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	<title>emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você sabe o que é consciência emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-sabe-o-que-e-consciencia-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 15:00:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos o tempo todo prestando atenção nos sinais que o nosso corpo manda. É febre, dor de cabeça, prisão de ventre... A consciência emocional é quando agimos assim com as nossas emoções. É prestar atenção no que estamos sentindo, reconhecendo e dando nome às emoções que se manifestam com mais intensidade quando passamos por determinadas situações.</p>
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<p>Estamos o tempo todo prestando atenção nos sinais que o nosso corpo manda. É febre, dor de cabeça, prisão de ventre&#8230; A consciência emocional é quando agimos assim com as nossas emoções. É prestar atenção no que estamos sentindo, reconhecendo e dando nome às emoções que se manifestam com mais intensidade quando passamos por determinadas situações.</p>



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		<title>Existe relação entre psicologia e dança? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/existe-relacao-entre-psicologia-e-danca-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<item>
		<title>Transtorno de Personalidade Borderline (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-personalidade-borderline-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2017 18:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<item>
		<title>As crenças que nos impedem de viver a vida que queremos</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-crencas-que-nos-impedem-de-viver-vida-que-queremos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 19:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem muitos livros de autoajuda destinados a dar orientações para aprendermos a viver a vida plenamente e com alegria. Muitos de nós têm procurado neles as respostas para os bloqueios que sentimos quando queremos atingir determinados objetivos. Estes livros falam do condicionamento de crenças inconscientes aprendidas na infância. Uma crença é uma ideia sobre nós mesmos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem muitos livros de autoajuda destinados a dar orientações para aprendermos a viver a vida plenamente e com alegria. Muitos de nós têm procurado neles as respostas para os bloqueios que sentimos quando queremos atingir determinados objetivos. Estes livros falam do condicionamento de crenças inconscientes aprendidas na infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma crença é uma ideia sobre nós mesmos ou sobre o mundo em que vivemos. Damos a essa ideia o poder de verdade absoluta e, como tal, ela age como um filtro através do qual percebemos o mundo. São as lentes que usamos para ver a vida. Nós reagimos às experiências da vida a partir dessa percepção, por isso obtemos resultados de acordo com esta forma de ver, e isso vai nos confirmar que o mundo é como nós acreditamos que ele é.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como formamos nossas crenças?</h2>
<p style="text-align: justify;">As pessoas têm crenças e filosofias de vida que, embora tenham sido inventadas por nós mesmos, são mantidas dogmaticamente. Para atingir os nossos objetivos na vida, precisamos aprender a formar e manter crenças racionais, e a lidar com o irracional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os padrões de pensamento irracionais são falsos, disfuncionais e automáticos. Eles são expressos em termos de obrigação, necessidade ou exigência (eu tenho que, eu devo, eu sou obrigado). Se não agirmos de acordo com esses padrões, somos inundados por emoções negativas (depressão, culpa, raiva, ansiedade, medo), que interferem na realização dos nossos objetivos e geram mudanças comportamentais como o isolamento, comportamento de evitação ou fuga, abuso de substâncias tóxicas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo contrário, as crenças racionais são preferenciais ou relativas, e se expressam em termos de desejos e gosto (eu preferiria, eu gostaria). Quando as pessoas não conseguem o que desejam, surgem os sentimentos negativos que prejudicam a realização de novos objetivos ou propósitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são as situações que causam os problemas, mas eles são causados por crenças que permeiam as nossas interpretações. As crenças racionais nos aproximam de uma vida adaptada e flexível aos nossos desejos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as crenças que nos impedem de viver a vida que desejamos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os pensamentos irracionais nos afastam da vida que queremos ter. A psicologia cognitiva, ou seja, a Terapia Racional Emotiva Comportamental de Ellis, parte do pressuposto de que não são os fatos que acontecem que produzem os distúrbios, mas sim a interpretação que as pessoas têm sobre eles.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Estas são algumas crenças que interiorizamos e que nos afastam da vida que desejamos ter:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não posso. Muitas pessoas já estão fazendo o que gostam e vivendo a vida que desejam. A diferença é que eles confiam em si mesmos, deixaram as desculpas para trás, saíram da sua zona de conforto e estão “correndo atrás” dos seus sonhos. Se eles podem, você também pode.</li>
