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	<title>juiz de fora - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>juiz de fora - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Psicólogo em Juiz de Fora: Como encontrar um profissional confiável e experiente</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Mar 2023 20:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicólogo Juiz de Fora]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontrar um psicólogo confiável e experiente em Juiz de Fora-MG pode ser uma tarefa difícil, especialmente para quem nunca teve contato com a psicoterapia. Mas com algumas dicas e orientações, é possível escolher um profissional experiente e altamente qualificado que atenda às suas necessidades e expectativas para cuidar bem de você ou de quem você [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Encontrar um <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">psicólogo confiável e experiente em Juiz de Fora-MG</a> pode ser uma tarefa difícil, especialmente para quem nunca teve contato com a psicoterapia. </p>



<p>Mas com algumas dicas e orientações, é possível escolher um profissional experiente e altamente qualificado que atenda às suas necessidades e expectativas para cuidar bem de você ou de quem você ama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que buscar um psicólogo em Juiz de Fora?</h2>



<p>Antes de discutir como encontrar um psicólogo em Juiz de Fora, é importante entender por que buscar a ajuda de um profissional da área da psicologia pode ser benéfico. </p>



<p>A psicoterapia pode ajudar a lidar com diversos problemas emocionais e comportamentais, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Depressão;</li>



<li>Ansiedade;</li>



<li>Estresse;</li>



<li>Transtornos alimentares;</li>



<li>Problemas de relacionamento;</li>



<li>Questões familiares;</li>



<li>Traumas;</li>



<li>Fobias.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como escolher um psicólogo em Juiz de Fora</h2>



<p>Ao escolher um <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">psicólogo em Juiz de Fora</a>, é importante considerar alguns critérios. </p>



<p>Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a escolher um profissional confiável e experiente:</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Verifique a formação e a especialização do profissional</h3>



<p>Um psicólogo deve ter formação superior em psicologia e registro no Conselho Regional de Psicologia. </p>



<p>Além disso, é importante verificar se o profissional tem alguma especialização na área de interesse do paciente.</p>



<p>Todos os psicólogos que compõem o <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">time da Casule</a> são especialistas em Terapia Cognitivo Comportamental e também passam pelo treinamento do método Casule.</p>



<p>Anualmente todos nossos psicólogos passam por 12 Casule Talks que é um ciclo de palestra interna que acontecem todos os meses, eles tem acesso a 52 horas (anuais) de treinamento através da Casule Play (nossa plataforma de treinamentos online).</p>



<p>O time de psicólogos da Casule também passa por um ciclo de supervisões de Casos clínicos que acontecem 2x por mês, totalizando 104 supervisões anuais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Verifique as referências do profissional</h3>



<p>Antes de escolher um psicólogo em Juiz de Fora, é importante verificar as referências do profissional. </p>



<p>Isso pode incluir a opinião de outros pacientes que já foram atendidos pelo profissional, bem como a reputação do profissional no mercado.</p>



<p>Verifique a classificação da clínica que o profissional trabalha para entender como é o atendimento de uma maneira geral.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Considere a abordagem terapêutica do profissional</h3>



<p>Existem diversas abordagens terapêuticas na psicologia, como a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, a terapia sistêmica, entre outras. </p>



<p>É importante escolher um <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">profissional</a> que utilize uma abordagem que seja adequada às necessidades do paciente.</p>



<p>Na Clínica Casule adotamos a Terapia Cognitivo Comportamental como linha de atendimento principal devido evidências científicas dos resultados na vida dos pacientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Verifique a disponibilidade do profissional</h3>



<p>É importante escolher um psicólogo que tenha disponibilidade para atender o paciente. </p>



<p>Isso pode incluir horários flexíveis e a possibilidade de atendimento online.</p>



<p>Um time de psicólogos pode te oferecer essa flexibilidade de horários de atendimento que ajuste a sua rotina diária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde encontrar um psicólogo em Juiz de Fora</h2>



<p>Existem diversas maneiras de encontrar um<a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> psicólogo em Juiz de Fora</a>. Aqui estão algumas opções:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Indicação de amigos e familiares</h3>



<p>Uma boa maneira de encontrar um psicólogo confiável e experiente é pedir indicações para amigos e familiares que já tenham passado por um tratamento psicológico e tiveram resultados positivos e ficaram satisfeitos com o processo psicoterapêutico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Busca na internet</h3>



<p>A internet é uma ótima ferramenta para encontrar um psicólogo em Juiz de Fora. Existem diversos sites especializados em saúde mental que oferecem a possibilidade de buscar por profissionais da área.</p>



<p>Você também pode <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">encontrar um psicólogo em Juiz de Fora-MG clicando aqui</a> e vendo os profissionais que podem te atender.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Conselho Regional de Psicologia</h3>



<p>O Conselho Regional de Psicologia pode ser local para encontrar um psicólogo em Juiz de Fora.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Clínicas de psicologia</h3>



<p>As clínicas de psicologia podem ser uma boa opção para quem procura um psicólogo em Juiz de Fora. Essas clínicas geralmente contam com uma equipe de profissionais que oferecem diferentes abordagens terapêuticas.</p>



<p>Você pode conhecer os <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">profissionais da Clínica Casule aqui</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Redes sociais</h3>



<p>As redes sociais, principalmente o <a href="https://casule.com/youtube" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Youtube</a> podem ser uma boa opção para encontrar um psicólogo em Juiz de Fora. Muitos profissionais da área utilizam as redes sociais para divulgar seus serviços e compartilhar informações úteis sobre saúde mental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas para o primeiro contato com o psicólogo</h2>



<p>Após escolher um <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">psicólogo em Juiz de Fora</a>, é importante se preparar para o primeiro contato. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a se sentir mais confortável no primeiro encontro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se possível, agende uma consulta presencial para conhecer o profissional pessoalmente antes de começar o tratamento;</li>



