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	<title>psicoterapia infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>psicoterapia infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Psicoterapia infantil:  Como funciona e quando é recomendado?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicoterapia-infantil%e2%80%a8como-funciona-e-quando-e-recomendado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 13:37:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser criança é mergulhar em um mundo de descobertas e transformações, e é nessa fase que a criatividade se expressa com mais facilidade e que os primeiros afetos vão proporcionar acolhimento para encorajar a vida no futuro.&#160;&#160; &#160; &#160; &#160; Cuidar da saúde mental das crianças é também exercer a função de prevenção da saúde [&#8230;]</p>
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<p class="p1"><span class="s1">Ser criança é mergulhar em um mundo de descobertas e transformações, e é nessa fase que a criatividade se expressa com mais facilidade e que os primeiros afetos vão proporcionar acolhimento para encorajar a vida no futuro.<br><span class="Apple-converted-space">&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </span>Cuidar da saúde mental das crianças é também exercer a função de prevenção da saúde mental do&nbsp;<a href="http://www.lysispsicologia.com.br/saude-mental/suicidio-na-adolescencia-tristeza-e-solidao-nao-tem-idade/">adolescente</a>, tornando assim um adulto mais consciente de seus sentimentos.<br><span class="Apple-converted-space">&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </span>Muitas dúvidas giram em torno do atendimento infantil&#8230; Então vamos lá!</span></p>



<h2 class="p2 wp-block-heading"><span class="s1"><b>Como funciona?</b></span></h2>



<p class="p3"><span class="s1">A primeira sessão é realizada com os pais. O psicólogo realiza uma entrevista inicial para reunir informações sobre a história da criança e para conhecer a dinâmica familiar.<br><span class="Apple-converted-space">         </span>As sessões seguintes são realizadas apenas com a criança. O atendimento é feito de forma lúdica com atividades adaptadas para sua idade e com a finalidade de criar uma relação de confiança entre a criança e o terapeuta para que ela possa se sentir à vontade.<br><span class="Apple-converted-space">         </span>Ao longo dos atendimentos, a participação dos pais neste processo é imprescindível para a evolução da criança, e muitas vezes, se faz necessário solicitar mais informações, como também, oferecer-lhes auxílio para o desenvolvimento satisfatório do processo terapêutico. A parceria com a escola também é muito importante.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><span class="s1"><b>Qual o objetivo?</b></span></h2>



<p class="p1"><span class="s1">O objetivo é auxiliar na expressão das emoções de cada criança, pois é através da brincadeira que ela expressa seus sentimentos de tensão, insegurança, frustração, agressividade e medo.</span></p>



<p class="p4"><span class="s1">Desta forma, o terapeuta exerce a função de facilitador, sendo capaz de identificar os conflitos e auxiliar na busca de melhores alternativas para lidar com eles, ao mesmo tempo em que, orienta os pais a como intervir diante dessas vivências.<b>Quais os benefícios da psicoterapia infantil?</b></span></p>



<p class="p1"><span class="s1">O acompanhamento psicológico na infância promove uma vida emocional equilibrada, já que é ensinada de forma lúdica a importância de compreender as emoções para enfrentar os conflitos de forma saudável.<br><span class="Apple-converted-space">&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </span>Os benefícios também são voltados à escola e aos pais. </span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><span class="s1"><b>Quando procurar?</b></span></h2>



<p class="p1"><span class="s1">Isso pode ser percebido quando os pais sentirem que o filho está <a href="https://cursodebaba.com/crianca-adolescente-psicoterapia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passando por alguma dificuldade</a> que nem ele e nem os pais tem conseguido lidar ou entender tais questões. Outras vezes, o encaminhamento pode ser feito por outros profissionais como pediatra, fonoaudiólogo, nutricionista, neurologista, entre outros, ou pela escola.<br><span class="Apple-converted-space">         </span>Alguns comportamentos com os quais os pais não se sentem seguros em lidar são tristezas, ansiedades, choro em excesso, comportamentos agressivos, pesadelos frequentes, ciúmes após a chegada de um irmãozinho, dificuldades escolares, dificuldade no relacionamento com as pessoas, separação dos pais, etc..</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><span class="s1"><b>Qual o papel dos pais?</b></span></h2>



<p class="p6"><span class="s2">Durante o acompanhamento psicológico, a participação dos pais é constante, pois é essencial que eles acompanhem e participem do tratamento do filho. Por isso, cria-se também um espaço de escuta para os pais, onde as questões individuais e familiares podem ser trabalhadas, visando o progresso terapêutico da criança e a retomada do seu desenvolvimento saudável.</span></p>



<h2 class="wp-block-heading"><span class="s1"><b>Como o atendimento psicológico auxilia a criança?</b></span></h2>



<p class="p3"><span class="s1">As crianças costumam ser incapazes de perceber e explicar os seus sentimentos e preocupações da mesma forma que os adultos, e através da brincadeira, a criança obtém uma maneira de se comunicar com aquilo que ainda não consegue articular corretamente. É através do jogo, do brincar, dos desenhos que a criança vai exteriorizando as suas emoções e sentimentos, permitindo ao psicólogo ajudá-la a reorganizar suas dificuldades. </span></p>