<li>Agora não é o momento. Qualquer momento é o tempo perfeito para começar. Nós acreditamos que quando “a crise” passar tudo vai melhorar e poderemos agir, mas não é bem assim. Este tipo de pensamento é apenas uma desculpa.</li>
<li>Isto só acontece para algumas pessoas que têm sorte. A lei universal de causa e efeito nos ensina que a sorte é algo que se tem porque criamos anteriormente as condições favoráveis que nos conduzem a ela.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">As nossas necessidades geram uma tensão emocional que dá origem a dois tipos de distúrbios psicológicos: a ansiedade do ego e a ansiedade perturbadora.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ansiedade do ego: ocorre quando a autoimagem é alterada e quando o indivíduo condena a si mesmo pelas suas próprias cobranças.</li>
<li>Ansiedade perturbadora: ocorre quando não satisfazemos os pedidos dogmáticas que criam bem-estar e uma vida confortável. É provocada pelas exigências e cobranças que o indivíduo faz aos outros ou ao mundo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
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			</item>
		<item>
		<title>Como encobrimos nossas emoções?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-encobrimos-nossas-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 20:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[tolerância]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As emoções consideradas negativas normalmente seguem certas condutas ou ações orientadas para afastar esse estado emocional. Trata-se de uma estratégia que as pessoas usam bastante e que funciona muito bem a curto prazo, porque nos gera alívio e nos livra dos incômodos sintomas fisiológicos das emoções. O problema ocorre a longo prazo, quando a solução é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As emoções consideradas negativas normalmente seguem certas condutas ou ações orientadas para afastar esse estado emocional. Trata-se de uma estratégia que as pessoas usam bastante e que funciona muito bem a curto prazo, porque nos gera alívio e nos livra dos incômodos sintomas fisiológicos das emoções.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema ocorre a longo prazo, quando a solução é apenas uma correção rápida e paliativa diante da necessidade imediata de nos desfazermos do problema. Essas condutas são justamente as responsáveis para que o problema se mantenha ao longo do tempo, e quando menos esperamos a frágil barreira que levantamos desmorona.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos dessas condutas podem ser comer compulsivamente diante de uma crise de ansiedade, ligar desesperadamente para o companheiro quando temos um ataque de ciúmes para termos certeza de onde ele está, usar drogas ou apostar grandes quantidades de dinheiro.</p>
<div class="centered">
<h2 style="text-align: justify;">A tolerância das emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">Na psicologia, geralmente explicamos aos pacientes – e asseguramos que eles entendam isso perfeitamente – que suas condutas, além dos pensamentos negativos, são os verdadeiros responsáveis pela sobrevivência do problema – seja na superfície ou no interior – e que até você não coloque um fim neles, o dano emocional dificilmente ficará integrado e a dor ou desconforto será atenuado.</p>
<p style="text-align: justify;">Via de regra, as pessoas rejeitam essa teoria porque é muito difícil para elas tolerar a emoção, deixar acontecer, sentir. Os sintomas às vezes são tão desagradáveis que fazemos tudo que for possível para não ficarmos mal, ainda que estejamos cientes de que depois podemos nos encontrar numa situação ainda mais delicada.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, existem pessoas que, ao encarar uma situação problemática, tornam-se muito ansiosas porque sua interpretação geralmente é muito exagerada e vista como terrível e insuportável, e por conta disso descontam tudo numa atividade mega calórica.</p>
