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	<title>disfunção sexual - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>disfunção sexual - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Disfunção Erétil</title>
		<link>https://casule.com/blog/disfuncao-eretil-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 18:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção erétil]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[ereção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A disfunção erétil é um dos transtornos mais comuns entre os homens, especialmente depois dos 40 anos. É definida como a incapacidade de alcançar uma ereção ou de manter a ereção de forma satisfatória até o fim da relação sexual. Existem três tipos de causas: 1) orgânica; 2) psicogênica; 3) mista. Dentre as causas orgânicas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A disfunção erétil é um dos transtornos mais comuns entre os homens, especialmente depois dos 40 anos. É definida como a incapacidade de alcançar uma ereção ou de manter a ereção de forma satisfatória até o fim da relação sexual. </p>



<p>Existem três tipos de causas: </p>



<p>1) orgânica;</p>



<p> 2) psicogênica; </p>



<p>3) mista. </p>



<p>Dentre as causas orgânicas, a disfunção erétil pode ser de ordem vascular, endócrina, neurológica, relacionada à drogas ou intervenções cirúrgicas. Como a ereção é um fenômeno vascular, os fatores de risco para o desenvolvimento da mesma são os mesmos que os de doenças vasculares (pacientes diabéticos, hipertensos, sedentários, obesos, tabagistas, etc.). </p>



<p>Já os fatores endócrinos, destaca-se que os fatores de risco são maiores para aqueles que apresentam problemas na glândula adrenal, na tireoide e quando ocorre a diminuição do nível de testosterona (na velhice, por exemplo). Alguns medicamentos também podem levar à disfunção erétil, como alguns antidepressivos e benzodiazepínicos, por exemplo. Um tipo comum de cirurgia que pode ter como consequência a disfunção erétil é a prostatectomia.</p>



<p>Dentre os fatores emocionais relacionados à disfunção erétil, destaca-se a ansiedade de desempenho como um fator de grande impacto. A ansiedade de desempenho é o medo do mau desempenho, ocorre quando o homem tem receio de não apresentar a performance sexual que gostaria para satisfazer o seu par, seja por experiências mal sucedidas anteriores, medo de ser ridicularizado, ou ainda, por crenças distorcidas relacionadas ao sexo propriamente dito, o conceito que ele sobre “falha”, “sexo”, “função sexual”. É sempre importante destacar que o prazer é completamente diferente da performance sexual, sendo que uma boa resposta sexual é consequência do prazer e não o contrário.&nbsp;</p>



<p>Outros fatores relacionados à disfunção erétil são: cansaço físico, problemas de relacionamento com o parceiro, baixa autoestima, insegurança, excesso de bebida alcóolica, idade (com o passar dos anos o nível de testosterona diminui e com isso, aumenta a chance para o desenvolvimento do transtorno e também aumentam os fatores de risco para outras doenças comórbidas).</p>



<p>O tratamento é multiprofissional e baseado na causa da disfunção erétil. A primeira coisa a ser feita é buscar uma avaliação do médico urologista para que as causas orgânicas sejam descartadas. O tratamento pode envolver reposição hormonal e uso de medicamentos, como os inibidores da fosfodiesterase.&nbsp;</p>



<p>Um ponto importante a ser destacado é que a medicação atua apenas quando há desejo. Muitos pacientes tomam a medicação antes desse estágio inicial e em função disso, o remédio não funciona. Para ocorrer a ereção, é necessário que alguns mecanismos ocorram: a partir do estímulo sexual, ocorre liberação de neurotransmissores dos terminais nervosos cavernosos resultando em relaxamento dessa musculatura, pela queda do cálcio no citoplasma da musculatura arteriolar e dos sinusoides dos corpos cavernosos. Em consequência disso ocorre dilatação das artérias e arteríolas associada a um aumento no fluxo sanguíneo, somado a um represamento deste sangue pela expansão dos sinusoides e pela compressão do plexo venoso entre a túnica albugínea e os sinusoides, com consequente diminuição do efluxo de sangue. Com esse processo há um estiramento da túnica albugínea com consequente compressão das veias emissárias, maior diminuição do efluxo de sangue e complementando a rigidez peniana.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Aumento do fluxo arterial e restrição do fluxo venoso de saída</li><li>Relaxamento musculo liso corpo cavernoso</li><li>Diminui a disponibilidade de óxido nítrico (vasodilatador)</li><li>Excitação</li><li>Desejo</li><li></li></ol>



