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	<title>crenças - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>crenças - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>3 vilões da autoestima</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/3-viloes-da-autoestima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[vilões da autoestima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A autoestima é a avaliação (positiva ou negativa) que o indivíduo faz sobre si. Existem 3 vilões da autoestima você conhece eles?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/07/3-viloes-da-autoestima.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Na Psicologia, autoestima refere-se à avaliação (positiva ou negativa) que o indivíduo faz sobre si mesmo, ou seja, diz respeito ao valor que atribuímos a nossa própria pessoa a partir de nossa história de vida, das nossas experiências, relações e percepções acerca do mundo e de nós mesmos. Conheça os 3 vilões da autoestima.</p>



<p>Dessa forma, os três principais vilões, isto é, os três principais aspectos que influenciam significativamente (de forma negativa) a nossa percepção sobre nós mesmos e contribui para uma autoestima baixa são:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Insegurança: </h2>



<p>Você já se sentiu inseguro(a), inadequado(a), evitou situações ou perdeu oportunidades por insegurança? Nos relacionamentos, por exemplo, a insegurança aparece como ciúmes excessivo. Já na área profissional, ela te faz evitar situações novas, desafios por medo do que os outros vão pensar, dos julgamentos ou de dar errado.</p>



<p>Contudo, vale ressaltar que você não nasceu inseguro(a). Mas, talvez você tenha desenvolvido a insegurança ao longo da vida ou por não ter sido reforçado(a), encorajado(a) pelos seus pais, ou por receber muitas críticas e punições quando tinha algum comportamento considerado “errado”, ou ainda, por ter sido super protegido(a) a ponto de não desenvolver sua autonomia de forma que se sentisse capaz.</p>



<p><em>Então, como posso me sentir mais seguro(a)?</em></p>



<p>A melhor forma de desenvolver a segurança é fazendo as coisas que você sente medo. Mas calma, não precisa fazer nada de forma extrema nem radical. Se exponha aos poucos e de forma gradual. Reflita:</p>



<p>&#8211; O que tenho medo, mas gostaria muito de realizar?</p>



<p>&#8211; Determine cada etapa até atingir seu objetivo e, em seguida, comece a dar um passinho de cada vez.</p>



<p>Conforme você for conquistando cada uma das etapas, por mais simples que possa ser, tenho certeza que isso já vai te ajudar a se sentir um pouquinho mais seguro(a) e mais motivado(a) a atingir seu objetivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comparações:</h2>



<p>As comparações são um grande vilão da autoestima, principalmente na era digital onde as redes sociais ampliaram bastante nosso campo de comparação. Entretanto, apesar de muitas vezes a gente culpabilizar o outro por postar algo que nos faz sentir mal, a verdade é que a gente só se compara porquê de alguma forma estamos insatisfeitos(as) com a nossa própria realidade.</p>



<p>Portanto, ao se comparar se questione: Por que estou me comparando? Eu quero ter ou ser aquilo que a fulano(a) tem ou é? Se sim, o que está no meu controle e posso fazer para isso? Agora que você já sabe o que precisa fazer, você realmente está disposto(a) a fazer? Se sim, é hora de entrar em ação.</p>



<p><em>Mas, o que posso fazer para evitar me comparar?</em></p>



<p>Investir no processo de autoconhecimento é fundamental para evitar ou até mesmo acabar com as comparações, pois quando nos conhecemos, olhamos para nossa própria história, reconhecemos nossas virtudes, acolhemos nossas vulnerabilidades, consequentemente desenvolvemos nossa autenticidade, isto é, o nosso jeito único de ser.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Querer agradar todo mundo:</h2>



<p>Você tem dificuldade de dizer “não”, de estabelecer limites, pois tem receio de desagradar o outro? Se sim, provavelmente por trás dessa necessidade de agradar tem o medo de ser abandonado(a), rejeitado(a) ou de frustrar o outro. De fato, todo mundo quer ser aprovado(a) pelas pessoas. O problema é quando eu coloco meu valor única e exclusivamente na aprovação alheia.&nbsp;</p>



<p>Se, por exemplo, você foi ou se sentiu abandonado(a), era punido(a) de forma severa quando errava ou não tinha espaço para expressar sua opinião, você provavelmente foi “ensinado(a)” a ser uma pessoa boazinha com todo mundo na sua infância. Contudo, como adulto(a) hoje, dizer sim para tudo e para todos te adoece, te deixa sobrecarregado(a) e te faz sentir frustrado(a).</p>



<p><em>Então, o que posso fazer para romper com esse padrão?</em></p>



<p>Primeiro, é muito importante compreender que você não vai agradar todo mundo a todo momento. Segundo, você precisa aprender a se priorizar antes de priorizar o outro. E terceiro, “dizer não” não significa ser grosseiro(a), inclusive você pode dizer: “Hoje infelizmente não vou conseguir te ajudar”.&nbsp;</p>



<p>Por fim, não será fácil lidar com esses três vilões, mas é possível. Entretanto, se for muito difícil seguir essas dicas sozinho(a), eu te recomendo buscar ajuda de um profissional para te auxiliar nesse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



