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	<title>fobia do medo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>fobia do medo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Quais são as consequências dos ataques de pânico?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sao-consequencias-dos-ataques-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 20:30:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? – O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer! O aperto no peito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – <em>O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? </em>– O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – <em>Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer!</em></p>
<p style="text-align: justify;">O aperto no peito começa a piorar e você sente que o que está acontecendo não é real, mas o medo de morrer está lá. Você acredita que está ficando louco. Parece que você vai desmaiar. Em apenas 10 minutos o seu corpo está totalmente descontrolado. O que aconteceu com você? Você teve um ataque de pânico. Mas quais são as consequências dele?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como e por que se inicia um ataque de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um ataque de pânico é uma crise que começa de forma brusca. A primeira coisa que a pessoa percebe é a aparição de uma série de sensações corporais. Estas costumam ser: palpitações ou ritmo cardíaco acelerado, sudorese, tremores ou agitação, falta de ar e/ou sensação de asfixia, aperto no peito, náuseas ou desconfortos abdominais, instabilidade ou tontura, sensação de dormência ou formigamento e arrepios.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema aumenta de tamanho graças aos pensamentos que a pessoa reproduz em sua mente e em volta destes sintomas físicos. O ataque de pânico é produzido porque a pessoa associa suas sensações corporais a algum tipo de ameaça. Além disso, geralmente a pessoa percebe que essa ameaça induzida coloca sua vida em perigo. Assim, desenvolve todo um ciclo de pensamentos (neste sentido) que irá tornar as sensações corporais iniciais ainda mais intensas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes são o medo de morrer, de perder o controle e/ou de ficar louco, além da sensação de irrealidade ou de estar fora de si mesmo. O caso é que as pessoas interpretam estes sintomas físicos de forma catastrófica. Ou seja, acreditam que essas sensações corporais estão ocorrendo porque está acontecendo alguma coisa grave. É fundamental realçar que, na realidade, não há um perigo real de morte, a verdade é que tudo isso está acontecendo porque nós estamos pensando.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Que consequências derivam dos ataques de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de pânico têm consequências negativas para quem sofre deles, mas em nenhum caso levam à morte, pelo menos de maneira direta. Pense nisso: você realmente teve alguma coisa grave a nível físico quando teve uma crise com essas características? Não, certo? Se elas realmente tivessem as consequências que tememos, você não estaria lendo este artigo!</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras de Luis Sepúlveda têm uma dose de humor negro, mas não deixam de nos proporcionar uma descrição exata das sensações das “vítimas do pânico”. Além disso, todos sabemos que estes ataques de pânico provocam um grande mal-estar emocional e psicológico. O medo se apodera do dia a dia dessas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece o medo de que volte a ter uma crise, já que não é nada agradável. Em muitos casos, os estímulos gerados pela crise são generalizados (por exemplo, se tivemos um ataque em um ponto de ônibus, passamos a ter medo de todos os pontos de ônibus), e em muitos outros casos, a antecipação da própria crise já provoca o ataque (antecipamos que vamos passar por um ponto de ônibus).</p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, a pessoa passa a temer que os ataques apareçam em lugares públicos, onde seja difícil escapar, em situações sociais onde seria constrangedor estar assim, ou em momentos em que seria complicado obter ajuda. Então, o que a pessoa geralmente começa a fazer nestes casos? O que ela costuma fazer é evitar essas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa deixa de ir a esses lugares para que, assim, diminua a ansiedade gerada pela possibilidade de ter outro ataque. Então ela vai evitando cada vez mais lugares. Desta forma, as tarefas cotidianas passam a ser um verdadeiro exercício de planejamento e esforço. Fica extremamente difícil para a pessoa ir a lugares que antes frequentava. Assim, a gama de atividades que acaba fazendo é muito reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, chegamos ao ponto em que a pessoa passa a sofrer de agorafobia. Elas já temem ou evitam situações como as seguintes: aglomerações, lugares públicos, viajar sozinho ou se ausentar de casa. Isso é altamente debilitante para a pessoa, que vê reduzida sua qualidade de vida em todos os âmbitos. Visto que isso pode ser limitante tanto a nível pessoal como profissional e social, é importante consultar um psicólogo para aprender a regular a ansiedade e reduzir os ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/consequencias-ataques-de-panico/</p>
