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	<title>dor - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>dor - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Por que alguns casais se recuperam de uma traição e outros não?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 15:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descobrir que os votos de fidelidade foram quebrados causa muita dor. Esse sentimento é forte porque a relação amorosa é uma das mais íntimas que estabelecemos e isso faz com que tudo o que é vivenciado nela seja muito intenso. A infidelidade é ser traído naquilo que é mais íntimo e que gera tanta expectativa, ao mesmo tempo em que começamos a nos questionar aonde nós falhamos e se fomos incompetentes em cuidar da relação.</p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/RecuperaC3A7C3A3o-relacionamento_2906597_1605709143.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Descobrir que os votos de fidelidade foram quebrados causa muita dor. Esse sentimento é forte porque a relação amorosa é uma das mais íntimas que estabelecemos e isso faz com que tudo o que é vivenciado nela seja muito intenso. A infidelidade é ser traído naquilo que é mais íntimo e que gera tanta expectativa, ao mesmo tempo em que começamos a nos questionar aonde nós falhamos e se fomos incompetentes em cuidar da relação.</p>



<p>Em grande parte dos casos, a&nbsp;traição&nbsp;não é praticada por simples desdém à relação, mas por um sentimento de falta ou insatisfação com o parceiro ou a relação. Essa insatisfação, no entanto, não precisa ser apenas da relação em si. Ela também pode ser pessoal. Quem procura novas experiências fora do relacionamento também sofre de um tipo de vazio. Pode ser, por exemplo, que o infiel sinta uma necessidade grande de se autoafirmar e seduzir.</p>



<p>As razões para a infidelidade conjugal são multifatoriais. Vão desde etapas da vida, o término da “lua de mel”, gravidez, estresse até desejo de maior liberdade, forma de recapturar a vitalidade quando a vida está difícil, forma de fugir de traumas, falta de intimidade, toque, generosidade, sexo, apoio e cumplicidade, impacto na autoestima, segurança em relação à sexualidade, sensação de autonomia, etc.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="500" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/Banner-Blog.jpg" alt="" class="wp-image-22468" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/Banner-Blog.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/Banner-Blog-980x479.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/Banner-Blog-480x234.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure></div>



<p>Falar em traição pode mexer com um dos medos mais profundos de alguns casais. Para aqueles que passaram por essa situação, o problema maior é o que vem depois: o relacionamento precisa acabar? Será que tem chances de ser reconstruído?</p>



<p>Há quem leve uma traição a ferro e fogo: se foi infiel, não há motivos para continuar junto. Mas alguns resolvem tentar novamente, inclusive frequentando sessões de terapia de casal para decidirem se irão manter o relacionamento ou se cada um seguirá o seu caminho sozinho.&nbsp;</p>



<p>A infidelidade não é o maior motivo que leva a destruição do casamento. Leva, sim, a desestruturação, mas não necessariamente à destruição. Muitas vezes, quando do caso descoberto, a situação é mal conduzida tanto pelas pessoas envolvidas quanto por profissionais não preparados para lidar com a situação. A sociedade adora julgar e colocar seu juízo muitas vezes rígido sobre as coisas, o que piora a situação e isso, sim, faz muitos relacionamentos acabarem.</p>



<p>Mas afinal, por que há parceiros que conseguem deixar essa parte de sua história para trás, e até mesmo encaram a traição como uma maneira de fortalecer o casamento antes estremecido, enquanto outros preferem seguir caminhos diferentes?&nbsp;</p>



<p>Primeiro é importante salientar que cada casal é único. Eles têm suas regras e seu jeito. Há casais que consideram até um olhar para o lado uma traição, e outros que acham que só a conjunção carnal é sinônimo de trair. O importante é tentar entender o que é traição para eles, o que levou um parceiro &#8211; ou os dois &#8211; ao ato, e saber a disponibilidade de superar a traição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Traição só ocorre quando tem um problema? </h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="500" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/problemas-casal.jpg" alt="problemas casal" class="wp-image-22469" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/problemas-casal.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/problemas-casal-980x479.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/problemas-casal-480x234.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure></div>



