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	<title>Editor de Conteúdo, Autor em Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>Editor de Conteúdo, Autor em Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como saber se seu filho está sofrendo com a ansiedade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-saber-se-seu-filho-esta-sofrendo-com-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2016 16:54:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medo, ansiedade e preocupações são comuns na infância. O que os pais devem tentar perceber é se a ansiedade seria uma apreensão normal ou se é algo que interfere significativamente na vida da criança, causando alterações comportamentais, interferências na rotina, dificuldades na escola, dentre outras consequências de uma ansiedade patológica. A ansiedade patológica pode se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Medo, ansiedade e preocupações são comuns na infância. O que os pais devem tentar perceber é se a ansiedade seria uma apreensão normal ou se é algo que interfere significativamente na vida da criança, causando alterações comportamentais, interferências na rotina, dificuldades na escola, dentre outras consequências de uma ansiedade patológica.</p>
<p>A ansiedade patológica pode se manifestar de forma física, cognitiva, emocional e comportamental. Dessa forma, incluem os seguintes sintomas: medo, angústia, inquietação, preocupações exageradas, insônia, irritabilidade, distraibilidade, desconcentração, sensação de falta de ar, taquicardia, náusea, boca seca, tontura, sensação de desmaio, dor no peito e tremores no corpo, comportamento de esquiva ou fuga e exploração do ambiente antecipando perigo ou ameaça. Os transtornos de ansiedade acometem crianças e adolescentes com uma prevalência entre 4 a 20% e podem ser subdivididos em quadros específicos. Os principais são: ansiedade de separação, ansiedade social, fobia específica e transtorno obsessivo-compulsivo.</p>
<p>A ansiedade de separação é o medo excessivo em relação ao estágio de desenvolvimento, de ficar longe dos pais ou quando são afastados de casa. As crianças se recusam a ir para a escola, ficam chateadas quando os pais saem para trabalhar e é comum elas ficarem andando atrás dos pais por toda a casa. Pode haver recusa a comparecer à escola ou acampamentos, visitar ou dormir na casa de amigos.</p>
<p>Já a ansiedade social é a apreensão quando a criança tenta interagir com outras pessoas ou quando é o foco da atenção de todos. Essas crianças são muito tímidas e costumam evitar as situações sociais, como conhecer pessoas novas, falar ao telefone, participar em sala de aula, associar a clubes e praticar atividades coletivas. Elas sentem medo de que os outros pensem mal a seu respeito, evitando as situações sociais.</p>
<p>A fobia específica se caracteriza por uma ansiedade significativa, injustificada e desproporcional provocada pela exposição a objetos ou situações temidos, frequentemente levando ao comportamento de evitação. As fobias podem ser classificadas em vários tipos. O tipo animal (medo de cobras, aranhas, insetos, gatos, lagartixas, ratos e pássaros); tipo ambiente natural (medo de tempestades, água e altura); tipo situacional (dirigir, elevadores, aviões, pontes). Outras fobias comuns são de sangue, injeção e ferimentos.</p>
<p>Já no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), a mente é invadida por pensamentos obsessivos de conteúdo catastrófico e a criança responde com a realização de compulsões na tentativa de afastar o medo de possíveis consequências desastrosas relacionadas a tais obsessões, como lavar as mãos a todo o momento, verificar excessivamente as portas, não usar roupas determinada cor, ficar aflito caso os objetos sobre a escrivaninha não estejam dispostos de uma determinada maneira, por exemplo.</p>
<p>O tratamento mais utilizado e eficaz para os transtornos de ansiedade tem sido a terapia cognitivo-comportamental (TCC) combinada ao acompanhamento psiquiátrico infantil. A TCC atua na mudança dos pensamentos distorcidos ansiogênicos, buscando o alívio da ansiedade através das alterações provocadas no modo como a pessoa se vê e se comporta no mundo e em suas relações, buscando sempre a harmonia entre seus pensamentos e sentimentos, tornando-a mais adaptada e funcional para seu ambiente.</p>
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		<title>Como a terapia cognitiva funciona?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-terapia-cognitiva-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 May 2016 00:14:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste vídeo, a partir de um recente workshop do Instituto Beck, o Dr. Aaron Beck descreve a teoria e conceitos cognitivo. Ele fornece exemplos para ilustrar como a TCC é utilizada para modificar a chave para crenças negativas e percepções.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste vídeo, a partir de um recente workshop do Instituto Beck, o Dr. Aaron Beck descreve a teoria e conceitos cognitivo. Ele fornece exemplos para ilustrar como a TCC é utilizada para modificar a chave para crenças negativas e percepções.</p>
<p><iframe width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/3CWBVou4VC0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Como a Terapia Cognitivo-Comportamental funciona?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-terapia-cognitivo-comportamental-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2016 13:52:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é o tipo de terapia que tem se mostrado mais eficaz no tratamento de diversos transtornos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, pânico, fobia social, fobias, compulsões e adições (vícios). Mas o que é a TCC? Em que ela é diferente das demais terapias? Aaron Beck era um psiquiatra e psicanalista que lecionava como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é o tipo de terapia que tem se mostrado mais eficaz no tratamento de diversos transtornos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, pânico, fobia social, fobias, compulsões e adições (vícios). Mas o que é a TCC? Em que ela é diferente das demais terapias?</p>
<p style="text-align: justify;">Aaron Beck era um psiquiatra e psicanalista que lecionava como professor na University of Pensilvania, no início da década de 60. Observando seus pacientes deprimidos, ele observou que pensamentos negativos ec renças distorcidas pareciam ser um aspecto central no discurso destes pacientes. Desenvolveu então um tratamento de curta duração cujo principal objetivo era identificar e questionar a veracidade dessas crenças. Para Beck, o que vinha primeiro na depressão era uma forma negativa de interpretar os acontecimentos. Ao interpretar eventos neutros de forma negativa, o paciente se sentia triste e desconfortável e, a partir daí, agia de forma a perpetuar essa depressão, com comportamentos depressivos (como ficar na cama o dia inteiro).</p>
<p style="text-align: justify;">A TCC nos ensina técnicas para melhorar nosso humor através da reestruturação da forma de processar informações<br />
Exemplificando, digamos que João, ao ser chamado atenção pelo seu chefe, teve o seguinte pensamento automático: “Eu faço tudo errado mesmo. Sou um fracassado.” A partir daí, passou o dia todo desanimado e quieto na sua mesa (reagiu com um comportamento depressivo e se isolou).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, o paciente deixou de considerar outras variáveis (o chefe podia estar sendo exigente demais) e fez uma generalização (“eu faço TUDO errado” ao invés de “eu não fiz ESTE trabalho da forma que meu chefe gostaria que eu tivesse feito”.)</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, ele concluiu automaticamente que, por ter cometido uma falha no trabalho, ele era “um fracasso”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se este paciente conseguisse pensar de forma mais funcional, ele perceberia que ter frustrado uma expectativa de seu chefe não significa que ele faz tudo errado e, muito menos, que é um fracassado. Não teria se sentido tão decepcionado e envergonhado e não teria tido a atitude de passar o dia isolado na sua mesa de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Beck acreditava, portanto, que, se conseguisse mudar os pensamentos negativos das pessoas com depressão, conseguiria melhorar o humor e o comportamento delas. Esse tipo de terapia foi denominada terapia cognitivo-comportamental (TCC). Podemos aprender a analisar os pensamentos para que eles funcionem a nosso favor</p>
