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	<title>transtorno de déficit de atenção e hiperatividade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>transtorno de déficit de atenção e hiperatividade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>O funcionamento do TDAH em adultos</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/funcionamento-do-tdah-em-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 15:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[tdah adulto]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, conhecido como TDAH, é um transtorno do neurodesenvolvimento que apresenta como característica essencial um padrão persistente de desatenção, desorganização e/ou hiperatividade-impulsividade, o qual costuma persistir na vida adulta resultando no comprometimento do funcionamento social, acadêmico e profissional.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/08/O-funcionamento-do-TDAH-em-adultos.mp3"></audio><figcaption>  Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo. </figcaption></figure>



<p>O Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, conhecido como TDAH, é um transtorno do neurodesenvolvimento que apresenta como característica essencial um padrão persistente de desatenção, desorganização e/ou hiperatividade-impulsividade, o qual costuma persistir na vida adulta resultando no comprometimento do funcionamento social, acadêmico e profissional.</p>



<p>Indivíduos com TDAH comumente apresentam baixa inibição, baixo autocontrole e “alterações” em relação às funções executivas, sendo esses três aspectos correlacionados entre si. Por exemplo, a baixa inibição caracteriza-se pela dificuldade em “parar para pensar” no comportamento que está prestes a realizar, como agir com impulsividade ao falar e fazer algo “sem pensar”.</p>



<p>O baixo autocontrole, pode se manifestar através de um comportamento de fuga, como não conseguir terminar uma tarefa por se sentir entediado ou impaciente com facilidade, assumir compromissos sem ter ouvido com atenção e pensado nas possibilidades de realizar ou não. E por fim, as funções executivas, que são habilidades mentais que utilizamos diariamente para nos autodirecionar, envolvendo aspectos da memória, planejamento, controle emocional e inibição.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, o indivíduo que tem TDAH pode apresentar dificuldades como a noção de tempo e esquecimento de tarefas, o que desencadeia um sentimento de frustração constante. Devido à dificuldade de autorregulação, em diversas situações por reagirem de forma automática e imediata, acabam sendo rotulados como pessoas agressivas, inconsequentes ou imaturas, por exemplo.</p>



<p>É fundamental promover estratégias que possam promover o autocontrole e a capacidade de direcionar de forma mais funcional suas ações, permitindo minimizar a impulsividade e suas consequências. Desenvolver habilidades que permitem parar e avaliar as opções para reagir às situações, proporciona tomada de decisões mais adequadas, sendo possível também estabelecer planejamentos e organização, minimizando o sentimento de frustração citado anteriormente. </p>



<p>O TDAH tem tratamento! Por isso, busque o auxílio de um profissional Psicólogo e/ou Psiquiatra. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



