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	<title>crianças - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>crianças - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Os Impactos da Negligência Infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/os-impactos-da-negligencia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 14:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[negligencia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A negligência infantil desencadeia sérios impactos no desenvolvimento das crianças. Conheça mais sobre a negligência infantil neste texto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-audio aligncenter"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2022/01/Os-Impactos-da-Negligencia-Infantil.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>Play </strong>para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>A negligência infantil é um ato de omissão por parte dos cuidadores em atender as necessidades básicas de uma criança, pode não ser uma ação proposital, no entanto, essa falta de cuidado desencadeia sérios impactos no desenvolvimento e na vida dos menores.&nbsp;</p>



<p>As negligências dessas necessidades básicas incluem os mais diversos aspectos, como omissão de cuidados relativos à alimentação, saúde, educação, proteção e boas condições de higiene. Além disso, compreendem também condições saudáveis para o desenvolvimento intelectual, emocional e psicológico da criança. </p>



<p>É muito importante que esse assunto seja colocado em pauta, porque a negligência infantil é hoje a forma mais recorrente de maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil, e a vivência contínua dessa realidade deixa sequelas que são cientificamente comparadas a casos de abuso e de outras violências explícitas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os efeitos dessas omissões no desenvolvimento das crianças? </h2>



<p>A criança que tem suas necessidades básicas negligenciadas, podem apresentar (a curto, médio e longo prazo) deficiências cognitivas, dificuldade de linguagem e expressão, baixo rendimento escolar e dificuldade no processo de aprendizagem, falta de habilidades sociais, entre outros. </p>



<p>Em casos mais graves, a nível físico, a negligência pode ocasionar a morte da criança, no entanto, a maior parte sofre os impactos no desenvolvimento.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Muitas vezes o comportamento omisso dos pais é decorrente da forma como aprenderam e foram criados na infância.</h2>



<p>Há casos em que os cuidadores não percebem que estão reproduzindo um cuidado inadequado e isso se deve a falta de informações e autoanálise. Outra possível causa é a quebra de expectativas após o nascimento do bebê. </p>



<p>Os pais idealizam a criança desde o momento que descobrem a gravidez e quando percebem que ela não veio como imaginavam, isso pode gerar frustrações e influenciar diretamente na forma de cuidado com seu filho, mesmo que eles não percebam que isso acontece.</p>



<p>Como forma de reduzir esse problema e melhorar a qualidade de vida das crianças, é fundamental que seja realizado um trabalho de orientação de pais com um profissional especializado, além de inclusão em projetos que possam auxiliar no cuidado adequado que a família precisa.&nbsp;</p>



<p>A partir do que foi exposto acima, percebemos a importância em identificar e avaliar caso a caso em relação aos níveis de dificuldades que são encontrados em cada situação. </p>



<p>Vimos que a negligência pode significar alto risco para as crianças e produzir consequências graves desde a infância, até a fase adulta. Portanto, fique atento aos sinais e procure ajuda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia Casule</h2>



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		<title>O desafio do xixi na cama</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/o-desafio-do-xixi-na-cama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[enurese]]></category>
		<category><![CDATA[xixi na cama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O contexto atual de pandemia envolvendo o isolamento social, uso excessivo de tecnologia e distanciamento da escola trouxe mudanças profundas na rotina das crianças e adolescentes. A escola sendo um espaço, para além da educação formal, de troca e interações contínuas, favorece o amadurecimento de aspectos muito importantes para o desenvolvimento saudável de uma criança/adolescente. </p>
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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://casule.com/wp-content/uploads/2021/06/Enurese.mp3"></audio><figcaption>Aperte o <strong>play</strong> para escutar este conteúdo.</figcaption></figure>



<p>Qual família não passa por esse dilema? O xixi na cama é uma queixa frequente e deixa muitos cuidadores de cabelo em pé. Então vamos saber o que é enurese, quando esse “fazer xixi na cama” merece mais atenção e como lidar com essa situação.</p>