<h2 style="text-align: justify;">CRENÇAS QUE NOS FAZEM SOFRER</h2>
<p>Começando na infância, as pessoas desenvolvem algumas crenças sobre si mesmas, os outros e o mundo. Essas crenças são extremamente arraigadas, de tal forma que a pessoa as aceita como verdades absolutas e nunca as questiona. Uma vez que essas crenças estejam estabelecidas, a pessoa tende a focalizar tudo o que comprova essas crenças e a descartar ou desconsiderar qualquer evidência que as contradiga.</p>
<p style="text-align: justify;"> Essas crenças se dividem em 3 grandes grupos:</p>
<p style="text-align: justify;"> 1-      <strong>Crenças de desamor</strong> (ninguém nunca vai me amar, não sou bom o bastante para ser amado, sempre vou ser rejeitado, vou morrer sozinho…)</p>
<p style="text-align: justify;"> 2-      <strong>Crenças de desamparo</strong> (sou muito frágil em um mundo perigoso, alguma desgraça vai me acontecer e sou impotente frente a isso, não posso contar com ninguém…)</p>
<p style="text-align: justify;"> 3-      <strong>Crenças de desvalor</strong> (não consigo fazer as coisas direito, não vou ter sucesso como as outras pessoas, sou um fracassado, não tenho valor, tenho muito mais defeitos do que os outros….)</p>
<h2 style="text-align: justify;">A TCC é menos “profunda” que outros tipo de terapia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não. Esse é um erro comum de quem não conhece a terapia cognitivo-comportamental.  A TCC tem resultados duradouros, porque modifica as crenças centrais do paciente sobre si mesmo e sobre o mundo, quando essas crenças são disfuncionais. Assim, a pessoa fica menos sujeita a cometer “erros” de interpretação que distorcem a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://psiquiatrarj.com.br/tema/terapia-cognitivo-comportamental-como-funciona/</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Como superar o desânimo e desconforto para estudar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-superar-o-desanimo-e-desconforto-para-estudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 16:10:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe aquele desconforto e indisposição que temos ao estudar determinados assuntos com os quais temos dificuldade ou resistência? Sabe aquela vontade de sair correndo da frente do livro ou da aula e “jogar tudo para o alto”? Você tem alguma estratégia para lidar com este fenômeno? É disto que trata o presente texto, propondo algumas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sabe aquele desconforto e indisposição que temos ao estudar determinados assuntos com os quais temos dificuldade ou resistência? Sabe aquela vontade de sair correndo da frente do livro ou da aula e “jogar tudo para o alto”? Você tem alguma estratégia para lidar com este fenômeno?</p>
<p style="text-align: justify;">É disto que trata o presente texto, propondo algumas saídas e estratégias para superar esta situação.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>primeiro passo</strong> importante passa pela compreensão do que ocorre. E para tanto, considero de grande importância e utilidade entender o fenômeno a partir da teoria da aprendizagem desenvolvida pelo grande e emblemático Jean Piaget. Não é a toa que Piaget foi quem foi, um dos maiores nomes da história em termos de teorias da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Piaget a aprendizagem ocorre por meio de um processo que envolve três etapas, as quais correspondem à Assimilação, Acomodação e Equilibração (PORTILHO, Evelise. Como se aprende? . Rio de Janeiro: Wak, 2009, pág 41).</p>
<p style="text-align: justify;">A Assimilação é o primeiro momento de contato com o conteúdo a ser estudado. E nisto checamos o novo conhecimento com aquilo que temos apropriado. Afinal, nada vem do nada.Neste momento vem o desequilíbrio, a dificuldade, a angústia, o desgaste decorrente do esforço intelectual e cognitivo. No segundo momento, ou seja, na Acomodação, passamos a dominar o objeto de conhecimento e se apropriar do conteúdo, o que dá lugar à etapa seguinte, correspondente à Equilibração.</p>
<p style="text-align: justify;">Daí podemos entender o que acontece na prática dos estudos. Quando estamos passando por aquela sensação de dificuldade e angústia, estamos na fase de Assimilação. E quando conseguimos entender o conteúdo e dominá-lo, chegamos à Acomodação, que dá lugar à Equilibração. Sabe aquela sensação de bem estar que temos quando entendemos a matéria? Então, é isto!</p>
<p style="text-align: justify;">Inclusive esta sensação decorre de interações no plano bioquímico, envolvendo a atuação de mecanismos dopaminérgicos. Daí porque aprender pode dar prazer!</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, depois teremos outra experiência de Desequilibração, que se confunde com uma nova etapa de Assmilação, em relação a um novo conteúdo que precisamos dominar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, este processo é cíclico, dialético e interminável. Graças a Deus! Sinal de que estamos vivos!</p>
<p style="text-align: justify;">Diante de todas estas compreensões, o primeiro aspecto importante é entender e tomar consciência do fenômeno. Quem explica não sou eu, é Piaget! E por isto digo que a verdade nos liberta, pois permite a tomada de consciência. Por isto a minha crítica aos “especialistas” em preparação para concursos (sem especialização) que trabalham fundamentados no achismo ou na autoajuda de almanaque.</p>
<p style="text-align: justify;">É bem verdade que também podemos recorrer a outras estratégias, inclusive para minimizar esta tensão inerente à fase de Assimilação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas tendo a compreensão do fenômeno, nos momentos de dificuldade e angústia, devemos lembrar que isto só ocorrerá até superarmos a Assimilação. E que depois, após a Acomodação, experimentaremos uma prazerosa sensação regada a neurotransmissores geradores de satisfação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que me vem esta sensação, a qual gera desânimo e resistência, tento seguir adiante sabendo que isto só ocorre até superar esta etapa.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim devemos seguir em frente e não desistir. Se desistir, estamos nos privando de passar à etapa seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, boa busca de Equilibração e superação da Assimilação!</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:http://www.concursospublicos.pro.br/duvida-do-candidato/como-superar-o-desanimo-e-desconforto-para-estudar</p>
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		<title>Relacionamentos abusivos</title>
		<link>https://casule.com/blog/relacionamentos-abusivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2016 02:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo mundo já ouviu falar de relacionamentos abusivos. O primeiro cenário que vem à mente quando se trata desse assunto é do relacionamento fisicamente agressivo, certo? A palavra “abuso” remete muito ao contexto do abuso sexual ou de agressão, mas, na verdade, existem mais variações de abusividade dentro de um relacionamento e algumas são, talvez, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todo mundo já ouviu falar de relacionamentos abusivos. O primeiro cenário que vem à mente quando se trata desse assunto é do relacionamento fisicamente agressivo, certo? A palavra “abuso” remete muito ao contexto do abuso sexual ou de agressão, mas, na verdade, existem mais variações de abusividade dentro de um relacionamento e algumas são, talvez, até mais frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema dessas variações de abusos nos relacionamentos é que muitas se tornam um pouco complicadas de serem identificadas. A pessoa que é vítima do abuso geralmente não enxerga a situação ou simplesmente se recusa a admitir que sua pessoa amada seja um agressor abusivo. O fator que ajuda a mascarar essas variações é o quão sutis e disfarçadas elas acontecem no dia a dia. Isso é duplamente verdade no caso de relacionamentos entre adolescentes, porque nesses momentos de “primeiro amor” é normal valorizar a intensidade e a paixão acima de tudo; achar que o relacionamento tem que ser épico, dramático, que nem os filmes e livros românticos te fazem acreditar. Além disso, as imagens de relacionamento abusivo mais divulgadas não são de adolescentes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sinais de abusos em relacionamentos</h2>
