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	<title>transtorno do pânico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno do pânico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Pensamentos intrusivos: quais os transtornos em que eles podem aparecer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/pensamentos-intrusivos-quais-os-transtornos-em-que-eles-podem-aparecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os pensamentos são considerados intrusivos quando são vivenciados pelo sujeito de forma espontânea, involuntária e indesejada, podendo se configurar de diversas formas, como por exemplo, através de lembranças, ideias, sensações, impulsos e pensamentos. Dessa maneira, cada transtorno terá a sua característica e em cada pessoa ele será disfuncional e irá se manifestar de um aspecto, [&#8230;]</p>
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<p>Os pensamentos são considerados intrusivos quando são vivenciados pelo sujeito de forma espontânea, involuntária e indesejada, podendo se configurar de diversas formas, como por exemplo, através de lembranças, ideias, sensações, impulsos e pensamentos. Dessa maneira, cada transtorno terá a sua característica e em cada pessoa ele será disfuncional e irá se manifestar de um aspecto, pois cada indivíduo terá uma resposta e avaliação sobre esses pensamentos chamados de intrusivos.&nbsp;</p>



<p>No Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) o individuo crê que há uma dualidade entre pensamento e ação, são indissociáveis, ou seja, ao ter um pensamento sobre algo ele irá se tornar realidade, e o conteúdo da vivência desses pensamentos geralmente estão relacionados ao medo de cometer erros ou serem contaminados por algo.&nbsp;</p>



<p>No Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é caracterizado por preocupações futuras, pensamentos repetitivos, geralmente negativos e de forma exacerbada.&nbsp;</p>



<p>No Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT) há presença de imagens, sensações, lembranças, impulsos advindos de um evento traumático real. Dessa forma, se houver algum estímulo semelhante ao evento traumático, pode ocorrer uma associação por parte do indivíduo e como resposta ele vivenciar “novamente” o trauma.&nbsp;</p>



<p>Em relação ao Transtorno de Pânico, nota-se a avaliação de sintomas fisiológicos, ou seja, as sensações são consideradas intrusivas e geralmente são associadas a pensamentos catastróficos pelo indivíduo.&nbsp;</p>



<p>Na Ansiedade pela Saúde há uma hipervigilância, uma observação exacerbada relacionada a diversos sintomas e sensações fisiológicas, além de “imperfeições” no corpo que são interpretadas (pensamentos) como possíveis doenças, como por exemplo: uma verruga como câncer de pele ou uma indigestão como gastrite.&nbsp;</p>



<p>Na Esquizofrenia, as intrusões se manifestam através de delírios e alucinações, no entanto, o sujeito acredita que esses elementos são totalmente reais, concretos, e não pensamentos que podem ser resistidos, elaborados ou suprimidos.&nbsp;</p>



<p>Em relação ao Transtorno Dismórfico Corporal, o automonitoramento é constante através de autoexame e observação, pois qualquer imperfeição é interpretada negativamente de modo exagerado, como feiura e deformidade.</p>



<p>E como a terapia pode auxiliar o paciente? Uma das formas é que mediante as avaliações realizadas e a identificação das respostas desencadeadas pelos pacientes em relação aos seus pensamentos intrusivos há uma gama de técnicas com objetivo de tratar esses elementos considerados intrusivos e indesejados, proporcionando autocontrole e diminuição dos sentimentos negativos causados no paciente. </p>
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		<title>Transtorno do pânico (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/transtorno-do-panico-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 20:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Transtorno do pânico Você já deve ter ouvido falar sobre Transtorno do Pânico ou até mesmo já deve ter tido tais sintomas clínicos. Afinal, como se desenvolve esse transtorno? Assista o vídeo e entenda mais sobre o transtorno, seus sintomas, quadro clínico e tratamento. Confira com Nayara Benevuto, psicóloga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nlvkzym-kfc" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<h2>Transtorno do pânico</h2>
<p>Você já deve ter ouvido falar sobre Transtorno do Pânico ou até mesmo já deve ter tido tais sintomas clínicos. Afinal, como se desenvolve esse transtorno? Assista o vídeo e entenda mais sobre o transtorno, seus sintomas, quadro clínico e tratamento. Confira com Nayara Benevuto, psicóloga da Casule!</p>
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		<title>Palpitações? Medo de morrer ou “enlouquecer”? Pode ser Transtorno do Pânico&#8230;</title>
		<link>https://casule.com/blog/palpitacoes-medo-de-morrer-ou-enlouquecer-pode-ser-transtorno-do-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 14:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Farmacoterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno de Pânico (ou Síndrome do Pânico) é um transtorno de ansiedade caracterizado por um intenso medo e/ou mal-estar com sintomas físicos e cognitivos que se iniciam de forma brusca e habitualmente depois dos 20 anos. É igualmente prevalente entre homens e mulheres e que se encontram na plenitude da vida profissional. Ataques do Pânico Os ataques [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno de Pânico (ou Síndrome do Pânico) é um transtorno de ansiedade caracterizado por um intenso medo e/ou mal-estar com sintomas físicos e cognitivos que se iniciam de forma brusca e habitualmente depois dos 20 anos. É igualmente prevalente entre homens e mulheres e que se encontram na plenitude da vida profissional.</p>