<li>Esteja aberto para falar sobre seus problemas e sentimentos;</li>



<li>Não tenha medo de perguntar sobre a abordagem terapêutica utilizada pelo profissional;</li>



<li>Tire todas as suas dúvidas em relação ao tratamento e às sessões;</li>



<li>Esteja comprometido com o tratamento e com o seu próprio processo de cura.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Encontrar um psicólogo confiável e experiente em Juiz de Fora pode ser uma tarefa desafiadora, mas com as dicas apresentadas neste artigo, é possível escolher um profissional que atenda às suas necessidades e expectativas. </p>



<p>Lembre-se de que buscar ajuda profissional é um passo importante para cuidar da sua saúde mental e emocional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Online Casule</h2>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende através da psicologia presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>psicologia online</strong></a>. </p>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">Possuímos um time de psicólogos online que atendem você de qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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<p>Agora que você sabe o risco de não cuidar da sua saúde mental, você pode marcar uma conversa inicial com um dos nossos terapeutas online. </p>



<p>Tocando no botão abaixo você pode começar a cuidar mais de si.</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-black-color has-luminous-vivid-amber-background-color has-text-color has-background wp-element-button" href="https://agendamento.casule.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eu quero cuidar da minha saúde emocional na Casule</a></div>
</div>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas e Respostas</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Quanto tempo dura uma sessão de psicoterapia?</strong></li>
</ol>



<p>Geralmente, uma sessão de psicoterapia dura em torno de 45 minutos.</p>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li><strong>Qual é o preço médio de uma consulta com um psicólogo em Juiz de Fora?</strong></li>
</ol>



<p>O preço médio de uma consulta com um psicólogo em Juiz de Fora varia entre R$100 e R$500.</p>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li><strong>É possível fazer terapia online?</strong></li>
</ol>



<p>Sim, é possível fazer terapia online com um psicólogo em Juiz de Fora. <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça aqui!</a></p>



<ol class="wp-block-list" start="4">
<li><strong>Como saber se um psicólogo é confiável?</strong></li>
</ol>



<p>Para saber se um psicólogo é confiável, é importante verificar a sua formação, especialização, referências e reputação no mercado.</p>



<ol class="wp-block-list" start="5">
<li><strong>O que fazer se não me sentir confortável com o meu psicólogo?</strong></li>
</ol>



<p>Se não se sentir confortável com o seu psicólogo, é importante conversar com ele sobre os seus sentimentos e, se necessário, buscar um novo profissional. Pode também pedir para a secretária para agendar sua sessão com outro psicólogo do time para você conhecer.</p>



<ol class="wp-block-list" start="6">
<li><strong>Quantas sessões de psicoterapia são necessárias?</strong></li>
</ol>



<p>O número de sessões de psicoterapia necessárias varia de acordo com cada caso e com as necessidades do paciente. Algumas pessoas podem precisar de algumas sessões, enquanto outras podem precisar de meses ou anos de tratamento. </p>



<ol class="wp-block-list" start="7">
<li><strong>Quais são as abordagens terapêuticas mais comuns na psicologia?</strong></li>
</ol>



<p>Algumas das abordagens terapêuticas mais comuns na psicologia são a terapia cognitivo-comportamental e a terapia sistêmica.</p>



<ol class="wp-block-list" start="8">
<li><strong>Como saber se a abordagem terapêutica utilizada pelo psicólogo é adequada para mim?</strong></li>
</ol>



<p>Para saber se a abordagem terapêutica utilizada pelo psicólogo é adequada para você, é importante conversar com o profissional e entender como funciona o tratamento. Além disso, é importante verificar se a abordagem é adequada para o seu problema específico.</p>



<ol class="wp-block-list" start="9">
<li><strong>Qual é a diferença entre um psicólogo e um psiquiatra?</strong></li>
</ol>



<p>Enquanto um psicólogo é um profissional da área da psicologia que oferece tratamentos psicoterapêuticos, um psiquiatra é um médico que pode prescrever medicamentos para tratar problemas de saúde mental. O trabalho do psicólogo e do psiquiatra junto é fundamental.</p>



<ol class="wp-block-list" start="10">
<li><strong>Como posso saber se preciso de ajuda psicológica?</strong></li>
</ol>



<p>Se você estiver enfrentando problemas emocionais ou comportamentais que estão afetando a sua qualidade de vida, <a href="https://casule.com/redireciona-whatsapp/?text=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog%2Fpsicologo-em-juiz-de-fora-como-encontrar-um-profissional-confiavel-e-experiente%2F%0D%0A%0D%0AOl%C3%A1%2C+gostaria+de+saber+mais+sobre+terapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">é importante buscar ajuda psicológica</a>. Alguns sinais de que pode ser necessário buscar ajuda incluem mudanças repentinas de humor, problemas de sono, problemas de concentração, isolamento social e sentimentos de tristeza ou ansiedade persistentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que aprendi como coach? (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-aprendi-como-coach-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 20:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[coach]]></category>
		<category><![CDATA[coach de carreira]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[multipotencial]]></category>
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			</item>
		<item>
		<title>Vigorexia (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/vigorexia-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2017 22:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[exagero]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[Malhar]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[vigorexia]]></category>
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<p>Você sabia que o cuidado exagerado com o corpo, incluindo a prática de exercícios físicos, pode ser um transtorno psicológico? Confira com Rafaela Duque, psicóloga da Casule!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depoimento Coaching &#8211; Henrique Vieira (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/depoimento-coaching-henrique-vieira-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2017 21:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[coach]]></category>
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		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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<p>Henrique é um jovem que ama o que faz, mas que sentia falta de algo na carreira. Ele então resolveu participar do processo de coaching.</p>
<p>Confira o seu depoimento sobre o trabalho realizado com o coach Tiago Curcio, da Casule!</p>
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		<item>
		<title>Terapia de Casal (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-de-casal-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 20:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[homoafetivo]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
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<p>Você sabe como funciona a Terapia de Casal? O que é trabalhado nela?</p>