<p style="text-align: justify;">É evidente que essa atividade não vai solucionar seu problema. Na realidade, vai acabar criando um novo problema se a pessoa se acostumar com essa dinâmica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, tolerar uma ansiedade intensa é mais complicado do que a opção alternativa de encontrar uma solução rápida e pouco avaliada. De fato, o padrão comportamental de comer contra a ansiedade nessas situações está tão estabelecido que, antes de perceber, a pessoa já está assaltando a geladeira ou os armários em busca de comida.</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal teria sido ter uma conduta alternativa para lidar com a ansiedade, como a respiração profunda, analisar bem o problema, buscar soluções e alternativas, pensar de maneira mais racional e executar a solução escolhida, isso sim, sabendo lidar com a nossa ansiedade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Algumas formas de encobrir as emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">Todos nós em algum momento tentamos encobrir nossas emoções para sofrer menos, ainda que seja para obter um alívio momentâneo. Mesmo que isso não se converta em um hábito, ainda assim é muito problemático. Como comentamos anteriormente, muitas vezes encontramos um problema ainda maior: o problema psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas maneiras através das quais tentamos encobrir nossas emoções podem ser:</p>
<h2 style="text-align: justify;">A comida</h2>
<p style="text-align: justify;">A comida tem um poder muito grande nas pessoas por causa do prazer que proporciona, além de matar a fome.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, uma compulsão alimentar, sobretudo com alimentos doces e calóricos, pode nos levar a acreditar que nossa ansiedade foi reduzida e inclusive eliminada. Por isso, podemos tender a moderar nossos estados emocionais com comida, algo que logicamente pode trazer consigo um grave transtorno alimentar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">As drogas</h2>
<p style="text-align: justify;">As drogas, assim como a comida, também atuam nos centros de prazer e de recompensa, liberando dopamina em nosso cérebro e fazendo com que nos sintamos bem por um breve intervalo de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">O tabaco, o haxixe, o álcool e o resto das drogas funcionam como um atenuante emocional muito potente. As pessoas com baixa tolerância à frustração são mais propensas a ter um problema com o vício de drogas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Jogatina compulsiva</h2>
<p style="text-align: justify;">Assim como os anteriores, o jogo compulsivo atua como uma recompensa, pois ainda que percamos mais dinheiro do que ganhemos, a expectativa de ganhar nos mantém alerta e motivados, nos distrai das preocupações e nos invade momentaneamente. Depois, se perdemos, o problema pode ser ainda maior.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sedentarismo</h2>
<p style="text-align: justify;">Muito típico de estados depressivos. As pessoas, para não sofrerem mais e se livrarem do esforço, “deixam de viver”, tornam-se inativas, ficam em casa, cancelam planos e, no pior dos casos, até precisam pedir demissão do trabalho. Essa conduta também envolve um peso secundário carregado por parte de familiares e amigos, como mais atenção e cuidados, o que leva a um aumento do esforço.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Falta de assertividade</h2>
<p style="text-align: justify;">Ter um comportamento muito agressivo ou ser muito submisso e ceder em tudo são dois comportamentos que podemos ter com os outros. Sendo agressivos exigimos que os outros façam o que queremos e, a curto prazo, tendemos a conseguir nosso objetivo; sendo passivos nos livramos do sentimento de culpa que poderíamos ter ao defender nossos direitos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comportamentos de segurança</h2>
<p style="text-align: justify;">Olhar sorrateiramente o celular do companheiro, nos assegurarmos mil vezes de que apagamos o gás ou fazer inúmeros exames médicos são comportamentos que também nos livram da ansiedade de que algo ameaçador pode acontecer, ainda que não sejam muito realistas.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/como-encobrimos-nossas-emocoes/</p>
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		<title>A dor do luto, seus estágios e o caminho para superação.</title>
		<link>https://casule.com/blog/dor-do-luto-seus-estagios-e-o-caminho-para-superacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2016 20:04:25 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a proximidade das festas de final de ano, das comemorações em família e do inevitável balanço do ano que está acabando, é natural experimentar emoções como tristeza e saudade pela ausência de pessoas queridas, por estarem distantes ou, nos casos mais dolorosos, por morte. Em muitas famílias, junto com a alegria pelos reencontros e a comemoração de conquistas, pairam lembranças nostálgicas e um tanto de pesar pelo que se perdeu, sejam pessoas, lugares, oportunidades ou sonhos. Mas, se lugares podem ser revisitados, oportunidades e sonhos se renovam, a perda de cônjuge, parente ou amigo representa a dor por algo irrecuperável.</p>