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		<title>Dificuldade ou transtorno de aprendizagem?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/dificuldade-ou-transtorno-de-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2017 22:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[deficiências intelectuais]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho escolar]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldades]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos de aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos do espectro autista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A confusão entre dificuldades e transtornos de aprendizagem é frequente. Porém, uma análise mais estruturada é fundamental, alterando formas de intervenção e prognóstico do caso O desempenho escolar é uma preocupação constante para os pais, professores e alunos, uma vez que, além do crescimento acadêmico, está em jogo também a auto estima, planejamento do futuro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A confusão entre dificuldades e transtornos de aprendizagem é frequente. Porém, uma análise mais estruturada é fundamental, alterando formas de intervenção e prognóstico do caso</p>
<p>O desempenho escolar é uma preocupação constante para os pais, professores e alunos, uma vez que, além do crescimento acadêmico, está em jogo também a auto estima, planejamento do futuro e relações sociais do estudante. Esse processo nem sempre é fácil, e muitas vezes pode apresentar-se comprometido, seja por dificuldades ou pelos transtornos de aprendizagem.</p>
<p>Entender qual é a limitação presente na aprendizagem prejudicada é fundamental para a escolha da melhor intervenção e, consequentemente, para melhores resultados. Mas como diferenciar dificuldades na aprendizagem de transtornos de aprendizagem?</p>
<p>As dificuldades de aprendizagem englobam um variado grupo de problemas que podem alterar as possibilidades do aluno aprender, nem sempre relacionada com sua condição neurológica. Nesses casos, tais interferências partem de questões que podem incluir fatores familiares, fatores da própria escola ou fatores particulares do aluno. Esses últimos tratam-se de: problemas físicos (alterações visuais, auditivas, etc.), condições de saúde (doenças crônicas, hipotireoidismo, anemia, etc.) ou mesmo problemas psicológicos (baixa motivação, ansiedade social, insegurança, etc.).</p>
<p>O desempenho escolar pode sofrer interferência de quadros psicopatológicos, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtornos do espectro autista (TEA), deficiências intelectuais (DIs), transtornos de ansiedade, transtorno opositivo desafiador (TOD), dentre outros. São ainda fatores do aluno que podem comprometer os estudos: seu ciclo do sono, seus hábitos de estudos, uso de drogas, etc. Já os fatores referentes à família, que afetam a aprendizagem da pessoa, são: estressores no ambiente familiar, hábitos de leitura, condição socioeconômica, etc. E devem ser considerados ainda os fatores da escola, como: condição pedagógica, material didático, número de alunos por turma, condição do corpo docente, etc.</p>
<p>Já os transtornos de aprendizagem pressupõem alterações neurológicas nos circuitos cerebrais específicos de aprendizagem, dificultando habilidades como a escrita, leitura ou raciocínio lógico-matemático. São exemplos a dislexia e discalculia. Eles se apresentam desde estágios iniciais da alfabetização e não dependem de fatores externos para comprometer o desenvolvimento escolar. Nos transtornos de aprendizagem, a pessoa apresenta como sintoma a leitura de palavras de forma imprecisa ou lenta e com esforço, dificuldade para compreender o sentido do que é lido, dificuldades para ortografar, comprometimentos na expressão escrita, dificuldade para dominar o senso numérico e dificuldades no raciocínio.</p>
<p>Sendo assim, a principal diferença entre eles está no fato de dificuldades de aprendizagem estarem condicionadas a fatores externos, que interferem no desempenho na escola, enquanto os transtornos de aprendizagem são alterações neurológicas que afetam áreas especificas relacionadas à aprendizagem. &nbsp;As avaliações neuropsicológicas são muito importantes no mapeamento desses comprometimentos e na diferenciação entre as dificuldades e os transtornos de aprendizagem</p>
<p>As dificuldades de aprendizagem necessitam de intervenções que buscam trabalhar os fatores desencadeantes e, se realizadas satisfatoriamente, a dificuldade diminui de modo significativo. Já as intervenções para os transtornos de aprendizagem são realizadas diretamente nas habilidades nas quais o aluno tem dificuldade, usando estratégias e métodos de ensino que ajudem na compensação das limitações decorrentes do transtorno.</p>
<p>A busca pela avaliação e ajuda adequada para cada caso pode ser o fator crucial para diminuir o comprometimento na área e evitar perdas mais significativas a longo prazo. Todos os aspectos (cognitivos, sociais, ambientais e psicológicos) devem ser levados em consideração e trabalhados para um melhor desenvolvimento do aluno. Profissionais de diferentes áreas, como neuropsicologia, psicologia, fonoaudiologia e psicopedagogia, em um trabalho interdisciplinar, são considerados as melhores indicações para casos de atrasos no desempenho escolar.</p>
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		<item>
		<title>Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama (Enurese)</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-ate-quando-e-normal-crianca-fazer-xixi-na-cama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 20:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional]]></category>
		<category><![CDATA[enurese]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças com mais de 3 anos de idade, geralmente, já não fazem xixi na cama, mas é normal que a criança ainda faça xixi na cama em algumas noites até por volta dos 5 anos. A partir daí a criança deve ser capaz de identificar a vontade de ir no banheiro de dia e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As crianças com mais de 3 anos de idade, geralmente, já não fazem xixi na cama, mas é normal que a criança ainda faça xixi na cama em algumas noites até por volta dos 5 anos. A partir daí a criança deve ser capaz de identificar a vontade de ir no banheiro de dia e de noite e não molhar mais a cama.</p>



<p>A partir dos 3 anos de idade, os pais devem ficar atentos se a criança é capaz de segurar o xixi durante o dia e também durante a noite, se certificando que ela não fez xixi na cama sempre que ela acordar de manhã.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando se preocupar</h2>



<p>Pode ser motivo de preocupação se a criança já tem mais de 3 anos e segura bem o xixi durante o dia, mas ainda faz xixi na cama todas as noites ou mais de 2 vezes por semana. Nesse caso, o pediatra deve ser avisado porque estes diversas causas para isto acontecer.</p>



<p>Uma causa comum é a criança tomar muitos líquidos a partir das 18 horas e não fazer xixi antes de ir para cama, uma outra causa comum é a criança estar ansiosa, com medo e não querer sair da cama para ir ao banheiro, mas por vezes, o xixi na cama pode ser causado por uma situação chamada enurese noturna, um tipo de incontinência urinária infantil.</p>



<p>A criança não deve ser culpada por fazer xixi na cama, porém a enurese necessita de tratamento específico, que pode incluir treino da urina, uso de pijama especial ou até mesmo, uso de medicamentos indicados pelo pediatra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da enurese</h2>



<p>Qualquer criança até aos 8 anos pode fazer xixi na cama durante a noite se beber muita água depois do jantar ou não ir no banheiro antes de dormir, porém esta situação deve ser rara e tem que estar associada a estes fatores.</p>



