<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>internet - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/internet/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/internet/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Dec 2024 21:03:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>internet - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/internet/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A vida nas redes sociais (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-vida-nas-redes-sociais-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[conectar]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[seguidores]]></category>
		<category><![CDATA[vida real]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=15795</guid>

					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas dão às redes sociais mais importância do que deveriam. Assista ao vídeo completo para entender melhor essa relação. Confira com Marcelle Mattos da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp:&#160;https://goo.gl/yWewR2 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/a-vida-nas-redes-sociais-video-completo/">A vida nas redes sociais (Vídeo Completo)</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VU4IEyUlmqQ" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



<script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script>

<div class="g-ytsubscribe" data-channelid="UCfFAcxuhkcSTcQbrX6-uRVg" data-layout="default" data-count="default"></div>



<p>Muitas pessoas dão às redes sociais mais importância do que deveriam. Assista ao vídeo completo para entender melhor essa relação.</p>



<p>Confira com  Marcelle Mattos da Casule! Quer tomar um café? </p>



<p>Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta">atendimento online aqui</a>&nbsp;(em qualquer lugar do mundo)</p>



<p> Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp:&nbsp;<a href="https://goo.gl/yWewR2">https://goo.gl/yWewR2</a></p>



<p>Acompanhe nossos bastidores no Stories do&nbsp; Instagram: <a href="https://goo.gl/M5ZpjM">https://goo.gl/M5ZpjM</a> </p>



<p>Aproveita pra curtir a Casule lá no Facebook: <a href="https://goo.gl/NPVvLU">https://goo.gl/NPVvLU</a></p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/a-vida-nas-redes-sociais-video-completo/">A vida nas redes sociais (Vídeo Completo)</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mundo virtual e saúde mental</title>
		<link>https://casule.com/blog/mundo-virtual-e-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 12:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[desejos]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mundo virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=12204</guid>

					<description><![CDATA[<p>A internet é, sem dúvida, um dos principais instrumentos que conectam informações e pessoas. Ao longo dos últimos anos, não apenas as pesquisas teóricas e trocas de e-mails são realizados via internet, mas está entre suas funções o largo acesso social e conexões interpessoais, reuniões do trabalho, emergências, amizades, etc. Isso parece ter facilitado muito [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/mundo-virtual-e-saude-mental/">Mundo virtual e saúde mental</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A internet é, sem dúvida, um dos principais instrumentos que conectam informações e pessoas. Ao longo dos últimos anos, não apenas as pesquisas teóricas e trocas de e-mails são realizados via internet, mas está entre suas funções o largo acesso social e conexões interpessoais, reuniões do trabalho, emergências, amizades, etc. Isso parece ter facilitado muito a vida de todos, mas qual será o custo dessa ferramenta de tamanho impacto social?&nbsp;</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	O preço de uma sociedade apoiada na internet vai muito além de quantias financeiras, envolvem restrição do tempo de qualidade, relações superficiais e níveis de ansiedade acentuados. Apesar desses riscos, é indiscutível seu poder de impulsionar o desenvolvimento social e econômico, além de facilitar comunicações. Então, como lidar?&nbsp;</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	O fato de a internet diminuir o tempo de resposta nas comunicações compromete as ideias de prioridade e emergência, tornando-as pouco definidas. Dessa forma, as pessoas perdem os limites de seus esforços e acabam atropelando coisas importantes do seu dia, como: hora de sono, tempo de qualidade com família ou até mesmo uma boa leitura ou filme, e isso tudo para não perder as notícias imediatas ou acompanhar a repercussão de uma postagem. Além disso, as comparações ficam exacerbadas, aumentando a necessidade de exposição, de forma que esta passa a ocupar boa parte da preocupação e investimento pessoal.&nbsp;</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>As redes sociais aumentam a competição, bem como a falsa ideia de “vida perfeita”. Ser crítico quanto à construção de ideais, como no caso da imagem corporal e estilos de vida, é fundamental para o uso saudável da internet, além de reconhecer os pontos positivos de sua vida e saber equilibrar desejos e conquistas. As relações podem ser mais verdadeiras e próximas, basta equilibrar a dose de internet envolvida.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	O limite do uso da internet envolve a identificação e reconhecimento de suas reais necessidades, conseguir selecionar o que precisa ser respondido com urgência e o que pode ser resolvido depois, recuperar a capacidade de definir prioridades e diminuir a necessidade de imediatismo. Essas medidas favorecem o controle da ansiedade e o respeito ao próprio tempo.&nbsp;</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	Outro ponto fundamental são as buscas por respostas e soluções prontas que a internet oferece, sendo indiscutível a importância de uma seleção crítica dos conteúdos consumidos. Garantir a qualidade da informação consumida, bem como a confiabilidade das fontes, torna-se uma proteção nesse ambiente.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="640" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/02/mundo-virtual-blog-casule.jpeg" alt="mundo virtual - blog casule" class="wp-image-12208" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2019/02/mundo-virtual-blog-casule.jpeg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2019/02/mundo-virtual-blog-casule-480x320.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 960px, 100vw" /></figure></div>