<h2>Ataques do Pânico</h2>
<p>Os ataques de pânico são recorrentes (voltam) e caracterizam essencialmente este distúrbio. Essas crises se manifestam por <strong>ansiedade aguda</strong> e intensa, extremo desconforto e <em>medo de algo ruim acontecer de repente</em>, como por exemplo, morte iminente, passar mal, desmaiar, perder o controle, etc.</p>
<p>As crises de ansiedade no <em>Pânico</em> duram minutos (atingindo o pico, geralmente, em 10 minutos) e costumam ser inesperadas, ou seja, não seguem situações especiais, podendo surpreender o paciente em ocasiões variadas. Normalmente, depois do primeiro episódio de <em>Pânico</em>, essas pessoas tornam-se mais amedrontadas, tensas e inseguras.</p>
<p>A característica essencial de um <strong>Ataque de Pânico</strong> é um período distinto de intenso medo ou desconforto acompanhado por alguns desses sintomas físicos: palpitações, sudorese, tremores ou abalos, sensações de falta de ar ou sufocamento, sensação de asfixia, dor ou desconforto no tórax, náusea ou desconforto abdominal, tontura ou vertigem, sensação de não ser você mesma, medo de perder o controle ou &#8220;enlouquecer&#8221;, medo de morrer (por um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral por ex.), formigamentos e calafrios ou ondas de calor.</p>
<p>A ansiedade é tanta que os pacientes <strong>ficam ansiosos diante da possibilidade de virem a ficar ansiosos</strong>. É o famoso, &#8220;<em>medo de ter medo</em>&#8220;. Por causa disso, esses pacientes passam a evitar situações possivelmente facilitadoras da crise, prejudicando-se socialmente e/ou profissionalmente em graus variados (<strong>comportamento evitativo)</strong><strong>.</strong></p>
<h2>Incidência e Causas de Pânico</h2>
<p>No mundo inteiro existem pessoas que sofrem de <em>Síndrome do Pânico</em>. De acordo com as pesquisas, de 2 a 4% da população mundial é acometida por este mal, o qual já é considerado um sério problema de saúde. O <em>Pânico</em> ou as diversas formas de <em>Fobias</em> é, certamente, uma das causas mais freqüentes de procura a psiquiatras e pode vir associado a <em>Depressão</em>.</p>
<p>A causa desse grande aumento do número de casos de <em>Transtorno do Pânico p</em>ossivelmente se deve ao <strong>aumento</strong> <strong>da ansiedade patológica na vida moderna</strong>. Tanto eventos desagradáveis, profissionais ou extra-profissionais, quanto eventos agradáveis, também em ambos os campos, podem se constituir em agentes estressores: morte de ente querido, nascimento de filho, despedida ou promoção no emprego, casamento ou separação.</p>
<p>Sabe-se hoje que a síndrome do <em>Pânico</em> está biologicamente associada a uma disfunção dos neurotransmissores a qual criaria um fator agravante na sensação de medo. De acordo com uma das teorias, o sistema de alerta normal do organismo &#8211; um conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja à alguma ameaça ou se adapte a uma circunstância &#8211; é ativado desnecessariamente na crise de <em>Pânico</em>, sem que haja um perigo iminente de fato.</p>
<p>No caso do <em>Transtorno do Pânico</em> os neurotransmissores que se encontram em desequilíbrio são os mesmos envolvidos na <em>Depressão</em><em>:</em> a Serotonina e a Noradrenalina. Vem daí a idéia de aplicar-se ao transtorno do Pânico o mesmo tratamento medicamentoso da <em>Depressão</em>.</p>
<h2>Tratamento da Síndrome do Pânico</h2>
<p>É muito importante o paciente saber que os sintomas ansiosos e físicos desaparecerão com o tratamento e que a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode auxiliar bastante durante esse processo. Seu enfoque consiste em psicoeducação sobre o Transtorno do Pânico (para corrigir interpretações errôneas); treinamento de técnicas para diminuir a ansiedade (como respiração diafragmática e relaxamento muscular); reestruturação cognitiva (para identificar e corrigir distorções no pensamento); exposição interoceptiva (para que o paciente aprenda a lidar com os sintomas físicos do ataque de pânico); e exposição in vivo (para estimulá-lo a enfrentar as principais situações que teme por medo de passar mal).</p>
<p>Havendo a necessidade de medicamentos, sua base será sempre com antidepressivos, com ou sem o auxílio de ansiolíticos. No caso dos ansiolíticos, estes serão para o alívio mais rápido de sintomas, os quais normalmente se constituem na principal queixa que motiva a consulta. Neste caso, deve-se considerar a brevidade em que serão usados, uma vez que seu efeito é mais sintomático do que curativo.</p>
<p>O paciente sempre deve ser orientado acerca de dois fatos extremamente importantes: primeiro, que a Síndrome do Pânico tem cura e segundo, que o tratamento pode ser longo. Apesar dos sintomas desaparecerem paulatinamente após o primeiro mês de tratamento, a medicação deve ser continuada por um período maior, sob o risco dos sintomas reaparecerem caso o tratamento seja interrompido.</p>
