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	<title>complexo de inferioridade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>complexo de inferioridade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Carências internas: o que criticamos nos outros diz muito sobre nós mesmos</title>
		<link>https://casule.com/blog/carencias-internas-o-que-criticamos-nos-outros-diz-muito-sobre-nos-mesmos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 19:05:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando nossas carências internas nos impedem de julgar os outros de forma sadia, aparece o que se chama de projeção negativa. Uma série de mecanismos de defesa que atribuem a outras pessoas nossos próprios defeitos, e inclusive nossas próprias carências. Em situações de conflito emocional, atribuímos a outras pessoas os sentimentos ou pensamentos próprios que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Quando nossas carências internas nos impedem de julgar os outros de forma sadia, aparece o que se chama de projeção negativa. Uma série de mecanismos de defesa que atribuem a outras pessoas nossos próprios defeitos, e inclusive nossas próprias carências. Em situações de conflito emocional, atribuímos a outras pessoas os sentimentos ou pensamentos próprios que são inaceitáveis para nós mesmos.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Projetam-se os sentimentos ou pensamentos que não são aceitos como próprios porque provocam angústia ou ansiedade, dirigindo-os a alguém ou atribuindo-os como se fossem totalmente de outra pessoa.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Grande parte do trabalho que se faz no desenvolvimento pessoal consiste em se libertar dessas projeções, estabelecendo um limite definido entre a descrição que fazemos do que acontece e o que acontece realmente. Desta forma, evitamos a distorção dos fatos superando o conflito que na verdade só existe em nosso interior.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">A defesa do eu nas carências pessoais</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A projeção externa das próprias carências pessoais que nos provocam ansiedade ou angústia acontece para manter um bom conceito próprio. A autoestima e os mecanismos de defesa têm um papel fundamental na defesa do eu. Os chamados mecanismos de defesa do eu são estratégias que usamos sem perceber, cuja função é preservar nossa autoimagem e autoconceito</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Nosso cérebro parece ter desenvolvido diferentes formas de proteger nosso organismo daquilo que nos parece doloroso demais ou inaceitável. Os mecanismos de defesa são estratégias para brecar o mal-estar de certas vivências e os sentimentos associados a elas. Estes mecanismos nos protegem quando não queremos reconhecer algum aspecto de nós mesmos que nos desagrada ou que rompe o autoconceito que havíamos criado.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">O problema aparece quando estes mecanismos se manifestam de forma automática por serem usados vez após vez. Então, torna-se difícil abandonar o hábito. É normal usar esses mecanismos às vezes, mas é preciso saber identificá-los e combatê-los para não distorcer a realidade segundo o nosso próprio ego.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Estes mecanismos de defesa podem se voltar contra nós, introduzindo distorções importantes na nossa própria percepção, além de torná-las mais complicadas de identificar porque ficam facilmente camufladas entre nossas percepções mais realistas.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">O que vemos nos outros fala muito sobre nós mesmos</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Os outros agem como um espelho para a nossa mente, nele vemos refletidas diferentes qualidades ou aspectos do nosso próprio ser. Quando observamos alguma coisa que não gostamos em alguém, sentindo desagrado e rejeição, isto pode indicar que de alguma forma esse aspecto nos desagrada também em nós mesmos. A projeção psicológica nos faz pensar que o defeito apenas existe ali fora, nessa outra pessoa.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A projeção psicológica é um mecanismo de defesa mental mediante o qual uma pessoa atribui a outras pessoas sentimentos, pensamentos ou impulsos próprios que nega ou que são inaceitáveis para si mesma. Quando a nossa mente entende que existe uma ameaça para a saúde mental, esta irá atribuir qualidades inaceitáveis a um sujeito externo a nós mesmos.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Desta forma, nossa mente consegue se enganar e colocar outros conteúdos ameaçadores para fora de si mesma. Estas projeções são válidas tanto para as características negativas, como ódio, rancor, inveja, quanto para as positivas, admiração, idealização, carinho. Portanto, quando criticamos em excesso as outras pessoas, é possível que estejamos criticando a nós mesmos.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/carencias-internas/</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">
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		<title>Da frustração à Compulsão</title>
