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	<title>terapia positiva - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapia positiva - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>Transtorno bipolar</title>
		<link>https://casule.com/blog/4619-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 20:13:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é uma psicose bastante séria, conhecida por sintomas de oscilações de humor, principalmente depressão e ansiedade e, atualmente é  a doença psiquiátrica que mais causa suicídio em seus portadores. Quem sofre de transtorno bipolar possui 28 vezes mais chances de cometer suicídio se comparado a pessoas saudáveis. Conhecida antigamente como psicose maníaco depressiva, especialistas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O transtorno bipolar é uma psicose bastante séria, conhecida por sintomas de oscilações de humor, principalmente depressão e ansiedade e, atualmente é  a doença psiquiátrica que mais causa suicídio em seus portadores. Quem sofre de transtorno bipolar possui 28 vezes mais chances de cometer suicídio se comparado a pessoas saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecida antigamente como psicose maníaco depressiva, especialistas deixaram esta denominação de lado e adotaram  o nome “transtorno bipolar”, pois, a doença não é diagnosticada apenas por dois de seus principais sintomas e, sim, por um conjunto de comportamentos que estão ligados à euforia e a apatia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>O bipolar está longe de ser apenas uma “pessoa de lua”</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre desta doença apresenta ciclos em que a ansiedade ou depressão podem surgir e são nestes momentos, quando os sintomas se tornam mais agudos, que outras características da doença se apresentam. Essa confusão de emoções e sentimentos deixa o indivíduo em situação de sofrimento e também podem desestabilizar a estrutura familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Ela é muito impaciente, faz drama</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais fatores da piora da doença que agrava este quadro  é o fato de não haver apoio familiar ou tratamento adequado. Em razão da doença ser de difícil diagnóstico, o paciente acaba sendo rotulado por suas fragilidades e perfil comportamental, apresentados por euforia ou melancolia em questões gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O ambiente pode ajudar a piorar o quadro</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de transtorno bipolar é mais sensível as dificuldades e fatores externos que podem agravar seus sintomas e potencializar o paciente para nova uma crise. Mudanças de ambiente, traumas de violência e abuso sexual são fatores que determinam aumento do sofrimento do indivíduo ou podem trazer à tona mais um novo ciclo da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O perigo da desordem mental</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as crises de depressão e ansiedade, o indivíduo que desenvolve transtorno bipolar pode ficar confuso, tamanho o sofrimento que é gerado pelo excesso de emoções e sentimentos, característicos da doença. O apoio da família aliado a tratamento adequado, além de eficaz, pode ser motivador  e ajudar quem está em crise a organizar seus pensamentos e suavizar os seus sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O risco das compulsões</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Há registros de que 80% das pessoas que  sofrem de transtorno bipolar também desenvolvem compulsões. O vício em álcool e drogas é recorrente, o que leva o paciente à confusão mental. O indivíduo passa a agir de forma impulsiva, perde o senso de perigo e, levado pelo excesso de autoconfiança, perde o medo em situações de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Sinal de alerta em casa</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de transtorno bipolar, durante uma crise de depressão, pode apresentar sintomas que evidenciam o risco de suicídio. A família e amigos devem ficar atentos ao comportamento do indivíduo, como a automutilação, lamentar-se como fardo para a família e ações de despedir-se de seus entes merecem atenção redobrada.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://ondda.com/noticias/2016/09/transtorno-bipolar-entenda-este-sofrimento-que-pode-levar-ao-suicidio</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O poder do diálogo</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-poder-dialogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 20:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações humanas são mediadas pela comunicação como ferramenta de interação e linguagem na aproximação das pessoas. Neste sentido, o diálogo franco e honesto encontra-se como importante instrumento de cooperação, conciliação e mediação para a construção de pontes e vínculos mais duradouros no arenoso terreno da instabilidade emocional moderna em que nos encontramos. Dialogar significa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As relações humanas são mediadas pela comunicação como ferramenta de interação e linguagem na aproximação das pessoas. Neste sentido, o diálogo franco e honesto encontra-se como importante instrumento de cooperação, conciliação e mediação para a construção de pontes e vínculos mais duradouros no arenoso terreno da instabilidade emocional moderna em que nos encontramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dialogar significa não apenas falar sobre sentimentos tão preciosamente essenciais no amadurecimento psíquico dos seres humanos, mas também escutar além do simples ouvir com todos os sentidos como um ato de amor ao outro. Para tanto, precisamos sair da individualidade natural de cada um para o desenvolvimento assertivo da empatia ao colocarmo-nos no lugar do outro, sem julgamentos imprecisos à