<p class="p1"><span class="s1">Notamos então, que é através do brincar que a criança expressa suas emoções, e com o auxílio do terapeuta encontrará recursos de enfrentamento para se posicionar diante do mundo de forma saudável e sem prejuízos no seu dia a dia.<br><span class="Apple-converted-space">         </span>Aos pais, não tenham medo de pedir ajuda. O papel do psicólogo é compreender e apoiar, sem realizar julgamentos e te receber com o mesmo acolhimento dado a criança. Quanto mais os pais compreenderem <a href="http://www.lysispsicologia.com.br/psicologia/o-que-e-essa-tal-de-psicologia/">o</a> funcionamento do atendimento e o quanto o psicólogo está disponível para o bem estar da dinâmica familiar, maior é a participação dos integrantes e mais conquistas o paciente vai apresentar.</span></p>



<p></p>
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		<title>A importância da Psicologia nos dias atuais</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Psicólogo, serve de guia pelos caminhos tortuosos da vida, ajudando: a lidar com problemas passados para que não mais o assombrem, a enfrentar os problemas da vida com mais firmeza e segurança, e adquirir maior conhecimento sobre si mesmo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Psicólogo,&nbsp;serve de guia&nbsp;pelos caminhos&nbsp;tortuosos da&nbsp;vida, ajudando: a&nbsp;lidar com&nbsp;problemas&nbsp;passados para&nbsp;que não mais o&nbsp;assombrem, a&nbsp;enfrentar os&nbsp;problemas da&nbsp;vida com mais&nbsp;firmeza e&nbsp;segurança, e&nbsp;adquirir maior&nbsp;conhecimento&nbsp;sobre si mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a Psicologia?</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/U-w215j5wB4" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano com seus&nbsp;processos mentais e o Psicólogo, é o profissional que procura compreender este&nbsp;comportamento e também, o pensamento das pessoas quando possuem algum tipo&nbsp;de conflito ou distúrbio psicológico, faz isto através de uma técnica chamada&nbsp;Psicoterapia (que consistem em sessões em regra semanais), com o objetivo de&nbsp;buscar uma adequada saúde mental, na promoção de uma boa qualidade de vida.</p>



<p>Já se foi o tempo em que pensavam que <a href="https://casule.com/resistencia-a-psicoterapia/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Psicólogo é coisa para louco</a>, aliás&nbsp;nem foi por causa da ‘loucura’ que a Psicologia surgiu, e a cada dia mais aumenta a&nbsp;procura da psicoterapia nas clínicas e consultórios, inclusive sendo relatada em&nbsp;novelas da atualidade.</p>



<p>A Psicologia Clínica&nbsp;diminui o <a href="https://casule.com/trauma-emocional/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">sofrimento&nbsp;emocional</a> e possibilita&nbsp;que a pessoa se&nbsp;conheça melhor,&nbsp;mudando assim seu&nbsp;modo de agir que a&nbsp;angustia, havendo a&nbsp;compreensão do&nbsp;mundo que a envolve.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-1024x683.jpg" alt="Psicologia Terapia Individual" class="wp-image-5434" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-980x653.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/04/psicologia-terapia-individual-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano.</figcaption></figure></div>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as áreas de atuação da psicologia?</h2>



<p>A Psicologia conquistou várias <a href="https://casule.com/a-psicologia-e-suas-diferentes-areas-de-atuacao/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">áreas de atuação</a> e muitas delas nem são&nbsp;conhecidas pela maioria da população, dentre todas essas, a mais manifesta de todas&nbsp;é a Psicologia Clínica, pois foi a primeira a se destacar em todos os âmbitos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg" alt="terapia-casule" class="wp-image-6165" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/terapia-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>Nem todas as áreas da psicologia são&nbsp;conhecidas pela população.</figcaption></figure></div>



<p>Dentro da Clínica, trabalha-se com as mais diferentes questões, como crises&nbsp;existenciais (“não me entendo, queria me conhecer melhor”, “não estou feliz comigo&nbsp;mesmo”, “não consigo escolher uma faculdade”, “meu casamento vai mal”, entre&nbsp;outras), apoio em situações traumáticas (assaltos, morte, separações da família,&nbsp;divórcios, etc.), momentos especiais (preparação para aposentadoria, pré-natal, pós-parto, cirurgias em geral, mudança de Cidade, …) e até o aparecimento de doenças&nbsp;dos mais variados graus e intensidades como: ansiedade, depressão, estresse pós-traumático, transtorno obsessivo-compulsivo, esquizofrenia, transtorno bipolar, fobias,&nbsp;transtornos dissociativos, etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando fazer terapia</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/aPznd4OVmxQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>A terapia pode ser importante em diversas fases do desenvolvimento, como na&nbsp;infância: desde as pequenas preocupações dos pais, até quadros de maiores&nbsp;prejuízos emocionais. Como exemplo, desde a entrada na Escola com a adaptação no&nbsp;mundo cognitivo; retirada de fraldas, mamadeiras, chupetas; enurese, encoprese;&nbsp;terror noturno; até transtornos de aprendizagem – dificuldade na leitura, matemática,&nbsp;escrita, rendimentos baixos de escolaridade; habilidades motoras; problemas na&nbsp;comunicação; déficit de atenção-hiperatividade; comportamento agressivo, desafiador,&nbsp;avesso às regras de convivência social; transtornos globais do desenvolvimento;&nbsp;tiques; depressão; ansiedade; fobias, etc.</p>



