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	<title>#fobia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>#fobia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Medo ou fobia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/medo-ou-fobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O medo é uma emoção natural, inerente ao ser humano, todos nós temos e já sentimos em maior ou menor grau em algum momento da vida em diversas situações.</p>
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<p>O medo é uma emoção natural, inerente ao ser humano, todos nós temos e já sentimos em maior ou menor grau em algum momento da vida em diversas situações. E o que o difere da fobia? </p>



<p>A fobia específica é considerada um transtorno, que possui como característica o medo ou ansiedade em relação à presença de um objeto, ou evento particular, sendo assim, a resposta que a pessoa tem sobre o estímulo fóbico é diferente, pois ela tende a ser muito mais exacerbada do que comumente as pessoas apresentam ao sentirem medo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">E em quais situações isso pode ocorrer? </h2>



<p>No caso da fobia específica o medo ou a ansiedade são considerados intensos e podem surgir diante da proximidade ou contato do que a pessoa teme, ou por antecipação ao pensar no objeto ou situação específica. </p>



<p>Assim como em muitos outros transtornos, a fobia especifica gera um sofrimento significativo na vida da pessoa e prejuízos nas suas relações pessoais, sociais, e profissionais, por exemplo. Isso acontece, pois as pessoas desenvolvem um comportamento evitativo, deixando de ir a diversos lugares devido ao temor e ansiedade intensos que sentem, “prevenindo-se” dessa forma.&nbsp;</p>



<p>A fobia pode ser em relação a animais, como aranhas, insetos, cães e gatos, então passam a evitar a andar nas ruas, ir à casa de familiares e amigos, evitam entrar em lugares escuros ou antigos. Em relação a ambientes ou fenômenos naturais, como tempestades, água e altura, não conseguem passar em pontes e optam por pegar caminhos alternativos. Sangue, agulhas e ferimentos, deixam de passar por procedimentos médicos para não terem contato. Situacionais, como avião ou ambientes fechados, não entrando em elevadores, grutas, e cavernas.&nbsp;</p>



<p>Embora, ocasionalmente esse transtorno seja desenvolvido após uma situação traumática, como, por exemplo, em relação aos animais, terem sido atacados, ou em relação a ambientes fechados, terem ficado presos, muitas pessoas costumam não se lembrar do início de suas fobias, mas não se esqueça que existe tratamento, e a ajuda de um profissional é essencial nesse processo de enfrentamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Tripofobia – Medo de Buracos</title>
		<link>https://casule.com/blog/tripofobia-medo-de-buracos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Buraco]]></category>
		<category><![CDATA[panico]]></category>
		<category><![CDATA[Parasitas]]></category>
		<category><![CDATA[Tripofobia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tripofobia, que significa literalmente medo de buracos, é o nome que damos para uma condição que faz com que determinadas pessoas sintam aversão ou incômodo ao serem expostas a imagens que criem padrões de buracos ou saliências. Apesar de muito popular na Internet, a tripofobia não é uma doença, muito menos uma fobia real. Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>	Tripofobia, que significa literalmente medo de buracos, é o nome que damos para uma condição que faz com que determinadas pessoas sintam aversão ou incômodo ao serem expostas a imagens que criem padrões de buracos ou saliências.</p>



<p>	Apesar de muito popular na Internet, a tripofobia não é uma doença, muito menos uma fobia real. Essa condição não é reconhecida pela comunidades científica nem é descrita pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V) da Associação Americana de Psiquiatria, que é o manual&nbsp;de categorização dos transtornos mentais mais utilizado em todo o mundo.</p>



<p>	É importante destacar que apesar da tripofobia não ser considerada um transtorno mental, isso não significa que não existam milhões de pessoas que se sintam verdadeiramente desconfortáveis ao verem imagens de pequenos buracos em conjunto, principalmente se estes estiverem em ambiente biológico, seja sobre pele humana ou em outro ser vivo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="//i0.wp.com/casule.com/wp-content/uploads/2019/09/tripofobia-medo-de-buraco-psicologia-casule-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15069"/></figure></div>



<p>	O nome tripofobia, apesar de parecer científico, foi criado na Internet, provavelmente em 2009 em uma página de Facebook. O autor da página notou que sentia aflição ao ver determinadas imagens de buracos e resolveu criar uma comunidade para saber o quanto aquilo que ele sentia era comum. Em pouco tempo, a página tornou-se imensamente popular e o termo acabou pegando.</p>



<p>	O que parece causar o desconforto não são as imagens geométricas em si, mas sim o tipo de lembrança ou sensação que elas despertam. Se os padrões de buracos ou relevos fizerem o indivíduo pensar em doenças, lesões de pele, tocas de animais peçonhentos ou substâncias tóxicas ou contagiosas, a tripofobia é mais provável de surgir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tripofobia é uma fobia real?</strong></h2>