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		<title>O que faz um casamento dar certo ou dar errado?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-que-faz-um-casamento-dar-certo-ou-dar-errado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O para sempre, sempre acaba!<br />
Homem não presta! </p>
<p>Casou, acabou! </p>
<p>Você já deve ter escutado e até ter sido vítima de alguma dessas crenças que nos são passadas de geração em geração. Mas será que são regras ou apenas crenças?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O para sempre, sempre acaba!</p>



<p>Homem não presta!</p>



<p>Casou, acabou!  </p>



<p>Você já deve ter escutado e até ter sido vítima de alguma dessas crenças que nos são passadas de geração em geração. Mas será que são regras ou apenas crenças?  </p>



<p>Neste vídeo, Cris Schumann traz reflexões valiosíssimas sobre o assunto. </p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JdIpczYBZN4" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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		<item>
		<title>A importância da Esperança</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/a-importancia-da-esperanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 15:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[esperança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A esperança é muito importante para que a gente abra os nossos corações para notícias boas, para novas notícias. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Texto escrito durante pandemia Covid-19 em 2020.</em></strong></p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/09/A-importância-da-esperança.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>A esperança é muito importante para que a gente abra os nossos corações para notícias boas, para novas notícias.&nbsp;</p>



<p>Eu não sei se foi um fenômeno que aconteceu apenas comigo mas eu percebi que após a Páscoa, em minhas redes sociais foram compartilhadas muitas mensagens otimistas, boas mensagens, sobre remédios para a cura do Coronavírus, notícias sobre a vacina da BCG, pessoas que saíram do hospital e coisas boas que aconteceram com relação ao Covid-19, tanto de cura quanto de possíveis prevenções, mas também mensagens de paz, mensagens de alegria, esperança e o quanto isso é contagiante.</p>



<p>Pode ter sido coincidência, mas até o momento da Páscoa (12/04/2020) o cenário era outro… notícias ruins ou mesmo fake news sensacionalistas sobre o coronavírus, notícia de fulano ou sicrano que morreu, que está entubado, que contaminou dezenas de pessoas, etc.</p>



<p>Uma conhecida minha comentou que já se preparava para entrar no Facebook dela e ver notícias ruins, do número de mortes, da quantidade de casos que testaram positivo no Brasil para o Covid-19. E, logo após a Páscoa, ela percebeu que de cada 10 notícias que ela recebeu, 8 ou 9 eram notícias boas e o quanto que ela própria foi contagiada por essas boas notícias. Ela contou ainda que deu muito mais vontade nela de compartilhar aquilo que era bom, que trouxe um afeto positivo, uma sensação de esperança, de otimismo. Ou mesmo de não ter compartilhado uma&nbsp; notícia ruim, que em outro momento ela compartilharia.</p>



<p>Refletindo sobre isso, sobre o quanto que a Páscoa pode ter revigorado nossas esperanças e nos alertado também para as boas notícias que vão acontecer em breve, pensei no quanto boas notícias contaminam positivamente outras boas notícias.</p>



<p>E, pensando nisso, eu queria que hoje, você compartilhasse com alguém alguma notícia boa… sobre você, sobre o mundo, qualquer coisa… Vamos espalhar o poder das boas notícias para deixar as pessoas mais esperançosas, mais otimistas, para no mínimo a gente causar um sentimento de afeto bom no dia de hoje.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p>A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



<p>Venha nos conhecer! Marque uma conversa com nossos terapeutas&nbsp;<strong><a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></strong>!</p>



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		<item>
		<title>Por que eu faço o que eu faço? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-eu-faco-o-que-eu-faco-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[por que eu faço o que eu faço?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira com Tiago Curcio, Coach da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp:&#160;https://goo.gl/yWewR2 Acompanhe nossos bastidores no Stories do&#160; Instagram: https://goo.gl/M5ZpjM Aproveita pra curtir a Casule lá no Facebook: https://goo.gl/NPVvLU</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SiwrSIHsw2Y" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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			</item>
		<item>
		<title>A Pior Prisão é a da Mente</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-pior-prisao-e-a-da-mente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2019 13:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[origem das crenças]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estar preso pode estar tanto relacionado à barreiras físicas, como grades e correntes, como à barreiras mentais. No primeiro caso, o metal, por mais forte que seja, pode ser rompido por alguém. Entretanto, quando se trata da mente, apenas o próprio indivíduo tem o poder de se libertar. Por essa razão, afirma-se que&#160;a pior prisão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estar preso pode estar tanto relacionado à barreiras físicas, como grades e correntes, como à barreiras mentais. No primeiro caso, o metal, por mais forte que seja, pode ser rompido por alguém. Entretanto, quando se trata da mente, apenas o próprio indivíduo tem o poder de se libertar. Por essa razão, afirma-se que&nbsp;<strong>a pior prisão é a da mente</strong>, porque quando uma pessoa dá espaço para ideias limitantes, ela se torna escrava delas e, com isso, deixa escapar grandes oportunidades de se desenvolver e&nbsp;<a href="https://www.jrmcoaching.com.br/blog/livrai-me-de-tudo-que-me-impede-de-ser-feliz/"><strong>ser feliz</strong></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Pior Prisão é a da Mente – Liberte-se e Encontre o Caminho da Felicidade</strong></h2>