<p>Confira com Cristiane Schumann, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>Coaching em Juiz de Fora</title>
		<link>https://casule.com/blog/coaching-em-juiz-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2017 22:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[coach]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[coaching online]]></category>
		<category><![CDATA[coaching presencial]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atividade principal do Coach é contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional do seu cliente (coachee) para ajudar a potencializar as habilidades em uma determinada área profissional ou em uma situação da vida. Neste processo chamado Coaching o Coach vai te auxiliar a encontrar suas capacidades e competências comportamentais e técnicas para te ajudar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade principal do Coach é contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional do seu cliente (<em>coachee</em>) para ajudar a potencializar as habilidades em uma determinada área profissional ou em uma situação da vida.</p>
<p>Neste processo chamado <em>Coaching</em> o <em><a href="https://casule.com/offer-item/tiago-curcio/">Coach</a></em> vai te auxiliar a encontrar suas capacidades e competências comportamentais e técnicas para te ajudar a melhorar o seu desempenho e te levar a alcançar a sua meta.</p>
<p>O trabalho começa com uma sessão para identificar o objetivo e levantar o estado atual do cliente (<em>coachee</em>) e partindo do princípio que já exista uma meta ou objetivo definido será avaliado as suas forças e fraquezas face aos seus objetivos para ser criado um plano de ação.</p>
<p><div id="attachment_5558" style="width: 510px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5558" class="wp-image-5558 size-full" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/05/coaching-em-juiz-de-fora-jf-mg-2.jpg" alt="Coaching em Juiz de Fora" width="500" height="330" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/05/coaching-em-juiz-de-fora-jf-mg-2.jpg 500w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/05/coaching-em-juiz-de-fora-jf-mg-2-480x317.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 500px, 100vw" /><p id="caption-attachment-5558" class="wp-caption-text">Você pode fazer coaching em Juiz de Fora na Casule de forma presencial ou online.</p></div></p>
<p>Se você não tiver uma meta ou objetivo definido e se sentir perdido o <a href="https://casule.com/especialidades/coaching/coaching-individual/"><em>Coach</em></a> vai te auxiliar no processo de autoconhecimento e descoberta de novos caminhos. Ajudando você a responsabilizar-se pela sua própria vida, a seguir uma determinada estrutura de ação e a manter o foco. O foco será sempre na solução, nunca no problema!</p>
<p>Por fim, cabe lembrar que o coaching não é uma terapia, não visa resolver problemas do passado, mas sim construir uma visão de futuro.</p>
<h2>O que é trabalhado?</h2>
<p>Nas sessões de <a href="https://casule.com/especialidades/coaching/coaching-individual/">Coach Individual</a> é trabalhado formas de potencializar as qualidades, forças, talentos, missão e clareza de objetivo de vida de cada pessoa tal como:</p>
<p>• Ações pontuais para resolução de situações difíceis e conflitos<br />
• Atingir o desempenho máximo no trabalho<br />
• Aumento de rentabilidade em seus negócios<br />
• Definição e planejamento de negócios<br />
• Definição ou planejamento de carreira<br />
• Definição de prioridades e visão<br />
• Definição de metas e propósitos com clareza<br />
• Definição de um plano de ação alinhado aos seus valores<br />
• Equilíbrio emocional<br />
• Equilíbrio financeiro<br />
• Estruturação de projetos e estratégias<br />
• Gestão de negócios e problemas pessoais<br />
• Integração dos negócios e vida pessoal em busca de equilíbrio<br />
• Melhor desempenho no trabalho<br />
• Maior entendimento sobre comportamento humano, através de análise comportamental<br />
• Priorizar ações e projetos ou questões pessoais difíceis<br />
• Resoluções de questões pessoais difíceis<br />
• Tomada de decisões importantes</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Coaching em Juiz de Fora</h2>
<p>Nas sessões presenciais feitas pelo Tiago Curcio coach em Juiz de Fora e nas sessões online trabalha-se por exemplo as seguintes áreas da sua vida:</p>
<h3>Vida Pessoal</h3>
<p>(estamos nos referindo a Saúde e Disposição, Desenvolvimento Intelectual e Equilíbrio Emocional)<br />
• Aumentar a autoestima e a autoconfiança<br />
• Aprender a se relacionar com pessoas e melhorar a comunicação<br />
• Aumentar a auto liderança, aprendendo a dizer não e tomar as próprias decisões<br />
• Melhorar seus resultados com corpo e saúde como emagrecimento, esportes, disposição e energia<br />
• Descobrir seus talentos, vocação, desenvolver habilidades específicas e conhecimentos</p>
<h3>Vida Profissional</h3>
<p>(estamos nos referindo a Realização e Propósito, o aumento dos Recursos Financeiros e desenvolver também a sua Contribuição Social)<br />
• Melhorar seus resultados financeiros no trabalho<br />
• Planejar sua vida financeira para futuras aquisições<br />
• Acertar sua vida financeira, eliminando dívidas e aprendendo a usar o dinheiro de forma consciente<br />
• Fazer uma transição de carreira<br />
• Fazer o planejamento de carreira para a ascensão profissional<br />
• Desenvolver habilidades de planejamento, liderança, comunicação e relacionamentos profissionais<br />
• Melhorar sua performance profissional dentro de sua área de conhecimento para aumentar suas chances de carreira<br />
• Entender seu propósito de vida e desenvolver seus talentos de acordo com o que acredita ser sua missão de vida<br />
• Aprender a lidar com o outro e aprender de que forma pode agregar valor a outras pessoas</p>
<h3>Relacionamentos</h3>
<p>(estamos nos referindo a Família, Desenvolvimento Amoroso e Vida Social)<br />
• Melhorar o relacionamento familiar com parceiro, pais, filhos e irmãos<br />
• Equilibrar a vida profissional com o cuidado com os filhos<br />
• Elaborar planejamento do orçamento familiar, férias e filhos<br />
• Aprender a lidar com as diferenças e como desenvolver a educação dos filhos<br />
• Melhorar a relação a dois, aumentando a segurança, autoestima e autoconfiança<br />
• Tomar decisões importantes como casamento, separação e preparação para mudanças bruscas como aposentadoria ou mudança de cidades<br />
• Tornar-se mais independente e dono de sí<br />
• Aumentar a participação em eventos familiares, sociais e profissionais</p>
<h3>Qualidade de Vida</h3>
<p>(estamos nos referindo a Plenitude e Felicidade, Espiritualidade, Lazer e Diversão)<br />
• Entender e viver a sua razão de ser<br />