<p style="text-align: justify;">Nós sabemos que dói chegar à conclusão de que você está sendo vítima de abuso. Dói, mas é um mal necessário. O primeiro passo é identificar o abuso e então se livrar do que te prende a isso. Entretanto, é mais fácil falar do que fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes você não consegue sair desse namoro/casamento/situação e os motivos são os mais diversos: medo da reação da outra pessoa, medo de ficar sozinha, esperança de que a pessoa vai mudar, ou porque você simplesmente ama a outra pessoa e, quando a gente ama, tentamos o máximo para manter a pessoa por perto. O que você precisa entender é que o amor não suporta o sofrimento constante. Não vale a pena se permitir sofrer desse jeito porque você ama a pessoa. Quando ela abusa de você, sua atitude é a maior prova de que o amor não é recíproco. Amor não sufoca, não controla, não humilha, não abandona, não machuca, não faz pressão psicológica, não ameaça, não agride, não mente. Isso é abuso, amor é outra coisa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O abuso pode tomar várias formas:</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Violência sexual:</strong> a pessoa te força a fazer qualquer tipo de ato sexual (qualquer MESMO; sim, beijo conta, sim, qualquer tipo de toque que não te agrade conta) quando você não quer/não está pronta; faz chantagem emocional para que você pratique qualquer tipo de ato sexual (ex: dizer que fazer um ato x é demonstração de amor, e que se você o ama você não deveria ter problema em fazê-lo); se aproveita de quando você está bêbada/em estado alterado para insistir em atos que você negou; não respeita o teu “não” em situações sexuais; acredita que, em um relacionamento romântico e sexual, você tem a obrigação de praticar qualquer ato sexual sempre que a pessoa deseja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Violência física:</strong> a pessoa te bate, chuta, ou te ataca fisicamente; te ameaça fisicamente, com ou sem armas; joga objetos na tua direção durante brigas, ou destrói objetos; tende a demonstrar comportamento violento quando com raiva (mesmo que não chegue a te bater); te segura com força, te empurra ou te impede fisicamente de ir a algum lugar, sair de algum lugar, ou fazer algum movimento; se machuca fisicamente de propósito, culpando você pelo sofrimento emocional em que se encontra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Violência emocional:</strong> a pessoa te xinga; mente, trai, descumpre acordos; reage violentamente se você faz qualquer coisa que a própria pessoa fez sem demonstrar remorso; reage desproporcionalmente a qualquer coisa que a desagrade, mesmo que pareça não fazer sentido; age de forma punitiva quando você faz qualquer coisa que a desagrade (ex: exigindo que você peça desculpas exageradamente, que você “pague” ou “se redima” pelo que fez, pedindo supostas provas de amor e sacrifícios em troca de perdão); controla com quem você anda, o que faz, o que veste (este controle pode ir desde demonstrar desaprovação, reclamando dos teus amigos, das tuas roupas, das tuas escolhas, a impedir fisicamente/com ameaças que você veja certas pessoas/vista certas roupas/faça certas coisas); controla o teu uso de dinheiro (ex: exigir que você pague por tudo, criticar excessivamente os teus gastos pessoais, pedir dinheiro e bens materiais como provas de amor); viola tua privacidade, lendo tuas mensagens e e-mails, mexendo nas tuas coisas, frequentemente aparecendo sem avisar no teu local de estudo, trabalho ou residência; faz questão de saber onde você está, e com quem, a cada momento, pedindo detalhes; te critica, humilha, age como se tuas opiniões e conquistas não fossem importantes; tenta te virar contra tua família e amigos, especialmente se estes já repararam no abuso e portanto não aprovam o relacionamento; ameaça se machucar/se matar.</p>
<p style="text-align: justify;">E estes são só alguns exemplos! O relacionamento pode ser abusivo de inúmeras formas, e o que mais importa é o sentimento da vítima: se você tem medo da pessoa com quem se relaciona, se você evita dizer ou fazer certas coisas com medo da repercussão, ou sente que está presa numa situação sem saída, o relacionamento é abusivo, e o melhor a fazer é sair. Infelizmente, sair de um relacionamento abusivo não é fácil.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por que as mulheres sentem tanta dificuldade em sair de um relacionamento abusivo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo o livro de John Shore, Seven Reasons Women Stay in Abusive Relationships (and how to defeat each one of them)1, as razões mais comuns pelas quais as mulheres mantém um relacionamento abusivo são:</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 1: o medo de recriar sua identidade. As mulheres que estão em um relacionamento abusivo, geralmente são muito dependentes, seja qual for o sentido, da pessoa que está em sua vida.2 Ela volta seu eu em torno do outro. A partir do momento que esse outro não existir mais, ela terá de se voltar a si mesma e, por mais que quem vê de fora acredite ser a melhor coisa, para a vítima não é. John diz que quando uma vítima desse tipo de situação decide dar um basta, é uma espécie de cura não somente pra si mesma, mas também para todos aqueles que estão ao seu redor. Eis os motivos: a) serve de encorajamento ao próximo; b) é uma forma de refutar a imagem da mulher como um modelo padrão de vitimização; c) mostra à pessoa agressora que seu comportamento não é aceitável; d) tira a vítima da eterna esperança de que ela pode mudar a pessoa agressora pois é algo que dificilmente vá acontecer; e) você só tem uma vida, não a desperdice com quem te faz mal, reaja; f) você está no controle da sua vida, a escolha é sua, percorrer o caminho doloroso de salvar a si mesma ou sofrer até morrer ao lado de uma pessoa que te abusa.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 2: medo do desconhecido. Algumas mulheres não querem trocar o certo pelo duvidoso, ainda que o  “certo” seja errado. Há quatro motivos principais para esse medo acontecer: a) poderia ser pior; b) não estar habituada a ficar sozinha; c) medo de nunca mais achar outra pessoa; d) medo de não se manter financeiramente. Poderia ser pior ficar sozinha? Absolutamente não. Sabe o ditado “antes só do que mal acompanhada”? Maior verdade. Não fique tentando pesar prós e contras, pois se você teve de chegar a esse ponto, provavelmente é porque não vale a pena. Se valesse, você já saberia de cara, sem precisar pensar se aquele sábado que a pessoa te tratou tão bem e te comprou flores não compensa a humilhação que te faz passar no domingo quando você deu um abraço em um amigo de longa data na rua. Se o medo for de nunca mais arrumar outra pessoa, saiba que você não precisa de ninguém. Simples assim. A sua felicidade tem que vir de você mesma. E jamais se mantenha em uma situação de abuso por medo de não ter dinheiro suficiente. Recorra aos familiares, amigos, procure um emprego melhor, faça qualquer coisa, porque qualquer coisa é melhor do que ser maltratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 3: vergonha dos outros. O que é esse medo? É aquele pavor básico que algumas mulheres sofrem de admitir para a família e amigos que seu relacionamento não foi bem sucedido. Ninguém vai estar lá para tomar seu lugar quando seu parceiro começar a te humilhar, bater ou pegar seu dinheiro. Portanto, você não deve nada a ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 4: pressão de ser como os seus pais. Seus pais casaram aos 18 anos, tiveram 4 filhos, estão casados há mais de 30 anos e são felizes. Os valores da