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		<title>Como lidar com a pressão diária?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-pressao-diaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 20:14:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É natural sofrer uma certa cobrança por parte das pessoas com quem convivemos, tanto na vida profissional quanto na pessoal, seja para cumprir o prazo de uma atividade no trabalho ou, então, para tomar decisões no relacionamento amoroso ou familiar. E, até certo ponto, essa cobrança é sadia e, muitas vezes, serve como um empurrão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É natural sofrer uma certa cobrança por parte das pessoas com quem convivemos, tanto na vida profissional quanto na pessoal, seja para cumprir o prazo de uma atividade no trabalho ou, então, para tomar decisões no relacionamento amoroso ou familiar. E, até certo ponto, essa cobrança é sadia e, muitas vezes, serve como um empurrão para nos obrigar a agir e a dar o nosso melhor. Por outro lado, quando essas cobranças, em vez de pontuais, tornam-se frequentes, e começam a acompanhar você dia sim, outro também, é bom ficar alerta. Afinal, quando a expectativa do outro o obriga a viver sempre sob altos níveis de estresse, e isso se prolonga por semanas ou até meses, é natural que a sua qualidade de vida comece a despencar, a ponto de ocasionar o aparecimento de problemas físicos e emocionais. “Sempre que vivemos uma experiência estressante, o organismo vai fazer um esforço grande para tentar voltar ao equilíbrio. Só que, nesse processo, ocorre também um conjunto de reações no corpo todo, envolvendo o físico, o psíquico e até mesmo a esfera social. Assim, a resposta que você dá à pressão psicológica também se refletirá em todos esses campos da sua vida”, explica a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).</p>
<p style="text-align: justify;">A especialista faz questão de reforçar que não é a cobrança externa o que nos adoenta, e sim o quanto nos preocupamos. Isso explica por que uma pessoa consegue conviver anos com um chefe autoritário, enquanto outra não é capaz de segurar a bronca por uma semana. Ao perceber que uma situação dessas está tirando você do sério, roubando a sua energia e prejudicando a sua capacidade de relaxar, o melhor é procurar um meio de defesa. “Pessoas frequentemente expostas a situações estressantes aumentam a produção de cortisol, um hormônio que favorece a deposição de gordura abdominal. “Esse quadro, por sua vez, eleva as chances de sofrer de problemas como a hipertensão, o diabetes, a depressão e a ansiedade”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Veja como se cuidar</h2>
<p style="text-align: justify;">A descoberta de uma doença grave, como o câncer, pode ser uma experiência traumática para algumas pessoas e levar até mesmo a uma piora do quadro. “Qualquer doença grave, incapacitante, causa sofrimento, porque remete a pessoa à sua própria finitude, a faz pensar na questão da vida e da morte, que é o conflito mais intenso com o qual o ser humano pode se deparar”, explica a psicóloga Ana Cristina Waissmann, chefe da sessão de psicologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Existem várias doenças e sintomas que um trauma psicológico pode agravar, mas o mais comum é que apareçam quadros asmáticos, de hipertensão, problemas cardíacos, doenças de pele e dores de causas desconhecidas. Também os distúrbios emocionais são frequentes, como a angústia exagerada, a ansiedade e a depressão<strong>.</strong> O choque também pode fazer com que as pessoas se isolem e se sintam solitárias.<br />
Saia dessa<strong>:</strong> Para quem está nessa situação, o mais importante é procurar uma rede de apoio, que reúna outros pacientes com aquela mesma doença, para poder dividir angústias e medos. Vale cercar-se de familiares e amigos. No mais, é interessante consultar um psicólogo, que poderá escutar todas as dores e preocupações sem julgar. “Uma pessoa que está sofrendo tanto não pode ter preconceito em procurar um profissional de saúde mental, porque esse auxílio só vai lhe fazer bem”</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://revistavivasaude.uol.com.br/bem-estar/como-lidar-com-a-pressao-diaria/503/#</p>
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		<title>Como vencer o medo do fracasso?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-vencer-o-medo-do-fracasso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2016 20:12:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A insegurança geralmente aparece quando estamos diante de um grande projeto, ao receber uma promoção, antes de uma apresentação em público, entre diversas outras situações que nos fazem sair da zona de conforto. Este sentimento pode estar relacionado ao medo do fracasso, uma vez que o desconhecido costuma incomodar, e preferimos sempre estar no controle. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A insegurança geralmente aparece quando estamos diante de um grande projeto, ao receber uma promoção, antes de uma apresentação em público, entre diversas outras situações que nos fazem sair da zona de conforto. Este sentimento pode estar relacionado ao medo do fracasso, uma vez que o desconhecido costuma incomodar, e preferimos sempre estar no controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Na medida certa, a insegurança pode ser positiva. Isso porque esta sensação estimula o indivíduo a se preparar e se autodesenvolver. Porém, quando a insegurança limita a capacidade do indivíduo de realizar, gerar movimento e transformação, ela passa a ser um aspecto que precisa ser observado com atenção para que não cause prejuízos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Saiba que tentar é o único caminho</h2>
<p style="text-align: justify;">Não deixe que o medo de errar te impeça de lutar por seus objetivos. Nada na vida é garantido, e a única certeza que existe é a de que parado não conseguimos nenhum resultado. Portanto, se arisque e ouse fazer diferente!</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dê um passo de cada vez</h2>
<p style="text-align: justify;">Todas as pessoas têm limitações que devem ser respeitadas e entendidas para, assim, fazer o melhor uso de suas competências e habilidades. Entenda que continuar seguindo em frente é mais importante que ir mais rápido. Avance sempre no seu ritmo, dando um passo de cada vez, e se sinta mais preparado a cada etapa concluída.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tenha uma atitude positiva</h2>