<p>Um dos grandes estereótipos envolvendo a infidelidade tem a ver com a culpa de &#8220;ter deixado a relação ruim&#8221;. Nem toda pessoa que trai o faz porque o relacionamento vai mal. Essa traição pode acontecer por vários motivos, inclusive porque o par acha que há uma monotonia sexual: o objeto de desejo, que é o parceiro fixo, nesse caso, já está totalmente conquistado. Uma pessoa nova traz mais estímulo. E há também uma hipótese bem comum: a pessoa, por mais que esteja comprometida, simplesmente sentiu desejo por outra e isso pode não ter nada a ver com o relacionamento que ela mantém.</p>



<p>O que pode, de fato, ser um empecilho na busca pela reconciliação é a necessidade emocional de cada parceiro ou parceira: enquanto alguns estão satisfeitos com a segurança que o relacionamento estável traz, outros podem também ter um desejo de aventura mais forte, o que pode ser um conflito para casais monogâmicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como superar e, talvez, reconstruir a relação?</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="500" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/reconstruir-relacionamento.jpg" alt="reconstruir relacionamento" class="wp-image-22470" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/reconstruir-relacionamento.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/reconstruir-relacionamento-980x479.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/11/reconstruir-relacionamento-480x234.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></figure></div>



<p>Uma traição nem sempre é um mal para o casal, pelo contrário, em alguns casos ela pode, inclusive, ser uma força para recuperar a relação. Tudo vai depender da forma como o casal resolve essa situação.</p>



<p>O casal que se recupera é aquele que conseguiu trabalhar as questões essenciais do casamento: qual a minha parte aqui? Como eu contribuí para a relação? Como eu me coloco frente ao outro?&nbsp;</p>



<p>À partir da infidelidade, o casal pode passar a se importar realmente um com o outro. Ficam mais caprichosos com a relação, mais unidos e mais preparados para enfrentar outras questões da vida.&nbsp;</p>



<p>São coisas assim que precisam ser tratadas. Não podemos desvalorizar a dor do outro. E é preciso ter muito autoconhecimento e reaprender a se divertir com o parceiro &#8211; não somente sobreviver no casamento.</p>



<p>Além disso, é preciso muito diálogo entre o casal, principalmente na etapa de reconstrução da confiança. E tem que falar a verdade, mesmo que ela possa machucar. Conversas que vão desde definir o que será considerado&nbsp;traição&nbsp;até estabelecer acordos cotidianos ajudam a prevenir conflitos. Mesmo os relacionamentos abertos têm regras de funcionamento. O casal pode combinar que cada um pode sair uma única vez com outra pessoa. Se um deles se encontra mais de uma vez com ela, está rompendo o que tinha sido estabelecido com o parceiro e sendo infiel.</p>



<p>Em linhas gerais, com uma boa comunicação, o casal expressa suas expectativas, sabe quais são as regras, define se ficou chateado com o que o outro fez e fala se está insatisfeito com a relação. Assim é possível negociar melhor os conflitos sem precisar abrir espaço para alguém de fora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



<p>A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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<p>Fontes:<br><br>https://womenshealthbrasil.com.br/traicao-afinal-o-que-e/<br>https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2019/03/05/por-que-alguns-casais-se-recuperam-de-uma-traicao-e-outro-nao.htm<br>https://www.jornalnh.com.br/2017/08/vida/viver_com_saude/2163242&#8211;quem-ama-tambem-pode-trair&#8211;diz-psicologa.html</p>
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		<title>Aspectos psicológicos da dor</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/aspectos-psicologicos-da-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 15:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor crônica]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como a Terapia Cognitiva pode ajudar a quem sofre de dor? O sofrimento que a dor proporciona ultrapassa o corpo, é também um sofrimento emocional.  Cuidar das emoções pode ser o primeiro passo para que você aprenda a lidar com a dor. Entender o que está potencializando este incômodo pode te colocar no controle e ajudar a minimizar seus efeitos.</p>
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<p>Como a Terapia Cognitiva pode ajudar a quem sofre de dor? O sofrimento que a dor proporciona ultrapassa o corpo, é também um sofrimento emocional.  Cuidar das emoções pode ser o primeiro passo para que você aprenda a lidar com a dor. Entender o que está potencializando este incômodo pode te colocar no controle e ajudar a minimizar seus efeitos.</p>



