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	<title>transtorno de personalidade borderline - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno de personalidade borderline - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Automutilação.</title>
		<link>https://casule.com/blog/automutilacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2016 21:01:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Automutilação é um comportamento agressivo, mesmo em algumas situações onde as pessoas fiquem &#8220;distraidamente&#8221; cutucando sua própria pele a ponto de sangrar e digam que não perceberam o que estavam fazendo pode ser que este ato seja um reflexo de conteúdos internos mais significativos. Algumas pessoas se cortam intencionalmente, usam laminas e estiletes e podem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Automutilação é um comportamento agressivo, mesmo em algumas situações onde as pessoas fiquem &#8220;distraidamente&#8221; cutucando sua própria pele a ponto de sangrar e digam que não perceberam o que estavam fazendo pode ser que este ato seja um reflexo de conteúdos internos mais significativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas se cortam intencionalmente, usam laminas e estiletes e podem até sentir um certo prazer em ver a própria pele aberta e sangrando.</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro clínico mais comum onde a automutilaçãoaparece é o Transtorno de Personalidade Borderline. O borderline faz parte de um quadro de transtorno de personalidade, isso significa que dificilmente tenha adquirido o transtorno devido à traumas de infância, mas é possível que situações fortes e traumáticas, como abandono ou rejeição, tenham fragilizado ainda mais, mas o transtorno de personalidade faz parte desta pessoa independente de sua vivências.
</p>
<p style="text-align: justify;">A auto agressão, associada ou não ao Transtorno Borderline, pode estar demonstrando uma raiva muito intensa e contida. Esta raiva pode ter ou não razões lógicas, ou seja, é possível que esta pessoa considere que foi magoada por pessoas e situações mas em uma análise mais apurada é possível averiguar  que não foram cruéis de verdade, como por exemplo ter esperado demais por um amigo que marcou encontro e teve que se atrasar mas ainda assim ligou para avisar.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras vezes a automutilação pode vir da sensação de autopunição. Muitos se considerem terrivelmente maus e merecedores de dor e marcas na pele. O incrível é que nem sempre esta pessoa causou danos proporcionais à mutilação que impõe a si mesmo, chegam a terpensamentos de terem sidos filhos muito maus porque deram trabalho aos seus pais, porque choraram à noite quando bebês, etc.
</p>
<p style="text-align: justify;">O que também é possível de ocorrer é a automutilação pela impossibilidade de agredir a outra pessoa que seria o objeto de ódio. Talvez por medo da retaliação ou por perceber, mesmo que inconscientemente, que a esta pessoa não mereça ser punida ainda assim não consegue se livrar do impulso da agressão e volta para si mesmo o comportamentoautomutilador.</p>
<p>Por ultimo temos a possibilidade de que a pessoa que mutila seu próprio corpo estejatentando sentir &#8220;algo&#8221;. Esta pessoa pode ter tamanha dificuldade em entrar em contato com seus sentimentos que não percebe qualquer sensibilidade em si mesmo, e na tentativa desesperada de sentir, machuca seu corpo.</p>
<p>Em todos estes casos estamos diante de alguém que precisa e merece ser atendido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://blog.opsicologo.com.br/2011/06/automutilacao.html</p>
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		<title>Autofobia – medo de ser deixado(a)</title>
		<link>https://casule.com/blog/autofobia-medo-de-ser-deixada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 20:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de personalidade borderline]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos indivíduos procuram terapia por causa do medo do abandono (autofobia) e questões relacionadas a ele. O medo do abandono é uma fobia caracterizada por extrema dependência dos outros. Ela é comumente vista em adultos e crianças que também são diagnosticadas com transtornos de personalidade borderline. Essas pessoas vivem no medo constante de que seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitos indivíduos procuram terapia por causa do medo do abandono (<em>autofobia</em>) e questões relacionadas a ele. O medo do abandono é uma fobia caracterizada por extrema dependência dos outros. Ela é comumente vista em adultos e crianças que também são diagnosticadas com <em>transtornos de personalidade borderline</em>. Essas pessoas vivem no medo constante de que seu “mundo entrará em colapso” se seus protetores ou entes queridos abandoná-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo do abandono pode levar a diferentes problemas que podem causar danos tanto para o doente como para seus entes queridos. Muitas vezes, a autofobia tende a ameaçar ou sabotar suas relações com declarações como “Eu vou deixá-lo antes de me deixar” ou “Você ama eles mais do que eu” ou “Você nunca me amou” e assim por diante. Esta fobia também pode levar a violência doméstica: quebrar ou destruir propriedade ou até mesmo a ferir fisicamente outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Causas da autofobia</h2>