<p>	As ferramentas virtuais são muito ricas e podem auxiliar, e até mesmo fortalecer vínculos, desde que seja usada de forma mais eficiente. O autoconhecimento é a base da construção crítica da relação entre o self e o meio, ainda que esse meio seja virtual. Não perder de vista as coisas que trazem propósito e sentido para a vida ajuda a nortear as buscas pela internet, funcionando como filtro importante nessas interações.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/mundo-virtual-e-saude-mental/">Mundo virtual e saúde mental</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dependência da tecnologia na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/dependencia-da-tecnologia-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2018 12:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dependência da tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[vida virtual]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=11804</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tecnologia fornece um mundo de estímulos que é muito atraente para todos, podendo tornar a vida mais fácil em vários aspectos. E cada vez mais cedo, as crianças têm contato com os recursos tecnológicos, seja no auxílio para desenvolver um trabalho da escola ou assistir a um vídeo.&#160; &#160;&#160; &#160; &#160; &#160; Durante a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/dependencia-da-tecnologia-na-infancia/">Dependência da tecnologia na infância</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A tecnologia fornece um mundo de estímulos que é muito atraente para todos, podendo tornar a vida mais fácil em vários aspectos. E cada vez mais cedo, as crianças têm contato com os recursos tecnológicos, seja no auxílio para desenvolver um trabalho da escola ou assistir a um vídeo.&nbsp;</p>



<p><br>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Durante a infância, as crianças precisam explorar o ambiente em que vivem, porém, se o seu filho não se interessa com nenhuma outra opção de lazer que não esteja relacionada à tecnologia, é possível que ele esteja crescendo dependente desse recurso.	</p>



<p><br>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Além disso, essa dependência pode trazer problemas em seu desenvolvimento, apresentando, por exemplo, sono irregular, insônia, queda no rendimento escolar, alternância no humor, isolamento, dificuldades em manter amizades, prejuízo na rotina, baixa autoestima, etc..	</p>



<p><br>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Se você começar a observar que o seu filho usa a tecnologia não mais por prazer, mas por pura necessidade sem nenhum tipo de controle sobre si mesmo, é evidente que ele possa estar apresentando alguma dificuldade. Por isso, observe se seu filho sempre coloca o uso da tecnologia em primeiro plano, deixando de lado outras formas de entretenimento. Ao abordar a questão tecnológica verifique se ele se mostra frustrado e/ou irritado; se possui resistência em respeitar a hora de comer, estudar e dormir, e observar se a comunicação com seu filho é cada dia menor.</p>



<p>&nbsp;&nbsp; Mas o que fazer? É importante explicar que a proibição não é o caminho, pois só dessa forma pode gerar distância, incompreensão e raiva. Uma boa opção é tentar introduzir atividades em família e amigos. E se a dependência tiver em um nível muito avançado, é necessário procurar um profissional especializado que possa trabalhar essa demanda.	</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/12/Vicio-com-celular-Casule.jpg" alt="Vicio com celular - Casule" class="wp-image-11816"/></figure>



<p><br>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para evitar que isso aconteça, é essencial que a criança tenha uma rotina pré-estabelecida, horários para os estudos em casa, para as brincadeiras, para usar a internet, etc..	</p>



<p><br>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para combater todos os sinais que apontam para a dependência da tecnologia, é importante que os pais e/ou responsáveis conversem com o filho sobre o uso adequado desses recursos e monitorem de perto sua vida virtual. Criar regras é essencial, e é dessa forma que seu filho vai perceber que há limites a serem seguidos para o seu próprio bem!</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/dependencia-da-tecnologia-na-infancia/">Dependência da tecnologia na infância</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nutrição nas redes sociais</title>
		<link>https://casule.com/blog/nutricao-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2018 11:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[fonte de informação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=11689</guid>

