadas.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/ulvnEsAhZK1nG/giphy.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Na hora de escolher uma área ou carreira, você aponta sempre para aquelas que lhe permitem ser autônomo ou relativamente imperceptível. Dessa forma, você sente que pode manter sob controle qualquer tipo de avaliação ou fiscalização de rotina a que funcionários de empresas costumam ser submetidos.</p>



<p>Agora, quando a única opção viável de emprego é em uma área impossível de permanecer com segurança sob o radar dos chefes, você adota um perfil constante de mudanças. Como impostor, tem a sensação de ter um grande alvo nas costas. Que melhor maneira de esquivar-se daqueles que acredita terem superestimado suas habilidades do que sendo um alvo móvel?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você usa o seu carisma para conseguir aprovação.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/QnMJm9bVR9nDa/giphy.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Na tentativa de encontrar ao menos uma pessoa para reconhecer o seu brilho, você usa habilidades sociais para causar boa impressão, já que não acredita em seu intelecto. O problema é que, se seus esforços forem bem-sucedidos, você dispensará a resposta positiva, acreditando que somente podem pensar que é especial, porque gostam de você. Além disso, na sua cabeça, precisar de aprovação externa apenas confirma que você é uma fraude.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você procrastina tudo que pode.</strong></h3>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/EJPkn_NINTw" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>Adiar o trabalho se tornou uma desculpa pronta para te afastar de qualquer situação que possa “desmascarar” a sua falha. Você diz para si mesmo que é por que você ‘funciona melhor sob pressão’. Talvez seja isso, mas também sabe que, ao deixar tarefas importantes para o último minuto, há mais chance de que a qualidade seja prejudicada. E aí a desculpa será sempre o tempo e não a sua possível incapacidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você nunca termina nada.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule.jpg" alt="" class="wp-image-20932" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-768x512.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-610x407.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-980x654.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Não terminando nada, você não só se protege de uma possível descoberta, como também, efetivamente, evita a vergonha de ser criticado. Afinal, se alguém questiona seu trabalho, seu talento ou seu conhecimento, você pode sempre insistir que o trabalho ‘ainda está em andamento’ ou que ‘você está apenas se aventurando.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você apela para a autossabotagem no trabalho.</strong></h3>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/PwFemNHaZnQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>O medo de ser exposto gera tanta ansiedade que você, sem perceber, faz coisas para minar qualquer perspectiva de sucesso. Você chega atrasado ou vai despreparado para um teste importante ou compromisso. Na noite que antecede uma apresentação, você fica acordado até tarde ou bebe loucamente. Afinal, se você se der mal, pode culpar o cansaço ou a ressaca. Já se for bem, então, se sente digno, porque sabe que se safou dessa vez.</p>



<p>Identificado o problema, é essencial que a pessoa comece a tirar bons proveitos de possíveis falhas, que, inevitavelmente, vão acontecer uma hora ou outra. Escolha um objetivo para enfrentar, mas não foque no erro. Pense nas lições que pode tirar <strong><em>SE</em></strong> fracassar. E, se por algum momento você voltar a pensar em como você deve ser uma fraude, lembre-se de quantos aumentos salariais, promoções, prêmios e elogios você já conquistou na carreira. Nada aconteceu por acaso!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Converse com&nbsp;um psicólogo</h2>



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<p>Para pessoas com “Síndrome de Impostor”, a&nbsp;psicoterapia&nbsp;individual pode ser extremamente útil. Um&nbsp;psicólogo&nbsp;pode lhe dar ferramentas para ajudá-lo a quebrar o ciclo do “pensamento impostor”. Em geral, as pessoas afetadas pela síndrome não percebem que poderiam estar vivendo de outra maneira. Eles não têm ideia de que é possível não se sentir tão ansioso e temeroso o tempo todo.</p>



<p>Se você se identificou com os pontos acima, empenhe-se em encontrar e valorizar aquilo que você tem de bom. E, se precisar, não pense duas vezes em pedir a ajuda de um psicólogo, que é o profissional certo para auxiliá-lo nesse processo. A única coisa que não pode fazer é continuar achando que todas as coisas incríveis que você realizou e continua realizando caíram no seu colo diretamente do céu.</p>



