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	<title>filhos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>filhos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como facilitar a chegada de um bebê na família</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-facilitar-a-chegada-de-um-bebe-na-familia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aumentar a família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensando na chegada de um bebê na família, quero compartilhar algumas dicas e estratégias para amenizar o ciúmes e o desconforto que o irmão mais velho pode ter com relação a chegada de um irmão mais novo.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/03/Chegada-de-um-bebC3AA_5539685_1617038868.mp3"></audio><figcaption>Aperte o&nbsp;<strong>play</strong>&nbsp;para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Pensando na chegada de um bebê na família, quero compartilhar algumas dicas e estratégias para amenizar o ciúmes e o desconforto que o irmão mais velho pode ter com relação a chegada de um irmão mais novo.</p>



<p>A primeira estratégia é que os pais ou pelo menos um deles tenha atividades a sós com o irmão mais velho, especialmente quando o bebê chegar. Como nos primeiros meses a atenção, os cuidados e todo o contexto familiar vai girar em torno do bebê, essa criança mais velha que já tem “autonomia”, “liberdade” e que já consegue “se virar sozinha”, pode ser automaticamente deixada um pouquinho de lado. Então, propiciar momentos de interação da criança com o pai, dela com a mãe e momentos a sós com os pais enquanto o bebê estiver dormindo é muito importante para que ela também se sinta amada, acolhida e recebendo a atenção dos pais.</p>



<p>Outra dica é promover algumas participações do mais velho com relação a vida do mais novo que ainda está no ventre. Por exemplo, o filho(a) mais velho pode ajudar na escolha do nome, ajudar qual o tema do quartinho do irmão mais novo ou qual o tema do quartinho dos dois que agora vai passar a ser compartilhado e deixá-lo(a) escolher a primeira roupinha do bebê. Assim, inicia-se a aproximação entre os dois irmãos.</p>



<p>Uma outra estratégia é mostrar para o irmão mais velho quais os benefícios de ser o mais velho, porque é mais “legal” ser o mais velho ao invés de ser o mais novo. E, algumas justificavas que podem ser usadas são: poder participar de festinhas de aniversário, poder comer coisas “gostosas” que o bebê não pode, ter autonomia para andar, para sair e brincar com o que quiser, coisa que o bebê também não tem. Ou seja, a gente vai munindo esse filho mais velho de empoderamento, no sentido de ser mais “capaz” (não intelectualmente), mas de ter mais possibilidades, mais autonomia do que o irmão mais novo. Então, o fato do irmão mais novo possuir mais atenção é justamente porque ele é mais necessitado disso.</p>



<p>Outra coisa muito interessante é retomar esse mesmo processo de gravidez, de espera, para o irmão mais velho. Mostrar fotos, mostrar bilhetinhos, as consultas médicas, bem como as coisas que estão mudando. Isso é interessante para que a criança mais velha não se sinta defasada com relação a esse irmão mais novo, uma vez que ela não se lembra quando ela estava no ventre ou quando ela era bebê e esse irmãozinho está ganhando presente, recebendo atenção, a mamãe vai ao médico, a mamãe passa a mão na barriga, especialmente porque a gente não pode pegar no colo, não pode pegar peso. Então, ele também sente falta desse contato e, ao mostrarmos para ele que enquanto ele estava no nosso ventre, ele também recebeu todos esses benefícios, isso ameniza o ciúmes e um possível sofrimento com essa chegada do irmão mais novo.&nbsp;</p>



<p>É importante também incentivar o filho a falar dos próprios sentimentos. Por mais difícil que seja ouvir que seu filho está triste, perceber uma manifestação de ciúmes ou raiva de você, do papai, da vovó ou do bebê, é muito importante darmos espaço e liberdade para que o mais velho fale do bebê mais novo, da chegada do bebê mais novo ou das mudanças que esse novo ser está causando na família, porque quanto mais embotado isso ficar, mais prejudicial vai ser e mais graves podem ser as consequências quando o bebê efetivamente chegar. </p>



