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	<title>como lidar com emoções - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>como lidar com emoções - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Ensine seu filho(a) a lidar com as emoções</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/ensine-seu-filhoa-a-lidar-com-as-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[como lidar com emoções]]></category>
		<category><![CDATA[emoções infantis]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crenças dos pais e cuidadores influenciam diretamente em como as crianças irão enxergar o mundo, o outro e principalmente a si mesmas. Todos nós temos nossos medos, ansiedades, sentimos raiva, tristeza e para cada um de nós as emoções têm uma intensidade, um significado e um motivo para que elas se expressem. Ensinar os pequenos a reconhecer as emoções, é muito importante para que tenhamos pessoas mais inteligentes emocionalmente.</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/ensine-seu-filhoa-a-lidar-com-as-emocoes/">Ensine seu filho(a) a lidar com as emoções</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/01/Ensine-seu-filhoa-a-lidar-com-as-emoções.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>As crenças dos pais e cuidadores influenciam diretamente em como as crianças irão enxergar o mundo, o outro e principalmente a si mesmas. Todos nós temos nossos medos, ansiedades, sentimos raiva, tristeza e para cada um de nós as <a href="https://casule.com/emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a> têm uma intensidade, um significado e um motivo para que elas se expressem. Ensinar os pequenos a reconhecer as emoções, é muito importante para que tenhamos pessoas mais inteligentes emocionalmente.</p>



<p>Para que nós possamos ensinar os pequenos a lidar com o que nos é tão natural como as <a href="https://casule.com/emocoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">emoções</a>, precisamos entender como nós mesmos lidamos com elas e assim transmitir esse ensinamento na prática. </p>



<p>Nossa vida sem emoções seria como uma vida sem cor, sem graça. As emoções precisam ser valorizadas para que recebam a devida atenção, afinal de contas são elas que nos mostram nossas necessidades, nos conectam com as outras pessoas, nos alertam para o que pode ser perigoso além de outras importantes funções. </p>



<p>Por exemplo, sentir um pouco de <a href="https://casule.com/voce-pensa-sobre-seus-medos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medo</a> e <a href="https://casule.com/ansiedade-2/">ansiedade</a> antes de uma apresentação nos impulsiona a fazer uma palestra melhor porque nos leva a nos preparar e estudar sobre o assunto sobre o qual vamos falar.</p>



<p>&nbsp;“O que estou sentindo? Por que eu estou sentindo isso? O que causou a emoção?” </p>



<p>Este é um exercício mental que deveria fazer parte do nosso cotidiano. Perceber as emoções antes que elas transbordem em explosões de raiva ou em uma resposta mal-educada a uma pessoa próxima traz essa conscientização para reconhecer o que se passa internamente e a partir daí aprender a se conectar consigo mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que é educar crianças emocionalmente?</h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="As crianças e suas emoções  • Psicologia • Casule Saúde e Bem-estar" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/GuuiN1Yd2u8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<p>Educar as crianças emocionalmente é ensiná-los a aceitar, respeitar, receber e entender o que se passa com suas emoções. Ao invés de mandá-las engolir o choro ou parar de sentir raiva do amiguinho, podemos acolhê-las em seus momentos emotivos e perguntar o que aconteceu para estarem daquela forma, o que estão sentindo e a partir daí deixá-las se expressarem. Fazendo assim, você os ensinará a identificar as emoções e os gatilhos para que possam aprender a lidar com as situações que virão.</p>



<p>Quando você valida o que se passa com uma criança, você a ensina a lidar com o problema e com o que ele causa ao invés de jogar para debaixo do tapete. Você ensina que o que se passa internamente com ela é importante e que ela não é a vítima de suas emoções e sim um sujeito ativo que pode escolher como agir. Ser um sujeito que se sente capaz de encarar as situações da vida, trará a esta criança uma sensação de potência em relação ao seu ambiente. Potência no sentido de se sentir apta para lidar com o que o mundo ao seu redor lhe causa. </p>



<p>Na prática isso significa que o problema existe, mas não é por isso que ela precisa sofrer e se entregar às emoções como se fosse impotente diante delas. O problema é real e está aí sem que possamos controlá-lo, mas o sofrimento é a parte que podemos administrar! Isso é diferente de ser onipotente ou impotente.</p>