<p>A <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-criancas-e-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adolescência</a>, por ser um período de intensas modificações e atividades,&nbsp;diversas transformações de comportamento, podem ser avaliadas muitas atitudes,&nbsp;erroneamente como patológicas. Curiosidade, euforia, podem gerar medo e&nbsp;inadequação; ter que adquirir responsabilidades, novas posições, escolha de&nbsp;caminhos, podem trazer sofrimentos; atitudes exageradas, humores flutuantes;&nbsp;cuidados alimentares e com o corpo; … todas essas questões que podem ser lidadas&nbsp;na psicoterapia de uma maneira saudável. Incluindo fatores patológicos como, uso de&nbsp;drogas e também transtornos psicopatológicos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg" alt="A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule" class="wp-image-15711" width="1024" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/02/A-terapia-Cognitivo-Comportamental-para-o-tratamento-do-Transtorno-Obsessivo-Compulsivo-blog-casule-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /><figcaption>A terapia pode ajudar também na transição da adolescência para a fase adulta.</figcaption></figure></div>



<p>Na vida adulta, o <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/terapia-de-casalquando-fazer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relacionamento conjugal</a>, problemas no trabalho, dificuldades&nbsp;familiares, descontentamento pessoal, angústias, ansiedades, depressões, estresse,&nbsp;medos, ciúmes, rotinas diárias, inclusive quadros de humor, disfunções sexuais,&nbsp;transtornos do sono, uso de álcool, drogas em geral, doenças orgânicas com afetação&nbsp;emocional,… são muitos os motivos que levam à terapia, na busca do auto&nbsp;entendimento, autoaceitação e melhora pessoal, consequentemente como reflexo,&nbsp;melhorando o ambiente que o envolve e trazendo auto confiança e maior assertividade&nbsp;de suas atitudes.</p>



<p>Concluindo, havendo a resolução dos problemas psicológicos, se estabelece&nbsp;assim uma situação melhor de relacionamento com a sociedade, família e consigo&nbsp;mesmo, promovendo então, um equilíbrio com seus pensamentos, desejos e&nbsp;sentimentos.</p>



