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	<title>autocontrole - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>autocontrole - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como ter mais autocontrole e autodisciplina?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-ter-mais-autocontrole-e-autodisciplina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 13:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">A necessidade de controlar os próprios impulsos surge quando nos deparamos com situações em que temos de escolher entre consequências não tão agradáveis a curto prazo para obter consequências mais satisfatórias a longo prazo. Por exemplo, optar por estudar em uma sexta à noite, na iminência de uma prova de vestibular, significa abrir mão de sair com os amigos, mas pode ser o fator decisivo para quem quer conseguir a aprovação. Sendo assim, para atingir as metas de longo prazo, é essencial que se tenha certa renúncia a prazeres imediatos e capacidade de suportar circunstâncias aversivas.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Nesse sentido, quando falamos em autocontrole, nos referimos à capacidade que uma pessoa tem de controlar a si mesmo e o ambiente à sua volta para alterar a probabilidade de se chegar ao comportamento desejado. Assim, deve-se considerar, na tentativa de controle das variáveis que influem no comportamento individual, fatores antecedentes, como, por exemplo, a motivação para seguir o comportamento, e consequentes, como o grau de incômodo que seria gerado pela escolha do comportamento que privilegia a meta de longo prazo.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Portanto, o autocontrole tem como função diminuir a influência da busca do prazer imediato ou da remoção de uma sensação desconfortável, consideradas no momento presente, em prol de objetivos futuros que sejam mais valiosos para o indivíduo. Ainda pensando no estudante que tenta passar no vestibular, essa situação poderia se traduzir na decisão de desligar o seu celular, para que ele não receba mensagens de amigos chamando-o para sair e consiga se concentrar mais nos estudos, uma vez que, assim, os estímulos externos que o influenciariam a deixar o comportamento desejado são diminuídos. </span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Pessoas que tem autocontrole insuficiente geralmente são mais impulsivas, desatentas, desorganizadas, tem dificuldades de persistir em tarefas tediosas e rotineiras, costumam se atrasar em seus compromissos e um hábito comum é a procrastinação.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> É importante ressaltar que o autocontrole não é uma característica inata do indivíduo, mas um tipo de comportamento, que pode, portanto, ser aprendido. Tal comportamento é de especial relevância, não só pela sua valorização pela nossa cultura, mas principalmente por se mostrar como um facilitador de tomadas de decisão efetivas para a obtenção de metas, mesmo em condições onde não haja tanto incentivo.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> De forma autônoma, o indivíduo pode desenvolver o autocontrole através de mudanças no tempo e no esforço necessário ao cumprimento de metas. Dito de outro modo, a pessoa pode começar com metas mais fáceis de serem cumpridas, que demandem menos tempo, para que, assim, se acostume, gradualmente, a um comportamento de renúncia em prol de objetivos futuros. Por exemplo, quem faz uma dieta pode fixar como meta ficar uma semana sem comer doces, para, posteriormente, vendo o resultado positivo, se propor a ficar mais tempo sustentando a dieta.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Além disso, o autocontrole também pode ser trabalhado em terapia, tanto na abordagem comportamental, cognitivo-comportamental e da terapia do esquema. Diversas técnicas são empregadas, como o registro e avaliação do comportamento e de suas consequências, o fracionamento de objetivos, estabelecidos de forma realista para cumprimento gradual, e o desenvolvimento da capacidade de definir o momento em que pode haver alguma “recompensa” pelo cumprimento de um objetivo. Através de tais intervenções, pode-se ajudar o indivíduo a avaliar de forma mais eficaz as variáveis que são determinantes para que ele se mantenha firme em seu objetivo e a melhor forma de atendê-las, para que a estratégia em prol do cumprimento de suas metas seja aprimorada.