• Desenvolver sentimentos de felicidade em qualquer circunstância<br />
• Desvendar o que lhe dá prazer e satisfação em todos os aspectos da vida e vivê-los incondicionalmente<br />
• Encontrar-se espiritualmente<br />
• Entrar em conexão com seu Eu Interior/ Self/ Alma/ Inconsciente e viver em um estado de equilíbrio permanente<br />
• Construir um legado, deixar uma parte de si para as próximas gerações de sua família</p>
<p>Se você está sentindo e percebendo que você pode melhorar sua vida e realmente quer dar um passo a mais, o Coaching é para você.</p>
<p>Vale lembrar que a primeira sessão é gratuita pra você conhecer e experimentar uma forma de potencializar os seus resultados para alcançar seus objetivos de forma mais rápida e eficaz.</p>
<p>Estamos esperando você!</p>
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		<item>
		<title>Crianças que desafiam: o Transtorno Opositivo Desafiador</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-que-desafiam-o-transtorno-opositivo-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2017 15:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[TDO]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4558</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”. Manifesta-se na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”.</p>
<p style="text-align: justify;">Manifesta-se na infância antes dos 8 anos de idade, e pode agravar-se na adolescência. Geralmente inicia-se no ambiente doméstico e estende-se para outros ambientes e situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevalência é de 2 a 16% da população em idade escolar, sendo mais comum em meninos do que meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma causa específica para este transtorno, mas acredita-se que fatores genéticos associados a desencadeadores domésticos podem estar associados. O TOD é mais comum em filhos de pais que apresentam transtornos de conduta, humor, personalidade antissocial ou uso abusivo de drogas, e também nos casos de separação dos pais e alienação parental, quando a criança vivencia situações e experiências negativas.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum entre os 2 e 3 anos de idade a criança apresentar um comportamento desafiador e opositor, principalmente quando está com fome, cansada, estressada ou chateada. Estes sintomas tendem a diminuir e desaparecer com o passar do tempo, o que não acontece nas crianças que apresentam o transtorno. Por isso, o diagnóstico de TOD deve ser bastante criterioso, uma vez há um padrão recorrente de comportamento opositor, desafiador, negativista, desobediente e extremamente hostil, que é caracterizado por teimosia exagerada, resistência a cumprir com as regras e combinados, além de incomodar e perturbar as pessoas deliberadamente. Para uma hipótese de TOD, os sintomas citados acima devem persistir por pelo menos 6 meses, e causar prejuízo social e acadêmico significativo, além de destoar do comportamento observado em outras crianças da mesma idade e nível de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o TOD ocorre em comorbidade com outros transtornos, incluindo transtornos de humor, ansiedade, conduta e déficit de atenção/hiperatividade, aumentando a necessidade do diagnóstico precoce e intervenção, para desenvolver ações preventivas junto à criança, família e educadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diagnóstico de TOD somente será possível no caso de deficiência intelectual, quando o comportamento opositor for maior do que o observado em crianças da mesma idade, gênero e grau de deficiência, bem como nas perdas auditivas ou transtorno de linguagem, quando há dificuldade em atender comandos devido a prejuízos causados por estes quadros.</p>
<p style="text-align: justify;">A intervenção e tratamento precoce do TOD são fundamentais para melhorar o comportamento e a qualidade de vida da criança com este transtorno, além de prevenir que evolua para um Transtorno de Conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diagnóstico de TOD, pelo menos <strong>quatro</strong> das características abaixo deverão estar presentes:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Frequentemente perde a paciência;<br />
2) Frequentemente discute com adultos;<br />
3) Frequentemente desafia ou se recusa ativamente a obedecer às solicitações ou regras dos adultos;<br />
4) Frequentemente perturba as pessoas de forma deliberada;<br />
5) Frequentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento;<br />
6) Frequentemente se aborrece sem motivos;<br />
7) Frequentemente mostra-se enraivecido e ressentido;<br />
8) Frequentemente é rancoroso ou vingativo.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento pode incluir a psicoterapia numa <strong>abordagem cognitivo-comportamental</strong>, que busca melhorar as habilidades de resolução de problemas, de comunicação e controle de impulso, e a psicoterapia familiar, que promove mudanças dentro do ambiente doméstico, e visa melhorar também as habilidades de comunicação e as interações familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à medicação, embora não seja considerada eficaz para o tratamento do TOD, pode ser usada quando outros transtornos estiverem presentes, caso o especialista considere conveniente. Vale ressaltar que nem todo comportamento opositor e desafiador é um transtorno, e algumas vezes os pais necessitam de ajuda para estabelecer limites. Embora representem uma figura de autoridade para os filhos, não significa que deverá desempenhar somente funções punitivas. Por isso, é importante regras firmes e claras, mas flexíveis para permitir experimentação e escolha, respeito e acolhimento para ouvir as demandas da criança, e liberdade que permita o processo de crescimento e construção de individualidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A importância das regras</h2>
<p style="text-align: justify;">Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar ás crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afeto. Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem devem posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais não devem fazer</h2>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens á distância &#8211; Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens vagas &#8211; Pedir á criança que se comporte &#8220;como um bom menino&#8221; não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens complexas &#8211; Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as actividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens com antecedência &#8211; Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações &#8211; Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança náo consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens sob a forma de pergunta &#8211; Perguntar &#8220;podes ir agora fazer os trabalhos de casa ?&#8221; deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens em tom ameaçador &#8211; É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança tende a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.guiameubebe.com.br/artigos/157-tod-transtorno-desafiador-opositivo</p>