<p>O tratamento psicológico pode ser feito por meio da terapia sexual ou terapia individual ou ainda, terapia de casal. As intervenções consistem em diminuir a ansiedade de desempenho, treinar a atenção (na hora do sexo, o foco da atenção tendem a ficar em estímulos não excitatórios devido à ansiedade), foco sensorial, reestruturação cognitiva, dessensibilização sistemática, treino de habilidades de comunicação e assertividade sexual, educação sexual, aumentar a autoestima, aumentar a autoconfiança, diminuir a autocobrança, desmistificar crenças sexuais, entre outras técnicas relacionadas à demanda da disfunção erétil.</p>
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		<title>Disfunção Erétil</title>
		<link>https://casule.com/blog/disfuncao-eretil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 17:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção erétil]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde do homem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A disfunção erétil é um dos transtornos mais comuns entre os homens, especialmente depois dos 40 anos. É definida como a incapacidade de alcançar uma ereção ou de manter a ereção de forma satisfatória até o fim da relação sexual. Existem três tipos de causas: 1) orgânica; 2) psicogênica; 3) mista. Dentre as causas orgânicas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A disfunção erétil é um dos transtornos mais comuns entre os homens, especialmente depois dos 40 anos. É definida como a incapacidade de alcançar uma ereção ou de manter a ereção de forma satisfatória até o fim da relação sexual. Existem três tipos de causas: </p>



<p>1) orgânica; </p>



<p>2) psicogênica; </p>



<p>3) mista. </p>



<p>Dentre as causas orgânicas, a disfunção erétil pode ser de ordem vascular, endócrina, neurológica, relacionada à drogas ou intervenções cirúrgicas. Como a ereção é um fenômeno vascular, os fatores de risco para o desenvolvimento da mesma são os mesmos que os de doenças vasculares (pacientes diabéticos, hipertensos, sedentários, obesos, tabagistas, etc.). </p>



<p>Já os fatores endócrinos, destaca-se que os fatores de risco são maiores para aqueles que apresentam problemas na glândula adrenal, na tireoide e quando ocorre a diminuição do nível de testosterona (na velhice, por exemplo). Alguns medicamentos também podem levar à disfunção erétil, como alguns antidepressivos e benzodiazepínicos, por exemplo. Um tipo comum de cirurgia que pode ter como consequência a disfunção erétil é a prostatectomia.</p>



<p>Dentre os fatores emocionais relacionados à disfunção erétil, destaca-se a ansiedade de desempenho como um fator de grande impacto. A ansiedade de desempenho é o medo do mau desempenho, ocorre quando o homem tem receio de não apresentar a performance sexual que gostaria para satisfazer o seu par, seja por experiências mal sucedidas anteriores, medo de ser ridicularizado, ou ainda, por crenças distorcidas relacionadas ao sexo propriamente dito, o conceito que ele sobre “falha”, “sexo”, “função sexual”. </p>



<p>É sempre importante destacar que o prazer é completamente diferente da performance sexual, sendo que uma boa resposta sexual é consequência do prazer e não o contrário.&nbsp;</p>



<p>Outros fatores relacionados à disfunção erétil são: cansaço físico, problemas de relacionamento com o parceiro, baixa autoestima, insegurança, excesso de bebida alcóolica, idade (com o passar dos anos o nível de testosterona diminui e com isso, aumenta a chance para o desenvolvimento do transtorno e também aumentam os fatores de risco para outras doenças comórbidas).</p>



<p>O tratamento é multiprofissional e baseado na causa da disfunção erétil. A primeira coisa a ser feita é buscar uma avaliação do médico urologista para que as causas orgânicas sejam descartadas. O tratamento pode envolver reposição hormonal e uso de medicamentos, como os inibidores da fosfodiesterase.&nbsp;</p>