<p>Os efeitos dos antidepressivos começam a ser observados normalmente após a segunda semana de uso. Os principais objetivos desse tratamento são reduzir a intensidade e a freqüência de ataques de pânico, reduzir a ansiedade antecipatória e tratar sintomas depressivos, freqüentemente associados.</p>
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		<title>Quais são as consequências dos ataques de pânico?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sao-consequencias-dos-ataques-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 20:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? – O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer! O aperto no peito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – <em>O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? </em>– O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – <em>Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer!</em></p>
<p style="text-align: justify;">O aperto no peito começa a piorar e você sente que o que está acontecendo não é real, mas o medo de morrer está lá. Você acredita que está ficando louco. Parece que você vai desmaiar. Em apenas 10 minutos o seu corpo está totalmente descontrolado. O que aconteceu com você? Você teve um ataque de pânico. Mas quais são as consequências dele?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como e por que se inicia um ataque de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um ataque de pânico é uma crise que começa de forma brusca. A primeira coisa que a pessoa percebe é a aparição de uma série de sensações corporais. Estas costumam ser: palpitações ou ritmo cardíaco acelerado, sudorese, tremores ou agitação, falta de ar e/ou sensação de asfixia, aperto no peito, náuseas ou desconfortos abdominais, instabilidade ou tontura, sensação de dormência ou formigamento e arrepios.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema aumenta de tamanho graças aos pensamentos que a pessoa reproduz em sua mente e em volta destes sintomas físicos. O ataque de pânico é produzido porque a pessoa associa suas sensações corporais a algum tipo de ameaça. Além disso, geralmente a pessoa percebe que essa ameaça induzida coloca sua vida em perigo. Assim, desenvolve todo um ciclo de pensamentos (neste sentido) que irá tornar as sensações corporais iniciais ainda mais intensas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes são o medo de morrer, de perder o controle e/ou de ficar louco, além da sensação de irrealidade ou de estar fora de si mesmo. O caso é que as pessoas interpretam estes sintomas físicos de forma catastrófica. Ou seja, acreditam que essas sensações corporais estão ocorrendo porque está acontecendo alguma coisa grave. É fundamental realçar que, na realidade, não há um perigo real de morte, a verdade é que tudo isso está acontecendo porque nós estamos pensando.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Que consequências derivam dos ataques de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de pânico têm consequências negativas para quem sofre deles, mas em nenhum caso levam à morte, pelo menos de maneira direta. Pense nisso: você realmente teve alguma coisa grave a nível físico quando teve uma crise com essas características? Não, certo? Se elas realmente tivessem as consequências que tememos, você não estaria lendo este artigo!</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras de Luis Sepúlveda têm uma dose de humor negro, mas não deixam de nos proporcionar uma descrição exata das sensações das “vítimas do pânico”. Além disso, todos sabemos que estes ataques de pânico provocam um grande mal-estar emocional e psicológico. O medo se apodera do dia a dia dessas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece o medo de que volte a ter uma crise, já que não é nada agradável. Em muitos casos, os estímulos gerados pela crise são generalizados (por exemplo, se tivemos um ataque em um ponto de ônibus, passamos a ter medo de todos os pontos de ônibus), e em muitos outros casos, a antecipação da própria crise já provoca o ataque (antecipamos que vamos passar por um ponto de ônibus).</p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, a pessoa passa a temer que os ataques apareçam em lugares públicos, onde seja difícil escapar, em situações sociais onde seria constrangedor estar assim, ou em momentos em que seria complicado obter ajuda. Então, o que a pessoa geralmente começa a fazer nestes casos? O que ela costuma fazer é evitar essas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa deixa de ir a esses lugares para que, assim, diminua a ansiedade gerada pela possibilidade de ter outro ataque. Então ela vai evitando cada vez mais lugares. Desta forma, as tarefas cotidianas passam a ser um verdadeiro exercício de planejamento e esforço. Fica extremamente difícil para a pessoa ir a lugares que antes frequentava. Assim, a gama de atividades que acaba fazendo é muito reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, chegamos ao ponto em que a pessoa passa a sofrer de agorafobia. Elas já temem ou evitam situações como as seguintes: aglomerações, lugares públicos, viajar sozinho ou se ausentar de casa. Isso é altamente debilitante para a pessoa, que vê reduzida sua qualidade de vida em todos os âmbitos. Visto que isso pode ser limitante tanto a nível pessoal como profissional e social, é importante consultar um psicólogo para aprender a regular a ansiedade e reduzir os ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/consequencias-ataques-de-panico/</p>