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<p>FONTE: http://institutoglobalsaude.com.br/site/a-importancia-da-psicologia-nos-dias-atuais/</p>
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		<title>Os acumuladores compulsivos</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-acumuladores-compulsivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2017 20:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se cercar de objetos inúteis. Por isso, eles não desenvolvem critérios para dizer o que guardar e o que não guardar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="">O assunto seria apenas uma anedota se não fosse algo sério, pois esse exercício incessante de guardar tudo pode levar a problemas sérios de saúde e convivência. Além disso, é um claro sintoma de que algo não vai bem.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A figura dos acumuladores compulsivos no mundo não é negligenciada. Estima-se que ao menos 4% de toda população apresente sintomas de desordem, o que equivale a mais ou menos umas 300 milhões de pessoas no mundo. Por que algumas pessoas amontoam seu entorno com objetos insignificantes a ponto de empobrecerem sua qualidade de vida e colocarem em risco sua saúde?</p>
<h2 style="text-align: justify;">A origem dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">Na verdade não existe um total acordo entre os especialistas sobre os fatores que desencadeiam a acumulação compulsiva. O que há de consenso é o fato de que se trata de um sintoma que merece atenção e, eventualmente, um grande tempo de psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança estabelece um certo controle sobre seus pais, a partir da maneira como visita o banheiro. Em sua mente infantil. as fezes são um presente que dá ou retém, de acordo com o vínculo que ela estabeleceu com seus progenitores.</p>
<p style="text-align: justify;">A retenção é uma característica que pode ficar afixada na personalidade nessa etapa. De uma ou de outra maneira, expressa um impulso agressivo contra seus pais que fica reprimido, mas logo se manifesta através da acumulação ou da avareza.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros enfoques indicam que a acumulação compulsiva é um comportamento defensivo, diante de ameaças imaginárias. O acumulador parte da ideia de que não deve tirar um objeto porque, mais adiante, ele poderá fazer falta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém entende como é que um pedaço de papel rasgado e sem importância pode chegar a fazer falta a alguém, mas o acumulador pensa que “nunca se sabe”. Na verdade, ele está experimentando um forte sentimento de insegurança diante as mudanças.</p>
<div id="div-gpt-ad-1457971634808-2" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CKjn06L__tICFdEMkQodA6EONQ"></div>
<div id="div-gpt-ad-1460481506084-0" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CPOi4qL__tICFVSEkQod9dYJCQ"></div>
<p style="text-align: justify;">Também existe o caso de quem acumula em resposta a um trauma. Talvez essa pessoa tenha passado por uma situação na qual tenha ficado completamente sem nada e tem medo de que isso aconteça novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, há quem guarde lembranças como uma espécie de evidência. <span id="result_box" class="short_text" lang="pt"><span class="">Isto acontece</span> porque está carregado com uma culpa inconsciente e quer testemunhar a seu favor. Neste caso, a acumulação opera como uma necessidade inconsciente de juntar provas.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Características dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">O acumulador compulsivo, muitas vezes, também é um comprador compulsivo. Não pode ver nada em oferta porque, imediatamente, sente que tem que adquiri-lo, simplesmente pelo fato de estar mais barato. Não importa se é algo de que necessite ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que também sejam pessoas solitárias. Em parte, sua obsessão por acumular deve-se também a uma certa fantasia de substituir a companhia pelos objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm dificuldades para se desfazer dos objetos de que não necessitam experimentam essa desapropriação como uma autêntica perda. Chegam a sofrer um verdadeiro luto se precisarem se separar das coisas que formam seu mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O drama da acumulação compulsiva</h2>
<p style="text-align: justify;">A situação pode chegar a níveis graves, como o conhecido caso dos irmãos Collyer, que ocorreu nos Estados Unidos em 1947. Os vizinhos alertaram a polícia porque havia muito tempo que não viam os irmãos saírem de sua casa nem darem nenhum sinal de vida. As autoridades não puderam entrar casa nem pela porta nem pelas janelas, devido a enorme quantidade de objetos que impediam o acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, só puderam abrir uma entrada pelo terraço. Eram tantos objetos que haviam por todas as partes que demoraram 6 horas até encontrarem o primeiro cadáver. O segundo só foi encontrado 18 dias depois, apesar de estar a poucos metros do primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos irmãos havia sido morto pelo desabamento de milhares de livros e jornais que caíram sobre ele. O outro irmão, que era cego e paralítico, morreu mais tarde de fome e sede, pois não conseguiu buscar água e comida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos menos graves, a acumulação compulsiva leva a uma desordem monumental em sua casa ou seu escritório. Às vezes isso facilita a aparição de pragas, pois não se consegue fazer uma limpeza correta da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há um método específico para tratar o caso dos acumuladores compulsivos, mas é verdade que são pessoas que precisam de ajuda profissional para esclarecer o que há por trás desse desejo de não se separar do velho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/acumuladores-compulsivos/</p>
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		<title>Quando a educação dói: mães tóxicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 20:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que está por trás da personalidade das mães tóxicas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que soe estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator preocupante é que as famílias que exibem estas artimanhas de toxicidade o fazem em crianças, indivíduos que estão em processo de amadurecimento pessoal, tentando estabelecer sua personalidade e desenvolver sua autoestima. Tudo isso vai deixar grandes lacunas nos filhos, grandes inseguranças que, por vezes, se tornam intransponíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vejamos as dimensões psicológicas delineadas das mães tóxicas:</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Personalidade insegura</h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência que as obriga a ver em seus filhos uma “salvação”, algo que devem modelar e controlar para ter ao seu lado, para cobrir suas deficiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando notam que as crianças estão se tornando independentes e capazes de construir suas próprias vidas, elas sentem uma grande ansiedade, pois temem, acima de tudo, a solidão. Portanto, são capazes de implantar “truques hábeis” para continuar mantendo-as por perto, projetando nelas, desde o início, sua própria falta de autoestima, suas próprias inseguranças.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Obsessão pelo controle</h3>