		<link>https://casule.com/blog/da-frustracao-compulsao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 19:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo da nossa vida é frequente experienciarmos frustrações, que nos deixam com elevada ansiedade. Vivemos frustrações nos relacionamentos, no trabalho, em sociedade, etc. Normalmente as frustrações sentem-se quando as expectativas não são correspondidas e não se podem satisfazer determinados desejos. Perante isto, busca-se alguma forma de prazer como tentativa de substituir as sensações decorrentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ao longo da nossa vida é frequente experienciarmos frustrações, que nos deixam com elevada ansiedade. Vivemos frustrações nos relacionamentos, no trabalho, em sociedade, etc.</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Normalmente as frustrações sentem-se quando as expectativas não são correspondidas e não se podem satisfazer determinados desejos. Perante isto, busca-se alguma forma de prazer como tentativa de substituir as sensações decorrentes da frustração (angustia, desilusão, impotência, raiva, medo, culpa, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Esta busca de prazer pode materializar-se em comportamentos compulsivos quando existe uma tentativa de controle da expressão destes impulsos e a necessidade de satisfação dos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na compulsão predomina uma grande ansiedade e uma vontade incontrolável de ter prazer, que ao ser satisfeito alivia a tensão. Por vezes, por detrás da compulsão existe um parente próximo: a obsessão, que são os pensamentos/ideias que se repetem persistentemente na mente e que levam ao ato da compulsão.</p>
<p style="text-align: justify;">Surgem assim sensações químicas no nosso organismo que podem ser obtidas por ingestão de substancias químicas como as drogas, álcool, cigarros, certos alimentos como o chocolate, ou pela produção de hormonas e neurotransmissores gerados por certas experiências como compras, festas, sexo, desportos radicais, etc. Estas sensações e experienciais produzem prazer e promovem o alívio da ansiedade, angustia ou frustração.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: “perdi o meu emprego, então vou beber álcool” ou “terminei o meu namoro, então vou às compras para me sentir melhor”</p>
<p style="text-align: justify;">Quando as frustrações são temporárias e as pessoas conseguem satisfazer os seus desejos de outra forma; não há compulsão. Mas quando a frustração se prolonga no tempo e os comportamentos compensatórios se tornam frequentes, então aparece a compulsão, pois faça o que fizer a sensação de frustração, ansiedade e tensão não diminui com o passar do tempo</p>
<p style="text-align: justify;">A origem dos comportamentos compulsivos ainda não está totalmente esclarecida. Mas os estudos apontam para a combinação de vários fatores, entre eles, alterações nos níveis da serotonina (neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar e satisfação), dificuldades de lidar com a frustração e de se proporcionar prazer.</p>
<p style="text-align: justify;">A família também é fator decisivo no desenvolvimento de compulsões, seja pela influência hereditária, no caso da compulsão por álcool e algumas drogas, seja em função da educação, clima emocional e qualidade dos relacionamentos, que podem favorecer o surgimento de compulsões relacionadas a comportamentos, como sexo, compras, trabalho, jogo, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">As consequências dos comportamentos compulsivos podem ser devastadores, criando um ciclo vicioso que agarra o indivíduo nas suas teias, impedindo-o de viver livre. Este ciclo vicioso de ansiedade-obtenção de prazer-ansiedade pode tornar-se tão intenso ao ponto controlar por completo a vida de uma pessoa. Se inicialmente este ciclo se inicia como forma de controlo da frustração, é a própria compulsão que passa assim a controlar a vida, podendo levar a um desgaste extremo, tanto físico como psicológico. Este desgaste alarga-se à família, ao trabalho e a todos os sistemas envolventes, podendo tornar-se num bloqueador perpétuo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros passos para ajuda-lo a sair deste ciclo são:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Reconheça o problema e que sua vida está fora de controle<br />
2. Admita a impotência para na sua própria força resolver o problema<br />
3. Desenvolva novos hábitos e atitudes<br />
4. Aprenda a viver um dia de cada vez<br />
5. Contacte ajuda especializada na Oficina de Psicologia, pois existem técnicas psicoterapêuticas específicas e eficazes que o poderão ajudar!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://oficinadepsicologia.com/da-frustracao-a-compulsao</p>
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		<title>Você sabe o que é transtorno ansioso social?</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-sabe-o-que-e-transtorno-ansioso-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2016 19:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o transtorno ansioso social? O transtorno ansioso social, anteriormente conhecido como fobia social, é um distúrbio caracterizado por manifestações de intensa ansiedade que surge quando o paciente é ou crê estar sendo submetido à avaliação de outras pessoas em seus desempenhos ou atividades. É frequente que essas pessoas tenham a sensação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><b>O que é o transtorno ansioso social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno ansioso social, anteriormente conhecido como <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social, é um distúrbio caracterizado por manifestações de intensa ansiedade que surge quando o paciente é ou crê estar sendo submetido à avaliação de outras pessoas em seus desempenhos ou atividades. É frequente que essas pessoas tenham a sensação de estarem sendo julgadas muito ansiosas, fracas ou tolas e, por conta disso, tendem a se isolarem. Na maioria das vezes essa ansiedade concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas (comer, falar ou escrever em público, por exemplo), mas pode também ser sentida de maneira geral para todas as atividades sociais. As pessoas afetadas por essa <span class="postTip word_cnt_554780_4">patologia</span> compreendem que seus medos são injustificados, no entanto, experimentam grande apreensão ao enfrentarem as situações temidas e fazem de tudo para evitá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas dificuldades são tidas como patológicas quando acarretam algum prejuízo pessoal como, por exemplo, negar-se a um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de alguém que esteja avaliando.