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	<title>linguagem - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>linguagem - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>Implante coclear</title>
		<link>https://casule.com/blog/implante-coclear/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2018 13:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[Audiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o IBGE (2010), cerca de 9,7 milhões de brasileiros possuem deficiência auditiva, sendo que dois milhões apresentam deficiência auditiva severa (incluindo grande dificuldade para ouvir e surdez). Um dos instrumentos disponível para quem apresenta deficiência auditiva é o aparelho de amplificação sonora individual (AASI), ou como é mais conhecido, aparelho auditivo. Resumidamente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">De acordo com o IBGE (2010), cerca de 9,7 milhões de brasileiros possuem deficiência auditiva, sendo que dois milhões apresentam deficiência auditiva severa (incluindo grande dificuldade para ouvir e surdez). Um dos instrumentos disponível para quem apresenta deficiência auditiva é o aparelho de amplificação sonora individual (AASI), ou como é mais conhecido, aparelho auditivo. Resumidamente, o aparelho auditivo proporciona uma amplificação dos sons, aproveitando o que o indivíduo ainda escuta. Porém, quando a pessoa não escuta nada não adianta aumentar o som. Dessa forma, algumas pessoas podem não apresentar uma resposta satisfatória com o uso desses aparelhos auditivos convencionais. Para esses casos, uma alternativa eficaz é o implante coclear, também conhecido como ouvido biônico.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Definição</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> O implante coclear consiste em uma técnica inovadora e de alta tecnologia, utilizada há mais de 30 anos, em que é implantado cirurgicamente um equipamento eletrônico que possui dois componentes, um deles na parte interna do ouvido e outro na parte externa, que é capaz de captar e enviar os sons ao componente interno, estimulando as fibras através de pulsos elétricos codificados. A parte externa é a parte que fica aparente e é composta por um processador de fala, uma antena transmissora e um microfone; já a parte interna é formada por um feixe de eletrodos que fica posicionado dentro da cóclea (o órgão da audição), conectado a um receptor implantado atrás da orelha, por baixo da pele. Junto ao receptor ficam uma antena e um ímã, cujas funções são fixar o componente externo e captar os sinais elétricos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Diferentemente dos aparelhos de audição convencionais, o aparelho de implante coclear não aumenta os sons; ele é um estimulador elétrico que vai fazer o papel de todo o ouvido, captando o som, transformando-o em estímulo elétrico e estimulando diretamente o nervo auditivo.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Benefícios</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Dentre os diversos benefícios que a utilização do implante coclear apresenta, estão:</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> &#8211; audição de sons cotidianos;</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> &#8211; compreensão do que é falado;</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> &#8211; uso do telefone;</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> &#8211; melhora da autoestima e do relacionamento com familiares, amigos, colegas de trabalho etc;</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> &#8211; ressocialização.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Porém, a qualidade do som que o paciente implantado irá escutar vai depender de diversos fatores, como o tempo que a pessoa ficou sem ouvir (afinal, quanto maior for o tempo de privação auditiva, mais difícil será a reabilitação), a causa da surdez, o tipo de reabilitação desenvolvida após a colocação do implante, se a pessoa já escutou antes, se já possui algum código linguístico, dentre outros, o que significa que cada paciente terá uma experiência individual.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> É importante ressaltar que, mesmo diante de uma técnica de alta tecnologia, o implante coclear não corresponde à audição normal. Alguns pacientes implantados referem que o som parece estranho num primeiro momento, porém muitos afirmam que, com o passar do tempo, há uma melhora progressiva e essa sensação vai se amenizando, pois o cérebro passa a se adaptar melhor à essa nova condição. Portanto, é preciso ter perseverança e paciência ao longo do processo de adaptação.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Indicação</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> A indicação para o uso do implante coclear é bastante complexa e envolve diversos critérios. Para saber se uma pessoa é candidata ao uso do implante coclear, ela deve passar por diversas avaliações e, em muitos casos, por repetidas vezes. Além disso, ela deve passar por avaliações com diferentes profissionais incluindo, além do próprio fonoaudiólogo e do médico otorrinolaringologista, psicólogos e assistentes sociais.</span></p>
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		<item>