<p style="text-align: justify;">As coisas nem sempre acontecem conforme o planejado, e é normal que imprevistos e situações inesperadas apareçam durante o percurso. Lembre-se de que errar é humano, e sempre que fracassar em alguma coisa, tente entender o motivo para isso ter acontecido e aprenda com os erros. Mantenha uma postura otimista, e lembre-se que sua atitude diante dos acontecimentos é mais importante do que os fatos em si.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acesse suas potencialidades</h2>
<p style="text-align: justify;">Todos nós possuímos um potencial infinito, que precisa apenas ser identificado e despertado. Para isso, invista em autoconhecimento e desfrute de seu poder pessoal de maneira plena e completa, gerando transformações e mudanças. Para te ajudar, busque ajuda de um profissional capacitado justamente em te ajudar a descobrir o melhor de você!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching-e-psicologia/como-vencer-o-medo-do-fracasso/</p>
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		<title>Como perder o medo de dirigir: dicas para chegar lá</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-perder-o-medo-de-dirigir-dicas-para-chegar-la/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 19:04:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrar no carro, assumir o volante e encarar o trânsito é uma situação comum na vida de muitas mulheres, mas a ideia é capaz de deixar várias outras em pânico. O medo de dirigir atinge pessoas de todas as idades, principalmente do sexo feminino. Para vencer o medo, não existe segredo: é preciso enfrentá-lo com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Entrar no carro, assumir o volante e encarar o trânsito é uma situação comum na vida de muitas mulheres, mas a ideia é capaz de deixar várias outras em pânico. O medo de dirigir atinge pessoas de todas as idades, principalmente do sexo feminino. Para vencer o medo, não existe segredo: é preciso enfrentá-lo com determinação e tranquilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se desespere: dirigir é simples, é um ato automático e repetitivo. A persistência leva à prática e com muita atenção ao que acontece em volta, você vai se sentir mais segura e apta para ganhar as ruas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Medo de dirigir no trânsito</h2>
<p style="text-align: justify;">Dirigir em congestionamentos não é fácil, mas é uma situação pela qual todas as motoristas vão passar em algum momento. Uma das dicas da psicóloga Neuza Corassa para deixar de lado o medo de dirigir no trânsito é pedir a ajuda de um amigo, familiar ou profissional. Ter a companhia de um carona calmo pode ajudá-la a se sentir mais segura e confiante.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Medo do carro morrer</h2>
<p style="text-align: justify;">Algumas motoristas entram em pânico com a ideia de deixar o carro apagar, principalmente na saída do semáforo, quando quem vem atrás começa a buzinar. Segundo o instrutor Fabiano Silva, para perder o medo do carro morrer é fundamental controlar o ponto da embreagem, aquela tremidinha que acontece ao engatar a primeira marcha e soltar a embreagem devagarzinho. Isso indica que o veículo começou a ganhar força e está pronto para se mover.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Medo de dirigir em subida</h2>
<p style="text-align: justify;">O medo de deixar o carro voltar nas subidas também é muito comum e, de acordo com o instrutor de trânsito Davi dos Santos, ter bom domínio sobre os pedais é a melhor forma de controlar o carro. Estacione em uma subida pouco movimentada, fique alguns minutos treinando e sentindo o veículo. Se o carro morrer, não se desespere: aos poucos você chega lá.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Controle a ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando você já estiver mais familiarizada com o veículo, a psicóloga especializada em comportamento de motoristas, Cecília Bellina, explica que é a hora de controlar a ansiedade. A profissional desenvolveu um método que ajuda a vencer o nervosismo e começar a dirigir mais tranquila.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/de-carona/como-perder-o-medo-de-dirigir-dicas-para-chegar-la</p>
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		<title>O que é o medo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-o-medo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 19:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno do estresse pós traumático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Respiração difícil, coração acelerado, mão úmidas, pernas tremendo, peito pulando, rosto vermelho, boca seca, mandíbula dura. Sente-se desligado do que acontece a sua volta, perdido, sem controle. São alguns possíveis sintomas do medo. O que provoca medo? Qualquer situação que seja percebida como ameaçadora. Esta ameaça pode ser física, moral ou de qualquer outra ordem. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Respiração difícil, coração acelerado, mão úmidas, pernas tremendo, peito pulando, rosto vermelho, boca seca, mandíbula dura. Sente-se desligado do que acontece a sua volta, perdido, sem controle. São alguns possíveis sintomas do medo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que provoca medo?</h2>
<p style="text-align: justify;">
Qualquer situação que seja percebida como ameaçadora. Esta ameaça pode ser física, moral ou de qualquer outra ordem. Alguns exemplos: Ansiedade ao participar de entrevistas ou reuniões; Perder o sono pela expectativa dos resultados de exames médicos; pensamentos referentes a possibilidade de rompimento do relacionamento, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes damos nomes diferentes à mesma sensação como: apreensão, preocupação, ansiedade, angustia, mas são termos que podem estar se referindo ao medo .<br />