<p>Um ponto importante a ser destacado é que a medicação atua apenas quando há desejo. Muitos pacientes tomam a medicação antes desse estágio inicial e em função disso, o remédio não funciona. Para ocorrer a ereção, é necessário que alguns mecanismos ocorram: a partir do estímulo sexual, ocorre liberação de neurotransmissores dos terminais nervosos cavernosos resultando em relaxamento dessa musculatura, pela queda do cálcio no citoplasma da musculatura arteriolar e dos sinusoides dos corpos cavernosos. </p>



<p>Em consequência disso ocorre dilatação das artérias e arteríolas associada a um aumento no fluxo sanguíneo, somado a um represamento deste sangue pela expansão dos sinusoides e pela compressão do plexo venoso entre a túnica albugínea e os sinusoides, com consequente diminuição do efluxo de sangue. Com esse processo há um estiramento da túnica albugínea com consequente compressão das veias emissárias, maior diminuição do efluxo de sangue e complementando a rigidez peniana.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Aumento do fluxo arterial e restrição do fluxo venoso de saída</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Relaxamento músculo liso corpo cavernoso</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Diminui a disponibilidade de óxido nítrico (vasodilatador)</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Excitação</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Desejo</li></ul>



<p>O tratamento psicológico pode ser feito por meio da terapia sexual ou terapia individual ou ainda, terapia de casal. As intervenções consistem em diminuir a ansiedade de desempenho, treinar a atenção (na hora do sexo, o foco da atenção tendem a ficar em estímulos não excitatórios devido à ansiedade), foco sensorial, reestruturação cognitiva, dessensibilização sistemática, treino de habilidades de comunicação e assertividade sexual, educação sexual, aumentar a autoestima, aumentar a autoconfiança, diminuir a autocobrança, desmistificar crenças sexuais, entre outras técnicas relacionadas à demanda da disfunção erétil.</p>