família, do sagrado casamento, foram ensinados a você desde pequena e você quer segui-los, você quer ser a filha que foi criada para ser. Então você não se divorcia porque precisa ser forte, o padre disse “até que a morte os separe”, certo? Certíssimo… isso só está custando a sua vida. Você não é a cópia dos seus pais, você não tem que repetir padrão algum. Se seus pais estão felizes casados há tanto tempo, faça a si mesma o favor de tomar como inspiração e procurar alguém que te faça feliz. Casamento por si só não significa nada. Mulher completa não precisa de uma aliança no dedo, precisa é ser feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 5: você ama as características amáveis que a pessoa tem. Se amor fosse simples, já teriam esgotado os roteiros de filmes. Amor é coisa complicada mesmo. A pessoa te bate, mas é “só” de vez em quando só e poxa, você ama o jeito que ela fala, você ama os abraços ela, vocês têm uma ótima química no sexo. A pessoa vale a pena. Só tem esse probleminha, mas… né. Por amor, tudo vale a pena. BEEEEEEP. Errado. Por amor só vale o amor. Agredir não é amor, é violência. Humilhar, xingar, ameaçar não é amor. Amor de uma via só não sustenta um relacionamento. Desculpa, eu sei que você ama aquela pessoa, mas lamento informar que não é reciproco. Quem ama cuida, quer ver o bem do outro. Clichê, mas verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 6: não acreditar que a pessoa é assim. Muitas mulheres não enxergam que o comportamento abusivo faz parte da personalidade da pessoa. É quem ela é. Não é um vírus que é acionado quando a pessoa fica muito muito irritada e toma conta dela, como se ficasse inconsciente e o mal a possuísse. A pessoa é responsável pelas agressões e abusos SIM. Aceite, quem está nesse relacionamento com você É uma pessoa abusiva. Essa característica faz parte da pessoa, não vai sumir do nada numa bela manhã de sol em julho.</p>
<p style="text-align: justify;">Razão 7: a pessoa mente; diz que vai mudar, diz que nunca mais vai acontecer, diz que não sabe o que deu nela, pede desculpa, se transforma na pessoa mais amorosa do mundo nos dias seguintes até que age abusivamente mais uma vez. É um loop eterno. A pessoa não vai mudar, justamente pelo exposto na razão nº 6: a pessoa é assim. Quanto mais cedo você aceitar isso, menos lesada sairá desse relacionamento tóxico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estou num relacionamento abusivo, quero sair dele. E agora?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma fórmula única, assim como não existe um único tipo de abuso. Alguns relacionamentos são mais fáceis de se livrar do que outros, dependendo do nível de dependência (emocional, econômica, social). O caminho mais indicado é procurar todo o apoio possível (de amigos e familiares confiáveis, que você sabe que estarão sempre do teu lado), e cortar todos os laços com a pessoa que te abusava. Isso não é fácil, e normalmente não se faz da noite para o dia, exatamente por conta da dependência: você pode depender da pessoa para apoio emocional, por razões práticas e financeiras (se, por exemplo, vocês moram juntos), por razões sociais (se vocês estudam juntos, e têm um grande grupo de amigos em comum, por exemplo)… O jeito é tentar encontrar esse apoio em canais diferentes: ligar para a melhor amiga quando pensar em ligar para o ex; ficar na casa de algum amigo ou parente, se possível, caso precise sair de onde mora; ativar todos os canais de segurança possíveis se sentir que está em perigo (se a pessoa ainda tiver acesso a você e for perigosa, insistir em te ver, aparecer onde você está, continuar tentando entrar em contato; tudo isso é comum em casos de abuso).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando você conseguir sair de vez, é possível que os problemas não acabem com o fim do relacionamento. A pessoa abusiva é imprevisível, e pode insistir por um tempo; você pode continuar com medo não só de quem te abusou, mas de futuros relacionamentos; você pode ter reações intensas a coisas que te lembrem o trauma (ficar especialmente sensível a possibilidades de violência, por exemplo); você pode pensar em voltar; você pode, de fato, voltar – o que esperamos que não aconteça, mas acontece com frequência, e você não deve se sentir fraca por isso –; você pode sofrer de sintomas de estresse pós-traumático. Mesmo assim, tudo isso será melhor do que continuar sofrendo o abuso, e, se você puder, procure ajuda para superar o trauma e o sofrimento dele decorrente.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.revistacapitolina.com.br/relacionamentos-abusivos/</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Efeitos do uso excessivo da internet e dos videogames sobre a memória</title>
		<link>https://casule.com/blog/efeitos-do-uso-excessivo-da-internet-e-dos-videogames-sobre-memoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 17:24:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe-se que a grande maioria dos adolescentes dispendem um tempo expressivo de seu dia (principalmente à noite) utilizando videogames, celulares, internet e eletrônicos de todos os tipos, na intimidade de seu quarto, inclusive quando deitados, o que retarda de maneira significativa a entrada no ciclo do sono. Já é bem documentado que o sono é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sabe-se que a grande maioria dos adolescentes dispendem um tempo expressivo de seu dia (principalmente à noite) utilizando videogames, celulares, internet e eletrônicos de todos os tipos, na intimidade de seu quarto, inclusive quando deitados, o que retarda de maneira significativa a entrada no ciclo do sono.</p>
<p style="text-align: justify;">Já é bem documentado que o sono é vital na manutenção do equilíbrio e do bem-estar, além de ocupar um papel fundamental na consolidação e performance da aprendizagem e da memória.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja só: os videogames aumentam de maneira expressiva algumas variáveis metabólicas e fisiológicas, incluindo uma grande estimulação no sistema nervoso central.  Diferentemente, por exemplo, de outras plataformas onde se interage de maneira mais relaxada, nos games se registra o aumento dos batimentos cardíacos, da pressão sanguínea, respiração, supressão momentânea de alguns processos digestivos, dentre outros, o que interfere pontualmente na qualidade do sono subsequente. (1)</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas concepções entendem que um alto nível de emoções – a exemplo do que é vivido nos jogos virtuais – pode prejudicar, inclusive, o processo de aprendizagem. Como o conhecimento adquirido ao longo do período de vigília ainda está sob consolidação, a intensidade emocional decorrente dessa estimulação noturna pode interferir de maneira significativa na capacidade de nossos jovens. Como os games produzem desafio, surpresas, excitação e, principalmente, a frustração, todas essas alterações são acompanhadas de importantes mudanças fisiológicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos de PET SCAN (tomografia por emissão de pósitrons) mostraram uma expressiva liberação de dopamina e norepinefrina durante o uso de videogames, o que, diga-se de passagem, são os mesmos neurotransmissores envolvidos no processo de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa pesquisa com crianças em idade variando entre 10 e 14 anos, evidências demonstraram que apenas uma noite com restrições de sono já seria o suficiente para enfraquecer as funções cognitivas de maneira importante. (2)</p>
<p style="text-align: justify;">Entende-se que durante as fases do sono REM (movimento rápido dos olhos) e do sono de ondas lentas é que se daria a consolidação do processo no qual a memória do cotidiano seria fixada. (3)</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, uma vez que os videogames reduzem a quantidade do sono de ondas lentas, a consolidação da memória fica então seriamente prejudicada. (4)</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, uma vez que mais tempo de frente ao vídeo pressupõe menor tempo destinado às atividades físicas – que tem uma das consequências afetar positivamente as estruturas cerebrais e melhorar as performances acadêmicas (concentração etc) -, estima-se que essa redução poderia também afetar a saúde física ao aumentar o cansaço e reduzir conjuntamente a prontidão atencional dos jovens no dia seguinte.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conclusão</h2>