<p>A onipotência neste caso nos traz a ideia de negar o problema. Ensinar a onipotência seria invalidar as emoções do pequeno, minimizar e negar o problema ou até mesmo ignorar o que causa desconforto nele. Ensinar a ser onipotente perante uma situação de stress é invalidar o sentimento de raiva ou frustração dizendo que perder o jogo não é motivo para chorar, sem nem querer saber como ele estaria processando aquela perda. O ensinamento aqui é de que é melhor reprimir os sentimentos porque eles não são importantes e não é disso que se trata a educação emocional.&nbsp;</p>



<p>Já impotência é quando assumimos uma postura vitimista diante do problema. No exemplo do jogo, ensinando-o a ser impotente diante da derrota, o adulto poderia tê-lo culpado pela perda ou apontar suas falhas no jogo e ele iria aprender a ser vítima do mundo ao seu redor, trazer a culpa para si mesmo ao invés de perceber o contexto e aprender!&nbsp;</p>



<p>Ensinar a ser potente é ajudar ao seu filho a enfrentar, pensar e aprender com o problema, mas não ser levado e dominado por ele. Assumir uma postura ativa em relação aos obstáculos que fazem parte de vida vai trazer uma sensação de segurança e de autoconfiança. Ensine-o a acreditar em si e a valorizar a sua essência!</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a030ec1b-9698-47dc-a826-6c1e04df2997">Terapia Casule</h2>



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		<title>Como lidar com as emoções intensas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-as-emocoes-intensas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[como lidar com emoções]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidar com as emoções não é um processo fácil, muitas pessoas apresentam dificuldade para lidar com emoções intensas. Reconhecermos que elas são nossas aliadas, que fazem parte da essência humana e devem ser validadas é o primeiro passo para nos entendermos com nossos estados emocionais.  A forma como nossas emoções são reconhecidas e acolhidas na [&#8230;]</p>
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<p>           Lidar com as emoções não é um processo fácil, muitas pessoas apresentam dificuldade para lidar com emoções intensas. Reconhecermos que elas são nossas aliadas, que fazem parte da essência humana e devem ser validadas é o primeiro passo para nos entendermos com nossos estados emocionais. </p>



<p>           A forma como nossas emoções são reconhecidas e acolhidas na infância influencia na maneira que lidamos com elas posteriormente. A capacidade de estabelecermos conexão com elas, de aceitá-las como estado próprio da situação e, a partir daí, pensarmos na melhor forma de respondermos a esse estado interno é a base da regulação emocional, e está altamente associada às nossas habilidades de afiliação social e autotranquilização. </p>



<p>           A autotraquilização é válida quando experimentamos um pico emocional, principalmente um gatilho de estresse ou ansiedade. Esse processo envolve a nossa capacidade de acolher a emoção e aos poucos reduzir sua intensidade, melhorando assim a experiência emocional. </p>



<p>           Entre algumas estratégias de autotranquilização, estão os exercícios de respiração, como a respiração diafragmática, que permite a ativação do sistema nervoso parassimpático, e assim a regularização do estado fisiológico. Há também o uso de estímulos tranquilizadores, a partir de nossos sentidos, como ouvir uma música ou tomar um chá, por exemplo. Assim, deve-se buscar uma atividade de interesse pessoal que possa ativar os canais sensoriais, potencializando o processo de tranquilização. Além das estratégias citadas, é de fundamental importância observar, sem julgamento, o estado emocional como uma onda, percebendo que ele é momentâneo e que sua intensidade reduz com o passar do tempo.</p>



<p>           A relação que criamos com nossas emoções envolve ainda crenças sobre elas, que muitas vezes colocam as primeiras como ameaças e acabam por dificultar o enfrentamento e aceitação de uma emoção incômoda. Reavaliar essas percepções nos ajuda a entender a importância e funcionalidade de cada estado emocional, por mais desconfortável que seja, fazendo com que a resistência interna não potencialize sua intensidade e tempo de duração. </p>



<p>           Nossas emoções possuem funções importantes, uma vez que nos conectam socialmente e indicam necessidades importantes, por isso não devem ser ignoradas ou evitadas. O primeiro passo para melhorar nossas experiências emocionais é aceitar as emoções como condições importantes, aumentar nossa tolerância àquelas mais incômodas e assim criar formas mais funcionais para expressá-las. Muitas vezes a ajuda de um profissional da área pode auxiliar no processo, contribuindo com a construção de uma nova relação com as emoções. <br></p>
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