					<description><![CDATA[<p>O crescente interesse das pessoas por uma alimentação cada vez mais saudável é, sem dúvidas, positivo para termos uma população com níveis de qualidade de vida maiores. Por outro lado, a maior disseminação das redes sociais possibilitou o uso dessas ferramentas para a divulgação de conteúdos relacionados a uma alimentação saudável. Contudo, alguns cuidados devem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/nutricao-nas-redes-sociais/">Nutrição nas redes sociais</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">O crescente interesse das pessoas por uma alimentação cada vez mais saudável é, sem dúvidas, positivo para termos uma população com níveis de qualidade de vida maiores. Por outro lado, a maior disseminação das redes sociais possibilitou o uso dessas ferramentas para a divulgação de conteúdos relacionados a uma alimentação saudável.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Contudo, alguns cuidados devem ser tomados na hora de seguir alguma página ou alguma pessoa que poste conteúdos relacionados à alimentação e nutrição. Por isso, aqui vão algumas orientações para você saber se aquele perfil ou página é bom para você seguir ou se é melhor procurar outra fonte de informação.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>NUTRIÇÃO É COM NUTRICIONISTA</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b> </b>Na era da internet, o acesso a informações tem deixado de ser realizado com profissionais e, cada vez mais, as redes sociais têm virado um dos principais lugares para se procurar sobre nutrição. Some-se a isso o efeito dos “digital influencers” sobre o comportamento das pessoas e temos o cenário atual: diversas pessoas falando sobre alimentação e nutrição sem qualquer conhecimento científico sobre o tema, sem capacidade técnica de entender as pesquisas realizadas na área e sem se preocupar com os resultados que aquelas orientações podem gerar em seus seguidores. Além disso, profissionais de outras áreas (tanto da saúde quanto fora dela) constantemente fazem recomendações sobre alimentação em suas postagens. <b>Procure páginas e perfis que sejam feitos por nutricionistas e/ou tenham um nutricionista dentro da equipe de profissionais que geram os conteúdos</b>. Com certeza isso vai contribuir para as informações que você receba sejam confiáveis.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>VENDA DE PRODUTOS</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b> </b>É comum vermos nas redes sociais páginas que façam a venda de algum produto. E, ao meu ver, nada mais justo: as pessoas gastam tempo procurando informações e divulgam gratuitamente em suas páginas. Assim, é normal que utilizem algum meio de gerarem renda para si mesmos, por exemplo através de materiais como <i>ebooks</i> ou cursos. O problema é quando há a utilização desses canais para a venda de produtos de outras empresas. Exemplo: se você segue uma “fitness influencer” que diz que o whey protein da marca X é o melhor do mercado, você pode desconfiar das informações veiculadas nessa página, porque ela provavelmente não tem condições de realmente saber se aquele suplemento é melhor que o da marca Y (até porque testes laboratoriais seriam necessários para comprovar se o que a marca X divulga estar presente no suplemento é verdade, e se outras substâncias que não deveriam estar ali, realmente não estão). <b>Procure páginas e perfis que divulguem seus conteúdos sem a venda associada de produtos de outras empresas (especialmente suplementos)</b>. Caso contrário, você nunca vai saber se aquele produto é realmente bom ou se só estão querendo te empurrar mais algum “milagre”.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>CONCLUSÃO</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Com essas duas dicas simples você vai poder seguir páginas que divulguem informações sobre nutrição de maneira confiável, sem que outros interesses se sobressaiam à qualidade dos conteúdos. Além disso, ainda vale consultar algum nutricionista sempre que houver dúvida sobre alimentação e nutrição. Somente assim será possível avaliar as suas necessidades e montar um plano adequado às suas características, sem as generalizações que encontramos nas redes.</span></p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/nutricao-nas-redes-sociais/">Nutrição nas redes sociais</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Perda de timidez nas redes sociais (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/perda-de-timidez-nas-redes-sociais-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 22:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#timidez]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=10103</guid>