<p>Quando uma pessoa alimenta a crença de que não é capaz de realizar algo, se torna prisioneira dessa ideia, deixando passar uma série de oportunidades porque, se acredita que não irá conseguir, é óbvio que não irá se sentir motivada a tentar. Assim, a inércia faz com que a frustração se torne um sentimento constante na vida de quem se permite aprisionar por pensamentos limitantes.</p>



<p>Em grande parte dos casos, a sensação de incapacidade não tem embasamento na realidade, pois não houve sequer uma tentativa. E, quando há, é importante deixar claro que um fracasso inicial não precisa determinar toda uma trajetória. Para se certificar disso, basta procurar conhecer a história de pessoas de grande sucesso, todas elas precisaram enfrentar obstáculos e superar desafios para chegar onde estão hoje. Afinal, levar tombos faz parte do processo de aprender a andar.</p>



<p>A boa notícia é que sempre é tempo de se libertar e encontrar o caminho do desenvolvimento e da felicidade. Se você, por exemplo, sonha em realizar algo, mas não o faz por acreditar que é incapaz, saiba que está em suas mãos abrir a sua mente e&nbsp;<a href="https://www.jrmcoaching.com.br/blog/crencas-limitantes-e-o-coaching/"><strong>ressignificar todas as crenças bloqueadoras</strong></a>&nbsp;que carregou até aqui. A partir do momento em que se olhar no&nbsp;<a href="https://www.jrmcoaching.com.br/blog/exercicio-do-espelho-o-que-e/"><strong>espelho</strong></a>&nbsp;e enxergar ali o ser humano fantástico que você é, a sua vida começará a se transformar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5 Passos Para Se Libertar de Ideias Limitantes e Se Desenvolver</strong></h2>



<p>Se você se deu conta de que está permitindo que ideias limitantes impeçam o seu desenvolvimento, saiba que já deu um importante passo rumo à libertação da sua mente. Agora, é preciso seguir algumas etapas que te ajudarão a dar um novo significado a esses pensamentos, fazendo com que deixem de bloquear suas ações e se tornem motivação para se superar e ir além.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1 – Identifique Suas Crenças Limitantes</strong></h3>



<p>As crenças são ideias que os seres humanos têm a respeito de si mesmos e o mundo ao seu redor, que são vistas por cada um como verdades absolutas. São pensamentos emocionais, psicológicos e, muitas vezes, irracionais, formados através de experiências e interações com o mundo. O que é considerado certo e errado, possível ou impossível são exemplos de crenças. E, para ressignificá-las é necessário, em primeiro lugar, reconhecê-las, para que sua origem seja identificada e a transformação possa acontecer.</p>



<p>Alguns exemplos comuns de crenças incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Eu não sou importante;</li><li>Eu não sou inteligente o suficiente;</li><li>Eu não mereço;</li><li>Eu sou muito jovem, as pessoas não me levam a sério;</li><li>Eu sou muito velho, é tarde demais para começar.</li></ul>



<p>Essa é uma pequena lista de crenças que uma pessoa pode carregar em sua mente. Pegue papel e caneta e anote as suas, pois, ao se tornar consciente da existência delas, começará a se questionar mais antes de tomar algo para si como verdade absoluta.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2 – Refute as Suas Crenças</strong></h3>



<p>Com a lista de crenças em mãos, reflita a respeito de cada uma delas e escreva na frente fatos que comprovem que não são verdadeiras. É interessante focar em uma por vez, para que tenha tempo para pensar com mais atenção, assim, poderá trabalhá-las dentro de si por ordem de prioridade. Se achar necessário, passe o dia observando a si e aos outros para concluir a sua reflexão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3 – Pense nos Efeitos Dessas Crenças em Sua Vida</strong></h3>



<p>Cada crença que carrega faz com que tome ou deixe de tomar determinadas atitudes. Então, pense nos efeitos que suas ideias limitantes causaram em sua vida, considerando coisas que deixou de fazer por acreditar que elas eram reais e as frustrações que experimentou por conta disso.</p>



<p>Se tornar consciente em relação às oportunidades que deixou passar por causa de pensamentos ruins fará com que o seu processo de mudança aconteça com mais rapidez. Contudo, é importante ter sempre em mente que o passado não pode mais ser alterado e é preciso considerar apenas o que pode ser feito daqui para frente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4 – Encontre a Origem das Crenças</strong></h3>



<p>A expressão cortar o mal pela raiz é bastante verdadeira, pois uma transformação realmente acontece quando se busca a origem do problema. Dessa forma, é necessário mergulhar em suas memórias para entender o que fez com que essas ideias limitantes se formassem na sua mente.</p>