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Quem são as pessoas que sofrem de transtorno ansioso social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Um estudo recente mostrou que 13% dos brasileiros sofrem dele. As <span class="postTip word_cnt_554780_9">fobias</span> sociais afetam os homens mais que as mulheres. O seu início geralmente é muito gradual, na infância ou na adolescência. O mais tardar que a <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social pode começar é no início da idade adulta, em torno de vinte anos. Há certa possibilidade de uma facilitação genética.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Quais os <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> mais comuns do transtorno ansioso social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Não há <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> que sejam absolutamente típicos, mas em geral eles são aqueles da ansiedade (inquietação incômoda, medo vago e indefinido, expectativas negativas relativas ao futuro, <span class="postTip word_cnt_554780_1">palpitações</span>, sensações de sufocações, tremores, <span class="postTip word_cnt_554780_5">sudorese</span> excessiva, mal estar gástrico, etc.). Sensações de aperto na <span class="postTip word_cnt_554780_8">cabeça</span> ou no <span class="postTip word_cnt_554780_11">peito</span> são muito frequentes. São comuns também distúrbios psicossomáticos como <span class="postTip word_cnt_554780_7">úlceras</span>, <span class="postTip word_cnt_554780_13">asma</span>, <span class="postTip word_cnt_554780_3">gastrites</span>, colites, dores de <span class="postTip word_cnt_554780_8">cabeça</span>, dentre outros. O que é mais característico da <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social é o aparecimento dos <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> quando a pessoa é observada enquanto executa uma tarefa comum. Esses <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> ocorrem com mais intensidade quando a pessoa está desempenhando certas atividades sociais, em presença de outras pessoas. Eles são, principalmente, ansiedade antecipatória, tremores, suor excessivo, <span class="postTip word_cnt_554780_1">palpitações</span>, temor de enrubescer-se, temor de ser avaliado negativamente ou de ser visto como fraco, ansioso, louco ou tolo, o que os leva, em geral, a evitar situações sociais que os colocariam em incômodo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses pacientes não conseguem dizer não, pelo temor de desagradarem as pessoas. Têm uma baixa auto-estima e julgam, por exemplo, que não podem terminar um namoro porque não despertarão o interesse de mais ninguém.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Em que situações os <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> ocorrem mais frequentemente?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">As situações nas quais essa <span class="postTip word_cnt_554780_4">patologia</span> mostra melhor os seus <span class="postTip word_cnt_554780_6">sintomas</span> são andar na rua, falar em público, viajar em transportes públicos, comer ou beber em público, escrever ou assinar em presença de outras pessoas, usar mictórios públicos, olhar as pessoas nos <span class="postTip word_cnt_554780_12">olhos</span>, dar ou aceitar cumprimentos, etc. A <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social pode ser generalizada para todas essas (e ainda outras) situações, ou específica, se a ansiedade é experimentada apenas em uma ou algumas situações determinadas. A <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social pode incapacitar a pessoa para o estudo, o trabalho e demais atividades sociais, e privar o individuo de fazer amizades, estabelecer relacionamentos amorosos e formar uma família. Os que conseguem trabalhar buscam profissões nas quais a interação social é mínima e preferem os trabalhos noturnos ou isolados, onde os contatos sociais são mais escassos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Como deve ser tratada a <span class="postTip word_cnt_554780_10">fobia</span> social?</b></h2>
<p style="text-align: justify;">O tratamento deve ser feito por um terapeuta especializado (psicólogo). A psicoterapia <span class="postTip word_cnt_554780_2">cognitivo</span>-comportamental costuma apresentar bons resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/223455/voce+sabe+o+que+e+transtorno+ansioso+social.htm</p>
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		<title>As 4 leis do desapego para a liberação emocional</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-4-leis-do-desapego-para-liberacao-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2016 19:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade.&#160;A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós&#160;devemos aprender a desenvolver. Praticar o desapego&#160;não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade.&nbsp;A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós&nbsp;devemos aprender a desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;">Praticar o desapego&nbsp;não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo vínculos afetivos ou relacionamentos pessoais com aqueles que fazem parte do nosso cotidiano.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Desapego significa saber amar, apreciar e se envolver nos relacionamentos com uma visão mais equilibrada e saudável, libertando-se dos excessos que o prendem”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Liberação emocional é viver mais honestamente, de acordo com as suas necessidades. Crescer, progredir com conhecimento de causa, sem prejudicar ninguém e não deixando ninguém o limitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça abaixo as 4 leis do desapego para a liberação emocional. Vamos praticar?</p>