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		<title>O recomeço como forma de cura</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-recomeco-como-forma-de-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 12:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aceitar]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[experiência positiva]]></category>
		<category><![CDATA[recomeço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos nós passamos por situações que podem gerar dor e/ou sofrimento. Estamos sempre expostos à possibilidade de sermos demitidos, perdemos alguém que nos era importante e faleceu, termos uma forte decepção com o término de uma relação amorosa ou mesmo por termos sido promovidos, por exemplo, e isso ter nos obrigado a mudar de cidade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Todos nós passamos por situações que podem gerar dor e/ou sofrimento. Estamos sempre expostos à possibilidade de sermos demitidos, perdemos alguém que nos era importante e faleceu, termos uma forte decepção com o término de uma relação amorosa ou mesmo por termos sido promovidos, por exemplo, e isso ter nos obrigado a mudar de cidade, deixando assim toda a nossa rotina ou amizades para traz. Os motivos podem ser diversos e jamais teremos como nos proteger de maneira absoluta de tais dores. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><span class="Apple-converted-space">            </span>No momento em que nos vemos atingidos pelo sofrimento é necessário que tenhamos claro que cada dor é pessoal, ainda que passemos por experiências parecidas. Compreendermos aquilo que nos causou tanto sofrimento e aceitarmos que, ao passarmos pelo processo de cicatrização, teremos a oportunidade de recomeçar, pode nos trazer ganhos e ajudar a diminuir o que está nos causando dor. É preciso reconhecê-la, aceitá-la e entender a sua importância enquanto meio de aprendizagem para que, só então se possa seguir.<span class="Apple-converted-space">      </span></span></p>
<p class="p3"><span class="s1"><b>Como podemos buscar a cicatrização da dor que nos permitirá o recomeço?</b></span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1"><span class="s1"><i>Reconheça a sua dor e a aceite</i></span></li>
</ul>
<p class="p4"><span class="s1">O esforço que por vezes fazemos tentando esconder, de nós mesmos e de quem nos cerca, as tristezas que sentimos, é quase tão grande e significativo quanto a dor em si. É necessário que reconheçamos a dor que estamos passando e a aceitemos para que seja possível superá-la. Permitir-nos viver tal dor, sentir, sofrer, refletir é o que nos ajudará a superá-la e é preciso habituar-se a esse processo. </span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1"><span class="s1"><i>Descubra o que de fato alivia a sua dor</i></span></li>
</ul>
<p class="p4"><span class="s1">Cada pessoa precisa descobrir aquilo que traz alívio a sua dor. Alguns buscam algo que lhe permita estar em contato com a natureza, outros preferem fazer uma atividade física, dedicar seu tempo a uma boa leitura, aprender algo novo (nova língua, instrumento musical, pintura, bordados, etc), ajudar alguém com visitas em hospitais ou trabalhos voluntários com pessoas carentes, por exemplo. Muitas são as opções, o importante é que você possa descobrir o que vai ser mais prazeroso para você e lhe permitirá que se desconecte em alguns momentos dos seus problemas e se torne mais fortalecido para encará-los.</span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1"><span class="s1"><i>Não tenha receio de solicitar auxílio </i></span></li>
</ul>
<p class="p7"><span class="s1">Um período de isolamento pode ser necessário para se alcançar a cura. No entanto, passar por períodos longos de solidão pode ser prejudicial. Busque apoio com seus amigos e familiares, recorra aos grupos de ajuda e caso você siga alguma religião busque fortalecimento na sua crença.</span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1"><span class="s1"><i>Perceba o que foi positivo nessa experiência</i></span></li>
</ul>
<p class="p7"><span class="s1">Por maior que tenha sido a sua dor, sempre é possível retirar algo de positivo. Olhar para trás, distanciando-se do sentimento de culpa, pode lhe permitir sair dessa situação, que lhe trouxe tanta dor, mais sábio e resiliente. </span></p>