<p style="text-align: justify;">A morte é inevitável, faz parte do ciclo da vida, e nem por isso é um acontecimento fácil de superar, ao contrário, dependendo de vários fatores, como grau de proximidade, tipo de relacionamento, como o falecimento se deu (doença longa, acidente, suicídio), pode causar tamanho sofrimento que leva à depressão. A morte de um filho, por exemplo, é tão devastadora que, muitas vezes, a família se desestrutura de tal forma que os pais se separam. Pelo espírito gregário do ser humano, as mortes coletivas, causadas por catástrofes naturais ou não, também provocam os sintomas percebidos no luto particular e suas consequências emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">O luto tem cinco estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Na negação, há a incapacidade de aceitar o fato, a sensação de se estar vivendo um pesadelo do qual vai se despertar. Quando a realidade se impõe, emerge a raiva, e um senso de injustiça, acompanhado da pergunta Por quê? e suas variações. Quando a negação e a raiva mostram-se inúteis, passa-se à barganha, que consiste na tentativa de acordo para que as coisas voltem ao que eram, com promessas, negociação com a emoção ou em busca de achar um culpado, tudo feito, na maioria dos casos, em segredo. Na depressão, as pessoas enlutadas começam a ter real percepção da perda, costumam se isolar, ter crises de choro, problemas para dormir e dificuldade para exercer suas funções diárias, com diminuição da produtividade no trabalho, por exemplo. Na aceitação, o indivíduo enfrenta a situação conscientemente, as emoções já não estão à flor da pele, o desespero e a desesperança diminuíram e o processo de cura emocional se inicia.</p>
<p style="text-align: justify;">A fase aguda do luto dura, geralmente, dois meses, podendo demorar um ano ou mais para que se vençam os sentimentos mais fortes. Superar uma perda não significa esquecer, mas aceitar o acontecido e prosseguir com a vida, inclusive pensando em quem ficou e compartilha conosco a falta e a saudade. É ser capaz de refletir e falar sobre a morte, acreditando que a transformação é necessária, e que há coisas que fogem ao nosso controle, porém, não devem nos aprisionar. É celebrar cada momento, amando e se alegrando sem se preocupar com a transitoriedade da existência, porque aquele instante é único.</p>
<p style="text-align: justify;">O luto precisa ser vivido em todas as suas fases, mas quando a dor da perda permanece muito grande, a pessoa não manifesta sinais de reação e o sofrimento se prolonga indefinidamente, com claros sintomas de depressão, ou abuso de álcool e drogas, então é o caso de procurar psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>FONTE:http://www.contioutra.com/a-dor-do-luto-seus-estagios-e-o-caminho-para-a-superacao/#ixzz4KjWUPMbX</p>
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		<title>Você alcançou a zona de conforto no seu relacionamento?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-alcancou-zona-de-conforto-no-seu-relacionamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 20:07:32 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No começo de um relacionamento ambos se esforçam para apresentar a melhor versão de si mesmos, tanto que o carinho e a intimidade parecem uma mera questão de inércia. No entanto, à medida que o tempo passa e o casal vai se aproximando e se conhecendo mais, à medida que se sentem mais à vontade um com o outro, o “verdadeiro” eu de cada um começa a surgir e surge uma zona de conforto.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao chegar nesse ponto, a confiança, a segurança e a comodidade nos permitem viver o relacionamento em outra dimensão. Para alguns, esse passo pode ser uma descoberta desagradável, uma verdadeira decepção. Para outros, pode representar a oportunidade de viver um relacionamento de forma mais profunda e autêntica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quando se alcança essa zona de conforto em um relacionamento? Quais sinais indicam que isso está acontecendo?</p>
