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	<title>distúrbios emocionais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>distúrbios emocionais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>Como exercitar o desapego</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-exercitar-o-desapego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 19:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano tem em sua ordem natural o &#8220;sempre querer mais&#8221;, e por isso faz todos os esforços possíveis para ter, ter e ter. Fica fácil apegar-se aos bens que se possui: carro, casa, celular, joias, roupas, sapatos, ou a sentimentos que são destrutivos. O apego às vezes torna-se tão grande que surgem problemas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="content">
<li style="text-align: justify;">O ser humano tem em sua ordem natural o &#8220;sempre querer mais&#8221;, e por isso faz todos os esforços possíveis para ter, ter e ter. Fica fácil apegar-se aos bens que se possui: carro, casa, celular, joias, roupas, sapatos, ou a sentimentos que são destrutivos. O apego às vezes torna-se tão grande que surgem problemas na saúde, na vida familiar e no equilíbrio emocional. Então já que trata-se de um assunto tão fundamental e comum, vamos abordar alguns pontos de como exercitar o desapego para benefício próprio.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>O que é o apego?</h2>
<p>Apego é você não conseguir esquecer daquele objeto ou bem, mesmo em momentos que não necessite fazer uso dele; é você querer estar com o bem a todo instante, é ter dificuldades para conviver sem ele, é valorizar tanto esse bem que adoece quando ele quebra e tem que passar um tempo sem ele. É quando passar um tempo com este bem material, exige a sua ausência nos momentos mais importantes em família.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li>Mesmo estando em atividades em família, não consegue desgrudar do celular.</li>
<li>Não presta atenção no que seu cônjuge ou filho está falando, porque sua mente está presa no objeto, bem material ou acontecimento ocorrido (apego a sentimentos, como raiva ou ódio).</li>
<li>O desejo de fazer a atividade com o bem material é maior do que a vontade de estar ao lado das pessoas que ama e que se importam com você.</li>
</ul>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Por que é tão comum se apegar?</h2>
<p>Às vezes o apego pode ser um modo que a pessoa encontre para fugir. Não são todos os casos, mas às vezes para tentar compensar uma dor, a perda de alguém por exemplo, ou por definir em sua vida que os bens materiais tem prioridade para seu desenvolvimento financeiro e aquisitivo; às vezes o apego está ligado à depressão, ansiedade, traumas, culpas, compulsões ou distúrbios.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Quando buscar ajuda?</h2>
<p>A pessoa que tem dificuldade de desapegar-se em primeiro lugar tem que refletir sobre sua conduta e modo de vida. Avaliar em que isso tem lhe afetado e se conscientizar da necessidade de mudar esse hábito que traz prejuízos.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Prejuízos</h2>
<p>. Esse apego pode sim, trazer alguns prejuízos, como:</p>
<ul>
<li>Afastar familiares.</li>
<li>Ampliar os níveis de ansiedade e nervosismo.</li>
<li>Afetar sua vida familiar e financeira.</li>
<li>Acúmulo de dívidas.</li>
<li>Desenvolver distúrbios e compulsões.</li>
</ul>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Por onde começar?</h2>
<p>Comece percebendo o problema, depois converse com alguém próximo sobre o problema do apego e procure agir, mudando hábitos e atitudes; se realmente o problema for muito extremo, procure ajuda.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se rapidamente</h2>
<p>. Esses hábitos de apego crescem rapidamente e é alimentado por você mesmo, pelo que você mais valoriza, então se policie. Rapidamente você pode mudar seus pensamentos se o condicionar a isso, trabalhando o desapego, por exemplo:</p>
<p>Quando sentir o desejo de estar com o objeto ou bem material, amplie a mente, não se concentre na necessidade que você tem do objeto, pense em como se sente feliz quando recebe um abraço de seus filhos, quando recebe um beijo deles; e se tiver próximo chame-os para perto, e dê você mesmo esse carinho. Sinta o amor que envolve a todos quando estão juntos, ou ouça uma música e cante, repita a letra várias vezes, ou cozinhe, faça outra atividade que possa ocupar sua mente. Isso é direcionar a sua mente e através de atos assim, simples, conseguir desapegar-se.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se do ódio</h2>
<p>. Às vezes as pessoas pensam que só existe o apego material, mas também podemos apegar-nos a sentimentos que nos ferem e machucam como o ódio, o rancor, a raiva, e todos os sentimentos negativos que não nos fazem bem. Então a melhor saída é retirar do coração e mente sentimentos assim, e o modo mais correto é praticando o perdão. Perdoe-se e perdoe a alguém que lhe feriu, não alimente esse tipo de sentimento, nem fique recordando o mal que lhe fizerem, isso não lhe fará bem. Os médicos e psicólogos afirmam que apegar-se a esses sentimentos pode comprometer a saúde desenvolvendo doenças físicas ou doenças psicológicas.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se da tristeza</h2>
<p>. Faça atividades que lhe elevem espiritualmente, que lhe façam sentir-se bem e querer compartilhar com os outros de bons momentos. Você pode fazer algumas atividades que lhe ajudarão como:</p>
<ul>
<li>Aula de música.</li>
<li>Aula de dança.</li>
<li>Aula de pintura ou artesanato.</li>
<li>Aula de corte e costura.</li>
<li>Ajudar instituições não governamentais.</li>
<li>Participar de eventos comunitários.</li>