Às vezes a pessoa pode não estar consciente do medo, não percebe inseguranças,  mas mesmo assim eles podem impedir situações novas como por exemplo um relacionamento satisfatório ou um emprego interessante.<br />
Alguns ficam ansiosos quando tem uma entrevista de emprego, sente medo , e algumas vezes mentem para si mesmos dizendo que não querem este emprego, e podem evitar a entrevista por medo de uma possível  reprovação. O medo pode ser manifestar como uma “voz”  dizendo que as coisa darão erradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o medo pode se parecer com vozes críticas que dizem que você não consegue, que não é tão bom quanto aquela outra pessoa, não é tão bonita como gostaria, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo pode abranger todas as intensidades, desde uma insegurança leve até o terror total.<br />
O medo pode estar presente em: insegurança , preocupação, ansiedade, fobias, ataques de pânico e TSTP, transtorno do estresse pós traumático.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
O que é medo</h2>
<p style="text-align: justify;">
Podemos entender o medo como sentimento de insegurança em relação a uma pessoa, uma situação ou um objeto.<br />
Medo é pessoal, o que assusta um pode ser indiferente do outro. Existem pessoas com medo de espaços abertos e não saem de casa, tem pessoas que sentem muita ansiedade de entrar no metrô, outros tem medo de tarefas como por exemplo, organizar uma festa, outros tem medo de baratas, avião, gatos, etc.<br />
Mas o problema pode não ser o metrô, o gato, a festa a ser organizada.  O problema pode não ser a pessoa, situação ou objeto, mas a maneira como a pessoa percebe esta situação, pessoa ou objeto.<br />
Por exemplo, uma pessoa que precisa apresentar seu trabalho na reunião da empresa. O problema dela seria falar sobre seu trabalho? Ou o que  a faz entrar em pânico é O QUE ELA PENSA QUE PODE ACONTECER, exemplo “E se não gostarem de minha apresentação, e se meu projeto for reprovado , ou se meu chefe me demitir porque descobriu que eu sou um péssimo funcionário que nem sabe apresentar um trabalho. O que vão pensar de mim?”<br />
Um bom passo na compreensão do medo pode ser perceber que todos os medos surgem da preocupação a respeito do que poderá acontecer em conseqüência do evento, e não o evento em si.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
Reações físicas do medo</h2>
<p style="text-align: justify;">
Quando sentimos medo o corpo se prepara para o famoso “lute ou fuja”. Seu corpo se prepara para dois resultados possíveis, enfrentar a situação e lutar com ela, ou sair correndo, fugir. Isso faz seu cérebro trabalhar muito intensamente, o que gera mais adrenalina. A pessoa pode se sentir: tremulo e enjoado,  dores agudas nos braços, pernas e ombros, os sentidos são bombardeados com muito mais informações do que costuma administrar e por isso o cérebro não consegue filtrar tanta informação e se torna super-vigilante, e assim fica muito mais sensível ao que acontece a sua volta .<br />
Quando tudo isso acontece em relação a algo que não seja uma ameaça física (ou seja, você não está sendo atacado de fato) mas acontece em relação à uma ameaça emocional, como por exemplo você está medo de falar com seu chefe, começa uma espiral de terror onde a o coração dispara, e acelera a adrenalina, que pode fazer que sujam dores no corpo.</p>
<p>Por exemplo: Uma pessoa tinha tanto medo de andar de metrô, mas nunca tinha entrado sequer numa estação de metro. Portanto ele tinha fobia daquilo que ele pensava que era o metrô . Toda vez que ele passava perto de uma estação de metrô e, só de pensar em entrar, ele suava frio, seu coração acelerava, seus ombros ficavam curvados e ele achava que ia desmaiar.<br />
Vejam que este medo não está relacionado ao ato de entrar no metrô, mas  a sensação de perda de controle que ele associava a andar de metrô.<br />
Como essa sensação toda era muito forte, ele nunca teve a chance de lidar com o medo de forma racional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/medo.html</p>
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		<title>Cinofobia – Como contornar este problema?</title>
		<link>https://casule.com/blog/cinofobia-como-contornar-este-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2015 18:59:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Você sabe o que significa cinofobia? Com certeza você já ouviu essa palavra antes, mas talvez não saiba o real significado dela. Cinofobia significa um medo irracional de cães, muitas vezes também sendo definida como medo mórbido ou aversão a cães. Algumas pessoas que sofrem com a cinofobia não conseguem nem ver um cachorro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Você sabe o que significa cinofobia? Com certeza você já ouviu essa palavra antes, mas talvez não saiba o real significado dela. Cinofobia significa um medo irracional de cães, muitas vezes também sendo definida como medo mórbido ou aversão a cães.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas que sofrem com a cinofobia não conseguem nem ver um cachorro que já começam a se sentir nervosas, são capazes até de atravessar a rua para não cruzar com um cachorro no seu caminho. Um dos principais motivos da cinofobia é não confiar em cães em geral, fazendo com que a pessoa ache que qualquer cachorro possa atacá-la ou lhe fazer algum mal.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais motivos do medo irracional de cães é saber que eles podem morder ou atacar. Acredita-se que a cinofobia seja desenvolvida a partir do momento em que a pessoa é atacada por um cachorro, essa pessoa pode também ver ou conhecer alguém que sofreu com um ataque de cachorro, isso pode fazer com que ela fique traumatizada por muito tempo, às vezes, pelo resto da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo novas teorias da psicologia, não é necessário nem levar uma mordida de fato para desenvolver a cinofobia. Notícias cada vez mais frequentes de ataques de cães, sempre presentes e alardeadas na mídia, contribuem (e muito) com a cinofobia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Principais sintomas físicos de quem tem cinofobia</strong></h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Boca seca;</li>