<h2 style="text-align: justify;">1 – Lei do desapego: você é responsável por si mesmo</h2>
<p style="text-align: justify;">Ninguém pode viver por você. Ninguém pode respirar por você, se oferecer como voluntário para carregar suas tristezas ou sentir suas dores.&nbsp;Você é o arquiteto da sua própria vida e de cada passo que dá em seu caminhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a primeira lei que deve ter em mente para praticar o desapego é tomar consciência de que você é totalmente responsável por si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não responsabilize os outros pela sua felicidade. Não imagine que para ser feliz é necessário encontrar o parceiro ideal ou ter o reconhecimento de toda sua família.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a opinião dos outros é a sua medida de satisfação e felicidade, você não vai conseguir nada além de sofrimento. Raramente os outros suprirão as nossas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Cultive sua própria felicidade, seja responsável, maduro, conscientize-se das suas escolhas e consequências e nunca deixe que seu bem-estar dependa da opinião alheia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2&nbsp;– Lei do desapego:&nbsp;Viva no presente, aceite e assuma a sua realidade</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, não conseguimos aceitar que nesta vida nada é eterno, nada permanece sempre igual; tudo flui e retoma seu caminho. Muitas pessoas estão sempre focadas no que aconteceu no passado, e isso se torna um fardo pesado que carregamos no presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que seja doloroso, aceite, assuma o passado e aprenda a perdoar. Isso o fará se sentir mais livre e o ajudará a se concentrar no que realmente importa: “o aqui e agora”. Liberte-se!</p>
<h2 style="text-align: justify;">3&nbsp;– Lei do desapego:&nbsp;Liberte-se e permita que os outros também sejam livres</h2>
<p style="text-align: justify;"><em>&nbsp; “Assuma que a liberdade é a forma mais plena, íntegra e saudável de aproveitar e compreender a vida em toda a sua imensidão”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ser livre não nos impede de criar vínculos com os outros. Criar vínculos, amar e ser amado, fazem parte do nosso crescimento pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">O desapego significa que você nunca deve assumir a responsabilidade pela vida dos outros, que eles não podem lhe impor seus princípios e nem tentar prendê-lo. É assim que surgem os problemas de relacionamento e o sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os apegos exagerados nunca são saudáveis. Temos como exemplo aqueles pais obcecados&nbsp;por proteger os filhos, que os impedem de crescer e avançar com confiança para explorar o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A&nbsp;necessidade de desapegar-se é fundamental&nbsp;nesses casos; cada um um deve sair dos seus limites de segurança para&nbsp;enfrentar o imprevisto e o desconhecido.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4&nbsp;– Lei do desapego:&nbsp;As perdas irão acontecer mais cedo ou mais tarde</h2>
<p style="text-align: justify;">Devemos aceitar que, nesta vida, nada dura para sempre. A vida, os relacionamentos e até os bens materiais acabam desaparecendo como fumaça, escapando por&nbsp;uma janela aberta ou deslizando através dos nossos dedos.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas vão embora, as crianças crescem, alguns amigos somem e perdemos&nbsp;alguns amores… Tudo isso faz parte do desapego. Temos que aprender que isso é normal e enfrentar essa situação com tranquilidade e coragem.</p>
<p style="text-align: justify;">O&nbsp;que nunca pode mudar é a sua capacidade de amar. Comece sempre por você mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/as-4-leis-do-desapego-liberacao-emocional/</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Pedir ajuda não é sinônimo de fraqueza</title>
		<link>https://casule.com/blog/pedir-ajuda-nao-e-sinonimo-de-fraqueza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 20:37:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>  Pedir ajuda não é sinônimo de fraqueza ou de vulnerabilidade. Na verdade é justamente o contrário: pedir ajuda é um ato de valentia através do qual conhecemos a importância de assumir nossas limitações e de reconhecer o papel que os outros têm em nosso crescimento. Nesse sentido, podemos afirmar que pedir ajuda é um ato [&#8230;]</p>
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<div id="abgc" class="abgc" dir="ltr"> <br />
Pedir ajuda não é sinônimo de fraqueza ou de vulnerabilidade. Na verdade é justamente o contrário: pedir ajuda é um ato de valentia através do qual conhecemos a importância de assumir nossas limitações e de reconhecer o papel que os outros têm em nosso crescimento.</p>
<p>Nesse sentido, podemos afirmar que pedir ajuda é um ato de humildade e de coragem, pois através do pedido de ajuda reconhecemos o valor das outras pessoas e lutamos contra a habitual pressão em relação a ideia de sermos autossuficientes.</p>
<p>Assim, com comentamos em outras ocasiões, o ser humano e seu complexo sistema psicológico foram desenhados para a cooperação e a relação com o seu entorno em favor do desenvolvimento coletivo.