<li>Conhecer a realidade de comunidades carentes ou orfanatos.</li>
<li>Participar de alguns grupos de autoajuda.</li>
<li>Estude bons livros, que sejam do seu interesse, biologia, geografia, matemática, entre outros.</li>
</ul>
<p>Tudo isso ajudará a ampliar seu campo de visão. Às vezes só pensamos em nós, em adquirir coisas que só nos satisfaçam, às vezes nem percebemos que nossas atitudes estão machucando alguém, um pai, um filho, um irmão, o marido ou a esposa. Temos que buscar soluções que nos ajudem a tornar nossa vida melhor, não com a mentalidade de que só seremos felizes se tivermos dinheiro ou aquele carro importado, ou aquelas joias lindas; mas temos que, antes de tudo, valorizarmos o que possuímos como bens espirituais, como a família, os amigos, o conhecimento que adquirimos ao longo das experiências e nos motivar a sermos felizes por podermos possuir esses bens que dinheiro nenhum no mundo pode comprar, e que é conquistado com esforço, empenho e fé.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://familia.com.br/5530/como-exercitar-o-desapego</p>
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		<item>
		<title>O que são os erros de pensamento e como combatê-los</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-sao-os-erros-de-pensamento-e-como-combate-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 20:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pensamento é o produto mental decorrente da capacidade que todos os seres humanos têm de “trabalhar” com a sua mente, ou seja, de refletir ou interpretar o que acontece ao seu redor ou dentro de nós mesmos. Mas o que são os ‘erros de pensamento’? Os seres humanos passam os dias, as horas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O pensamento é o produto mental decorrente da capacidade que todos os seres humanos têm de “trabalhar” com a sua mente, ou seja, de refletir ou interpretar o que acontece ao seu redor ou dentro de nós mesmos. Mas o que são os ‘erros de pensamento’?</p>
<p style="text-align: justify;">Os seres humanos passam os dias, as horas e a vida toda pensando. Avaliamos o que nos acontece, pensamos em coisas sem importância e até mesmo abstratas. Muitas vezes temos pensamentos dos quais nos envergonhamos e em outros momentos viajamos com a nossa mente para o passado ou o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem pensamentos que nos fazem sentir emoções insanas que chamamos de pensamentos automáticos negativos ou distorções cognitivas. Nem todos os pensamentos despertam emoções importantes: por exemplo, se eu penso que “há um cão latindo” é muito provável que isso não produza absolutamente nada para mim a nível emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria completamente diferente se eu pensasse que “há um cão latindo” e, em seguida, lhe desse um significado. Por exemplo, se eu imaginar que “o cão está com raiva e pode me atacar”, muda totalmente a situação, porque de acordo com o meu pensamento, a minha sobrevivência ou integridade física correm perigo, então eu desencadeio uma resposta de ansiedade, com tudo o que isso implica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns erros de pensamento típicos</h2>
<p style="text-align: justify;">Há muitas distorções, mas vamos nos concentrar na análise dos erros de pensamento que, as vezes são os mais comuns e podem nos abalar emocionalmente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O erro da adivinhação</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa distorção ocorre quando tenho certeza sobre o que alguém está pensando ou quando eu acredito que algo vai acontecer e até mesmo “colocaria a mão no fogo”, porque realmente será assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente isso é ilógico, porque ninguém tem a capacidade de prever o futuro, o que as outras pessoas pensam e nem mesmo o que ele próprio pensará ou fará daqui a alguns anos. Então, por que estamos tão certos do que está acontecendo ou vai acontecer? Será que temos uma bola de cristal imaginária que nos diz tudo o que vai acontecer?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pensamento preto-branco</h2>
<p style="text-align: justify;">É um erro muito comum. Muitas vezes consideramos que existe somente o preto e o branco e nos esquecemos do cinza com todas as suas nuances. Quantas vezes dizemos a nós mesmos que nada deu certo porque cometemos um erro? Pergunte a si mesmo: como pode um erro transformar tudo? Será que você não está exagerando um pouco?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes as pessoas acreditam que são o centro do universo, tanto para o bem quanto para o mal, e pensam que os outros dependem exclusivamente delas, do que fazem ou deixam de fazer, de como se vestem, do que dizem, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Como você deve ter deduzido, com este erro levamos tudo para o lado pessoal e, dessa forma, sentimos ansiedade, culpa, timidez, etc.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Evite o catastrofismo</h2>
<p style="text-align: justify;">Você comete este erro quando exagera tanto a realidade, sem provas concretas, que vê ameaças em todos os lugares e pensa em termos do “e se”: E se eu falhar? E se a minha namorada me deixar? E se eu ficar doente? Para todas estas perguntas adicionamos o adjetivo terrível e vivemos como se realmente tivesse acontecido uma catástrofe da qual não conseguiremos nos recuperar.</p>
<h2>Como posso ter um pensamento mais objetivo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Observe que todos esses erros de pensamento são decorrentes de diferentes crenças enraizadas em nosso ser desde a infância. Dessa forma, “ser objetivo” é um processo que exige tempo e esforço, mas pode ajudá-lo a se sentir melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Você se tornará uma pessoa mais racional, cometendo menos erros de pensamento se:</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Interpretar a realidade usando apenas os cinco sentidos</h2>