<p>Se a criança fizer xixi na cama frequentemente, as causas podem estar relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Atraso no crescimento</strong> &#8211; crianças que começam a andar depois dos 18 meses, que não controlam as fezes ou têm dificuldade para falar, têm maior chance de não controlar a urina antes dos 5 anos;</li><li><strong>Problemas mentais </strong>&#8211; crianças com doenças psiquiátricas como esquizofrenia ou problemas como hiperatividade ou défice de atenção, tem menos capacidade de controlar a urina a noite;</li><li><strong>Estresse</strong> &#8211; situações como separação dos pais, brigas, nascimento de irmão podem dificultar o controlo da urina durante a noite;</li><li><strong>Diabetes</strong> &#8211; a dificuldade de controlar a urina pode estar associada a muita sede e fome, perda de peso e alteração da visão, que são alguns dos sintomas da diabetes.</li></ul>



<p>Existem 2 tipos diferentes da doença: a enurese primária ocorre quando a criança sempre precisou de fraldas para não fazer xixi na cama, e a enurese secundária ocorre quando por algum motivo, depois da criança ser capaz de controlar bem o xixi durante a noite, volta a fazer xixi na cama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como identificar a enurese</h2>



<p>Os pais podem desconfiar quando a criança já completou 5 anos e ainda faz xixi na cama ou quando ele volta a fazer xixi na cama, após passar mais de 6 meses de controle da urina. Mas para o diagnostico de enurese é preciso ir no médico para fazer alguns exames, como exame de urina, ultra-sonografia na bexiga e, em alguns casos, realizar um exame urodinâmico para estudar o armazenamento, transporte e esvaziamento da urina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6 passos para ajudar a criança a não fazer xixi na cama</h2>



<p>O tratamento da enurese noturna é muito importante e deve ser iniciado assim que possível, principalmente entre os 6 e 8 anos de idade, para evitar problemas como isolamento social, conflitos com os pais, situações de bullying e diminuição da autoestima, por exemplo. Assim, algumas técnicas que podem ajudar a curar a enurese incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Manter o reforço positivo</h3>



<p>A criança deve ser premiada nas noites secas, que são aquelas em que é capaz de não fazer xixi na cama, recebendo abraços, beijos ou estrelinhas, por exemplo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/pr/em/premiacao-por-nao-fazer-xixi-na-cama-3-3-640-427.jpg" alt=""/><figcaption>Premiação por não fazer xixi na cama</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">2. Treinar o controle da urina</h3>



<p>Esse treino deve ser feito 1 vez por semana, para treinar a capacidade de identificar a sensação de bexiga cheia. Para isso a criança deve tomar, pelo menos, 3 copos de água e controlar a vontade de urinar durante pelo menos 3 minutos. Se ela aguentar, na próxima semana deve aguentar 6 minutos e na semana seguinte, 9 minutos. O objetivo é que ela seja capaz de ficar sem fazer xixi durante 45 minutos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/tr/ei/treino-de-controle-da-urina-2-2-640-427.jpg" alt=""/><figcaption>Treino de controle da urina</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">3. Acordar a noite para fazer xixi</h3>



<p>Acordar a criança pelo menos 2 vezes por noite para fazer xixi é uma boa estratégia para que ela aprenda a segurar bem o xixi. Pode ser útil fazer xixi antes de ir para cama e colocar um alarme para despertar 3 horas depois de deitar. Ao acordar, deve-se ir imediatamente fazer xixi. Se a criança dormir mais de 6 horas, programe o despertador para cada 3 horas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/ac/or/acordar-a-noite-para-fazer-xixi-1-1-640-427.jpg" alt="Acordar a noite para fazer xixi" title="Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama"/><figcaption>Acordar a noite para fazer xixi</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tomar remédios indicados pelo pediatra</h3>



<p>O pediatra pode recomendar o uso de medicamentos, como Desmopressina, para reduzir a produção de urina durante a noite ou a toma de antidepressivos como Imipramina, principalmente em caso de hiperatividade ou défice de atenção ou anticolinérgicos, como Oxibutinina, se houver necessidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Usar sensor no pijama</h3>



<p>Pode-se aplicar alarme no pijama, que emite um som quando a criança faz xixi no pijama, o que faz a criança acordar porque o sensor detecta a presença de xixi no pijama.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/us/ar/usar-um-sensor-de-urina-4-4-640-427.jpg" alt="Usar um sensor de urina" title="Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama"/><figcaption>Usar um sensor de urina</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">6. Realizar terapia motivacional</h3>



<p>A terapia motivacional deve ser indicada pelo psicólogo e uma das técnicas é pedir à criança para trocar e lavar o pijama e roupas de cama sempre que fizer xixi na cama, para aumentar sua responsabilidade.</p>



