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	<title>#emoções - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>#emoções - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>As emoções influenciam nas finanças?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/as-emocoes-influenciam-nas-financas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que muitas vezes nossas emoções podem influenciar na nossa vida financeira? </p>
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<p>Você sabia que muitas vezes nossas emoções podem influenciar na nossa vida financeira? </p>



<p>Algumas frases como eu mereço, eu preciso e o descontrole em busca de bem-estar pode ser a chave para isso.</p>



<p>Acesse e conheça nossa plataforma de saúde mental Casuleplay.<br>www.casuleplay.com</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Você tem dificuldades para expressar seus sentimentos? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-tem-dificuldades-para-expressar-seus-sentimentos-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Dificuldade expressar sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse vídeo indicarei três dicas simples para te ajudar a demonstrar seu carinho, afeto e amor para seu amigo(a), namorado(a) ou familiar. Dica 1- Ofereça ajuda, aproveite o final de semana e ajude seu amigo, familiar em alguma tarefa. Dica 2- Relembre situações vividas, demonstre que aquele acontecimento te marcou. Essa pode ser uma “desculpa” [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p>Nesse vídeo indicarei três dicas simples para te ajudar a demonstrar seu carinho, afeto e amor para seu amigo(a), namorado(a) ou familiar. </p>



<p>Dica 1- Ofereça ajuda, aproveite o final de semana e ajude seu amigo, familiar em alguma tarefa. <br><br>Dica 2- Relembre situações vividas, demonstre que aquele acontecimento te marcou. Essa pode ser uma “desculpa” para vocês conversarem. </p>



<p>Dica 3- Convide seu amigo, namorado para fazer um programa legal, ir ao cinema, tomar um café, jogar vídeo game.</p>



<p>Confira com Jéssica Tibúrcio, Psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<item>
		<title>Como lidar com as emoções intensas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-as-emocoes-intensas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[como lidar com emoções]]></category>
		<category><![CDATA[emoções intensas]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidar com as emoções não é um processo fácil, muitas pessoas apresentam dificuldade para lidar com emoções intensas. Reconhecermos que elas são nossas aliadas, que fazem parte da essência humana e devem ser validadas é o primeiro passo para nos entendermos com nossos estados emocionais.  A forma como nossas emoções são reconhecidas e acolhidas na [&#8230;]</p>
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<p>           Lidar com as emoções não é um processo fácil, muitas pessoas apresentam dificuldade para lidar com emoções intensas. Reconhecermos que elas são nossas aliadas, que fazem parte da essência humana e devem ser validadas é o primeiro passo para nos entendermos com nossos estados emocionais. </p>



<p>           A forma como nossas emoções são reconhecidas e acolhidas na infância influencia na maneira que lidamos com elas posteriormente. A capacidade de estabelecermos conexão com elas, de aceitá-las como estado próprio da situação e, a partir daí, pensarmos na melhor forma de respondermos a esse estado interno é a base da regulação emocional, e está altamente associada às nossas habilidades de afiliação social e autotranquilização. </p>



<p>           A autotraquilização é válida quando experimentamos um pico emocional, principalmente um gatilho de estresse ou ansiedade. Esse processo envolve a nossa capacidade de acolher a emoção e aos poucos reduzir sua intensidade, melhorando assim a experiência emocional. </p>



<p>           Entre algumas estratégias de autotranquilização, estão os exercícios de respiração, como a respiração diafragmática, que permite a ativação do sistema nervoso parassimpático, e assim a regularização do estado fisiológico. Há também o uso de estímulos tranquilizadores, a partir de nossos sentidos, como ouvir uma música ou tomar um chá, por exemplo. Assim, deve-se buscar uma atividade de interesse pessoal que possa ativar os canais sensoriais, potencializando o processo de tranquilização. Além das estratégias citadas, é de fundamental importância observar, sem julgamento, o estado emocional como uma onda, percebendo que ele é momentâneo e que sua intensidade reduz com o passar do tempo.</p>



<p>           A relação que criamos com nossas emoções envolve ainda crenças sobre elas, que muitas vezes colocam as primeiras como ameaças e acabam por dificultar o enfrentamento e aceitação de uma emoção incômoda. Reavaliar essas percepções nos ajuda a entender a importância e funcionalidade de cada estado emocional, por mais desconfortável que seja, fazendo com que a resistência interna não potencialize sua intensidade e tempo de duração. </p>