<li>Falta de ar;</li>
<li>Coração acelerado;</li>
<li>Choro ou vontade de chorar;</li>
<li>Transpiração excessiva;</li>
<li>Paralização repentina do corpo;</li>
<li>Vontade de sair do lugar, isto é, se o cachorro estiver no mesmo ambiente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É muito importante ressaltar que o medo de cães é uma coisa séria. Muitas pessoas podem achar que é frescura, mas todos temos limitações e devemos respeitar as limitações e medos das outras pessoas, nunca forçando ninguém a fazer alguma coisa que não queira fazer, ou expor alguém a situações constrangedoras.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos para a cinofobia</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Um psicólogo pode ajudar muito para a superação da cinofobia, essa ajuda profissional poderá ajudar a pessoa a se lembrar de quando esse medo se iniciou, por qual razão, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito comum o psicólogo realizar algumas sessões com cães adestrados, para que a pessoa aprenda que cães são absolutamente confiáveis, e que não há razão para se ter medo deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados para o tratamento da cinofobia podem ser rápidos ou podem demorar mais tempo para surtirem efeito, depende muito de pessoa para pessoa. Depende muito também do empenho do paciente e das pessoas que acompanham o tratamento de perto para que os resultados positivos apareçam de forma rápida e satisfatória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cinofobia/</strong></p>
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		<title>Claustrofobia: uma doença que tem cura</title>
		<link>https://casule.com/blog/claustrofobia-uma-doenca-que-tem-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2015 19:10:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A claustrofobia é uma doença diagnosticada como um distúrbio de ansiedade. A pessoa sente medo de ficar em lugares fechados, evitando assim a utilização de elevadores, aviões e ambientes com pouca ventilação. A gravidade da fobia pode variar de pessoa para pessoa. Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2680" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado.jpg" alt="casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A claustrofobia é uma doença diagnosticada como um distúrbio de ansiedade. A pessoa sente medo de ficar em lugares fechados, evitando assim a utilização de elevadores, aviões e ambientes com pouca ventilação. A gravidade da fobia pode variar de pessoa para pessoa. Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a psicóloga Emanoele Almeida Moura, as causas deste transtorno podem ser decorrentes de algum trauma sofrido, e assim que o medo começar a interferir na vida cotidiana, é hora de procurar orientação médica. “A pessoa pode desenvolver a claustrofobia por algum trauma ou em alguma situação de sofrimento. Quando o claustrofóbico percebe que está limitando sua vida, deixando de fazer coisas do dia-a-dia, é o momento para procurar orientação, pois com a psicoterapia ele aprende a lidar com esse medo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos casos mais graves, a claustrofobia pode evoluir para a Síndrome do Pânico, sendo necessário acompanhamento de psiquiatras, que &#8211; com o auxilio de remédios &#8211; conseguem controlar a ansiedade do paciente e superar o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">A estudante de Direito Michelle Alves Rodrigues conhece bem o distúrbio. De acordo com ela, qualquer lugar fechado é sinal de preocupação. “Quando me vejo em lugares pequenos e fechados ou simplesmente cheios, começo a me sentir mal, minhas mãos começam a suar, sinto meu coração acelerado e muitas vezes falta de ar. Certa vez, estava em um ônibus que tem os vidros fechados pelo ar-condicionado, tive que sair. Aquela sensação de que estou presa, é simplesmente desesperadora. Quando entro no carro tem que ter janela aberta, mesmo que seja um pedacinho só”, conta Michele.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a estudante, o tratamento tem ajudado a lidar com o problema e o acompanhamento psicológico já possibilitou executar tarefas simples, como entrar no elevador e viajar novamente de ônibus. “Hoje entro no ônibus e sento nas poltronas próximas à porta, assim não me sinto tão presa, faço tratamento há alguns meses e desde então, já consigo até passar algum tempo no elevador coisa que julgava impossível alguns meses atrás”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong>&#8211; A boa noticia é que a claustrofobia tem cura e com acompanhamento psicológico a pessoa é capaz de lidar com o medo e ter uma vida normal. Diversos tratamentos ajudam eliminar o problema, psicólogos,amigos e família são muito importantes na cura da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://online.unisanta.br/2012/09-15/saude-4.htm</p>
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		<title>Transtorno de Pânico!</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2015 19:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtorno do Pânico Transtorno de pânico é considerado um dos transtornos de ansiedade mais freqüentes, atingindo 1,5 a 2% da população, na maioria dos casos mulheres entre 18 e 35 anos. O transtorno é caracterizado pela presença de: ataques de pânico inesperados e repetidos, seguidos por pelo menos um mês de preocupação persistente acerca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-transtoron-do-panico.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2675" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-transtoron-do-panico.jpg" alt="casule-psicologia-transtoron-do panico" width="600" height="588" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-transtoron-do-panico.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-transtoron-do-panico-24x24.jpg 24w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-transtoron-do-panico-48x48.jpg 48w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;" align="&quot;center&quot;"><span style="font-family: times;"><strong>Transtorno do Pânico</strong></span></h2>