<p style="text-align: justify;">Por que será então que os problemas na escola e a baixa performance acadêmica estão se tornando cada vez mais frequentes junto aos adolescentes? Apenas decorrente das questões pedagógicas da escola é que não é, correto?…</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais deveriam hoje, mais do que nunca, procurar saber o que ocorre na vida digital de seus filhos e, assim, ajudar a zelar por uma melhor qualidade de vida de nossos pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é apenas porque estão na segurança “do quarto” e “entretidos” que as coisas necessariamente estão indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Pense nisso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Referências</h2>
<p style="text-align: justify;"> (1) Wang X, Perry AC. (2006). Metabolic and Psysiologic Response to Video Game Play in 7- to 10-year old boys.       Arch Pediatr Adolesc Med, 160:411-415.</p>
<p style="text-align: justify;">(2) Radazzo AC, Muehlback MJ, Schweitertzer PK, Walsh JK. (1998). Cognitive Function Following Acute Sleep Restriction In Children ages 10-14. Sleep, 21:861-868.</p>
<p style="text-align: justify;">(3) Hasselmo ME. (1999). Neuromodulation: Acetylcholine and Memory Consolidation. Trends Cogn Sci, 3:351-359.</p>
<p style="text-align: justify;">(4) Dworak M, DiplSportwiss, Schierl T, Bruns T, Struder HK. (2007). Impact of Singular Excessive Computer Game and Television Exposure on Sleep Patterns and Memory Performance of School-Aged Children. Pediatrics, 120:978-985</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2016/04/11/efeitos-do-uso-excessivo-da-internet-e-dos-videogames-sobre-a-memoria/</p>
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		<title>Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Causas, Sintomas e Tratamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-ansiedade-generalizada-tag-causas-sintomas-e-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 22:15:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas que sofrem de transtorno de ansiedade generalizada (TAG) exibem ansiedade excessiva e preocupam-se com múltiplos eventos ou atividades na maioria dos dias da semana. Embora não seja incomum experimentar o stress, ocasionalmente, as pessoas que sofrem com TAG raramente obtêm alívio das suas preocupações. Apesar de alguns dos sintomas poderem ser semelhantes aos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pessoas que sofrem de transtorno de ansiedade generalizada (TAG) exibem ansiedade excessiva e preocupam-se com múltiplos eventos ou atividades na maioria dos dias da semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora não seja incomum experimentar o stress, ocasionalmente, as pessoas que sofrem com TAG raramente obtêm alívio das suas preocupações.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de alguns dos sintomas poderem ser semelhantes aos de uma fobia, o TAG não está associado a uma situação ou coisa específica. Há um mal-estar que lança uma sombra sobre todas as atividades da vida do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora não seja tão intensa como um ataque de pânico, dura muito mais tempo e quase não dá paz ao paciente. Quem sofre de TAG descreve o transtorno como uma sensação de estar &#8220;ligado&#8221; o tempo todo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas do TAG</h2>
<p style="text-align: justify;">Enquanto as pessoas que sofrem de TAG se preocupam com as mesmas coisas que as outras pessoas se preocupam &#8211; relacionamentos, dinheiro, saúde, trabalho, etc. &#8211; eles têm um nível muito mais elevado de preocupação que é quase constante.</p>
<p style="text-align: justify;">O nível de preocupação não está em sintonia com a realidade e é muito acentuado. A maioria das pessoas com TAG percebe que as suas preocupações são exageradas, mas não consegue livrar-se da sua ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas geralmente aparecem lentamente, geralmente entre a infância e a meia idade, mas podem ocorrer a qualquer momento. Em alguns casos, um grande evento de vida, como uma mudança na saúde ou uma transição de vida, como um divórcio, podem desencadear o transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas tendem a ser constantes mas podem ser agravados durante períodos de stress. O que define a preocupação de que sofre de TAG além das preocupações normais é que a preocupação é intrusiva, excessiva, debilitante e persistente, durando mais de seis meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de comportamento, o TAG pode causar dificuldade de concentração ou focalização, e uma incapacidade em relaxar, aproveitar o tempo, ou ficar sozinho. A fadiga, náuseas e dores de cabeça são alguns dos sintomas físicos. Alguma experiência de afrontamentos, tremores, sudorese e impulsos frequentes para ir ao banheiro também podem ocorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">A insónia é outro sinal, porque as pessoas com a doença muitas vezes sentem-se como se não pudessem parar a sua mente. Pessoas com TAG também são nervosas, inquietas e assustam-se facilmente, tendo sempre uma sensação de estar no limite.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como as pessoas com transtorno do pânico, os pacientes com TAG têm dificuldade nas tarefas diárias. No entanto, as pessoas com TAG não são tomados por um medo avassalador, mas uma ansiedade generalizada de nível mais baixo levando-os a evitar até mesmo tarefas simples.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Causas do TAG</h2>
<p style="text-align: justify;">O TAG afeta milhões de adultos em todo o mundo, atingindo duas vezes mais mulheres que homens. Isso traduz-se em cerca de 3,1 por cento da população que sofre com a doença, e cerca de um terço dos casos pode ser classificada como grave. [Porque as doenças mentais persistem nos humanos]</p>
<p style="text-align: justify;">Como acontece com todos os problemas de saúde mental, constitui tipicamente uma combinação de fatores biológicos e ambientais. Um desequilíbrio de substâncias químicas cerebrais que ocorrem naturalmente, tais como a serotonina, dopamina e norepinefrina, são frequentemente vistas em pessoas com TAG e podem ser um indicador de uma propensão a desenvolver a doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Um desequilíbrio destas substâncias químicas, chamadas neurotransmissores, pode afetar a estabilidade emocional e o bem-estar mental. Perseverar um trauma, especialmente durante a infância, pode ter uma associação ao TAG.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqueles que sofreram abuso ou trauma, incluindo assistir a um evento traumático, enquanto criança, estão em maior risco de desenvolver transtorno de ansiedade generalizada mais tarde na sua vida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Associação ao vício</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitos que sofrem de TAG utilizam álcool, tranquilizantes ou outras drogas para acalmar os seus nervos e proporcionar-lhes algum alívio. O fato de que poucas pessoas com TAG recebem tratamento sugere que muitos são auto-medicados.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de haver um alta taxa de comorbidade (TAG e abuso de substâncias ocorrem juntos) normalmente o TAG estava presente antes do vício. Existe muito pouca evidência de que o TAG seja induzido por abuso de substâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente aqueles que sofrem de TAG e outros transtornos de ansiedade têm baixa auto-estima, que é um fator de abuso de substâncias. Há um alto nível, entre os sofredores de TAG, de abuso de drogas de prescrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos formam tolerância a alguns dos medicamentos que foram dados para tratar os sintomas físicos, levando-os a visitar vários médicos à procura de prescrições. Os pacientes também são aconselhados a evitar a cafeína e alguns medicamentos para a gripe podem agravar os sintomas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamento do TAG</h2>