<p style="text-align: justify;">Essas mães têm o hábito de controlar todos os aspectos de suas vidas e passam a tentar fazer o mesmo na vida de seus filhos. Elas não conseguem respeitar os limites. Para elas, controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.</p>
<div id="div-gpt-ad-1457971634808-2" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CLvvlcqa5dICFRMSkQodJQYJWw"></div>
<div id="div-gpt-ad-1460481506084-0" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CP_toMqa5dICFcMQkQodAHUOBg"></div>
<p style="text-align: justify;">A parte complicada desta situação é que muitas vezes elas exercem esse controle pensando estarem fazendo o bem, demonstrando amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou fazer a sua vida mais fácil, controlar suas coisas para fazer você feliz”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu só quero o que é melhor para você e assim você não precisa errar”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O controle é o pior ato de superproteção. Com ele você evita que as crianças sejam independentes, capazes e corajosas. E impede que elas aprendam com seus erros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. A projeção dos desejos não realizados</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“Quero que você tenha o que eu não tive”, “Não quero que cometa os mesmos erros que eu”, “Quero que você se torne o que eu não consegui me tornar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as mães tóxicas projetam em seus filhos os desejos não realizados de seus próprios passados, sem se perguntarem se é isso o que os seus filhos desejam, sem dar-lhes a opção de escolher. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando, na realidade, demonstram um falso amor. Um interesse amoroso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com uma mãe “tóxica”?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esteja consciente de que você tem que quebrar o ciclo de toxicidade. Você tem vivido muito tempo nele, sabe as feridas que isso lhe causou. Mas agora entenda que você precisa abrir as suas asas para ser você mesmo. Para ser feliz. Será difícil, mas você deve começar a dizer “não” para colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se da sua mãe, e quebrar esse ciclo de toxicidade pode causar danos. Às vezes, dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é uma necessidade vital. Isso significa deixar claro o que você permite e o que não permite. Você não quer causar nenhum dano, mas também não quer mais sofrer; isso deve estar bem claro em sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça a manipulação; às vezes, ela é tão sutil que não nos damos conta, pois ela pode estar em qualquer palavra, em qualquer comportamento. E, acima de tudo, não caia na “vitimização” delas, um recurso muito utilizado pelas mães e pessoas tóxicas. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas quando, na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</p>
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		<title>A importância da educação emocional infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-educacao-emocional-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 20:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo. É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso vai dar a ela um maior bem-estar, mais felicidade e uma melhor autonomia e responsabilidade</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como conseguimos desenvolver nossos filhos de forma emocionalmente inteligente? Para isso, vamos conhecer algumas dicas oferecidas pela professora Esther García, docente do Mestrado em Inteligência Emocional da Universidade de Barcelona.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A educação emocional e seus segredos</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a professora Esther García, as relações interpessoais são fatores básicos no bem-estar emocional dos seres humanos. A felicidade de um adulto ou de uma criança depende da sua capacidade de desenvolver competências que o torne emocionalmente inteligente em suas relações.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Identificando emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa sugerida pela professora García para criar filhos emocionalmente inteligentes é a tomada de consciência. Ou seja, tanto como educadores quanto como “alunos” devemos conhecer nossas próprias emoções, suas consequências e como lidar com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para dar este passo, precisamos fazer perguntas sobre nossos sentimentos: por que eles acontecem, como chegamos a eles e o que podemos fazer para corrigi-los ou potencializá-los. Só assim podemos verbalizá-los e defini-los, e as crianças devem realizar seus próprios processos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Lidando com as emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A segunda coisa importante está relacionada com a forma como lidamos com as emoções. Uma vez identificadas e compreendidas, precisamos saber lidar com elas. Sejam elas positivas ou negativas, é preciso rotular e dar nome a elas, para que possamos ser capazes de sempre localizá-las e verbalizá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegado este instante, aparece o momento de aceitar as emoções, pois elas são legítimas e pessoais. É a parte na qual é preciso trabalhar o comportamento derivado delas. Assim, ajudaremos as crianças a não agir de forma impulsiva ou com pressa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uso da empatia</h2>
<p style="text-align: justify;">Para ensinar as crianças a reconhecer suas emoções, lidar com elas e adquirir inteligência, temos que manter nossa empatia ativa. É preciso saber como a criança se sente e que mecanismos ela tem, segundo sua idade, para canalizar esta enorme tempestade de emoções e sentimentos, que costumam ser muito volúveis e pouco controlados.</p>
<div class="centered">
<p style="text-align: justify;">É necessário se conectar com a criança, saber como agir, tentar se colocar em seu lugar e sempre usar a empatia, a paciência e a compreensão. Lembre-se de que, o que para você pode ser pequeno, talvez seja um problema enorme para a criança. Respeite sempre a criança e crie um clima adequado para estabelecer a comunicação correta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como praticar a educação emocional infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as atividades que a professora Esther García recomenda para alcançar uma correta educação emocional infantil, podemos destacar:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Fazer desenhos expressivos emocionalmente;</li>
<li style="text-align: justify;">Escrever diários emocionais;</li>
<li style="text-align: justify;">Imitação de emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Identificação de emoções e localização de motivos de forma conjunta;</li>
<li style="text-align: justify;">Leitura de textos e contos que permitam identificar emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Escutar ou tocar algum instrumento musical ou cantar;</li>
<li style="text-align: justify;">Participar de jogos que ajudem a melhorar a comunicação e a forma de lidar com as frustrações;</li>
<li style="text-align: justify;">Potencializar o contato físico entre as crianças e seus pais.</li>
<li style="text-align: justify;">A felicidade e o bem-estar dos nossos filhos dependem de uma educação emocional infantil adequada. Se eles aprenderem a viver com suas emoções e sentimentos mais do que com suas posses, estaremos formando pessoas mais plenas, autônomas, responsáveis e alegres, o que retorna em seu benefício e, por extensão, em benefício de todos</li>