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Uma vez aprendido, o comportamento de autocontrole pode dar ao indivíduo a capacidade de autoanálise, resultando em uma melhoria na independência e na sensação de autoeficácia, sendo, por vezes, um fator essencial a ser trabalhado em terapia, em tratamentos em que haja a necessidade de dar ao indivíduo ferramentas eficazes para o cumprimento de seus objetivos de vida.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>Referências consultadas:</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">ABREU, C. N; GUILHARDI, H. J. Terapia Comportamental e Cognitivo-comportamental: Práticas Clínicas. São Paulo: Roca, 2004.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">YOUNG, J. E.; KLOSKO; J. S.; WEISHAAR; M. E. Terapia do Esquema: Guia de técnicas</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">cognitivo-comportamentais inovadoras. Porto Alegre: Artmed, 2008</span></p>
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		<title>Cumpra suas promessas de ano novo (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/cumpra-suas-promessas-de-ano-novo-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 21:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<title>O Prazer nos Sentimentos Negativos</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-prazer-nos-sentimentos-negativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 19:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade gerneralizada]]></category>
		<category><![CDATA[autocondenação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse estranho prazer não é nosso, na verdade, embora pareça que sim. As emoções negativas que nós guardamos têm uma vida própria. Elas desejam se alimentar. A raiva quer sentir mais raiva, a tristeza quer sentir mais tristeza, a culpa quer sentir mais culpa… Os sentimentos tomam conta dos nossos pensamentos e assumem o controle [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse estranho prazer não é nosso, na verdade, embora pareça que sim.</p>
<p style="text-align: justify;">As emoções negativas que nós guardamos têm uma vida própria. Elas desejam se alimentar. A raiva quer sentir mais raiva, a tristeza quer sentir mais tristeza, a culpa quer sentir mais culpa… Os sentimentos tomam conta dos nossos pensamentos e assumem o controle para que possam se alimentar e se fortalecer.</p>
<p style="text-align: justify;">E são várias as formas que as emoções nos usam para que elas possam se energizar e permanecer dentro de nós. Exemplos: relembrar um diálogo de uma briga que tivemos com alguém, faz-nos sentir a raiva e alimentar essa emoção. Ouvir uma música triste depois de terminar um relacionamento ajuda a alimentar a tristeza. Um diálogo mental interno de autocondenação e recriminação alimenta a culpa que sentimos de alguma situação. Discutir com alguém no dia a dia alimenta a raiva que já sentimos. Ver notícias desagradáveis na televisão alimenta a raiva, tristeza etc.. Fazemos tudo isso de forma inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento em que esses processos ocorrem, estamos possuídos pelas emoções. Estamos sendo usados por elas. Desavisados, pensamos que somos nós que estamos gerando aqueles pensamentos e sentimentos. São essas emoções que estão se deleitando, sentindo prazer em se perpetuar. Ao mesmo tempo que sofremos com a dor que a emoção provoca, também sentimos o prazer que ela sente por se fortalecer e sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela nossa falta de autoconhecimento nos enganamos e nos confundimos com os pensamentos e emoções que passam pela nossa mente e corpo. Achamos que somos essas emoções. Entretanto, elas não fazem parte da nossa verdadeira essência. São energias que passam por nós e que podem ser dissolvidas. Se elas realmente fizessem parte de quem somos, jamais poderiam ser liberadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Guardar raiva, mágoa, rancor, ressentimentos, mesmo que secretamente. Embora essas emoções provoquem sofrimento, elas também nos causam uma sensação de superioridade. Quando sentimos raiva de alguém, dá um sensação de poder, um senso interior de que “eu estou certo” e “o outro está errado”. O ego, que é a nossa identificação com esses pensamentos e emoções, adora sentir que está certo, pois isso lhe causa uma falsa sensação de engrandecimento. O mesmo ocorre quando julgamos e criticamos os outros, mesmo que apenas mentalmente, sentimo-nos também superiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que a raiva e os ressentimentos não sejam expressos, eles continuam no nosso interior criando diálogos mentais conscientes e inconscientes sentindo prazer em se alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda a crença, normalmente oculta, de que estamos