<p>Normalmente, o tratamento dura entre 1 a 3 meses e exige o uso de várias técnicas ao mesmo tempo, sendo muito importante a colaboração dos pais para que a criança aprender a não fazer xixi na cama.</p>



<p>FONTE:http://www.tuasaude.com/enurese-xixi-na-cama/</p>
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		<title>Você é uma pessoa inquieta?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-e-uma-pessoa-inquieta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 20:44:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seus pensamentos não param nem por um instante. Você não consegue ficar parado por muito tempo em um só lugar. Isso tem atrapalhado sua rotina no trabalho, no convívio com a família e até mesmo na hora de dormir? Você pode estar sofrendo de uma crise de ansiedade, um distúrbio psíquico ou somente tem muita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Seus pensamentos não param nem por um instante. Você não consegue ficar parado por muito tempo em um só lugar. Isso tem atrapalhado sua rotina no trabalho, no convívio com a família e até mesmo na hora de dormir? Você pode estar sofrendo de uma crise de ansiedade, um distúrbio psíquico ou somente tem muita energia para gastar.</p>
<p style="text-align: justify;">As cobranças e as responsabilidades do dia-a-dia estão deixando cada vez mais pessoas inquietas. Como saber quando a inquietação está atrapalhando a sua vida? Leia este artigo até o final, saiba alguns motivos que podem estar causando este incômodo e descubra como a psicologia pode corrigir este comportamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Identificando um problema</h2>
<p style="text-align: justify;">Como saber se a sua inquietação é apenas passageira, devida a uma preocupação momentânea, ou se ela já é considerada um distúrbio psíquico? Preste bem atenção à sua rotina. Veja se você consegue se concentrar no seu trabalho, em uma conversa longa, ou até mesmo em tarefas básicas, como dirigir.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a sua inquietação está atrapalhando estas atividades ou até mesmo outras mais simples, de forma a causar prejuízos, como falta de rendimento no trabalho ou insônia por muitos dias, você precisa procurar o quanto antes a ajuda de um psicólogo, pois a situação pode se agravar, prejudicando ainda mais o seu bem-estar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Causas da inquietação</h2>
<p style="text-align: justify;">São diversos os fatores que podem causar a inquietação, desde transtornos psíquicos, como ansiedade, bipolaridade, TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), Alzheimer, depressão, esquizofrenia até alguma mudança de hábito ou ingestão de alguma substância no organismo, como o ato de parar de fumar, alcoolismo, excesso de cafeína, uso de alguns medicamentos, drogas, energia acumulada devido à alimentação, dentre muitos outros fatores.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cuidados</h2>
<p style="text-align: justify;">É necessário descobrir o mais cedo possível as causas da inquietação, pois este comportamento pode desencadear complicações mais graves, que possam afetar sua vida de muitas formas negativas, como perda de emprego, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto você não dá inicio ao tratamento, pode fazer algumas coisas para diminuir a sua inquietação de noite, por exemplo, como deixar o seu ambiente mais calmo, com iluminação adequada e até mesmo com um som ambiente. Procure se acalmar antes de dormir, para que tenha uma boa noite de sono.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como um psicólogo pode ajudar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Através de um questionário, o psicólogo vai avaliar os seus hábitos cotidianos e, com as suas respostas e do seu comportamento, ele vai identificar se você possui um transtorno ou é somente uma má fase.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desta avaliação, o psicólogo vai dar para você ferramentas que vão ajudar a ter controle sobre esta inquietação sempre que ela estiver te prejudicando de alguma maneira, o que vai gerar muito mais produtividade e um melhor relacionamento com as pessoas ao seu redor.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a causa de sua inquietação ser descoberta, é imprescindível que o tratamento seja seguido à risca, para que você tenha uma melhor qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento psicológico pode trazer muitos resultados positivos no tratamento de pessoas inquietas, dando para elas um maior autocontrole e deixando-as mais calmas e produtivas.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/ansiedade/voce-e-uma-pessoa-inquieta/</p>
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		<item>
		<title>Psicologia infantil!</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia-infantil-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 19:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando levar seu filho a um psicólogo infantil Muitas vezes não entendemos nossas crianças mas percebemos  que pode haver algo errado com elas. Algumas vezes você pergunta o que ela tem e ela diz que não é nada, olha para baixo, sai correndo ou simplesmente fica olhando para você sem dizer uma só palavra. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Quando levar seu filho a um psicólogo infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes não entendemos nossas crianças mas percebemos  que pode haver algo errado com elas. Algumas vezes você pergunta o que ela tem e ela diz que não é nada, olha para baixo, sai correndo ou simplesmente fica olhando para você sem dizer uma só palavra. Isso pode te apavorar, você pode se sentir a pior mãe do mundo, pois afinal de contas você imagina que deveria conseguir ajudar seu filho em todos os momentos sobre todas as questões. Mas não é bem assim, criança não vem com manual de instruções e sua forma de comunicar que algo não está bem pode ser diferente da forma que os adultos entendem – mesmo porque a maioria das vezes a própria criança não sabe o que está errado, mas sente um desconforto que não compreende.