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		<title>Tratamento de ansiedade com psicoterapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://casule.com/blog/tratamento-de-ansiedade-com-psicoterapia-cognitivo-comportamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 20:51:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/tratamento-de-ansiedade-com-psicoterapia-cognitivo-comportamental/">Tratamento de ansiedade com psicoterapia Cognitivo Comportamental</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, arrepios de frio, dificuldade em se concentrar, fadiga, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Apesar de aparecer em diferentes contextos e às vezes de modo bastante específico, como nos transtornos ansiosos, ela pode estar ali, conosco, quando encaramos a falta de controle e a possibilidade de não aceitação pelo outro. As pressões cotidianas tendem a aumentar nossa ansiedade, as preocupações com o trabalho, a família, o relacionamento com as outras pessoas, preocupações financeiras e tantas outras acabam somando-se. O estresse, muitas vezes, é expresso através da ansiedade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia é uma das ferramentas que temos para tratar da ansiedade quando ela começa a nos prejudicar, seja pela sua intensidade, seja pelo tempo delegado à ela, seja pelo sofrimento gerado.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia cognitiva comportamental vem mostrando resultados positivos no tratamento da ansiedade. Nela há atividades que são realizadas dentro ou entre as sessões e o aprendizado de certas habilidades e comportamentos, específicos para cada caso. Durante a psicoterapia a pessoa vai entender melhor como a ansiedade funciona e aprender modos de administrá-la. A psicoterapia vai enfocar tanto as causas como os sintomas da ansiedade, agindo sobre ambos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Com a ajuda atenta do psicólogo, a pessoa vai aprendendo a diminuir sua ansiedade, descobrindo novos modos de enfrentar as dificuldades e modificando as crenças que estão por trás dela. O psicólogo vai procurar junto com a pessoa quais os pensamentos negativos que a levam a sentir ansiedade e buscar mudar esses pensamentos e os comportamentos que estão ligados a eles.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Muitas situações podem causar ansiedade e serem trabalhadas na psicoterapia, principalmente aquelas que põe em cheque nosso senso de segurança, confiança e previsibilidade, como por exemplo:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em se fazer uma escolha;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em solucionar problemas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; preocupação sobre como comportar-se em determinadas situações ou frente às outras pessoas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de definição de objetivos profissionais ou pessoais;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; receio do que pode acontecer em uma situação desconhecida ou inesperada;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de habilidade para administrar melhor seu tempo;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; medo de perder pessoas queridas ou coisas importantes para si;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; perda real ou danos no relacionamento amoroso ou outros tipos de relacionamento;</span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Os transtornos ansiosos (transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do estresse pós traumático, transtorno do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, fobia social, fobias específicas) também giram em torno do mote segurança &#8211; medo de causar danos a si ou aos outros ou de que algo de ruim aconteça a si mesmo ou aos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Geralmente, a ansiedade no trabalho costuma girar em torno do relacionamento com superiores, subordinados ou colegas, da pressão para obtenção de resultados, da competição, da falta de delimitação nas tarefas ou falta de especificação, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">Independente dos temas abordados, a psicoterapia cognitiva comportamental visa o controle da ansiedade e a melhora na qualidade de vida da pessoa.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">FONTE:http://www.psicoterapiacognitiva.com.br/tratamento.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transtorno de ansiedade</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 19:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a ansiedade ajuda A ansiedade pode ser boa, em níveis equilibrados é ela que nos motiva para agir, é ela que nos impulsiona para estudar para a prova, que nos motiva a nos arrumarmos para a entrevista de emprego. A ansiedade normal é aquela em que o indivíduo desfruta de suas manifestações em intensidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Quando a ansiedade ajuda</h2>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade pode ser boa, em níveis equilibrados é ela que nos motiva para agir, é ela que nos impulsiona para estudar para a prova, que nos motiva a nos arrumarmos para a entrevista de emprego. A ansiedade normal é aquela em que o indivíduo desfruta de suas manifestações em intensidade leve ou moderada, não perfazendo como condição contínua em sua vida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando a ansiedade atrapalha</h2>