<p>http://umdiacomtdah.blogspot.com.br/2012/07/transtorno-de-oposicao-e-desafio-tod.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terapia do esquema: o novo enfoque cognitivo</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-do-esquema-o-novo-enfoque-cognitivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2017 20:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[jf]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia do esquema]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4516</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Terapia Cognitivo-Comportamen­tal (TCC) vem ganhando cada vez mais espaço no campo acadêmico e terapêutico. Em função de sua objetividade e eficácia, observa-se um interesse crescen­te tanto por parte dos profissionais da área de saúde como pelo público em geral. Em alguns casos, como no transtorno obsessi­vo-compulsivo (TOC), a terapia associada à intervenção medicamentosa se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Terapia Cognitivo-Comportamen­tal (TCC) vem ganhando cada vez mais espaço no campo acadêmico e terapêutico. Em função de sua objetividade e eficácia, observa-se um interesse crescen­te tanto por parte dos profissionais da área de saúde como pelo público em geral. Em alguns casos, como no transtorno obsessi­vo-compulsivo (TOC), a terapia associada à intervenção medicamentosa se tornou o tratamento-padrão, sendo bastante comum a procura específica por esse tipo de proce­dimento por parte dos próprios portadores. Inicialmente restrita aos casos de depressão, fobias e pânico, a TCC vem expandindo sua área de atuação, abrangendo desde os casos já citados até terapia de casais, de família e a esquizofrenia (BECK, 1997).</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, em relação aos transtor­nos de personalidade, essa eficácia citada não foi observada dentro da prática clíni­ca. Esse fato contribuiu para novas adap­tações da teoria cognitiva, resultando em uma maior ênfase no conceito de esque­mas. Perris (2000) propõe uma divisão de gerações dentro da terapia cognitiva. Enquanto a primeira geração seria orien­tada para o aqui e o agora, incluindo o estabelecimento de metas e tarefas e atin­gindo níveis mais superficiais da estrutura da personalidade do indivíduo, a segunda, teria um foco no desenvolvimento e na manutenção dos esquemas, especialmente os formados na primeira infância.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta da Terapia do Esquema (TE) de Jeffrey Young é justamente aper­feiçoar o modelo cognitivo com o objetivo de criar novas estratégias de tratamento para os transtornos de personalidade e também para os pacientes mais crônicos, mais rígidos e que não respondem bem ao tratamento cognitivo padrão. Para isso, a TE utiliza elementos provenientes de abordagens distintas como a Gestalt-terapia, a Psicodinâmica, conceitos da teoria do apego além, é claro, da própria teoria cognitiva tradicional proposta por Aaron Beck e seguidores.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conceito e personalidade</h2>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos com os chamados trans tornos de personalidade apresentam padrões disfuncionais rígidos, inflexíveis, profundos e raramente buscam a psicoterapia. Em geral, o paciente chega ao tratamento por imposição de terceiros como o cônjuge e a família ou quando seu comportamento passa a afetar de maneira drástica os relacionamentos pessoais e pro fissionais. Na verdade, ele não sente esses traços de personalidade como disfuncionais; parecem certos aos seus olhos, resultando daí a tendência em recusar qualquer tipo de ajuda ou mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">Os traços disfuncionais fazem parte da própria construção da personalidade e da identidade do indivíduo. Em casos assim, a objetividade da qual se reveste a terapia cognitiva tradicional, com a definição de problemas a serem tratados e metas a serem alcançadas, muitas vezes perde o sentido, pois o paciente pode trazer questões mais amplas e difusas como uma sensação de vazio, com as dificuldades se espalhando por diversas áreas da vida e de seus relacionamentos e uma falta de motivação para o engajamento no processo terapêutico.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de esquema proposto por Beck é central dentro da Terapia Cognitiva. Podemos considerá-lo como estruturas cognitivas que codificam, avaliam e interpretam, impondo um padrão de percepção da realidade, numa espécie de filtro cognitivo. Young (2003) não propõe um outro conceito de esquema, apenas enfatiza o que considera um nível mais “profundo” de cognição: os esquemas que vão aparecendo na infância e que foram chamados por ele de Esquemas Iniciais Desadaptativos (EIDs). Esses estariam no centro dos transtornos de personalidade, sendo mais rígidos e difíceis de ser modificados. São basicamente resultantes de necessidades emocionais centrais para a criança que de alguma forma não foram atendidas, como a necessidade de um apego seguro, de afeto, carinho, estabilidade, das noções de autonomia e competência, de liberdade para expressão das emoções, da espontaneidade, do brincar e de limites adequados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os EIDs acabam constituindo o núcleo do autoconceito e da concepção de mundo do indivíduo, sendo a mudança, portanto, vista como ameaçadora. Apesar de se desenvolverem precocemente, os EIDs vão sendo elaborados durante toda a vida, podendo ser derivados de experiências negativas regulares e constantes, não precisando, necessariamente, de um evento traumático. Assim, como o conceito de modelos operacionais do psicanalista e etologista inglês John Bowlby, a criança desenvolve expectativas resultantes da natureza de suas relações com as figuras de apego. Esses modelos ajudam a interpretar e a manter uma consistência das cognições acerca do mundo interno e externo.</p>