<p>Nesse sentido, nós também exercitamos a empatia, pois quando estamos num ambiente seguro, chega uma nova pessoa ou vem alguma mudança significativa, a gente se sente inseguro(a) e enciumado(a), imagina uma criança que é muito mais imatura do que nós, que não tem tanta habilidade para lidar com os sentimentos. Logo, é normal, é comum e é compreensível que esse filho mais velho tenha essa necessidade de demonstrar os seus sentimentos com relação a isso.</p>



<p>Outra estratégia muito comum e que sempre escuto as pessoas falarem, é o filho mais novo “trazer” um presente para o filho mais velho, como por exemplo, um boneco(a) para ser cuidado pelo mais velho ou o carrinho que ele adora, pois assim esse bebê vem acompanhado de uma “promessa” de alguma coisa legal. Certamente, isso vai precipitar algum afeto positivo do mais velho com relação ao mais novo. É importante a gente ter ponderação, consciência e estarmos atentos a esse vínculo que estamos fazendo entre o irmão e um presente. Portanto, não é aconselhável que isso seja de uma forma exagerada ou que esse presente seja grandioso demais, uma coisa em que o irmão espera muito tempo por isso.</p>



<p>Além disso, é fundamental inserir o irmão mais velho nos cuidados do bebê. Por exemplo, pedir a ajuda dele na hora de trocar a roupinha, pedir que ele coloque a meia do bebê, para que ele ajude na escolha do look do bebê. Mas, não é legal colocá-lo(a) para participar de atividades que sejam desagradáveis para qualquer pessoa, como limpar o cocô, porque tem mau cheiro, não é visualmente agradável, causa uma certa ojeriza nos adultos imagina na criança. Então, a inserção do irmão mais velho no cuidado do irmão mais novo deve ser numa atividade lúdica, legal, interessante, onde ele se sinta útil, sinta prazer em estar fazendo aquilo ali.</p>



<p>Por fim, caso identifique alguma reação desproporcional, exagerada ou perigosa não hesite em buscar ajuda de um psicólogo, ou do pediatra. Isso é muito importante para nos ajudar a discernir se aquela reação que o mais velho está tendo é uma reação esperada, natural ou se está além daquilo que a gente pode suportar. Essa ajuda também é importante para nos ajudar a lidar com a reação que o irmão mais velho vai ter porque existem mecanismos e estratégias para ajudá-lo a lidar com esses sentimentos “desagradáveis” com relação à chegada do bebê.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-a3a8de2c-02e0-47cb-8b0a-d91c9e9e21a1">Terapia Casule</h2>



<p id="block-245e17cd-247f-4761-a58c-ac544e3b337d">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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		<title>Como aproveitar as férias escolares com seu filho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-aproveitar-as-ferias-escolares-com-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 15:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[férias escolares]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Férias. As crianças e adolescentes esperam ansiosamente por essa época do ano para descansarem, relaxarem e, principalmente, poderem se divertir, encontrar os amigos, brincar, jogar, ficar na internet, entre outras formas de lazer. É o período ideal para passar mais tempo com a família e mesmo que os pais estejam trabalhando nesse período de férias [&#8230;]</p>
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<p>Férias. As crianças e adolescentes esperam ansiosamente por essa época do ano para descansarem, relaxarem e, principalmente, poderem se divertir, encontrar os amigos, brincar, jogar, ficar na internet, entre outras formas de lazer. É o período ideal para passar mais tempo com a família e mesmo que os pais estejam trabalhando nesse período de férias escolares, é possível remodelar a rotina para ter um tempo de maior qualidade com as crianças.</p>



<p>Uma preocupação comum dos pais é a forma como os filhos irão se divertir, uma vez que muitos dedicam muitas horas do dia a jogos eletrônicos e/ou internet. Uma forma de administrar essa preocupação é planejar as atividades de lazer junto com o seu filho, lembrando que a ideia não é ser algo rígido e nem uma “obrigação” em ter cumprir todas as atividades, mas seria uma boa estratégia distribuir o tempo livre entre as atividades que os pequenos mais gostam e que sejam saudáveis para eles, como passear ao ar livre, visitar parentes e amigos, ir ao cinema, brincar/jogar com a família toda, etc.&nbsp; &nbsp;</p>