<p>           Nossas emoções possuem funções importantes, uma vez que nos conectam socialmente e indicam necessidades importantes, por isso não devem ser ignoradas ou evitadas. O primeiro passo para melhorar nossas experiências emocionais é aceitar as emoções como condições importantes, aumentar nossa tolerância àquelas mais incômodas e assim criar formas mais funcionais para expressá-las. Muitas vezes a ajuda de um profissional da área pode auxiliar no processo, contribuindo com a construção de uma nova relação com as emoções. <br></p>
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		<title>As 5 habilidades da inteligência emocional (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-5-habilidades-da-inteligencia-emocional-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra as 5 habilidades que o tornam emocionalmente inteligente assistindo o vídeo completo no nosso canal do YouTube. Confira com Suelen Tebaldi, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp:&#160;https://goo.gl/yWewR2 Acompanhe [&#8230;]</p>
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<p>Descubra as 5 habilidades que o tornam emocionalmente inteligente assistindo o vídeo completo no nosso canal do YouTube.</p>



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		<item>
		<title>Mitos e distorções sobre as emoções</title>
		<link>https://casule.com/blog/mitos-e-distorcoes-sobre-as-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[regulação emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: A forma como pensamos e percebemos nossas emoções interfere diretamente em nossa maneira de lidarmos com elas. Muitas vezes percebemos aquilo que sentimos como algo ameaçador, que deve ser evitado, ou ainda, que não há formas de regulá-las. Todos os mitos e distorções que fazemos sobre as emoções comprometem diretamente [&#8230;]</p>
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<p> A forma como pensamos e percebemos nossas emoções interfere diretamente em nossa maneira de lidarmos com elas. Muitas vezes percebemos aquilo que sentimos como algo ameaçador, que deve ser evitado, ou ainda, que não há formas de regulá-las. Todos os mitos e distorções que fazemos sobre as emoções comprometem diretamente nossos padrões de respostas e comportamentos.</p>



<p>Confira com Auxiliatrice Caneschi, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



<p>Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta">atendimento online aqui</a>&nbsp;(em qualquer lugar do mundo)</p>



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		<item>
		<title>Inteligência Emocional (IE)</title>
		<link>https://casule.com/blog/inteligencia-emocional-ie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inteligência emocional&#160;é um conceito da Psicologia que caracteriza o indivíduo que é capaz de identificar seus sentimentos e suas emoções com mais facilidade. Para que alguém seja&#160;bem-sucedido acadêmica e&#160;profissionalmente, faz-se necessária&#160;uma boa dose de dedicação, esforço e disciplina — disso, a maioria das pessoas sabe.&#160;O que muitos ignoram é o fato de que desenvolver&#160;inteligência emocional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Inteligência emocional&nbsp;é um conceito da Psicologia que caracteriza o indivíduo que é capaz de identificar seus sentimentos e suas emoções com mais facilidade.</p>



<p>	Para que alguém seja&nbsp;bem-sucedido acadêmica e&nbsp;profissionalmente, faz-se necessária&nbsp;uma boa dose de dedicação, esforço e disciplina — disso, a maioria das pessoas sabe.&nbsp;O que muitos ignoram é o fato de que desenvolver&nbsp;inteligência emocional (IE) auxilia não só nesses processos intelectuais, mas em todos os âmbitos da vida.</p>



<p> Considerado o “pai da Inteligência Emocional”, Daniel Goleman é um psicólogo, escritor e PhD da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O especialista foi o responsável por popularizar o conceito da Inteligência Emocional em todo o mundo por meio do livro <em>Inteligência Emocional</em>, publicado em 1986 e que já vendeu mais de 5 milhões de cópias.</p>



<p> Diferentemente do quociente de inteligência (QI), a inteligência emocional não trata de conhecimentos de cunho intelectual, científico ou acadêmico, mas de saber reconhecer e lidar com sentimentos e emoções, visando ao desenvolvimento pessoal e profissional.</p>