<p style="text-align: justify;">Só podemos conhecer a realidade através da experimentação; é preciso observar, tocar, degustar, ouvir e cheirar. Não existe um sexto sentido para nos dizer algo mais. Portanto, confie no que você está vivendo no momento presente, com os seus cinco sentidos, porque nesse momento essa é a realidade a que você tem acesso. O que vai acontecer no futuro, ou está ocorrendo em outro lugar ou na mente de outra pessoa, não é a sua realidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pense de forma racional</h2>
<p style="text-align: justify;">Além de usar os cinco sentidos para entender a realidade, você pode se questionar e fazer algumas perguntas a si mesmo. Como eu posso ter tanta certeza de que o meu colega de trabalho me critica? Que provas eu tenho de que terei um acidente de carro? Quais são as chances de contrair uma doença?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Esteja consciente de onde vêm esses pensamentos</h2>
<p style="text-align: justify;">Como já dissemos, essas distorções de pensamentos vêm das nossas crenças. Elas são como as raízes de uma árvore, e os erros cognitivos são as suas flores. Analise quais são as suas crenças e perceberá porque comete essas distorções. Você precisa de amor para ser feliz? Você acha que a preocupação ajuda a resolver os problemas? Você acredita que algum tipo de pessoa é má e merece ser punida?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Realize experiências</h2>
<p style="text-align: justify;">Como se fosse um cientista, você deve realizar experiências que irão confirmar ou não se o que você acha é correto ou é tendencioso. Se, por exemplo, você pensa que alguém está falando mal de você pelas costas, terá que armar-se de coragem e perguntar para a pessoa se isso é verdade ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua resposta servirá para perceber se é algo real ou apenas a sua imaginação. Pode ser que esta pessoa minta para você, mas não temos controle sobre isso! Então, vamos nos concentrar no que podemos resolver e esquecer todo o resto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/erros-de-pensamento/</p>
<p style="text-align: justify;">
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			</item>
		<item>
		<title>Nosso pior erro ortográfico: não saber colocar um ponto final</title>
		<link>https://casule.com/blog/nosso-pior-erro-ortografico-nao-saber-colocar-um-ponto-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 20:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pior erro ortográfico não se faz escrevendo, mas sim quando na vida não sabemos colocar um ponto final. O ensinamento que envolve esta frase é muito valioso para nós, pois guarda com ele o ponto básico de crescer. Saber encerrar etapas, ciclos e relacionamentos pode ser difícil principalmente porque é complicado ter segurança na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align: justify;">O pior erro ortográfico não se faz escrevendo, mas sim quando na vida não sabemos colocar um ponto final<strong>.</strong> O ensinamento que envolve esta frase é muito valioso para nós, pois guarda com ele o ponto básico de crescer.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Saber encerrar etapas, ciclos e relacionamentos pode ser difícil principalmente porque é complicado ter segurança na hora de deixar para trás aquelas pessoas, momentos ou lugares que nos fizeram sentir tão bem.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Isso de “lutar pelo que queremos até o fim” muitas vezes é uma forma de insinuar nossa inquietude e dar voltas com o afã de deslanchar a máquina da determinação emocional que nos ajuda a tomar a decisão tão difícil de ser tomada.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Nosso erro: colocar três pontos onde deveria haver um ponto final</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">O velho costume de colocar três pontos nos impede de crescer. Se não abrirmos as janelas, não veremos o brilho da vida; se não deixarmos as portas abertas nos afogaremos na impossibilidade de <em>“deixar ir embora”</em> o pó que nos impede de respirar.</p>
<blockquote>
<div class="quote-text"><em>A tenacidade e a resistência diante do que está acabado se transforma em um revólver metafórico que nos aponta a testa de forma constante, tornando-nos incapazes de aproveitar a própria vida afetiva.</em></div>
</blockquote>
<p class="western" style="text-align: justify;">Nestes casos a negação tem um papel fundamental, pois é o reflexo da própria falta de coragem e da escassez de recursos para atribuir a isto uma realidade emocional negativa. Então, nos empenhamos em afirmar que é uma “etapa temporária” e nos recusamos dar atenção aos próprios sentimentos e pensamentos.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">O fato é que sendo a ruptura um assunto tão sério, é normal sentir um certo receio de tomar partido.Contudo, quando não o fazemos, acabamos nos transformando em pessoas ásperas, infelizes, irritáveis, preconceituosas e condenatórias, o que nos lança em um buraco negro cheio de contradições.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Como costuma-se dizer, meio pão é melhor do que nada, mas meia fatia ou migalhas realmente darão sustentação à própria vida afetiva? Se uma coisa não nos faz feliz ou um relacionamento não faz bem, que tipo de união e sustentação pensamos que teremos?</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Sejamos realistas: se quisermos que as coisas boas entrem, é preciso deixar ir embora</h2>