<p>Dicas para aproveitar melhor o tempo com os filhos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Tente se desconectar da internet, da televisão ou do computador enquanto estiver com seu filho. Dedicar tempo às crianças implica em estar integralmente com elas, livre de distrações, de modo a permitir que a criança se sinta acolhida e amada.&nbsp;</li><li>Procure adequar seu comportamento não verbal às necessidades e entendimento do seu filho. Adote gestos de aproximação, como agachar, olhar nos olhos e adequar o tom de voz.</li><li>Reserve pelo menos uma hora por dia para brincar ou conversar com a criança, de modo a dar total atenção. Pergunte como foi o dia dela, como ela se sentiu e o que fez.</li><li>Procure fazer as refeições em família e à mesa, evitando distrações e fortalecendo o vínculo familiar.</li><li>Promova passeios esporádicos com o seu filho, em atividades que realmente envolvam pai e filho. Não apenas o leve para passear. Fique longe do celular nesse momento e dê atenção a ele.</li><li>Esteja envolvido com os interesses do seu filho, demonstrando atenção aos seus gostos. Evite criticar as preferências dele, e sim, aproveite para se aproximar dos interesses dele.</li><li>Mesmo que acabem as férias, estabeleça um dia da semana como sendo o “dia da família”, mesmo que sejam poucas horas ao fim do dia. O objetivo é envolver toda a família em uma atividade prazerosa para todos.</li><li>Se preocupe em fornecer um ambiente tranquilo e acolhedor à criança, para que ela possa se sentir segura e à vontade.</li><li>Leia uma história antes da criança dormir, explorando o máximo de detalhes possíveis. As histórias são benéficas para o desenvolvimento emocional, na medida em que possibilitam a expressão dos sentimentos e conflitos internos através da fantasia.</li><li>Brinque com a criança sem preocupações de ordem prática (como se sujar, por exemplo), permitindo que ela satisfaça suas curiosidades.</li><li>Expresse amor de forma clara e compreensível.&nbsp;</li><li>Reforce positivamente os momentos que estiveram juntos, agradecendo pelo tempo que passaram juntos e dizendo como foi bom vivenciar isso.</li></ul>
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		<item>
		<title>Alienação parental (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/alienacao-parental-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 20:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[alienação parental]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[maneira negativa]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: A alienação parental pode influenciar de maneira negativa o desenvolvimento psíquico dos filhos. Normalmente, ela pode ocorrer após a separação dos pais, quando não é consensual ou quando um dos cônjuges se sente prejudicado pela separação. Saiba mais sobre alienação parental assistindo ao vídeo! Confira com Mariana Fonseca, fonoaudióloga da [&#8230;]</p>
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<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/v9CBZPuMysE" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



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<p>A alienação parental pode influenciar de maneira negativa o desenvolvimento psíquico dos filhos. Normalmente, ela pode ocorrer após a separação dos pais, quando não é consensual ou quando um dos cônjuges se sente prejudicado pela separação. Saiba mais sobre alienação parental assistindo ao vídeo!</p>



<p>Confira com Mariana Fonseca,  fonoaudióloga da Casule!</p>



<p>Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atendimento online aqui</a>&nbsp;(em qualquer lugar do mundo)</p>