luz das imperfeições da interpretação, desprovida de cautela e bom senso. Mais do que isso, dialogar permite o estreitamento dos laços afetivos, cujo impacto é enorme na construção do sentido de vida de cada pessoa, já que sem o afeto nada somos como humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o diálogo é mal interpretado como verborragia excessiva sem objetivo nem resultado aparente, simplesmente pela falta de boa vontade em usar palavras de uma forma harmoniosa, bem como pela dificuldade em se manter uma postura de receptividade para com o outro, sem a condição defensiva que restringe a naturalidade da linguagem e da afetividade. Cada pessoa é responsável pela qualidade de sua comunicação e das relações que daí advém, construindo ou não inter-relações positivas que contribuam efetivamente para a colaboração no bem comum. A palavra, já se sabe, é mantra e ecoa no universo, impregnando-o de uma energia que pode tanto construir, quanto desorganizar mentes, comportamentos e afetos, culminando no progresso ou no atraso de uma sociedade. Por tal aspecto, falar é uma responsabilidade muito grande, porque pode ferir ou elevar a vida de outras pessoas numa fração de segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, o silêncio, tão precioso na escuta sincera e despretensiosa de preconceitos, ainda é pouco familiar no campo da vida humana, já que, pela imposição de uma vida agitada e repleta de estímulos tecnológicos, acabamos por ser reféns da pouca intimidade com o eco interior que possuímos, sem condições de realmente termos paciência com o som do outro, suas colocações, em virtude do turbilhão de pensamentos que atribulam a mente. Nesse interim, nos afastamos do equilíbrio pessoal que consiste no primeiro requisito para o respeito a si, ao outro e ao que ele tem a dizer.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando tivermos a consciência do poder do diálogo que possuímos, seremos porta vozes de paz e amor uns para com os outros. Uma questão de vontade. Uma questão de humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>FONTE:http://www.psicologiasdobrasil.com.br/o-poder-do-dialogo/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento de ansiedade com psicoterapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://casule.com/blog/tratamento-de-ansiedade-com-psicoterapia-cognitivo-comportamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 20:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, arrepios de frio, dificuldade em se concentrar, fadiga, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Apesar de aparecer em diferentes contextos e às vezes de modo bastante específico, como nos transtornos ansiosos, ela pode estar ali, conosco, quando encaramos a falta de controle e a possibilidade de não aceitação pelo outro. As pressões cotidianas tendem a aumentar nossa ansiedade, as preocupações com o trabalho, a família, o relacionamento com as outras pessoas, preocupações financeiras e tantas outras acabam somando-se. O estresse, muitas vezes, é expresso através da ansiedade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia é uma das ferramentas que temos para tratar da ansiedade quando ela começa a nos prejudicar, seja pela sua intensidade, seja pelo tempo delegado à ela, seja pelo sofrimento gerado.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia cognitiva comportamental vem mostrando resultados positivos no tratamento da ansiedade. Nela há atividades que são realizadas dentro ou entre as sessões e o aprendizado de certas habilidades e comportamentos, específicos para cada caso. Durante a psicoterapia a pessoa vai entender melhor como a ansiedade funciona e aprender modos de administrá-la. A psicoterapia vai enfocar tanto as causas como os sintomas da ansiedade, agindo sobre ambos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Com a ajuda atenta do psicólogo, a pessoa vai aprendendo a diminuir sua ansiedade, descobrindo novos modos de enfrentar as dificuldades e modificando as crenças que estão por trás dela. O psicólogo vai procurar junto com a pessoa quais os pensamentos negativos que a levam a sentir ansiedade e buscar mudar esses pensamentos e os comportamentos que estão ligados a eles.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Muitas situações podem causar ansiedade e serem trabalhadas na psicoterapia, principalmente aquelas que põe em cheque nosso senso de segurança, confiança e previsibilidade, como por exemplo:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em se fazer uma escolha;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em solucionar problemas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; preocupação sobre como comportar-se em determinadas situações ou frente às outras pessoas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de definição de objetivos profissionais ou pessoais;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; receio do que pode acontecer em uma situação desconhecida ou inesperada;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de habilidade para administrar melhor seu tempo;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; medo de perder pessoas queridas ou coisas importantes para si;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; perda real ou danos no relacionamento amoroso ou outros tipos de relacionamento;</span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Os transtornos ansiosos (transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do estresse pós traumático, transtorno do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, fobia social, fobias específicas) também giram em torno do mote segurança &#8211; medo de causar danos a si ou aos outros ou de que algo de ruim aconteça a si mesmo ou aos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Geralmente, a ansiedade no trabalho costuma girar em torno do relacionamento com superiores, subordinados ou colegas, da pressão para obtenção de resultados, da competição, da falta de delimitação nas tarefas ou falta de especificação, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">Independente dos temas abordados, a psicoterapia cognitiva comportamental visa o controle da ansiedade e a melhora na qualidade de vida da pessoa.