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	<title>fuga - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Por que não dá para fugir do que te causa ansiedade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/por-que-nao-da-para-fugir-do-que-te-causa-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 15:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[encarar medos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um comportamento muito comum em quem sofre de ansiedade é fugir do que a causou. Para uma pessoa que tem medo de falar em público – que tem crises de ansiedade só de pensar que vai estar na frente de uma plateia falando sobre algum assunto – recusar um convite para dar a palestra vai trazer um alívio imediato dos sintomas. Mas será que o problema foi resolvido? </p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/12/Por-que-não-dá-para-fugir-do-que-te-causa-ansiedade.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Um comportamento muito comum em quem sofre de ansiedade é fugir do que a causou. Para uma pessoa que tem medo de falar em público &#8211; que tem crises de <a href="https://casule.com/ansiedade-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> só de pensar que vai estar na frente de uma plateia falando sobre algum assunto &#8211; recusar um convite para dar a palestra vai trazer um alívio imediato dos sintomas. Mas será que o problema foi resolvido? </p>



<p>Os <a href="https://casule.com/sintomas-fisicos-da-ansiedade-video-completo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas ansiosos</a> diminuem ou até mesmo somem como num passe de mágica assim que esta pessoa recusa o convite, mas da próxima vez que surgir outra situação parecida, aquele desconforto dos sintomas ansiosos e do medo vai voltar. Em maior intensidade e a cada vez maior, até que domine a vida daquela pessoa. Podemos levar esse raciocínio para outros medos como o medo de dirigir, de elevador, de contato social e muitos outros.</p>



<p>Isso acontece porque toda vez que alguém foge de uma situação que representa uma ameaça, no caso falar em público, ensinará ao cérebro que aquela situação é realmente ameaçadora, o que reforça a ideia de perigo! A ansiedade se baseia nisso: a pessoa acredita que determinada situação é mais perigosa do que realmente é e somando-se a isso, ela não acredita que vai ser capaz de enfrentar o que considera ameaçador. Um ciclo então pode se formar: o medo e ansiedade aumentam com a fuga, o que faz com que a crença de que realmente é uma ameaça se fortaleça e a ansiedade e o medo só vão aumentando sua intensidade e dominando a vida da pessoa.</p>



<p>Se esta pessoa enfrenta, mesmo ansiosa e com medo, vai se acostumando e aprendendo que consegue lidar com aquilo que lhe causava tanto desconforto. Vai se dando conta da real dimensão do perigo e ao mesmo tempo entrando em contato com suas emoções que aos poucos vão se tornando menos intensas e prejudiciais. Gradativamente, a ansiedade vai diminuindo de intensidade a cada nova experiência de enfrentamento até que chegue num nível confortável. As emoções são naturais da nossa condição humana, portanto não podemos dizer que vamos deixar de senti-las.</p>



<p>É importante deixar claro que apesar de o perigo ser superdimensionado e em alguns casos, criado, o sentimento que ele provoca é real! Uma pessoa ansiosa realmente acredita que está correndo perigo e a primeira reação é mesmo fugir. Os sintomas físicos como taquicardia, sudorese ou tremores são reações a esta crença.&nbsp;</p>



<p>Acreditar, por si só, que um medo é desproporcional ou ter consciência de que a ansiedade não deveria existir naquele contexto, não vai eliminar essas emoções. Mas tomar consciência delas e enfrentá-las, sem correr riscos reais, vai contribuir para que se sinta cada vez mais seguro. Aos poucos a pessoa vai percebendo o quanto é capaz de lidar com o que causa desconforto. O que causa medo e ansiedade não são as situações em si, mas sim a forma como se interpreta cada uma delas.</p>



<p>Existem medos que levam ao mal estar, à evitação e ao desconforto, mas existem níveis de ansiedade e medo que são mais intensos como as fobias e o pânico que trazem um prejuízo maior à vida e paralisam.&nbsp;</p>



<p>O mais importante é que todos os tipos e intensidades são tratáveis e podem trazer de volta a qualidade de vida perdida! Procure ajuda!</p>



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		<title>Afinal, o que é estresse?</title>
		<link>https://casule.com/blog/afinal-o-que-e-estresse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 11:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[fuga]]></category>
		<category><![CDATA[homeostase]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que conhecemos hoje como estresse, tem origem em nossos ancestrais, que viviam em constante alerta contra os predadores e quando percebiam alguma ameaça, o organismo reagia automaticamente, levando-os a uma atitude de fuga ou luta.&#160; Atualmente existem várias definições para estresse, a mais utilizada é a incapacidade de lidar com uma mudança, real ou [&#8230;]</p>
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<p>O que conhecemos hoje como estresse, tem origem em nossos ancestrais, que viviam em constante alerta contra os predadores e quando percebiam alguma ameaça, o organismo reagia automaticamente, levando-os a uma atitude de fuga ou luta.&nbsp;</p>



<p>Atualmente existem várias definições para estresse, a mais utilizada é a incapacidade de lidar com uma mudança, real ou imaginada, que ameace o bem-estar mental, físico, emocional ou espiritual, e que resulte em uma série de respostas e adaptações fisiológicas por meio das quais o corpo busca manter sua homeostase.</p>