<p>Fontes:</p>



<p>https://exame.com/ciencia/estudo-mostra-como-lidar-com-a-sindrome-do-impostor/<br>https://www.huffpostbrasil.com/2014/04/07/7-sinais-de-que-voce-e-uma-das-vitimas-da-sindrome-do-impostor_n_5106396.html</p>
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		<title>TOC e Religião: quando a religião se torna uma obsessão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/toc-e-religiao-quando-a-religiao-se-torna-uma-obsessao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[Pecado]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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<p>Segundo Aristides Volpato, especialista em Transtorno Obsessivo Compulsivo, o TOC é caracterizado por pensamentos específicos, imagens e palavras que “invadem” nosso pensamento e consciência. A questão do problema é que esses pensamentos distorcidos surgem constante e repetitivamente, tornando-se, assim, uma obsessão. Esse pensamento obsessivo provoca nas pessoas um sentimento de angústia, medo, aflição e falta de controle, por não conseguir controlar os pensamentos. Assim, acabam reagindo a esses pensamentos intrusos e impositivos, realizando aquilo que lhes é ordenado.</p>



<p>As causas do TOC ainda não estão muito bem definidas pela Medicina. Acredita-se, porém, que elas envolvem vários fatores como fatores genéticos e relação com o ambiente externo, como o convívio familiar e no trabalho. Traumas, como acidentes, também podem levar ao aparecimento do transtorno.</p>



<p>O Transtorno Obsessivo Compulsivo pode estar ligado a diversos setores da vida cotidiana, como é o caso do TOC de limpeza e o de segurança. No TOC religioso, as ações repetitivas e rituais são fixados na religião, geralmente movidas por medo ou sentimento de insuficiência.</p>



<p>É importante salientar que nem todo mundo que é religioso tem TOC. Existe uma diferença entre o comportamento religioso e o obsessivo: a pessoa que sofre o transtorno tem pensamentos e comportamentos irracionais, tornando-se “desajustados” aos olhos daqueles que estão a sua volta.</p>



<p>No âmbito da obsessão, o conteúdo dos pensamentos mais comuns são: pecado, demônio, culpa, escrupulosidade, sacrilégio e blasfêmia. Um exemplo de conteúdo do pecado: a mulher casada pensa “não posso ter relação sexual com meu esposo, porque sentirei prazer, e isso é pecado”. Outro exemplo é ir à missa e ter pensamentos obscenos com o padre ou pensamentos ruins&nbsp; sobre Deus.</p>



<p>Independente do conteúdo que a pessoa possui, mesmo sabendo que são absurdas e ilógicas, não se consegue desvincular dele. Assim, surge o comportamento ritualizado e repetitivo para sua sobrevivência e alívio. Ou seja, a pessoa se confessa, todos os dias, ou um dia sim e outro não; fica, em tempo integral, com um terço que foi abençoado pelo padre X e que tem muita unção; faz jejum diariamente como forma de penitência, etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar o TOC Religioso?</strong></h2>



<p>A dica é: você está exagerando, fazendo mais do que a maioria das pessoas de referência da Igreja fazem? Se a resposta for ‘sim’, então provavelmente é TOC.</p>



<p>Existe também uma categoria, que é a compulsão mental. Essa é mais difícil de ser notada e a mais comum. São aqueles que não conseguem fazer nada antes de uma oração específica. Nesse caso, cada um tem um conteúdo diferente. Por exemplo: há pessoas que só saem de casa depois de fazer a oração do Sangue de Cristo três vezes. Ou, todas as vezes que vai fazer uma refeição, só come depois que fazer a oração de São Bento, por medo da comida estar contaminada. Há aqueles também que acreditam que, por ser o único da casa que tem “espiritualidade”, todos os outros são impuros e pecadores, por isso precisa rezar o terço o tempo inteiro que estiver dentro da sua casa, etc.</p>



<p>Os exemplos são inúmeros, seja quanto à obsessão (pensamentos), compulsão (comportamento) ou associação dos dois. Mas o importante é você despertar para essa pergunta. Quanto tempo você tem gastado com esses pensamentos? Eles geram angústia? Como você tem se comportado com suas práticas religiosas? Aquilo que era para trazer paz e confiança em Deus tem trazido incômodo, desconforto e angústia? Seu comportamento, em vez de servir de testemunho, tem dificultado ainda mais seu relacionamento com aqueles que estão próximos?</p>



<p>Se a resposta for ‘sim’, você é um forte candidato a ter TOC e por isso deve procurar a ajuda de um profissional de Psicologia.&nbsp;</p>



<p>Deus nos quer perto d’Ele, mas de forma equilibrada e saudável. Quando essas práticas são repetitivas e sem reflexão, se distanciam do objetivo da religião, que é a aproximação com Deus e a construção de uma vida melhor.</p>



<p><strong>Fontes:</strong></p>



<p>https://www.gazetaonline.com.br/bem_estar_e_saude/2016/10/voce-sabe-o-que-e-toc-religioso&#8211;ele-existe-1013984102.html<br>https://formacao.cancaonova.com/atualidade/comportamento/voce-ja-ouviu-falar-em-toc-religioso/<br>https://www.psicologosberrini.com.br/blog/toc-e-religiao-quando-a-religiao-se-torna-obsessao/</p>
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