<p>É normal no processo de desfralde ocorrer os “vazamentos” noturnos, ou mesmo durante o dia. As crianças ainda estão aprendendo a ter controle sobre o xixi e o cocô (controle esfincteriano). A criança está em fase de desenvolvimento, sua fisiologia está amadurecendo, à medida que tem maturação para determinadas funções, ela vai aprendendo e dominando. Mas lembre-se que é um processo, as crianças não dominam novas aquisições de uma hora para outra.&nbsp;</p>



<p>Nesse artigo, vamos falar especificamente da enurese noturna, ou seja, a falta de controle urinário durante a noite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas então, quando devemos nos preocupar com o xixi na cama?</h2>



<p>Se a partir dos 5 anos de idade ocorre o xixi na cama no mínimo duas vezes por semana e isso ocorre há pelo menos três meses, dizemos que é um caso de enurese. Salientamos que, para crianças atípicas, deve-se avaliar outros fatores e não se prender à idade cronológica.&nbsp;</p>



<p>Chamamos de enurese primária se a criança nunca atingiu o controle do xixi à noite, e enurese secundária caso já tenha tido o controle noturno por um período superior a seis meses e voltou a fazer xixi na cama. Neste último caso, normalmente a enurese está associado à um evento estressor, mas pode também ter causas biológicas quando da perda das funções de controle. Vale salientar que a enurese não é um quadro característico da infância, apesar de ser mais prevalente. Ela pode afetar também adolescentes e pessoas na vida adulta.</p>



<p>Agora que você já sabe o que é enurese, vamos entender como ocorre o controle urinário. Ele envolve três órgãos: o rim, a bexiga e o cérebro. O rim é responsável por “fabricar” o xixi, e funciona sem parar. Porém, durante a noite, sua produção é reduzida, por isso conseguimos ficar mais tempo sem ir ao banheiro. A bexiga armazena o xixi, para que possamos ir ao banheiro somente de “tempos em tempos”. Ela vai guardando até atingir sua capacidade, nesse momento precisamos esvaziá-la. Então sentimos vontade de fazer xixi. Nesse momento, nosso cérebro é “avisado” e nos dá o comando do que fazer. Se estamos acordados, ele nos manda ir ao banheiro, e se estamos dormindo, ele nos desperta e indica que precisamos ir ao banheiro.</p>



<p>No quadro de enurese pode ocorrer falhas nessa orquestra do sistema urinário. Uma hipótese é que os rins não diminuem o ritmo de produção à noite e continua trabalhando a todo vapor. Assim, o corpo continua produzindo muito xixi. Outra hipótese é que a bexiga pede para ser esvaziada antes de estar cheia, então, ao invés de ir ao banheiro uma única vez, você terá vontade de fazer xixi várias vezes, mas eliminará uma quantidade menor de urina. Até aqui vimos como possíveis explicações para o xixi na cama uma “pane” nos rins e uma na bexiga, mas sabemos que o cérebro também faz parte desse sistema. Uma terceira hipótese para o xixi na cama envolve, então, o chefão cérebro. Quando os pequenos têm um sono muito pesado, o cérebro recebe o aviso da bexiga mas tem dificuldade de acordar a criança. Sem conseguir despertar, e a bexiga estando no seu limite, precisando esvaziar, ocorre o xixi na cama, sem que o jovem perceba.</p>



<p>Claro que essas não são as únicas explicações, essa dificuldade no controle fisiológico também pode se dar por fatores genéticos ou outras condições, como distúrbios comportamentais ou psicológicos, problemas emocionais, manejo inadequado por parte dos pais ou responsáveis, etc. Há também condições clínicas que podem causar incontinência urinária, como uso de diuréticos, diabete, transtorno convulsivo, entre outros. Por isso, é aconselhável que, primeiro, procure-se um médico especialista para investigação e realização de exames.</p>



<p>A enurese é mais comum em meninos. Observa-se uma prevalência de duas a três vezes maior do que no sexo feminino, porém não se sabe a causa para essa incidência. Sabe-se também que se um dos pais teve enurese, 44% dos filhos poderão apresentar, e se ambos os pais passaram por isso, a ocorrência passa a ser de 77% dos filhos. Já para casos em que os pais não foram enuréticos, a incidência nos filhos é de apenas 15%. Há estudos que indicam que a enurese está presente em cerca de 6 a 10% das crianças com 7 anos de idade, e em 3% dos adolescentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prevalência de enurese noturna em crianças de acordo com a idade</strong></h2>