<p>Para isso, feche os olhos, concentre-se nesse assunto e, sempre que se lembrar de uma situação que tenha relação com a crença em questão, reviva-a em detalhes, incluindo como se sentiu e as consequências. Faça anotações, pois esses registros irão te ajudar a organizar os pensamentos e entender melhor as origens deles.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5 – Dê um Novo Significado Para as Crenças</strong></h3>



<p>Uma crença é formada através da forma com a qual um indivíduo interpreta uma situação. Sendo assim, ao identificar no passo anterior o que te levou a pensar de determinada maneira, terá a oportunidade de dar um novo significado ao pensamento em questão. Imagine que carrega a crença de que ninguém te leva a sério por ser jovem demais. Para dar um novo significado a ela é preciso seguir o passo anterior e identificar as razões que te levaram a pensar assim, depois, basta que encontre novas formas de interpretar isso.</p>



<p>O fato de alguém comentar que é jovem demais em um ambiente profissional pode deixar de ser um fator de descrédito para se tornar um elogio por ter tanta qualificação mesmo com pouca idade, por exemplo. Amplie os seus horizontes e se permita interpretar cada pensamento de uma nova e positiva maneira. Assim, estará libertando a sua mente e permitindo que ela se desenvolva cada vez mais.</p>



<p>Jamais permita que ideias limitantes te impeçam de agir. Portanto, escolha de maneira consciente a interpretação que dará para cada situação e, assim, torne-se autor da sua própria história.</p>