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">FONTE:http://www.psicoterapiacognitiva.com.br/tratamento.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do convívio social para o bem-estar desde a infância até a velhice</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-convivio-social-para-o-bem-estar-desde-infancia-ate-velhice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 20:03:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sociabilidade constitui o ser humano do início ao fim de sua vida. Relacionar-se com outras pessoas é uma necessidade constante para o bem-estar psíquico e também físico. A solidão adoece. O encontro enriquece. A vida em grupo possibilita crescimento, aponta oportunidades, consola nos momentos difíceis. Mas nem sempre a convivência é simples. Conviver é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A sociabilidade constitui o ser humano do início ao fim de sua vida. Relacionar-se com outras pessoas é uma necessidade constante para o bem-estar psíquico e também físico. A <a href="https://casule.com/solidao-que-sentimento-e-esse-video-completo/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">solidão</a> adoece. O encontro enriquece. A vida em grupo possibilita crescimento, aponta oportunidades, consola nos <a href="https://casule.com/como-manter-o-equilibrio-nos-momentos-dificeis-2/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">momentos difíceis</a>. Mas nem sempre a convivência é simples.</p>



<p>Conviver é o desafio de encontrar harmonia nas relações, equilibrando planos compartilhados com visões de mundo diferenciadas. Nesse aprendizado diário, momentos de alegria se alternam com pequenas discussões, que às vezes abalam o relacionamento com a família, com os amigos, com o companheiro ou companheira. Apesar dos altos e baixos nas relações interpessoais, o ser humano precisa do contato com o outro para <a href="https://casule.com/o-que-e-o-bem-estar-mental-e-por-que-ele-e-importante-para-voce/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">viver bem</a>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="563" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia.png" alt="convivencia-social-infancia" class="wp-image-21431" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia.png 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia-980x552.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-infancia-480x270.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1000px, 100vw" /></figure></div>



<p>— O indivíduo isolado não existe, mesmo quando estamos sós os outros nos acompanham internamente — diz a psicóloga Nelma Aragon, diretora do Instituto de Psicologia Social Pichon-Rivière.</p>



<p>A construção desses laços sociais começa desde o nascimento, quando mãe e bebê estabelecem os primeiros vínculos. Depois, cada etapa vai constituindo novas redes de relações: o ambiente escolar, as tribos da adolescência, os colegas da faculdade, o casal, os grupos de terceira idade.</p>



<p>— A sociabilidade nos constitui por toda a vida, é assim que se aprende a confiar em si mesmo e não temer o mundo — ensina Nelma.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1000" height="563" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade.png" alt="convivencia-social-terceira-idade" class="wp-image-21432" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade.png 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade-980x552.png 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2017/03/convivencia-social-terceira-idade-480x270.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1000px, 100vw" /></figure></div>



<p>Convívio social é uma das dimensões avaliadas pela pesquisa Índice de Bem-estar (IBE), realizada pela Unimed Porto Alegre. A satisfação com as relações interpessoais é determinante para o bem-estar, pois permeia a vida humana em todas as suas fases.</p>



<p>É sobre isso que este especial pretende falar. Ao longo desta semana, você conhecerá histórias de convivência saudável na infância, na juventude, na vida adulta, na velhice e na vida conjugal. Vai conhecer também evidências científicas de que dedicar tempo ao encontro com o outro e cultivar afetos é receita para a longevidade.</p>



<p>Fonte: zh.clicrbs.com.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que são as distorções cognitivas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-sao-as-distorcoes-cognitivas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 20:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As distorções cognitivas são basicamente maneiras erradas de processar uma informação, ou seja, interpretações erradas do que ocorre ao nosso redor, gerando múltiplas consequências negativas.  As pessoas que sofrem de depressão têm uma visão da realidade na qual as distorções cognitivas exercem um papel principal. Em maior ou menor medida, todos nós podemos apresentar, alguma vez [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As distorções cognitivas são basicamente maneiras erradas de processar uma informação, ou seja, interpretações erradas do que ocorre ao nosso redor, gerando múltiplas consequências negativas.  As pessoas que sofrem de depressão têm uma visão da realidade na qual as distorções cognitivas exercem um papel principal. Em maior ou menor medida, todos nós podemos apresentar, alguma vez na vida, algum tipo de distorção cognitiva e saber detectá-las e analisá-las nos ajudará a ter a mente mais clara, desenvolvendo atitudes mais realistas e, acima de tudo, positivas.  Apresentamos abaixo as distorções cognitivas mais importantes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Personalização</h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa se sente 100% responsável pelos acontecimentos dos quais participou, inclusive aqueles em que não participou de maneira alguma. Por exemplo, <em>o filho da Ana fez uma prova e não passou. Ana pensa logo ter fracassado na educação de seu filho, acha que cometeu algum erro, porque se tivesse feito tudo certo, seu filho teria sido aprovado.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Filtro negativo</h2>