		<title>Gagueira na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/gagueira-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 11:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[fluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição A gagueira consiste na interrupção da fluência verbal, ou seja, ela é um distúrbio da comunicação. A gagueira não é um problema originado no aparelho fonador, mas sim um problema que afeta áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, além de interferir no controle motor da fala. Ela não tem causa emocional; a questão emocional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="p1"><span class="s1">Definição</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">A gagueira consiste na interrupção da fluência verbal, ou seja, ela é um distúrbio da comunicação. A gagueira não é um problema originado no aparelho fonador, mas sim um problema que afeta áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, além de interferir no controle motor da fala. Ela não tem causa emocional; a questão emocional é uma consequência da gagueira, principalmente a chamada ansiedade antecipatória.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1">Características</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">A gagueira é caracterizada por bloqueios, prolongamentos e/ou repetições, que podem ocorrer em apenas um som da palavra, na sílaba ou na palavra inteira. Esses comportamentos podem acontecer associados à tensões na musculatura facial, cervical ou até mesmo corporal, que muitas vezes não são percebidas pelo falante que está gaguejando. </span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1">Causas</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">As causas da gagueira ainda não são plenamente conhecidas, porém sabe-se que o fator genético tem grande influência. É importante ressaltar que a genética não é determinante; ela é um fator de predisposição. Portanto, se existem outros falantes gagos na família é importante ficar atento à qualquer alteração no desenvolvimento da fala. Além disso, a prevalência dela é maior em meninos do que em meninas. </span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1">Gagueira na infância</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">Quando a gagueira surge antes da puberdade, sem dano cerebral aparente ou outra causa conhecida, ela é chamada de gagueira do desenvolvimento. A gagueira do desenvolvimento não é provocada por algum acontecimento ou trauma do mundo exterior. Entretanto, é comum as crianças apresentarem disfluências, em algum momento, geralmente entre os dois e os cinco anos, período em que estão estruturando sua linguagem. Porém, essas disfluências tendem a desaparecer espontaneamente em, aproximadamente, três meses. Além desse fator ‘evolução’, outras características que tendem a diferenciar a disfluência comum da gagueira do desenvolvimento são: a frequência de ocorrência das disfluências (que tendem a ser mais frequentes na gagueira do desenvolvimento do que nas disfluências comuns da infância), as características das disfluências (as disfluências comuns se caracterizam por repetições de palavras inteiras, partes de frases ou frases inteiras), tensão corporal (na disfluência comum na infância não se observa tensão ou movimento corporal associado) e desempenho linguístico (nas crianças que gaguejam pode-se observar alguns problemas relacionados ao desempenho da linguagem). Em alguns casos essas disfluências podem não desaparecer espontaneamente, sinalizando o início do processo de gagueira, e então deve-se procurar um fonoaudiólogo para orientar sobre o tratamento necessário. Portanto, pais, pediatras, professores e pessoas do convívio da criança devem estar sempre atentos ao desenvolvimento da fala da criança. O diagnóstico e a intervenção fonoaudiológica precoces são fundamentais para o sucesso terapêutico, já que a criança em idade pré-escolar apresenta maior plasticidade cerebral, permitindo melhores condições da aprendizagem de novas habilidades, incluindo a fluência. O trabalho do fonoaudiólogo será o de desenvolver modelos comunicativos favorecendo a fluência (o que inclui, por exemplo, uma fala mais lenta e relaxada e o aumento do tempo de pausas nas conversas) e orientar sobre a generalização do novo modelo de fala aprendido na terapia no seu cotidiano.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Dicas para lidar com crianças que apresentam gagueira</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Boas dicas de o que fazer ao lidar com uma criança que apresenta sinais de gagueira são:</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">&#8211; falar mais devagar com a criança. Grande parte da aprendizagem da criança acontece por meio da imitação. Então, ao invés de pedir para a criança falar mais devagar, fale mais devagar com ela para que ela possa ter esse modelo de fala.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">-permita que a criança fale no seu tempo, sem interrompê-la, completar a palavra ou frase para ela ou pedir para ela ter calma.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">-respeitar o modo de falar da criança, entendendo que cada um tem diferenças individuais na fala. A criança precisa de apoio e não de julgamentos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Áreas de atuação da fonoaudiologia (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/videos/areas-de-atuacao-da-fonoaudiologia-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 21:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas]]></category>