<p style="text-align: justify;">O TAG pode ser difícil de diagnosticar, porque são os sintomas, como insónia ou dor de cabeça, que fazem com que alguém procure atendimento médico. Estima-se que menos da metade das pessoas que vivem com TAG recebam tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como acontece com muitos problemas de saúde mental, alguns pacientes respondem à psicoterapia, outros são ajudados com medicamentos, e outros ainda precisam de uma combinação de tratamentos para alcançar o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitiva, que ensina ao paciente novas formas de reagir a situações, pode ajudar a reduzir a ansiedade e a preocupação. Muitos também encontrar grupos de auto-ajuda e de apoio benéfico para compartilhar os seus desafios e discutir mecanismos de <em>coping</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista da intervenção farmacológica, os medicamentos ansiolíticos (contra a ansiedade) e antidepressivos são os dois tipos mais comuns de medicamentos usados ​​para tratar o transtorno de ansiedade generalizada.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.ciencia-online.net/2014/06/transtorno-de-ansiedade-generalizada.html</p>
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		<title>Efeitos da Terapia Cognitivo-Comportamental no Cérebro</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-identificar-o-transtorno-humor-bipolar-em-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 13:13:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como sabemos, o cérebro humano apresenta uma extrema capacidade de mudança, isto é, decorrente de estimulações vindas do ambiente, da aprendizagem e, finalmente, das emoções, nossas estruturas cerebrais reagem prontamente a vários tipos de situações. Assim, diferentemente do que se sabia décadas atrás, nosso cérebro está em constante interação com o meio ambiente, sendo afetado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como sabemos, o cérebro humano apresenta uma extrema capacidade de mudança, isto é, decorrente de estimulações vindas do ambiente, da aprendizagem e, finalmente, das emoções, nossas estruturas cerebrais reagem prontamente a vários tipos de situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, diferentemente do que se sabia décadas atrás, nosso cérebro está em constante interação com o meio ambiente, sendo afetado de uma maneira ininterrupta através das experiências que temos em nosso cotidiano. Portanto, longe de ser uma estrutura finalizada, nossa mente e nosso cérebro estão em profunda e contínua transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo foi demonstrado por uma investigação junto a motoristas de taxi da cidade de Londres. Como se sabe, para se desempenhar bem essa função, os motoristas devem, obrigatoriamente, memorizar cerca de 320 rotas que passam pela referida cidade, composta por aproximadamente 25 mil ruas e mais de 20 mil locais de interesse público. (1)</p>
<p style="text-align: justify;">Comparados a um grupo controle (o de não motoristas), investigações de ressonância magnética no cérebro mostraram um aumento expressivo do volume do hipocampo posterior – região associada à memória, comprovando assim a capacidade de mudança do cérebro dos taxistas, o que ocorreu, inclusive, na fase adulta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A investigação</h2>
<p style="text-align: justify;">Tendo isso em mente, um grupo de pesquisadores procurou verificar como psicoterapia cognitivo-comportamental poderia afetar o volume do cérebro e sua atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o foco se concentrou em pacientes com ansiedade social – um dos problemas mais comuns de saúde mental.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo recrutou 26 indivíduos que foram tratados com terapia cognitivo-comportamental (fornecidas através de orientações dadas pela internet) por um período de nove semanas. (2)</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, antes e depois do tratamento, os cérebros dos pacientes foram examinados por ressonância magnética.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado foi bem interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais expressiva foi a melhora registrada junto aos pacientes tratados, menor fora o tamanho da amídala ao final da intervenção em psicoterapia, se comparado ao grupo controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que a amídala cerebral é aquela região associada com a manifestação das emoções, ou seja, quanto maior for o volume da amídala cerebral, nos casos de ansiedade social, maior será a severidade dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, após o tratamento, verificou-se uma reorganização importante, o que resultou em um menor volume da substância cinzenta e da responsividade neuronal das amídalas, contribuindo para um menor nível de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo sugere então que a redução do volume da amídala propiciou uma redução expressiva e direta da atividade cerebral dos pacientes tratados com a psicoterapia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conclusão</h2>
<p style="text-align: justify;">É por essa e tantas outras razões que a psicoterapia moderna pode ser denominada como aquela que oferece, efetivamente, uma “fala curativa” aos pacientes. Com direito, inclusive, a alterações cerebrais significativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora exista hoje um número expressivo de pessoas que ainda é bastante refratária a esse tipo de tratamento, a psicoterapia cognitivo-comportamental – considerada padrão ouro para tratar 85% dos problemas de saúde mental -, ainda se mostra uma das melhores opções. (3). Pense nisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Referências</p>
<p style="text-align: justify;">(1) http://www.bbc.com/news/health-16086233</p>
<p style="text-align: justify;">(2) http://www.nature.com/tp/journal/v6/n2/pdf/tp2015218a.pdf</p>
<p style="text-align: justify;">(3) http://clinicalevidence.bmj.com/x/index.html</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2016/03/29/efeitos-da-terapia-cognitivo-comportamental-no-cerebro-um-estudo/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adeus às crenças negativas</title>
		<link>https://casule.com/blog/adeus-as-crencas-negativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 13:06:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa mente adora inventar histórias, versões e verdades que, por nos ferirem das mais variadas formas, causam sofrimento. Já observou como, a maior parte do tempo, estamos em desacordo com os acontecimentos? “Isso deveria ser de outro jeito.” “Ninguém me entende.” “Fulano é muito duro comigo.” No entanto, há uma maneira simples de superar essas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nossa mente adora inventar histórias, versões e verdades que, por nos ferirem das mais variadas formas, causam sofrimento. Já observou como, a maior parte do tempo, estamos em desacordo com os acontecimentos? “Isso deveria ser de outro jeito.” “Ninguém me entende.” “Fulano é muito duro comigo.” No entanto, há uma maneira simples de superar essas e outras lamúrias.</p>
<p style="text-align: justify;">O The Work, técnica de autoindagação criada pela americana Byron Katie, nos ajuda a identificar, questionar e desconstruir pensamentos que roubam a paz de espírito. O método surgiu a partir de uma experiência muito pessoal vivida por Katie. Depois de sofrer de depressão severa por quase uma década, ela acordou numa manhã de fevereiro de 1986 e experimentou o que chama de “despertar para a realidade”. “Descobri que, quando acreditava nos meus pensamentos, eu sofria, mas quando não acreditava neles, não sofria.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso vale para qualquer ser humano. A liberdade é tão simples quanto isso”, assegura ela, que, desde então, diz sentir plenitude constante. Em pouco tempo, o boca a boca engrenou e a americana passou a ser convidada a compartilhar o que havia sentido naquela manhã iluminada. E, assim, o método se consolidou. “Indicado a qualquer pessoa, trata-se de um trabalho de questionamento e conscientização. Não é sobre tentar mudar a mente”, ressalta a terapeuta e palestrante catarinense Ariana Schlösser, aluna de Katie e especialista em Th e Work.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir, Ariana explica como fazer bom uso dessa ferramenta transformadora e avisa: “É bom fazer o exercício de manhã, à tarde e à noite. Na verdade, quanto mais, melhor”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Etapa 1</h2>