<p style="text-align: justify;">Consiste em transformar aspectos negativos e inadequados como sendo centro de nossa atenção, de acordo com esquemas criados por nós mesmos, e ignorar o resto da informação. O negativo é filtrado, enquanto o positivo é esquecido. Exemplo: <em>Maria preparou um bolo para o seu aniversário e convidou nove amigas</em>.  <em>Quase todas adoram o bolo de Maria, com exceção de Laura, que diz que a calda de chocolate não está muito gostosa.</em> <em>Maria se sente mal por isso e passa a achar que o bolo está horrível. – </em>Ela só absorveu o negativo, omitiu totalmente os aspectos positivos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Generalização</h2>
<p style="text-align: justify;">É a tendência que temos em acreditar que se aconteceu uma vez, acontecerá em todas as outras vezes. Por exemplo: <em>Pedro terminou com Sônia depois de dois anos e meio de namoro.</em> Pedro logo pensa <em>“ninguém mais vai me querer”</em>, <em>“nunca mais encontrarei alguém que queira ficar comigo”.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Maximização e minimização</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa distorção cognitiva consiste em maximizar os próprios erros e os acertos dos demais e, minimizar os próprios acertos e os erros dos outros.<em> “Não importa quantos acertos tive no passado, eles já não têm importância.</em> <em>O que importa agora é que cometi um erro gravíssimo.”</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Pensamento dicotômico</h2>
<p style="text-align: justify;">Consiste na extrema valorização de acontecimentos, sem levar em conta aspectos intermediários. Classificar as coisas como brancas ou pretas, verdadeiras ou falsas. Por exemplo: <em>“Se este trabalho não ficar perfeito, meu esforço não terá valido nada, será um desastre!”</em>, ou quando uma pessoa não encontra emprego e pensa <em>“sou completamente inútil!”.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Raciocínio emocional</h2>
<p style="text-align: justify;">Se refere à suposição de que suas emoções refletem as coisas como elas são. É acreditar que o que você sente no momento é o correto e verdadeiro. Se uma pessoa se sente irritada é só porque alguém fez algo para irritá-la.<em> “Estou me sentindo uma incompetente, logo sou totalmente incompetente!”</em> ou <em>“Eu sinto que é assim, consequentemente isso tem que ser verdade.”</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Afirmações como “deveria fazer isso…”</h2>
<p style="text-align: justify;">São crenças rígidas e inflexíveis de como nós ou os demais deveríamos ser. As exigências concentradas em você mesmo favorecem a autocrítica, enquanto as dirigidas aos demais favorecem a raiva, a ira e a agressividade. Alguns exemplos podem ser: <em>“deveria ter dado mais atenção ao meu marido, assim ele não teria me deixado”</em>, <em>“Não devo cometer erros”</em>, <em>“Os outros devem se portar bem comigo”</em> ou <em>“Preciso gostar de todos.”</em></p>
<h2 style="text-align: justify;">Estar sempre certo</h2>
<p style="text-align: justify;">Consiste em afirmar que determinadas suposições são certas, mesmo que não exista nenhuma evidência para comprovar isso. Existem duas formas:</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Adivinhação do pensamento: Acreditar que sabe o que os outros pensam e o motivo de se comportarem como se comportam. <em>“O que ele quer é me deixar nervoso!”</em>, <em>“O que ele quer é rir de mim!”</em>, “<em>Eles sentem pena de mim!” </em>ou<em> “Ela só está com você por dinheiro!”</em></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Adivinhação do futuro: Esperar que nada dê certo, sem sequer permitir a possibilidade de que sejam razoáveis ou positivas. <em>“Tenho certeza de que vou reprovar.”</em></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Rotulagem</h2>
<p style="text-align: justify;">Utilizar <em>rótulos</em> pejorativos para descrever a si mesmo, ao invés de descrever seus feitos e qualidades com objetividade e exatidão. Por exemplo: <em>“Sou um inútil!”</em> ao invés de <em>“Cometi um erro, mas nem sempre faço isso.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Agora que você já conhece algumas das distorções, entendê-las e aprender a lidar com elas é o mais certo a se fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/distorcoes-cognitivas/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-sao-as-distorcoes-cognitivas-2/">O que são as distorções cognitivas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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		<title>Como enfrentar e lidar com a mudança na sua vida</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-enfrentar-e-lidar-com-mudanca-na-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 19:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[pensamento negativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de toda a nossa vida somos confrontados com momentos de mudança que criam quase sempre insegurança e até, nalguns casos, medo. Contudo, esta atitude pode não ser a mais favorável, pois a mudança pode levar-nos a experienciar novas e interessantes situações, que devemos tentar encarar de forma positiva. Saiba como enfrentar e lidar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao longo de toda a nossa vida somos confrontados com momentos de mudança que criam quase sempre insegurança e até, nalguns casos, medo. Contudo, esta atitude pode não ser a mais favorável, pois a mudança pode levar-nos a experienciar novas e interessantes situações, que devemos tentar encarar de forma positiva. Saiba como enfrentar e lidar com a mudança na vida sem medo, evitando as emoções negativas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Porque mudar é preciso!</h2>