<figure class="wp-block-table aligncenter"><table><tbody><tr><td><strong>Idade</strong></td><td><strong>% de enuréticos</strong></td></tr><tr><td>5 anos</td><td>16%</td></tr><tr><td>6 anos</td><td>13%</td></tr><tr><td>7 anos</td><td>10%</td></tr><tr><td>8 anos</td><td>7%</td></tr><tr><td>10 anos</td><td>5%</td></tr><tr><td>12 a 14 anos</td><td>2 a 3%</td></tr><tr><td>= 15 anos</td><td>1 a 2%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Além do acompanhamento profissional, há algumas atitudes que ajudam a lidar com a questão da enurese.</p>



<p>Primeiro é importante entender que ninguém tem culpa nessa questão do xixi na cama, nem a criança nem os adultos. E que o tratamento pode demorar, ou seja, esse problema não irá se resolver tão rápido quanto você gostaria, então tenha paciência, principalmente para administrar as frustrações, decepções e demais sentimentos desagradáveis que esse processo pode causar. Atente-se para o fato de que, mesmo não demonstrando, as crianças também ficam chateadas, tristes, e, muitas vezes, se culpam, precisando, assim, de apoio e atenção. O diálogo é sempre a melhor escolha. Ela também precisa entender que não tem culpa, precisa ser esclarecida, entender o que está acontecendo e também assumir sua parcela de responsabilidade no tratamento.</p>



<p>A enurese pode gerar uma série de “problemas” para as crianças e jovens. Além dos sentimentos desencadeados quando ocorrem os episódios de molhar a cama, essa situação pode afetar sua rotina e lazer, a criança ou adolescente pode, por exemplo, recusar dormir na casa de amigos ou convidar amigos para dormir na sua casa, ter um ritual ao acordar (como tomar banho e trocar a roupa de cama, ao invés de ir logo tomar café ou fazer alguma outra atividade), ter o sono interrompido uma ou várias vezes durante a noite com certa demora para voltar a dormir pois muitas vezes precisa tomar banho, trocar lençóis e pijama, e essa diminuição na qualidade do sono pode afetar seu humor, atenção, concentração, memória, aprendizagem, etc. Mesmo em viagens ou passeios em que precise passar a noite fora de casa, tem preocupações diferentes das outras pessoas, como levar mais roupas de dormir, verificar a estrutura do local. Normalmente há o medo do constrangimento. Muitas crianças escondem até dos irmãos para evitar zoações. E todo esse impacto social pode ocasionar culpa, prejuízo na autonomia, na autoestima, nas habilidades sociais, problemas de comportamento e de confiança.&nbsp; Elas podem se sentir mal com sua situação, e até se acharem piores que os outros ou algo degradante. Podem se sentir culpadas ao verem os pais chateados por causa delas. Por isso é muito importante dialogar, acolher, ser empático com a criança.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes os adultos ficam esgotados e acabam se expressando de forma inadequada, descontando na criança, mesmo sabendo que a culpa não é dela. Outras vezes os adultos não têm essa consciência, não são instruídos sobre a enurese, e culpam sim as crianças, como se elas fizessem xixi na cama apenas para irritar, ou por preguiça, ou acusam de não estarem se esforçando o suficiente. Isso, por sua vez, pode agravar ainda mais o quadro.</p>



<p>Como vimos, a enurese não impacta somente a criança ou adolescente, mas todos do seu núcleo familiar. E afeta suas vidas de várias formas, a nível emocional, financeiro, tempo demandado&#8230;</p>



<p>Para acompanhar o quadro de enurese é interessante que se faça um registro, tanto pelos pais quanto pelas crianças, afinal elas precisam participar efetivamente de todas as etapas desse processo. Através desse registro será possível conhecer melhor o problema, verificar de fato a frequência do xixi na cama, a intensidade, observar fatores que podem influenciar e acompanhar a evolução, os resultados dos esforços.</p>