		<category><![CDATA[Atuação]]></category>
		<category><![CDATA[Atuação fonoaudiólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Audiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Flávia Henriques,  fonoaudióloga da Casule! &#160; Áreas de atuação da fonoaudiologia A fonoaudiologia é uma ciência da área da saúde que tem como objeto de estudo a comunicação humana e todos os aspectos que estão relacionados com ela, como: a voz, a musculatura facial, a audição, a [&#8230;]</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Áreas de atuação da fonoaudiologia</h1>
<p>A fonoaudiologia é uma ciência da área da saúde que tem como objeto de estudo a comunicação humana e todos os aspectos que estão relacionados com ela, como: a voz, a musculatura facial, a audição, a linguagem oral e escrita, a oratória, entre tantas outras.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como estimular a linguagem das crianças</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-estimular-a-linguagem-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2018 21:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[estimulação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A linguagem é a forma como o homem expressa suas ideias e sentimentos. Existe a linguagem verbal e a linguagem não-verbal. Ela pode ocorrer através da fala, da escrita, dos gestos, dos desenhos ou das expressões. Sobre o desenvolvimento da linguagem, há um vídeo que pode ser conferido aqui: https://casule.com/como-se-desenvolve-linguagem-video-completo/ Confira, a seguir, algumas formas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A linguagem é a forma como o homem expressa suas ideias e sentimentos. Existe a linguagem verbal e a linguagem não-verbal. Ela pode ocorrer através da fala, da escrita, dos gestos, dos desenhos ou das expressões. Sobre o desenvolvimento da linguagem, há um vídeo que pode ser conferido aqui: https://casule.com/como-se-desenvolve-linguagem-video-completo/</p>
<p>Confira, a seguir, algumas formas simples de estimular a linguagem das crianças:</p>
<p>&#8211; Converse com o bebê! O bebê tem condições de ouvir desde a barriga da mãe, então converse sempre com ele! Quando ele nascer, continue conversando, só que agora olhando para ele, pois dessa forma ele poderá ver os movimentos que são feitos pela boca ao falar e as expressões do seu rosto associados a cada palavra.</p>
<p>&#8211; Explore os sons! Voltar a atenção da criança para os sons ao nosso redor estimula sua percepção e, consequentemente, sua linguagem. Músicas são ótimas aliadas nesse momento, principalmente as que envolvem rimas, pois levam à capacidade de perceber e manipular os sons da fala.</p>
<p>&#8211; Estimule a fala! A criança precisa sentir necessidade de falar para desenvolver a fala. Sempre nomeie os objetos utilizados no dia-a-dia, as partes do corpo durante o banho e os nomes das pessoas que convivem com ela, dando significado a cada palavra. Além disso, insira novas palavras durante as brincadeiras e repita-as em diferentes contextos, a fim de fixar sua aprendizagem. Ensine também as relações entre palavras, objetos e ideias. Além disso, fale sempre da forma correta com a criança, pois grande parte da sua aprendizagem vem do modelo que ela recebe.</p>
<p>&#8211; Brinque com a criança! Através da brincadeira surgem novos vocábulos, expressões e é um ótimo momento para oferecer um modelo adequado de fala e de dar significado às palavras.</p>
<p>&#8211; Estimule o convívio com outras crianças! Ao conviver com outras crianças, são observados os comportamentos e as intenções que elas têm para se comunicar. Para não ficar para trás, a criança tem que se esforçar para se comunicar também.</p>
<p>&#8211; Ofereça segurança! Mudanças repentinas podem travar o desenvolvimento ou fazê-lo regredir. Diante de uma mudança brusca na rotina da criança, converse com ela sobre isso, oferecendo sempre o suporte necessário para que ela se sinta segura.</p>
<p>&#8211; Leia para a criança! Dê o exemplo! Leia sempre para as crianças e ofereça à criança acesso aos livros. Dentre tantos benefícios, a leitura ajuda a promover o raciocínio crítico, amplia o conhecimento, proporciona entretenimento, enriquece o vocabulário, aprimora a escrita e desenvolve a criatividade, por exemplo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O desenvolvimento auditivo da criança</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-desenvolvimento-auditivo-da-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 14:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[; desenvolvimento auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência auditiva]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[teste da orelhinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A audição Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento da criança é a audição. O desenvolvimento auditivo na criança é extremamente importante para o desenvolvimento de diversas funções cerebrais. O sistema auditivo se desenvolve em etapas graduais de complexidade e tem início na vida intra-uterina a partir da 20ª semana de gestação, se estendendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A audição</strong></p>