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		<title>Como lidar com o medo infantil? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-lidar-com-o-medo-infantil-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 20:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[orientação de pais]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Nayara Benevenuto,&#160;psicóloga da Casule!! &#160; Como lidar com o medo infantil? Se você tem filhos ou crianças em casa, já deve ter passado por situações em que elas expressam medo. Nesses casos, o que você pode fazer para ajudá-las? Assista ao vídeo e confira algumas dicas. Facebook [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uKFsiyDPyDQ" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<p>&nbsp;</p>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Como lidar com o medo infantil?</h1>
<p>Se você tem filhos ou crianças em casa, já deve ter passado por situações em que elas expressam medo. Nesses casos, o que você pode fazer para ajudá-las? Assista ao vídeo e confira algumas dicas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Filhos e separação: como contar sobre o novo relacionamento?</title>
		<link>https://casule.com/blog/filhos-e-separacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 10:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com o novo relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de divórcios vem aumentando cada vez mais em nossa sociedade. É um processo, na maioria das vezes, doloroso para o casal e a família dos cônjuges, tornando-se ainda mais complicado quando se tem filhos. Neste caso, mesmo quando a separação acontece de forma amigável e madura, o simples fato de ter que lidar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">O número de divórcios vem aumentando cada vez mais em nossa sociedade. É um processo, na maioria das vezes, doloroso para o casal e a família dos cônjuges, tornando-se ainda mais complicado quando se tem filhos. Neste caso, mesmo quando a separação acontece de forma amigável e madura, o simples fato de ter que lidar com mudanças na rotina já é o suficiente para gerar certa confusão para as crianças e adolescentes, imaginem então ter que se acostumar com os pais morando cada um em sua casa e, quem sabe, com um novo parceiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Separação</h2>
<p class="p1"><span class="s1">Quando a separação é realmente a única alternativa, o casal deve se preocupar em como conduzi-la a fim de poupar os filhos de maiores sofrimentos. O primeiro passo após a resolução definitiva deve ser uma conversa com os filhos, atentando-se para a idade de cada um e tomando sempre o cuidado de passar segurança, explicando que a separação não significa abandono , tampouco diminuição do amor.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O ex-casal deve também ter o cuidado de não fazer acusações, mesmo quando estiverem muito magoados. O que acontece entre os adultos deve ficar entre eles, os filhos não devem ser envolvidos para que tomem partido de um ou de outro. Essa postura só produz sofrimento e torna o processo ainda mais dolorido para os filhos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Tomados todos esses cuidados e passado um tempo do término do relacionamento, é natural que as pessoas busquem novos relacionamentos afetivos e, nesse momento, estamos diante de mais um drama: devo ou não apresentar o novo ou a nova parceira aos filhos? Como fazer isso?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Nesse momento, mais uma vez, o bom diálogo e o bom senso entram como protagonistas, pois algumas situações ainda estão em jogo. É comum que a criança tenha a esperança de que os pais irão se reconciliar ou têm a ideia de que têm os pais somente para si. Dessa forma, em ambas as situações, a chegada de uma nova pessoa significa o rompimento destas expectativas, o que pode e gerar novamente insegurança. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Nesse sentido, o ideal é que os pais procurem ter certeza de que essa nova pessoa é realmente significativa antes de apresenta-la e que tentem ir proporcionando um contato aos poucos, em outros ambientes, para somente depois inseri-la na casa e na rotina familiar.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1">Visão dos filhos sobre o novo romance</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">Há também que se ter o cuidado de não usar o novo romance para ferir o “ex”, bem como de não influenciar negativamente a visão dos filhos sobre o novo romance e o (a) novo(a) namorado(a) por ciúme. Crianças e adolescentes são altamente influenciáveis, principalmente pelas figuras de amparo, e essa influência pode afetar seriamente o relacionamento entre pais e filhos, sendo estes os mais prejudicados.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Por fim, é importante ainda que o novo namorado ou namorada entenda e incentive o relacionamento existente, buscando sempre incluir as crianças em seus programas, além de demonstrar carinho e afeto pelas mesmas, evitando criar um clima de disputa e rivalidade.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Em qualquer que seja o cenário, o que vai determinar a boa adaptação e o bom convívio de todos é a presença de pais que saibam transmitir amor e segurança aos pequenos.</span></p>