<p style="text-align: justify;">A rapidez que caracteriza a sociedade atual, dominada pela mudança contínua, cria em nós sentimentos de insegurança, uma vez que somos obrigados a adaptarmo-nos continuamente a novas regras, novos hábitos, novos modos de estar e de trabalhar. Todas estas situações são, normalmente, precedidas de sentimentos antagónicos: receio, mas simultaneamente curiosidade; vontade de não mudar mas, ao mesmo tempo, vontade de experimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">É esta atitude de abertura face à mudança que deve caracterizar a nossa vida, pois tudo se torna mais fácil, quer quando se trata da mudança de emprego, quer da necessidade de deixarmos a casa ou a localidade onde sempre vivemos, por exemplo. Mesmo as pessoas que sempre acharam que teriam o mesmo emprego para o resto das suas vidas estão a ser confrontadas, num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, com o desemprego, com a necessidade de mudar de posto de trabalho pelos mais diversos motivos ou até de se lançar na procura de um emprego que realmente o apaixone. Este é apenas um exemplo das grandes mudanças que marcam o nosso atual estilo de vida. Certamente se lembram ou já passaram por outro tipo de grandes mudanças, não é verdade?</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que fazer para encarar de forma positiva todas estas mudanças?</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Mantenha-se atualizado sobre o mundo que o rodeia. Não deixe que a mudança o apanhe de surpresa e prepare-se para ela, com pensamentos positivos: mudar é sempre bom! Para além de conhecer novas pessoas, terá a oportunidade de se expandir e crescer em termos pessoais e/ou profissionais.</li>
<li>Assuma que a mudança é necessária, para fazer face a um novo paradigma da sociedade e que todos à sua volta são confrontados com mudanças constantes. A vontade de mudar acaba por caracterizar a nossa sociedade e facilita o processo de adaptação a uma nova realidade. Nós não somos diferentes de todos os outros que já foram confrontados com processos de mudança. Fechar um capítulo na sua vida e abrir outro pode ser exatamente aquilo de que está a precisar.</li>
<li>Reflita sobre os aspectos que tem mais dificuldade em aceitar no processo de mudança e procure encontrar caminhos que o ajudem a encarar todas as alterações de forma positiva. “Esta situação causa-me constrangimento, mas se fizer  tudo correrá bem!”. “Estou assustado, mas sei que esta mudança vai trazer-me muita felicidade e por ela eu sou capaz de ,“Isto não vai ser fácil, mas posso sempre contar com&#8221;Visualizar o futuro é uma excelente dica para afastar os pensamentos negativos.</li>
<li>Envolva-se de forma empenhada em todo o processo de mudança, para que possa acompanhar todos os aspectos a si associados. Desta forma, estará a preparar-se para tudo aquilo que uma nova e renovada vida lhe vai trazer, sem surpresas inesperadas (e até desagradáveis). Não há nada como estarmos bem preparados!</li>
<li>Se, mesmo assim, se sentir pouco confiante, experimente falar com um amigo ou familiar em quem confie e discutam todos os aspectos envolvidos nessa mudança: os desafios que vai encontrar, os problemas que receia ter de enfrentar, as soluções que acha mais adequadas. Em conjunto, revejam todas as hipóteses e deixe-se envolver por todas as propostas que forem surgindo. Quando se sentir inseguro, volte a falar com o seu amigo ou reveja num caderno onde possa ter tomado nota de todo o plano que traçaram, procurando encontrar novos caminhos e alternativas, se necessário.</li>
<li>Assuma as suas fraquezas, mas não deixe que elas tomem conta de si e que o medo se sobreponha à vontade de encarar de forma positiva a mudança. Desta forma, ao estar consciente dos seus pontos fracos, poderá controlá-los muito mais facilmente. Não se esqueça: na hora de qualquer mudança, a autoestima quer-se lá em cima!</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Encare de frente a mudança e não se esqueça que o mundo é caracterizado pela evolução constante. Atualmente, essas mudanças estão cada vez mais presentes, daí a importância de se munir com algumas estratégias, como as que foram aqui apresentadas, no sentido de criar a flexibilidade necessária para reagir de forma positiva às novas situações. Boa sorte, boa mudança!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://estadozen.com/artigos/como-enfrentar-lidar-com-mudanca-sua-vida</p>
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		<title>Como exercitar o desapego</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-exercitar-o-desapego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 19:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[desapego]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano tem em sua ordem natural o &#8220;sempre querer mais&#8221;, e por isso faz todos os esforços possíveis para ter, ter e ter. Fica fácil apegar-se aos bens que se possui: carro, casa, celular, joias, roupas, sapatos, ou a sentimentos que são destrutivos. O apego às vezes torna-se tão grande que surgem problemas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul class="content">