<p>Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento da criança é a audição. O desenvolvimento auditivo na criança é extremamente importante para o desenvolvimento de diversas funções cerebrais. O sistema auditivo se desenvolve em etapas graduais de complexidade e tem início na vida intra-uterina a partir da 20ª semana de gestação, se estendendo até os primeiros meses de vida da criança.</p>
<p>Quando nasce, o bebê apresenta apenas a audição do tipo reflexa. Com o seu desenvolvimento dá-se início ao processo de aprendizagem auditiva, no qual novas respostas ao som passam a ser desenvolvidas através de experiências auditivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desenvolvimento auditivo esperado</strong></p>
<p>&#8211; 0 a 4 meses: a criança deve apresentar respostas como despertar do sono, sustos e piscadas de olhos diante de sons mais intensos. A reação aos sons familiares ainda não é consistente.</p>
<p>&#8211; 4 aos 7 meses: a criança deve localizar sons lateralmente. Nessa fase ela já é capaz de reconhecer a voz do cuidador mais próximo, na maioria dos casos, a mãe.</p>
<p>&#8211; 7 aos 9 meses: a criança deve localizar a fonte sonora para os lados e para baixo indiretamente. Ela já consegue demonstrar reações de agrado ou desagrado aos sons que ouve.</p>
<p>&#8211; 9 aos 13 meses: a criança deve localizar os sons para os lados e para baixo rapidamente. Nessa fase ela já deve ser capaz de compreender e responder a comandos verbais simples, como “dá tchau”.</p>
<p>&#8211; 13 aos 16 meses: a criança deve ser capaz de localizar os sons para os lados, para baixo e para cima e de compreender comandos verbais mais complexos.</p>
<p>&#8211; acima de 16 meses: a criança deve ser capaz de localizar diretamente os sons para os lados, para cima e para baixo. Além disso, ela deve ser capaz de compreender ordens e responder perguntas relacionadas às partes do seu corpo, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Consequências das alterações auditivas</strong></p>
<p>Os primeiros anos de vida da criança são fundamentais para a aquisição da linguagem e a ausência de comunicação adequada nessa fase pode impactar a comunicação do ser humano pelo resto de sua vida.</p>
<p>A deficiência auditiva, quando não diagnosticada precocemente, poderá interferir no desenvolvimento da linguagem da criança e, consequentemente, no seu processo de aprendizagem, já que, no caso da presença de uma deficiência auditiva, a criança não processará de forma adequada as informações da fala e, dessa forma, será mais difícil para essa criança estabelecer a relação entre a palavra falada e seu significado.</p>
<p>Portanto, é importante ficar atento para qualquer sinal de que a criança possa estar com algum problema auditivo, principalmente se ela não apresenta reação diante de estímulos sonoros familiares. Nesse caso, deve-se procurar a orientação de um fonoaudiólogo ou de um médico otorrinolaringologista para a realização da avaliação auditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Teste da orelhinha</strong></p>
<p>Desde 2010, o teste da orelhinha (triagem auditiva neonatal universal) se tornou obrigatório. Todos os hospitais e maternidades devem realizar o teste gratuitamente nas crianças nascidas em suas dependências. Esse teste é capaz de detectar precocemente a ocorrência de alguma deficiência auditiva, o que possibilita o diagnóstico e o tratamento precoces de possíveis alterações. O diagnóstico precoce é fundamental para a minimização dos impactos da deficiência auditiva no desenvolvimento da criança. O teste da orelhinha deve ser realizado por um fonoaudiólogo a partir do segundo ou terceiro dia de vida do bebê, com o bebê dormindo. Ele é um teste rápido, indolor e não possui contra-indicação.</p>
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		<title>Como se desenvolve a linguagem? (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-se-desenvolve-linguagem-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 20:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento da linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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<h2>Como se desenvolve a linguagem?</h2>
<p>Confira com Flávia Henriques, Fonoaudióloga da Casule!</p>
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		<title>Fonoaudiologia em Juiz de Fora</title>
		<link>https://casule.com/blog/fonoaudiologia-em-juiz-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 13:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiólogo]]></category>
		<category><![CDATA[fonoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[motricidade orofacial]]></category>
