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	<title>relações interpessoais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>relações interpessoais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>A importância da empatia em tempos de coronavírus</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/a-importancia-da-empatia-em-tempos-de-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 15:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é porque estamos vivendo o mesmo contexto, de pandemia, que o enxergamos da mesma forma. Dessa forma, atitudes a partir da empatia, da tomada de perspectiva do outro, se fazem extremamente importantes para uma convivência harmoniosa. Confira com Mariana Fonseca, psicóloga da Casule! Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(Realizamos atendimento [&#8230;]</p>
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<p>Não é porque estamos vivendo o mesmo contexto, de pandemia, que o enxergamos da mesma forma. Dessa forma, atitudes a partir da empatia, da tomada de perspectiva do outro, se fazem extremamente importantes para  uma convivência harmoniosa.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/m6JEkEvWkIw" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>Confira com <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mariana Fonseca</a>, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>Quando os vínculos sociais soam ameaçadores</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/quando-os-vinculos-sociais-soam-ameacadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade social]]></category>
		<category><![CDATA[relações interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[vínculos sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações interpessoais e a percepção de pertencimento de grupos fazem parte do processo de formação da própria identidade e vinculação social.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Quando-os-vínculos-sociais-soam-ameaçadores-casule.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Os vínculos sociais são importantes na construção de segurança, afeto e conexão com o mundo é indiscutível. As relações interpessoais e a percepção de pertencimento de grupos fazem parte do processo de formação da própria identidade e vinculação social, além de terem papeis fundamentais na formação dos esquemas de crenças e valores pessoais.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/VduFvPwm3gfGO8duNN/giphy.gif" alt="" width="1024"/></figure></div>



<p>O ser humano possui necessidades importantes atendidas em suas <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-sao-as-habilidades-sociais/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">relações sociais</a>, sendo essas suas redes de suporte, afeto e cuidados. Dessa forma, a formação de vínculos seguros se torna base de várias construções cognitivas e emocionais. Dentro do processo de afiliação às nossas redes, alguns fatores são destacados, como validação, empatia e amparo.&nbsp;</p>



<p>Quando pensamos em adequação social, bem como aceitação e valorização dos grupos profissionais, das amizades, da família, etc., alguns mecanismos de autocrítica são ativados, auxiliando-nos na modulação do comportamento. A interação com o meio é muito importante na regulação e formação do nosso perfil, porém se torna um problema quando a autocorreção é transformada em autopunição, dificultando assim os processos de mudanças baseadas na avaliação de autoeficácia e capacidade de ajuste.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autocriticismo e autopunição</h2>



<p>O autocriticismo e autopunição no processo de análise da adequação social ativam mecanismos de desvalorização e alteram diretamente a autoestima e autorregulação, tornando a interação social em um contexto ameaçador e pesado. Assim, diante da possibilidade de crítica e erro, os mecanismos de ameaça são ativados, e no lugar da vinculação, a pessoa entra no estado de proteção, com altos níveis de ansiedade e críticas severas.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/vinculos-sociais-tornam-ameacadores.jpg" alt="Criança se sentindo desconfortável quando os vínculos sociais soam ameaçadores" class="wp-image-21441" width="1000" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/vinculos-sociais-tornam-ameacadores.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/vinculos-sociais-tornam-ameacadores-480x252.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 600px, 100vw" /><figcaption>Quando os vínculos sociais se tornam ameaçadores a pessoa passa a sentir-se desconfortável.</figcaption></figure></div>



<p>Então, a pessoa passa a sentir-se desconfortável e ansiosa durante a exposição e interação social, prevendo críticas e ataques por quaisquer comportamentos que possam quebrar a expectativa do outro, potencializando sua intolerância a erro ou divergência daqueles a quem busca vincular-se. Portanto, a vinculação perde sua capacidade de atendimento de necessidades e começa a funcionar como ambiente ansiogênico, no qual o indivíduo tenta ter controle e se avalia de forma punitiva.&nbsp;</p>



<p>O primeiro passo para mudar tal condição, e começar a vivenciar as relações sociais dentro do processo de vinculação e não pelo mecanismo de proteção e ameaça,  é a estimulação empática e compassiva na relação com o outro, entendendo os comportamentos dentro de seus contextos, validando e entendendo as emoções, de forma a conectar-se a elas. O mesmo ocorre com o próprio self, favorecendo a capacidade de acolhimento, análise e contextualização de próprio comportamento. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Redução da Autopunição</h2>



<p>A redução da autopunição, bem como a construção de entendimento e validação de pensamentos e emoções, fomenta a autocorreção, pois apesar de entender o comportamento como falho, consegue-se ajustá-lo, através da compreensão de seus pontos fortes e mapeamento de suas capacidades de mudanças, sem atacar a si próprio. Dessa forma, as relações sociais passam a ser menos ameaçadoras, e a ansiedade diante delas se reduz.</p>