<p></p>
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		<title>Disfunção sexual (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/disfuncao-sexual-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 21:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[disfunção erétil]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[vida sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Pedrita Reis, psicóloga da Casule! Disfunção sexual Você sabia que 43% das mulheres e 31% dos homens sofrem de problemas relacionados à disfunção erétil? Além de fatores fisiológicos e culturais, o estado psicológico pode influenciar no desempenho sexual. Para saber mais assista ao vídeo! &#160; Você também [&#8230;]</p>
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<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Disfunção sexual</h1>
<p>Você sabia que 43% das mulheres e 31% dos homens sofrem de problemas relacionados à disfunção erétil? Além de fatores fisiológicos e culturais, o estado psicológico pode influenciar no desempenho sexual. Para saber mais assista ao vídeo!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Disfunção sexual: vamos falar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/disfuncao-sexual-vamos-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2018 13:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[desejo sexual]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção sexual]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças psicofisiológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As disfunções sexuais se caracterizam por problema no desejo sexual e por mudanças psicofisiológicas associadas ao ciclo de resposta sexual em homens e mulheres. Caracterizam-se por uma perturbação clinicamente significativa na capacidade de uma pessoa responder sexualmente ou de experimentar prazer sexual. Essa perturbação é classificada em alguns subtipos, usados para designar o início da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As disfunções sexuais se caracterizam por problema no desejo sexual e por mudanças psicofisiológicas associadas ao ciclo de resposta sexual em homens e mulheres. Caracterizam-se por uma perturbação clinicamente significativa na capacidade de uma pessoa responder sexualmente ou de experimentar prazer sexual. Essa perturbação é classificada em alguns subtipos, usados para designar o início da dificuldade. Em muitos indivíduos com disfunções sexuais, o momento de início do quadro poderá indicar etiologias e intervenções diferentes.</p>
<ul>
<li><strong>Ao longo da vida</strong> refere-se a um problema sexual que está presente desde as primeiras experiências sexuais, e <strong>adquirido</strong> aplica-se aos transtornos sexuais que se desenvolvem após um período de função sexual relativamente normal.</li>
<li><strong>Generalizado</strong> refere-se a dificuldades sexuais que não se limitam a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros, e <strong>situacional</strong> aplica-se a dificuldades sexuais que ocorrem somente com determinados tipos de estimulação, situações ou parceiros.</li>
</ul>
<p>Além dos subtipos acima, inúmeros fatores devem ser considerados durante a avaliação de uma disfunção sexual, tendo em vista que poderão ser relevantes para a etiologia e/ou tratamento e contribuir, em maior ou menor grau, para a disfunção nos indivíduos:</p>
<ul>
<li>fatores relacionados ao <strong>parceiro</strong> (p. ex., problemas sexuais; estado de saúde);</li>
<li>fatores associados ao <strong>relacionamento</strong> (p. ex., falta de comunicação; discrepâncias no desejo para atividade sexual);</li>
<li>fatores relacionados a <strong>vulnerabilidade</strong> individual (p. ex., má imagem corporal; história de abuso sexual ou emocional), comorbidade psiquiátrica (p. ex., depressão, ansiedade) ou estressores (p. ex., perda de emprego, luto);</li>
<li>fatores <strong>culturais</strong> ou religiosos (inibições relacionadas a proibições de atividade sexual ou prazer; atitudes em relação à sexualidade);</li>
<li>fatores <strong>médicos</strong> relevantes para prognóstico, curso ou tratamento.</li>
</ul>
<p>O envelhecimento pode estar associado à redução na resposta sexual normal para o período. A resposta sexual tem uma base biológica essencial, embora, em geral, seja vivenciada em um contexto intrapessoal, interpessoal e cultural.</p>
<p>O julgamento clínico sobre o diagnóstico de disfunção sexual deve levar em consideração fatores culturais que possam influenciar expectativas ou criar proibições sobre a experiência do prazer sexual. As pessoas, especialmente os homens, costumam ter concepções equivocadas sobre o que é “normal” e como o sexo “deveria” ser. Essas pessoas frequentemnte obtiveram informações errôneas sobre os mecanismos e processos básicos da função erétil e sobre as causas de disfunção sexual. Segue algumas informações interessantes:</p>
<ul>
<li>Frequência das relações sexuais: a frequência do sexo varia enormemente conforme a idade e o estado civil, sendo que os indivíduos mais jovens e casados fazem mais sexo do que indivíduos mais vlehos e não casados. Entre parceiros casados: 45% fazem sexo algumas vezes por mês; 34% 2 a 3 vezes por semana; 13% algumas vezes por ano; 7% quatro ou mais vezes por semana.</li>