<p style="text-align: justify;">Ansiedade pode atrapalhar quando atinge níveis desproporcionais, pois pode paralisar e nos impedir de agir corretamente, como por exemplo a ansiedade que nos deixa mudo nas horas impróprias, quando você quer dar sua opinião e as palavras não vêm à mente, quando precisa dar uma palestra e suas pernas travam. Muitas vezes o ansioso é aquele que fica em eterna expectativa, não sabe do que, mas parece que tem sempre algo por acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da ansiedade de desempenho a própria pessoa é crítica consigo mesmo. Muitas vezes a pessoa é perfeccionista. É o tipo de pessoa que estabelece para si mesmo padrões tão elevados que ninguém conseguiria atingir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comportamento do ansioso</h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos comportamentos mais comuns em decorrência da ansiedade é a fuga, a evitação. A pessoa foge das situações que para os outros seriam suportáveis. Sai correndo da fila do supermercado. Foge das ruas porque tem medo de pombos. Foge das festas porque não quer ficar sentindo aquele incomodo de ficar de canto com dificuldade em participar e medo de falar bobagem.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns quadros ansiosos:</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Síndrome do pânico</h2>
<p style="text-align: justify;">A síndrome do pânico pode ser o ponto máximo de ansiedade para algumas pessoas. Nesse ponto o sofrimento é físico, sente-se falta de ar, o coração dispara. Parece até que está tendo um ataque do coração. Isso tudo parece que vem do nada. Nada o aborreceu, aparentemente nada aconteceu que pudesse provocar isso tudo. Mas havia a ansiedade que explode nessa forma de pânico. A repetição destes sintomas caracterizam a Síndrome do Pânico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Fobia social</h2>
<p style="text-align: justify;">As fobias também são sintomas da ansiedade.&nbsp;Fobia social se refere ao medo intenso de ser julgado pelos outros, a pessoa fica calada o máximo que puder para não se expor e não ser observada e criticada pelos outros. O fóbico social é visto como tímido pelos amigos, mas quando a timidez provoca sofrimento estamos falando de uma ansiedade que entrou em níveis fóbicos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ansiedade de desempenho</h2>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade de desempenho se refere aquele medo que aparece só quando a pessoa tem que expor alguma competência sua, quando tiver que apresentar um trabalho, demonstrar que sabe algo. Não aprece em situações sociais, em festas costuma brincar rir à vontade, até o momento que terá demonstrar o quanto sabe algo, ou pode fazer algo bem, aí a ansiedade de desempenho parece e a pessoa trava, fica vermelha, engasga, etc.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas psicológicos de ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Inquietude, impaciência, apreensão, desanimo, insônia, sentimento de impotência, dificuldade de concentração, ira, depressão entre outros. A ansiedade promove desde a sensação de fracasso até desequilíbrio da estabilidade da conduta emocional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas físicos da ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">As reações somáticas mais comuns que acompanham a ansiedade são: tensão muscular, tremor, suor das mãos, axilas ou pés, desconforto respiratório ou no peito, às vezes chegando à dor, vertigem, dor abdominal, arrepios, vontade de evacuar ou urinar, agitação, palpitações, tonturas, náuseas, frio no estômago, constipação intestinal ou diarréia, palidez, stress, falta de ar e muitas outras.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Formas improdutivas de lidar com a ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitos se utilizam do álcool, do excesso de alimentação, renuncia ao convívio, acúmulo de responsabilidades, consumismo, compulsividade como forma de tentar lidar com a ansiedade. São comportamentos que podem indicar uma necessidade de controle da ansiedade e devem ser observados.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/ansiedade-sintomas-e-tratamento.html</p>
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		<title>Síndrome de Borderline &#8211; O que é e principais características</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-de-borderline-o-que-e-e-principais-caracteristicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 19:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome de Borderline, também conhecido por transtorno de personalidade limítrofe, é uma doença psicológica grave que provoca oscilação de humor, medo de ser abandonado pelos amigos e comportamentos impulsivos, como gastar dinheiro de forma descontrolada ou consumo exagerado de comida, por exemplo. Geralmente, os indivíduos com Síndrome de Borderline têm momentos em que estão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Síndrome de Borderline, também conhecido por transtorno de personalidade limítrofe, é uma doença psicológica grave que provoca oscilação de humor, medo de ser abandonado pelos amigos e comportamentos