punindo a outra pessoa com a nossa raiva. Claro que racionalmente isso não faz sentido. Mas essa é uma das razões que fazem com que as pessoas não queiram perdoar as outras. Elas acham que o perdão seria um prêmio para o outro, ou seja, se elas não perdoam estão de alguma forma punindo quem lhes causou um mal. Perdoar, na verdade, é apenas se libertar de todo rancor, raiva e qualquer outro sentimento negativo com relação a alguma pessoa, e voltar a ficar em paz consigo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">A raiva que está guardada dentro de nós sente um prazer em “punir” o outro, ao mesmo tempo em que ela se alimenta e se fortalece. Todos esses mecanismos são formas de perpetuar o sofrimento coletivo que a humanidade vem acumulando, através do sofrimento individual de cada um ser humano. Esse sofrimento também pode ser chamado de “sombra”. Eckhart Tolle, autor do livro “Um novo mundo, o despertar de uma nova consciência” e do “O poder do agora” chama esse sofrimento de “corpo de dor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada emoção presa dentro de nós é uma parte do corpo de dor, ou da sombra. Somando várias emoções negativas, criamos um corpo de dor cada vez mais denso e pesado. E quanto mais emoções ele acumula, mais domina os nossos pensamentos e ações e tende a se fortalecer ainda mais. É esse corpo de dor acumulado que gera pensamentos negativos, falta de autoconfiança, gera baixa autoestima, e quando se intensifica, acaba dando origem a doenças mais sérias: depressão, ansiedade generalizada, vício por drogas, compulsões, obesidade etc…</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.eftbrasil.com.br/o-prazer-nos-sentimentos-negativos/</p>
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		<item>
		<title>Automutilação.</title>
		<link>https://casule.com/blog/automutilacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2016 21:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[auto estima baixa]]></category>
		<category><![CDATA[autocontrole]]></category>
		<category><![CDATA[automutilação]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de inferioridade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade borderline]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Automutilação é um comportamento agressivo, mesmo em algumas situações onde as pessoas fiquem &#8220;distraidamente&#8221; cutucando sua própria pele a ponto de sangrar e digam que não perceberam o que estavam fazendo pode ser que este ato seja um reflexo de conteúdos internos mais significativos. Algumas pessoas se cortam intencionalmente, usam laminas e estiletes e podem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Automutilação é um comportamento agressivo, mesmo em algumas situações onde as pessoas fiquem &#8220;distraidamente&#8221; cutucando sua própria pele a ponto de sangrar e digam que não perceberam o que estavam fazendo pode ser que este ato seja um reflexo de conteúdos internos mais significativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas se cortam intencionalmente, usam laminas e estiletes e podem até sentir um certo prazer em ver a própria pele aberta e sangrando.</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro clínico mais comum onde a automutilaçãoaparece é o Transtorno de Personalidade Borderline. O borderline faz parte de um quadro de transtorno de personalidade, isso significa que dificilmente tenha adquirido o transtorno devido à traumas de infância, mas é possível que situações fortes e traumáticas, como abandono ou rejeição, tenham fragilizado ainda mais, mas o transtorno de personalidade faz parte desta pessoa independente de sua vivências.
</p>
<p style="text-align: justify;">A auto agressão, associada ou não ao Transtorno Borderline, pode estar demonstrando uma raiva muito intensa e contida. Esta raiva pode ter ou não razões lógicas, ou seja, é possível que esta pessoa considere que foi magoada por pessoas e situações mas em uma análise mais apurada é possível averiguar  que não foram cruéis de verdade, como por exemplo ter esperado demais por um amigo que marcou encontro e teve que se atrasar mas ainda assim ligou para avisar.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras vezes a automutilação pode vir da sensação de autopunição. Muitos se considerem terrivelmente maus e merecedores de dor e marcas na pele. O incrível é que nem sempre esta pessoa causou danos proporcionais à mutilação que impõe a si mesmo, chegam a terpensamentos de terem sidos filhos muito maus porque deram trabalho aos seus pais, porque choraram à noite quando bebês, etc.