		<category><![CDATA[voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fonoaudiologia tem como objetivo principal habilitar, reabilitar ou aperfeiçoar a comunicação humana. O fonoaudiólogo é o profissional indicado para avaliar, identificar e tratar qualquer alteração relacionada com estruturas da voz, da linguagem oral e escrita, da audição e das funções orofaciais. As sessões de fonoaudiologia iniciam com uma anamnese (entrevista) detalhada acerca dos principais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A fonoaudiologia tem como objetivo principal habilitar, reabilitar ou aperfeiçoar a comunicação humana. O fonoaudiólogo é o profissional indicado para avaliar, identificar e tratar qualquer alteração relacionada com estruturas da voz, da linguagem oral e escrita, da audição e das funções orofaciais.</p>
<p>As sessões de fonoaudiologia iniciam com uma anamnese (entrevista) detalhada acerca dos principais pontos relacionados à queixa do paciente. Na sessão seguinte é realizada a avaliação do paciente, através de testes padronizados e/ou avaliação das estruturas alteradas. Logo em seguida é traçado o plano terapêutico que vai incluir todos os objetivos e as estratégias para alcançá-los. A partir daí, iniciam-se as sessões direcionadas ao tratamento do paciente.</p>
<p>As sessões podem ser individuais ou em grupo, dependendo do benefício que possam trazer para o indivíduo. São indicadas, de um modo geral, sessões semanais de fonoterapia com o fonoaudiólogo. Os objetivos podem ser atingidos em pouco tempo, dependendo da demanda apresentada pelo paciente e do seu comprometimento com a fonoterapia.</p>
<p>Na Casule, em Juiz de Fora, são atendidas demandas de fonoaudiologia nas áreas de linguagem, voz e motricidade orofacial.</p>
<p>A fonoterapia na área de linguagem visa trabalhar com todos os aspectos que envolvem a comunicação oral e escrita e garantir bem-estar e inclusão social de todos os indivíduos. Ela é indicada para o paciente que apresentar algum atraso na aquisição ou deficiência da linguagem (distorção da fala, transtornos relacionados à fluência – por exemplo, gagueira – ou dificuldade com a aprendizagem da linguagem escrita); ou, ainda, para pacientes que adquiriram a linguagem, mas a perderam por algum motivo (decorrente de distúrbio neurológico, sensorial ou cognitivo – por exemplo, AVC – ou processo degenerativo – por exemplo, demência).</p>
<p>A fonoterapia na área de voz atua na prevenção, na avaliação e no tratamento dos distúrbios vocais, na promoção da saúde vocal e no aperfeiçoamento e estética vocais. O fonoaudiólogo é o profissional habilitado para realizar a avaliação comportamental da voz e definir a melhor conduta para cada caso. Cabe ao fonoaudiólogo orientar o paciente quanto aos hábitos nocivos e de higiene vocal, realizar técnicas específicas para cada problema e acompanhar a evolução do paciente.</p>
<p>A fonoterapia na área de motricidade orofacial trabalha com prevenção, avaliação, diagnóstico, desenvolvimento, habilitação, aperfeiçoamento e reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões da boca (oro), da face (facial) e do pescoço através da avaliação clínica dos órgãos fonoarticulatórios (como língua, lábios, bochechas, palato duro e mole, dentição) e das funções estomatognáticas (respiração, mastigação, deglutição e fala).</p>
<p>Caso você tenha se identificado com alguma situação relatada ou conhece alguém que possa se beneficiar das sessões de fonoaudiologia em Juiz de Fora, procure um fonoaudiólogo para realizar uma avaliação e receber as orientações necessárias!</p>
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		<title>O que é afasia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-afasia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 14:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A afasia é um distúrbio adquirido de linguagem, ou seja, é uma alteração na capacidade comunicativa do indivíduo decorrente de algum dano cerebral. Ela ocorre quando há lesões nas áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, podendo causar perda ou redução da capacidade de expressão e/ou compreensão da linguagem. Além disso, a afasia é considerada multimodal, pois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A afasia é um distúrbio adquirido de linguagem, ou seja, é uma alteração na capacidade comunicativa do indivíduo decorrente de algum dano cerebral. Ela ocorre quando há lesões nas áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, podendo causar perda ou redução da capacidade de expressão e/ou compreensão da linguagem. Além disso, a afasia é considerada multimodal, pois pode ocorrer no campo da leitura, escrita e/ou fala. O grau de comprometimento da linguagem em pacientes afásicos varia de acordo com o local e a extensão da lesão cerebral, sendo que quanto maior for a área cerebral afetada, maiores serão os riscos de sequelas.</p>
<p>É comum a ocorrência de alguns distúrbios neurológicos associados ao quadro de afasia em pacientes afásicos, como, por exemplo, apraxia, agnosia, alexia e agrafia. A apraxia corresponde à uma desordem do movimento, na qual o paciente é incapaz de realizar um movimento complexo e preciso que anteriormente conseguia; a agnosia refere-se à uma inabilidade em reconhecer objetos familiares através da percepção sensorial (podendo ser visual, auditiva ou tátil); a alexia é um distúrbio de leitura; já a agrafia é a incapacidade de escrever.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TIPOS</p>