					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Joana Baldi, Psicologia da Casule! &#160; Perda de timidez nas redes sociais E quando a pessoa é tímida na “vida real” e perde essa timidez nas redes sociais? Quer sejamos introvertidos ou extrovertidos, todos nós podemos vivenciar momentos de timidez no dia a dia. Com isso, muitas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/perda-de-timidez-nas-redes-sociais-video-completo/">Perda de timidez nas redes sociais (vídeo completo)</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QtygSAu0ZMU?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<div style="padding: 10px; background: #f8f8f8; width: 100%; margin-bottom: 40px;">
<p><script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <strong>CLIQUE e inscreva-se no canal:</strong></p>
<div class="g-ytsubscribe" data-channelid="UCfFAcxuhkcSTcQbrX6-uRVg" data-layout="default" data-count="default"></div>
</div>
<p>Confira com <a href="https://casule.com/author/joanabaldi/">Joana Baldi</a>, <a href="https://casule.com/especialidades/psicologia/">Psicologia</a> da Casule!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Perda de timidez nas redes sociais</h2>
<p>E quando a pessoa é tímida na “vida real” e perde essa timidez nas redes sociais? Quer sejamos introvertidos ou extrovertidos, todos nós podemos vivenciar momentos de timidez no dia a dia. Com isso, muitas pessoas consideradas tímidas encontram nas redes sociais uma forma de se comunicarem melhor, de poder ser elas mesmas, já que a pessoa do outro lado das redes não a conhece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você também pode nos encontrar ↴<br />
Facebook ☛ <a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/redirect?v=IhzyOkrpLC0&amp;redir_token=1fctsCNtZbtngrAh5JXUdVcVgzt8MTUxNjMwNDI4M0AxNTE2MjE3ODgz&amp;q=http%3A%2F%2Ffacebook.com%2Fclinicacasule&amp;event=video_description">http://facebook.com/clinicacasule<br />
</a>Instagram ☛ <a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/redirect?v=IhzyOkrpLC0&amp;redir_token=1fctsCNtZbtngrAh5JXUdVcVgzt8MTUxNjMwNDI4M0AxNTE2MjE3ODgz&amp;q=http%3A%2F%2Finstagram.com%2Fclinicacasule&amp;event=video_description">http://instagram.com/clinicacasule</a></p>
<p>Conheça o nosso site ↴<br />
<a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/redirect?v=IhzyOkrpLC0&amp;redir_token=1fctsCNtZbtngrAh5JXUdVcVgzt8MTUxNjMwNDI4M0AxNTE2MjE3ODgz&amp;q=https%3A%2F%2Fcasule.com&amp;event=video_description">https://casule.com</a></p>
<p>Meu Blog ↴<br />
<a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/redirect?v=IhzyOkrpLC0&amp;redir_token=1fctsCNtZbtngrAh5JXUdVcVgzt8MTUxNjMwNDI4M0AxNTE2MjE3ODgz&amp;q=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fblog&amp;event=video_description">https://casule.com/blog</a> <a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/results?search_query=%23casule">#casule</a></p>
<p>Whatsapp ↴<br />
<a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" href="https://www.youtube.com/redirect?v=IhzyOkrpLC0&amp;redir_token=1fctsCNtZbtngrAh5JXUdVcVgzt8MTUxNjMwNDI4M0AxNTE2MjE3ODgz&amp;q=https%3A%2F%2Fcasule.com%2Fyzap&amp;event=video_description">https://casule.com/yzap</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCfFAcxuhkcSTcQbrX6-uRVg?sub_confirmation=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o nosso canal!</a></strong> e saiba como ter <strong>mais saúde mental</strong> e uma <strong>vida mais feliz</strong>! Gostou do vídeo?<br />
Curta, compartilha e assine o canal pra não perder o que vem por ai! Ser feliz faz parte da vida!<br />
Sonhe, mude de atitude, cuide da sua felicidade!</p>
<p>Assine o Canal de graça e receba as dicas de <a href="https://casule.com/blog/coaching/">coaching</a>, <a href="https://casule.com/blog/fonoaudiologia/">fonoaudiologia</a>, <a href="https://casule.com/blog/nutricao/">nutrição</a> e <a href="https://casule.com/blog/psicologia/">psicologia</a> sem frescura toda semana!</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/perda-de-timidez-nas-redes-sociais-video-completo/">Perda de timidez nas redes sociais (vídeo completo)</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a mídia pode influenciar as crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-midia-pode-influenciar-as-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 19:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[prejuizos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=6385</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os efeitos negativos da mídia estão relacionados ao conteúdo exposto à criança e o tempo gasto naquela atividade – se for excessivo, passa a ser um problema. Algumas consequências uso abusivo são: sedentarismo, hábitos alimentares indesejáveis, diminuição do tempo que poderia ser gasto em outras atividades sociais e escolares, diminuição da interação social, desempenho escolar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/como-midia-pode-influenciar-as-criancas-e-adolescentes/">Como a mídia pode influenciar as crianças e adolescentes?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os efeitos negativos da mídia estão relacionados ao conteúdo exposto à criança e o tempo gasto naquela atividade – se for excessivo, passa a ser um problema. Algumas consequências uso abusivo são: sedentarismo, hábitos alimentares indesejáveis, diminuição do tempo que poderia ser gasto em outras atividades sociais e escolares, diminuição da interação social, desempenho escolar prejudicado e até problemas de saúde relacionados ao esforço repetitivos (video game, jogos no computador).</p>