</p>
<p style="text-align: justify;">O que também é possível de ocorrer é a automutilação pela impossibilidade de agredir a outra pessoa que seria o objeto de ódio. Talvez por medo da retaliação ou por perceber, mesmo que inconscientemente, que a esta pessoa não mereça ser punida ainda assim não consegue se livrar do impulso da agressão e volta para si mesmo o comportamentoautomutilador.</p>
<p>Por ultimo temos a possibilidade de que a pessoa que mutila seu próprio corpo estejatentando sentir &#8220;algo&#8221;. Esta pessoa pode ter tamanha dificuldade em entrar em contato com seus sentimentos que não percebe qualquer sensibilidade em si mesmo, e na tentativa desesperada de sentir, machuca seu corpo.</p>
<p>Em todos estes casos estamos diante de alguém que precisa e merece ser atendido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://blog.opsicologo.com.br/2011/06/automutilacao.html</p>
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		<title>Inibição ou timidez?</title>
		<link>https://casule.com/blog/inibicao-ou-timidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 20:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inibição emocional Este texto não tratará especificamente da pessoa tímida mas da pessoa inibida e contida com dificuldade em lidar tanto com a expressão de suas emoções positivas e negativas como em lidar com outras pessoas que conseguem exprimir suas emoções de forma espontânea. Tímido x Inibido emocionalmente Uma pessoa tímida pode expressar emoções de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Inibição emocional</h2>
<p style="text-align: justify;">Este texto não tratará especificamente da pessoa tímida mas da pessoa inibida e contida com dificuldade em lidar tanto com a expressão de suas emoções positivas e negativas como em lidar com outras pessoas que conseguem exprimir suas emoções de forma espontânea.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tímido x Inibido emocionalmente</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa tímida pode expressar emoções de forma a conseguir ser carinhosa e cuidadosa com as pessoas, mas o inibido emocionalmente pode exagerar em seu autocontrole pois tem medo de liberar por completo suas emoções e acabar sendo inconveniente ou expor-se demais.</p>
<p style="text-align: justify;">O tímido pode ser visto socialmente com simpatia pois é comum apresentar contato agradável com as pessoas apesar de introvertido, mas o contido emocionalmente pode ser muito mais racional e punitivo com quem manifesta-se de forma diferente da sua, podendo assim ter mais dificuldades sociais que uma pessoa tímida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Medo de que?</h2>
<p style="text-align: justify;">O medo da pessoa que apresenta inibição emocional costuma ser da punição e abandono, pois acredita que se souberem o que sente,  suas emoções verdadeiras,  não gostarão mais dele. Muitas vezes tenta impedir que outras pessoas também expressem ou manifestem seus sentimentos por considerar inadequado que isto ocorra.</p>
<p style="text-align: justify;">As emoções mais comuns de serem supercontroladas são a raiva, alegria, amor, afeto e excitação sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">O inibido emocionalmente pode apresentar rituais e rotinas exageradas, onde talvez se sinta seguro pela repetição do comportamento já avaliado e aprovado por si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode haver dificuldade de expressar vulnerabilidade, ser racional demais e desconsiderar as próprias necessidades emocionais. Pode ser o tipo de pessoa que todos consideram “forte e durão”, e contem com ele para situações difíceis, o que pode tornar sua vida mais complicada pois ele pode não ter mais resistência que os demais, apenas aparenta ter.</p>
<p style="text-align: justify;">Preocupação com o decoro pode fazê-lo perder oportunidades de diversão, intimidade e espontaneidade. Pode ser comum que tenha valores moralistas onde julga e condena pessoas as considerando levianas quando estão apenas expressando seus sentimentos, pensamentos e emoções.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Origem da inibição</h2>
<p style="text-align: justify;">A origem mais comum costuma ser a humilhação quando criança por ter demonstrado suas emoções espontaneamente. Famílias que punem ou inibem as crianças que se expressam podem iniciar inibições emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Faz parte do aprendizado da criança dominar seus sentimentos e impulsos, inicialmente ela ri e chora onde estiver pelos motivos mais rotineiros, mas com o tempo vai aprendendo a avaliar a intensidade desta expressão assim como o momento e lugar adequado. Mas a pessoa inibida emocionalmente exagera neste auto controle deixando sua naturalidade para trás.</p>