<p>Há quatro tipos de <strong>Afasias Centrais</strong>:</p>
<ul>
<li>Afasia de Broca: a área de Broca é a região do cérebro responsável pela expressão da linguagem. Dessa forma, pacientes com alterações nessa área apresentam boa compreensão, porém apresentam dificuldades na produção da fala, que é vagarosa e com esforço.</li>
<li>Afasia de Wernicke: a região cerebral conhecida como Wernicke é a responsável pela interpretação da linguagem. Assim, indivíduos com lesão nessa área apresentam dificuldade de compreensão e, embora tenham uma fala fluente, geralmente é uma fala sem sentido, com nenhum significado lógico.</li>
<li>Afasia de condução: nesse tipo de alteração a compreensão está relativamente preservada, porém ocorre uma dificuldade na escolha e sequência dos fonemas durante a produção da fala, além da dificuldade de nomeação.</li>
<li>Afasia global: nesse caso, todas as funções importantes da linguagem estão seriamente deficientes. O paciente perde a capacidade de se comunicar e compreender, seja na fala, leitura ou escrita.</li>
</ul>
<p>CAUSAS</p>
<p>As principais lesões cerebrais que originam as afasias são:</p>
<ul>
<li>AVC/AVE;</li>
<li>Neoplasmas (tumores);</li>
<li>Traumatismo cranioencefálico;</li>
<li>Doenças infecciosas (como por exemplo, meningites);</li>
<li>Doenças degenerativas;</li>
<li>Tensão metabólica;</li>
<li></li>
</ul>
<p>TRATAMENTO</p>
<p>Os pacientes afásicos podem se encontrar em situação de baixa auto-estima ou intensa irritabilidade, afinal a comunicação é fundamental para a vida em sociedade e até mesmo para a satisfação das necessidades básicas. O fonoaudiólogo é o profissional que irá atuar com a estimulação da linguagem em um tratamento que consiste na ligação entre as habilidades linguísticas preservadas e aquelas que foram perdidas.</p>
<p>É importante que o planejamento da fonoterapia seja construído de acordo com as necessidades individuais do paciente, levando sempre em conta sua idade, grau de instrução e interesses. O tratamento costuma ser longo e deve iniciar o mais rápido possível. A fonoaterapia é baseada em exercícios que estimulam a linguagem oral e/ou escrita, além de exercícios de Motricidade Orofacial específicos para os casos que apresentarem Disfagia e Paralisia Facial associados ao quadro de afasia.</p>
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		<title>Dislexia: diagnóstico e tratamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/dislexia-diagnostico-e-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 22:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[jf]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dislexia: Definição, Sinais e Avaliação Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica. Ao contrário do que muitos pensam, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2389" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg" alt="Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-768x576.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-610x458.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-980x735.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-480x360.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Dislexia: Definição, Sinais e Avaliação</h2>
<p style="text-align: justify;">Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sinais de Alerta</h2>
<p style="text-align: justify;">Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma &#8220;criança de risco&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá sempre:</h3>
<p style="text-align: justify;">dificuldades com a linguagem e escrita;<br />
dificuldades em escrever;<br />
dificuldades com a ortografia;<br />
lentidão na aprendizagem da leitura;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá muitas vezes:</h3>
<p style="text-align: justify;">disgrafia (letra feia);<br />
discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;<br />
dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização;<br />
dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar sequências de tarefas complexas;<br />
dificuldades para compreender textos escritos;<br />
dificuldades em aprender uma segunda língua.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá às vezes:</h3>
<p style="text-align: justify;">dificuldades com a linguagem falada;<br />
dificuldade com a percepção espacial;<br />
confusão entre direita e esquerda.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pré-Escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Fique alerta se a criança apresentar alguns desses sintomas:</p>
<p style="text-align: justify;">Dispersão;<br />
Fraco desenvolvimento da atenção;<br />
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;<br />
Dificuldade em aprender rimas e canções;<br />
Fraco desenvolvimento da coordenação motora;<br />
Dificuldade com quebra cabeça;<br />
Falta de interesse por livros impressos;</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de apresentar alguns desses sintomas não indica necessariamente que ela seja disléxica; há outros fatores a serem observados. Porém, com certeza, estaremos diante de um quadro que pede uma maior atenção e/ou estimulação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Idade Escolar.</h2>