<p class="western" style="text-align: justify;"><em>“Deixar ir embora”, “soltar”, “dizer adeus“.</em> Poucas palavras que simbolizam grandes ações. Mais do que mantras caseiros, são mensagens claras que nos relembram que não vale a pena permanecer em um lugar onde nos transformamos em meros observadores, em pessoas sofridas ou em figuras compadecidas.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Não vá onde você não é querido e não fique onde você não é amado, essa é uma premissa fundamental que precisa ser trabalhada desde a infância para que, chegado o momento necessário, façamos valer as nossas necessidades emocionais e possamos ouvir nossos corações quando for preciso.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p class="western" style="text-align: justify;">Faríamos o que fosse possível para ter motivos para manter as portas e as janelas abertas mas, contudo,não nos resta outro remédio que colocar um ponto final onde antes colocávamos reticências. Essa é uma conduta que precisamos ter para cuidar da nossa saúde emocional, para dar-nos o devido valor, proteger o coração e nos adiantarmos na vida colocando-nos como a primeira pessoa na hora de pensar em sentimentos.</p>
<p class="western" style="text-align: justify;">Não perca a esperança e a alegria, e que a preguiça e o sofrimento não sejam seus condutores. É verdade que é complicado (e triste) colocar um ponto final nas nossas histórias, mas quando isso não acontece, não permitimos que novas e belas histórias entrem. Não se esqueça:</p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><em>Ir embora de certos lugares também é se cuidar.</em></p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><em>Afastar-se de algumas pessoas também é se proteger.</em></p>
<p class="western" style="text-align: justify;"><em>Fechar algumas portas também é gostar de si mesmo.</em></p>
<p class="western" style="text-align: justify;">
<p class="western" style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/pior-erro-nao-saber-colocar-ponto-final/</p>
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		<item>
		<title>Como lidar com a pressão diária?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-pressao-diaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 20:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[angústia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É natural sofrer uma certa cobrança por parte das pessoas com quem convivemos, tanto na vida profissional quanto na pessoal, seja para cumprir o prazo de uma atividade no trabalho ou, então, para tomar decisões no relacionamento amoroso ou familiar. E, até certo ponto, essa cobrança é sadia e, muitas vezes, serve como um empurrão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É natural sofrer uma certa cobrança por parte das pessoas com quem convivemos, tanto na vida profissional quanto na pessoal, seja para cumprir o prazo de uma atividade no trabalho ou, então, para tomar decisões no relacionamento amoroso ou familiar. E, até certo ponto, essa cobrança é sadia e, muitas vezes, serve como um empurrão para nos obrigar a agir e a dar o nosso melhor. Por outro lado, quando essas cobranças, em vez de pontuais, tornam-se frequentes, e começam a acompanhar você dia sim, outro também, é bom ficar alerta. Afinal, quando a expectativa do outro o obriga a viver sempre sob altos níveis de estresse, e isso se prolonga por semanas ou até meses, é natural que a sua qualidade de vida comece a despencar, a ponto de ocasionar o aparecimento de problemas físicos e emocionais. “Sempre que vivemos uma experiência estressante, o organismo vai fazer um esforço grande para tentar voltar ao equilíbrio. Só que, nesse processo, ocorre também um conjunto de reações no corpo todo, envolvendo o físico, o psíquico e até mesmo a esfera social. Assim, a resposta que você dá à pressão psicológica também se refletirá em todos esses campos da sua vida”, explica a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).</p>
<p style="text-align: justify;">A especialista faz questão de reforçar que não é a cobrança externa o que nos adoenta, e sim o quanto nos preocupamos. Isso explica por que uma pessoa consegue conviver anos com um chefe autoritário, enquanto outra não é capaz de segurar a bronca por uma semana. Ao perceber que uma situação dessas está tirando você do sério, roubando a sua energia e prejudicando a sua capacidade de relaxar, o melhor é procurar um meio de defesa. “Pessoas frequentemente expostas a situações estressantes aumentam a produção de cortisol, um hormônio que favorece a deposição de gordura abdominal. “Esse quadro, por sua vez, eleva as chances de sofrer de problemas como a hipertensão, o diabetes, a depressão e a ansiedade”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Veja como se cuidar</h2>
<p style="text-align: justify;">A descoberta de uma doença grave, como o câncer, pode ser uma experiência traumática para algumas pessoas e levar até mesmo a uma piora do quadro. “Qualquer doença grave, incapacitante, causa sofrimento, porque remete a pessoa à sua própria finitude, a faz pensar na questão da vida e da morte, que é o conflito mais intenso com o qual o ser humano pode se deparar”, explica a psicóloga Ana Cristina Waissmann, chefe da sessão de psicologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Existem várias doenças e sintomas que um trauma psicológico pode agravar, mas o mais comum é que apareçam quadros asmáticos, de hipertensão, problemas cardíacos, doenças de pele e dores de causas desconhecidas. Também os distúrbios emocionais são frequentes, como a angústia exagerada, a ansiedade e a depressão<strong>.</strong> O choque também pode fazer com que as pessoas se isolem e se sintam solitárias.<br />