impulsivos, como gastar dinheiro de forma descontrolada ou consumo exagerado de comida, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, os indivíduos com Síndrome de Borderline têm momentos em que estão estáveis, que alternam com surtos psicóticos, manifestando comportamentos descontrolados. Esses sintomas começam a se manifestar na adolescência e se tornam mais frequentes no início da vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, este síndrome é confundido com doenças como esquizofrenia ou doença bipolar, porém a duração e intensidade das emoções é diferente, sendo fundamental o paciente ser avaliado por um psicólogo para saber o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas mais comuns da Síndrome de Borderline podem ser:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Alterações do humor ao longo do dia, variando entre momentos de euforia e de profunda tristeza;</li>
<li>Sentimentos de raiva, desespero e pânico;</li>
<li>Irritabilidade e ansiedade que pode provocar agressividade;</li>
<li>Medo de ser abandonado por amigos e familiares;</li>
<li>Impulsividade e dependência por jogos, gasto de dinheiro descontrolado, consumo exagerado de comida, uso de substâncias e, em alguns casos, não cumprindo regras ou leis;</li>
<li>Baixa autoestima;</li>
<li>Sensação de solidão e de vazio interior.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os portadores deste transtorno têm medo que as as emoções fujam do seu controle, demonstrando tendência para se tornarem irracionais em situações de maior estresse e criando uma grande dependência dos outros para conseguirem estar estáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos mais graves, pode ocorrer automutilação e até suicídio, devido à enorme sensação de mal-estar interior. Conheça mais detalhes sobre os sintomas em: Saiba se é síndrome de borderline.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico deste transtorno é feito através da descrição do comportamento relato pelo paciente e observadas por um psicólogo ou psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, é importante fazer exames fisiológicos, como hemograma e sorologia, para a exclusão de outras doenças, pois as suas características são semelhantes a outras doenças, como depressão ou esquizofrenia, por exemplo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Causas da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de personalidade limítrofe​ pode ocorrer devido a predisposição genética, no entanto, experiencias emocionais fortes enquanto criança, como enfrentar uma doença ou morte e situações de abuso sexual ou de negligência podem levar ao desenvolvimento desta síndrome.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tratamento da Síndrome de Borderline</h2>
<p style="text-align: justify;">Além do tratamento com remédios, é necessário manter acompanhamento psicológico para realizar psicoterapia e ajudar o individuo a controlar suas emoções negativas, como saber enfrentar momentos de maior estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.tuasaude.com/sindrome-de-borderline/</p>
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		<item>
		<title>Como lidar com a pressão diária?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-pressao-diaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 20:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É natural sofrer uma certa cobrança por parte das pessoas com quem convivemos, tanto na vida profissional quanto na pessoal, seja para cumprir o prazo de uma atividade no trabalho ou, então, para tomar decisões no relacionamento amoroso ou familiar. E, até certo ponto, essa cobrança é sadia e, muitas vezes, serve como um empurrão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É natural sofrer uma certa cobrança por parte das pessoas com quem convivemos, tanto na vida profissional quanto na pessoal, seja para cumprir o prazo de uma atividade no trabalho ou, então, para tomar decisões no relacionamento amoroso ou familiar. E, até certo ponto, essa cobrança é sadia e, muitas vezes, serve como um empurrão para nos obrigar a agir e a dar o nosso melhor. Por outro lado, quando essas cobranças, em vez de pontuais, tornam-se frequentes, e começam a acompanhar você dia sim, outro também, é bom ficar alerta. Afinal, quando a expectativa do outro o obriga a viver sempre sob altos níveis de estresse, e isso se prolonga por semanas ou até meses, é natural que a sua qualidade de vida comece a despencar, a ponto de ocasionar o aparecimento de problemas físicos e emocionais. “Sempre que vivemos uma experiência estressante, o organismo vai fazer um esforço grande para tentar voltar ao equilíbrio. Só que, nesse processo, ocorre também um conjunto de reações no corpo todo, envolvendo o físico, o psíquico e até mesmo a esfera social. Assim, a resposta que você dá à pressão psicológica também se refletirá em todos esses campos da sua vida”, explica a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).</p>