<p style="text-align: justify;">Escreva o pensamento estressante. Um por vez. Por exemplo: “Paulo deveria me entender”. Agora deixe a sua mente fazer as quatro perguntas-chave do método contemplando cada uma sem pressa. Mergulhe em si mesmo e espere que as respostas mais profundas aflorem. Deixe de fora o “mas”, o “porque” ou o “e”. Simplesmente responda, sem tentar se justificar ou se defender:</p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Isso é verdade?</h3>
<p style="text-align: justify;">Reflita: é verdade que ele deveria entender você? Mantenha-se quieto e espere pela resposta do coração. O intelecto deve ficar de fora do exercício.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Você pode saber com absoluta certeza que isso é verdade?</h3>
<p style="text-align: justify;">Você pode realmente saber o que ele deveria ou não deveria entender? Pode absolutamente saber o que é o melhor para Paulo: entender ou deixar de fazê-lo? O termo &#8220;absolutamente&#8221; &#8211; que significa 100% de certeza &#8211; muda tudo. Essa condição vai devagar abrindo espaço na mente para possibilidades até então ignoradas. em consequência, o ego começa a se sentir muito ameaçado nesse estágio. Siga se observando.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Como você reage ou o que acontece quando você acredita nesse pensamento?</h3>
<p style="text-align: justify;">Observe suas reações. Você experimenta raiva, estresse, frustração? Você lança para Paulo &#8220;aquele olhar&#8221;? Tenta mudá-lo de alguma maneira? Como você sente essas reações? Perceba-se amorosamente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Quem você seria sem esse pensamento?</h3>
<p style="text-align: justify;">Feche os olhos. Imagine-se na presença de Paulo, cuja compreensão você tanto almeja. Imagine-se olhando para ele, só por um momento, sem pensar: &#8220;Quero que ele me entenda&#8221;. O que você vê? Como seria sua vida sem esse pensamento? Como você poderia estar presente e aberto para ele e para si mesmo nesse momento? O que você faria de diferente?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Etapa 2</h2>
<p style="text-align: justify;">Após o registro das quatro respostas, inicia-se a etapa da inversão. As inversões são a oportunidade de considerar o oposto daquilo que você acredita ser verdade. Podemos inverter o pensamento “Paulo deveria me entender” da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: justify;">1. 1.Paulo não deveria me entender Reflita: essa não é a realidade, às vezes?<br />
2 2. .Eu deveria me entender Reflita: esse é o meu trabalho, não o dele.<br />
3. 3.Eu deveria entender Paulo Reflita: sou capaz de entender que ele não me entende?</p>
<p style="text-align: justify;">Permita-se explorar ao máximo as inversões. Para cada uma, pergunte-se em qual grau isso é verdadeiro. Você pode encontrar exemplos específicos na sua vida onde a inversão é mais ou menos verdadeira? Mantenha sempre a intenção de expandir o olhar sobre as situações, as pessoas e os próprios sentimentos. Não se trata de sentir culpa, e sim de descobrir alternativas que possam lhe trazer paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:http://bonsfluidos.uol.com.br/noticias/autoconhecimento/adeus-as-crencas-negativas.phtml#.VvvMPOIrLIX</p>
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		<title>Cabeça nas nuvens: o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)</title>
		<link>https://casule.com/blog/cabeca-nas-nuvens-o-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2016 11:13:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O TDAH não termina na infância. Ao contrário do que se supunha há alguns anos, pode prosseguir pela adolescência e chegar à idade adulta. Inúmeras pesquisas têm indicado nos últimos anos que, diferentemente do que se pensava, os sintomas do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDA/H) não desaparecem na adolescência. A característica essencial desse problema de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O TDAH não termina na infância. Ao contrário do que se supunha há alguns anos, pode prosseguir pela adolescência e chegar à idade adulta. Inúmeras pesquisas têm indicado nos últimos anos que, diferentemente do que se pensava, os sintomas do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDA/H) não desaparecem na adolescência. A característica essencial desse problema de saúde mental é um padrão persistente e acentuado de desatenção e/ou hiperatividade. Estudos longitudinais mostram que o TDA/H persiste na vida adulta em torno de 60% a 70% dos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno pode ser diagnosticado tanto em crianças como em adolescentes e adultos. Estudos nacionais e internacionais apontam prevalência de 3% a 6% nas crianças em idade escolar e de até 5% em adolescentes e adultos. De forma geral, pessoas com TDA/H tendem a apresentar dificuldades de concentração, problemas de aprendizado, distúrbios motores e de comportamento, instabilidade, hiperatividade e retardos da fala.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a maioria dos indivíduos apresente sintomas tanto de desatenção como de impulsividade, em alguns há predominância de um ou outro padrão. Fatores preditivos da persistência nos adultos incluem história familiar de TDA/H, comorbidade psiquiátrica e adversidades psicossociais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">SINAIS COMUNS</h2>
<p style="text-align: justify;">Crianças com o transtorno não conseguem ficar sentadas em sala de aula e prestar atenção por muito tempo. Com freqüência, são rejeitadas por colegas em razão da inquietude, agravada pelos comportamentos impulsivos. Se não há intervenção, os problemas acadêmicos e sociais tendem a piorar, levando a conseqüências adversas no futuro.<br />
Além de desatenção, hiperatividade e impulsividade – consideradas os principais sintomas –, outra manifestação comum é a pouca coordenação motora, a ponto de, muitas vezes, os pais rotularem os filhos de desajeitados ou desastrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, as crianças com o distúrbio apresentam tendência de movimentação constante: agitam as mãos ou os pés, remexem-se na cadeira, abandonam seu lugar para correr ou escalar (muros, móveis etc.), sobretudo em situações em que isso é inapropriado. Falam demais ou têm dificuldade de brincar e permanecer em silêncio durante determinadas atividades de lazer que requerem esse comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os sinais de desatenção estão os problemas para se fixar em detalhes ou a propensão a erros por descuido em atividades intelectuais. Esses meninos e meninas não conseguem acompanhar instruções longas e/ou terminar os deveres escolares ou domésticos nem organizar as tarefas; relutam em envolver-se em atividades que exijam esforço mental por longo período (como ler textos extensos ou livros sem gravuras) ou as evitam; distraem-se facilmente com estímulos alheios às tarefas ou atividades diárias que estão executando, muitas vezes chegando a esquecer-se delas.</p>
<p style="text-align: justify;">A desatenção leva à distração, ao “sonhar acordado” e à dificuldade de persistir em uma única tarefa por um período mais prolongado. Como a atenção é desviada de um estímulo a outro, com freqüência os pais e os professores dizem que esses jovens agem como se não ouvissem ou como se vivessem com a cabeça nas nuvens.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da puberdade, os sintomas de TDA/H mudam. A maioria dos adolescentes não apresenta hiperatividade, por exemplo. Entretanto, grande número manifesta persistência sintomática especificamente de déficits de função executiva, incluindo dificuldades organizacionais na administração do tempo, no planejamento, no processo de tomada de decisões, que podem causar prejuízos significativos em diversas áreas. O desaparecimento total dos sintomas é raro – mas podem ser controlados.</p>