</ul>
<p>FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/educacao-emocional-infantil/</p>
</div>
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		<item>
		<title>Por que as crianças contam mentiras?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Imitar os pais Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> Imitar os pais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela tia de quem você não gosta muito e falar mal dela “pelas costas”.</p>
<p style="text-align: justify;">MELHOR FORMA DE AGIR: aqui o primeiro passo depende da coerência dos pais. Se você quer criar uma criança honesta, precisa conviver com isso. A criança não entende por que o pai diz “mentir é feio” e, depois, quando alguém com quem ele não quer falar liga, o pai pede para dizer que não está. O melhor é evitar essas situações. Caso a mentira seja para imitar um colega, é importante apontar as consequências do ato. A principal delas é a perda da confiança das pessoas, o que torna a vida bastante difícil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Esconder angústia e frustrações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A criança pode estar passando por um momento difícil e usa a mentira para acobertar o que não está indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor forma de agir<strong>:</strong> fique sempre muito atento. Desde situações mais comuns, quando a criança inventa dores frequentes para não ir à escola – e isso aponta que algo não vai bem por lá –, até ela começar a evitar situações que envolvam novidades e expectativas, como um curso novo, uma viagem, dormir na casa de alguém. É por isso que conversar e não reprimir de imediato é tão importante. E, se o problema for específico com a escola, levar o fato até o coordenador ou o professor é fundamental. Se o caso se tornar extremo, procure a ajuda de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Mentira social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muito comum na vida adulta, na maioria das vezes tem como intuito não magoar a outra pessoa. É aquela mentira que muitas vezes pode ser encarada como “algo que faz parte da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt;&gt;Melhor forma de agir<strong>:</strong> mostre para a criança que ela não precisa dizer que adorou o brinquedo que a avó deu, se ela não gostou, mas que ela deve sempre agradecer, porque a avó pensou nela com carinho quando lhe comprou o presente. Esse tipo de situação pode ajudar a criança a desenvolver argumentos. Outro bom exemplo ocorre quando a criança encontra a vizinha e diz: “Como você é feia!”. É importante, primeiro, que os pais não a repreendam de forma constrangedora. Depois, porém, é preciso conversar e explicar que ela não precisa dizer tudo aquilo que passa pela cabeça e que muitas coisas podem deixar as outras pessoas tristes. Esta é uma maneira de ensinar o que é ter compaixão por alguém.</p>
<div class="fotoMateria box160" style="text-align: justify;"></div>
<h2><strong>A habilidade de mentir</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), começou a estudar o comportamento das crianças há dez anos e deu de cara com ela: a mentira. Seu interesse, a princípio, era no desenvolvimento cognitivo das crianças e na habilidade delas de entender a perspectiva do outro. Chegou à conclusão de que “mentir é um comportamento que demonstra essa habilidade”. É como se a honestidade exigisse, digamos, menos esforço. “Para mentir – e mentir bem –, a criança precisa entender no que a outra pessoa acredita e saber de maneira estratégica adaptar a falta de verdade para ser plausível”. Mas isso não simplifica em nada essa história.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p>Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Existe um período no qual mentir é normal?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> É verdade que crianças espertas mentem mais?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É mais provável que crianças inteligentes mintam mais cedo e contem mentiras plausíveis. Você pode dizer para um pai que vê seu filho de 2 anos e meio mentindo que ele deve se alegrar porque a criança está começando a desenvolver suas habilidades cognitivas, que são vitais para o crescimento futuro. Claro, continuamos querendo ensinar nossas crianças a ser honestas. Mas podemos ver que a mentira é o resultado inicial de um desenvolvimento positivo e depende dos pais ensinar seus filhos a ser honestos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como não confundir mentira com fantasia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente são confundidas. Fantasia é brincar de faz de conta, e isso é uma parte muito rica da vida imaginativa; as crianças aprendem sobre o mundo e incentiva a criatividade delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> O que fazer quando a mentira é uma influência, ou seja, quando é o amigo que mente e aí ele passa a mentir também?</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem contar para os responsáveis do amigo da criança, mas eles podem não acreditar. Está nas mãos deles lidar com os próprios filhos. De qualquer forma, você pode falar com a criança sobre a importância de dizer a verdade e lidar com esse comportamento mentiroso. É importante também explicar que algumas vezes outras pessoas mentem, mas que isso não torna a mentira um comportamento aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66881-10496-2,00-POR+QUE+AS+CRIANCAS+CONTAM+MENTIRAS.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Terapia de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2017 19:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento psicológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é? A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil é dirigida ao atendimento psicológico a crianças e adolescentes que estejam apresentando problemas emocionais e/ou comportamentais. Assim como a psicoterapia de adultos, a terapia de crianças/adolescentes visa à identificação e tratamento de problemas, desenvolvimento de habilidades sociais e o restabelecimento de uma infância saudável. Além disso, sabendo que os transtornos da infância podem ser preditores de psicopatologias na vida adulta, a terapia infantil é extremamente relevante pela função preventiva de suas intervenções.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos atendimentos da criança, também são realizadas intervenções com a família e reuniões na escola a fim de coletar alguns dados pertinentes à queixa da criança e ao desenvolvimento da mesma. As sessões com os pais são extremamente importantes, pois os pais são colaboradores diretos no fornecimento de dados terapêuticos, fatores que contribuem para a manutenção da demanda apresentada e o mais importante, o terapeuta poderá fazer uma análise das práticas educativas utilizadas pelos pais. Orientações aos pais serão frequentes e acontecerão de acordo com a observação do progresso na criança na terapia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como funciona?