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse desconforto pode vir do fato de estar sendo agredida por outras crianças na escola, ou a professora a está ignorando na sala de aula, pode haver algum adulto molestando-a, ela pode ser mais sensível e insegura que a maioria e sentir muita falta da mãe mesmo se distanciando por períodos curtos, ela pode estar se sentindo negligenciada em casa mesmo e você não percebe pois a considera tão “boazinha”  e fica feliz por ela brincar horas sozinha. Enfim, a lista das possibilidades do que pode estar acontecendo são enormes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quais comportamentos são indicadores na necessidade de terapia infantil (psicologia infantil)</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As possibilidades são muitas, seguem alguns exemplos:</p>
<p style="text-align: justify;">Recusar-se a ir a escola repentinamente</p>
<p style="text-align: justify;">Chorar em demasia</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade em acompanhar o que dado na escola</p>
<p style="text-align: justify;">Excesso de necessidade de contato com a mãe ou pai</p>
<p style="text-align: justify;">Recusa em estar próximo de uma pessoa específica</p>
<p style="text-align: justify;">Comportamentos agressivos repentinos</p>
<p style="text-align: justify;">Demora em falar ou andar</p>
<p style="text-align: justify;">Xixi na cama</p>
<p style="text-align: justify;">Pesadelos</p>
<p style="text-align: justify;">Pedidos frequentes para dormir com os pais</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Os pais precisam aprender a psicologia infantil?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Creio que alguns pais ficam angustiados com a ideia se serem psicólogos perfeitos de seus filhos, mas pode ser que a compreensão do que se aplica a seu filho já pode ajudar. O universo infantil é extenso e complexo, cada caso é um caso totalmente diferente do outro. O que deu certo com o filho do vizinho não significa que dará com o seu. Os sintomas que o coleguinha apresentou pode ter sido originado por problemas muito diferentes do que o seu filho está passando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como a psicologia infantil ajuda a criança</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O psicólogo infantil, além de sua vocação para lidar com crianças,  trabalha no sentido de  oferecer um ambiente onde ela se sinta segura e acolhida. A forma de falar, o tom, as palavras que ele usa são todas elaboradas para criar um ambiente de confiança onde a informação sobre o que se passa com a criança seja colhida da melhor forma possível. Por exemplo, se você perguntar se ele está chorando porque o coleguinha bateu nele é possível que ele responda que sim, mesmo que não seja esse o motivo, pois se alguma vez algum coleguinha já deu algo parecido com tapinha e, ao ouvir esta pergunta, ele poderá lembrar deste episódio e pode responderá que chora devido ao coleguinha, mesmo que este tapinha não tenha a nada a ver com o choro atual.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicologia infantil poderá  ajudar esta criança a se restabelecer de forma mais saudável e também poderá orientar os pais para a continuação do processo de melhora em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/psicologia-infantil.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual seu tipo de impulsividade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/qual-seu-tipo-de-impulsividade-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2016 19:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[esquizofrenia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedae]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem nunca agiu sem pensar (ao menos uma vez na vida) que atire a primeira pedra. &#8220;A impulsividade é frequente e se caracteriza pela tendência para se agir explosivamente, sem refletir e sem considerar as consequências. Ela causa uma descarga de adrenalina que pode provocar sudorese, tremores e taquicardia, além de culpa e arrependimento logo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Quem nunca agiu sem pensar (ao menos uma vez na vida) que atire a primeira pedra.</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p>&#8220;A impulsividade é frequente e se caracteriza pela tendência para se agir explosivamente, sem refletir e sem considerar as consequências. Ela causa uma descarga de adrenalina que pode provocar sudorese, tremores e taquicardia, além de culpa e arrependimento logo após a atitude&#8221;, diz a psicóloga Josiane Candido Porto de Melo. No entanto, é bom saber que é possível lidar com essa bomba-relógio que mora dentro de você.</p>