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		<title>Síndrome do Ninho Vazio (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 20:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Síndrome do Ninho Vazio Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio. Confira com Joana Baldi, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ogDBagSBBc0?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<h2>Síndrome do Ninho Vazio</h2>
<p>Sabe aquela saudade que os pais sentem dos filhos quando eles vão embora de casa? Você sabia que essa falta pode se tornar um problema psicológico? Nesse vídeo, entenda um pouco mais sobre esse fenômeno, conhecido como a Síndrome do Ninho vazio.</p>
<p>Confira com Joana Baldi, psicóloga da Casule!</p>
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		<title>O perigo de dizer a um adolescente que pode conseguir qualquer coisa</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-perigo-de-dizer-um-adolescente-que-pode-conseguir-qualquer-coisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2016 19:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pais falam para o seu filho adolescente: “Você pode ser capaz de conseguir qualquer coisa”. Todos os pais deveríamos encorajar os filhos a seguir seus interesses e a não se sentirem limitados pela visão que a sociedade tenha das suas capacidades. Contudo, este tipo de atitude tão positiva e aparentemente motivadora pode ter inconvenientes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Muitos pais falam para o seu filho adolescente: “Você pode ser capaz de conseguir qualquer coisa”. Todos os pais deveríamos encorajar os filhos a seguir seus interesses e a não se sentirem limitados pela visão que a sociedade tenha das suas capacidades. Contudo, este tipo de atitude tão positiva e aparentemente motivadora pode ter inconvenientes inesperados.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Para começar, não é verdade que qualquer pessoa pode chegar a ser o que quiser, ou talvez sim, mas o caminho de sacrifícios é tão grande que o adolescente deveria conhecer também o que o espera ao longo dele. Talvez queira ser um atleta de elite, porque adora o dinheiro que ganham ou a fama que têm, mas nem gosta do esporte na verdade, nem sente nenhum tipo de atração pela vida que esta profissão exige.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Na hora da verdade, questões como a bagagem genética ou a própria capacidade de sofrimento deixam a pessoa de fora. Também é preciso considerar que a sorte e o azar jogam um papel muito importante: o corpo é relativamente frágil e não é difícil que, se for muito exigido, comecem a aparecer lesões. Quando escolhe um caminho, o adolescente precisa ser consciente disto.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Além disso, estudos mostram que quando criamos metas altamente ambiciosas, esses objetivos podem chegar a ser prejudiciais. Isto é o que, por exemplo, leva a um comportamento pouco ético, como a dopagem, com o fim de cumprir com estes ambiciosos objetivos ou o que nos leva a sentir-nos fracassados quando não os alcançamos.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Criar uma visão sem diretrizes é prejudicial para o adolescente</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Dizer aos adolescentes que eles podem fazer qualquer coisa sem ajudá-los a criar um planejamento tem implicações muito negativas. Encorajá-los a estabelecer uma meta elevada sem lhes dar nenhuma informação ou ajuda sobre a forma de alcançá-la pode dar lugar a grandes frustrações, com as quais talvez não estejam preparados para conviver.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Por outro lado, é muito difícil um adolescente analisar por si só se está se esforçando o suficiente. Não só isso: podem até chegar a pensar que desejar alguma coisa já é o suficiente ou a pensar que a facilidade que têm para alguma coisa de fato irá acompanhá-los sempre de forma natural.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É melhor reconhecer que as conquistas significativas serão difíceis de alcançar, e inclusive ajudá-los a aceitar que a sorte tem um papel chave na vida (para o bem ou para o mal), e logo dar aos adolescentes orientações para que possam avançar nos seus objetivos.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Os três Ps</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li class="western">Prática: O esforço junto com retroalimentação é fundamental para o desenvolvimento da maestria e a conquista da excelência.</li>