Saia dessa<strong>:</strong> Para quem está nessa situação, o mais importante é procurar uma rede de apoio, que reúna outros pacientes com aquela mesma doença, para poder dividir angústias e medos. Vale cercar-se de familiares e amigos. No mais, é interessante consultar um psicólogo, que poderá escutar todas as dores e preocupações sem julgar. “Uma pessoa que está sofrendo tanto não pode ter preconceito em procurar um profissional de saúde mental, porque esse auxílio só vai lhe fazer bem”</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://revistavivasaude.uol.com.br/bem-estar/como-lidar-com-a-pressao-diaria/503/#</p>
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		<title>Controle da Raiva!</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-da-raiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 19:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[frustração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morrer de raiva Controle da Raiva Você já deve ter passado por situações de morrer de raiva .  Tem dias que parece que tudo dá errado, o transito infernal, teu chefe nem deu bola para o trabalho que te custou um dia inteiro, o supermercado não tinha troco e te deu uma balinha. Não dá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Morrer de raiva</h2>
<h2 id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Controle da Raiva</h2>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Você já deve ter passado por situações de morrer de raiva .  Tem dias que parece que tudo dá errado, o transito infernal, teu chefe nem deu bola para o trabalho que te custou um dia inteiro, o supermercado não tinha troco e te deu uma balinha. Não dá para segurar. Uma coisa destrutiva vai se formando dentro de você e, você acaba descontando todas as suas frustrações cima do marido, esposa, mãe, enfim, em cima de quem não tem nada a ver com a origem do problema.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Temos que perceber que a raiva por si só não é uma coisa ruim, a raiva é um mecanismo de defesa   e   foi fundamental pra a sobrevivência das espécies.   Um dos mecanismos de auto defesa é a raiva, pois ela de mobiliza contra o ataque alheio.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Tem horas que dá mesmo vontade de gritar   e até de agredir uns e outros. O problema surge   justamente esse   quando essa revolta te faz perder o controle   e agir desproporcionalmente.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Raiva está relacionada à frustração e aparece em 2 tipos de situações:</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Quando você não consegue realizar uma coisa que queria muito   &#8211; você se sente frustrado .</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Quando você se sente desprezado,   diminuído e   desvalorizado.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Tem gente que é craque em fazer os outros se sentirem diminuídos, e conseqüentemente morrendo de raiva, por exemplo, o freguês que coloca a loja abaixo,   fala mal de todos os produtos e não compra nada, ou o chefe que parece que faz de conta que você não existe, ou as pessoas de casa que não reconhecem o trabalhão que   você teve.   Tudo isso mata qualquer um de raiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Existem duas formas muito negativas de lidar com essa raiva:</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Explodir e perder o controle.   Quem perdeu o controle perde a razão, mesmo que a razão esteja toda com ele   na hora da explosão ela vai para o “ralo”.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Abaixar a cabeça. Engolir sapo não é saudável. Normalmente a pessoa que engole é aquela que traz dentro de si uma educação onde   deve sempre atender às expectativas dos outros. Quando você tem a crença que as necessidades dos outros são mais importantes que as suas   você desenvolve um ego fraco,   se torna uma pessoa incapaz de responder e de se impor quando precisa.   Saber dizer “Não” é saber cuidar de si mesmo,   é enfrentar o problema. Se não conseguir você ficará vítima e refém da raiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Não ter raiva nenhuma é tão perigoso quanto explodir de raiva.   Mas é preciso aprender a externar os sentimentos na hora certa, do jeito certo, na medida certa e com a pessoa certa.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Raiva não expressa da forma correta pode desencadear depressão ou grandes desastres no trabalho, no grupo social ou escolar.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Uma das piores coisas a fazer é disfarçar a raiva . Tem gente que diz   “Eu me controlo”   quando na realidade ele disfarçou, engoliu. Isso é péssimo. Controlar a raiva é aprender a lidar com ela.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Raiva está diretamente ligada ao stress pois passar raiva dia após dia   vai te debilitado e você nem percebe o porque.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Identifique o estresse causando por raiva “engolida”</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Irritação</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Sono perturbado &#8211; dormindo demais ou de menos</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Perdeu a capacidade de sentir prazer com a vida</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Está comendo demais ou de menos</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Está tendo problemas de relacionamentos</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Se   você respondeu “sim” para a maioria destas cinco pontos   você está estressado.