<p>&#8220;Se bem direcionada, a impulsividade pode até ser benéfica e funcionar como uma força que leva adiante, que impulsiona&#8221;, afirma a especialista. Por isso, é importante saber lidar e controlar atitudes impulsivas. Quer ver como.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong>Pode ser doença.</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p>A impulsividade pode estar associada a transtornos mais sérios, como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), depressão, esquizofrenia e transtorno bipolar. Mas como saber se é o caso? Avaliando as consequências das suas atitudes. &#8220;A impulsividade pode ser sintoma de uma doença quando interfere no cotidiano e prejudica a vida da pessoa&#8221;, ressalta Josiane. Se elas resultam em situações mais sérias, como separações, agressividade, infrações ou dívidas impagáveis, é hora de buscar ajuda.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong>Qual é seu tipo de impulsividade e como lidar com ela?</strong></h2>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong>Vê um bolo e Acaba com a dieta em segundos</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p>Ninguém pode mandar a dieta ladeira abaixo por puro impulso. Mas dá, SIM, pra resistir ao se deparar com a apetitosa coxinha de padaria ou o bolo de brigadeiro. Como? Substitua o prazer de comer por algum outro, como ler, encontrar com o namorado, ouvir música, entrar na internet, sair com as amigas. Você precisa tirar o foco da comida! E, claro, saia de perto da tentação!</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong>Perde a cabeça nas compras</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p>Há uma técnica simples e eficaz para quem se descontrola ao entrar numa loja e compra o que não precisa. &#8220;Pergunte a si mesma: Estou precisando disso? Tenho como pagar pelo produto? Elas fazem você refletir antes da compra&#8221;, ensina a psicóloga. E evite lugares propícios a gastos se estiver emocionalmente abalada.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong>Decide sem pensar e não se planeja</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p>&#8220;Tô dentro!&#8221; é uma frase típica de pessoas impulsivas. Mas tomar decisões precipitadas, com base na emoção, impede você de realizar projetos a longo prazo. Evite isso criando cronogramas com objetivos e datas para cumpri-los. Pregue essa folha na geladeira para inspirá-la a seguir em frente. &#8220;Para concretizar planos futuros, reflita antes de agir&#8221;, ensina a especialista.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong>Explode no trabalho</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p>Se você estoura ao levar bronca do chefe, fica impaciente ao fazer horas extras e apela com os colegas que têm opinião diferente da sua, a dica da especialista é apostar em atitudes que acalmam: ouça música, faça pequenos intervalos e saia pra jogar água no rosto se perceber que vai explodir. A dica vale até para quando for responder um e-mail mal-educado. Lembre-se de que tudo o que escrever ficará documentado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong>Briga ao ser contrariada</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p>Ninguém gosta de ser contrariada. Mas ter acessos de ódio e maltratar quem discordou de você prejudica (e muito) suas relações. &#8220;Os impulsivos têm de medir sempre se as reações estão condizentes com os fatos, pois viram uma bomba atômica para matar uma formiguinha&#8221;, diz Josiane. Para evitar estouros assim, conte até dez, 20 ou 100 antes de agir. &#8220;Isso funciona mesmo, pois ativa a parte do cérebro responsável pelo racional&#8221;,</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/viva-mais/qual-seu-tipo-de-impulsividade</p>
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		<title>Depressão infantil: causas e sintomas</title>
		<link>https://casule.com/blog/depressao-infantil-causas-e-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 18:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[casule]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Déficit de Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na infância]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pequenos aceitam a depressão como um fato natural, acham que é normal sentir medo e angustia<strong>,</strong> pois não sabem que seu sofrimento é resultante de uma doença que pode ser curada. Separação dos pais, perdas, dificuldades de adaptação na escola ou na casa nova podem gerar um alto nível de estresse que conduz ao quadro depressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na infância, o problema geralmente é revertido com psicoterapia, mas como a depressão um tem fator genético muito forte, a necessidade de medicação é inevitável em algumas situações. A boa notícia é que a criança responde muito mais depressa ao tratamento do que o adulto.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo excessivo e permanente e falta de apetite são alguns dos sinais que criança dá para avisar que não está bem. Confira os outros abaixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Sintomas da depressão infantil </b></h2>
<p style="text-align: justify;">Queixa frequente de problemas físicos<b>.</b> Por não saber expressar e significar sua angustia, a criança reclama de dores concretas, que são mais fáceis de compreender. Dores de cabeça e barriga são as mais comuns.<b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Excesso de retração<b>.</b> É normal a criança de sentir inibida perante uma situação nova (escola, casa de um parente), mas logo ela ganha confiança e se solta. Já a criança deprimida permanece calada e insegura todo o tempo e o desejo de exploração do ambiente desaparece.</p>
<p style="text-align: justify;">Ansiedade de separação. A criança fica muito angustiada em ocasiões em que tem que se separar dos pais ou das pessoas que lhe servem de referência. Ela precisa estar sempre na presença do responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Alteração do sono. Reclamações e choros são frequentes na hora de dormir, bem como os pesadelos que passam a interromper o sono. O medo de ficar sozinho é frequente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade de aprendizado. Atenção para não confundir depressão com hiperatividade. A criança com transtorno de déficit de atenção tem dificuldades para se concentrar, mas mostra interesse por outras atividades, enquanto a criança deprimida não se sente motivada por brincadeira alguma, não tem vontade para nada, não encara desafios e se sente permanentemente incapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Agressividade. Ao entrar na adolescência, os meninos depressivos se mostram extremamente irritadiços e agressivos. Para eles, a melhor forma de se defender de seus medos é atacando.</p>