<li class="western">Paciência: O domínio e a conquista significativa acontecem depois de um período de tempo longo.</li>
<li class="western">Perseverança: Os obstáculos são prováveis e os contratempo são comuns em qualquer empresa.</li>
</ul>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Antes de ser adolescente, é criança</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Dizem que uma vez Thomas Edison recebeu a visita de um colega de trabalho quando estava rodeado de milhares de experiências falidas. Diante desta situação, Edison disse a seu amigo: <em>“Tentei de tudo. Mas não falhei. Acabo de descobrir dez mil formas que não funcionam”</em>. Isto é otimismo e capacidade de aprender com os erros.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Quando seu filho se mostrar impotente e pessimista e disser que não é capaz de fazer alguma coisa, em vez de lhe mostrar como se faz para que veja que é possível, conte-lhe esta história. Depois, diga-lhe que qualquer desafio requer tempo e esforço, e que quanto mais tempo e esforço ele dedicar, mais próximo estará de alcançá-lo.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Seu filho poderá chegar muito longe somente se for capaz de enfrentar os desafios que o dia a dia lhe apresenta e se for capaz de sentir que avança. O seu filho não precisa de respostas, mas sim de oportunidades para aprender e para encarar as suas frustrações.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Mas, acima do objetivo final, quando falamos de crianças, o que elas precisam é se divertir fazendo o que fizerem. Podem querer ser jogadores de futebol, mas antes precisam jogar muitas vezes com seus amigos e aproveitar isso. A exigência que faz parte das profissões de alto nível só deve começar na adolescência, e de forma muito paulatina.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Antes de ser adolescente a criança precisa se divertir, e enquanto a exigência e a frustração não aparecerem, a criança pode sonhar com ser o que quiser. Ela pode inclusive mudar todo dia de sonho. Esta é uma etapa de descobertas, e para ela esta é uma forma, como outra qualquer, de explorar o mundo com a sua imaginação e de mãos dadas conosco. Pense que quanto mais o fizer, mais conhecerá, melhor poderá escolher quando chegar a hora.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/perigo-dizer-adolescente-conseguir/</p>
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		<title>Cinco dicas de como lidar com crianças desobedientes e agressivas.</title>
		<link>https://casule.com/blog/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 20:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[rebeldia na infância]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estabeleça regras e limítes Crianças necessitam de regras muito bem estabelecidas para estruturar suas vidas. &#8220;Os pais devem conversar entre si e dialogar com seus filhos, estabelecendo regras, limites e consequências de maus comportamentos ou desobediência. Essas regras podem ser discutidas em reuniões de família, envolvendo os pais e os filhos.As possíveis consequências por mau [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Estabeleça regras e limítes</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">Crianças necessitam de regras muito bem estabelecidas para estruturar suas vidas. &#8220;Os pais devem conversar entre si e dialogar com seus filhos, estabelecendo regras, limites e consequências de maus comportamentos ou desobediência. Essas regras podem ser discutidas em reuniões de família, envolvendo os pais e os filhos.As possíveis consequências por mau comportamento devem ser realizadas como um ato de amor, não como uma simples punição<strong>.</strong> Atos de ameaça e humilhações devem ser evitados.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Pai e mãe devem falar a &#8216;mesma língua&#8217;</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">&#8220;Questões comportamentais de indisciplina estão mais presentes, por exemplo, entre filhos de pais que discutem, divergem e que não concordam na maneira de educar os filhos<strong>.</strong> As divergências entre pais ou educadores expõem fraquezas, falta de comando e descontrole, permitindo que o filho os manipule à sua maneira.