<p style="text-align: justify;">Há a possibilidade de viés cultural, pois algumas culturas valorizam o autocontrole. Um paciente do Dr Jeffrey Young (2003) contou até uma piada para ilustrar: “Já ouviu falar do escandinavo que amava tanto sua mulher que quase disse isso para ela?”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com frequência é uma característica familiar onde se considera “feio” demonstrar, falar sobre ou agir conforme seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral as pessoas inibidas emocionalmente são aparentemente controladas, tristes e reservadas. E como costumam ter muita raiva contida podem ser hostis e ressentidas.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum uma pessoa inibida emocionalmente procurar relacionamento com pessoas impulsivas, desinibidas ou intensas, pois sentem-se como se esta pessoa lhe desse “permissão” para ser diferente do que costuma ser, mas muitas vezes as mesmas características que os atraiu acaba sendo o motivo de separação, onde o emotivo despreza o reservado e este desdenha o primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que o inibido emocionalmente tente humilhar os que expressam seus sentimentos tanto por sentir vergonha alheia como de si mesmo por manifestar emoções normais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamento</h2>
<p style="text-align: justify;">O objetivo pode ser o de ajudar estes pacientes a serem mais expressivos e espontâneos emocionalmente. É possível que o psicólogo ajude a discutir e expressar muitas das emoções que suprime.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/inibicao.html</p>
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		<title>Dicas para fazer o exame de direção!</title>
		<link>https://casule.com/blog/dicas-para-fazer-o-exame-de-direcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 20:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manter a calma e conhecer o percurso são fundamentais para ter sucesso A ideia de passar pelo exame de direção para conquistar a sonhada carteira de habilitação faz muitas pessoas suarem frio. Esse é o momento em que todos os conhecimentos adquiridos na autoescola são colocados em prática e cada seta é avaliada. Apesar de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Manter a calma e conhecer o percurso são fundamentais para ter sucesso</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de passar pelo <strong>exame de direção</strong> para conquistar a sonhada <strong>carteira de habilitação</strong> faz muitas pessoas suarem frio. Esse é o momento em que todos os conhecimentos adquiridos na autoescola são colocados em prática e cada seta é avaliada. Apesar de o circuito ser simples, o índice de reprovação é alto. De acordo com o Detran MG, por exemplo, apenas 35% dos candidatos são aprovados em Belo Horizonte. Confira algumas dicas para se sair bem</p>
<h2 style="text-align: justify;">Prova prática do Detran: dicas</h2>
<p style="text-align: justify;">Peça ao seu instrutor para fazer o percurso da prova algumas aulas antes para que você conheça o caminho e adquira confiança. Durante esses trajetos, solicite que ele ressalte todos os pontos que o examinador vai avaliar (seta, baliza, parada). Assim você se acostuma a executá-los e, quando chegar na hora, vai agir de forma instintiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de fazer a <strong>prova da CNH</strong>, repasse mentalmente o caminho a ser percorrido e cada coisinha que você precisa fazer. Ao entrar no carro, confira a distância do banco, a posição dos espelhos e coloque o cinto de segurança. Mesmo que ache que os espelhos estão bem posicionados e que não é necessário mexer, sinalize para o avaliador que teve o cuidado de observar isso antes de sair. Também confira no painel se a luz do freio de mão está acesa. Se estiver, abaixe o freio totalmente e se certifique de que a luz apagou.</p>
<p style="text-align: justify;">Dê seta na hora de sair com o carro. Muitas pessoas se esquecem desse primeiro sinal e já saem com pontos a menos. Na hora de fazer a baliza, aja exatamente como o instrutor ensinou e utilize os macetes que foram treinados. Tentar alguma coisa nova certamente não é uma boa ideia. E, mais uma vez, não se esqueça da seta.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso no percurso haja uma placa de PARE, é necessário frear totalmente o carro e olhar para os dois lados antes de sair. Mesmo que você tenha certeza que dá para cruzar, a placa indica obrigatoriedade em parar 100% o carro, não só reduzir a velocidade. Desrespeitar essa regra elimina o candidato automaticamente da prova.