<p style="text-align: justify;">Comportamento parassuicida<b>.</b> Acidentes acontecem com todas as crianças, mas com a criança deprimida são frequentes, porque ela não se protege.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/bebe/1-a-3-anos/materia/depressao-infantil-causas-e-sintomas</p>
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		<item>
		<title>Sabe como controlar a ansiedade antes da prova? Confira essas dicas!</title>
		<link>https://casule.com/blog/sabe-como-controlar-a-ansiedade-antes-da-prova-confira-essas-dicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2015 18:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[nervosismo]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é uma resposta completamente normal do corpo quando nos deparamos com situações de risco. Acontece que essa sensação ajudou nossos ancestrais a sobreviverem aos mais diversos perigos. Hoje, como não temos tantos perigos no dia a dia, passamos por situações que podem desencadear a sensação de ansiedade, uma delas são as provas. Sem contar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-ansiedade-anti-prova.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2635" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-ansiedade-anti-prova.jpg" alt="casule-psicologia-ansiedade-anti-prova" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade é uma resposta completamente normal do corpo quando nos deparamos com situações de risco. Acontece que essa sensação ajudou nossos ancestrais a sobreviverem aos mais diversos perigos. Hoje, como não temos tantos perigos no dia a dia, passamos por situações que podem desencadear a sensação de ansiedade, uma delas são as provas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sem contar que a ansiedade afeta nosso cérebro, fazendo você ter aquele famoso branco na hora da prova. Mas não se desespere, se você fica muito ansioso nas vésperas ou durante a prova, existem algumas técnicas que podem ajudá-lo a superar essa sensação e realizar uma boa prova.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">1 – Reconheça os sinais</h2>
<p style="text-align: justify;">Antes de qualquer coisa, é necessário que você reconheça quando está começando a ficar ansioso. Se seu coração começa a bater mais rápido ou se sente agitado, procure controlar o nervosismo. É preciso reconhecer logo nos primeiros sinais, antes que fique em pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outros sintomas que podem desencadear o nervosismo, como: tremores, tontura, boca seca, taquicardia, gagueira, sensação de sufocamento, ficar com os braços rígidos. Ao sentir qualquer sinal desses, respire fundo e deixe o ar sair devagar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">2 – Respiração</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem alguns exercícios de respiração que controlam a ansiedade. Você pode realizá-los em qualquer lugar, de pé ou sentado durante a prova. Inspire o ar até sentir sua barriga se movimentando. Depois, expire devagar. Repita esse processo algumas vezes até perceber os sinais desaparecerem.</p>
<p style="text-align: justify;">A respiração “pela barriga” é o tipo de respiração pelo diafragma e é capaz de aproveitar melhor a capacidade dos pulmões. Ela permite que você receba até 7 vezes mais oxigênio do que a respiração torácica, fazendo com que seu cérebro trabalhe melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">3 – Conheça a situação</h2>
<div class="ezAdsense adsense adsense-midtext" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas se sentem mais confortáveis com situações que já estão familiarizadas. Para evitar o “desconhecido” ou imprevistos, visite o local da prova antes do dia agendado, principalmente, se você não conhece o endereço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Uma boa maneira de se familiarizar com a prova é realizando simulados da banca organizadora. Quanto mais simulados você fizer, mais estará tranquilo na hora da prova.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">4 – Véspera da Prova</h2>
<p style="text-align: justify;">No dia anterior da prova, nada de estudar. Você teve um longo período para se preparar e estudar no dia anterior e isso não irá ajudar em nada. Pelo contrário, só cansara seu cérebro e causará mais ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No dia anterior, procure relaxar. Vale convidar os amigos para assistir um filme em casa ou passar um tempo com a família. Tente não pensar na prova, por mais difícil que seja, pois quanto mais pensar, as chances de ficar ansioso aumentarão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">5 – E na hora da prova?</h2>
<p style="text-align: justify;">Não se compare aos outros candidatos. Lembre-se que ninguém tem uma bola de cristal, portanto não tem como saber se um concorrente está indo melhor ou pior que você. Pensar nisso só irá aumentar sua ansiedade, ainda mais, quando os candidatos terminarem a prova antes de você. Aproveite seu tempo e finalize a prova somente quando achar que é o momento certo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Além disso, deixe as questões mais difíceis para o fim. Aprenda a gerenciar seu tempo para não ser pego de surpresa. Como dissemos, fazer simulados é uma boa forma de aprender a gerenciar o tempo da prova.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Está em dúvida entre duas alternativas? Pare e responda a essa questão depois para você ter tempo de pensar melhor na resposta. A ansiedade pode atrapalhar o seu julgamento na hora.