<p style="text-align: justify;">A especialista faz questão de reforçar que não é a cobrança externa o que nos adoenta, e sim o quanto nos preocupamos. Isso explica por que uma pessoa consegue conviver anos com um chefe autoritário, enquanto outra não é capaz de segurar a bronca por uma semana. Ao perceber que uma situação dessas está tirando você do sério, roubando a sua energia e prejudicando a sua capacidade de relaxar, o melhor é procurar um meio de defesa. “Pessoas frequentemente expostas a situações estressantes aumentam a produção de cortisol, um hormônio que favorece a deposição de gordura abdominal. “Esse quadro, por sua vez, eleva as chances de sofrer de problemas como a hipertensão, o diabetes, a depressão e a ansiedade”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Veja como se cuidar</h2>
<p style="text-align: justify;">A descoberta de uma doença grave, como o câncer, pode ser uma experiência traumática para algumas pessoas e levar até mesmo a uma piora do quadro. “Qualquer doença grave, incapacitante, causa sofrimento, porque remete a pessoa à sua própria finitude, a faz pensar na questão da vida e da morte, que é o conflito mais intenso com o qual o ser humano pode se deparar”, explica a psicóloga Ana Cristina Waissmann, chefe da sessão de psicologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Existem várias doenças e sintomas que um trauma psicológico pode agravar, mas o mais comum é que apareçam quadros asmáticos, de hipertensão, problemas cardíacos, doenças de pele e dores de causas desconhecidas. Também os distúrbios emocionais são frequentes, como a angústia exagerada, a ansiedade e a depressão<strong>.</strong> O choque também pode fazer com que as pessoas se isolem e se sintam solitárias.<br />
Saia dessa<strong>:</strong> Para quem está nessa situação, o mais importante é procurar uma rede de apoio, que reúna outros pacientes com aquela mesma doença, para poder dividir angústias e medos. Vale cercar-se de familiares e amigos. No mais, é interessante consultar um psicólogo, que poderá escutar todas as dores e preocupações sem julgar. “Uma pessoa que está sofrendo tanto não pode ter preconceito em procurar um profissional de saúde mental, porque esse auxílio só vai lhe fazer bem”</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://revistavivasaude.uol.com.br/bem-estar/como-lidar-com-a-pressao-diaria/503/#</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Medos e fobias,como começam e como tratá-los.</title>
		<link>https://casule.com/blog/medos-e-fobiascomo-comecam-e-como-trata-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2016 20:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno do estresse pós traumático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que caracteriza uma fobia? A fobia é um medo desproporcional ao possível dano que poderia ser causado por uma situação, animal ou elemento. A fobia é um transtorno de ansiedade e normalmente tem o objeto de medo como um depositário emocional deslocado de sua fonte original. Por exemplo, uma pessoa que tenha passado por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O que caracteriza uma fobia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A fobia é um medo desproporcional ao possível dano que poderia ser causado por uma situação, animal ou elemento.</p>
<p style="text-align: justify;">A fobia é um transtorno de ansiedade e normalmente tem o objeto de medo como um depositário emocional deslocado de sua fonte original. Por exemplo, uma pessoa que tenha passado por situações de forte angustia, esta angustia pode ter deixado marcas que de alguma forma não conseguem ser exteriorizadas nem elaboradas por esta pessoa, então a fobia surge como um caminho, desviado, de exteriorização desta angustia. A fobia então permite que esta pessoa tenha contato com sua dor, mas como foi deslocada de seu motivo original, impede que haja elaboração e superação da angustia original, tendo assim a manter-se por longos períodos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra forma de iniciar uma fobia pode ter sido uma informação errônea sobre o objeto causador de da fobia, como por exemplo um erro de interpretação de forma a considerar como muito perigoso algo que na realidade seria inócuo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como uma pessoa com fobia é diagnosticada?</h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico é concluído quando o psicólogo observa prejuízos em uma ou mais áreas da vida desta pessoa devido aos comportamentos de fuga e evitação ou sofrimento provocados pela fobia. Ou seja quando esta pessoa, portadora de fobia, estiver com sua vida limitada como por exemplo, deixa de sair de casa, sofre intensamente quando em contato com seu objeto fóbico, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como funciona o tratamento para fobia?</h2>
<p style="text-align: justify;"> A psicoterapia comportamental irá ajudar a pessoa a enfrentar o objeto de medo de forma a perceber que na realidade não há danos causados por ele. Isso normalmente é realizado de forma gradual e pode ser realizado tanto em consultório como em áreas externas. O psicólogo pode iniciar o tratamento em consultório e orientar seu paciente quanto aos procedimentos em áreas externas quando houver possibilidade de contato com o objeto que causa fobia.</p>
<p style="text-align: justify;">O enfrentamento pode ser iniciado a nível da imaginação e pensamentos e concluído com o contato real.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda parte do tratamento para fobia é a identificação do processo original de formação desta fobia, assim o psicólogo trabalhará de forma que o evento traumático original, do qual a a dor foi deslocada para o objeto fóbico,  possa ser  elaborado e superado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/fobia.html</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estresse no trabalho</title>