<p>	A tripofobia não é uma fobia real.&nbsp;Consideramos fobia um tipo de transtorno de ansiedade que se caracteriza por medo significativo a um objeto ou situação particular. Classicamente, a fobia leva o indivíduo a ter um comportamento de descontrole e evasão, ou seja, a fugir de medo.</p>



<p>	A sensação de medo que uma pessoa com fobia de barata, aranha, altura, avião, agulhas ou lugares fechados sente é infinitamente mais intensa que a sensação incômoda que um conjunto de pequenos buracos provoca na maioria das pessoas.&nbsp;Ver uma imagem desconfortável ou repugnante pode até causar algum desconforto, mas isso nunca irá exercer a mesma influência negativa na sua vida que as reais fobias causam. As pessoas que se dizem portadoras de tripofobia não se descontrolam ao verem pequenos buracos. Você pode até não conseguir olhar por muito tempo e algumas pessoas referem coceira na pele, mas a sensação de pânico de uma fobia real não existe na imensa maioria dos casos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="//i0.wp.com/casule.com/wp-content/uploads/2019/09/tripofobia-medo-de-buraco-medo-psicologia-casule-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15068"/></figure></div>



<p>	Entretanto, é importante salientar que existe fobia para tudo. Não é impossível que existam pessoas com medo real a esses pequenos buracos. 	Nesses raros casos, porém, o paciente se encaixa no que chamamos de fobia específica, esta sim um transtorno psiquiátrico amplamente reconhecido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estudos científicos sobre a tripofobia</strong></h2>



<p>	Por não ser uma doença real e por não causar nenhum impacto significativo na vida das pessoas, a tripofobia é uma condição muito pouco estudada e praticamente ignorada pelos psiquiatras.</p>



<p>	Os poucos trabalhos científicos já publicados focaram nas causas dessa sensação ruim, que aparentemente tem origem evolutiva.</p>



<p>	Um estudo de 2017 do Jornal&nbsp;<em>Cognition and Emotion</em>&nbsp;sugere uma teoria sobre a origem da repugnância a esses buracos e saliências. Os pesquisadores acreditam que esses padrões geométricos lembram doenças contagiosas ou parasitárias que acometem principalmente a pele. A aversão a imagens semelhantes seria, portanto, uma herança de nossos ancestrais que tiveram contato frequente com vermes e outros organismos que penetram no corpo e causam inflamações e com isso, um mecanismo de defesa para que o indivíduo evite e afasta-se de lesões de pele potencialmente contagiosas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Situações que podem causar tripofobia</strong></h2>



<p><br>
	Círculos agrupados (em cachos); canudinhos um ao lado do outro “em cachos”; buracos naturais em rochas; alho partido ao meio; esponjas; queijo com buracos;<br>
buracos na rua; corais; bolhas de sabão umas ao lado da outra; chocolate aerado sufflair cortado ao meio mostrando “milhões” de buraquinhos; flor de lótus seca; crustáceos; colmeia cheia de hexágonos um ao lado do outro e miolo de girassol.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="//i0.wp.com/casule.com/wp-content/uploads/2019/09/tripofobia-medo-de-buraco-padrao-chocolate-psicologia-casule-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-15070"/></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas</strong></h2>



<p> Os poucos estudos existentes mostraram que há uma grande variedade de sinais e sintomas entre os tripófobos. Nos casos mais leves – e mais comuns -o indivíduo refere apenas uma sensação de aversão, sem nenhum outro sinal associado. Nos casos mais intensos, os indivíduos estudados aprestaram taquicardia (batimentos cardíacos acelerados), mãos úmidas, coceira pelo corpo, necessidade de esfregar as mãos na pele, enjoos e até <a rel="noreferrer noopener" aria-label="episódios de pânico (abre numa nova aba)" href="https://www.mdsaude.com/psiquiatria/sindrome-do-panico/" target="_blank">episódios de pânico</a>&nbsp;e <a rel="noreferrer noopener" aria-label="desmaio (abre numa nova aba)" href="https://www.mdsaude.com/cardiologia/desmaio-sincope/" target="_blank">desmaio</a>.</p>



<p> Nos casos mais intensos, a associação com outros distúrbios psiquiátricos é muito comum, principalmente com outras fobias e&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" aria-label="transtornos de ansiedade (abre numa nova aba)" href="https://www.mdsaude.com/psiquiatria/transtorno-de-ansiedade-generalizada/" target="_blank">transtornos de ansiedade</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento</strong></h2>