<div style="text-align: justify;" align="&quot;justify&quot;">
<p>Transtorno de pânico é considerado um dos transtornos de ansiedade mais freqüentes, atingindo 1,5 a 2% da população, na maioria dos casos mulheres entre 18 e 35 anos.</p>
<p>O transtorno é caracterizado pela presença de: ataques de pânico inesperados e repetidos, seguidos por pelo menos um mês de preocupação persistente acerca de ter um novo ataque, perder o controle, ter uma complicação cardíaca e até enlouquecer.</p>
<p>Um ataque de pânico é definido por um período de intenso medo ou desconforto acompanhado por pelo menos 04 dos sintomas citados a seguir: palpitações, sudorese, tremores, sensação de falta de ar ou sufocamento, dor ou desconforto no peito, náusea ou desconforto abdominal, tontura, desrealização (sensações de irrealidade), despersonalização (distanciamento de si mesmo), medo de perder o controle ou de enlouquecer, medo de morrer, anestesia ou sensações de formigamento, calafrios ou ondas de calor. Os ataques podem ocorrer diariamente ou semanalmente, no período de vários meses.</p>
<p>O medo de ter um próximo ataque, pode gerar um comportamento de esquiva denominado agorafobia caracterizado por: ansiedade em permanecer em locais ou situações de difícil saída, ou a percepção da impossibilidade de auxílio caso ocorra um novo ataque de pânico. As situações podem ser várias, dentre elas: ficar sozinho e não obter socorro, estar no meio de uma multidão, permanecer numa fila, estar em uma ponte e viajar de ônibus, trem ou automóvel</p>
<h2 align="&quot;justify&quot;"><span style="font-family: times;"><strong>Ataque de Pânico</strong></span></h2>
<div align="&quot;justify&quot;"></div>
<h2 align="&quot;justify&quot;"><span style="font-family: times;"><strong>Modelo Comportamental do Transtorno do Pânico </strong></span></h2>
<div align="&quot;justify&quot;"></div>
<p>No Transtorno do Pânico o indivíduo tende a se esquivar das interações e situações estressoras como, também, das próprias emoções (ansiedade e suas manifestações físicas) (3). Neste caso, ele passa a acreditar que fica livre do mal estar, o que acarretará, cada vez mais, o comportamento de esquiva, limitando sua vida. O modelo de Barlow valoriza o condicionamento interoceptivo. Ele diz que o ataque de pânico inicial é um “alarme falso”. O indivíduo sente-se mal frente a um estímulo estressor e associa este mal estar à situação vivida(4).</p>
<p>Este ataque inicial é tão traumático e assustador que coloca a pessoa em estado de alerta a espera de um novo episódio. Com isto, ele passa a evitar as situações, reduzindo sua ansiedade. O modelo comportamental, portanto, enfoca o condicionamento dos ataques, ou seja, a cada novo ataque de pânico espontâneo, o mesmo circuito é instalado. ( 2)</p>
<div align="&quot;justify&quot;"></div>
<h2 align="&quot;justify&quot;"><span style="font-family: times;"><strong>Tratamento</strong></span></h2>
<div align="&quot;justify&quot;"></div>
<div align="&quot;justify&quot;"></div>
<p>A técnica comportamental mais utilizada no tratamento do transtorno do pânico é a exposição. Esta técnica consiste em ensinar o paciente a enfrentar as situações temidas, lidar com os sintomas físicos causados pela ansiedade durante um ataque de pânico e comportar-se diferentemente diante destas situações.</p>
<p>Espera-se que haja uma redução da resposta de ansiedade quando o indivíduo entra em contato várias vezes com o estímulo que lhe causa o medo e os respectivos sintomas desagradáveis.</p>
<p>Este confronto de forma sistemática faz com que ele desconfirme a ideia de uma conseqüência negativa, promovendo a redução do seu desconforto e a segurança para parar de evitar as situações. O terapeuta deve orientar o paciente a se expor progressivamente a situações geradoras de ansiedade. Estas situações podem estar relacionadas ao ambiente do indivíduo (exposição aos estímulos externos), ou aos sintomas físicos (exposição aos estímulos internos ou exposição interoceptiva). É necessário que o paciente esteja em estado de relaxamento durante os exercícios de exposição.</p>
<p>Neste caso, o terapeuta deverá ensinar o paciente a relaxar e a técnica que normalmente é utilizada é o relaxamento muscular progressivo de Jacobson.</p>
<p>É, também, importante que o paciente aprenda a respiração abdominal, que contribui no relaxamento e, consequentemente, na diminuição da ansiedade e seus sintomas físicos. Os tratamentos de exposição funcionam por permitirem aos pacientes com TP experimentarem a situação temida e, desse modo, perceber que seus temores são infundados. Uma vez iniciado o tratamento, é importante que se faça uma monitoração contínua dos exercícios de exposição para verificar os progressos obtidos. Caso contrário, o terapeuta deverá identificar as variáveis que estão interferindo no sucesso do tratamento e que podem estar relacionadas com a hierarquia elaborada ou mesmo com as dificuldades ou resistências do paciente. O procedimento mais comum de monitoração é o diário, onde o paciente registra as situações de exposição, as sensações experimentadas e uma nota para sua ansiedade (5).</p>
</div>
<div style="text-align: justify;" align="&quot;justify&quot;"></div>
<div style="text-align: justify;" align="&quot;justify&quot;"></div>