<p style="text-align: justify;"><span class="goog-text-highlight">Os médicos acreditam que, na maioria dos casos, o medo do abandono (fobia) decorre de traumas de infância quando um pai ou responsável se vai, decorrente de um divórcio (ou morte).</span>Mesmo na idade adulta, o doente continua a acreditar e temer que cada pessoa significativa em sua vida vai abandoná-lo de uma forma similar. Assim, a <em>autofobia</em> decorre de comportamento aprendido com as experiências da infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Abandono na infância pode ser físico, emocional ou financeiro. Tudo isso pode ser traumático para a criança. Morte de um pai ou mãe dá origem a vários sentimentos avassaladores seguidos por dificuldades financeiras, mudança de estilo de vida, mudança de casa etc. Isso aprofunda o trauma ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, o medo do abandono pode surgir subitamente na idade adulta, quando se está financeiramente ou emocionalmente dependente de outro adulto, que morre ou se vai, levando à perda significativa de apoio financeiro e emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos com deficiência adrenal ou aqueles com uma tendência geral no sentido de ser excessivamente ansiosos ou ‘tensos’ também são mais propensos a sofrer de tal fobia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os sintomas do medo do abandono (fobia)</h2>
<p style="text-align: justify;">Autofobia varia em grau e intensidade levando a diferentes níveis de sintomas. Os principais sintomas do medo de ser abandonado são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Raiva</li>
<li>Ciúme</li>
<li>apreensão</li>
<li>Evitar a intimidade ou relacionamentos</li>
<li>Depressão</li>
<li>Ansiedade e ataque de pânico</li>
<li>sintomas como agitação, tremores, náuseas, dores de cabeça, desconforto gastrointestinal, aumento da freqüência cardíaca, respiração rasa ou rápida com a ideia de ser deixado sozinho.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Estes efeitos psicológicos são vistos em todos os aspectos da vida do doente a um ponto em que podem impactar suas relações sociais, profissionais e íntimas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Um cônjuge constantemente suspeita que seu / sua parceiro (a) tem um caso.</li>
<li>Um pai autofóbico não permite que seu filho forme relacionamentos íntimos.</li>
<li>Um parceiro constantemente envia mensagens / chamadas ou textos para outro.</li>
<li>Atende ligações no celular de outra pessoa ou outras coisas onde não é convidado.</li>
<li>Persegue ex-cônjuge depois de um divórcio.</li>
<li></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Autofobia – tratamento / Como vencer o medo do abandono</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma grande parte do tratamento para autofobia está em desenvolver amor próprio e confiança nas habilidades individuais. É preciso também discutir de antemão todas as nossas necessidades antes de formar relacionamentos íntimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrar um ‘porto seguro e calmo” é uma técnica recomendada para superar esta fobia. Este é melhor feito através da visualização positiva e afirmações, bem como a meditação e outras técnicas mente-corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Família ou entes queridos de pessoas que sofrem de autofobia também desempenham um papel importante na terapia. Familiares precisam ser firmes e não ceder às exigências dos fóbicos, especialmente aquelas que não são saudáveis ​​para eles. Se a pessoa se sente fisicamente ameaçada pelo indivíduo, é melhor ficar longe e obter ajuda da polícia. Discutir com essa pessoa pode piorar as coisas e não levar a nenhum resultadopositivo.</p>
<p style="text-align: justify;">A hipnoterapia é uma terapia testada e comprovada para o tratamento da autofobia. Ela busca a raiz do problema e ajuda a reprogramar os pensamentos subconscientes para ajudar a dissipar e curar o medo do abandono.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://psicoativo.com/2015/12/autofobia-medo-do-abandono-sintomas-causas-tratamentos.html</p>