<p style="text-align: justify;">Festinger propôs em sua Teoria da Dissonância Cognitiva que procuramos sempre um estado de harmonia em nossas cognições. Young (2003) afirma que devido à consistência cognitiva, os EIDs lutam para permanecer vivos. Como o comportamento e o caráter do indivíduo são guiados por ele, muitas vezes esse modo de ser é tudo o que ele conhece para se estabelecer nas relações com as mais diversas áreas de sua vida. Os esquemas seriam algo quase in questionável, sendo uma verdade, a priori, natural. Por mais que sejam disfuncionais para os outros, são familiares ao indivíduo, podendo fazer com que sejam recriadas na vida atual condições semelhantes às que foram “nocivas” na infância e participaram da geração desses esquemas. Uma mulher que tenha passado por experiências constantes de rejeição e desamparo pode, por meio de um mecanismo de manutenção do esquema, escolher um relacionamento afetivo que reproduza a mesma situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Os EIDs, apesar de serem inicialmente adaptativos, acabam deixando de ter um caráter transitório para se tornarem um padrão de comportamento, envolvendo não apenas as cognições como também as memórias afetivas, corporais e as emoções. Young (2003) descreve 18 esquemas principais, sendo que um ou mais estarão em diferentes transtornos de personalidade (Veja o tópico Diferentes domínios).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estilos de enfrentamento</h2>
<p style="text-align: justify;">As formas de resposta à ameaça, são basicamente de três tipos em todos os organismos: luta, fuga ou congelamento. No contexto da infância, um EID representa também uma ameaça, que é caracterizada pela frustração das necessidades emocionais da criança. Podemos classificar então, três estilos de manejo (coping styles) para lidar com os esquemas: supercompensação, evitação e rendição.</p>
<p style="text-align: justify;">A supercompensação é um conceito similar à formação reativa, com o indivíduo se com portando e pensando de maneira exatamente oposta à do momento ou período de aquisição do esquema. Uma pessoa com um EID de fracasso e com um estilo de supercompensação pode desenvolver uma estratégia de não-aceitação de suas falhas, não admitindo a crítica. Na evitação, o paciente se afasta das situações que possam deflagrar os EIDs, seja por meio da evitação comportamental, cognitiva ou afetiva. Aqui também há uma sobreposição com o conceito psicanalítico de mecanismos de defesa como a repressão, supressão e negação (YOUNG, 2003). Um indivíduo com um EID de abandono pode evitar relacionamentos afetivos mais íntimos com o objetivo de se manter distante do perigo de ser abandonado ou rejeitado pela figura amada.</p>
<p style="text-align: justify;">Na rendição ou submissão, o indivíduo “se entrega” aos esquemas, aceitando-os como verdadeiros e inquestionáveis. São comuns aqui, o uso das chamadas distorções cognitivas como a desqualificação do positivo, a supergeneralização e abstração seletiva. Uma pessoa com um esquema de privação emocional e um estilo de submissão pode escolher como parceiro alguém que irá tratá-la de forma fria e distante, mantendo esse padrão.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe aqui fazer uma distinção importante entre o esquema em si e as estratégias utilizadas pelo indivíduo para lidar com o mesmo. O comportamento não é o esquema e, sim, a maneira utilizada pelo paciente para lidar com ele. As estratégias de coping, ou aquelas utilizadas para lidar com o esquema, não são necessariamente as mesmas nas diferentes situações e mo mentos da vida da pessoa; ao contrário do esquema, que permanece estável.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Processo terapêutico</h2>
<p style="text-align: justify;">A Terapia do Esquema (TE) se divide em duas fases: (1) avaliação e conceituação do caso e (2) mudança do esquema (YOUNG, 2003). Nesse primeiro mo mento, destaca-se a importância da relação terapêutica para o processo de tratamento, com uma influência clara dos conceitos de Bowlby sobre o apego.</p>
<p style="text-align: justify;">A teoria do apego afirma que temos, assim como outros animais, mecanismos pré-programados, instintuais, que buscam o estabelecimento de uma relação segura e estável com as figuras cuidadoras, resultante de respostas instintuais que visam ligar o par mãe/bebê, tendo como objetivo a defesa contra quaisquer estímulos ameaçadores do meio. Young compreende, como um dos principais papéis do terapeuta, oferecer estabilidade e segurança que pode ter faltado ao pa ciente na infância, fornecendo uma base segura, dentro dos limites adequados para essa mesma relação. Ainda na fase inicial, o terapeuta auxilia o paciente a entender o modelo terapêutico, o conceito de esquemas, a identificar os EIDs, relacioná-los aos problemas do presente e a compreender as suas origens no passado. Também são identificados aqui os estilos de coping e as estratégias utilizadas pelo paciente para lidar com os esquemas na sua vida cotidiana, bem como as situações que deflagram os mesmos. Podem ser aplicados inventários com o objetivo de confirmar e identificar esquemas como o Questionário de Esquemas de Young (YQS) e também tarefas de casa que auxiliem tanto o terapeuta quanto o paciente nesse processo de identificação.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o estabelecimento de uma relação terapêutica adequada e a identificação dos esquemas, o terapeuta pode utilizar técnicas experienciais para deflagrar os esquemas dentro da própria sessão terapêutica como a utilização de relatos de imagens mentais do paciente, sejam espontâneas ou de cenas sugeridas pelo próprio terapeuta, uma vez que acredite que esta imagem esteja relacionada a algo que deflagre o esquema. Filmes, livros, sonhos, enfim, atividades cotidianas também podem ser utilizadas com o mesmo objetivo dos procedimentos anteriores: realizar uma conceituação do caso que pode ir se refinando no decorrer do processo terapêutico.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda fase mencionada por Young é a de mudança do esquema. Essa fase apresenta intervenções cognitivas, comportamentais, experienciais e inter pessoais, sempre com o objetivo de auxiliar o paciente a observar e a combater as distorções originadas pelos EIDs. Geralmente, começa-se pelas intervenções cognitivas que podem incluir os tradicionais registros de pensamentos automáticos, de identificação de distorções cognitivas, a construção e o uso de cartões que contradigam os esquemas. Lembrando que um esquema envolve não apenas cognições como também sensações fisiológicas, memórias afetivas e corporais, as técnicas experienciais têm como objetivo deflagrar o esquema dentro da sessão terapêutica, permitindo a expressão dos sentimentos e das emoções do paciente. Técnicas gestálticas como a criação de diálogos imaginários, de representação de papéis, de imaginação visual e de catarse emocional podem ser utilizadas com esse objetivo. Em relação às técnicas interpessoais, uma vez que os esquemas do paciente são ativados na ligação com o terapeuta, a relação terapêutica é mais uma vez realçada, auxiliando na identificação destes padrões, bem como numa relação que traga ao paciente aquilo que lhe faltou quando da criação dos seus EIDs. É o que Young chama de limited reparenting.