<p>O grande problema é o fato da criança/adolescente ser inexperiente para incorporar aquilo que é transmitido, não sabendo avaliar o conteúdo, os benefícios daquele programa para a sua vida, os efeitos das mensagens dos comerciais sob o comportamento dela e a influência direta ao consumo de um produto, que muitas vezes é reforçado pelos colegas.</p>
<p>Os pais deverão mediar essas atividades sempre que possível e poderão conversar com os filhos sobre estes estímulos transmitidos.</p>
<p>Se a criança não estiver inserida em outras atividades além da escola, a probabilidade dela entrar em contato com a mídia e usar as tecnologias excessivamente é maior. A criança precisa ser estimulada e inserida em atividades extraescolares, como um esporte, um curso ou até mesmo um <em>hobby</em>.</p>
<p>Especificamente com a atividade física, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a frustração, compreender e aceitar mais as regras, resolver conflitos, além da consciência corporal, coordenação motora e orientação espacial que é estimulada.</p>
<p>Além disso, a atividade física é essencial para regular o sono, melhorar a atenção e concentração, elevar a autoestima e aliviar a ansiedade e o estresse da criança. Portanto, com o esporte, a criança apresenta melhorias pessoais, escolares e sociais.</p>
<p>A mídia não determina, mas influencia os valores, o modo de agir, de se vestir, define estilos, dita tendências, influencia o consumo e até o padrão de beleza, tendo como base os padrões de imagem cultural preestabelecida pela sociedade.</p>
<h3><strong>Qual o papel dos pais nesse contexto? </strong></h3>
<p>Os pais devem manter o diálogo com os filhos, conversar sobre o conteúdo, conversar sobre o tempo gasto nessa atividade e até fazê-los pensar criticamente no caso de adolescentes. É preciso estabelecer limites! A prevenção é a melhor escolha, junto com a escolha de programas saudáveis e adequados à faixa etária e ao nível de desenvolvimento cognitivo da criança. Deverão ser acordados com a criança os horários para utilizar a mídia, o que devem acessar e o tempo que será gasto nessa atividade.</p>
<h3><strong>Como lidar com crianças que ficam com medo após ver um filme?</strong></h3>
<p>O medo é uma emoção primária presente em crianças e adolescentes. Em determinadas fases do desenvolvimento, o medo é considerado normal. No caso dos filmes, por exemplo, os pais podem explicar aos filhos o que é uma ficção, o que seriam os personagens e que se trata de uma história imaginária, ou seja, não real.</p>
<p>Além disso, psicoeducar sobre o medo, que é um sentimento normal, natural, tentando desmitificar que “ficar com medo é ruim, é feio”. Algumas estratégias de enfrentamento podem ser empregadas pelos pais, como dar apoio à criança para que ela se sinta mais segura, substituir esses pensamentos por outros mais funcionais ou ainda, fazer alguma atividade prazerosa.</p>
<p>Caso esse medo seja persistente, intenso e traga prejuízos no sono, na escola ou no humor da criança, os pais deverão procurar ajuda de um psicólogo para auxiliar a criança.</p>
<h3><strong>Qual a melhor forma de se evitar uma influência &#8216;negativa&#8217; da mídia?</strong></h3>
<p>Acredito que a melhor forma é a prevenção através do diálogo com os filhos, fazê-los entender a diferença de ficção e realidade, a realidade transmitida pela mídia e a vida da criança.</p>
<p>Assim, aos poucos, a criança e o adolescente vão percebendo que precisam filtrar as informações que lhe são impostas, que há bons programas na TV e outros não tão benéficos. A escola e a terapia são parceiros dos pais, pois assumem um papel mediador desses conteúdos.</p>
<p>A escola certamente aborda tais questionamentos na medida em que desenvolve a criticidade dos alunos e a terapia ajuda na resolução de problemas, aprimoramento das habilidades sociais e maturidade cognitiva, além de acompanhar a criança semanalmente, o que permite intervenções bem focais.</p>
<p>Os pais e cuidadores devem ficar atentos aos programas que os filhos assistem, se são educativos ou não, se é um entretenimento saudável ou não e como é o padrão comportamental dos filhos depois que eles assistem. É importante impor limites de horário, de duração e devem respeitar a faixa etária permitida para a exibição dos programas.</p>
<h4><strong>Os pais são educadores diários na vida dos filhos e devem assumir esse papel, intervindo se necessário for.</strong></h4>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/como-midia-pode-influenciar-as-criancas-e-adolescentes/">Como a mídia pode influenciar as crianças e adolescentes?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TV e crianças: qual é o limite dessa exposição?</title>