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		<title>Transtorno de Personalidade Borderline, o limite das emoções!</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-personalidade-borderline-o-limite-das-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 15:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#psicologia #jf #casulepsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade borderline]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Amar ou odiar demais as pessoas ao redor, viver sob constante medo de ser abandonado e construir e destruir relações sociais com facilidade são algumas características de pessoas que vivem constantemente nos limites das emoções. O Transtorno de Personalidade Borderline, também conhecido como Transtorno de Personalidade Emocionalmente Instável, acomete cerca de 3% da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Amar ou odiar demais as pessoas ao redor, viver sob constante medo de ser abandonado e construir e destruir relações sociais com facilidade são algumas características de pessoas que vivem constantemente nos limites das emoções.</p>
<p style="text-align: justify;">O Transtorno de Personalidade Borderline, também conhecido como Transtorno de Personalidade Emocionalmente Instável, acomete cerca de 3% da população nacional, sendo mais frequente em mulheres, que representam 80% do total de pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre desse transtorno de personalidade sofre e causa danos a quem está ao redor, uma vez que são pessoas que apresentam padrão instável e intenso nas relações pessoais. As principais características são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sentimentos exacerbados</strong>: amam ou odeiam demais as pessoas que estão ao redor, o que causa desconforto e desgaste emocional ao paciente e às pessoas que o rodeiam;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Medos</strong>: as pessoas que sofrem com o Transtorno de Personalidade Borderline são assombradas com o medo do abandono e fazem esforços intensos para evitar que o fato ocorra. Por exemplo: um familiar, amigo ou cônjuge que precisa se ausentar para uma viagem de trabalho pode ser interpretado pela pessoa como uma tentativa de abandono.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impulsividade</strong>: atitudes impensadas são comuns nos pacientes que sempre se arrependem posteriormente ao ato. Frequentemente colocam-se em situações de risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Compulsividade</strong>: compulsões para compras, uso de álcool e drogas, direção perigosa e sexo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atenção</strong>: a necessidade de ser o centro das atenções é constante e a ideia de serem deixados de lado pode provocar reações exageradas como ameaças, chantagens e até mesmo tentativas de suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Automutilação</strong>: há pacientes que são autodestrutivos e podem se automutilar com cortes em membros superiores com a intenção de se matar, aliviar o sofrimento mental, manipular situações ou até mesmo para sentir prazer com a dor.</p>
<p style="text-align: justify;">O Transtorno de Personalidade Emocionalmente Instável muitas vezes é confundido com o Transtorno Bipolar, pois a pessoa é extremamente reativa a fatores externos, ficando feliz, triste ou irritada dependendo do ambiente, porém, diferentemente do paciente bipolar, a variação de humor do Borderline é fugaz e em reação a um evento bom ou ruim.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento para o transtorno é medicamentoso e psicoterápico, ou seja, é indispensável a associação da medicação para controlar as compulsões, impulsões, oscilações de humor em conjunto com a psicoterapia para trabalhar o funcionamento psíquico do paciente e entender a fundo os medos e desenvolver um melhor autocontrole.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante é a estruturação emocional da família para lidar com o transtorno, uma vez que o Borderline causa danos à pessoa e aos que estão ao redor. O apoio de um terapeuta familiar é importante para direcionar como ser claro nos limites sem passar agressividade e raiva, pois isso tende a piorar o quadro do paciente, como não passar informações contraditórias e como desenvolver um controle maior, pois os pacientes tendem a levar os familiares ao limite emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">A patologia precisa ser encarada com seriedade, pois as tentativas de suicídio são frequentes nesses pacientes e cerca de 10% deles realmente efetivam o suicídio, pelo fato de se sentirem desafiados pelos familiares e amigos que menosprezam as inquietações psicológicas.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que sofrem com esse transtorno de personalidade são muito suscetíveis às emoções, amam demais e sufocam os que estão ao redor, odeiam demais, prejudicando as relações pessoais, têm medo de serem largadas, oscilam de humor constantemente, desenvolvem compulsões que causam danos à saúde e por fim o que elas precisam é de tratamento adequado, de pessoas bem orientadas e carinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Doenças psiquiátricas precisam ser levadas a sério, pois elas envolvem questões complexas como a dinâmica familiar e a vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.dm.com.br/revista/2014/11/transtorno-de-personalidade-borderline-o-limite-das-emocoes.html</p>
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