<li>Infidelidade e promiscuidade: mais de 80% das mulheres e 85% dos homens relataram não ter outros parceiros que não o cônjuge.</li>
<li>Masturbação: quase 85% dos homens e 45% das mulheres que estavam morando com um parceiro sexual relataram masturbação no ano anterior.</li>
<li>Orgasmo durante o sexo: homens tem maior probabilidade de ter um orgasmo de forma consistente durante o ato sexual do que mulheres (75% vs. 29%).</li>
<li>Orgasmo em mulheres: habitualmente, uma estimulação adquada do clitóris é necessária para que uma mulher atinja o orgasmo. Contudo, a estimulação de outras áreas da genitália feminina também pode produzir sensações intensas de prazer.</li>
<li>Tamanho do pênis: o tamanho médio de um pênis ereto está entre 12 a 15cm. Em estdo de flacidez, o tamanho médio do pênis é de 2,5 a 10cm.</li>
<li>Orgasmos múltiplos em homens: orgasmos múltiplos com ejaculação em sucessão no período de alguns minutos são raros. O período de recuperação após a ejaculação normalmente é de 30 minutos. Orgasmos multiplos em mulheres ocorrem com maior frequência.</li>
<li>Tempo até a ejaculação: a maioria do homens funcionais ejacula de 4 a 10 minutos após a penetração.</li>
<li>Sexo anal e oral: apenas 10% dos homens e 9% das mulheres fizeram sexo anal no ano anterior. O sexo oral é ligeiramente mai scomum, mas não é praticado com frequência.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Disfunção sexual: Quais são?</strong></p>
<p>As disfunções sexuais incluem:</p>
<ul>
<li><strong>ejaculação retardada: </strong>que é retardo acentuado ou incapacidade de atingir a ejaculação. O homem relata dificuldade ou incapacidade para ejacular, a despeito da presença de estimulação sexual adequada e do desejo de ejacular.</li>
<li><strong>transtorno erétil:</strong> falha repetida em obter ou manter ereções durante as atividades sexuais com parceira(o). Os sintomas podem ocorrer somente em situações específicas envolvendo determinados tipos de estimulação ou de parceiros ou podem ocorrer de forma generalizada em todos os tipos de situações, estimulações ou parceiros.</li>
<li><strong>transtorno do orgasmo feminino:</strong> dificuldade de atingir o orgasmo e/ou pela intensidade muito reduzida das sensações orgásmicas. As mulheres apresentam ampla variabilidade no tipo ou na intensidade da estimulação que produz o orgasmo. Muitas mulheres precisam de estimulação clitoridiana para atingir o orgasmo, enquanto uma proporção relativamente pequena delas afirma que sempre tiveram orgasmo durante a relação peniana-vaginal. É importante observar também se as dificuldades para atingir o orgasmo são resultado de estimulação sexual inadequada; nesses casos, ainda pode haver necessidade de tratamento, embora o diagnóstico de transtorno do orgasmo feminino não seja aplicável.</li>
<li><strong>transtorno do interesse/excitação sexual feminino:</strong> O contexto interpessoal deve ser levado em conta nas avaliações do transtorno do interesse/excitação sexual feminino. Uma “discrepância de desejo”, em que a mulher sente menos desejo para a atividade sexual que seu parceiro, não é suficiente para o diagnóstico de transtorno do interesse/excitação sexual feminino. Considerando que, em geral, o desejo e a excitação sexual coexistem e são despertados em resposta a estímulos sexuais adequados, os critérios para o transtorno do interesse/excitação sexual feminino levam em conta que as dificuldades relacionadas ao desejo e à excitação com frequência caracterizam de forma simultânea as queixas de mulheres com esse transtorno.</li>
<li><strong>transtorno da dor gênito-pélvica/penetração:</strong> refere-se a quatro dimensões de sintomas comórbidos comuns: 1) dificuldade para ter relações sexuais; 2) dor gênito-pélvica; 3) medo de dor ou de penetração vaginal; e 4) tensão dos músculos do assoalho pélvico. Considerando que uma dificuldade relevante em qualquer uma dessas dimensões de sintomas costuma ser suficiente para provocar sofrimento clinicamente significativo, é possível estabelecer um diagnóstico com base em uma dificuldade acentuada em apenas uma dimensão de sintomas. No entanto, todas as quatro dimensões devem ser avaliadas, mesmo que seja possível obter um diagnóstico com respaldo em apenas uma delas.</li>
<li><strong>transtorno do desejo sexual masculino hipoativo: </strong>deve levar em consideração o contexto interpessoal. Tanto o desejo baixo/ falta de desejo para o sexo como a deficiência/ausência de pensamentos ou fantasias sexuais são imprescindíveis para o diagnóstico, devendo ser persistentes ou recorrentes e ter duração mínima de aproximadamente seis meses.</li>
<li><strong>ejaculação prematura (precoce):</strong> manifesta-se pela ejaculação que ocorre antes ou logo após a penetração, avaliada pela estimativa individual de latência ejaculatória (i.e., tempo decorrido antes da ejaculação) após a penetração. A definição de duração aplica-se a indivíduos do sexo masculino de várias orientações sexuais, considerando que as latências ejaculatórias parecem ser semelhantes entre os homens com orientações sexuais diferentes e entre atividades sexuais distintas.</li>