<p>	Na imensa maioria dos casos, os pacientes com tripofobia não precisam de nenhum tratamento, pois o problema não tem interferência nenhuma na sua qualidade de vida. Se você quiser que as imagens parem de incomodar, o caminho mais simples é ver seguidamente várias imagens de furos e saliências, de forma a habituar o seu cérebro com elas. Com o tempo, você acaba criando tolerância.</p>



<p>	Porém, se as imagens provocarem mais do que apenas sensação de repulsa, com sintomas físicos e real ansiedade, você deve procurar a ajuda de um psicólogo. Nesses casos, o tratamento é basicamente o mesmo dos outros tipos de fobia, através de técnicas da&nbsp;Terapia Cognitiva Comportamental aliadas a técnicas de relaxamento e medicamentos (se necessário).</p>



<p><strong>Fontes:</strong></p>



<p>&nbsp;https://www.mdsaude.com/psiquiatria/tripofobia/</p>



<p>https://www.tuasaude.com/tripofobia/</p>



<p>https://www.minhavida.com.br/saude/perguntas/14283-o-que-fazer-quando-se-tem-tripofobia-e-ao-ver-uma-foto-ja-se-sente-horrorizada-com-coceira-e-dormente</p>
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		<item>
		<title>Como vencer o medo de dirigir? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-vencer-o-medo-de-dirigir-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Para muitas pessoas, dirigir pode ser encarado como um sonho. Há aqueles que pensam que é algo comum e habiltual. Há também pessoas que pensam que dirigir é apenas algo necessário, mas existem pessoas que só de pensarem em dirigir, só de imaginarem o trânsito, ter que encarar o volante, [&#8230;]</p>
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<p>Para muitas pessoas, dirigir pode ser encarado como um sonho. Há aqueles que pensam que é algo comum e habiltual. Há também pessoas que pensam que dirigir é apenas algo necessário, mas existem pessoas que só de pensarem em dirigir, só de imaginarem o trânsito, ter que encarar o volante, já se sentem extremamente ansiosas, angustiadas e com muito medo.  Se você é esse tipo de pessoa que tem medo de dirigir, esse vídeo é pra você!</p>