<p>Fonte: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-pior-prisao-e-a-da-mente/</p>
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		<title>Criar expectativas é um problema?</title>
		<link>https://casule.com/blog/criar-expectativas-e-um-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 13:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
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		<category><![CDATA[expectativa]]></category>
		<category><![CDATA[frustração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos dos problemas que surgem em consultórios de Psicologia estão, de alguma forma, relacionados com as expectativas que se criam em relação aos outros e/ou situações e a posterior desilusão: aquela pessoa não teve a atitude que esperávamos dela, aquela situação não correu como tínhamos planejado… Se sabemos que criar expectativas faz parte da natureza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Muitos dos problemas que surgem em consultórios de Psicologia estão, de alguma forma, relacionados com as expectativas que se criam em relação aos outros e/ou situações e a posterior desilusão: aquela pessoa não teve a atitude que esperávamos dela, aquela situação não correu como tínhamos planejado… Se sabemos que criar expectativas faz parte da natureza humana, é importante questionar-nos se, de fato, estamos ou não colocando as nossas expectativas à frente da compreensão que temos da realidade.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> De forma mais ou menos consciente, estamos sempre construindo uma imagem das pessoas que nos rodeiam, criada não só através daquilo que observamos e analisamos nos outros, mas também através da nossa percepção individual, ou seja, dos “filtros” que desenvolvemos ao longo das nossas vidas (associados com a imaginação, sentimentos, emoções e experiências anteriores). Estes “filtros” estão também associados às crenças que fomos desenvolvendo desde a infância.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> De acordo com o significado da palavra, a expectativa é uma esperança baseada em supostos direitos, probabilidades, pressupostos ou promessas. Assim, ao criarmos expectativas em relação a outra pessoa/situação, estamos a supor que esta corresponda ao que acreditamos ser um “direito” nosso. E quando estas expectativas não são satisfeitas, sentimo-nos revoltados, frustrados e/ou zangados, ocupando frequentemente o papel de “vítima”.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Porém, os outros não pensam, não agem, nem sentem como nós…o que significa que as nossas expectativas podem ter sido criadas com base numa ilusão, porque dependem da ação de outras pessoas/acontecimentos para se realizarem. Esperamos que algo do exterior, sobre o qual não temos controle, corresponda àquilo que julgamos como certo.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>Atendendo às expectativas do OUTRO</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Vivemos a vida que realmente gostaríamos? Tomamos nossas decisões com base no que queremos? </span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Seria bom questionarmos se estamos vivendo conforme o que queremos ou conforme as expectativas que os DEMAIS colocam sobre nós.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> É preciso ser um bom trabalhador, um bom estudante, uma pessoa responsável, cuidar da família. Tudo isso se converte em imposições que acreditamos ter que cumprir. Mas o que acontece quando saímos do que supomos que as pessoas esperam de nós?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Aparece a frustração das pessoas que sempre nos viram como cumpridores de expectativas. Se reagimos como não estava  previsto e decidimos nos comportar de outra maneira, com certeza nossos <a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/zona-de-conforto-relacionamento/">relacionamentos</a> mudarão e nos sentiremos culpados por desapontar essas pessoas.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Libertar-nos das expectativas que os demais colocam sobre nós já é um grande passo, no entanto, uma tarefa difícil e que requer muita coragem.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Se além disso tentarmos entender que não fracassamos e que a decepção e a frustração são dos outros, pois foram eles que criaram uma expectativa sobre nós, melhor ainda.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>O reflexo das nossas experiências</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Nossas experiências, o que vivemos e aprendemos em todas as situações que passamos vai, de alguma forma, nos moldando e criando as nossas expectativas e as que nós temos sobre os demais.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> No entanto, as pessoas não são, especificamente, de uma determinada maneira; existem muitos fatores que influenciam como devemos nos comportar e as decisões que tomamos. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Se me decepcionei por esperar algo de alguém, é minha responsabilidade aceitar que isso era minha crença, minha expectativa, o que eu criei em minha mente. A outra pessoa está em seu direito de não corresponder ao que eu esperava dela.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Ao entendermos o processo e o mecanismo de nossas expectativas, vamos tornando-as menos importantes, sendo mais compreensivos e flexíveis.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Vamos aceitando e amando as pessoas e a nós mesmos pelo o que somos, com nossos erros e acertos. Nos permitindo ser como necessitamos ser, permitindo aos outros serem como necessitam ser e como queiram ser.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Amadurecer é ter condição de ser feliz com o que se tem e não apenas com o que estar por vir. Saber lidar com as pessoas como elas são é uma arte, pois esperar mudanças e ações dos outros para ser feliz é um grande gerador de frustrações.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>A terapia pode ajudar&#8230;</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Não é fácil ter o controle das expectativas sem que isso gere sentimentos de ansiedade, mas é possível. E uma das formas de trabalhar melhor esse processo é com um apoio psicológico, que vai fortalecer e ajudar o paciente a não sofrer tanto com as inconstâncias da vida, inclusive nas situações em que as expectativas não são alcançadas.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>Fontes:</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s2"><a href="https://www.oficinadepsicologia.com/entre-expectativa-e-a-desilusao/">https://www.oficinadepsicologia.com/entre-expectativa-e-a-desilusao/</a></span></p>
<p class="p1"><span class="s2"><a href="https://www.psicologosberrini.com.br/terapia-cognitivo-comportamental/como-gerenciar-as-suas-expectativas/">https://www.psicologosberrini.com.br/terapia-cognitivo-comportamental/como-gerenciar-as-suas-expectativas/</a></span></p>