<li><strong>disfunção sexual induzida por substância/medicamento:</strong> A característica principal é uma perturbação na função sexual que apresenta relação temporal com início do uso de alguma substância/medicamento, aumento de dose ou descontinuação de alguma substância/medicamento.</li>
<li><strong>Outra disfunção sexual especificada e disfunção sexual não especificada.</strong></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A psicologia pode ajudar?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante destacar que a função sexual envolve uma interação complexa entre fatores biológicos, socioculturais e psicológicos.</p>
<p>Fatores psicológicos que contribuem para disfunções sexuais, como a disfunção erétil, incluem causas imediatas e remotsa. Exemplos de causas imediatas incluem medo de falhar, ansiedade de desempenho, ansiedade de resposta, ausência de esetimulação adequada e problemas de relacionamento. A fim de voltar sua atneçao para as causas remotas, a terapia precisa abordar o papel de questões como trauma sexual, identidade ou orientação sexual, ligações mal-resolvidas com o parceiro ou com os pais e aspectos religiosos, sociais e culturais.</p>
<p>Essas questões devem ser investigadas logo no início para que estratégias específicas de tratamento possam ser desenvolvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<ul>
<li>Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos</li>
<li>Resolvendo proglemas sexuais. Introdução à terapia cogntivo-comportamental contemporânea/Stefan G. Hofmann; tradução: Régis Pizzato; revisão técnica: Carmem Beatriz Nufeld. – Porto Alegre: Artmed 2014.</li>
<li>Diagnostic and Statistical Manual of Mental disorders &#8211; <strong>DSM</strong>-5. 5th.ed. Washington: American Psychiatric Association, 2013.</li>
</ul>
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		<title>Terapia sexual</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 19:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[disfunção sexual]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terapia do sexo ou psicoterapia para transtornos sexuais, o psicólogo tratará de questões relacionadas à dificuldades ou disfunções sexuais como por exemplo frigidez, disfunção erétil, vaginismo, ejaculação retardada ou retrograda, aversão sexual, inibição de desejo, anorgasmia, etc. Qualquer problema sexual  pode ser atendido pelo psicólogo mesmo que a queixa se refira apenas a insatisfação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na terapia do sexo ou psicoterapia para transtornos sexuais, o psicólogo tratará de questões relacionadas à dificuldades ou disfunções sexuais como por exemplo frigidez, disfunção erétil, vaginismo, ejaculação retardada ou retrograda, aversão sexual, inibição de desejo, anorgasmia, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer problema sexual  pode ser atendido pelo psicólogo mesmo que a queixa se refira apenas a insatisfação no campo sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Psicoterapia da sexualidade deve ser feita sempre em casal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não necessariamente, é possível tratar qualquer questão de ordem sexual mesmo sem parceiro presente no momento da terapia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Porque algumas pessoas sofrem com problemas sexuais</h2>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o problema pode ocorrer devido a vivencias traumáticas em algum momento da vida, ou informações erradas que podem ter sido passadas por pessoas da família, que talvez até tenham boas intenções mas não souberam lidar com o tema. Questões sociais também podem ocasionar dificuldades de ordem sexual como por exemplo alguns tabus e falta de orientação sexual. Características de personalidade ou distúrbios emocionais como depressão, pânico, TOC podem influenciar na vida sexual. ETc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia da sexualidade</h2>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Quais são os quadros que a psicoterapia da sexualidade atende?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Para esta resposta segue   DSM-IV &#8211; Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Norte-Americana de Psiquiatria, IV &#8211; Revisão:</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Transtornos Sexuais</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta seção contém as Disfunções Sexuais, as Parafilias e os Transtornos da Identidade de Gênero. As Disfunções Sexuais caracterizam-se por uma perturbação no desejo sexual e nas alterações psicofisiológicas que caracterizam o ciclo de resposta sexual, causando sofrimento acentuado e dificuldade interpessoal. As Disfunções Sexuais incluem</p>
<p style="text-align: justify;">Disfunções Sexuais</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno de Desejo Sexual Hipoativo</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno de Aversão Sexual</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno da Excitação Sexual</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno da Excitação Sexual Feminina</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno Erétil Masculino</p>