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		<title>Qual a diferença entre medo, ansiedade e fobia? (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/qual-a-diferenca-entre-medo-ansiedade-e-fobia-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 19:07:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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<p>&nbsp;</p>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Qual a diferença entre medo, ansiedade e fobia?</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>O medo e a ansiedade são emoções diferentes, contudo, ligadas à nossa defesa da vida, à nossa sobrevivência e, por isso, são consideradas emoções fundamentais para nós, seres humanos. Embora sejam emoções naturais e fundamentais ao ser humano, quando estas respostas são demasiadas ou persistentes causam efeito contrário, dificultando seu manejo em situações ameaçadora e comprometendo a emissão de respostas adequadas, protetivas e saudáveis. A fobia é um transtorno de ansiedade, onde há presença de medo e ansiedade desproporcional a respeito de uma situação ou objeto, levando o indivíduo a um sofrimento significativo e à evitação das situações ou objetos temidos. Mas o mais importante é: possui tratamento!</p>
<p>Confira com Pedrita Reis, psicóloga da Casule!</p>
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		<item>
		<title>Medo, ansiedade e&#8230; cachorro?</title>
		<link>https://casule.com/blog/medo-ansiedade-e-cachorro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 13:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
		<category><![CDATA[medo de cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[pavor]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fofinhos, bonitinhos, esquisitos, grandalhões, desengonçados&#8230; em sua maioria, quando pensamos em cachorros não associamos a uma grave ameaça à vida, certo? Mas, também é certo que já ouvimos alguém falar que tem PAVOR deles e aí pensamos “como assim”? O medo e a ansiedade são emoções diferentes, contudo, ligadas à nossa defesa da vida, à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Fofinhos, bonitinhos, esquisitos, grandalhões, desengonçados&#8230; em sua maioria, quando pensamos em cachorros não associamos a uma grave ameaça à vida, certo? Mas, também é certo que já ouvimos alguém falar que tem <b>PAVOR</b> deles e aí pensamos “como assim”?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O <b>medo</b> e a <b>ansiedade</b> são emoções diferentes, contudo, ligadas à nossa defesa da vida, à nossa sobrevivência e, por isso, são consideradas emoções fundamentais para nós, seres humanos. Quando nos sentimos ameaçados, estas emoções são esperadas, uma ver que precisamos emitir comportamentos de proteção à nossa integridade. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O <b>medo</b> é um estado neurofisiológico de alarme que é ativado automaticamente quando o indivíduo avalia uma situação cognitivamente como ameaçadora ou perigosa. Ele está presente em todos os transtornos de ansiedade. A <b>ansiedade</b> é um sistema complexo de resposta (cognitivo, afetivo, fisiológico e comportamental) e é ativada de maneira antecipada a uma situação vista como incontrolável, imprevisível e ameaçadora. Ou seja, é a expectativa de que alguma coisa de ruim irá acontecer, e esta vem acompanhada de alterações desagradáveis.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A <b>ansiedade</b> possui uma relação estreita com um estado de vulnerabilidade aumentada: uma pessoa vulnerável percebe a si mesma como alguém que não consegue se proteger ou exercer controle diante de situações ameaçadoras internas ou externas. Por subestimarem suas capacidades de enfrentar uma situação ou perigo as respostas comportamentais são de fuga e evitação (outras respostas são: taquicardia, inatividade, cefaleia, sudorese, importância dada ao erro, avaliação negativa de si mesmo, etc). As respostas de ansiedade podem ser produzidas por estímulos externos (animais, água, procedimentos), bem como por estímulos internos (preocupações, percepções).</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Embora as emoções de medo e ansiedade sejam naturais e fundamentais ao ser humano, quando estas respostas são demasiadas ou persistentes causam efeito contrário, dificultando seu manejo em situações ameaçadora e comprometendo a emissão de respostas adequadas, protetivas e saudáveis. Sendo assim, elas são consideradas patológicas e, toda vez, que o medo patológico está relacionado a um objeto ou situação bem circunscrito, fala-se que a pessoa possui uma <b>fobia</b>. <b>Fobia</b> é o medo persistente de uma situação, objeto ou atividade que não oferecem perigo e que provocam no indivíduo uma necessidade de evitar ou fugir do que causa o medo.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Voltamos, então, ao cachorro! </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Claro que não há apenas fobia a cachorros. O estímulo fóbico pode ser especificado como: animal (olha o cachorro aqui, aranhas, insetos, etc); ambiente natural (altura, tempestade, água); sangue, injeção, ferimentos (agulhas, procedimentos médicos); situacional (aviões, elevadores, locais fechados); outro (situações que podem levar à asfixia ou ao vômito, sons altos, personagens fantasiados).</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Importante destacar que fobia não é frescura ou bobeira. Ela é um transtorno de ansiedade, onde há presença de medo e ansiedade desproporcional a respeito de uma situação ou objeto, levando o indivíduo a um sofrimento significativo e à evitação das situações ou objetos temidos. Mas o mais importante é: <b>possui tratamento!</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A terapia cognitivo-comportamental baseia-se em dois princípios: “nossas cognições têm uma influência controladora sobre nossas emoções e comportamentos e o modo como agimos ou nos comportamos pode afetar profundamente nossos padrões de pensamentos e nossas emoções”!</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Diante disso, a terapia cognitivo-comportamental, com o uso de algumas técnicas, estimula a identificação e mudança de formas de pensar patológicas. As intervenções têm como objetivo tratar pensamentos, crenças e avaliações ansiosas ajudando o indivíduo na mudança de percepção do que é visto como perigoso e que o torna vulnerável.</span></p>