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Fortaleça a autoestima do seu filho</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">&#8220;Baixa autoestima é uma das grandes características de crianças e adolescentes com sintomas de oposição, desafio ou que se envolvem com drogas. Portanto, ajude a criar uma boa autoestima em seu filho exercendo um reforço positivo às suas atitudes, através de elogios, carinho e atenção.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Estimule a prática de esportes</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">Através do esporte, conceitos básicos de respeito, ética, hierarquia, competição, aprendizagem de regras e limites serão estimulados e ensinados. &#8220;Esportes de luta, como judô, capoeira e jiu-jítsu, ajudam no autoconhecimento, controle das emoções, disciplina e na inclusão social<strong>.</strong> A autoestima da criança será protegida, sendo o esporte considerado um fator de proteção também ao envolvimento com álcool e outras drogas. Além disso, praticando esportes ao lado de seu filho, seus laços afetivos ficarão mais fortes.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Comunique-se com a escola</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">A comunicação entre pais e professores é importante para a identificação e o monitoramento do comportamento. &#8220;A experiência diária de professores com o aluno poderá ser de grande valia para a discussão e a busca conjunta por estratégias e soluções de problemas de indisciplina do estudante presentes tanto na escola quanto em casa.&#8221;</p>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">FONTE:http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/materias/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas.htm</p>
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		<title>O que fazer para que as crianças tenham uma vida saudável com menos stress?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-para-que-as-criancas-tenham-uma-vida-saudavel-com-menos-stress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2016 21:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O organismo humano reage de maneiras diversas às situações vivenciadas ao longo da vida. A cada interação realizada, são requeridas respostas psicológicas e comportamentais coerentes com a situação vivenciada. Tais respostas são caracterizadas como Stress, uma reação do organismo diante de eventos, sejam eles difíceis, excitantes, irritantes, amedrontadores ou felizes. A reação da criança frente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O organismo humano reage de maneiras diversas às situações vivenciadas ao longo da vida. A cada interação realizada, são requeridas respostas psicológicas e comportamentais coerentes com a situação vivenciada. Tais respostas são caracterizadas como Stress, uma reação do organismo diante de eventos, sejam eles difíceis, excitantes, irritantes, amedrontadores ou felizes.</p>
<p style="text-align: left;">A reação da criança frente a eventos estressores e que exigem adaptação por parte dela, inclui mudanças psicológicas, físicas e químicas no seu organismo. Não necessariamente estas mudanças são negativas, contudo, a ativação constante da resposta ao stress sobrecarrega os sistemas em desenvolvimento com conseqüências sérias e duradouras para a criança. Distúrbios psicológicos, tais como a depressão infantil, comportamento agressivo, enurese, ansiedade, choro excessivo, pesadelos e irritabilidade, são bastante comuns diante de situações de stress prolongado.</p>
<p style="text-align: left;">As crianças podem experimentar situações de stress originadas internamente, a partir de suas ansiedades primitivas e fantasias infantis, bem como, mais comumente, oriundas do mundo externo. As pressões da vida moderna estão fazendo com que as crianças cresçam rápido demais, o que torna sua infância altamente estressante. Além do excesso de atividades e da pressão para satisfazer as necessidades emocionais dos pais, diversos fatores, como nascimento de um irmão, separação dos pais, hospitalizações, morte de alguém na família, mudança na rotina, permissividade sexual excessiva, mudança de escola ou residência, e convivência com pessoas da família que estejam sob stress, podem causar o stress infantil.</p>
<p style="text-align: left;">Outra fonte contemporânea do stress são as configurações familiares. É comum encontrar crianças que vivem apenas com um dos pais ou em lares onde ambos os responsáveis saem para trabalhar, assim, com freqüência, elas têm que arcar com responsabilidades de adultos. Pais que trabalham fora podem ainda cobrar de seus filhos carinho, bom comportamento e desempenho com mais intensidade.</p>
<p style="text-align: left;">Para proporcionar à criança uma vida saudável, com menos stress, é necessário respeitar o seu ritmo e auxiliar na aquisição de hábitos de vida saudáveis. Além disso, os pais devem tomar cuidado para não embutir em seus filhos os problemas da vida cotidiana e não delegarem tarefas, que na verdade, não os cabem.</p>