<p>Altos níveis de <a href="https://casule.com/voce-sabe-o-que-e-ansiedade-precisamos-falar-sobre-isso/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> podem incomodar e dificultar a aproximação e enfrentamento de algumas situações sociais. Em muitos casos a <a href="https://casule.com/o-que-e-psicoterapia/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">psicoterapia</a> pode ser uma aliada importante no auxílio ao paciente para a redução do autocriticismo e melhora de seu sistema de vinculação, tirando-o do sistema de ameaça e conectando-o consigo mesmo e suas necessidades.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/terapia-para-fobia-social-1.png" alt="" class="wp-image-21373" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/terapia-para-fobia-social-1.png 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/terapia-para-fobia-social-1-980x551.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/terapia-para-fobia-social-1-480x270.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Psicologia Casule</h2>



<p>A Casule é clínica pensada para a sua saúde e bem-estar que atende de forma <strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">presencial</a></strong> e <a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Você tem habilidades sociais? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-tem-habilidades-sociais-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As habilidades sociais se relacionam com a saúde, satisfação pessoal, realização profissional e qualidade de vida e são comportas por três dimensões principais: dimensão comportamental, pessoal e situacional. Quer conhecer um pouco mais sobre habilidades sociais? Confira com Pedrita Reis, Psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento [&#8230;]</p>
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<p>As habilidades sociais se relacionam com a saúde, satisfação pessoal, realização profissional e qualidade de vida e são comportas por três dimensões principais: dimensão comportamental, pessoal e situacional. Quer conhecer um pouco mais sobre habilidades sociais?</p>