<p class="p9"><span class="s1">E lembre-se de algo importante. A escolha sempre será sua! O caminho de buscar culpados, de reclamar, de se posicionar como vítima ou de permanecer no sofrimento é uma das opções. Assim como o caminho de viver o sofrimento, mas não se entregar a ele, e se você não conseguir sozinho (a) não hesite em solicitar ajuda</span><span class="s3">. </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é a empatia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-a-empatia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2018 11:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[colocar no lugar do outro]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[humaniza]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento;]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito psicológico empatia vem sendo cada vez mais usado pela população no senso comum e estudado por especialistas devido ao reconhecimento da sua importância no que tange as relações humanas. Tal termo se refere à capacidade que o individuo possui de se colocar no lugar de outra pessoa para que possa compreender a sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1"> O conceito psicológico empatia vem sendo cada vez mais usado pela população no senso comum e estudado por especialistas devido ao reconhecimento da sua importância no que tange as relações humanas. Tal termo se refere à capacidade que o individuo possui de se colocar no lugar de outra pessoa para que possa compreender a sua realidade interna. No entanto, esta “troca” deve acontecer considerando o fato de que o outro possui seus medos, desejos, traumas, vivências, habilidades, etc e, portanto devemos tentar nos colocar no lugar do outro a partir de suas perspectivas considerando suas crenças e valores. Assim, ter empatia não significa que você precisa estar de acordo ou não com as escolhas da pessoa ou ao menos simpatizar com ela ou suas decisões. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> O exercício da empatia é de grande valia nos dias atuais, pois facilita e humaniza as relações humanas, tornando-as mais respeitosas e permitindo que aceitemos melhor as escolhas feitas pelo outro diante de suas realidades. Distanciando-nos dos nossos preconceitos e tornando as nossas atitudes cada vez mais desvinculadas de julgamentos de valor. </span></p>
<p class="p3"><span class="s1"><b>Por que algumas pessoas conseguem com tanta facilidade ser empática e outras não?</b></span></p>
<p class="p4"><span class="s1"><b> </b>Algumas pessoas possuem uma maior facilidade para reconhecer as emoções (medo, raiva, alegria, tristeza, desprezo, etc) que são produzidas nas pessoas e por isso se colocam com maior facilidade no lugar de outras pessoas, ainda que nunca tenha vivido aquela experiência. </span></p>
<p class="p4"><span class="s1"> Ter habilidades empáticas pode fazer com que a pessoa se comunique melhor com as pessoas que convivem com ela, pode possibilitar uma facilidade maior nas relações interpessoais, aumento das ideias para as resoluções de problemas, entre outras. Mas também pode trazer questões negativas para a pessoa com grande capacidade empática, caso, ela passe a colocar sempre a dor ou sofrimento do outro em destaque e em detrimento à sua. </span></p>
<p class="p3"><span class="s1"><b>Em que momentos eu demonstro empatia?</b></span></p>
<p class="p4"><span class="s1"><b> </b>A empatia é uma habilidade que podemos desenvolver. Sendo assim, precisamos exercita-la em nosso dia a dia e treinar o seu desenvolvimento entre as crianças. Com elas é possível desenvolvê-la utilizando a literatura infanto-juvenil, músicas, brincadeiras, etc. Na nossa rotina diária, demonstramos a empatia quando: </span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li5"><span class="s3">Exercitamos a escuta sincera, nos importando verdadeiramente com o outro, compreendemos seus sentimentos, dedicando tempo a ele; </span></li>
<li class="li5"><span class="s3">Somos capazes de acolher as pessoas demonstrando interesse e preocupação com suas questões; </span></li>
<li class="li5"><span class="s3">Auxiliamos a pessoa que passa por situações difíceis a buscar resoluções para os seus problemas;</span></li>
<li class="li5"><span class="s3">Validamos o que causa sofrimento no outro. Ainda que não seja o que causa dor em mim. </span></li>
</ul>