<div style="text-align: justify;" align="&quot;justify&quot;">FONTE:http://www.aporta.org.br/site/ampliar_foto.asp?retorno=transtorno-de-ansiedade.asp&amp;cod_pagina=187&amp;codigo_foto=66&amp;cod_ev&amp;mes&amp;ano&amp;cod_not&amp;cod_pgr&amp;autenticacao&amp;cod_idioma=1</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Agorafobia</title>
		<link>https://casule.com/blog/agorafobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2015 19:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ágora em grego significa “praça”. A psicologia absorveu esse termo para representar lugares abertos &#8211; situações comuns onde as pessoas que sofrem de agorafobia se sentem desprotegidas,vulneráveis e desamparadas. Agorafobia é um transtorno de ansiedade muito comum nos quadros de se síndrome do pânico e refere-se ao medo de andar nas ruas, dificuldade de sair [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2523" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia.jpg" alt="casule-psicologia-agorafobia" width="600" height="414" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-300x207.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-610x421.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-480x331.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-agorafobia-600x414.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ágora em grego significa “praça”. A psicologia absorveu esse termo para representar lugares abertos &#8211; situações comuns onde as pessoas que sofrem de agorafobia se sentem desprotegidas,vulneráveis e desamparadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Agorafobia é um transtorno de ansiedade muito comum nos quadros de se síndrome do pânico e refere-se ao medo de andar nas ruas, dificuldade de sair sozinho de casa, dificuldade de ir a certos lugares como mercados ou cinema pois sente forte apreensão difícil de compreender e muitas vezes surge a necessidade de ter alguém ao lado para lhe dar segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">O agorafóbico sente ansiedade de estar em locais ou situações em que a saída seja difícil, como por exemplo, multidões,  um supermercado muito grande ou um local onde o auxilio possa não estar disponível &#8211; mesmo que não haja previsão de necessitar este auxilio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Os medos da Agorafobia mais comuns são:</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Estar longe de casa ou de pessoas que dêem segurança</li>
<li>Andar de carro, ônibus, trem, metrô ou avião</li>
<li>Locais fechados e lotados como cinema, supermercados, restaurantes, etc.</li>
<li>Situações nas quais a saída seja difícil como congestionamentos, estádios, ocupar o banco de trás de um carro, etc.</li>
<li>Fila de banco</li>
<li>Túneis, passarelas, pontes</li>
<li>Elevadores</li>
<li>Viajar</li>
<li>Ruas cheias</li>
<li>Feiras.</li>
<li>Etc.</li>
<li></li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Medo de ter medo</h2>
<p style="text-align: justify;">Na agorafobia e na síndrome de pânico, a pessoa sente “medo de ter medo”. A ansiedade de sair de casa e ter uma crise a impede de se expor a situações fora de casa, por isso o comportamento mais comum na agorafobia é a evitação, a esquiva, a fuga de situações fora de sua zona de conforto – normalmente sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a crise a pessoa pode chegar a ter a sensação de que está enlouquecendo, o que a faz  evitar certos lugares, por exemplo, não vai mais ao cinema pois tem medo de passar mal, não sai de carro, não entra em supermercado, não entra em banco. Tudo isso devido a agorafobia sofrida em uma situação anterior e associada ao pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada um tem sua lista de lugares que a faz passar mal. Tive um paciente que não entrava em túneis, outro não andava de metrô. O que define qual será o local, ou os locais que serão evitados são as experiências anteriores ou idéias pré-concebidas no que se refere a estes lugares.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Desamparo</h2>
<p style="text-align: justify;">O desamparo é a sensação de que precisará de ajuda mas não conseguirá. A pessoa sente que vai precisar de algum apoio, algum recurso mas esse apoio não vai aparecer. Isso dá pavor. Tem gente que sente que precisa ter alguém por perto, por isso muitas pessoas não saem mais sozinhas, ou até nem saem mais de casa. Outros precisam saber que terão atendimento médico por perto, precisa de se certificar que tem algum hospital por perto. Já atendi um caso onde o rapaz precisava identificar o hospital mais próximo a cada quilometro por onde ele dirigia, sabia até que não iria precisar usar o tal hospital, mas fazia isso, e fazia escondido, pois tinha vergonha de sentir assim pois tinha medo de que os outros pudessem achar que estava ficando louco, então arranja desculpas esfarrapadas para evitar essas situações. Não vai pra praia porque (mente que&#8230;) tem que trabalhar, não vai para o cinema porque não está a fim de ver aquele filme. Tudo mentira. Ele está apavorado. Tem outras pessoas que não procuram hospital, mas a casa de pessoas conhecidas. Só andam em locais onde sabe que podem pedir ajuda para alguém, não saem dessa rota. Tem outros que não se afastam da sua própria casa, andam só no quarteirão, e quanto mais se afastam, mais passam mal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A agorafobia está diretamente relacionada com a Síndrome do pânico, segue algumas informações específicas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pânico – Síndrome do Pânico</h2>
<p style="text-align: justify;">Pânico é o ponto mais forte da ansiedade. É um medo tão intenso que dificulta a capacidade de raciocínio. A pessoa com síndrome do pânico pode sentir vontade de sair correndo, procurar um lugar seguro. Para alguns o pronto socorro é esse local, pois tem a sensação de que está muito doente, que vai ter um ataque do coração, mas quando ela é atendida, o médico nunca identifica um problema físico, pressão boa, respiração normal, enfim, corpo saudável. “Mas doutor? E esse taquicardia que eu senti? E essa falta de ar que parece que estou sufocando?” São essas as perguntas que os médicos que atendem as pessoas com crises de pânico ouvem e nem sempre sabem responder.</p>