		<link>https://casule.com/blog/2976-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 19:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alerta aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=2976</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já não é de hoje que somos bombardeados diariamente por notícias a respeito de todo tipo de situações que ocorrem em nosso entorno, ou seja, os noticiários narram acontecimentos em nosso bairro, cidade ou ainda em nosso país. E muitas das coberturas jornalísticas que nos chegam, muitas vezes, são categóricas ao descrever incidentes perigosos e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/2976-2/">TV e crianças: qual é o limite dessa exposição?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é de hoje que somos bombardeados diariamente por notícias a respeito de todo tipo de situações que ocorrem em nosso entorno, ou seja, os noticiários narram acontecimentos em nosso bairro, cidade ou ainda em nosso país. E muitas das coberturas jornalísticas que nos chegam, muitas vezes, são categóricas ao descrever incidentes perigosos e cheios de tensão.</p>
<p>E, obviamente, além dos desdobramentos que, muitas vezes, descrevem as situações dramáticas, uma série de reações pessoais dos espectadores são percebidas pelas crianças através de expressões carregadas de indignação, surpresa ou ainda fúria, dando um contorno ainda mais emocional aos incidentes.</p>
<p>Ao que tudo indica, nos acostumamos a isso tudo e, inclusive, pensamos ser “parte do mundo” atual. Entretanto, ainda que tenhamos nos habituado a ouvir toda a sorte de coisas, muitas vezes não estamos sozinhos.</p>
<p>Em muitos lares, é comum que os adultos assistam à televisão junto das crianças, pois, afinal, essa é a configuração natural de muitas famílias. E dessa maneira, ainda que não estejam conectadas ao noticiário, muitas estão simplesmente brincando no ambiente sem que estejam diretamente prestando atenção, o que não quer dizer que não possam estar sendo afetadas pelas reações do ambiente.</p>
<p>Assim sendo, é inevitável que, ainda que incapazes de acompanhar a lógica das explicações e dos fatos ocorridos, muitas delas ouvem os adultos conversarem.</p>
<p>Nem sempre nossos pequenos podem, de fato, entender o que está sendo dito, mas uma coisa é fatalmente percebida: a presença de ansiedade e preocupação dos pais.</p>
<p>Em função disso, pesquisadores descobriram que as crianças que são expostas a coberturas de acontecimentos negativos, apresentam mais sintomas relacionados a traumas psicológicos do que aquelas que são poupadas disso.</p>
<p>E, vale dizer, isso não é de hoje.</p>
<p>Televisão e violência</p>
<p>Praticamente desde o aparecimento da televisão, pais, professores e profissionais de saúde mental queriam compreender o impacto de programas de televisão em crianças.</p>
<p>Albert Bandura, um importante psicólogo americano da década de 1970, debruçou-se sobre o tema da violência e sobre aquilo que denominou de “teoria da aprendizagem social”, ou seja, a tendência de as crianças imitarem aquilo que estão vendo.</p>
<p>Como resultado de duas décadas de pesquisas, alguns comitês, em especial o “Surgeon General’s Scientific Advisory Committee on Television and Social Behavior,” debruçaram-se sobre essa questão. O relatório resultante da investigação, somado a outro documento publicado pelo “National Institute of Mental Health”, identificou os grandes efeitos da exposição à hostilidade na televisão, ao concluir que a violência impacta “de forma consistente e perturbadora as atitudes, valores e comportamento dos espectadores infantis”.</p>
<p>Alguns achados indicam que: (a) as crianças podem tornar-se menos sensíveis à dor e ao sofrimento alheio; (b) podem ficar mais inseguras e amedrontadas em relação ao mundo que as rodeia e, finalmente, (c) se tornam mais propensas a se comportar de maneira agressiva em relação aos outros.</p>
<p>Uma importante pesquisa feita pelos psicólogos L. Rowell Huesmann e Leonard Eron, a partir da década de 1990, descobriu que as crianças que assistiram muitas horas de violência na televisão, na infância, apresentavam níveis mais elevados de comportamento agressivo quando se tornaram adolescentes.</p>
<p>E a consequência não parou por aí: ao acompanhar esses participantes até a idade adulta, os pesquisadores descobriram que aqueles mais expostos à violência na TV em anos anteriores, foram os mais propensos a ser presos e processados por atos criminosos na vida adulta.</p>
<p>Obviamente que apresentar um comportamento agressivo não é consequência única e exclusiva da exposição à violência na mídia, entretanto, esse seria um dos fatores preponderantes que podem contribuir para a consolidação do comportamento agressivo.</p>
<p>Outra pesquisa descobriu que a exposição à violência na mídia pode dessensibilizar as pessoas à violência encontrada no mundo real a ponto de que, para algumas pessoas, assistir a violência nos meios de comunicação torna-se neutro (e, em alguns casos, agradável) não gerando mais desconforto ou ansiedade.</p>
<p>Neurônios- espelho</p>
<p>Além disso, não podemos nos esquecer do papel importante que os neurônios-espelho exercem em nosso comportamento. Você, por acaso, sabe qual é a sua função?…</p>
<p>Eu explico.</p>