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		<title>Transtorno de dor genitopélvica e da penetração</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-dor-genitopelvica-e-da-penetracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 13:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[dispareunia]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapiasexual]]></category>
		<category><![CDATA[transtornodadorgenitopelvica]]></category>
		<category><![CDATA[vaginismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM-V) trouxe modificações importantes no diagnóstico de vaginismo e dispareunia, que foram somados para dar origem ao Transtorno de Dor Genitopélvica e da Penetração. Segundo a nova classificação, há quatro dimensões de sintomas: Dificuldade para ter relações sexuais, variando desde incapacidade total a penetração em qualquer situação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM-V) trouxe modificações importantes no diagnóstico de vaginismo e dispareunia, que foram somados para dar origem ao <em>Transtorno de Dor Genitopélvica e da Penetração</em>. Segundo a nova classificação, há quatro dimensões de sintomas:</p>
<ul>
<li>Dificuldade para ter relações sexuais, variando desde incapacidade total a penetração em qualquer situação até capacidade de experimentar a penetração em algumas situações.</li>
<li>Dor genitopélvica. A dor ocorre pela contração involuntária do músculo do assoalho pélvico ao redor da vagina durante tentativas de penetração, causando desconforto, ardência, dor, problemas com a penetração ou total incapacidade de ter intercurso sexual.</li>
<li>Medo de dor ou de penetração vaginal.</li>
<li>Tensão nos músculos do assoalho pélvico.</li>
</ul>
<p>Diversos fatores interferem negativamente na relação sexual, como a presença de dor, dificuldade em sentir prazer, alterações psicofisiológicas nas fases de excitação e orgasmo, estados emocionais negativos, como raiva, medo, ansiedade, depressão, baixa autoestima, experiências sexuais traumáticas, crenças distorcidas acerca do sexo, crenças religiosas e conflitos conjugais. Em função da dor, as pacientes acabam evitando situações sexuais, focando apenas na satisfação do parceiro, o que torna ainda mais difícil a manutenção do desejo, da excitação e possibilidade de sentir prazer.</p>
<p>Pode-se dizer que a dor é uma resposta condicionada na medida em que o coito associado a uma sensação dolorosa gera contração da musculatura vaginal (resposta condicionada). E ainda, o comportamento de evitação mantém este mecanismo por reforço negativo, ou seja, quando a paciente evita o desconforto que iria sentir com a relação sexual, há alívio da ansiedade antecipatória, mantendo o comportamento de evitação e o próprio quadro.</p>
<p>A base emocional do transtorno é a ansiedade, mais especificamente ansiedade de desempenho sexual. Do ponto de vista cognitivo, a ansiedade elevada interfere negativamente no funcionamento sexual, uma vez que a paciente percebe a própria relação sexual como ameaçadora. Assim, ela se distrai de estímulos sexualmente excitantes e assume interpretações equivocadas sobre esses estímulos.</p>
<p>Segundo a Terapia Cognitivo-Comportamental, é necessário compreender a relação entre os pensamentos, emoções e comportamentos envolvendo o ato sexual, e não apenas o quadro de dor em si. Deve-se levar em consideração o que a paciente pensa sobre sexo, os comportamentos sexuais pregressos, os atuais, as crenças desenvolvidas a partir dessas experiências, a percepção acerca da sexualidade, os valores, crenças e aspectos culturais, familiares e religiosos relacionados à relação sexual, as próprias crenças sexuais, mitos, a autoimagem corporal, autoestima, entre outras percepções. Na prática clínica, partimos da identificação e modificação de crenças disfuncionais a respeito da sexualidade do parceiro e da própria pessoa.</p>
<p>O tratamento é multidisciplinar englobando o médico ginecologista, psicólogo e fisioterapeuta.  A terapia cognitivo-comportamental tem se mostrado eficaz no tratamento do transtorno da dor genitopélvica e da penetração, podendo ser estruturada em intervenções individuais ou do casal. O objetivo é a restruturação cognitiva de pensamentos e crenças distorcidas quanto ao sexo, controle dos níveis de ansiedade, desenvolvimento de habilidades sexuais, melhora da assertividade e da confiança sexual, bem como na qualidade do relacionamento.</p>
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