<p style="text-align: justify;">A síndrome do pânico é um mal estar repentino sem ter nada aparente provocando, com sintomas físicos intenso, em geral falta de ar, tontura, mal estar, dor de barriga e suor frio.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico correto só pode ser feito por um psicólogo experiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas geralmente começam de forma branda, chegam a um pico mais forte em alguns minutos e depois de um tempo a coisa toda passa do mesmo jeito que chegou, sem explicação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Despersonalização</h2>
<p style="text-align: justify;">Outro sintoma comum é a despersonalização, e se refere à sensação  de você não ser você, de saber que está ali mas ainda assim se sente distante.</p>
<p style="text-align: justify;">A característica principal da síndrome do pânico é o medo de ter medo. Por medo de passar mal em certas situações, a pessoa passa a evitar as tais situações. O que ela não sabe é que evitar só faz o medo aumentar ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando procurar terapia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando sua vida começa a ter prejuízos, quando há sofrimento psíquico ou quando você deixa de praticar sua rotina do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Pânico e ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade. As pessoas costumam identificar a depressão e a ansiedade, mas tanto a depressão está dividida em vários tipos, você pode ler na página sobre depressão, que são o bipolar, distimia, etc, como a ansiedade também não é única. Existem vários quadros ansiosos, vários tipos de ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade é necessária para a preservação do individuo. Medo é um instinto de preservação. Se você tiver não tiver medo nenhum de nada, você vai acabar se colocando em situações de risco exagerado, vai atravessar a Avenida 23 de Maio sem olhar para os lados, mas com medo exagerado você não vai atravessar rua nenhuma, fica paralisado. E aí é que entra o transtorno, é quando o medo pára de te proteger e começa a te prejudicar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/agorafobia.html</p>
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		<title>Fobia de compromisso!</title>
		<link>https://casule.com/blog/fobia-de-compromisso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 19:10:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos homens dizem que não estão prontos para assumir um relacionamento sério. Falta de tempo, vontade, que são muito novos são os principais “motivos.” Mas, existem aqueles que querem investir num compromisso e, por algum tipo de insegurança, não conseguem avançar para o próximo estágio. Como saber se, no caso do seu namorado, é desinteresse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-juiz-de-fora-fobia-do-compromisso.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2483 size-full" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-juiz-de-fora-fobia-do-compromisso.jpg" alt="casule-psicologia-juiz-de-fora-fobia-do-compromisso" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-juiz-de-fora-fobia-do-compromisso.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-juiz-de-fora-fobia-do-compromisso-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-juiz-de-fora-fobia-do-compromisso-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos homens dizem que não estão prontos para assumir um relacionamento sério. Falta de tempo, vontade, que são muito novos são os principais “motivos.” Mas, existem aqueles que querem investir num compromisso e, por algum tipo de insegurança, não conseguem avançar para o próximo estágio. Como saber se, no caso do seu namorado, é desinteresse ou medo de se envolver?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um homem tem medo de compromisso, num momento inicial, mostra-se interessado em namorar e casar. No entanto, à medida que a relação vai ficando mais séria, ele começa a dar os primeiros sinais. “Ele começa a criticar coisas sem sentido, como a cor do seu esmalte, o seu vestido, não quer mais dormir na sua casa. A paciência dele diminui. E tudo isso sem motivo aparente”, explica a psicóloga Valéria Mafra.</p>
<p style="text-align: justify;">Traumas de relacionamentos anteriores fracassados e imaturidade podem causar, tanto nos homens quanto nas mulheres, um certo receio de se envolver. Em alguns casos, o medo se torna um obstáculo na hora de se comprometer. “Às vezes, o homem não está num momento de se relacionar. O que vai determinar a fobia é a falta de habilidade em lidar com esse compromisso”, observa a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a especialista, é raro conseguir detectar a fobia do parceiro no curto prazo. Por isso, para que a mulher não se iluda quanto ao futuro daquele relacionamento, é preciso franqueza. “Ela deve questionar se ele realmente está disposto a se envolver e avaliar se ele é maduro para assumir uma relação. Isso vai evitar que lá na frente ela não venha a se sentir abandonada”, diz Mafra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem sofreu nas mãos de um homem com medo de se comprometer, um aviso. “A mulher não deve se sentir responsável pela partida daquele amor. Não é pela incapacidade de satisfazer o outro que se é abandonada, mas, sim, pela imaturidade do parceiro em lidar com suas dificuldades emocionais”, garante a especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/amor/fobia-de-compromisso</p>
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