<p>Confira com Pedrita Reis, Psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<title>Os pilares para relações interpessoais no trabalho</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-pilares-para-relacoes-interpessoais-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2018 10:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[coach]]></category>
		<category><![CDATA[pilares para relações interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[relações interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passamos a maior parte do dia no trabalho, um ambiente geralmente pautado pela pressão, alta competitividade, e necessidade de se relacionar com pessoas de diferentes perfis e formas de enxergar o mundo ao redor. Nesse contexto, é fundamental construir relações interpessoais harmoniosas e produtivas para evitar fadiga e transtornos no futuro. Fazer comentários maldosos, sobre determinado profissional, falar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Passamos a maior parte do dia no trabalho, um ambiente geralmente pautado pela pressão, alta competitividade, e necessidade de se relacionar com pessoas de diferentes perfis e formas de enxergar o mundo ao redor. Nesse contexto, é fundamental construir<a href="http://www.jrmcoaching.com.br/blog/objetivos-para-trabalhar-a-relacao-interpessoal-no-trabalho/"><strong> relações interpessoais </strong></a>harmoniosas e produtivas para evitar fadiga e transtornos no futuro.</p>
<p>Fazer <a href="http://www.jrmcoaching.com.br/blog/saiba-como-lidar-com-criticas-destrutivas/"><strong>comentários maldosos</strong></a>, sobre determinado profissional, falar mal do chefe e da empresa, criticar o modo de alguém se vestir ou falar, desmerecer o empenho do outro e aproveitar-se da boa vontade dos colegas, são alguns exemplos de atitudes que sabotam as boas relações interpessoais. Por isso, é importante sempre evitá-las, para que assim, tanto o sucesso profissional, quanto os objetivos organizacionais sejam alcançados com maestria.</p>
<p>Convido você a me acompanhar nesta leitura e saber a importância de se manter uma relação harmoniosa entre os colegas de trabalho, bem como os <strong>pilares fundamentais para criar este clima na empresa</strong>. Confira:</p>
<h2></h2>
<h3><strong>A importância das relações interpessoais</strong></h3>
<p>Um ambiente de trabalho altamente construtivo e harmonioso, depende quase que exclusivamente dos membros que dele participam, ou seja, dos colaboradores que compõem o quadro de funcionários da empresa. Neste sentido, para que organização como um todo cresça e seus profissionais acompanhem este crescimento e se desenvolvam na mesma velocidade, é importante que todos trabalhem em um clima de perfeita harmonia e união, caso o contrário, os processos vão desandar e será ainda mais difícil alcançar os objetivos planejados.</p>
<p>Digo isso, pois, como sempre faço questão de enfatizar, tanto em meus textos, quanto em minhas palestras e treinamentos, empresas são resultados de pessoas, ou seja, se estas mesmas pessoas que fazem parte de um negócio, vivem em clima de “guerra”, de desunião, de desentendimento, onde um quer ser melhor e se destacar mais do que os outros, a probabilidade de bons resultados sejam alcançados, diminui consideravelmente.</p>
<p>Assim, é importante que todas as empresas tenham estratégias para desenvolver bem as relações interpessoais de seus colaboradores, disseminando esta cultura entre cada um deles, para que assim, seja criado, não só um ambiente de harmonia, mas também de respeito mútuo, em que todos saibam conviver com opiniões e pontos de vista diferentes dos seus.</p>
<h2></h2>
<h3><strong>Como as relações ruins podem comprometer o ambiente como um todo?</strong></h3>
<p>Colegas de trabalho que precisam desempenhar suas atividades diárias em conjunto, porém têm problemas de convivência e não conseguem administrar bem suas diferenças, têm o grande poder de comprometer todo o ambiente e o clima organizacional. Isso porque, sua rivalidade acaba sendo compartilhada e contaminando os demais colaboradores da empresa, que tomam por um lado ou pelo outro e assim, criam rixas internas desnecessárias e prejudiciais ao bom andamento dos processos.</p>
<p>O resultado disso é que as pessoas ao invés de realizarem as atividades pertinentes aos seus cargos e funções, e, consequentemente, ajudarem a empresa a atingir suas metas e objetivos, acabam focando em alimentar sentimentos ruins com relação a um ou mais colegas. Com isso, o trabalho fica comprometido, uma vez que o foco é apenas brigar e não resolver os problemas, seguindo em frente, trabalhando para que todos sejam beneficiados no final das contas.</p>
<h2></h2>
<h3><strong>Os pilares para uma boa relação interpessoal</strong></h3>
<p>Para respeitar e ser respeitado, é fundamental desenvolver comportamentos positivos e que favoreçam a boa convivência e a cordialidade entre colegas e líderes. Por isso, sempre respeite os pilares das relações interpessoais positivas, que vou compartilhar a seguir:</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Honrar e respeitar a história do outro</strong></h3>
<p>Cada pessoa tem suas razões para agir de determinada maneira. Isso não quer dizer que ela seja melhor ou pior do que as outras, ou mesmo que justifique seus erros. Porém, do mesmo modo como você gosta de ser respeitado, é importante respeitar o ponto de vista de seus colegas, buscando ter em mente que por trás de todo ser humano, existe uma história que o levou a agir de um jeito ou de outro jeito.</p>
<p>Saiba, que a partir do momento em que você olhar para alguém, seja dentro ou fora do ambiente de trabalho, e fizer o exercício diário de honrar e respeitar a história por trás deste alguém, com certeza convivência entre será muito mais leve do que antes.</p>
<h3><strong>Suspensão de julgamentos</strong></h3>
<p>Antes de julgar a falha de um colega ou de seu superior, coloque-se no lugar dele e perceba como ninguém está livre de cometer erros — nem mesmo você! Se puder, ajude seu colega a corrigir o erro e ensine o que você sabe.</p>
<p>Faço questão de enfatizar que as pessoas precisam suspender seus julgamentos, seja sobre alguém ou alguma situação, pois assim, será muito mais tranquilo levar a vida, tanto profissional, quanto pessoal.</p>
<h3><strong>Invista em autoconhecimento</strong></h3>