</p></div>
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<h2 style="text-align: justify;">A confiança, um elemento fundamental</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando pedimos ajuda também estamos dando um voto de confiança aos outros, pois mostramos uma parte importante do nosso ser para que “outra pessoa cuide dela”. Com esse simples ato, fortalecemos nossos vínculos. Somos honestos e consideramos aqueles que nos cercam quando acreditamos que podem fazer algo por nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendemos a pensar no pedido de ajuda como uma faca de dois gumes que permitirá que outras pessoas se aproveitem de nós, ou que irá ferir nossa independência, ameaçando gravemente nossa capacidade de fazer as coisas por nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não nos faltam motivos, mas a verdade é que não podemos viver desconfiados de que uma bigorna vai cair na nossa cabeça enquanto caminhamos pela rua. Com isso queremos transmitir a ideia de que as barreiras que impomos a nós mesmos são úteis quando a situação requer uma defesa, não depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Pedir ajuda também é uma boa forma de começar uma relação com alguém, além de ser uma habilidade social básica indispensável para o nosso bem-estar. Desse modo, assim como gostamos de ajudar, os outros também se sentem bem em agir dessa maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, deixe para trás essa necessidade de orgulho e de se sentir infalível, assim como os cuidados excessivos em compartilhar o que acontece em nosso interior. Por outro lado, a vergonha também não faz sentido em certos momentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo do negativo é um dos fatores mais transcendentais, pois a possibilidade de sermos julgados e de que os outros vejam em nós alguma suspeita de “fraqueza” que nos torna vulneráveis nos causa pavor. Por isso, para pedir ajuda a alguém são necessárias a confiança e a sensação de conforto diante dos outros. Se não trabalhamos nesses dois pilares, os intercâmbios não fluirão como deve ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Por todas estas razões, não vale a pena perder a oportunidade de experimentar a bondade dos outros e de melhorar nossa visão do mundo. Quando pedimos ajuda todos saem ganhando, pois pedir é tão enriquecedor quanto dar. Ajudar é maravilhoso, mas deixar que nos ajudem não é nada mal. Vale a pena tentar.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/pedir-ajuda-nao-sinonimo-fraqueza/</p>
<p style="text-align: justify;">
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			</item>
		<item>
		<title>Complexo de Superioridade: Origem e Implicações</title>
		<link>https://casule.com/blog/complexo-de-superioridade-origem-e-implicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 21:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[achismo]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de inferioridade]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de superioridade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[fobia social]]></category>
		<category><![CDATA[narcisismo]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Complexo de Superioridade é uma forma de sobrevalorização inconsciente que tem como objetivo compensar sentimentos de inferioridade. Mas qual a sua origem? Quais as suas implicações? E o que é um “complexo”? Antes de mais, é importante clarificar o que é um “Complexo”. O Complexo é um conceito que nasceu na Psicologia Analítica, constituindo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Complexo de Superioridade é uma forma de sobrevalorização inconsciente que tem como objetivo compensar sentimentos de inferioridade. Mas qual a sua origem? Quais as suas implicações? E o que é um “complexo”?</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais, é importante clarificar o que é um “Complexo”. O Complexo é um conceito que nasceu na Psicologia Analítica, constituindo um conjunto de pensamentos, ideias e crenças carregadas de emoções. Portadores de uma carga energética substancial, estruturam-se como entidades autônomas. Quando ativados por causas internas ou externas, como um trauma, um choque emocional ou conflito moral, estes podem dominar o ego, dominando assim a forma da pessoa ser e estar.</p>
<p style="text-align: justify;">O Complexo de Superioridade tem como base um mecanismo inconsciente de compensação, por reflexo de sentimentos internos de inferioridade, frequentemente despertados por críticas, rejeição, negligência. A expressão de “Complexo de Superioridade”  foi originalmente criada por Afred Adler.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indivíduos que manifestam o Complexo de Superioridade, projetam com frequência os seus sentimentos de inferioridade nos sujeitos que o rodeiam. Para os indivíduos com o Complexo de Superioridade, todos os que estão á sua volta são inferior a ele.</p>
<p style="text-align: justify;">O Complexo de Superioridade pode incluir, opiniões exageradamente positivas sobre o seu valor e as suas capacidades próprias, expectativas extremamente altas em relação aos seus projetos e ações. São indivíduos, vaidosos, vestem-se de forma excêntrica e extravagante (com objetivo de focar e chamar atenções), são orgulhosos, sentimentalistas, têm tendência para questionar e desacreditar opiniões de outras pessoas, tentando impor a sua opinião, numa tentativa de dominar aqueles que considera mais fracos e menos importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes verifica-se também, um afastamento social e isolamento do individuo com Complexo de Superioridade face ao mundo. Como forma de fugir e evitar a realidade, que o seu inconsciente tanto tem medo. O Complexo de Superioridade cria um medo extremo do individuo se confrontar com a sua própria desilusão. Quando confrontado com a realidade este vai usar todos os seus recursos, para fugir e evitar a mesma. Em alguns casos revelam-se extremamente bons comunicadores, persuasivos e com argumentos aparentemente sólidos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Complexo de Superioridade é uma mascara para ocultar a sua inferioridade. Um individuo que possua este complexo, frequentemente afirma que é extremamente competente ou até o mais competente, mas no seu íntimo duvida da sua competência; frequentemente afirma que é o melhor pai (ou mãe), ou que os seus filhos são os melhores educados e competentes, quando no seu íntimo duvida da capacidade e competência de ser pai (ou mãe).</p>