<p>De acordo com pesquisadores da área, o estresse pode ser dividido em quatro fases e os sintomas variam de acordo com a fase em que a pessoa se encontra, são elas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li> Alerta:&nbsp; considerada a fase positiva do estresse, quando a pessoa se prepara para a ação, deixando-a mais atenta e motivada;</li><li>Resistência: as pessoas utilizam toda energia como forma de se adaptar e buscar o equilíbrio de forma a manter a homeostase interna, nesta fase a produtividade cai e a pessoa se torna mais vulnerável;</li><li>Quase-exaustão: marcada pelo início do processo de adoecimento, órgãos com uma maior predisposição genética começam a dar início de deterioração, e se não há um alívio para o estresse, nem formas de enfrentamento, o estresse atinge sua última fase;</li><li> Exaustão: fase mais negativa, marcada por um desequilíbrio interior muito grande. Nesta fase, as doenças são mais frequentes, tanto na área psicológica, em forma de depressão, ansiedade, como na área física, na forma de hipertensão arterial, úlceras gástricas e problemas dermatológicos.</li></ul>



<p>Quando persistente ou exagerado, o estresse pode causar danos à saúde do indivíduo e inclusive desencadear uma série de reações fisiológicas, o que pode agravar uma doença já existente ou facilitar o aparecimento de uma patologia, desde que o indivíduo apresente predisposições. O excesso de situações provocadoras de estresse pode levar a efeitos prejudiciais ao corpo e a mente, efeitos estes que estão diretamente ligados ao sistema nervoso autônomo e relacionados ao sistema nervoso central.</p>



<p>O estresse necessariamente não leva o organismo a um desgaste, isso depende da intensidade, duração, vulnerabilidade e o modo como o indivíduo administra o evento estressor. Pode-se dizer que há um desgaste quando ocorre uma quebra do equilíbrio interno do organismo, ou seja, quando a soma das reações biológicas a um evento estressor tende a alterar o seu equilíbrio. O grande problema ocorre quando há um estado de alerta em situações em que não haveria necessidade, ou mesmo quando há uma prontidão fisiológica de forma excessiva. &nbsp;</p>



<p>Existem duas fontes de estresse: as fontes externas, que requerem uma rápida adaptação, como as mudanças na sociedade e na comunidade, os desastres naturais e as doenças, e as fontes internas, relacionados aos processos cognitivos, como o nível de assertividade, vulnerabilidade, cognições distorcidas e expectativas irrealistas.&nbsp;</p>



<p>Os sintomas de estresse podem ser de ordem física ou psicológica, tais como: sensação de desgaste constante, alteração do sono, formigamento, irritabilidade excessiva, diminuição da libido, angústia, sensação de incompetência nas áreas da vida, entre outros.</p>



<p>Uma das formas de manejo do estresse é a terapia cognitivo-comportamental (TCC), trata-se de uma abordagem terapêutica que utiliza da psicoeducação além de técnicas como a reestruturação cognitiva, relaxamento muscular progressivo, respiração diafragmática, <em>mindfulness </em>e exposição prolongada.&nbsp;</p>