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o percurso também é importante não deixar o carro morrer, mantê-lo estável (sem dar soquinhos) e evitar que ele volte na ladeira. Isso tudo é simples: lembre-se de manter a calma, já que aprendeu essas coisas na autoescola. Caso não se sinta preparada para a prova, uma dica é fazer algumas aulas extras para treinar mais e chegar ao percurso segura.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais importante do que tudo isso é confiar em você. Se está você está indo para a <strong>prova de direção</strong> é porque fez todas as aulas com esforço e dedicação e agora está preparada para passar pela avaliação. Mantenha a calma, pois o nervosismo pode fazer com que você se esqueça de fazer coisas básicas que aprendeu.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Faltas eliminatórias no exame de direção</h2>
<p style="text-align: justify;">Alguns deslizes fazem com que você seja automaticamente eliminada. Veja quais são e fique atenta.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Não parar no semáforo ou na sinalização de parada obrigatória;</li>
<li style="text-align: justify;">Avançar na calçada;</li>
<li style="text-align: justify;">Não colocar o veículo na área delimitada para baliza em no máximo três tentativas</li>
<li style="text-align: justify;">Avançar sobre a área delimitada para a baliza ao estacionar o veículo;</li>
<li style="text-align: justify;">Andar na contramão;</li>
<li style="text-align: justify;">Não completar todas as etapas;</li>
<li style="text-align: justify;">Provocar acidente durante o exame;</li>
<li style="text-align: justify;">Exceder a velocidade máxima permitida;</li>
<li style="text-align: justify;">Cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza gravíssima.</li>
</ul>
<div class="caption_attachment aligncenter"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-4776" src="https://www.bolsademulher.com/sites/www.bolsademulher.com/files/decarona/2014/11/Infografico-CNH.png" alt="Crédito: Bolsa de Mulher" width="600" height="800" /></div>
<div class="caption_attachment aligncenter"></div>
<div class="caption_attachment aligncenter">FONTE:http://www.bolsademulher.com/de-carona/dicas-para-fazer-o-exame-de-direcao</div>
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		<title>Como obter autocontrole?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-obter-autocontrole/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 20:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[autocontrole]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autocontrole. Aí está uma palavra ruim. Quando lhe dizem “autocontrole”, qual é a primeira coisa na qual você pensa? Em ter força de vontade? Ou talvez em continuar fazendo algo apesar das adversidades? Possivelmente a maioria pensará em uma total autodeterminação do indivíduo sobre as suas ações, como se o indivíduo escolhesse facilmente entre um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2576" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1.jpg" alt="raiva (1)" width="600" height="298" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1-300x149.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1-768x382.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1-610x303.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1-980x487.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1-480x239.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/raiva-1-600x298.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Autocontrole. Aí está uma palavra ruim. Quando lhe dizem “autocontrole”, qual é a primeira coisa na qual você pensa? Em ter força de vontade? Ou talvez em continuar fazendo algo apesar das adversidades? Possivelmente a maioria pensará em uma total autodeterminação do indivíduo sobre as suas ações, como se o indivíduo escolhesse facilmente entre um curso de ação ou outro. Justamente por isso autocontrole (self-control) é uma palavra ruim. Explico melhor a seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem já passou por uma situação em que era difícil se comportar de uma forma autocontrolada sabe como, muitas vezes, escolher um determinado curso de ação pode ser mais difícil do que parece. Aquele relatório ou trabalho que você tem que fazer e, apesar de já ter se proposto a fazê-lo várias vezes, sempre acaba realizando alguma outra atividade. Aquela dieta que você começou na segunda-feira e prometeu para si mesmo que iria durar um mês, e mal passou do primeiro final de semana. Aquele dinheiro que você tem pretendido guardar desde o ano passado para realizar uma viagem nas próximas férias, mas que até o momento não passou de uma lista de desejos ou promessa de ano novo. Autocontrole é uma palavra ruim, pois ela obscurece o fato de que nosso comportamento é determinado através de uma relação entre atividades do organismo e eventos do ambiente. A famosa frase de Skinner (1957/1958) define bem esta relação: “Os homens agem sobre o mundo e o modificam e, por sua vez, são modificados pelas consequências de sua ação.” (p.15).