<blockquote><p><em>As justificações silenciam a culpa e mante-nos convencidos que não estamos a cometer um erro.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Esta fuga extrema da realidade pode em casos extremos, originar um surto psicótico. Visto que na sua realidade ele não pode ser inferior, confrontado com esse facto origina a rejeição da realidade, dando origem a alucinações, paranoias, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente, em alguns casos, o complexo de superioridade pode coexistir num mesmo individuo com o complexo de inferioridade. São considerados por muitos autores duas diferentes expressões de uma mesma patologia, isto é, tanto o complexo de superioridade como o de inferioridade podem ter a mesma origem, porém são formas de expressar diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psicologiafree.com/curiosidades/complexo-de-superioridade-origem-e-implicacoes/</p>
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		<title>Distorção da autoimagem corporal.</title>
		<link>https://casule.com/blog/distorcao-da-autoimagem-corporal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2016 20:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, muito se fala em moda Fitness, e isso envolve um mercado muito abrangente, que é o de roupas para academia, suplementos, tênis, até garrafa de água entra na moda. Muito se fala na busca do corpo perfeito&#8230; Mas, o que é o corpo perfeito? É muito fácil falarmos que estamos buscando o corpo perfeito, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, muito se fala em moda Fitness, e isso envolve um mercado muito abrangente, que é o de roupas para academia, suplementos, tênis, até garrafa de água entra na moda. Muito se fala na busca do corpo perfeito&#8230; Mas, o que é o corpo perfeito?</p>
<p style="text-align: justify;">É muito fácil falarmos que estamos buscando o corpo perfeito, mas, muitas vezes, sequer sabemos qual de fato é a nossa busca, o nosso real objetivo. Ideal de corpo perfeito é o daquela pessoa que você segue na rede social, que tem muitos seguidores e uma legião de comentários cheios de elogio? Então, vamos falar de algo muito mais sério: o que você vê quando se olha no espelho?</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de buscar o corpo perfeito, existe um histórico de vida. Dentro deste “histórico” existe uma composição de fatores, como: genética, limitações, biotipo, etc. Ou seja, algumas pessoas ficam incessantemente buscando o corpo que julgam perfeito, ou porque viu numa rede social, ou porque alguém comentou, e esquecem que cada pessoa possui um organismo, uma forma de corresponder às reações de medicamentos, e que não existem corpos e nem pessoas iguais. Por isso, quando se olham no espelho, nunca estão satisfeitas com o que enxergam ali. E a busca não pára. Porque, na maioria das vezes, não olham para o que alcançaram, olham para o que estão buscando. E isso afeta, inclusive, a saúde. Vale ressaltar que “corpo perfeito” não é sinônimo de saúde!</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante de todos estes pontos levantados, é que, simplesmente, não existe padrão de beleza. Não existe o cabelo ideal, o formato de unha ideal, o corpo ideal. Simplesmente, não existe. O que existe são “idéias” do que pode ser ideal, mas idéias vagas e infundadas. Afinal, cada pessoa nasceu de uma família com genes completamente diferentes, um bom exemplo são irmãos gêmeos: nem mesmo eles são iguais em termos de organismo e metabolismo. Hoje, com a febre de redes sociais, as pessoas se esqueceram de olhar para dentro. Para o que sentem, para o que de fato querem, perderam até suas próprias opiniões sobre o que de fato considera bonito ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aquelas pessoas que são fissuradas num ideal de corpo, é recomendado que busquem (e até deem prioridade) para um auxílio psicológico. Entender sobre o que de fato querem, recuperar seus próprios ideais e formas de enxergar este mundo, até mesmo de se conhecerem, saberem quais são seus próprios padrões e limites, o que pode ser melhorado – porque, é claro, exercícios físicos e alimentação saudável são fundamentais para qualquer pessoa – mas não deixarem suas essências escaparem pelos dedos. Nossa essência, o que de fato somos, ninguém pode mudar, alterar, e cada um tem sua própria beleza.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que se a pessoa tem essa fissura por um corpo perfeito, nunca está satisfeito com o que vê quando se olha no espelho, quer sempre mais e mais, não necessariamente esquadra-se numa doença. Isso pode ser ocasionado por uma baixa autoestima, e até mesmo sintomas de inferioridade. O auxílio de um profissional poderá ser fundamental para que este quadro se reverta.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/distorcao-da-autoimagem-corporal-m0715-50477.html</p>
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		<title>Mania de perseguição</title>
		<link>https://casule.com/blog/3960-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 20:24:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="content">
<li>