<p style="text-align: justify;">Transtornos Orgásmicos</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno Orgásmico Feminino</p>
<p style="text-align: justify;">Transtorno Orgásmico Masculino</p>
<p style="text-align: justify;">Ejaculação Precoce</p>
<p style="text-align: justify;">Transtornos de dor Sexual</p>
<p style="text-align: justify;">Dispareunia</p>
<p style="text-align: justify;">Vaginismo</p>
<p style="text-align: justify;">Disfunção Sexual Devido a uma Condição Médica Geral</p>
<p style="text-align: justify;">Disfunção Sexual Induzida por Substância</p>
<p style="text-align: justify;">Parafilias</p>
<p style="text-align: justify;">Exibicionismo</p>
<p style="text-align: justify;">Fetichismo</p>
<p style="text-align: justify;">Frotteurismo</p>
<p style="text-align: justify;">Pedofilia</p>
<p style="text-align: justify;">Masoquismo</p>
<p style="text-align: justify;">Sadismo</p>
<p style="text-align: justify;">Fetichismo Transvéstico</p>
<p style="text-align: justify;">Voyeurismo</p>
<p style="text-align: justify;">Parafilia Sem Outra Especificação:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;.escatologia telefônica, necrofilia, parcialismo,</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;.zoofilia, coprofilia, clismafilia e urofilia</p>
<p style="text-align: justify;">As Parafilias são caracterizadas por anseios, fantasias ou comportamentos sexuais recorrentes e intensos que envolvem objetos, atividades ou situações incomuns e causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtornos da Identidade de Gênero</h2>
<p style="text-align: justify;">Os Transtornos da Identidade de Gênero caracterizam-se por uma forte identificação sexual com o gênero oposto, acompanhada por desconforto persistente com o próprio sexo atribuído. O Transtorno Sexual Sem Outra Especificação é incluído para a codificação de transtornos do funcionamento sexual não classificáveis em qualquer das categorias específicas. Cabe notar que as noções de desvio, padrões de desempenho sexual e conceitos de papel apropriado para o gênero podem variar entre as culturas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia para disfunção sexual</h2>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Disfunções Sexuais</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma Disfunção Sexual caracteriza-se por uma perturbação nos processos que caracterizam o ciclo de resposta sexual ou por dor associada com o intercurso sexual. O ciclo de resposta sexual pode ser dividido nas seguintes fases:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Desejo: Esta fase consiste de fantasias acerca da atividade sexual e desejo de ter atividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Excitação: Esta fase consiste de um sentimento subjetivo de prazer sexual e alterações fisiológicas concomitantes. As principais alterações no homem consistem de tumescência e ereção peniana. As principais alterações na mulher consistem de vasocongestão pélvica, lubrificação e expansão vaginal e turgescência da genitália externa.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Orgasmo: Esta fase consiste de um clímax do prazer sexual, com liberação da tensão sexual e contração rítmica dos músculos do períneo e órgãos reprodutores. No homem, existe uma sensação de inevitabilidade ejaculatória, seguida de ejaculação de sêmen. Na mulher, ocorrem contrações (nem sempre experimentados subjetivamente como tais) da parede do terço inferior da vagina. Em ambos os gêneros, o esfíncter anal contrai-se ritmicamente.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Resolução: Esta fase consiste de uma sensação de relaxamento muscular e bem-estar geral. Durante esta fase, os homens são fisiologicamente refratários a outra ereção e orgasmo por um período variável de tempo. Em contrapartida, as mulheres podem ser capazes de responder a uma estimulação adicional quase que imediatamente. Os transtornos da resposta sexual podem ocorrer em uma ou mais dessas fases. Sempre que mais de uma Disfunção Sexual estiver presente, todas são registradas. Os conjuntos de critérios não fazem qualquer tentativa de especificar uma freqüência mínima ou faixa de contextos, atividades ou tipos de encontros sexuais nos quais a disfunção deve ocorrer. Este julgamento deve ser feito pelo clínico, levando em consideração fatores tais como a idade e experiência do indivíduo, freqüência e cronicidade do sintoma, sofrimento subjetivo e efeito sobre outras áreas do funcionamento. As palavras &#8220;persistente ou recorrente&#8221; nos critérios de diagnóstico indicam a necessidade deste julgamento clínico. Se a estimulação sexual é inadequada em foco, intensidade ou duração, não é feito o diagnóstico de Disfunção Sexual envolvendo excitação ou orgasmo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/terapia-sexual.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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