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://blog.iobconcursos.com/sabe-como-controlar-a-ansiedade-antes-da-prova-confira-essas-dicas/</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual seu tipo de impulsividade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/qual-seu-tipo-de-impulsividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 20:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quem perde o controle nas compras deve se perguntar: &#8221; Estou precisando disso? Tenho como pagar?&#8221;, ensina psicóloga &#160; Quem nunca agiu sem pensar (ao menos uma vez na vida) que atire a primeira pedra &#8220;A impulsividade é frequente e se caracteriza pela tendência para se agir explosivamente, sem refletir e sem considerar as consequências. Ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-impulsividade1.jpg"><img decoding="async" class=" size-full wp-image-2441 aligncenter" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-impulsividade1.jpg" alt="casule-psicologia-impulsividade" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-impulsividade1.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-impulsividade1-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-impulsividade1-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<div class="destaque_materia">
<h2 class="destaque_materia foo-processed" style="text-align: justify;"><span class="first-letter">Q</span>uem perde o controle nas compras deve se perguntar: &#8221; Estou precisando disso? Tenho como pagar?&#8221;, ensina psicóloga</h2>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quem nunca agiu sem pensar (ao menos uma vez na vida) que atire a primeira pedra<br />
&#8220;A impulsividade é frequente e se caracteriza pela tendência para se agir explosivamente, sem refletir e sem considerar as consequências. Ela causa uma descarga de adrenalina que pode provocar sudorese, tremores e taquicardia, além de culpa e arrependimento logo após a atitude&#8221;, diz a psicóloga Josiane Candido Porto de Melo. No entanto, é bom saber que é possível lidar com essa bomba-relógio que mora dentro de você.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se bem direcionada, a impulsividade pode até ser benéfica e funcionar como uma força que leva adiante, que impulsiona&#8221;, afirma a especialista. Por isso, é importante saber lidar e controlar atitudes impulsivas. Quer ver como? Então, confira abaixo as nossas dicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PODE SER DOENÇA, VIU?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A impulsividade pode estar associada a transtornos mais sérios, como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), depressão, esquizofrenia e transtorno bipolar. Mas como saber se é o caso? Avaliando as consequências das suas atitudes. &#8220;A impulsividade pode ser sintoma de uma doença quando interfere no cotidiano e prejudica a vida da pessoa&#8221;, ressalta Josiane. Se elas resultam em situações mais sérias, como separações, agressividade, infrações ou dívidas impagáveis, é hora de buscar ajuda médica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2><strong>Qual é seu tipo de impulsividade e como lidar com ela!</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vê um bolo e Acaba com a dieta em segundos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém pode mandar a dieta ladeira abaixo por puro impulso. Mas dá, SIM, pra resistir ao se deparar com a apetitosa coxinha de padaria ou o bolo de brigadeiro. Como? Substitua o prazer de comer por algum outro, como ler, encontrar com o namorado, ouvir música, entrar na internet, sair com as amigas. Você precisa tirar o foco da comida! E, claro, saia de perto da tentação!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perde a cabeça nas compras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há uma técnica simples e eficaz para quem se descontrola ao entrar numa loja e compra o que não precisa. &#8220;Pergunte a si mesma: Estou precisando disso? Tenho como pagar pelo produto? Elas fazem você refletir antes da compra&#8221;, ensina a psicóloga. E evite lugares propícios a gastos se estiver emocionalmente abalada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Decide sem pensar e não se planeja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tô dentro!&#8221; é uma frase típica de pessoas impulsivas. Mas tomar decisões precipitadas, com base na emoção, impede você de realizar projetos a longo prazo. Evite isso criando cronogramas com objetivos e datas para cumpri-los. Pregue essa folha na geladeira para inspirá-la a seguir em frente. &#8220;Para concretizar planos futuros, reflita antes de agir&#8221;, ensina a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Explode no trabalho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você estoura ao levar bronca do chefe, fica impaciente ao fazer horas extras e apela com os colegas que têm opinião diferente da sua, a dica da especialista é apostar em atitudes que acalmam: ouça música, faça pequenos intervalos e saia pra jogar água no rosto se perceber que vai explodir. A dica vale até para quando for responder um e-mail mal-educado. &#8220;Lembre-se de que tudo o que escrever ficará documentado&#8221;, diz Josiane.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Briga ao ser contrariada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém gosta de ser contrariada. Mas ter acessos de ódio e maltratar quem discordou de você prejudica (e muito) suas relações. &#8220;Os impulsivos têm de medir sempre se as reações estão condizentes com os fatos, pois viram uma bomba atômica para matar uma formiguinha&#8221;, diz Josiane. Para evitar estouros assim, conte até dez, 20 ou 100 antes de agir. &#8220;Isso funciona mesmo, pois ativa a parte do cérebro responsável pelo racional&#8221;, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/viva-mais/qual-seu-tipo-de-impulsividade</p>
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