<p>	Essa habilidade, quando bem trabalhada, favorece o&nbsp;bom relacionamento&nbsp;entre as pessoas, permitindo um maior entendimento nas relações pessoais, e a&nbsp;melhor interação (e comunicação) no trabalho. Portanto, há vantagens nos dois setores.</p>



<p>	Além disso, a IE influencia, de forma positiva, a saúde física e mental. Ela previne transtornos psicológicos, como&nbsp;ansiedade&nbsp;e&nbsp;depressão, bem como distúrbios psicossomáticos.</p>



<p>	Saber como agir em momentos de dificuldade e melhorar os relacionamentos interpessoais depende de como os pensamentos, os sentimentos e as atitudes são gerenciados.</p>



<p><strong>	</strong>Essa é uma habilidade que pode ser desenvolvida ao longo de nossa existência.Contudo, para que a inteligência emocional seja desenvolvida, é preciso adquirir conhecimentos específicos sobre si e os outros à&nbsp;sua volta.</p>



<p>	Indivíduos que conseguem desenvolver&nbsp;inteligência emocional são cada vez mais valorizados.&nbsp;Isso porque reconhecer suas próprias limitações e trabalhar para ser indulgente com as falhas dos outros são capacidades acessíveis apenas àqueles que estão em permanente estado de vigilância na busca pela excelência.</p>



<p><strong>	</strong>No trabalho, na escola, na faculdade, em casa ou em qualquer ambiente, é preciso lidar frequentemente com as pessoas, suas culturas, suas formas de pensar, suas atitudes etc. Além disso, precisamos gerenciar a nós mesmos e às cobranças internas ou externas.</p>



<p>	A inteligência emocional pode ser desenvolvida em todas essas situações, ou seja, nas diferentes áreas da nossa vida.</p>



<p>	No entanto, para descobrir como fazer isso, é preciso tomar consciência de si e vigiar-se para lidar com as adversidades da melhor maneira possível.</p>



<p>	Segundo Daniel Goleman, a Inteligência Emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:</p>



<p><strong>Autoconhecimento emocional</strong></p>



<p>Capacidade de reconhecer as próprias emoções e sentimentos.&nbsp;</p>



<p><strong>Controle emocional</strong></p>



<p>Habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida.&nbsp;</p>



<p><strong>Automotivação</strong></p>



<p>Trata-se da capacidade de dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal.&nbsp;</p>



<p><strong>Reconhecimento das emoções em outras pessoas</strong></p>



<p>Diz respeito à habilidade de reconhecer emoções no outro e ter empatia de sentimentos.&nbsp;</p>



<p><strong>Relacionamentos&nbsp;interpessoais</strong></p>



<p>Habilidade de interação com outros indivíduos, utilizando competências sociais.&nbsp;</p>



<p>	Todos os seres humanos têm a possibilidade&nbsp;de melhorar e desenvolver qualquer uma das habilidades destacadas por Goleman. A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, treinada e aprimorada com a construção de novos hábitos, novas formas de pensar e se comportar.</p>



<p><strong>Fontes:</strong></p>



<p> https://www.psicologiaviva.com.br/blog/inteligencia-emocional/</p>



<p>http://www.sbie.com.br/blog/daniel-goleman-e-a-inteligencia-emocional/</p>
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		<item>
		<title>Pessoas que sentem demais &#8211; Borderlines</title>
		<link>https://casule.com/blog/pessoas-que-sentem-demais-borderlines/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 13:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[borderline]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe muita desinformação sobre o Borderline e isso faz com que a vida de quem sofre desse transtorno seja ainda pior. É preciso mudar essa situação, e para isso é necessário&#160; que existam mais materiais, como esse texto,para introduzir essa questão e ajudar as pessoas que sofrem ou conhecem alguém que possa sofrer, a identificar, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existe muita desinformação sobre o Borderline e isso faz com que a vida de quem sofre desse transtorno seja ainda pior. É preciso mudar essa situação, e para isso é necessário&nbsp; que existam mais materiais, como esse texto,para introduzir essa questão e ajudar as pessoas que sofrem ou conhecem alguém que possa sofrer, a identificar, perceber e como proceder para lidar com esse transtorno.</p>