<p style="text-align: justify;">Em um mundo inseguro, competitivo e cheio de problemas sociais que nos prejudicam diariamente é completamente normal que tenhamos certa desconfiança das pessoas, quer as conheçamos ou não, e em alguns casos até certo medo delas. Mas existe um limite saudável para todas as coisas. O fato de alguém ter um medo ou uma desconfiança obsessiva dos outros a ponto de prejudicar a vida social requer uma atenção cuidadosa, porque tais comportamentos podem representar a chamada “mania de perseguição”, que em casos mais severos, pode representar um sintoma de doenças psicológicas sérias, como a depressão.</p>
</li>
<li>
<ul class="content">
<li style="text-align: justify;">Grande parte das pessoas que sentem que o mundo está contra elas, na verdade, sofrem de problemas de autoestima, que acabam afetando seriamente as relações sociais, profissionais e até familiares. Então, se você já passou várias vezes pela sensação de que alguém não gosta ou está rindo de você sem motivos aparentes, quem sabe você tenha quadro de algum transtorno psicológico.Embora a intensidade da mania de perseguição possa variar de um para o outro, de um modo geral os sintomas são semelhantes, mas para algumas pessoas esses sintomas podem tomar proporções descontroladas. Atente para alguns detalhes:
<ul>
<li>Você sente com frequência que alguém está olhando muito para você?</li>
<li>Já passou mais de uma vez por um grupo que estava rindo e acreditou que o motivo da piada era você?</li>
<li>Acredita com frequência que alguém não gosta de você mesmo que essa pessoa não tenha nenhum motivo?</li>
<li>Está sempre desconfiado de que algumas pessoas de seu convívio social, escola ou trabalho, por exemplo, estão continuamente tentando prejudicá-lo?</li>
</ul>
<p>A resposta afirmativa a essas perguntas demonstra que você tem a mania de perseguição e com ela problemas de autoestima, que podem estar prejudicando suas relações sociais. Mas o que deve ser feito para tratar desse problema?</li>
<li style="text-align: justify;">
<h2>Entendendo o problema para obter a cura</h2>
<p>É importante atentar para o fato de que a própria mania de perseguição é um sintoma para vários distúrbios ou problemas psicológicos. Por isso o ideal é que aquele que sofre com ela procure orientação com um especialista: psicólogo ou psiquiatra, para descobrir o que realmente está afetando as emoções e levando o indivíduo a ter tais sensações. Curar, por exemplo, problemas de autoestima pode ajudá-lo a afastar um pouco a ideia de que as pessoas não gostam de você.</li>
<li style="text-align: justify;">quando você sente que há perseguição no ambiente de trabalho, uma boa alternativa seja conversar com alguém de confiança que participe do mesmo ambiente, já que ela pode clarear a falsa percepção de que há uma conspiração contra você. Mas, claro, esse caso é quando se trata de uma mania de perseguição moderada. Em outros, o tratamento terapêutico deve ser a alternativa mais eficiente.</li>
<li style="text-align: justify;">O fato de alguém sentir que os outros não lhe dão valor pode ser a projeção dela mesma nas outras pessoas, ou seja, se aquele que tem mania de perseguição tem uma autoestima muito baixa, acreditando que tem pouco valor e que não merece créditos por nada, por exemplo, ele pode estar projetando esse sentimento externamente, por isso sente que os outros não gostam dele ou tentam prejudicá-lo.</li>
<li style="text-align: justify;">Concentrar ações para elevar a autoestima é um método eficiente para amenizar a mania de perseguição, em casos moderados. Alguns desses métodos:
<ul>
<li>Realizar esportes ou atividades salutares que ajudem a afastar maus pensamentos;</li>
<li>Cuidar bem do sono, procurando dormir bem, em horários definidos;</li>
<li>Cultivar relações sociais saudáveis, evitando amizades que deixem a pessoa para “baixo”;</li>
<li>Procurar ambientes que trazem bons sentimentos, evitando ao máximo locais que não combinam com o jeito de ser da pessoa que tenha a mania de perseguição, como aqueles onde haja pessoas com ideias, comportamentos e padrões muito diferentes.</li>
<li>A mania de perseguição é apenas UM sintoma que reflete alguns transtornos psicológicos que merecem e precisam ser tratados. Mas não pense que se sentir perseguido de vez em quando seja necessariamente um grande problema, apenas se esse sentimento for muito frequente e estiver prejudicando suas relações sociais</li>
</ul>
</li>
<li>
<ul>
<li style="text-align: justify;">FONTE:familia.com.br/7013/saude/mania-de-perseguicao-quando-a-implicancia-ultrapassa-o-limite</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
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		<title>livre-se do sentimento de abandono e rejeição..</title>
		<link>https://casule.com/blog/livre-se-do-sentimento-de-abandono-e-rejeicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 20:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[auto estima baixa]]></category>
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		<category><![CDATA[desilusão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rejeição é, sem dúvida, um trauma capaz de provocar grande dano na vida das pessoas. A desilusão pelo rompimento indesejado causa ressentimento que não sendo trabalhado devidamente, dá origem a diversos transtornos psíquicos e até físicos. O sentimento de não sermos amados ou aceitos é o estopim de mágoas e outros sentimentos destruidores. Não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A rejeição é, sem dúvida, um trauma capaz de provocar grande dano na vida das pessoas. A desilusão pelo rompimento indesejado causa ressentimento que não sendo trabalhado devidamente, dá origem a diversos transtornos psíquicos e até físicos. O sentimento de não sermos amados ou aceitos é o estopim de mágoas e outros sentimentos destruidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é fácil ser abandonado, entretanto, se isso já é um fato é preciso pensar em maneiras de reconstruir a própria vida, procurando esmerar-se nisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido algumas dicas podem ser úteis.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>1- Aceite o fato consumado</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Enfrentar a realidade é fundamental, porque enquanto você ficar se iludindo, na esperança de que a pessoa retorne e volte atrás, nada vai mudar. Chorar, suplicar pelo amor de alguém que não lhe quer só vai piorar seu sofrimento. Amar e não ser amado não desmerece ninguém, mas implorar amor fere a dignidade de qualquer pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>2- Encare a situação como sendo um ciclo que se fechou</b></h2>