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a intervenção comportamental é a parte final do tratamento, o que não significa que algumas alterações comportamentais não possam ter sido sugeridas antes dessa etapa, ou mesmo já na primeira fase do tratamento. A mudança de comporta mento proposta é uma verdadeira quebra dos padrões do paciente. Uma vez que ele já conhece os seus EIDs, seu desenvolvimento e suas estratégias de respostas e reações aos mesmos pode agora se distanciar desses esquemas, questionando-os e assumindo comportamentos mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das fases e etapas do tratamento estarem delineadas, o terapeuta deve se preparar para enfrentar possíveis resistências do paciente em executar tarefas que impliquem em uma participação mais colaborativa no processo terapêutico. Nesse sentido, não há uma rigidez excessiva em relação às técnicas, abrindo espaço para uma maior criatividade do terapeuta na condução do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em função das dificuldades no tratamento de pacientes com transtornos de personalidade, a abordagem dos esquemas teve um forte impacto dentro da terapia cognitiva. Além de Young, o próprio Beck revisou o modelo cognitivo tradicional para o trata mento desses pacientes mais difíceis. Mais do que uma revolução na teoria, observa-se uma mudança de foco levando à chamada segunda geração de terapias cognitivas. A busca pelos esquemas iniciais desadaptativos e crenças mais centrais, sua origem e seu fortalecimento no desenvolvimento do indivíduo, a ênfase na relação terapêutica e a necessidade de construção de uma relação sólida e estável que seja também um instru mento de mudança podem levar a um aumento maior no tempo de tratamento em comparação com a TCC convencional. Perris (2001) chama a atenção para o fato de a Terapia do Esquema estar sendo usada de maneira incorreta em alguns casos, em pacientes que não se enquadram no conceito de uma excessiva rigidez à mudança e de transtornos de personalidade e que, portanto, poderiam se beneficiar mais rapidamente com a prática da TCC tradicional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diferentes domínios</h2>
<p style="text-align: justify;">Os 18 Esquemas Iniciais Desadaptativos (EIDs) descritos por Young (2003) agrupam-se em cinco categorias amplas, chamadas por ele de Domínios de Esquema e que correspondem às necessidades não atendidas da criança em seu período de desenvolvimento. São eles:</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; <strong>Desconexão e rejeição:</strong> ligado às falhas de vinculação segura com o outro, de carinho, de estabilidade, da maternagem em geral. Forte dificuldade no estabelecimento de relações afetivas saudáveis. Os esquemas ligados a este domínio são os de abandono/instabilidade, desconfiança/abuso, privação emocional, vergonha, isolamento social/ alienação. Em função de seu desenvolvimento precoce, esses esquemas são bastante difíceis de ser acessados.</p>
<p style="text-align: justify;">2 – <strong>Autonomia e desempenho prejudicados</strong>: os indivíduos não conseguem desenvolver um senso de confiança, de se estabelecer no mundo por si mesmo, possuindo geralmente famílias super protetoras que, na tentativa de proteger a criança, acabam não reforçando a sua autonomia. Os esquemas aqui envolvidos são os de dependência/incompetência, vulnerabilidade, emaranhamento/self subdesenvolvido, fracasso.</p>
<p style="text-align: justify;">3 – <strong>Limites prejudicados</strong>: ligado às falhas na aplicação de limites realistas, na capacidade de seguir regras e normas, de respeitar os direitos de terceiros e de cumprir as próprias metas pessoais. O egoísmo é a principal característica desses indivíduos, sendo a família geralmente permissiva. Dentro desse domínio estão merecimento/grandiosidade e autocontrole/autodisciplina insuficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">4 – <strong>Orientação para o outro:</strong> com o objetivo de ganhar aprovação e evitar retaliação, os pacientes nesse domínio têm uma ênfase excessiva no atendimento dos desejos e necessidades do outro, às custas das suas próprias necessidades. A família de origem geralmente estabelece uma relação de amor condicional, ou seja, a criança só recebe atenção e aprovação se ela suprime sua livre expressão e se comporta da maneira desejada. Os esquemas aqui envolvidos são os de subjugação, auto-sacrifício, busca de aprovação/reconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">5 – <strong>Supervigilância e inibição</strong> – em função de uma educação rígida, repressora, na qual não houve possibilidade de expressar suas emoções de maneira livre, os indivíduos com esquemas ligados a esse domínio são geralmente tristes e introvertidos, com regras internalizadas excessivamente rígidas, autocontrole e pessimismo exagerados e uma hipervigilância para possíveis eventos negativos. Os esquemas que aqui se apresentam são: negativismo/pessimismo, inibição emocional, padrões inflexíveis, caráter punitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Young (2003) afirma também que o temperamento inato da criança tem relevância na maneira como os EIDs se estabelecem.</p>
<p style="text-align: justify;">REFERÊNCIAS</p>
<p style="text-align: justify;">BECK, J. Terapia cognitiva: teoria e prática. Porto Alegre: Artes Médicas, (1997).</p>
<p style="text-align: justify;">JAMES, I. Schema Therapy: the next generation, but should it carry a health warning? Behavioural and Cognitive psychotherapy. 2001, 27, 401-407.</p>
<p style="text-align: justify;">PERRIS, C. Personality-related disorders of interpersonal behavior: A developmental &#8211; constructive cognitive psychotherapy approach to treatment based on attachment theory. Clinical Psychology and Psychotherapy. 2000, 7, 97-117.</p>
<p style="text-align: justify;">YOUNG, J. Terapia cognitiva para transtornos de personalidade: uma abordagem focada nos esquemas. Porto Alegre: Artes Médicas, 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">YOUNG, J.; KLOSKO,J.S.; WEISHAAR, M.E. Schema therapy: a practitioner’s guide. New York : The Guilford Press, 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Artigo retirado da revista: PSIQUE Ciência e Vida</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://psicoterapiaepsicologia.webnode.com.br/news/terapia-do-esquema-um-novo-enfoque-cognitivo/</p>
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		<title>Como a terapia cognitiva funciona?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-terapia-cognitiva-funciona/</link>
		