<p>Para a criança, faça um calendário onde ela terá que marcar todos os dias como foi sua noite, se fez xixi na cama ou não. Para ficar mais atrativo, faça um calendário usando um tema que a criança goste, e para marcar use carimbo, adesivo, desenho&#8230; basta definir o que representará “não fazer xixi na cama “ e “fazer xixi na cama”, pode ser algo associado a seco e molhado, como sol e chuva, por exemplo.</p>



<p>O adulto deverá fazer um registro mais detalhado, que conste horário aproximado do xixi (usar referências, prestar atenção, quando fizer as checagens, aos horários que conferiu, anotar esses horários para ter uma referência), quantidade de xixi (se molhou apenas o pijama, o tamanho da mancha no lençol, se vazou no colchão, etc.), se a criança acordou sozinha (pedir à criança para avisar, pela manhã, caso tenha ido ao banheiro durante a noite), o local (em casa, na casa dos avós &#8211; se pais separados, cada um deverá fazer os registros durante os dias em que estiver com a criança). Faça também observações como quantidade de líquido ingerido durante o dia e idas ao banheiro, alterações no comportamento, se no dia aconteceu algo diferente, se mudou algo na rotina, pessoas de fora passando a noite &#8211; mesmo que familiares próximos mas que residem em outra casa -, se a criança mudou de cama (local de dormir) durante a noite, após molhar onde estava, etc.</p>



<p>Outras coisas que devem ser feitas para ajudar com a enurese são: verificar as condições do banheiro e fazer adaptações, se for o caso, definir a hora de dormir e cumprir esse horário todos os dias, conversar sempre, prestar atenção ao funcionamento do intestino, elogiar sempre que a criança acordar seca e, claro, não chamar atenção ou esboçar descontentamento quando ela fizer xixi na cama, não usar fraldas, após o fim da tarde não ingerir refrigerante, chá, suco de laranja, limonada e leite achocolatado, ir ao banheiro antes de dormir, não trocar de cama durante a noite.&nbsp;</p>



<p>A criança deve ter responsabilidade para seguir essas orientações, e o adulto deve orientá-la para que ela entenda tudo que está acontecendo. A responsabilidade faz parte da aquisição de autonomia, habilidade importante no controle da urina.</p>



<p>Essas dicas podem ajudar no manejo da enurese, mas não substituem o acompanhamento profissional. Alguns casos são preciso uma intervenção medicamentosa. Mas chegar até aqui já é um grande passo!</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="block-5772e0d8-0798-4073-b8a0-adc90bef39f4">Terapia Casule</h2>



<p id="block-38a5d0dc-6a39-4793-a21f-1991036ab115">A Casule é uma clínica que pensa na sua saúde e no seu bem-estar que atende de forma presencial e&nbsp;<a href="https://casule.com/terapia/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>online</strong></a>. Isso faz que possamos cuidar de pessoas em qualquer parte do Brasil e do Mundo!</p>



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<p><strong>Referências bibliográficas:</strong></p>



<p>Emerich, D.R., Braga-Porto, P.F. &amp; Silvares, E.F.M. <em>Enfrentando o xixi na cama. </em>(2014). São Paulo: Memnon.</p>
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		<title>Você sente culpa na relação com seus filhos? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-sente-culpa-na-relacao-com-seus-filhos-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[disciplinapositiva]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapiainfantojívenil]]></category>
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		<title>Como ajudar a criança a viver o luto? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-ajudar-a-crianca-a-viver-o-luto-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 15:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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<p>Quando perdemos alguém que amamos, somos conduzidos a uma das fases mais difíceis da vida. Mas você ja pensou no quanto isso é mais confuso e difícil para as crianças? Um misto de sentimentos, novas situações, novas emoções&#8230; Que nem mesmo nós, adultos, conseguimos descrever. Imagine então, enfrentar? No vídeo de hoje vamos falar de algumas dicas para ajudar as crianças a passarem pelo processo de luto.</p>