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		<title>Amaxofobia: medo de dirigir</title>
		<link>https://casule.com/blog/amaxofobia-medo-de-dirigir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 14:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para muitas pessoas tirar a carteira de habilitação é um sonho, outras encaram com normalidade e até mesmo como uma necessidade. O fato é que grande parte dos indivíduos ao conseguir tirar a habilitação, dirige de maneira rotineira e nem pensam sobre isso, porém para outra parte o assunto dirigir é sinônimo de angústia e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitas pessoas tirar a carteira de habilitação é um sonho, outras encaram com normalidade e até mesmo como uma necessidade. O fato é que grande parte dos indivíduos ao conseguir tirar a habilitação, dirige de maneira rotineira e nem pensam sobre isso, porém para outra parte o assunto dirigir é sinônimo de angústia e medo.</p>
<p>Sentir medo é uma reação natural do nosso cérebro e importante, pois nos alerta diante de situações de risco. A maioria dos recém-habilitados possui algum receio ao dirigir, mas o problema é quando esse receio torna-se um medo excessivo e a pessoa não consegue nem tirar o carro da garagem.  A esse medo exagerado de dirigir damos o nome de Amaxofobia.</p>
<p>Existem vários graus de amaxofobia, que pode ser apenas o medo de dirigir em determinadas rotas, o medo de dirigir em qualquer circunstância, até casos mais extremos que é o medo de ser passageiro em um carro.</p>
<p>Apesar de não ser um nome comum, a amaxofobia é um transtorno psicológico que causa medo de dirigir e o percentual atinge aproximadamente 6% da população, então é bem provável que você conheça alguém que sofre com esse problema.</p>
<p>Os indivíduos com amaxofobia apresentam pensamentos catastróficos, têm uma preocupação excessiva com a possibilidade de perder o controle sobre o carro, de causar algum acidente, atropelar alguém, deixar o carro morrer ou cometer qualquer erro de maior ou menor gravidade. Toda essa preocupação gera uma enorme ansiedade que faz o paciente apresentar alguns sintomas bastante desagradáveis ao pegar no volante ou mesmo só de se imaginar fazendo isso.</p>
<p><strong>Esses sintomas podem ser:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Físicos: boca seca, sudorese, agitação, formigamento, dores no peito, náuseas, tremores, aceleração do ritmo cardíaco, entre outros.</strong></li>
<li><strong>Emocionais: recusa de dirigir, pânico, evitar situações que envolvam carros.</strong></li>
</ul>
<p><strong>O medo de dirigir pode surgir de diferentes formas:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Ter se envolvido ou testemunhado algum acidente de trânsito;</strong></li>
<li><strong>Falta de experiência;</strong></li>
<li><strong>Ter vivido ou testemunhado alguma briga de trânsito;</strong></li>
<li><strong>Ter experimentado alguma situação difícil ou perigosa, como muita chuva ou qualquer outra situação adversa;</strong></li>
<li><strong>Medo de ser observado, julgado, punido.</strong></li>
</ul>
<p>A amaxofobia é um transtorno que possui tratamento. A pessoa que sofre com esse problema deve procurar ajuda especializada de um psicólogo, que fará uma avaliação e determinará o melhor tipo de intervenção. A Terapia Cognitivo-Comportamental tem apresentado resultados eficazes, ela trabalha com a reestruturação cognitiva, ajuda o paciente a pensar e agir de maneiras mais funcionais, ensina técnicas de relaxamento e cria estratégias e habilidades de enfrentamento.</p>
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		<title>Os acumuladores compulsivos</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-acumuladores-compulsivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2017 20:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se cercar de objetos inúteis. Por isso, eles não desenvolvem critérios para dizer o que guardar e o que não guardar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="">O assunto seria apenas uma anedota se não fosse algo sério, pois esse exercício incessante de guardar tudo pode levar a problemas sérios de saúde e convivência. Além disso, é um claro sintoma de que algo não vai bem.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A figura dos acumuladores compulsivos no mundo não é negligenciada. Estima-se que ao menos 4% de toda população apresente sintomas de desordem, o que equivale a mais ou menos umas 300 milhões de pessoas no mundo. Por que algumas pessoas amontoam seu entorno com objetos insignificantes a ponto de empobrecerem sua qualidade de vida e colocarem em risco sua saúde?</p>
<h2 style="text-align: justify;">A origem dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">Na verdade não existe um total acordo entre os especialistas sobre os fatores que desencadeiam a acumulação compulsiva. O que há de consenso é o fato de que se trata de um sintoma que merece atenção e, eventualmente, um grande tempo de psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança estabelece um certo controle sobre seus pais, a partir da maneira como visita o banheiro. Em sua mente infantil. as fezes são um presente que dá ou retém, de acordo com o vínculo que ela estabeleceu com seus progenitores.</p>
<p style="text-align: justify;">A retenção é uma característica que pode ficar afixada na personalidade nessa etapa. De uma ou de outra maneira, expressa um impulso agressivo contra seus pais que fica reprimido, mas logo se manifesta através da acumulação ou da avareza.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros enfoques indicam que a acumulação compulsiva é um comportamento defensivo, diante de ameaças imaginárias. O acumulador parte da ideia de que não deve tirar um objeto porque, mais adiante, ele poderá fazer falta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém entende como é que um pedaço de papel rasgado e sem importância pode chegar a fazer falta a alguém, mas o acumulador pensa que “nunca se sabe”. Na verdade, ele está experimentando um forte sentimento de insegurança diante as mudanças.</p>