<p class="p1"><span class="s2"><a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/expectativas-asseguram-frustracoes/">https://amenteemaravilhosa.com.br/expectativas-asseguram-frustracoes/</a></span></p>
<p class="p1"><span class="s2"><a href="https://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/17508-expectativas-exageradas-em-relacao-aos-outros-pode-levar-a-ansiedade">https://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/17508-expectativas-exageradas-em-relacao-aos-outros-pode-levar-a-ansiedade</a></span></p>
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		<title>Questionando pensamentos (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/questionando-pensamentos-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 23:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[pensamentos distorcidos]]></category>
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		<title>Crenças!</title>
		<link>https://casule.com/blog/crencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 19:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de inferioridade]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas podem se perguntar: “Porque eu tenho tanto medo de ficar sozinha? Porque eu não consigo decidir com o que quero trabalhar? Porque eu não consigo tomar uma atitude de romper de vez com esse namorado problemático? Porque eu me boicoto?” Enfim, as pessoas questionam a existência das dificuldades psicológicas. Muitas vezes a base [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">As pessoas podem se perguntar:</div>
<div style="text-align: justify;">“Porque eu tenho tanto medo de ficar sozinha?</div>
<div style="text-align: justify;">Porque eu não consigo decidir com o que quero trabalhar?</div>
<div style="text-align: justify;">Porque eu não consigo tomar uma atitude de romper de vez com esse namorado problemático?</div>
<div style="text-align: justify;">Porque eu me boicoto?”</div>
<div style="text-align: justify;">Enfim, as pessoas questionam a existência das dificuldades psicológicas.</div>
<div style="text-align: justify;">Muitas vezes a base dos comportamentos disfuncionais são as crenças disfuncionais.</div>
<div style="text-align: justify;">Por exemplo: Aquela mulher que não se desliga do marido, por mais que ele a maltrate não consegue sair do relacionamento mesmo  não dependendo  financeiramente. Por quê?</div>
<div style="text-align: justify;">Talvez porque ela tenha aprendido que mulher não consegue, ou não pode,  viver só. Talvez tenha aprendido que mulher que não tem marido é mulher mal falada. São exemplos de crenças que muitas vezes estão norteando, negativamente,  o comportamento desta pessoa sem que seja percebido.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns exemplos de  crenças</h2>
<h4 style="text-align: justify;">&#8211; “Tenho necessidade de ser amado”</h4>
<div style="text-align: justify;">Com esta crença a pessoa  pode estar  preocupada demais com o fato de gostarem ou não dela, se preocupa com o que pensam. Essa preocupação pode criar uma ideia de que se o outro não gostar dela será terrível &#8211; e pode-se desenvolver medo da rejeição.</div>
<div style="text-align: justify;">A idéia que está por trás é “Eu não devo ser repreendido ou rejeitado pelas pessoas que são importantes (amigo, chefe, pais, sogra, etc) porque seria horrível e eu não suportaria.”</div>
<div style="text-align: justify;">É possível que esta crença exista nas situações onde a pessoa tenta agradar a todo mundo, ou evita conflitos a todo custo e se esforça exageradamente para não contrariar ninguém. Nem sempre as pessoas pensam “Eu me preocupo com o que pensam de mim”, mas podem perceber este pensamento implícito quando sai do sério se o chefe o critica na frente dos outros, ou se desestabiliza quando esta sendo questionado no meio da reunião, ou sente vergonha quando conhece pessoas novas, tudo isso pode demonstrar  de que esta pessoa se preocupa com o que pensam dela, mas não se dava conta disso.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">-“ Não posso fracassar”.</h2>
<div style="text-align: justify;">A idéia que está por trás é “Se eu fracassar será horrível e eu não vou suportar”. Ao se convencer que não deve fracassar em nada pode-se tentar fugir de novas atividade. O medo de fracassar pode  fazer com que a pessoa evite qualquer risco. Para não errar não faz nada. O que pode acontecer é a estagnação, a mediocridade, não sai do lugar, não vive, não faz nada. O medo de mudança pode impedir de considerar novas oportunidades, novas idéias e novos objetivos.</div>
<div style="text-align: justify;">Acredito que não se pode confundir a pessoa com seus atos. Uma vez que todo ser humano erra, isso não pode significar que se voce errou é porque voce é um incompetente. A pessoa que não foi eficaz nessa tarefa, nesse dia, isso não significa que nunca acertará em nada. Ao pensar assim não terá energia para levantar e tentar de novo.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ As pessoas e as coisas devem ser como eu quero, se não for será o fim, será terrível” .</h2>
<div style="text-align: justify;">O nome disso é Baixa tolerância à frustração.</div>
<div style="text-align: justify;">Às vezes pequenas coisas aborrecem tanto quanto grandes coisas, pode ser uma fila mais longa, um tom de voz, um olhar torto, um ruído no telefone, um atraso.</div>
<div style="text-align: justify;">O problema é que a irritação não faz o problema desaparecer, pelo contrário, irritado você pode não conseguir identificar uma boa solução e pode acabar lidando com as pessoas de forma menos eficiente, ou seja, irritado e aumentando o problema.</div>
<div style="text-align: justify;">A baixa tolerância a frustração pode fazer as pessoas se sentirem indefesas e vitimadas. Ao reagir de forma desproporcional pode acabar fazendo parte do problema.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “A culpa é sempre dos outros”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Saiba que perder tempo procurando culpados pode te limitar, voce pode não conseguir encontrar a solução do problema enquanto está com a cabeça só no que deu errado.</div>
<div style="text-align: justify;">Em reuniões de trabalho de grupos disfuncionais, podem gastar 80% do tempo achando o culpado, e 20% para realmente fazer alguma coisa a respeito.</div>
<div style="text-align: justify;">Eu considero que culpa é diferente de responsabilidade. Culpa é ficar se castigando, responsabilidade é perceber que voce pode fazer algo a respeito.</div>
<div style="text-align: justify;">Será que castigar resulta em boas ações por parte da pessoa castigada? Por exemplo, o marido que quer que a esposa perceba que ele gosta de comer bife, mas ela foi ao supermercado e esqueceu-se do tal do bife. Eu considero que a pior maneira de conseguir esse bife é brigando com ela.</div>