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		<title>Psi responde: Comportamento infantil (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psi-responde-comportamento-infantil-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desafio]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapiainfantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse vídeo responderemos algumas dúvidas encaminhadas pelas redes sociais. Falaremos também sobre estratégias que podem ser adotados pelos pais e cuidadores em relação ao desenvolvimento emocional das crianças. Confira com Larissa Leite, psicologa da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode [&#8230;]</p>
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<p>Nesse vídeo responderemos algumas dúvidas encaminhadas pelas redes sociais. Falaremos também sobre estratégias que podem ser adotados pelos pais e cuidadores em relação ao desenvolvimento emocional  das crianças.</p>



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		<title>Qual a importância do contato entre crianças? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/qual-a-importancia-do-contato-entre-criancas-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2019 15:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[contato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A socialização consiste em inserir o indivíduo em diversos contextos sociais. No caso das crianças, significa que elas formem vínculos sociais principalmente com outras crianças. Confira com Milena Magiolo, psicologa da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com [&#8230;]</p>
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<p>A socialização consiste em inserir o indivíduo em diversos contextos sociais. No caso das crianças, significa que elas formem vínculos sociais principalmente com outras crianças.</p>



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		<title>A importância da expressão emocional na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-importancia-da-expressao-emocional-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2019 12:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[expressão emocional na infância]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como já exposto em textos anteriores¹ e ², as emoções são fundamentais em nossa vida e é ainda mais importante durante a infância, fase em que ela é a maior forma de comunicação. Portanto, a expressão emocional na infância deve ocupar nossa atenção! A criança absorve informações e reproduz o que vê ao seu redor [&#8230;]</p>
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<p>Como já exposto em textos anteriores¹<sup> e </sup>², as emoções são fundamentais em nossa vida e é ainda mais importante durante a infância, fase em que ela é a maior forma de comunicação. Portanto, a expressão emocional na infância deve ocupar nossa atenção!</p>



<p>A criança absorve informações e reproduz o que vê ao seu redor com muita facilidade: ela é como uma esponja! Muitas vezes não nos damos conta dos seus sentimentos e por vezes as crianças não estão preparadas emocionalmente para verbalizar tais sentimentos. Até nós adultos temos dificuldades, não é mesmo?</p>



<p>Incentivar as crianças a falar sobre seus sentimentos é algo que deveria ser praticado desde o momento em que elas conseguem compreender conceitos como alegria, medo, tristeza, raiva, ciúmes. Sentimentos que podem ser facilmente percebidos pelos adultos que as rodeiam, mas que usualmente deixamos passar. A identificação e diálogo sobre sentimentos/emoções durante a infância livre de julgamentos permitirá que nas fases posteriores ela não tenha dificuldades de falar sobre seus sentimentos/emoções.</p>



<p>Contudo, é mais comum ouvirmos de adultos frases como “não chore”, “você precisa ser corajoso”, “isso não é motivo para medo” para aliviar o sofrimento e o descontentamento das crianças. O problema é que, mesmo funcionando momentaneamente, a longo prazo essa forma de lidar com as emoções pode fazer com que as crianças aprendam a não expressar o que sentem. E silenciar as emoções pode trazer implicações no desenvolvimento psicológico e social.</p>



<p>Destaco, novamente, que muitas de nossas dificuldades, enquanto adultos, em lidar com emoções, são devido às formas como aprendemos a lidar com tais sentimentos na infância.&nbsp;</p>



<p>Ignorar ou negar as emoções das crianças (e dos adultos) é um comportamento perigoso. Se queremos saúde emocional e relacionamentos positivos, precisamos dar importâncias aos pensamentos e emoções, mesmo que ainda imaturos. As crianças precisam perceber nosso apoio para que se conheçam melhor, o mundo delas, suas percepções e sentimentos são importantes. Por mais que nos parece nada, o que a criança vive é, em seu universo, de extrema importante e real!</p>



<p>Desprezar os sentimentos e sensações podem fazer da criança um adulto menos equilibrado. Devemos estar prontos ao diálogo, claro que diálogo adaptado a cada fase vivida. Se ela teme fantasmas (aos 4 anos de idade) é vã a tentativa de dizer que não eles não existem. Não devemos dizer que seu medo não existe, que sua angústia não é válida. O melhor é ajuda-la a lidar com esse medo: Vamos mandar esse fantasma embora? Aqui não é lugar dele! Vamos procurar juntos esse fantasma? Onde ele estaria? Acolher a criança, seus medos e fantasias e dar a ela segurança para que ela sinta esse conforto e proteção.</p>