<p style="text-align: justify;">Nesta fase, se a criança continua apresentando alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional:</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;<br />
Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);<br />
Desatenção e dispersão;<br />
Dificuldade em copiar de livros e da lousa;<br />
Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);<br />
Desorganização geral: podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;<br />
Confusão entre esquerda e direita;<br />
Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc&#8230;<br />
Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;<br />
Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc&#8230;<br />
Dificuldades em decorar sequências, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc..<br />
Dificuldade na matemática e desenho geométrico;<br />
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias) Troca de letras na escrita;<br />
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;<br />
Problemas de conduta como: depressão, timidez excessiva ou o &#8220;palhaço da turma&#8221;;<br />
Bom desempenho em provas orais.<br />
Se nessa fase a criança não for acompanhada adequadamente, os sintomas persistirão e irão permear a fase adulta, com possíveis prejuízos emocionais e consequentemente sociais e profissionais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Adultos</h2>
<p style="text-align: justify;">Se não teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pré-escolar, o adulto disléxico ainda apresentará dificuldades:</p>
<p style="text-align: justify;">Continuada dificuldade na leitura e escrita;<br />
Memória imediata prejudicada;<br />
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;<br />
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);<br />
Dificuldade com direita e esquerda;<br />
Dificuldade em organização;<br />
Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como consequência: depressão, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o álcool.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico</h2>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, não confirmam a dislexia. E não pára por aí, os mesmos sintomas podem indicar outras situações, como lesões, síndromes e etc.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Então, como diagnosticar a dislexia?</h3>
<p style="text-align: justify;">Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve se procurar ajuda especializada.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma equipe multidisciplinar, formada por Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista e outros, conforme o caso.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR e de EXCLUSÃO.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros fatores deverão ser descartados, como déficit intelectual, disfunções ou deficiências auditivas e visuais, lesões cerebrais (congênitas e adquiridas), desordens afetivas anteriores ao processo de fracasso escolar (com constantes fracassos escolares o disléxico irá apresentar prejuízos emocionais, mas estes são conseqüências, não causa da dislexia).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste processo ainda é muito importante tomar o parecer da escola, dos pais e levantar o histórico familiar e de evolução do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa avaliação não só identifica as causas das dificuldades apresentadas, assim como permite um encaminhamento adequado a cada caso, por meio de um relatório por escrito.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Depois de Diagnosticada a Dislexia</h3>
<p style="text-align: justify;">Sendo diagnosticada a dislexia, o encaminhamento orienta o acompanhamento consoante às particularidades de cada caso, o que permite que este seja mais eficaz e mais proveitoso, pois o profissional que assumir o caso não precisará de um tempo para identificação do problema, bem como terá ainda acesso a pareceres importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecendo as causas das dificuldades, o potencial e as individualidades do indivíduo, o profissional pode utilizar a linha que achar mais conveniente. Os resultados irão aparecer de forma consistente e progressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, o disléxico sempre contorna suas dificuldades, encontrando seu caminho. Ele responde bem a situações que possam ser associadas a vivências concretas e aos múltiplos sentidos. O disléxico também tem sua própria lógica, sendo muito importante o bom entrosamento entre profissional e paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro passo importante a ser dado é definir um programa em etapas e somente passar para a seguinte após confirmar que a anterior foi devidamente absorvida, sempre retomando as etapas anteriores. É o que chamamos de sistema MULTISSENSORIAL e CUMULATIVO.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é de extrema importância haver uma boa troca de informações, experiências e até sintonia dos procedimentos executados, entre profissional, escola e família.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.bengalalegal.com/dislexia</p>
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