<p style="text-align: left;">Outro fator importante é ajudar a criança a aprender a lidar com as situações de stress. Para isso os pais devem assegurar que os ambientes nos quais as crianças crescem e se desenvolvem são acolhedores, estáveis e estimulantes, com a presença de um adulto acolhedor, que permite que o stress seja aliviado em pouco tempo, sem que cause danos, possibilitando assim o desenvolvimento saudável de seus filhos.</p>
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		<item>
		<title>Como saber se seu filho está sofrendo com a ansiedade?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-saber-se-seu-filho-esta-sofrendo-com-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2016 16:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medo, ansiedade e preocupações são comuns na infância. O que os pais devem tentar perceber é se a ansiedade seria uma apreensão normal ou se é algo que interfere significativamente na vida da criança, causando alterações comportamentais, interferências na rotina, dificuldades na escola, dentre outras consequências de uma ansiedade patológica. A ansiedade patológica pode se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Medo, ansiedade e preocupações são comuns na infância. O que os pais devem tentar perceber é se a ansiedade seria uma apreensão normal ou se é algo que interfere significativamente na vida da criança, causando alterações comportamentais, interferências na rotina, dificuldades na escola, dentre outras consequências de uma ansiedade patológica.</p>
<p>A ansiedade patológica pode se manifestar de forma física, cognitiva, emocional e comportamental. Dessa forma, incluem os seguintes sintomas: medo, angústia, inquietação, preocupações exageradas, insônia, irritabilidade, distraibilidade, desconcentração, sensação de falta de ar, taquicardia, náusea, boca seca, tontura, sensação de desmaio, dor no peito e tremores no corpo, comportamento de esquiva ou fuga e exploração do ambiente antecipando perigo ou ameaça. Os transtornos de ansiedade acometem crianças e adolescentes com uma prevalência entre 4 a 20% e podem ser subdivididos em quadros específicos. Os principais são: ansiedade de separação, ansiedade social, fobia específica e transtorno obsessivo-compulsivo.</p>
<p>A ansiedade de separação é o medo excessivo em relação ao estágio de desenvolvimento, de ficar longe dos pais ou quando são afastados de casa. As crianças se recusam a ir para a escola, ficam chateadas quando os pais saem para trabalhar e é comum elas ficarem andando atrás dos pais por toda a casa. Pode haver recusa a comparecer à escola ou acampamentos, visitar ou dormir na casa de amigos.</p>
<p>Já a ansiedade social é a apreensão quando a criança tenta interagir com outras pessoas ou quando é o foco da atenção de todos. Essas crianças são muito tímidas e costumam evitar as situações sociais, como conhecer pessoas novas, falar ao telefone, participar em sala de aula, associar a clubes e praticar atividades coletivas. Elas sentem medo de que os outros pensem mal a seu respeito, evitando as situações sociais.</p>
<p>A fobia específica se caracteriza por uma ansiedade significativa, injustificada e desproporcional provocada pela exposição a objetos ou situações temidos, frequentemente levando ao comportamento de evitação. As fobias podem ser classificadas em vários tipos. O tipo animal (medo de cobras, aranhas, insetos, gatos, lagartixas, ratos e pássaros); tipo ambiente natural (medo de tempestades, água e altura); tipo situacional (dirigir, elevadores, aviões, pontes). Outras fobias comuns são de sangue, injeção e ferimentos.</p>
<p>Já no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), a mente é invadida por pensamentos obsessivos de conteúdo catastrófico e a criança responde com a realização de compulsões na tentativa de afastar o medo de possíveis consequências desastrosas relacionadas a tais obsessões, como lavar as mãos a todo o momento, verificar excessivamente as portas, não usar roupas determinada cor, ficar aflito caso os objetos sobre a escrivaninha não estejam dispostos de uma determinada maneira, por exemplo.</p>
<p>O tratamento mais utilizado e eficaz para os transtornos de ansiedade tem sido a terapia cognitivo-comportamental (TCC) combinada ao acompanhamento psiquiátrico infantil. A TCC atua na mudança dos pensamentos distorcidos ansiogênicos, buscando o alívio da ansiedade através das alterações provocadas no modo como a pessoa se vê e se comporta no mundo e em suas relações, buscando sempre a harmonia entre seus pensamentos e sentimentos, tornando-a mais adaptada e funcional para seu ambiente.</p>
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