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Para aprender a lidar com a raiva,   sem reprimir,   sem explodir e se prejudicar ainda mais   deve-se ir a fundo e descobrir quais são as crenças que estão por trás dessa raiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A psicoterapia te dá meios   de   se desapegar do passado que causa raiva,   ultrapassar a barreira da neurose   e se livrar do fardo de ser uma eterna vitima.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Precisamos nos reconciliar com as coisas que nos fizeram sentir frustrados   ou desvalorizados   para começar a superar estas situações   e ter a coisa que mais interessa: o controle sobre sua própria   vida! Mas entenda que reconciliação não significa esquecer ou fazer de conta que “não foi nada”. Significa continuar a viver de forma leve sem apegos emocionais e comportamentos desgastantes.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A psicoterapia oferece alguns caminhos como a flexibilização de pensamento que lhe dará opções para reagir de formas adequadas, a mudança dos padrões de pensamentos   para que as pequenas coisas do dia a dia sejam vistas apenas como são: pequenas coisas do dia a dia. Você não fará mais um “cavalo de batalha” quando furarem a fila, mas saberá agir com elegância e obter o respeito que merece.</div>
<div style="text-align: justify;">Muitos já devem ter passado por situações de raiva, onde tem dias que parece que tudo dá errado, o transito infernal, teu chefe nem deu bola para o trabalho que te custou um dia inteiro, o supermercado não tinha troco, etc. Em alguns momentos pode ser que não deu para segurar e algo destrutivo foi se formando e a pessoa acaba descontando todas as suas frustrações cima do marido, esposa, mãe, enfim, em cima de alguém que não tinha nada a ver com a origem do problema.</div>
<div style="text-align: justify;">Eu considero que a raiva por si só não seja uma coisa ruim, a raiva pode ser até mesmo um mecanismo de defesa,  e em eras primitivas  foi fundamental para a sobrevivência das espécies.  Ela é um dos mecanismos de auto defesa, pois nos mobiliza contra o ataque alheio.</div>
<div style="text-align: justify;">Pode ser que em alguns momentos dê mesmo vontade de gritar e até de agredir. O problema surge   justamente   quando essa revolta faz perder o controle e agir desproporcionalmente causando prejuízos de alguma ordem.</div>
<h2 style="text-align: justify;">Raiva x frustração</h2>
<p style="text-align: justify;">Percebo que raiva e frustração costumam estar associadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos de situações onde a raiva surge como resposta à frustrações:</p>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Não consegue realizar uma coisa que queria muito.</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Se sentir desprezado, diminuído e desvalorizado.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Formas negativas de lidar com a raiva:</h2>
<div style="text-align: justify;">Por exemplo explodir e perder o controle e magoar alguém. Quem perdeu o controle normalmente perde a razão, mesmo que a razão esteja toda com ele na hora da explosão pode ficar mais difícil se colocar de forma clara. Ou abaixar a cabeça. Engolir sapo pode não ser saudável. É possível que  a pessoa que engole seja aquela que traz dentro de si uma educação onde aprendeu a sempre atender às expectativas dos outros. Quando você tem a crença que as necessidades dos outros são mais importantes que as suas pode se tornar uma pessoa incapaz de responder e  se impor quando precisa.  Saber dizer “Não”  da foma adequada é saber cuidar de si mesmo e enfrentar o problema.</div>
<div style="text-align: justify;">Não ter raiva nenhuma pode ser tão perigoso quanto explodir de raiva. É preciso aprender a externar os sentimentos na hora certa, do jeito certo, na medida certa e com a pessoa certa.</div>
<div style="text-align: justify;">Penso ser uma das piores coisas a fazer seria disfarçar a raiva . Tem gente que diz “Eu me controlo”   quando na realidade ele disfarçou, engoliu. Isso pode ser péssimo. Controlar a raiva é aprender a lidar com ela.</div>
<div style="text-align: justify;">Raiva está diretamente ligada ao stress pois passar raiva dia após dia pode debilitar.</div>
<div style="text-align: justify;">O estresse causando por raiva “engolida” pode causar:</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Irritação</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Sono perturbado &#8211; dormindo demais ou de menos</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Perder a capacidade de sentir prazer com a vida</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Comendo demais (ou menos que deveria)</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Problemas de relacionamentos</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Formas positivas de lidar com a raiva</h2>
<div style="text-align: justify;">Eu vejo  como uma tarefa ingrata a tentativa de evitar a raiva. É um sentimento que faz parte do ser humano. Mas talvez ao tentarmos não reprimir ou explodir mas sim tentarmos entender a função deste sentimento naquele momento onde surgiu, entendermos porque reagimos daquela forma, talvez consigamos material interno para lidar melhor com ela.</div>
<div style="text-align: justify;">Talvez seja importante entender as situações que nos fizeram sentir frustrados  ou desvalorizados para começar a superar estas situações.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<h2>Como a raiva nos afeta psicologica e fisicamente?</h2>
<div><a title="clinica psicoloogia" href="http://www.marisapsicologa.com.br/clinica.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a>Cada situação de raiva onde não obtemos sucesso em nos colocar e “ganhar” a situação traz frustração. Frustração acumulada gera desamparo (sensação de incapacidade), que gera depressão.</div>