<p>Muitas vezes, <strong>por </strong><a href="http://www.jrmcoaching.com.br/blog/como-funciona-o-coaching-para-autoconhecimento/"><strong>falta de autoconhecimento</strong></a><strong> e autocrítica</strong>, temos <strong>comportamentos nocivo</strong>s no trabalho. Em vez de ser grosseiro ou maldoso, e magoar os colegas, tente compreender as razões de seu próprio comportamento (se são problemas com colegas, insatisfações com a empresa ou de cunho pessoal).</p>
<p>Ao compreender o problema, você tem mais condições de mudar suas atitudes e melhorar os relacionamentos, visto que o autoconhecimento é uma ferramenta poderosa, que nos ajuda a nos entendermos melhor e aplicar as mudanças necessárias, para que hajam melhorias significativas em todas as nossas relações interpessoais.</p>
<h3><strong>Desenvolva sua inteligência emocional</strong></h3>
<p>Profissionais com a inteligência emocional desenvolvida conseguem se relacionar melhor com seus colegas, pois lidam bem com críticas e usam-nas a seu favor. Assim, em vez de fazer cara feia e reagir impulsivamente, busque soluções amigáveis para os conflitos, que sejam benéficas, tanto para você, quanto para as pessoas ao seu redor, que muitas vezes não sabem lidar com suas próprias emoções e só precisam de alguém para lhe ajudar a orientar neste sentido.</p>
<p>Neste processo de desenvolver boas relações interpessoais, é importante entendermos que não temos de ser melhores amigos de nossos colegas de trabalho. Na verdade, é primordial apenas que os respeitemos assim como são, para que dessa maneira seja possível trabalhar de forma harmônica e encontrar maneiras de, juntos, alcançarem resultados extraordinários, para si e para a empresa como um todo.</p>
<p>E se você deseja aprimorar ainda esta a sua capacidade de desenvolver bem suas relações interpessoais, bem como o seu trabalho em equipe, conte com a ajuda do Professional &amp; Self Coaching – PSC, a formação em Coaching do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, que lhe apoia em seu crescimento pessoal e profissional, uma vez que lhe oferece as ferramentas necessárias, para que você desenvolva o seu autoconhecimento e passe a honrar e respeitar a história das pessoas ao seu redor, suspendendo todo tipo de julgamento que você venha a ter referente a cada uma delas.</p>
<p>Experimente passar por este poderoso treinamento e permita-se transformar a sua própria realidade positivamente!</p>
<p>Agora em conte: em sua opinião, quais são as atitudes e os comportamentos que mais favorecem os bons relacionamentos no ambiente de trabalho? Deixe o seu comentário e lembre-se de compartilhar este conteúdo extraordinário com seus amigos em suas redes sociais, para que eles também saibam como lidar com os colegas de trabalho no dia a dia.</p>
<p>Copyright: 785607049 – https://www.shutterstock.com/pt/g/artdes</p>
<div class="share"> Fonte: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/os-pilares-para-relacoes-interpessoais-no-trabalho/</div>
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		<title>Envelhecimento e depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/envelhecimento-e-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 13:30:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O envelhecimento populacional é um fenômeno que vem acontecendo em escala mundial e que hoje também alcança números crescentes em países em desenvolvimento como o Brasil. Algumas mudanças são bem características e marcam a vida da população de faixa etária acima dos 60 anos. O aparecimento de determinadas enfermidades, o declínio da capacidade física e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento populacional é um fenômeno que vem acontecendo em escala mundial e que hoje também alcança números crescentes em países em desenvolvimento como o Brasil. Algumas mudanças são bem características e marcam a vida da população de faixa etária acima dos 60 anos. O aparecimento de determinadas enfermidades, o declínio da capacidade física e motora, a limitação das atividades de vida diária, a saída do mercado de trabalho, bem como a saída dos filhos de casa, a morte do cônjuge, a institucionalização e a solidão podem afetar significativamente o estado emocional da pessoa idosa e são apontados como os principais fatores de risco para a depressão.</p>
<p>Apesar de aparecer em todas as faixas etárias e não ser uma exclusividade desta população, a depressão na terceira idade tem características peculiares e comumente não é precocemente diagnosticada e tratada no idoso, isto porque seus sintomas muitas vezes se confundem com os de outras enfermidades ou até mesmo podem ser causados pelo uso de certas medicações, o que dificulta o seu diagnóstico. Além disso, existe o imaginário de que o isolamento social e a tristeza são características comuns do envelhecimento e, por isso, familiares e pessoas mais próximas não percebem o quadro depressivo, mas tratam estes acontecimentos como um processo natural, sem imaginar que estão diante de um adoecimento psíquico.</p>
<p>A depressão no idoso é mais grave uma vez que potencializa as limitações decorrentes da idade e o agravamento de quadros patológicos já existentes, acentuando o sentimento de desesperança e a ideia de ser um &#8220;peso&#8221; na vida do outro. A recuperação também é mais lenta, muitas vezes o idoso não adere ao tratamento, e o risco de suicídio é ainda maior. Sabendo de tudo isso, é de imprescindível ficar atento às alterações emocionais e comportamentais de um idoso. Esta atenção deve partir dele mesmo, das pessoas de seu círculo de convivência bem como de médicos que porventura possam estar o acompanhando. A depressão é uma enfermidade tão ou mais grave e incapacitante que outras mais características desta faixa etária. O diagnóstico e tratamento precoces através de psicoterapia e também da terapia medicamentosa, entretanto, proporcionam uma qualidade de vida melhor aos que são acometidos pela doença, devolvendo energia e sensação de bem estar, proporcionando um envelhecimento mais saudável.</p>
<p>A melhor maneira de evitar o quadro depressivo na terceira idade é manter uma rede de suporte afetivo e social. Com o apoio que o idoso recebe através de suas relações interpessoais o risco do surgimento da depressão diminui e, quando ela já está instaurada, pode ser minimizada. Relacionamentos afetivos sólidos e uma vida social ativa funcionam como fatores de proteção contra o surgimento dos sintomas depressivos, possibilitando a manutenção da saúde mental na velhice.</p>
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