<p>Quando vemos alguém fazendo algo, automaticamente simulamos a ação em nosso cérebro, ou seja, é como se nós mesmos estivéssemos mentalmente realizando aquele gesto. Isso quer dizer que o cérebro funciona como um “simulador” silencioso, ou seja, nossa mente involuntariamente ensaia toda ação que observamos em nosso entorno, deixando-nos “prontos para agir”. Essa capacidade se deve aos “neurônios-espelho”, distribuídos por partes essenciais do cérebro.</p>
<p>Assim, quando observamos alguém realizar uma ação (bocejar, por exemplo), esses neurônios disparam (daí o nome “espelho”) e é por isso que também bocejamos. Assim, essas células cerebrais são essenciais no aprendizado de atitudes e ações, pois permitem que as pessoas executem atividades sem necessariamente pensar nelas, apenas acessando o banco de memória individual de cada um.</p>
<p>Nesse sentido, a mente dos jovens, que vivenciam mais violência, tende a ficar mais “exercitada” junto às ações que envolvam este tipo de atitude, pois fica mais habituada a esse tipo de ocorrência.</p>
<p>Como agir?</p>
<p>No sentido de gerenciar a quantidade de exposição que seus filhos têm a eventos e notícias trágicas e violentas relatadas pela TV, faça o seguinte:</p>
<p>Esteja sempre atento à presença de seus filhos<br />
Sugere-se que os pais tenham conversas apropriadas com suas crianças e adolescentes a respeito do que viram e ouviram nos programas de televisão. Caso as crianças sejam muito pequenas, não as exponha desnecessariamente a um conteúdo negativo. Isso pode contribuir dramaticamente para a criação de maior insegurança e medo na cabeça dos pequenos (além dos fatores já descritos).</p>
<p>Caso sejam maiores, reexplique as piores notícias. Isso cria consciência e ajuda a diminuir o impacto negativo na imaginação fértil dos pequenos que tentam remontar os acontecimentos a partir de sua própria lógica pessoal.</p>
<p>Assim sendo, planeje a visualização de TV / Internet.</p>
<p>Especifique momentos localizados de tempo (como no período da manhã, almoço e jantar) para assistir à TV<br />
Limitar entre 30-60 minutos é o ideal. Em seguida, coloque-os para fazer outra coisa. Pode-se dar um passeio, lavar pratos ou ainda pintar um livro. Tire-os da frente da TV. Faça o mesmo em outros períodos do dia. E lembre-se: evite a exposição desmedida.</p>
<p>Mas, e se eu controlo o tipo de programação?</p>
<p>A pesquisadora Linda Pagani, da Universidade de Montreal, constatou que, além da média aproximada de uma hora e dez minutos diários, independente do conteúdo, cada hora extra de TV representou – em crianças com idade até dois anos e meio – uma significativa diminuição no vocabulário pessoal (como o número de palavras reconhecidas e gravadas), queda das habilidades matemáticas, decréscimo do nível de atenção e de resposta a estímulos, piora na capacidade de se defender de ataques físicos de outras crianças, ou seja, aumentaram as chances de vitimização e, finalmente, uma importante redução das habilidades físicas gerais.</p>
<p>Bem, e não saber se defender das agressões dos colegas? Possivelmente poderá contribuir com o aumento da introversão e do sentimento de exclusão social, pois sentir-se menos seguro poderá interferir na capacidade de socialização, tornando-as mais embotadas emocionalmente.</p>
<p>Não querendo ser muito pessimista, mas vamos considerar, inclusive, que esses efeitos podem estar subestimados. Como? Eu explico. Imagine o caso das crianças que são cuidadas por terceiros (como creches ou por babás, por exemplo) e que sabidamente ficam expostas muito mais tempo a TV. Enfim, é para pensar.</p>
<p>Os autores da pesquisa dizem que identificar esses indícios de excesso de TV na infância pode ajudar a modificar padrões de comportamentos futuros, inteligência e habilidades cognitivas na idade madura, além de impactar a escolha por estilos de vida mais saudáveis.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>Procure ter controle a respeito do tipo de exposição a que seu filho é submetido quando deixado solitariamente de frente a uma TV.</p>
<p>Tempo demasiado, já sabemos, colabora para uma piora no desenvolvimento cognitivo.</p>
<p>Conteúdos negativos, conforme vimos, criam ansiedade, pânico e até sintomas de trauma psicológico.</p>
<p>Em excesso, relatos de tensão anestesiam as reações emocionais, o que pode ser devastador do ponto de vista emocional na vida adulta.</p>
<p>Enfim, nada melhor do que a boa e velha interação entre as pessoas, certo?… É bom ficarmos atentos. A resiliência é algo que se constrói desde cedo.</p>
<p>Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2015/09/02/tv-e-criancas-qual-e-o-limite-dessa-exposicao/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/2976-2/">TV e crianças: qual é o limite dessa exposição?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nomofobia: Será que você tem e não sabe?</title>
		<link>https://casule.com/blog/nomofobia-sera-que-voce-tem-e-nao-sabe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 22:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jf]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[nomofobia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia. psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=2286</guid>