<li style="text-align: justify;">O ser humano tem em sua ordem natural o &#8220;sempre querer mais&#8221;, e por isso faz todos os esforços possíveis para ter, ter e ter. Fica fácil apegar-se aos bens que se possui: carro, casa, celular, joias, roupas, sapatos, ou a sentimentos que são destrutivos. O apego às vezes torna-se tão grande que surgem problemas na saúde, na vida familiar e no equilíbrio emocional. Então já que trata-se de um assunto tão fundamental e comum, vamos abordar alguns pontos de como exercitar o desapego para benefício próprio.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>O que é o apego?</h2>
<p>Apego é você não conseguir esquecer daquele objeto ou bem, mesmo em momentos que não necessite fazer uso dele; é você querer estar com o bem a todo instante, é ter dificuldades para conviver sem ele, é valorizar tanto esse bem que adoece quando ele quebra e tem que passar um tempo sem ele. É quando passar um tempo com este bem material, exige a sua ausência nos momentos mais importantes em família.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li>Mesmo estando em atividades em família, não consegue desgrudar do celular.</li>
<li>Não presta atenção no que seu cônjuge ou filho está falando, porque sua mente está presa no objeto, bem material ou acontecimento ocorrido (apego a sentimentos, como raiva ou ódio).</li>
<li>O desejo de fazer a atividade com o bem material é maior do que a vontade de estar ao lado das pessoas que ama e que se importam com você.</li>
</ul>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Por que é tão comum se apegar?</h2>
<p>Às vezes o apego pode ser um modo que a pessoa encontre para fugir. Não são todos os casos, mas às vezes para tentar compensar uma dor, a perda de alguém por exemplo, ou por definir em sua vida que os bens materiais tem prioridade para seu desenvolvimento financeiro e aquisitivo; às vezes o apego está ligado à depressão, ansiedade, traumas, culpas, compulsões ou distúrbios.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Quando buscar ajuda?</h2>
<p>A pessoa que tem dificuldade de desapegar-se em primeiro lugar tem que refletir sobre sua conduta e modo de vida. Avaliar em que isso tem lhe afetado e se conscientizar da necessidade de mudar esse hábito que traz prejuízos.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Prejuízos</h2>
<p>. Esse apego pode sim, trazer alguns prejuízos, como:</p>
<ul>
<li>Afastar familiares.</li>
<li>Ampliar os níveis de ansiedade e nervosismo.</li>
<li>Afetar sua vida familiar e financeira.</li>
<li>Acúmulo de dívidas.</li>
<li>Desenvolver distúrbios e compulsões.</li>
</ul>
</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Por onde começar?</h2>
<p>Comece percebendo o problema, depois converse com alguém próximo sobre o problema do apego e procure agir, mudando hábitos e atitudes; se realmente o problema for muito extremo, procure ajuda.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se rapidamente</h2>
<p>. Esses hábitos de apego crescem rapidamente e é alimentado por você mesmo, pelo que você mais valoriza, então se policie. Rapidamente você pode mudar seus pensamentos se o condicionar a isso, trabalhando o desapego, por exemplo:</p>
<p>Quando sentir o desejo de estar com o objeto ou bem material, amplie a mente, não se concentre na necessidade que você tem do objeto, pense em como se sente feliz quando recebe um abraço de seus filhos, quando recebe um beijo deles; e se tiver próximo chame-os para perto, e dê você mesmo esse carinho. Sinta o amor que envolve a todos quando estão juntos, ou ouça uma música e cante, repita a letra várias vezes, ou cozinhe, faça outra atividade que possa ocupar sua mente. Isso é direcionar a sua mente e através de atos assim, simples, conseguir desapegar-se.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se do ódio</h2>
<p>. Às vezes as pessoas pensam que só existe o apego material, mas também podemos apegar-nos a sentimentos que nos ferem e machucam como o ódio, o rancor, a raiva, e todos os sentimentos negativos que não nos fazem bem. Então a melhor saída é retirar do coração e mente sentimentos assim, e o modo mais correto é praticando o perdão. Perdoe-se e perdoe a alguém que lhe feriu, não alimente esse tipo de sentimento, nem fique recordando o mal que lhe fizerem, isso não lhe fará bem. Os médicos e psicólogos afirmam que apegar-se a esses sentimentos pode comprometer a saúde desenvolvendo doenças físicas ou doenças psicológicas.</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Desapegar-se da tristeza</h2>
<p>. Faça atividades que lhe elevem espiritualmente, que lhe façam sentir-se bem e querer compartilhar com os outros de bons momentos. Você pode fazer algumas atividades que lhe ajudarão como:</p>
<ul>
<li>Aula de música.</li>
<li>Aula de dança.</li>
<li>Aula de pintura ou artesanato.</li>
<li>Aula de corte e costura.</li>
<li>Ajudar instituições não governamentais.</li>
<li>Participar de eventos comunitários.</li>
<li>Conhecer a realidade de comunidades carentes ou orfanatos.</li>
<li>Participar de alguns grupos de autoajuda.</li>
<li>Estude bons livros, que sejam do seu interesse, biologia, geografia, matemática, entre outros.</li>
</ul>
<p>Tudo isso ajudará a ampliar seu campo de visão. Às vezes só pensamos em nós, em adquirir coisas que só nos satisfaçam, às vezes nem percebemos que nossas atitudes estão machucando alguém, um pai, um filho, um irmão, o marido ou a esposa. Temos que buscar soluções que nos ajudem a tornar nossa vida melhor, não com a mentalidade de que só seremos felizes se tivermos dinheiro ou aquele carro importado, ou aquelas joias lindas; mas temos que, antes de tudo, valorizarmos o que possuímos como bens espirituais, como a família, os amigos, o conhecimento que adquirimos ao longo das experiências e nos motivar a sermos felizes por podermos possuir esses bens que dinheiro nenhum no mundo pode comprar, e que é conquistado com esforço, empenho e fé.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://familia.com.br/5530/como-exercitar-o-desapego</p>
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		<item>