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<p>Imagine. Aquele dia de sol, tempo quente e ensolarado, sem nuvens e você está em um lugar sem sombra. Os raios de sol batem na sua pele e você sente calor naturalmente. Então você decide beber uma água gelada, por isso coloca algumas pedras de gelo. Com muita sede você toma uma grande golada e sente uma pedra de gelo entrando na sua boca. Gelada, na temperatura certa para te refrescar nesse dia tão quente. Agora, imagine que você tem um machucado na boca. Ele está muito sensível e dolorido, qualquer objeto sólido que o toque irá lhe causar dor. De repente, o que era para ser relaxante torna-se uma forma de tortura. Cada movimento do gelo na sua boca lhe causa dor e desconforto. E, como os machucados na sua boca não estão visíveis aos outros, as pessoas te olham perplexos enquanto você reclama e fala que está incomodado com aquilo, todos dizem: “Nossa, mas que frescura! Porque não relaxa e se refresca como todo mundo?”</p>



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<p>Esses “machucados” fazem parte da vida, muita vezes sofrida, de quem tem o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Essas pessoas têm “machucados” que as deixam mais sensíveis às emoções, o que proporciona a sentirem de maneira mais exacerbada as emoções e percepções de estímulos externos (dor, calor, estresse, etc). Entretanto todos a sua volta insistem que essas pessoas são apenas exageradas, dramáticas, que não deveriam se sentir assim ou reclamar/falar tanto. Só que com isso diminuem o valor dos seus sentimentos e assim, as deixam confusas e segregadas, por se sentirem diferentes.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A união desses dois lados da mesma moeda &#8211; uma maior vulnerabilidade do corpo a emoções e um ambiente que não reconhece o seu sofrimento na mesma intensidade em que a pessoa o sente &#8211; faz com que seja muito difícil para alguém que sofre com o transtorno conseguir regular suas emoções de maneira saudável. Logo, sem esse equilíbrio emocional a pessoa passa a viver nos extremos, em oposição quase que diária. De um lado a pessoa acaba concordando com a opinião dos outros e passa a reprimir as próprias emoções. No outro, quando não dá mais para esconder, pois não suporta mais o silêncio ou confusão de sentimento, ela acaba perdendo o controle passa a gritar por socorro da maneira que pode. O que normalmente vem com gritos reais, atos impulsivos e comentários críticos sobre os outros e o mundo, o que só afasta e dificulta o seu convívio social.</p>



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<p>Viver assim é cansativo. Sem se sentir compreendida. Sem poder se expressar sem se machucar ou aos outros. Sem saber como lidar com as situações e os próprios sentimentos. Não é de se estranhar que, às vezes, mesmo rodeada de amigos, a pessoa acabe se sentindo sozinha, isolada e acaba tendo medo de ser abandonada. O que a deixa ainda mais insegura e desequilibrada.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	A pessoa que sofre deste distúrbio, precisa buscar ajuda profissional, para que consiga reconhecer e validar suas emoções, assim como regular de forma mais efetiva. O indivíduo necessita de ajuda para aprender a construir relações interpessoais (família, amigos, relacionamentos) protegendo-as das próprias oscilações de humor que podem vir a ocorrer.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>	Tanto para quem sofre, quanto para as pessoas que amam quem sofre desse transtorno, é preciso acreditar que existe controle, existe melhora. A ajuda profissional de um psicólogo, ou psiquiatra em casos mais graves, ajudará o indivíduo a criar mecanismos de enfrentamento, controle, percepção, entre outras ferramentas para que consiga lidar e entender seus sentimentos. O primeiro passo é acreditar que é possível construir uma vida equilibrada, o segundo é buscar ajuda.</p>
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		<title>É possível conciliar psicologia e coaching? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/videos/e-possivel-conciliar-psicologia-e-coaching-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2019 18:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[#superação]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[conciliação]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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		<title>Emoções na infância: comunicação e mobilização</title>
		<link>https://casule.com/blog/emocoes-na-infancia-comunicacao-e-mobilizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 17:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[emoções na infância]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A emoção tem tanta importância no início da vida que, por meio dela, o corpo toma forma e consistência. A emoção é visível, através das modificações que ocorrem na mímica e na expressão facial. Elas estão sempre acompanhadas de reações como aceleração do batimento cardíaco, mudança na respiração, secura na boca, perturbações digestivas, além das [&#8230;]</p>
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<p>A emoção tem tanta importância no início da vida que, por meio dela, o corpo toma forma e consistência. A emoção é visível, através das modificações que ocorrem na mímica e na expressão facial. Elas estão sempre acompanhadas de reações como aceleração do batimento cardíaco, mudança na respiração, secura na boca, perturbações digestivas, além das reações que chamamos de expressivas (alterações na postura, na mímica facial, na forma de expressar os gestos).&nbsp;</p>