<p>Com a idade mais avançada, pode ir ficando mais fácil nomear concretamente seus temores, mas pode ser preciso incentivo para não apenas falar sobre suas emoções, mas para perceber que ela mesma tem recursos internos para buscar ajuda ou até resolver por ela mesma as questões que as afligem.</p>



<p>Não só a emoção do medo (comum na infância), mas também a raiva, a tristeza ou a irritação, são todas respostas naturais e de causas diversas: incompreensão do que está acontecendo, frustração, birra. Todas dizem de algo, trazem uma mensagem que precisa ser entendida. E só conheceremos esse algo se não o rejeitarmos, ou negarmos, exigindo um comportamento ideal para nós adultos. Tal rejeição tem impacto na construção da identidade da criança. Ao reprimir as emoções infantis possibilitamos o desenvolvimento de adultos incapazes de lidar com a linguagem emocional própria, como a do outro – a construção da empatia também fica comprometida.</p>



<p>Através de compreensão e carinho podemos ajudar na expressão das emoções na infância, sejam positivas ou negativas. Uma criança emocionalmente bem desenvolvida torna-se um adulto mais capaz de enfrentar e solucionar suas dificuldades&nbsp;</p>



<p>Se você tem dificuldades em identificar as emoções, ou quer ajuda para trabalhar as emoções de seus pequenos, não deixe de conferir nosso texto sobre Emoções, sobre Emoções na infância. A busca por ajuda profissional também é importante para auxiliar no processo de comunicação familiar.</p>
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		<item>
		<title>As crianças e suas emoções (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/as-criancas-e-suas-emocoes-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 20:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: A criança absorve informações e reflete o que vê ao seu redor, por isso a importância de incentivá-las a falar sobre suas emoções.Trabalhar as emoções desde cedo é fundamental, pois o reconhecimento delas vai auxiliar a criança a compreendê-las e a lidar melhor com as situações do seu dia [&#8230;]</p>
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		<item>
		<title>Cuidado com as otites de repetição (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/videos/cuidado-com-as-otites-de-repeticao-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2018 18:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[dor de ouvido]]></category>
		<category><![CDATA[infecções]]></category>
		<category><![CDATA[otites de repetição]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva temporária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Otites são infecções que ocorrem, geralmente, na orelha média que costumam causar dor de ouvido, febre e/ou um acúmulo de secreção. Elas são mais comuns em crianças do que em adultos e quando ocorrem por mais de três vezes no período de um ano, são chamadas de otites de [&#8230;]</p>
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<p>Otites são infecções que ocorrem, geralmente, na orelha média que costumam causar dor de ouvido, febre e/ou um acúmulo de secreção. Elas são mais comuns em crianças do que em adultos e quando ocorrem por mais de três vezes no período de um ano, são chamadas de otites de repetição e merecem cuidado redobrado, pois podem gerar um perda auditiva temporária que pode comprometer a inteligibilidade dos sons escutados e, consequentemente, dificultar o desenvolvimento da linguagem da criança.</p>
<p>Confira com Flávia Henriques, fonoaudióloga da Casule!</p>
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		<item>
		<title>Crianças e suas emoções</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-e-suas-emocoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 11:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#emoções]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infância é o período do desenvolvimento no qual ocorrem mudanças significativas e com o crescimento surge a necessidade da criança em descobrir o mundo à sua volta. A criança absorve informações e reflete o que vê ao seu redor, por isso a importância de incentivá-las a falar sobre seus sentimentos. Sentimentos esses que podem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A infância é o período do desenvolvimento no qual ocorrem mudanças significativas e com o crescimento surge a necessidade da criança em descobrir o mundo à sua volta.</p>