<div>A consequência física é o estresse. Ou seja, a mente deu um comando para o corpo lutar, esta luta não ocorreu e o cortisol acumulou causando alguns danos como queda na resistência e baixa imunidade a doenças.</div>
<div></div>
<div>
<h2>Quando pedir ajuda ao terapeuta?</h2>
<div><a title="clinica psicoloogia" href="http://www.marisapsicologa.com.br/clinica.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a>Toda vez que sentir que sozinho não está conseguindo administrar a raiva de forma eficaz. O psicologo pode ajudar a identificar a origem da raiva, e ensinar formas eficazes de lidar com ela.</div>
<div>
<div>*O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo</div>
</div>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/controle-da-raiva.html</div>
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		<title>Saiba mais sobre esquizofrenia!</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-mais-sobre-esquizofrenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 17:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[distúrbios de pensamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sintomas mais comuns da esquizofrenia envolvem alterações específicas do pensamento, da percepção sensorial, do comportamento e do afeto. Um ou mais destes sintomas podem estar presentes em uma pessoa com esquizofrenia. No entanto é importante ressaltar que outras doenças também podem apresentar alguns destes sintomas e um diagnóstico final só poderá ser feito por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os sintomas mais comuns da esquizofrenia envolvem alterações específicas do pensamento, da percepção sensorial, do comportamento e do afeto. Um ou mais destes sintomas podem estar presentes em uma pessoa com esquizofrenia. No entanto é importante ressaltar que outras doenças também podem apresentar alguns destes sintomas e um diagnóstico final só poderá ser feito por um profissional habilitado.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Transtornos do Pensamento</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os transtornos do pensamento envolvem delírios e alucinações. Delírios são crenças não verdadeiras, baseadas em um julgamento incorreto sobre a realidade exterior, apesar de provas e evidências contrárias. A pessoa pode sentir que seus pensamentos são influenciados, controlados, inseridos ou transmitidos por algo exterior fora de seu controle. Os eventos normais do dia a dia passam a ter significado diferente. O delírio pode levar a pessoa a acreditar que estão sendo perseguidas, que têm dotes ou poderes especiais, como controlar o tempo ou se comunicar com extraterrestres.</p>
<p style="text-align: justify;">Alucinações são falsas percepções na ausência de um estímulo externo, mas com as qualidades de uma verdadeira percepção, isto é, a pessoa pode ver, ouvir e sentir coisas que não estão realmente ali. As alucinações podem ser auditivas, visuais, táteis, olfativas, gustativas ou uma combinação de todas. As auditivas são as mais comuns e podem ocorrer na forma de barulhos, músicas ou mais frequentemente como vozes. Estas vozes podem ser sussurradas, ou claras e distintas, podem falar entre si ou ser uma única voz. Podem comentar o comportamento da pessoa e às vezes podem dar ordens. As alucinações visuais levam a ver distorções de imagens ou aparecimento de pessoas e coisas que só ela vê, podendo estabelecer contato e diálogo com essas pessoas e coisas inexistentes. Além disso uma pessoa com esquizofrenia pode sentir cheiros ou gostos ruins ou ter a sensação de ser tocado ou picado, como se insetos estivessem rastejando sobre a pele.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Distúrbios formais do pensamento</strong></h2>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">Os pensamentos saltam de um tópico a outro, às vezes sem conexão aparente. A pessoa pode criar palavras novas, substituir palavras por sons, rimas e repetir sílabas. Podem ocorrer interrupções na sequencia de pensamentos (bloqueios de pensamento). Quando o pensamento fica muito desorganizado ou fragmentado, a fala torna-se incoerente e incompreensível.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Alterações no comportamento</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Apresentam-se como diminuição de iniciativa, transtornos motores e alterações no comportamento social. A pessoa pode ficar parada por um longo período de tempo ou se engajar numa atividade repetitiva e aparentemente sem finalidade. Os extremos podem incluir o estupor catatônico &#8211; situação na qual o paciente fica imóvel por um período longo, ou o excitamento catatônico, onde o indivíduo apresenta atividade motora incontrolável e sem objetivo. Outras alterações motoras são estereotipias (movimentos repetidos sem objetivo aparente) e maneirismos (atividades normais, mas fora de contexto).</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente a deterioração do comportamento social ocorre junto com o isolamento social. Algumas pessoas com esquizofrenia comportam-se de forma estranha ou transgridem regras sociais (por exemplo, despem-se em público). Podem fazer gestos estranhos, expressões faciais impróprias ou caretas e assumir posturas estranhas sem qualquer objetivo aparente. Podem ser encontradas nas ruas marchando, falando alto e gesticulando. Os indivíduos podem negligenciar seus cuidados pessoais, vestir roupas sujas ou inapropriadas e descuidar de seus pertences. Esse descuido com a higiene pessoal e comportamentos excêntricos podem dificultar ainda mais a aproximação de familiares, amigos e estranhos. Ao mesmo tempo, tal situação corrobora a certeza, por parte destas pessoas com esquizofrenia, de que as pessoas não gostam deles, acentuando o isolamento social.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Alterações no afeto</strong></h2>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">A diminuição da resposta emocional já foi considerada um sintoma característico da esquizofrenia. Em casos mais graves, os indivíduos tornam-se indiferentes ou apáticos, evitam o contato com olhar, apresentam ausência na modulação da voz, mudanças na expressão facial e os movimentos espontâneos e os gestos expressivos podem estar diminuídos. Com frequência referem uma perda na capacidade de sentir prazer e podem descrever-se como vazios de emoção.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.abrebrasil.org.br/web/index.php/esquizofrenia/perguntas-frequentes/103-quais-sao-os-sintomas-mais-comuns-na-esquizofrenia</p>