<div style="text-align: justify;">Sem perder tempo procurando o culpado voce pode pensar em soluções, como nesse exemplo, poderia ser providenciar um bloco de anotações para compras, ou voce mesmo ir ao mercado comprar as coisas que lhe são mais importantes.</div>
<div style="text-align: justify;">Na auto culpa o processo é o mesmo. Por exemplo, uma pessoa que percebe que deixou todo mundo fazer dela de gato e sapato. Quanto mais ela fica se dizendo “a culpa é minha, quem mandou ser tão covarde, quem mandou não responder na hora certa”, sinto muito, mas voce não vai elaborar melhores estratégias de enfrentamento enquanto ficar se chicoteando, enquanto estiver se punindo voce se verá como culpado, e não como responsável, o que é muito diferente.</div>
<div style="text-align: justify;">Veja que você é sim responsável pela sua própria postura diante das pessoas, e que depende de voce mudar isso. Então pare de se punir e mãos á obra.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Se eu me preocupar as coisas  irão melhorar”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Tem gente que não se dá o direito nem de dormir,  na hora que coloca a cabeça no travesseiro que  começa a ansiedade : “Tenho que fazer isso, comprar aquilo, escrever pra fulano, ligar para sicrano”.</div>
<div style="text-align: justify;">Mas se você parar para pensar vai perceber que toda preocupação antecipada é pode ser inútil, pode não  te ajudar a cumprir prazo, a pagar as contas ou receber uma visita.</div>
<div style="text-align: justify;">Ao persistir  com essas preocupações você pode tornar infeliz, pois pode se preocupar demais antes da oportunidade de realmente fazer alguma coisa.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Existem soluções perfeitas para todos os problemas e eu preciso encontrá-las”.</h2>
<div style="text-align: justify;">As pessoas podem se perder procurando perfeição e se atolar em indecisões:</div>
<div style="text-align: justify;">“Devo pedir demissão ou ficar mais neste emprego?</div>
<div style="text-align: justify;">Devo terminar este namoro ou dar mais uma chance a ele?</div>
<div style="text-align: justify;">Devo falar o que penso ou calar minha boca.</div>
<div style="text-align: justify;">Qual a solução perfeita?”“.</div>
<div style="text-align: justify;">A busca de solução perfeita pode paralisar. Será que existe perfeição? Existe perseverança, a tolerância, a busca do aprimoramento, o compromisso em dar o melhor de si, tudo isso é saudável e costuma produzir bons resultados.</div>
<div style="text-align: justify;">Aceitar as incertezas da vida é uma benção. Aceitar que talvez não consiga pelo melhor, perfeito, que se enquadra com você em tudo, Aceitar isso pode ser sinônimo de viver saudavelmente.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “É mais fácil evitar situações complicadas do que enfrentá-las”.</h2>
<div style="text-align: justify;">As vezes acreditamos que as coisas são muito difíceis, mas talvez seja necessário um pouco mais de disciplina.</div>
<div style="text-align: justify;">Hedonismo significa viver pelo principio do prazer, só fazer as coisas que sejam gostosas e legais, mas acredito que para ter as coisas mais significativas da vida é preciso investir, pagar um preço. Nem sempre o preço é pago em dinheiro, pode ser pago em tempo, tempo  que se dispõe ao se dedicar em algo importante.</div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Se eu jamais me envolver com nada e mantiver distanciamento&#8230; serei feliz”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Creio que existam pessoas que ficam do lado de fora sem participar da vida. Não gostam de nada, nenhuma idéia é interessante, nada do que os outros fazem é realmente importante. Mas ela também não faz nada, porque tem medo de se envolver e não se sair bem.</div>
<div style="text-align: justify;">Ela limita sua vida, mas tem uma vida “segura”.</div>
<div style="text-align: justify;">Ao considerar que viver é cansativo demais, que só vai colher o fruto que cair da arvore,  corre-se o risco de nunca comer o que realmente lhe agrada.</div>
<div style="text-align: justify;">Acredito que ficar parado &#8220;mata&#8221; de tédio.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ O passado e todas as coisas horríveis que me aconteceram fazem com que eu tenha todos estes problemas”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Já ouvi pessoas dizendo:&#8230; “Sempre tive uma vida difícil, os outros são mais fortes do que eu”.</div>
<div style="text-align: justify;">Acredito que passado tem sim o poder de influenciar, mas isso não precisa continuar sendo verdade, e nem ser determinante, senão qualquer pessoa que tivesse uma infância difícil estaria fadada ao fracasso, mas isso não é necessariamente verdade, tem muita gente que viveu uma infância terrível, superou e hoje vive muito feliz.</div>
<div style="text-align: justify;">Se você não está conseguindo sozinho, poderá contar com um apoio profissional para trabalhar a superação.</div>
<div style="text-align: justify;">O que afeta não é o que te aconteceu mas  o modo como lidamos com isso.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Pessoas me perturbam seriamente” .</h2>
<div style="text-align: justify;">Acreditar que pessoas e situações nos fazem sentir bravo, deprimido, ansioso, culpado, ou o que seja. Mas eu pergunto, será que nossos sentimentos não dependem também de nós mesmos?</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/crencas-enlouquecedoras.html</div>
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		<title>Desafie as falsas crenças que limitam a sua vida</title>
		<link>https://casule.com/blog/desafie-as-falsas-crencas-que-limitam-a-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 22:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2416" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg" alt="bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881" width="600" height="600" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-300x300.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-150x150.jpg 150w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-768x768.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-610x610.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-980x980.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-480x480.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-600x600.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-100x100.jpg 100w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-120x120.jpg 120w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-24x24.jpg 24w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-48x48.jpg 48w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; terá esses pensamentos mesmo que ganhe o Prêmio Nobel!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos pensamentos automáticos, as crenças e os esquemas são objetos de foco e mudança na terapia cognitivo-comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas são estruturas cognitivas que organizam e processam a entrada de informação em nossa mente e representam os padrões de pensamento adquiridos na infância. Erros lógicos (processamento distorcidos/ou distorções) adquiridos durante o período de desenvolvimento da personalidade, vão formar a substância (estrutura) do esquema disfuncional e predispor o indivíduo a ter problemas emocionais. Enquanto que os esquemas de um indivíduo bem ajustados fazem concessões (flexibilizações) para a avaliação realista dos eventos da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas de indivíduos mal ajustados resultam na distorção da realidade e facilitam o aparecimento e desenvolvimento de transtornos psicológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Indivíduos com depressão, por exemplo, veem a si mesmos, seu mundo e seu futuro de forma negativa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Esquema: estrutura muito profunda</h2>