					<description><![CDATA[<p>     Quando se fala em vício logo pensamos em drogas, cigarro, álcool, etc. E quem um dia poderia imaginar que o fato de não poder estar todo o tempo conectado resultaria em um tipo de transtorno? Alguns podem responder que era óbvio, mas agora parece que é oficial. Uma nova fobia para se juntar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/nomofobia-sera-que-voce-tem-e-nao-sabe/">Nomofobia: Será que você tem e não sabe?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/228318foto_grande.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2287" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/228318foto_grande.jpg" alt="228318foto_grande" width="600" height="338" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/228318foto_grande.jpg 357w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/228318foto_grande-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">     Quando se fala em vício logo pensamos em drogas, cigarro, álcool, etc. E quem um dia poderia imaginar que o fato de não poder estar todo o tempo conectado resultaria em um tipo de transtorno? Alguns podem responder que era óbvio, mas agora parece que é oficial. Uma nova fobia para se juntar à coleção das já existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">          A “novidade” chama-se Nomofobia. É uma fobia ou sensação de angústia que surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar ou se vê incontactável estando em algum lugar sem seu aparelho de celular. É um termo muito recente, que se origina do inglês: No-Mo, ou No-Mobile,que significa Sem celular. Daí a expressão Nomofobia ou fobia de ficar sem um aparelho de comunicação móvel1. É &#8230;, pelo jeito, a fobia causada pela perda de contato com o celular parece ser mais uma das contribuições do século XXI para o nosso stress cotidiano, como se já não bastasse. Entretanto, prefiro ir mais longe ampliando essa dependência para todo e qualquer tipo de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">          Em fevereiro, um estudo realizado com cerca de mil pessoas no Reino Unido, país onde a palavra “nomofobia” surgiu em 2008, revelou que 66% dentre estes se diz “muito angustiado” com a idéia de perder seu celular.  Em outra pesquisa, desta vez com jovens da Universidade de Maryland, nos EUA, constatou-se que a dependência de celulares, computadores e tudo que esteja relacionado à tecnologia pode ser considerada semelhante ao vício em drogas.  O estudo avaliou 1.000 alunos com idades entre 17 e 23 anos, em dez países, que ficaram durante 24 horas sem celulares, redes sociais, internet e TV.  Segundo a pesquisa, 79% dos estudantes avaliados apresentaram desde desconforto até confusão e isolamento com a restrição ao uso de eletrônicos. Outro sintoma relatado foi o de coceira, uma sensação  parecida com a de dependentes de drogas que lutam contra o vício. Alguns estudantes relataram, ainda, estresse simplesmente por não poder tocar no telefone2. Pela primeira vez, vício na rede foi comparado com o abuso de outras coisas, como drogas e álcool.</p>
<p style="text-align: justify;">          Ora, não é nenhum exagero afirmar também que o uso da tecnologia está interferindo com a vida cotidiana e a aprendizagem dos estudantes. É uma geração que aprende a se comunicar online desde cedo e tem acesso a diferentes meios de informação. Habilidades estão sendo construídas!  O imediatismo da internet, a eficiência do iPhone e o anonimato das interações em chat tornaram-se ferramentas poderosas para a comunicação e até mesmos para os relacionamentos. Dessa forma, existe uma clara necessidade de integração eficiente das áreas de educação e tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">          Estamos diante de um novo século, com novo formato de receber e transmitir informação. Sendo assim, o medo de ficar incontactável às vezes até prejudica a vida pessoal e profissional das pessoas.  A dependência do celular, do computador, da Internet é crescente e apesar de serem vícios socialmente aceitos, são igualmente nocivos pois alteram o comportamento das pessoas. Alguns especialistas acreditam que o uso excessivo das chamadas novas tecnologias  tornam as pessoas mais impacientes, impulsivas e esquecidas. Realmente é indiscutível a polêmica que existe acerca dos problemas que resultam desse processo tecnológico</p>
<p style="text-align: justify;">         Até que ponto a vida online atrapalha a vida offline? Não é difícil encontrarmos pessoas que se comuniquem mais através das redes sociais do que pessoalmente e muitas vezes até preferem contatos virtuais.Mas, será imprescindível mesmo ficar conectado 24 horas por dia ? Alguns ficam angustiados quando não podem ser alcançados, mesmo que seja por sms. Não se trata apenas de enviar e receber mensagens, mas sim sugere uma total transformação na maneira pela qual as pessoas se comunicam. Enquanto isso, outros atualizam incontáveis vezes, diariamente, o Facebook, Instagram ou Twitter, qualquer que seja a hora ou o lugar onde esteja. E assim, a exposição à tecnologia pode estar lentamente remodelando nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">         Pois é, estamos em uma sociedade na qual uma parte da população, se não estiver conectada pode desenvolver formas de ansiedade ou nervosismo. Segundo o escritor francês Phil Marso, que redigiu um livro inteiro utilizando apenas SMSs, o uso constante dos smartphones e redes sociais gera uma grande vontade de estar sempre inteirado sobre tudo o que está acontecendo. O usuário acaba ficando nervoso e impaciente, podendo desenvolver problemas cardíacos.</p>
<p style="text-align: justify;">         É importante percebermos o celular como instrumento facilitador e o problema não está com ele e sim com o mau uso que deste podemos fazer. Além disso, a Internet é um meio de comunicação fascinante. É importante utilizá-la de maneira saudável, para promover o aprendizado, estabelecer boas relações e se comunicar. É fundamental manter um limite, afinal você é quem deve manter total controle sobre sua vida e não um determinado site ou aplicativo que vai determinar o seu comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">        E você ? Está sempre conectado onde quer que esteja? Qual a sensação ao perceber que esqueceu o celular ou smartphone em algum lugar e que corre o risco de ficar desconectado por algum tempo? Nesse caso, a primeira pergunta a ser feita é: o uso da internet  está interferindo em outras áreas da vida?  Os afazeres pessoais e profissionais ficam em segundo plano para ficar online mais tempo? Freqüentemente o  sono não é priorizado afim de ficar conectado até altas horas da madrugada? Enfim, para podermos caracterizar uma dependência de celular  ou de qualquer outra tecnologia é preciso que o usuário tenha algum tipo de sofrimento direto ou indireto relacionado a algum destes, além de também sentir grande dificuldade em livrar-se desse hábito. Se por um lado a modernidade interliga pessoas a quilômetros de distância, também pode levar ao isolamento do mundo do “ponto com, ponto br”. Se isso estiver acontecendo, o importante é procurar a ajuda profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:http://elo.com.br/portal/colunistas/ver/228318/nomofobia&#8211;sera-que-voce-tem-e-nao-sabe-.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/nomofobia-sera-que-voce-tem-e-nao-sabe/">Nomofobia: Será que você tem e não sabe?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