<div id="div-gpt-ad-1457971634808-2" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CKjn06L__tICFdEMkQodA6EONQ"></div>
<div id="div-gpt-ad-1460481506084-0" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CPOi4qL__tICFVSEkQod9dYJCQ"></div>
<p style="text-align: justify;">Também existe o caso de quem acumula em resposta a um trauma. Talvez essa pessoa tenha passado por uma situação na qual tenha ficado completamente sem nada e tem medo de que isso aconteça novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, há quem guarde lembranças como uma espécie de evidência. <span id="result_box" class="short_text" lang="pt"><span class="">Isto acontece</span> porque está carregado com uma culpa inconsciente e quer testemunhar a seu favor. Neste caso, a acumulação opera como uma necessidade inconsciente de juntar provas.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Características dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">O acumulador compulsivo, muitas vezes, também é um comprador compulsivo. Não pode ver nada em oferta porque, imediatamente, sente que tem que adquiri-lo, simplesmente pelo fato de estar mais barato. Não importa se é algo de que necessite ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que também sejam pessoas solitárias. Em parte, sua obsessão por acumular deve-se também a uma certa fantasia de substituir a companhia pelos objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm dificuldades para se desfazer dos objetos de que não necessitam experimentam essa desapropriação como uma autêntica perda. Chegam a sofrer um verdadeiro luto se precisarem se separar das coisas que formam seu mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O drama da acumulação compulsiva</h2>
<p style="text-align: justify;">A situação pode chegar a níveis graves, como o conhecido caso dos irmãos Collyer, que ocorreu nos Estados Unidos em 1947. Os vizinhos alertaram a polícia porque havia muito tempo que não viam os irmãos saírem de sua casa nem darem nenhum sinal de vida. As autoridades não puderam entrar casa nem pela porta nem pelas janelas, devido a enorme quantidade de objetos que impediam o acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, só puderam abrir uma entrada pelo terraço. Eram tantos objetos que haviam por todas as partes que demoraram 6 horas até encontrarem o primeiro cadáver. O segundo só foi encontrado 18 dias depois, apesar de estar a poucos metros do primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos irmãos havia sido morto pelo desabamento de milhares de livros e jornais que caíram sobre ele. O outro irmão, que era cego e paralítico, morreu mais tarde de fome e sede, pois não conseguiu buscar água e comida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos menos graves, a acumulação compulsiva leva a uma desordem monumental em sua casa ou seu escritório. Às vezes isso facilita a aparição de pragas, pois não se consegue fazer uma limpeza correta da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há um método específico para tratar o caso dos acumuladores compulsivos, mas é verdade que são pessoas que precisam de ajuda profissional para esclarecer o que há por trás desse desejo de não se separar do velho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/acumuladores-compulsivos/</p>
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		<title>Tratamento para Trauma Psicológico</title>
		<link>https://casule.com/blog/tratamento-para-trauma-psicologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2017 19:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O tratamento para um trauma psicológico vai depender da gravidade do impacto causado no indivíduo, mas em geral, é feito com psicoterapia, através de conversas sobre o assunto, a chamada resiliência. Em alguns casos podem ser receitados medicamentos para diminuir a ansiedade, para combater a depressão e para ajudar a dormir melhor. Esse tipo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tratamento para um trauma psicológico vai depender da gravidade do impacto causado no indivíduo, mas em geral, é feito com psicoterapia, através de conversas sobre o assunto, a chamada resiliência.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos podem ser receitados medicamentos para diminuir a ansiedade, para combater a depressão e para ajudar a dormir melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de tratamento deve ser feito em todos os indivíduos que sofreram algum tipo de agressão física ou emocional, mesmo que os sintomas sejam muito leves.</p>
<p style="text-align: justify;">Não realizar um tratamento adequado para um trauma psicológico pode fazer com que o indivíduo tenha dificuldades nos relacionamentos interpessoais por toda a vida. Isso pode trazer consequências desagradáveis, como um nível exagerado de desconfiança que pode afetá-lo no âmbito pessoal e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos de situações que podem gerar um trauma psicológico são a separação dos pais, traição, assalto violento, sequestro, agressão física, bullying e graves acidentes de trânsito.</p>
<p style="text-align: justify;">As consequências de um trauma  podem ir desde uma ansiedade leve até a um transtorno psicológico grave chamado de síndrome do pânico. A gravidade da consequência vai depender de como o indivíduo encara a situação, e isso varia de pessoa para pessoa. Outras consequências são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Fobia,</li>
<li>Isolamento,</li>
<li>Desconfiança,</li>
<li>Dificuldades nos relacionamentos interpessoais,</li>
<li>Raiva  e agressividade,</li>
<li>Tristeza,</li>