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		<pubDate>Sun, 15 May 2016 00:14:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste vídeo, a partir de um recente workshop do Instituto Beck, o Dr. Aaron Beck descreve a teoria e conceitos cognitivo. Ele fornece exemplos para ilustrar como a TCC é utilizada para modificar a chave para crenças negativas e percepções.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste vídeo, a partir de um recente workshop do Instituto Beck, o Dr. Aaron Beck descreve a teoria e conceitos cognitivo. Ele fornece exemplos para ilustrar como a TCC é utilizada para modificar a chave para crenças negativas e percepções.</p>
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		<title>Como a Terapia Cognitivo-Comportamental funciona?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-terapia-cognitivo-comportamental-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2016 13:52:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é o tipo de terapia que tem se mostrado mais eficaz no tratamento de diversos transtornos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, pânico, fobia social, fobias, compulsões e adições (vícios). Mas o que é a TCC? Em que ela é diferente das demais terapias? Aaron Beck era um psiquiatra e psicanalista que lecionava como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é o tipo de terapia que tem se mostrado mais eficaz no tratamento de diversos transtornos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, pânico, fobia social, fobias, compulsões e adições (vícios). Mas o que é a TCC? Em que ela é diferente das demais terapias?</p>
<p style="text-align: justify;">Aaron Beck era um psiquiatra e psicanalista que lecionava como professor na University of Pensilvania, no início da década de 60. Observando seus pacientes deprimidos, ele observou que pensamentos negativos ec renças distorcidas pareciam ser um aspecto central no discurso destes pacientes. Desenvolveu então um tratamento de curta duração cujo principal objetivo era identificar e questionar a veracidade dessas crenças. Para Beck, o que vinha primeiro na depressão era uma forma negativa de interpretar os acontecimentos. Ao interpretar eventos neutros de forma negativa, o paciente se sentia triste e desconfortável e, a partir daí, agia de forma a perpetuar essa depressão, com comportamentos depressivos (como ficar na cama o dia inteiro).</p>
<p style="text-align: justify;">A TCC nos ensina técnicas para melhorar nosso humor através da reestruturação da forma de processar informações<br />
Exemplificando, digamos que João, ao ser chamado atenção pelo seu chefe, teve o seguinte pensamento automático: “Eu faço tudo errado mesmo. Sou um fracassado.” A partir daí, passou o dia todo desanimado e quieto na sua mesa (reagiu com um comportamento depressivo e se isolou).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, o paciente deixou de considerar outras variáveis (o chefe podia estar sendo exigente demais) e fez uma generalização (“eu faço TUDO errado” ao invés de “eu não fiz ESTE trabalho da forma que meu chefe gostaria que eu tivesse feito”.)</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, ele concluiu automaticamente que, por ter cometido uma falha no trabalho, ele era “um fracasso”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se este paciente conseguisse pensar de forma mais funcional, ele perceberia que ter frustrado uma expectativa de seu chefe não significa que ele faz tudo errado e, muito menos, que é um fracassado. Não teria se sentido tão decepcionado e envergonhado e não teria tido a atitude de passar o dia isolado na sua mesa de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Beck acreditava, portanto, que, se conseguisse mudar os pensamentos negativos das pessoas com depressão, conseguiria melhorar o humor e o comportamento delas. Esse tipo de terapia foi denominada terapia cognitivo-comportamental (TCC). Podemos aprender a analisar os pensamentos para que eles funcionem a nosso favor</p>
<h2 style="text-align: justify;">CRENÇAS QUE NOS FAZEM SOFRER</h2>
<p>Começando na infância, as pessoas desenvolvem algumas crenças sobre si mesmas, os outros e o mundo. Essas crenças são extremamente arraigadas, de tal forma que a pessoa as aceita como verdades absolutas e nunca as questiona. Uma vez que essas crenças estejam estabelecidas, a pessoa tende a focalizar tudo o que comprova essas crenças e a descartar ou desconsiderar qualquer evidência que as contradiga.</p>
<p style="text-align: justify;"> Essas crenças se dividem em 3 grandes grupos:</p>
<p style="text-align: justify;"> 1-      <strong>Crenças de desamor</strong> (ninguém nunca vai me amar, não sou bom o bastante para ser amado, sempre vou ser rejeitado, vou morrer sozinho…)</p>
<p style="text-align: justify;"> 2-      <strong>Crenças de desamparo</strong> (sou muito frágil em um mundo perigoso, alguma desgraça vai me acontecer e sou impotente frente a isso, não posso contar com ninguém…)</p>
<p style="text-align: justify;"> 3-      <strong>Crenças de desvalor</strong> (não consigo fazer as coisas direito, não vou ter sucesso como as outras pessoas, sou um fracassado, não tenho valor, tenho muito mais defeitos do que os outros….)</p>
<h2 style="text-align: justify;">A TCC é menos “profunda” que outros tipo de terapia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não. Esse é um erro comum de quem não conhece a terapia cognitivo-comportamental.  A TCC tem resultados duradouros, porque modifica as crenças centrais do paciente sobre si mesmo e sobre o mundo, quando essas crenças são disfuncionais. Assim, a pessoa fica menos sujeita a cometer “erros” de interpretação que distorcem a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://psiquiatrarj.com.br/tema/terapia-cognitivo-comportamental-como-funciona/</p>
<p style="text-align: justify;">
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