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-01.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2574" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-01.jpg" alt="autocontrole-01" width="600" height="438" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quando alguém se comporta de forma autocontrolada, dificilmente a comunidade consegue identificar as variáveis que controlam o seu comportamento. Provavelmente foi por isso que nomeamos o tipo de contingência que gera um comportamento autocontrolado de auto (self) – controle (control). Em relação ao estudante ou empregado que passa horas estudando ou se dedicando ao trabalho, a que comportamento a comunidade tem acesso? Apenas ao comportamento de estudar, ler, escrever, redigir relatórios, entre outros. E no caso daquele amigo que mantém uma dieta rigorosa e uma rotina de exercícios? Temos acesso apenas ao comportamento de comer alimentos saudáveis, de ir à academia e realizar exercícios físicos. Parece mais difícil ainda explicar o comportamento de comprar uma casa, um carro ou fazer uma viagem. A comunidade possivelmente só tem acesso ao comportamento de comprar ou de visitar novos países. Como o indivíduo manipulou o seu ambiente para conseguir economizar o dinheiro necessário sem alterar a sua renda, geralmente permanece um mistério para a comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como as variáveis controladoras destes comportamentos não estão acessíveis aos outros, temos a impressão de uma total autodeterminação (o que usualmente chamamos de “força de vontade”). A crença em uma “força de vontade” pouco nos ajuda a prever, controlar, alterar ou até mesmo ensinar o comportamento autocontrolado. A nossa sociedade teve pouco sucesso em produzir estes comportamentos ao dizer as pessoas “tenha força de vontade!” ou “controle-se!”. É muito provável que, aqueles que apresentam comportamentos de autocontrole, conheçam muito bem as variáveis que controlam os seus comportamentos e sejam eficientes em manipulá-las de forma a aumentar ou diminuir a probabilidade do comportamento desejado. É assim que a Análise do Comportamento irá entender autocontrole.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um homem se controla ou escolhe um curso de ação, ele está se comportando (Skinner, 1953/2007). Comportamentos autocontrolados devem ser explicados da mesma forma que explicamos qualquer outro comportamento, ou seja, buscando variáveis que se situam fora do indivíduo. No entanto, nós frequentemente somos capazes de fazer algo em relação às variáveis que nos afetam. Segundo Skinner (1953/2007), podemos controlar nosso próprio comportamento do mesmo modo que controlamos o comportamento dos outros: manipulando as variáveis das quais o comportamento é função.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem que passa a tarde na biblioteca para estudar, pois sabe que em sua casa comportamentos de assistir TV, brincar com o cachorro ou conversar com os familiares tem a sua probabilidade aumentada, demonstra conhecimento das contingências que o controlam. Aquele que, ao se propor a realizar uma dieta, só vai ao supermercado saciado e abastece-se de alimentos saudáveis, diminui a probabilidade de ingerir alimentos altamente calóricos no futuro. Quando assinamos uma poupança automática, que transfere uma parcela do dinheiro da conta diretamente para a poupança no dia que recebemos o salário, comprometemos-nos com um curso de ação eliminando a possibilidade de gastar aquele dinheiro. Comportar-se desta forma frente a consequências conflitantes para uma mesma resposta é autocontrolar-se. Para que isto ocorra, é imprescindível conhecer as variáveis que controlam o seu comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Skinner (1953/2007) descreve um sistema intercruzado de respostas envolvidas no autocontrole. Uma resposta controladora (R1) afeta as variáveis de tal modo que modifica a probabilidade de outra resposta, denominada resposta controlada (R2). Para isso, a resposta controladora pode manipular qualquer uma das variáveis das quais a resposta controlada (R2) é função. É justamente por isso que existem diferentes formas de autocontrole.