<h2 style="text-align: justify;">A zona de conforto nos relacionamentos amorosos</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa ideia da zona de conforto pode parecer um pouco negativa. Parece maçante, entediante, sem emoção. Quem não gostaria de sentir a emoção e as borboletas no estômago dos primeiros meses, das primeiras vezes ou das primeiras descobertas?!</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, chegar até ali requer tempo. Também é possível aproveitar muitos desses momentos de confiança, quando você descobre que se sente completamente cômodo e livre com o seu companheiro. Na verdade, se você não alcança essa zona de conforto é difícil aprofundar e avançar nos relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Saber se você alcançou essa zona de conforto pode lhe ajudar a avaliar aspectos fundamentais do seu relacionamento e a tomar decisões importantes sobre o futuro, tanto o seu quanto o do casal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como saber se você alcançou a zona de conforto?</h2>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, uma pesquisa revelou que os relacionamentos chegam a sua zona de conforto depois de 11 meses e 24 dias. Depois de analisar cerca de 2.000 casais heterossexuais, os investigadores constataram que demora quase um ano para se acostumar a compartilhar a vida e o espaço com outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo essa pesquisa, alguns dos sinais chave que indicam que a zona de conforto foi alcançada num relacionamento incluem, por exemplo, permitir que seu companheiro a veja sem “estar arrumada”, que a veja quando está doente, ou não fechar a porta do banheiro quando você está dentro. Mas esses não são os únicos sinais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo também constatou que uma pessoa que alcança essa zona de conforto com seu companheiro é capaz de falar abertamente com ela sobre assuntos delicados como que o seu hálito cheira mal ou que não seria ruim se ele usasse um pouco mais de desodorante, e isso sem que o outro se sinta ofendido. Sem dúvidas, são assuntos para os quais é preciso ter muita confiança tanto para dizer com carinho quanto para ouvir do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo também revelou que para uma parte significativa dos casais estudados (um terço, aproximadamente) a outra parte tornou-se cômoda muito cedo, fez as cortinas caírem antes do tempo, perdendo assim a ilusão de um relacionamento perfeito (esse que sabemos que não existe, mas que não resistimos em desejar). O estudo também revelou que, em sua maioria, são os homens que se acomodam mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo esse estudo, outros sinais que revelam que um relacionamento está na zona de conforto estão relacionados com o tipo de roupa que se usa (por exemplo, usar roupa que normalmente se usa em casa ou a mesma roupa íntima repetidamente). Outras questões relacionadas à aparência pessoal (como não estar tão preocupados com a depilação ou com a barba ou não ter reparado que o outro não se depilou ou não fez a barba) também são indicadores.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Os relacionamentos começam a chegar a um ponto de conforto quando o casal confia questões delicadas de saúde, quando confiam suas obsessões mais secretas ou não ligam de chorar na frente do outro. Outras questões como falar sobre casamento ou filhos e falar com comodidade sobre relacionamentos anteriores são também sinais de que um relacionamento vai pelo bom caminho.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sentir-se cômodo para ter um relacionamento duradouro</h2>
<p style="text-align: justify;">O estudo afirma que esses sinais não apenas indicam que se chegou a uma zona de conforto, mas também que está claro que o relacionamento durará muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os entrevistados, alguns poderiam dizer que esses sinais podem significar o fim do romance, mas é um bom sinal que você se sinta cômodo na presença do seu companheiro e possa compartilhar qualquer assunto ou preocupação com ele sem temer ser julgado.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é isso que todos nós buscamos? Se você não se sente à vontade com o seu relacionamento depois de um tempo, talvez seja o momento de repensar algumas coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/zona-de-conforto-relacionamento/</p>
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		<title>Aprendendo a lidar com as próprias emoções!</title>