<p>A criança absorve informações e reflete o que vê ao seu redor, por isso a importância de incentivá-las a falar sobre seus sentimentos. Sentimentos esses que podem ser facilmente percebidos pelos adultos que as rodeiam, como alegria, tristeza e medo.</p>
<p>Trabalhar as emoções desde cedo é fundamental, pois o reconhecimento das emoções vai auxiliar a criança a compreendê-las e a lidar melhor com as situações do dia-a-dia, além de solucionar conflitos com mais facilidade.</p>
<p>Dessa forma, o conhecimento emocional é fundamental para a adaptação da criança, favorecendo a construção das relações sociais, sucesso escolar, controle dos impulsos e autoconfiança. Além disso, reconhecer as emoções é importante também por proporcionar o desenvolvimento da empatia, um tipo de habilidade social, pois quando a criança aprende a nomear e a reconhecer as emoções, sabe identificá-las não somente em si, mas também nos outros.</p>
<p>Contudo, <strong>muitos pais evitam que os seus filhos experimentem emoções desconfortáveis, m</strong>as isso não é o mais apropriado, pois em algum momento as crianças terão que enfrentar a dor e a frustração, por exemplo. Evitar sentimentos como esses, só faz com que sua vida adulta seja mais complicada.</p>
<p>Embora muitas sejam motivadas, existem aquelas crianças que são reprimidas ao nível dos sentimentos. Os pais e educadores escondem as emoções ou são menos emotivos, mas é fundamental explicar que não há mal algum em ser emotivo, porque somos todos seres humanos e as emoções fazem parte de todos nós.</p>
<p>Cada emoção tem uma função diferente no desenvolvimento da criança em seus diversos contextos. E à medida que vai ficando mais velha, ela terá alguns conceitos mais definidos, porém continuará precisando do incentivo de um adulto para não apenas falar sobre suas emoções, mas também para perceber que ela mesma tem recursos internos para buscar ajuda ou até resolver questões que as aborrecem.</p>
<p>Essa educação emocional tem de ser desenvolvida desde cedo, de forma a que a criança desenvolva competências sociais e emocionais. Do contrário, crianças e adolescentes serão incapazes de sentir.</p>
<p>Crianças que sentem, são crianças mais felizes. Por isso não se esqueça de incentivar seu filho a falar sobre suas emoções!</p>
<p><strong>Cinco emoções para melhor compreensão da criança </strong></p>
<p><strong>Medo</strong><strong>:</strong> O medo faz com que a criança tenha desafios e lute para superá-los. Se ensinar seu filho a utilizar o medo para crescer, ele se sentirá mais confiante e corajoso.</p>
<p><strong>Nojo:</strong> Se não existisse a aversão (não somente com o alimento, mas também aversão a determinadas coisas ou aspectos da vida), seu filho se conformaria com todas as situações e teria dificuldades em tomar decisões importantes ao longo da vida.</p>
<p><strong>Raiva</strong><strong>: </strong>A raiva é uma arma de defesa, uma forma de entender ‘eu não gosto disso, eu tenho raiva disso’. É exatamente nesse momento que a raiva gera um mecanismo para pensar em como se defender diante de tudo que lhe provoca incômodo.</p>
<p><strong>Tristeza</strong><strong>:</strong> Sem a tristeza não poderia existir a alegria, elas são complementares. A tristeza com frequência nos faz refletir e aprofundar nos nossos sentimentos. Ela também é importante.</p>
<p><strong>Alegria</strong><strong>:</strong> A emoção mais almejada pelos pais. Todos os pais querem que seus filhos sejam alegres, mas é fundamental entender que em algum momento, outra emoção pode aparecer.</p>
<p><strong>Como posso ajudar meu filho?</strong></p>
<ul>
<li>Ajude-o a compreender o que sente.</li>
<li>Faça-o entender que nenhuma das emoções são ruins, mas sim necessárias.</li>
<li>Nomeie as emoções e encoraje seu filho a falar, sem julgamento e/ou críticas.</li>
<li>Dê exemplos de situações passadas vivenciada pelo adulto, descrevendo os seus sentimentos e como tudo procedeu.</li>
<li>Faça uma leitura infantil explorando com seu filho as emoções dos personagens de acordo com as imagens.</li>
<li>Utilize brinquedos, faça teatro. É importante não esquecer que as crianças aprendem o mundo conforme o veem, por isso, esteja sempre atento ao que quer passar para ela.</li>
<li>Filme &#8211; “Divertidamente”.</li>
</ul>
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