<p style="text-align: justify;">Adultos ou adolescentes com TDA/H nem sempre conseguem manter a atenção em reuniões, leituras e trabalhos tediosos, tendem a ser lentos e ineficientes, a adiar suas tarefas (muitas vezes deixando-as para a última hora) e a manejar o tempo de forma deficiente, o que os leva a ser desorganizados e a sentir-se sobrecarregados. Dependendo da intensidade dos sintomas, têm pouca habilidade para gerenciar emoções. Costumam, por exemplo, romper relacionamentos de maneira impulsiva, perder ou abandonar empregos de modo súbito e envolver-se em acidentes com maior freqüência que a maioria das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, é comum apresentarem um histórico de fracassos ao longo da vida (com evidente comprometimento da auto-estima) em decorrência das dificuldades que encontram na comunicação efetiva com seus interlocutores, na organização de rotinas pessoais e domésticas, na finalização de estudos ou especialização, na obtenção e manutenção de um bom emprego e no desenvolvimento da intimidade nas relações amorosas. Também exibem problemas na administração das finanças pessoais e no manejo do uso de substâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, estão mais predispostos a comportamento delinqüente, abuso de drogas ou alcoolismo do que aqueles que não têm TDA/H. A prevalência de risco de abuso/dependência de drogas é de 54% entre adultos portadores do transtorno e de 27% entre não-portadores. Habitualmente, o uso de substâncias é iniciado com álcool ou tabaco, seguido por maconha ou outra droga de abuso.<br />
O tratamento, porém, do TDA/H reduz as possibilidades de abuso/dependência de drogas à metade, ou seja, para o mesmo nível da população geral. O diagnóstico de TDA/H em adolescentes e adultos requer cuidadosa análise da história clínica, obtida por intermédio do relato do paciente acerca de seus sintomas e do impacto deles em sua vida. Em geral, do ponto de vista psiquiátrico, buscam-se informações sobre o início do transtorno na infância, sobre a persistência ao longo da vida e a ocorrência atual dos sintomas, considerando a adaptação dos critérios da quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), da Associação Psiquiátrica Americana (APA), para a vida adulta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">FATORES DE RISCO</h2>
<p style="text-align: justify;">Escalas de avaliação para adultos têm sido adaptadas no Brasil por pesquisadores sob recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), caso de Paulo Mattos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que tem se dedicado ao estudo e tratamento do TDA/H em adolescentes e adultos. Fatores de risco e de proteção devem ser examinados com cuidado, como os psicossociais, cognitivos, educacionais e familiares. É preciso levar em conta também a possibilidade de outros diagnósticos psiquiátricos concomitantes, visto que é freqüente a presença de diversas patologias psiquiátricas comórbidas ao TDA/H, como transtornos de conduta, do humor e de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">No que se refere ao tratamento, nos últimos dez a 20 anos houve aumento no uso de fármacos, sobretudo de estimulantes, com orientação da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e do Adolescente para um monitoramento sistemático dos efeitos da medicação no comportamento. Mais recentemente, os estudos têm enfocado a eficácia de terapias medicamentosas e não-medicamentosas.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem sido a principal modalidade não-medicamentosa citada na literatura internacional, pois atua nos principais déficits comportamentais do portador de TDA/H, como os de comportamento inibitório, de auto-regulação da motivação, de organização e planejamento, além de direcionar o paciente a um objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isso deve ocorrer concomitantemente a mudanças ambientais. A orientação à família e seu engajamento no tratamento de TDA/H, em especial no caso de crianças e adolescentes, auxiliam no entendimento de que não se trata de rebeldia ou preguiça. É fundamental explicar para os pais as multifacetadas razões pelas quais o filho tem determinados comportamentos e sintomas, e encorajá-los a participar da intervenção possibilita o aumento da aderência ao tratamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">SISTEMA DE ATENÇÃO</h2>
<h3 style="text-align: justify;">FUNCIONAMENTO CEREBRAL</h3>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3376" src="https://www.casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1.jpg" alt="cabecabox1" width="600" height="438" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1.jpg 349w, https://casule.com/wp-content/uploads/2016/03/cabecabox1-300x219.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A atividade incomum em algumas regiões do cérebro está associada à inatenção e/ou impulsividade. Essas áreas fazem parte do sistema atencional anterior (em verde), que depende do neurotransmissor dopamina, ou do posterior (em amarelo), dependente da noradrenalina. Com o passar dos anos os sintomas do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade mudam de apresentação. A agitação motora típica das crianças hiperativas (como retratada no alto, à direita) em geral desaparece na adolescência; por outro lado, nesta fase, persistem os déficits de função executiva.</p>
<h3 style="text-align: justify;">CAUSAS INCERTAS</h3>
<p style="text-align: justify;">O TDA/H tem sido alvo de estudos de diversos grupos de pesquisadores principalmente a partir da década de 90. As causas do transtorno, porém, ainda não são totalmente conhecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A base neurobiológica do transtorno é um dos aspectos mais estudados, e sugerem-se influências múltiplas, relativas à modulação e expressão de neurotransmissores dopaminérgicos e noradrenérgicos, de base genética e neuromaturacional. Acredita-se que vários genes sejam responsáveis pela vulnerabilidade genética ao distúrbio, à qual se somam anormalidades estruturais e disfunção neuroquímica relacionadas aos circuitos subcorticais, parietais e frontais.</p>
<p style="text-align: justify;">Questões ambientais atuantes no funcionamento adaptativo e na saúde emocional da criança e do adolescente parecem ter participação importante no surgimento e manutenção dos sintomas. Esses fatores são encontrados principalmente em famílias com ocorrência de grande desentendimento e de transtornos mentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas questões psicossociais como discórdia conjugal severa, variáveis sociodemográficas, faixa etária dos pais, nível cultural familiar, psicopatologia materna e institucionalização da criança ou do jovem em lar adotivo podem desencadear o desenvolvimento da condição.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas mostram que os pais de indivíduos com esse transtorno muitas vezes se tornam demasiadamente diretivos e negativos em sua forma de educar, alterando o funcionamento psicossocial da família. Nesse contexto, as figuras parentais passam a se ver como incapazes ou menos habilidosas em desempenhar seu papel, o que também causa stress e discórdia conjugal.</p>
<p style="text-align: justify;">A proporção entre meninos e meninas portadores de TDA/H varia, segundo os estudos. Parece haver maior prevalência no sexo masculino do que no feminino, mas muitos autores relatam que as meninas tendem a apresentar o tipo predominantemente desatento em vez de hiperativo, causando menos incômodo à família e à escola, sendo menos encaminhadas para atendimento.</p>
<h3 style="text-align: justify;">PARA CONHECER MAIS</h3>
<p style="text-align: justify;">Princípios e práticas em TDA/H. L. A. Rohde e P. Mattos (orgs.). Artmed, 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em adultos. P. Mattos, em SNC em Foco, vol. 2, nº 1, págs. 26-28, 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/cabeca_nas_nuvens.html</p>
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