<p>A TCC busca auxiliar o paciente a reconhecer seus limites; identificar seus estressores; conhecer as fontes internas e externas geradoras de estresse, eliminando as que forem possíveis e aprender estratégias para lidar com as situações não modificáveis; reestruturar a forma de pensar e ver o mundo de modo a eliminar algumas fontes internas relacionadas ao seu modo de ser; ser mais assertivo; reconhecer os seus limites e aprender a aceitá-los e melhorar o seu bem-estar e sua qualidade de vida de forma geral.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> <br> <br> <br><br> REFERÊNCIAS: </p><p> <br> CARDOSO, G.S.S. Manejo de estresse de pacientes com HIV/AIDS por meio da TCC. <strong>Revista brasileira de terapias cognitivas</strong>, v.9, p,1, 26-33, 2013.<br> <br><br> LIPP, M.E.N. <strong>Mecanismos Neuropsicofisiológicos do Stress:</strong> teorias e aplicações clínicas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.&nbsp;<br> <br><br> LIPP, M.E.N. <strong>Treino de controle do stress</strong>. Disponível em: http://www.estresse.com.br/tcs-2/treino-de-controle-do-stress/<br> <br><br> ROMANI-SPONCHIADO, A.; SILVA, C.; KRISTENSEN, C. Psicoterapia Cognitivo-comportamental para o Transtorno de Estresse Agudo: uma revisão sistemática.&nbsp;<strong>Revista brasileira de terapia comportamental e cognitiva</strong>,&nbsp;v. 15, n.2, p. 64-74, 2013. </p></blockquote>
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		<title>Frustração &#8211; Você sabe como lidar com ela?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/frustracao-voce-sabe-como-lidar-com-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 15:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento compensatório]]></category>
		<category><![CDATA[evitação]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa]]></category>
		<category><![CDATA[frustração]]></category>
		<category><![CDATA[fuga]]></category>
		<category><![CDATA[potencialidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Frustração é um sentimento que surge quando algo desejado, esperado ou que planejamos não ocorre. Todos nós, em algum momento da vida, nos deparamos com essa emoção, a grande diferença é justamente a forma de lidar com essa sensação. Fatores como história de vida pessoal e o contexto em que houve a frustração podem influenciar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Frustração é um sentimento que surge quando algo desejado, esperado ou que planejamos não ocorre.</p>
<p>Todos nós, em algum momento da vida, nos deparamos com essa emoção, a grande diferença é justamente a forma de lidar com essa sensação. Fatores como história de vida pessoal e o contexto em que houve a frustração podem influenciar nessa maneira de encarar a situação, visto que esse processo pode aparecer por diferentes motivos. A frustração pode vir, por exemplo, relacionada com uma sensação de incapacidade quando o objetivo não alcançado dependia da própria pessoa, ou com uma sensação de injustiça quando depende de fatores externos.</p>
<p>Os motivos para alguém se sentir frustrado podem ser bem diversificados, mas as emoções envolvidas tendem a ser comuns. Raiva, desânimo, agressividade, revolta, decepção, falta de motivação e autoestima rebaixada podem ser sintomas comuns quando há uma decepção ou desapontamento. Uma espécie de tensão interna pode gerar uma desestruturação emocional que ocorre em diferentes níveis e acarreta diversas consequências.</p>
<p>Alguns comportamentos frequentemente relacionados a casos de frustração são:</p>
<ul>
<li><strong>Fuga: quando o indivíduo se afasta e não quer mais nenhum tipo de contato com a situação específica;</strong></li>
<li><strong>Evitação: após ser frustrada em determinado contexto, a pessoa começa a evitar passar por situações parecidas ou conviver com pessoas e lugares envolvidos na sua frustração por medo de acontecer novamente;</strong></li>
<li><strong>Comportamento compensatório: ocorre quando a pessoa busca se compensar para lidar melhor com uma frustração ocorrida. Essa compensação pode aparecer por meio de uso de substâncias, comer em excesso, ou focar ininterruptamente em um ramo específico de sua vida que não tenha relação com a frustração anterior.    </strong></li>
</ul>
<h3><strong>Mas a frustração é algo somente negativo?</strong></h3>
<p>Em alguns casos a pessoa frustrada sente-se incapaz de lidar com os pensamentos e desejos que aparecem neste momento. É uma dor muito intensa que pode dificultar uma reação saudável e positiva, mas é importante que estratégias de enfrentamento e maneiras construtivas de lidar com a frustração, quando inevitável, sejam desenvolvidas.</p>
<p>Apesar de comumente aparecer como um sentimento negativo é interessante que a frustração seja vista, também, como crucial à nossa construção psicológica. A falta de oposições paralisa o desenvolvimento psicológico e as transformações positivas, então podemos encarar esse processo como uma abertura, ainda que difícil, ao amadurecimento pessoal. A frustração é necessária ao desenvolvimento psíquico na medida em que nos ensina e ajuda a ser mais flexível nos fortalecendo a cada dificuldade.</p>
<p>Evitar a frustração é algo natural do ser humano; mas em níveis brandos, a ausência de algo ou a desilusão estão associadas ao desenvolvimento da capacidade de adiar bonificações, o que é fundamental para a vida em sociedade. Assim, não passar por frustrações pode atrapalhar na adaptação sadia às permanentes mudanças que surgem no dia a dia.</p>
<p>Por exemplo: uma criança demasiadamente protegida, que teve seus desejos sempre imediatamente satisfeitos, pode desenvolver dificuldade em compreender a realidade da vida adulta, onde o desejo e a satisfação exigem cada vez mais trabalho e dedicação e, nem sempre, dependem exclusivamente de fatores internos. Dessa forma, esta criança pode se tornar um adulto emocionalmente instável ou que se sente constantemente insatisfeito.</p>
<p>Outro ponto importante a se considerar é que quando uma expectativa é frustrada, os sentimentos de tristeza levam a atitudes de mudança, gerando um desejo de refinamento de seus conhecimentos e habilidades. Na frustração está presente o ressentimento mas também o desejo de melhora. Focar na motivação necessária para transformar a situação em algo proveitoso é de extrema relevância nesses momentos.</p>
<p><strong>É sadio encarar a frustração como uma maneira de identificar potencialidades de crescimento.</strong></p>
<h3><strong>Como tratar?</strong></h3>
<p>O nível que o sentimento de frustração atinge em cada um está diretamente relacionado ao grau de expectativa que foi estabelecido dentro do resultado almejado. Assim, a psicoterapia é capaz de ensinar o paciente a identificar as causas de sua frustração, dosar expectativas exageradas e modificar os pensamentos disfuncionais envolvidos.</p>
<p>É possível ainda trabalhar o desenvolvimento da resiliência, que se caracteriza pela capacidade que a pessoa possui de se adaptar à situações adversas e inesperadas, encará-las como aprendizado e vivenciá-las de forma mais leve e adaptativa.</p>
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