<p style="text-align: justify;">Esquema é uma estrutura muito profunda, do ponto de vista psicológico. Os esquemas constituem a base para a codificação, categorização e avaliação das experiências e estímulos que um indivíduo encontra no seu mundo. Sendo assim, são responsáveis por como cada um percebe e internaliza suas experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">São os esquemas que direcionam os outros níveis de cognição, tanto as crenças, quanto os pensamentos automáticos e as distorções cognitivas. Se uma pessoa tem um pensamento automático negativo, este foi gerado pelo esquema. Ele funciona como filtro dos estímulos aos quais somos submetidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, podemos entender os esquemas como as estruturas que definem as outras cognições, sendo o conteúdo das crenças, determinado pelos esquemas e, o conteúdo dos pensamentos automáticos similar aos de nossas crenças nucleares – explico abaixo. Utilizando a imagem de um iceberg, os esquemas definiriam a forma (estrutura dele), as crenças representariam a base deste e os pensamentos automáticos a ponta, acima da superfície da água.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Crenças nucleares e intermediárias</h2>
<p style="text-align: justify;">As crenças podem ser de dois tipos: as crenças centrais (ou também chamadas de nucleares) e as intermediárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; terá esses pensamentos mesmo que ganhe o Prêmio Nobel! Para manter essa crença de incapacidade ela pode usar (sem se dar conta, é claro), por exemplo, das distorções cognitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto às crenças intermediárias, são relacionadas a diversos aspectos da vida que aparecem como pressupostos, regras e atitudes. Elas não são tão rígidas e generalizáveis como as crenças centrais. Apesar dessa diferença, elas se conectam com as crenças centrais e existem seguindo a &#8220;lógica&#8221; destas últimas. Vamos ver um exemplo: se alguém tem uma crença central que diz &#8220;Não sou digno de ser amado&#8221;, pode ter uma crença intermediária que oriente: &#8220;Se fizer tudo que os outros querem, posso ser amado” (positiva). “Se não fizer tudo o que os outros querem, serei desprezado” (negativa). Enquanto esse indivíduo conseguir se auto-sacrificar e tiver &#8220;uma chance&#8221; de ser amado (parte positiva do pressuposto), poderá se manter funcional, ou seja, adequado à situação, &#8220;funcionando bem&#8221;. Mas no momento em que isso não dá certo, a parte negativa do pressuposto (crença intermediária) entra em ação e ele fica deprimido. Um exemplo das regras, neste mesmo caso, seria o sujeito pensar: &#8220;Deveria me auto-sacrificar sempre&#8221; e, de atitude, &#8220;Vou me auto-sacrificar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As crenças intermediárias, por não serem tão rígidas quanto à crença central, são mais fáceis de serem modificadas no processo terapêutico e os pensamentos automáticos por sua vez, mais flexíveis e fáceis de serem modificados do que as crenças intermediárias. É por isso, que em um processo de TCC, inicia-se trabalhando com os pensamentos automáticos e vai se aprofundando até chegar à flexibilização das crenças centrais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estratégias compensatórias</h2>
<p style="text-align: justify;">Outro conceito interessante é o de estratégias compensatórias (ou comportamento de segurança). Essas são as &#8220;táticas&#8221; que o indivíduo usa para lidar com as crenças centrais, ou seja, para compensá-las ou buscar proteger-se.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso descrito, ter um comportamento de auto-sacrifício seria um exemplo de estratégia compensatória para lidar com a crença central: &#8220;Não sou digno de ser amado”. O que ocorre na prática é que a pessoa ao utilizar um comportamento de segurança, alivia a ansiedade ou incômodo causado pela possibilidade de ativação da crença. No entanto, esse alívio é somente um paliativo momentâneo, pois acaba por reforçar ainda mais a crença nuclear negativa (crença central) existente: &#8220;Quando eu me sacrifico como forma de merecer receber amor de outro, acreditarei ainda mais que não sou digno de amor, a não ser que repita esse comportamento novamente&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;">As crenças centrais, podem ser divididas em três crenças básicas disfuncionais:</h3>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de incapacidade: crenças sobre ser incapaz, incompetente, ineficiente, falho, enganador, fracassado.</p>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de inadequação: crenças sobre ser inadequado, defeituoso, imperfeito, diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de desamor: crenças sobre ser indesejável incapaz de ser gostado, amado ou querido, sem atrativos, rejeitado, abandonado, sozinho.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Pontos importantes sobre as crenças:</h3>
<p style="text-align: justify;">• Elas são ideias, não necessariamente verdades.</p>
<p style="text-align: justify;">• É possível acreditar com convicção nelas, até mesmo “sentir” que são verdades e ainda assim, podem ser em grande parte ou inteiramente não verdadeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">• As crenças estão enraizadas em eventos da infância e se desenvolvem ao longo da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">• As crenças centrais são mantidas através da operação dos esquemas relativos, os quais fazem com que a pessoa filtre os dados da realidade de maneira a reconhecer os que apoiam as crenças enquanto ignoram, reduzem ou distorcem os que são contra.</p>
<p style="text-align: justify;">• Sendo as crenças conteúdos construídos e aprendidos, é possível revê-las desconstruir o que não é funcional e aprender conteúdos mais adaptados e realistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/tcc_crencas_atitudes.htm</p>
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