		<title>Como manter o controle emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-manter-o-controle-emocional-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 19:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linha-fina" style="text-align: justify;">Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção</h2>
<p style="text-align: justify;">O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.</p>
<p>O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva.</p>
<p>A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional.</p>
<p>Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo.</p>
<p>Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos.</p>
<p>Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos.</p>
<p>A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos.</p>
<p>Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.</p>
<p>É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p><strong>Lidar com frustrações é sofrido e angustiante </strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.</p>
<p>Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades.</p>
<p>A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco.</p>
<p>O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11972-como-manter-o-controle-emocional</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reciprocidade, um dos alicerces dos nossos relacionamentos</title>
		<link>https://casule.com/blog/reciprocidade-um-dos-alicerces-dos-nossos-relacionamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2017 19:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento no relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos em uma sociedade onde medimos tudo o que damos e o que recebemos em troca. Passamos muito tempo avaliando o que o outro nos devolve em troca da nossa dedicação: transformamos a reciprocidade em uma moeda de troca. Provavelmente isso vai nos fazer sofrer, pois muitas vezes recebemos muito menos do que damos. Nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vivemos em uma sociedade onde medimos tudo o que damos e o que recebemos em troca. Passamos muito tempo avaliando o que o outro nos devolve em troca da nossa dedicação: transformamos a reciprocidade em uma moeda de troca.</p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente isso vai nos fazer sofrer, pois muitas vezes recebemos muito menos do que damos. Nos sentimos injustiçados e insatisfeitos com as relações interpessoais. A reciprocidade não é um sofrimento se você perceber que pode desfrutar os relacionamentos, assim como a nossa dedicação aos outros.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Esperar dos outros</h2>
<p style="text-align: justify;">Temos uma tendência e esperar demais dos outros, no mínimo a mesma dedicação que nós oferecemos a eles. No entanto, nem sempre é assim. Isto gera sofrimento, frustração e nos sentimos usados, porque poucas vezes somos correspondidos como gostaríamos.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de esperarmos algo dos outros, muitas vezes de uma determinada forma e maneira, pode ser uma dolorosa decepção; nos faz repensar nossa atitude de continuarmos nos doando sem receber nada em troca.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Agradar aos outros</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o que nos motiva a dar algo aos outros é a preocupação com o seu bem-estar. Queremos que esteja bem, que não lhe falte nada, etc. Em princípio, podemos dizer que não queremos nada em troca.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando nos sentimos sozinhos e precisamos de apoio, nos sentimos ainda mais tristes ao perceber a falta de uma resposta. Quando precisamos de “uma mão” e ninguém está disposto a estendê-la, começamos a pensar que o que temos não depende do que damos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Necessidade de valorização</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, mesmo sem percebermos, muitos dos nossos comportamentos que visam agradar o outro são gerados pela necessidade de receber. Damos desesperadamente porque precisamos de algo em troca.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma subconsciente, acreditamos que “se cuidarmos do outro, ele cuidará de nós”. Essa é uma crença equivocada que nos leva ao sofrimento e a conflitos nas relações interpessoais. Já comprovamos mil vezes que isto não é assim, mas estamos convencidos de que “deveria ser assim” e acabamos sofrendo por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito mais saudável cuidar de si mesmo sem esperar nada dos outros. Isto não quer dizer que não vamos ajudar ninguém, mas o faremos por vontade própria, sem querer agradar e sem a condição de receber algo em troca.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, a satisfação de ajudar os outros é a única motivação que nos move. A reciprocidade pode até acontecer, mas deixará de ser uma tortura para nós quando acontecer, ou não, de uma forma diferente daquela que esperamos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Eu tenho direito a reciprocidade</h2>
<p style="text-align: justify;">“Eu tenho direito a reciprocidade” significa receber com alegria o que os outros queiram nos dar. Se não esperamos nada de ninguém, a gratidão e a satisfação farão parte da nossa vida.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, entenderemos que a reciprocidade é um ato de liberdade e cada pessoa decide o que quer dar, quando e como. Respeitando a decisão dos outros podemos desfrutar plenamente os benefícios da reciprocidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cada um decide como agir</h2>
<p style="text-align: justify;">Cada pessoa decide se quer fazer ou dar algo para os outros. Ninguém deve nada a ninguém, somos livres e não temos obrigação de retribuir.</p>