		<link>https://casule.com/blog/estresse-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2016 20:05:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como definir o que as pessoas chamam de “estresse”  As vezes as pessoas confundem cansaço com estresse. Quando estamos casados podemos precisar de apenas uma boa noite de sono. Mas em quadros de estresse talvez nem consigamos dormir pois existe a possibilidade de pensamentos em turbilhão que não permitem um sono regular. O estresse se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Como definir o que as pessoas chamam de “estresse”</h2>
<p style="text-align: justify;"> As vezes as pessoas confundem cansaço com estresse. Quando estamos casados podemos precisar de apenas uma boa noite de sono. Mas em quadros de estresse talvez nem consigamos dormir pois existe a possibilidade de pensamentos em turbilhão que não permitem um sono regular.</p>
<p style="text-align: justify;">O estresse se instala com o acumulo de situações desgastantes emocionalmente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A pressão do trabalho pode evoluir para alguma síndrome mais grave</h2>
<p style="text-align: justify;">A pressão no trabalho pode evoluir para o estresse  e o estresse pode evoluir para quadros ansiosos e depressivos mais significativos, como por exemplo a síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, a depressão, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quem é o culpado</h2>
<p style="text-align: justify;"><a title="psicologo" href="http://www.marisapsicologa.com.br/psicologos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a>O problema nunca é o que acontece com a pessoa, o problema sempre está no que a pessoa faz com o que acontece com ela. Há pessoas que lidam com os despostas mais terríveis mas  tem o dom de não se deixar contaminar por maus tratos e dão a volta por cima. Outras pessoas se estressam até com um simples pedido feito pelo chefe de forma totalmente tranquila. O que determina o quanto uma pessoa irá se estressar é a própria fragilidade emocional de cada um associada a sua história de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">O ambiente de trabalho pode ocasionar esses quadros de cansaço ou estresse?</h2>
<p style="text-align: justify;">O ambiente de trabalho poderá causar estresse quando ultrapassar o limite que o funcionário suporta. Como este limite é bastante pessoal o chefe nunca saberá quando será ultrapassado – apenas o próprio funcionário perceberá que seu limite está chegando. Alguns suportam uma critica por dia, outros suportam penas uma critica por semana, mas sempre tem aquele que acredita que não pode errar nunca e não suportará uma critica na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Ambientes muito competitivos também são vilões?</h2>
<p style="text-align: justify;">A competição é apenas um dos agentes estressores, podemos citar a critica, a realização de tarefas sem a percepção de sentido no que faz, a repetição mecânica de atividades, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Falta de reconhecimento</h2>
<p style="text-align: justify;"><a title="psicologo" href="http://www.marisapsicologa.com.br/psicologos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a>A falta de reconhecimento tem tudo a ver com a sensação de trabalho “à toa”, e talvez ninguém goste de realizar tarefas inúteis, sendo assim este pode ser um fator estressante.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando pode ser um exagero do funcionário?</h2>
<p style="text-align: justify;"><a title="psicologo" href="http://www.marisapsicologa.com.br/psicologos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a>Este limite é muito delicado pois há várias formas de reconhecimento e algumas podem ser muito sutis. Um chefe pode demonstrar reconhecimento solicitando mais serviço para um determinado funcionário  &#8211; pode significar confiança, mas se este funcionário não perceber assim poderá achar que está sendo explorado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Atitude competitiva</h2>
<p style="text-align: justify;">Se uma pessoa pretende realizar mais do que tem capacidade pode se estressar por exigir demais de si mesmo. Não respeitar os próprios limites e não trabalhar com prazer de realizar coisas boas podem levar ao estresse.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Paixão do funcionário com os valores da empresa ajuda?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não acredito que a paixão seja o ideal, a paixão também pode estressar. Considero produtivo ter empolgação – é um sentimento menos intenso que a paixão e por isso mesmo pode ser  mais duradoura e harmoniosa. Sentir-se empolgado pelo que faz, pelo que pode fazer pode ser fundamental para realizar muitas coisas sem estresse.</p>
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<h3 style="text-align: justify;">Problemas pessoais também podem aumentar o estresse no trabalho</h3>
<p style="text-align: justify;">O estresse é pessoal, o trabalho pode ser apenas um dos fatores.</p>
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<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/estresse-no-trabalho.html</p>
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