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Na Casule Saúde e Bem-estar, a terapia infantil é indicada para crianças a partir de 4 anos, tem frequência semanal e duração de 45 minutos. Conta-se com linguagem adaptada e recursos técnicos lúdicos a fim de abordar o mundo das crianças, considerando as necessidades particulares de cada uma delas, como a forma de expressar seus problemas, trabalhar seus conflitos, comportamentos inadequados e aspectos do desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos lúdicos são empregados na terapia infantil permitindo que as crianças expressem seus sentimentos, angústias e dificuldades. Através da brincadeira, a criança reproduz o que vive através da imaginação, do <em>faz-de-conta</em>, promovendo uma regulação emocional. A partir desses dados, o terapeuta formula o caso e faz intervenções de acordo com a demanda fornecida pelos pais e escola.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>É eficaz para quais transtornos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia infantil atende a diversos transtornos, como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtornos de ansiedade, ansiedade de separação, fobias, terror noturno, medos, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno do estresse pós-traumático, transtornos do humor, depressão infantil, transtorno bipolar, transtornos alimentares, transtornos de aprendizagem, dislexia, baixo rendimento escolar, transtornos do sono, enurese, encoprese, transtornos de conduta, transtorno opositivo desafiador, bullying, abuso infantil, transtornos invasivos do desenvolvimento, agressividade e indisciplina, orientação de estudos, separação dos pais, timidez, ciúmes, adolescentes com dependência de substâncias psicoativas, impulsividade, luto, entre outras queixas.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental tem sido aplicada com êxito a diversos problemas clínicos e cada vez mais, estudos apontam a eficácia da terapia na qualidade de vida, redução dos sintomas e melhora das dificuldades emocionais e comportamentais da criança e/ou adolescente.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Há possibilidade somente dos pais serem atendidos?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Além das primeiras sessões com os pais e algumas orientações ao longo da terapia, há possibilidade dos pais serem <u>treinados</u>, ensinados e algumas práticas parentais saudáveis serão desenvolvidas, além de tirarem suas dúvidas quanto à educação e desenvolvimento emocional dos filhos. Essa modalidade se chama “treinamento de pais”, sendo assim, as intervenções serão voltadas para os pais e o objetivo maior é a promoção de uma relação saudável com os filhos. O treinamento conta com o desenvolvimento de práticas educativas mais consistentes, resoluções de problemas, habilidades sociais, reforçamento, treino de comunicação, dentre outras técnicas cognitivas, comportamentais e vivenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Nayara Benevenuto Peron</p>
<p style="text-align: justify;">Psicóloga | Terapeuta Cognitivo-Comportamental</p>
<p style="text-align: justify;">Pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental com crianças e adolescentes</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vício em Internet</title>
		<link>https://casule.com/blog/vicio-em-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2017 19:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[vicio em internet]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4481</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atualmente, com a crescente expansão das novas tecnologias virtuais, intensifica-se também um novo fenômeno, o da compulsão ou dependência à Internet. Casos como este já constam do rol de enfermidades psíquicas que exigem um tratamento psiquiátrico. Muitos estudiosos já consideram este vício tão nocivo quanto o das substâncias entorpecentes, do tabaco, do álcool e do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Atualmente, com a crescente expansão das novas tecnologias virtuais, intensifica-se também um novo fenômeno, o da compulsão ou dependência à Internet. Casos como este já constam do rol de enfermidades psíquicas que exigem um tratamento psiquiátrico. Muitos estudiosos já consideram este vício tão nocivo quanto o das substâncias entorpecentes, do tabaco, do álcool e do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ficar tempo demais em frente a um computador traz implicações muitas vezes inimagináveis, pois o ciberviciado pode até mesmo ser levado à morte por seu comportamento compulsivo. Isto porque ele normalmente desenvolve graves doenças, como a Trombose Venal Profunda, que pode desencadear uma Embolia Pulmonar, distúrbio geralmente fatal.</p>
<div class="player_dynad_tv" style="text-align: justify;">
<div id="_dynad_c_I5550001923_14854572273811046648317"></div>
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<p style="text-align: justify;">Além disso, o internauta fanático pela Web tem, comumente, sua vida seriamente atingida, especialmente nas esferas familiar, afetiva e profissional, pois ele se torna obsessivo pela rede. A cada instante, novidades fascinantes e tentadoras surgem na Internet, enredando ainda mais neste universo sedutor os antigos navegadores, e atraindo novos integrantes da teia virtual. Isto provoca o surgimento de um número cada vez maior de ciberviciados.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários psiquiatras consideram que ficar muito tempo diante da máquina virtual transmitindo e recebendo e-mails, intercambiando ações, conversando virtualmente ou trabalhando, pode configurar dependência à Internet. Com certeza esta pessoa necessita de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quais os sinais que demonstram a presença deste quadro? Pode-se afirmar que a incessante fixação em estar interligado à rede, minimizar o tempo que se fica conectado à Web, a tentativa de ocultar o que se está buscando na Internet, ficar distante do convívio social, sentir dores nas costas e ganhar peso são alguns sintomas deste fenômeno.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos Estados Unidos esta questão já se tornou uma preocupação para os especialistas, pois o índice de internautas compulsivos está crescendo muito. De 189 milhões de usuários, 6% a 10% foram diagnosticados como portadores deste vício. Esta dependência crescente gera as ‘ciberviúvas’, ou seja, aquelas que perderam maridos ou namorados vítimas das consequências orgânicas ou emocionais desta dependência; e o ‘ciberadultério’, fenômeno que permite a manutenção de amantes virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma cultura que defende a superficialidade e a generalidade de tudo, as interações afetivas também se tornam fugazes e passageiras, substituindo as conexões mais entranhadas e estreitas. Nesta roda viva, as pessoas acabam rebaixando o amor próprio e, inseguras, se escondem cada vez mais nos bastidores virtuais, longe do enfrentamento concreto que a vida demanda.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos riscos da infidelidade na Web, um dos casos mais críticos de compulsão na Internet, outros atrativos procurados pelos compulsivos são os famosos ‘bate-papos, as mensagens instantâneas, os videogames, os sítios de apostas, leilões e compras. Diversos estudiosos já listam esta dependência no mesmo estágio de gravidade em que se encontra o consumo de substâncias como a heroína, o crack, a cocaína, entre outros. Estes dependentes apresentam, na maior parte das vezes, incidências de depressão e ansiedade, além de vivenciarem problemas intensos no ambiente familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.infoescola.com/comportamento/vicio-em-internet/</p>
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		<title>Terapia infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 19:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agitação]]></category>