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudante citado, ao ir para a biblioteca (R1), retira-se da situação em que o comportamento do assistir TV, brincar ou conversar pode ocorrer (R2), diminuindo assim a sua probabilidade, ao mesmo tempo em que aumenta a probabilidade de estudar. Aquele que se propôs a realizar uma dieta manipula a sua privação e saciação, comendo em casa antes de ir ao supermercado (R1), de forma a diminuir a probabilidade de comprar alimentos calóricos (R2). Faz uma lista do que deve comprar (R1) para diminuir a probabilidade de passar na frente de setores de comida que não necessita (R2) e abastece a sua dispensa apenas com alimentos saudáveis (R1), o que aumenta o custo de resposta e, consequentemente, diminui a probabilidade de se ingerir alimentos calóricos (R2). Por fim, quando assinamos uma poupança automática (R1), retiramos o dinheiro da conta corrente removendo a situação que nos possibilita comprar objetos (R2).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-04.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2573" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-04.jpg" alt="autocontrole-04" width="600" height="337" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-04.jpg 700w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-04-300x168.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-04-610x342.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-04-480x269.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/autocontrole-04-600x337.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É pela dificuldade de acesso a resposta controladora (R1) que se atribui causas internas (“força de vontade”) ao comportamento de autocontrole. Não é de hoje o seguinte pensamento: aquilo que não podemos explicar parece-nos mágica. Para a análise do comportamento, autocontrole nada mais é do que: auto – o próprio indivíduo / controle – manipulando e alterando as variáveis das quais uma resposta é função, aumentando ou diminuindo a sua probabilidade de emissão.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mas então, pode a Análise do Comportamento ajudar a promover autocontrole?</h2>
<p style="text-align: justify;">Sim! Ao assumirmos que o comportamento é determinado, uma ciência do comportamento possibilita a identificação e manipulação das variáveis das quais o comportamento é função. Diante disso, o comportamento de autocontrole passa a poder ser ensinado não mais de forma acidental, como geralmente ocorre. A noção de controle Behaviorista Radical abre margem para o planejamento de uma sociedade que instala e mantém comportamentos de autocontrole de forma mais eficaz (Skinner, 1948/2004).</p>
<p style="text-align: justify;">Poderíamos abordar agora, que contingências dispostas pela nossa sociedade geram autocontrole, mas isto é assunto para outro texto. No momento, me limito a dizer que a sociedade: 1) Tem um papel importante ao dispor contingências de reforçamento para o comportamento autocontrolado e 2) Ensina-nos, através de perguntas, a atentarmos ao nosso próprio comportamento possibilitando a identificação das variáveis que os controlam. Passamos a nos conhecermos. E o autoconhecimento pode, e muito, facilitar comportamentos de autocontrole. Segundo Skinner (1974/2006):</p>
<p style="text-align: justify;">“[…] O autoconhecimento tem um valor especial para o próprio indivíduo. Uma pessoa que se tornou consciente de si mesma por meio de perguntas que lhe foram feitas está em melhor posição de prever e controlar seu próprio comportamento.” (p.31).</p>
<p style="text-align: justify;">É importante dizer que não precisamos descrever as contingências para sermos controlados por elas. No entanto, quando descrevemos as variáveis que controlam o nosso próprio comportamento, dizemos que somos conscientes deste comportamento. Da mesma forma, quando não descrevemos tais variáveis dizemos que somos inconscientes. Conhecer-se a si mesmo pode ser o primeiro passo para o autocontrole. Pensando naquele comportamento que você quer mudar: Quando e onde ele ocorre? (antecedente). Como você se comporta? Com que frequência este comportamento ocorre? (resposta). O que acontece em seguida? (consequência). Resumindo: o que será que controla este comportamento?</p>
<p style="text-align: justify;">REFERÊNCIAS</p>
<p style="text-align: justify;">Skinner, B. F. (1948/2004). Walden II: uma sociedade do futuro. 2. ed. São Paulo: EPU.</p>
<p style="text-align: justify;">Skinner, B. F. (1953/2007). Ciência e Comportamento Humano. São Paulo: Martins Fontes.</p>
<p style="text-align: justify;">Skinner, B. F. (1957/1978). O Comportamento Verbal. São Paulo: Cultrix: Ed. da Universidade de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Skinner, B. F. (1974/2006). Sobre o Behaviorismo. São Paulo: Cultrix.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://comportese.com/2015/03/autocontrole-a-analise-do-comportamento-pode-ajudar/</p>
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