<p>Por serem acompanhadas de modificações exteriores, as reações expressivas são altamente contagiosas e mobilizadoras do comportamento do outro, pois &#8220;em todo arrebatamento emotivo, o indivíduo extravasa de certa forma a sua sensibilidade. Suas reações emotivas estabelecem entre eu e o outro uma espécie de ressonância e de participação afetivas&#8221; (WALLON, 1995, p. 164). Por isso, elas predominam no primeiro ano de vida do bebê, e as atitudes modeladas pelo outro se constituem nas primeiras maneiras de expressão.</p>



<p>Como consequência de a emoção ter componentes orgânicos acentuados, sua função principal é mobilizar o outro, isto é, ela é essencialmente social. &#8220;As reações que as emoções suscitam no ambiente funcionam como uma espécie de combustível para sua manifestação&#8221; (GALVÃO, 1996, p. 64).</p>



<p>Assim, devido ao seu poder de contágio, as emoções podem provocar a diluição dos contornos da personalidade de cada um e, através das relações interindividuais, um vai contaminando o outro, com o apagamento da individualidade. Isto acontece com o bebê que se encontra num estado de fusão com o meio em que vive.</p>



<p>Assim, o papel das emoções é fundamental na constituição da identidade do sujeito e na construção do real, pois &#8220;&#8230; a emoção esboça o pensamento, a representação que lhe é contraditória e não contrária; esboça a distinção entre o eu e o outro e preludia as afirmações da personalidade&#8221; (ZAZZO, 1968).</p>



<p>O ser humano permanece por muito tempo dependente dos outros que o cercam. Estabelece-se entre o cuidador e a criança uma linguagem de caráter emocional e, pouco-a-pouco, a consciência de si e do mundo vai sendo construída nesta relação. Nesse sentido, por meio da linguagem, são construídas a consciência e a cognição.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> <br> <br><br> <strong>Referências</strong><br> GALVÃO, I.&nbsp;<strong>Henri Wallon- uma concepção dialética do desenvolvimento infantil.</strong>&nbsp;Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1995.</p><p><br> WALLON, H.<strong>As origens do caráter na criança.</strong>&nbsp;São Paulo: Nova Alexandria, 1995.</p><p><br> ZAZZO, R. Wallon, psicólogo da infância. In: WALLON, H. &#8211;&nbsp;<strong>A evolução psicológica da criança.</strong>&nbsp;Lisboa. Edições 70, 1968. </p></blockquote>
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		<title>O que é a raiva? (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-que-e-a-raiva-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 20:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>
		<category><![CDATA[resposta indesejável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: A raiva surge, em geral, como uma resposta natural quando nossa interpretação do evento nos diz que fomos atacados, enganados, tratados de forma injusta. Quando ela passa a gerar prejuízos para a própria pessoa ou suas relações interpessoais, contudo, torna-se disfuncional ou um problema. Se você conhece alguém, ou está [&#8230;]</p>
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<p>A raiva surge, em geral, como uma resposta natural quando nossa interpretação do evento nos diz que fomos atacados, enganados, tratados de forma injusta. Quando ela passa a gerar prejuízos para a própria pessoa ou suas relações interpessoais, contudo, torna-se disfuncional ou um problema. Se você conhece alguém, ou está vivenciando essa emoção com frequência e intensidade indesejáveis, não deixe de procurar ajuda profissional!</p>



<p>Confira com Pedrita Reis, psicóloga da Casule!</p>



<p>Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atendimento online aqui</a>&nbsp;(em qualquer lugar do mundo)</p>



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