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		<title>Pensamentos suicidas,como se livrar deles?</title>
		<link>https://casule.com/blog/pensamentos-suicidascomo-se-livrar-deles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 19:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[desejo de morte]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De todos os pensamentos negativos que uma pessoa pode ter, considero que este pode ser o mais significativo. O pensamento suicida aparece com uma freqüência muito maior do que imaginamos, pois nem sempre este pensamento é declarado as pessoas ao redor, talvez por medo de ser interpretado erroneamente pelas pessoas ou por não conseguir elaborar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-pensamento-suicida.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2639" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-pensamento-suicida.jpg" alt="casule-psicologia-pensamento-suicida" width="600" height="399" /></a></p>
<p>De todos os pensamentos negativos que uma pessoa pode ter, considero que este pode ser o mais significativo. O pensamento suicida aparece com uma freqüência muito maior do que imaginamos, pois nem sempre este pensamento é declarado as pessoas ao redor, talvez por medo de ser interpretado erroneamente pelas pessoas ou por não conseguir elaborar o assunto a ponto de colocar para fora e compartilhar com alguém.</p>
<p>Um pequeno pensamento pode encher a nossa vida de valor e significado, quando lembramos de bons momentos sentimos uma leveza gratificante, da mesma forma, até mesmo um pequeno pensamento de morte pode significar muito sofrimento. O pensamento em sua própria destruição surge quando a pessoa acredita que não há solução para seus problemas. Esse tipo de pensamento pode vir à mente em momentos de crise. A crise é identificada em meio a desorganização mental, estresse e sensação de incapacidade de solucionar os problemas da vida.</p>
<p>Pensar em suicídio não se refere apenas aos planos de morte, pensar em como seria bom se não estivesse vivo ou pensar em como seria se tivesse um botão de desligar a vida também seria um pensamento suicida.</p>
<p>Esta pessoa pode ser beneficiada com a psicoterapia, pois mesmo que a pessoa se considere “medrosa demais”, como muitos declaram, para concretizar o suicídio, apenas o fato de pensar em não estar mais vivo já pode ser algo muito significativo, esta pessoa merece ajuda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que provoca o desejo de morte?</h2>
<p>A origem do desejo de morte não está apenas nas coisas ruins que acontecem,  em psicologia chamamos de agentes estressores, como por exemplo a morte de um ente querido,  perda do emprego,  discussão com a vizinha, etc. O que realmente provoca a depressão seria a avaliação que a pessoa faz do quanto ela pode enfrentar isso tudo. O limite da capacidade de enfrentamento é que  pode causar a depressão. Cada um tem seu limite, para uns o limite pode ser mais elástico do que para outro, por isso não seria justo dizer: “Imagine ficar deprimido só porque aconteceu isso com ele, eu já passei por isso e não fiquei deprimido”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Se há pensamento de suicídio mais cedo ou mais tarde esta pessoa se suicidará?</h2>
<p>Nem sempre o ato é concretizado, muitas vezes o sofrimento se prolonga mas a pessoa, talvez por acreditar em alguma possibilidade me melhora, não chega ao suicídio. Costuma haver um aviso, algo foi dito ou feito que demonstrasse pensamento suicida. O impulso para agir tem um tempo limitado, as idéias de morte persistem por algum tempo, mas ainda assim, normalmente, a pessoa consegue resistir ao impulso de concretizar essa idéia. Mas só o fato do o pensamento ter existido já demonstra a importância dessa depressão.</p>
<p>Vale salientar que nem sempre há o desejo de morte, o desejo pode ser a eliminação do sofrimento e não da vida em si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que fazer quando percebemos este pensamento em um amigo ou familiar?</h2>
<p>Não entrar em pânico, pode ser importante falar com esta pessoa de forma tranquila.  Faça-o saber que ele é importante e que há pessoas que se preocupam com ele. Convide-o para psicoterapia. Mesmo que você seja uma pessoa cuidadosa e saiba se relacionar muito bem, ainda assim devemos contar com atendimento psicológico profissional em casos como este. Muitas vezes o desejo declarado de suicídio pode ser referir muito mais à necessidade de saber o quanto se é amado pelas pessoas próximas. Muitas vezes o que impera pode ser a necessidade em se perceber querido:”Será que sentirão minha falta?” &#8211; portanto ofereça tratamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/pensamentos-suicidas.html</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/pensamentos-suicidascomo-se-livrar-deles/">Pensamentos suicidas,como se livrar deles?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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