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		<category><![CDATA[baixo rendimento escolar]]></category>
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		<category><![CDATA[timidez excessiva]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A infância é um período marcado por situações novas, ligadas ao processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Nessa fase, algumas crianças podem apresentar dificuldades emocionais que as impedem de desenvolver-se de forma plena. Nestes momentos, a ajuda de um profissional que auxilie a criança a compreender seus problemas e a melhor forma de lidar com eles é de extrema importância.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é <strong>Terapia Infantil</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Mais comum do que algumas pessoas pensam, a Terapia Infantil é a psicoterapia voltada para o atendimento de crianças. Ela utiliza recursos lúdicos para observar e trabalhar com questões subjetivas, ou seja, questões e angústias que a criança não tem o discernimento de falar espontaneamente durante o atendimento, de modo a encontrar caminhos para aliviar o sofrimento e identificar os conflitos que estão gerando desconforto. A partir deste momento, podem-se desenvolver técnicas que ajudam a criança a criar estratégias de enfrentamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando seus filhos precisam de <strong>Terapia Infantil?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os motivos que levam os pais ou responsáveis a encaminhar as crianças para terapia são diversos, tais como: baixo rendimento escolar, dificuldades de relacionamento com outras crianças ou com a família, reclamações dos professores, agressividade, timidez excessiva, hiperatividade, depressão, dificuldades em manter a atenção, etc. Muitos comportamentos podem estar relacionados com dificuldades em lidar com certas situações, por exemplo: uma mudança de escola, a separação dos pais ou a morte de um ente querido ou mesmo de um animal de estimação. A psicoterapia infantil colabora para que a criança possa lidar com estas situações de forma mais eficiente e menos dolorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a terapia infantil, a criança faz uso de jogos, brincadeiras, desenhos e pinturas, que permitem a comunicação de suas preocupações, podendo sentir-se acolhida e expressar suas emoções. As sessões são oportunidades para compreender seus medos, desejos, pensamentos e sentimentos, bem como observar seus comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Envolvimento dos pais e da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">A participação da família e da escola é fundamental nesse processo. Os pais e a escola recebem orientações durante as sessões, a fim de poder ajudar a criança na sua problemática e nas situações que ela vivencia, dando continuidade ao trabalho do terapeuta, fora da sessão.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma infância saudável é essencial para o desenvolvimento de um adulto emocionalmente saudável e estável. Desta forma, a psicoterapia infantil colabora para que o problema seja superado, abrindo possibilidades para a criança recuperar o sentimento de segurança e aprender a lidar com o mundo de forma saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://clubedaprosa.com/beneficios-da-terapia-infantil/</p>
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		<title>Separação x filhos: como lidar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/separacao-x-filhos-como-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 19:00:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional. A separação dos pais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">A separação dos pais é um assunto que talvez nenhum filho pense até ter que passar por ele. No entanto, é uma decisão saudável se entre o casal já existe hostilidade e agressividade. Nada é mais prejudicial para a saúde física e mental de uma criança do que conviver em um ambiente familiar infeliz e cheio de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação dos filhos não é nada previsível. Isso vai depender de uma série de fatores como idade, estrutura e maturidade psicológica para lidar com a situação, relação com os pais, o apoio da família, entre outros. Algumas crianças já entendem que a separação dos pais é a melhor saída para uma convivência mais digna. Outras apresentam agressividade, sintomas depressivos, tristeza, queda no rendimento escolar, falta de apetite, isolamento, birras e ansiedade. A forma como os próprios pais encaram o processo irá influenciar na atitude dos filhos diante da separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por onde começar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para que o processo seja menos traumático para a criança ou adolescente, em primeiro lugar, a notícia da separação deve ser dada pelos pais e não por terceiros. Deve ser feita uma reunião, de preferência na casa da família, com os pais e todos os filhos para que não haja diferença no recebimento da notícia. E nada de pressa: tenha tempo para conversar e ouvir, sem interrupção de outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diga sempre a verdade</h2>
<p style="text-align: justify;">O viés da conversa é a verdade: papai e mamãe já não desejam mais conviver juntos. No entanto, continuarão sendo pai e mãe. É importante que o filho absorva a informação de que, na relação entre ele e o pai ou ele e mãe, nada mudará: o convívio continuará e o amor também. Em alguns casos, as crianças demoram um pouco mais para compreender que apesar da dissolução do casamento, o homem e a mulher continuarão nos papéis de pai e mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão fundamental é responder, em uma linguagem franca e compreensível, a todas as questões levantadas pelo filho. Isso dará a ele mais segurança para passar pelas dificuldades impostas pela separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ninguém é culpado</h2>
<p style="text-align: justify;">Culpar o outro ou falar mal não leva a nada. Evite detalhar episódios de briga e desentendimentos entre o casal. Também deixe muito claro para o filho que a separação não ocorreu por responsabilidade dele. Converse muito e explique que a decisão tomada é definitiva. Isso diminuirá as chances da criança fantasiar uma possível reconciliação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Preparando para o futuro</h2>
<p style="text-align: justify;">É bom preparar a criança ou adolescente para um novo contexto de família. Isso quer dizer alterações na rotina diária, mudanças nos fins de semana e, mais para frente, possíveis novas famílias, incluindo novos irmãos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Nunca, jamais</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for o panorama que irá se seguir após a separação, os pais não devem adotar uma atitude passiva. Compensações pelo período ruim ou falta de regras e limites adoecem a criança emocionalmente. Comprar um presente a casa dia ou deixar que o filho faça o que quer não vai ajudá-lo a seguir em frente da forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Havendo alguma dificuldade, o acompanhamento psicológico pode ser de grande valia nesse período, tanto para os pais saberem o que fazer quanto para os filhos terem um suporte emocional adequado para expor seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.psicologoeterapia.com.br/psicologia-infantil/separacao-e-filhos-como-lidar/</p>
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