<li>Depressão.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Quando um indivíduo passa por uma experiência traumatizante é normal que ele reaja negativamente quando o assunto é abordado, esse é um mecanismo de defesa inato do ser humano. Mas a partir do momento em que com o passar do tempo, o indivíduo não volta às suas atividades normais parecendo ainda estar muito afetado com a situação, é preciso ter o cuidado de dar uma atenção especial a ele. Verificando se há necessidade de um tratamento psicológico ou mesmo farmacológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre o assunto traumatizante é uma das maneiras de aliviar a tensão e iniciar o processo de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.tuasaude.com/consequencias-do-trauma/</p>
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		<item>
		<title>Transtorno de ansiedade</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 19:19:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a ansiedade ajuda A ansiedade pode ser boa, em níveis equilibrados é ela que nos motiva para agir, é ela que nos impulsiona para estudar para a prova, que nos motiva a nos arrumarmos para a entrevista de emprego. A ansiedade normal é aquela em que o indivíduo desfruta de suas manifestações em intensidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Quando a ansiedade ajuda</h2>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade pode ser boa, em níveis equilibrados é ela que nos motiva para agir, é ela que nos impulsiona para estudar para a prova, que nos motiva a nos arrumarmos para a entrevista de emprego. A ansiedade normal é aquela em que o indivíduo desfruta de suas manifestações em intensidade leve ou moderada, não perfazendo como condição contínua em sua vida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando a ansiedade atrapalha</h2>
<p style="text-align: justify;">Ansiedade pode atrapalhar quando atinge níveis desproporcionais, pois pode paralisar e nos impedir de agir corretamente, como por exemplo a ansiedade que nos deixa mudo nas horas impróprias, quando você quer dar sua opinião e as palavras não vêm à mente, quando precisa dar uma palestra e suas pernas travam. Muitas vezes o ansioso é aquele que fica em eterna expectativa, não sabe do que, mas parece que tem sempre algo por acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da ansiedade de desempenho a própria pessoa é crítica consigo mesmo. Muitas vezes a pessoa é perfeccionista. É o tipo de pessoa que estabelece para si mesmo padrões tão elevados que ninguém conseguiria atingir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comportamento do ansioso</h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos comportamentos mais comuns em decorrência da ansiedade é a fuga, a evitação. A pessoa foge das situações que para os outros seriam suportáveis. Sai correndo da fila do supermercado. Foge das ruas porque tem medo de pombos. Foge das festas porque não quer ficar sentindo aquele incomodo de ficar de canto com dificuldade em participar e medo de falar bobagem.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns quadros ansiosos:</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Síndrome do pânico</h2>
<p style="text-align: justify;">A síndrome do pânico pode ser o ponto máximo de ansiedade para algumas pessoas. Nesse ponto o sofrimento é físico, sente-se falta de ar, o coração dispara. Parece até que está tendo um ataque do coração. Isso tudo parece que vem do nada. Nada o aborreceu, aparentemente nada aconteceu que pudesse provocar isso tudo. Mas havia a ansiedade que explode nessa forma de pânico. A repetição destes sintomas caracterizam a Síndrome do Pânico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Fobia social</h2>
<p style="text-align: justify;">As fobias também são sintomas da ansiedade.&nbsp;Fobia social se refere ao medo intenso de ser julgado pelos outros, a pessoa fica calada o máximo que puder para não se expor e não ser observada e criticada pelos outros. O fóbico social é visto como tímido pelos amigos, mas quando a timidez provoca sofrimento estamos falando de uma ansiedade que entrou em níveis fóbicos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ansiedade de desempenho</h2>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade de desempenho se refere aquele medo que aparece só quando a pessoa tem que expor alguma competência sua, quando tiver que apresentar um trabalho, demonstrar que sabe algo. Não aprece em situações sociais, em festas costuma brincar rir à vontade, até o momento que terá demonstrar o quanto sabe algo, ou pode fazer algo bem, aí a ansiedade de desempenho parece e a pessoa trava, fica vermelha, engasga, etc.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas psicológicos de ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Inquietude, impaciência, apreensão, desanimo, insônia, sentimento de impotência, dificuldade de concentração, ira, depressão entre outros. A ansiedade promove desde a sensação de fracasso até desequilíbrio da estabilidade da conduta emocional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas físicos da ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">As reações somáticas mais comuns que acompanham a ansiedade são: tensão muscular, tremor, suor das mãos, axilas ou pés, desconforto respiratório ou no peito, às vezes chegando à dor, vertigem, dor abdominal, arrepios, vontade de evacuar ou urinar, agitação, palpitações, tonturas, náuseas, frio no estômago, constipação intestinal ou diarréia, palidez, stress, falta de ar e muitas outras.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Formas improdutivas de lidar com a ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitos se utilizam do álcool, do excesso de alimentação, renuncia ao convívio, acúmulo de responsabilidades, consumismo, compulsividade como forma de tentar lidar com a ansiedade. São comportamentos que podem indicar uma necessidade de controle da ansiedade e devem ser observados.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/ansiedade-sintomas-e-tratamento.html</p>
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		<item>