		<link>https://casule.com/blog/aprendendo-a-lidar-com-as-proprias-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2015 19:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os acontecimentos e as situações vividas. As emoções podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida e, por isso, é importante aprendermos a conhecê-las e a trabalhar com elas. Dificilmente nos perguntamos o que realmente sentimos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2712" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes.jpg" alt="casule-psicologia-emocoes" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes.jpg 650w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes-610x458.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes-480x360.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-emocoes-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os acontecimentos e as situações vividas. As emoções podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida e, por isso, é importante aprendermos a conhecê-las e a trabalhar com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificilmente nos perguntamos o que realmente sentimos antes de tomarmos certas atitudes. Isso ocorre porque as emoções funcionam como um turbilhão, e nem sempre temos tempo ou habilidade para compreender o que está se passando dentro de nós. Mas conhecer as próprias emoções pode evitar muitos conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as emoções vêm acompanhadas por reações fisiológicas. Quando sentimos medo ou raiva, a carga de adrenalina aumenta e faz com que nosso coração dispare e o corpo entre em estado de alerta. Quando estamos felizes, nosso corpo produz mais endorfinas, que resultam em sensação de bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">As emoções costumam ser classificadas como positivas ou negativas. As negativas recebem essa denominação por causa do tipo de sensação que despertam, sem que isso signifique que sejam necessariamente prejudiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro grupo refere-se às emoções que despertam experiências agradáveis e prazerosas, como o amor, a alegria e a felicidade. No outro, estão aquelas que despertam sensações desagradáveis e que podem atrapalhar a comunicação e o entendimento entre as pessoas se não forem compreendidas. As mais importantes são a raiva, a tristeza, a ansiedade e o medo. Vejamos em que consiste cada uma delas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><i>Ansiedade</i></strong>: é uma sensação ou sentimento que costuma estar ligado a momentos de preocupação e apreensão. Geralmente, ela aparece quando devemos tomar decisões ou esperar por acontecimentos importantes. É semelhante ao medo, mas, ao contrário deste, não necessita de problemas reais para estar presente. Pode ser desencadeada por dificuldades subjetivas, que às vezes não conseguimos identificar, e existir em pequenos níveis; mas, em demasia, acaba resultando em uma excitação excessiva do sistema nervoso central e desencadeando uma série de sintomas físicos (como taquicardia, sudorese, sintomas gastrintestinais e irritabilidade).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><i>Medo</i>:</strong> sentimento que surge quando estamos diante de um perigo ou ameaça real a nossa integridade física ou psicológica. É uma emoção essencial, já que possui uma função protetora, pois prepara o corpo para enfrentar ou se esquivar do perigo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><i>Tristeza</i>: </strong>emoção ligada à perda de alguém ou algo importante, ao abandono e ao sofrimento. Geralmente, resulta em abatimento físico, desânimo e falta de vontade. Ela é importante porque nos permite superar as perdas e as expectativas frustradas e encontrar novas formas de recomeçar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><i>Raiva</i>:</strong> geralmente, aparece quando nos sentimos frustrados, injustiçados ou agredidos. É uma emoção que também possui um lado positivo, pois nos faz tomar atitudes e provocar mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos podemos ter emoções negativas e positivas dentro de nós, sem que isso seja considerado errado ou problemático. A vida humana é complexa e dinâmica e, por isso, é possível oscilar entre as sensações positivas e negativas ao longo do dia. A influência negativa das emoções pode ocorrer se não desenvolvermos a capacidade de compreendê-las e, consequentemente, controlá-las e dirigi-las para fins positivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender a identificar as próprias emoções e perceber como elas influenciam nossa conduta é uma maneira de conhecer a si mesmo. Quando identificamos o que sentimos, podemos perceber mais facilmente os sentimentos dos outros e, assim, aumentar a tolerância, facilitar a comunicação e evitar desentendimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Expressar o que sentimos também é um aprendizado diário. Nem sempre, por exemplo, dirigimos nossa raiva para as situações que a desencadearam e, sim, para as pessoas que estão a nossa volta. Esse tipo de confusão impede que transformemos nossas emoções em força produtiva, motivação e estímulo para mudar as situações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Refletir sobre tudo isso pode ser um modo diferente e interessante de começar o ano.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.aprendebrasil.com.br/falecom/psicologa_bd.asp?codtexto=617</p>
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