<p style="text-align: justify;">Então vamos parar de medir o que os outros nos dão; isso é uma decisão deles. Não existe essa obrigatoriedade de dar e receber. Ninguém é obrigado a devolver o que já recebeu.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O equilíbrio nas relações interpessoais</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando respeitamos as decisões dos outros, descobrimos outra forma de entender os relacionamentos. No entanto, muitas vezes recebemos muito de pessoas que não esperávamos e provavelmente essas pessoas não são as mesmas que receberam muito de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o equilíbrio das relações interpessoais; ele existe de forma natural e nos surpreende a cada momento: muitas vezes recebemos muito e não damos nada ou nos doamos demais e não recebemos nada em troca. A reciprocidade é um instrumento de troca espontânea, de satisfação e de gratidão.</p>
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<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/reciprocidade-alicerce-relacionamentos/</p>
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		<title>A empatia não é simpatia</title>
		<link>https://casule.com/blog/empatia-nao-e-simpatia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2017 19:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos já ouvimos falar da empatia. Em muitos casos, ela é explicada como “a capacidade de se colocar no lugar do outro”. Contudo, isto não costuma funcionar muito bem na prática. Embora seja verdade que às vezes nos colocamos no lugar do outro, na maioria dos casos o fazemos unicamente porque concordamos com a pessoa que temos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos já ouvimos falar da empatia. Em muitos casos, ela é explicada como “a capacidade de se colocar no lugar do outro”. Contudo, isto não costuma funcionar muito bem na prática. Embora seja verdade que às vezes nos colocamos no lugar do outro, na maioria dos casos o fazemos unicamente porque concordamos com a pessoa que temos a nossa frente, isto é, simpatizamos com ela.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A simpatia</h2>
<p style="text-align: justify;">Portanto, poderíamos dizer que simpatia supõe concordar e compartilhar os valores da outra pessoa. Simpatizamos com os amigos e com as pessoas com quem compartilhamos algo na vida e, por isso, pode ser fácil “colocar-se no seu lugar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, não é tão fácil “se colocar no lugar” daquela pessoa com a qual não temos nada em comum. Este é, precisamente, o ponto fraco desta breve definição de empatia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é a empatia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A empatia é uma atitude comunicativa que nos permite incluir todas as interações interpessoais, independentemente de quem seja a pessoa que temos à nossa frente, de estarmos ou não de acordo com ela, de simpatizarmos ou não com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, podemos definir a empatia como a capacidade de expressar respeito pelo que outra pessoa nos fala, concordando ou não com ela.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Como utilizar a empatia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Empatizamos com as pessoas diferentes de nós quando respeitamos suas posições e opiniões. Para isto, expressamos ao outro a nossa empatia, mostrando compreensão e entendimento pela sua postura sem julgamentos. Alguns exemplos para expressar a empatia poderiam ser:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quando expressar a sua opinião pessoal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para mostrar empatia, não é necessário expressar a nossa opinião, já que a empatia supõe escuta, observação e respeito em relação à postura da outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente existirão muitas ocasiões para expressar a sua opinião, partindo do respeito e da empatia, através de uma comunicação adequada e assertiva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Outras confusões…</h2>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, na nossa vida cotidiana, achamos que somos empáticos quando na verdade estamos procurando ficar bem com os outros, “agradar” a outra pessoa para obter a sua aprovação, e nem por isso estamos empatizando, já que o que pretendemos é simpatizar para obter algo em troca, a sua valorização. E isso não é empatia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras situações, simplesmente concordamos com a outra pessoa e nos mostramos simpáticos com ela.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é respeitar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Respeitar envolve conhecimento e empatia, já que precisamos conhecer e observar a outra pessoa, para poder demonstrar respeito a ela.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Respeitar é assumir que todos nós temos o direito de decidir como queremos viver, pensar, agir, sentir, e não julgarmos ninguém por isso. Pelo contrário, respeitamos as decisões de vida de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando respeitamos, entendemos de onde a outra pessoa nos fala segundo a sua própria escala de valores. Mostramos empatia sem necessidade de nos “colocarmos no seu lugar”, já que a nossa escala de valores pode ser muito diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos não compartilhar a sua escala de valores, mas mostramos empatia quando respeitamos a sua posição sem a intenção de mudá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">No convívio de duas ou mais pessoas, respeitar é permitir que cada um faça o que quiser, e mostrar empatia é demonstrar respeito, sem que isso implique impor mudanças aos outros, sem modificar a sua escala de valores.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a empatia é uma ferramenta maravilhosa para os relacionamentos interpessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/empatia-nao-e-simpatia/</p>
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