		<title>Você sabe o que é transtorno ansioso social?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-sabe-o-que-e-transtorno-ansioso-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2016 19:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[distúrbios psicossomáticos]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade generalizada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o transtorno ansioso social? O transtorno ansioso social, anteriormente conhecido como fobia social, é um distúrbio caracterizado por manifestações de intensa ansiedade que surge quando o paciente é ou crê estar sendo submetido à avaliação de outras pessoas em seus desempenhos ou atividades. É frequente que essas pessoas tenham a sensação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><b>O que é o transtorno ansioso social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno ansioso social, anteriormente conhecido como <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social, é um distúrbio caracterizado por manifestações de intensa ansiedade que surge quando o paciente é ou crê estar sendo submetido à avaliação de outras pessoas em seus desempenhos ou atividades. É frequente que essas pessoas tenham a sensação de estarem sendo julgadas muito ansiosas, fracas ou tolas e, por conta disso, tendem a se isolarem. Na maioria das vezes essa ansiedade concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas (comer, falar ou escrever em público, por exemplo), mas pode também ser sentida de maneira geral para todas as atividades sociais. As pessoas afetadas por essa <span class="postTip word_cnt_554780_4">patologia</span> compreendem que seus medos são injustificados, no entanto, experimentam grande apreensão ao enfrentarem as situações temidas e fazem de tudo para evitá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas dificuldades são tidas como patológicas quando acarretam algum prejuízo pessoal como, por exemplo, negar-se a um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de alguém que esteja avaliando.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Quem são as pessoas que sofrem de transtorno ansioso social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Um estudo recente mostrou que 13% dos brasileiros sofrem dele. As <span class="postTip word_cnt_554780_9">fobias</span> sociais afetam os homens mais que as mulheres. O seu início geralmente é muito gradual, na infância ou na adolescência. O mais tardar que a <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social pode começar é no início da idade adulta, em torno de vinte anos. Há certa possibilidade de uma facilitação genética.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Quais os <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> mais comuns do transtorno ansioso social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Não há <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> que sejam absolutamente típicos, mas em geral eles são aqueles da ansiedade (inquietação incômoda, medo vago e indefinido, expectativas negativas relativas ao futuro, <span class="postTip word_cnt_554780_1">palpitações</span>, sensações de sufocações, tremores, <span class="postTip word_cnt_554780_5">sudorese</span> excessiva, mal estar gástrico, etc.). Sensações de aperto na <span class="postTip word_cnt_554780_8">cabeça</span> ou no <span class="postTip word_cnt_554780_11">peito</span> são muito frequentes. São comuns também distúrbios psicossomáticos como <span class="postTip word_cnt_554780_7">úlceras</span>, <span class="postTip word_cnt_554780_13">asma</span>, <span class="postTip word_cnt_554780_3">gastrites</span>, colites, dores de <span class="postTip word_cnt_554780_8">cabeça</span>, dentre outros. O que é mais característico da <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social é o aparecimento dos <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> quando a pessoa é observada enquanto executa uma tarefa comum. Esses <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> ocorrem com mais intensidade quando a pessoa está desempenhando certas atividades sociais, em presença de outras pessoas. Eles são, principalmente, ansiedade antecipatória, tremores, suor excessivo, <span class="postTip word_cnt_554780_1">palpitações</span>, temor de enrubescer-se, temor de ser avaliado negativamente ou de ser visto como fraco, ansioso, louco ou tolo, o que os leva, em geral, a evitar situações sociais que os colocariam em incômodo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses pacientes não conseguem dizer não, pelo temor de desagradarem as pessoas. Têm uma baixa auto-estima e julgam, por exemplo, que não podem terminar um namoro porque não despertarão o interesse de mais ninguém.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Em que situações os <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> ocorrem mais frequentemente?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">As situações nas quais essa <span class="postTip word_cnt_554780_4">patologia</span> mostra melhor os seus <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> são andar na rua, falar em público, viajar em transportes públicos, comer ou beber em público, escrever ou assinar em presença de outras pessoas, usar mictórios públicos, olhar as pessoas nos <span class="postTip word_cnt_554780_12">olhos</span>, dar ou aceitar cumprimentos, etc. A <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social pode ser generalizada para todas essas (e ainda outras) situações, ou específica, se a ansiedade é experimentada apenas em uma ou algumas situações determinadas. A <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social pode incapacitar a pessoa para o estudo, o trabalho e demais atividades sociais, e privar o individuo de fazer amizades, estabelecer relacionamentos amorosos e formar uma família. Os que conseguem trabalhar buscam profissões nas quais a interação social é mínima e preferem os trabalhos noturnos ou isolados, onde os contatos sociais são mais escassos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Como deve ser tratada a <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">O tratamento deve ser feito por um terapeuta especializado (psicólogo). A psicoterapia <span class="postTip word_cnt_554780_2">cognitivo</span>-comportamental costuma apresentar bons resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/223455/voce+sabe+o+que+e+transtorno+ansioso+social.htm</p>
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