<p style="text-align: justify;">A vida é cíclica, o que corresponde dizer que um ciclo de fecha para que surja um novo. Não é o fim da sua vida, muito menos do mundo! Não alimente pensamentos de perda, afinal o relacionamento deu certo por algum período e momentos bons aconteceram. Certamente todas as experiências vividas contribuíram para o seu amadurecimento e, portanto, valeram a pena. Mas agora isso é passado e você precisa olhar para frente, renovar o ciclo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>3- Não alimente emoções destrutivas</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Sentir raiva diante do abandono é normal e pode até ser muito saudável, desde que cumpra seu papel de defesa e depois se transforme em aceitação.  Quando a raiva vira ódio, culpa, ressentimento, desejo de vingança, desespero e impotência passa a ser corrosiva para a alma e causa maior sofrimento. Permita-se vivenciar as fases naturais do luto pelo fim de seu relacionamento, mas não se entregue a elas. Para tanto, mantenha o bom senso e o equilíbrio não alimentando emoções negativas em seus pensamentos e ações.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>4- Pense em você</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Claro que sua autoestima está abalada, mas não permita que desmorone; antes cuide e a estimule através do cuidado com você mesmo. Ninguém merece, mas quase todo mundo se sente rejeitado, em algum momento da vida. Mantenha-se bem, cuide da sua aparência e saúde, pratique exercícios, divirta-se com amigos e familiares, empenhe-se no trabalho e olhe para o espelho com satisfação.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>5- Seja você e não se deixe levar pelo recalque</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Não procure saber da vida de quem não quis mais compartilha-la com você, evite qualquer tipo de encontro e mesmo informação, pelo menos até que a ferida cicatrize. Também não queira mostrar indiferença ou forçar situações do tipo “estou muito bem, obrigado”. Nada mais patético do que a pessoa querer mostrar o que não é e o que não sente.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, troque emoções negativas por positivas, supere essa dor e candidate-se a viver novas possibilidades. Afinal, ser feliz é preciso!</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.suelyburiasco.com.br/?p=18174</p>
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		<title>Aprendendo a lidar e não aceitar a frustração.</title>
		<link>https://casule.com/blog/aprendendo-lidar-e-nao-aceitar-frustracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 20:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A baixa tolerância à frustração A frustração é um sentimento de impotência, uma resposta emocional que emerge quando certos desejos e expectativas não podem ser cumpridos. Junto com a raiva, a frustração é uma das emoções humanas mais comuns. Se não aprendermos a geri-la e, eventualmente, superá-la, teremos como resultado um sentimento estável de decepção. Não poder resolver [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A baixa tolerância à frustração</h2>
<div class="text-content" style="text-align: justify;">
<p>A frustração é um sentimento de impotência, uma resposta emocional que emerge quando certos desejos e expectativas não podem ser cumpridos. Junto com a raiva, a frustração é uma das emoções humanas mais comuns. Se não aprendermos a geri-la e, eventualmente, superá-la, teremos como resultado um sentimento estável de decepção<strong>.</strong></p>
<p>Não poder resolver sentimentos de frustração pode causar desmotivação e abandono de todas as metas e projetos em qualquer plano da nossa vida. Claro, a vida em si não é fácil e a capacidade de controlar os contratempos que o destino nos depara exige paciência, caso contrário, o que seria de nós se ao primeiro sinal de frustração “jogássemos a toalha”?</p>
<h2>Por que é importante aprender a tolerar as frustrações?</h2>
<p>Como qualquer outra emoção, a frustração tem que ser controlada e canalizada de uma forma positiva<strong>,</strong>de modo que a pessoa seja capaz de enfrentar as dificuldades e constrangimentos que o dia-a-dia lhe apresenta.</p>
<p>É importante lembrar que a própria frustração é um sentimento passageir<strong>o</strong>, um estado de incerteza que não nos define como pessoas. Devemos entender que passar por uma situação frustrante não significa fracasso, e que desenvolver uma tolerância à frustração envolve um processo de aprendizagem que começa desde a infância e nunca termina.</p>
<h2>Quais são suas causas?</h2>
<p>A baixa tolerância à frustração depende desses aspectos principais:</p>
<p>1) O indivíduo tem uma percepção distorcida das situações vividas<strong>,</strong> porque só vê o lado negativo das coisas.</p>
<p>2) A pessoa tem uma tendência a querer controlar todos os acontecimentos de sua vida<strong>,</strong> e a incapacidade de manter esse controle se reflete em um sentimento de desânimo.</p>
<p>3) Da mesma forma, o sujeito se sente incapaz de suportar o desconforto que implica enfrentar situações difíceis da vida<strong>.</strong></p>
<p>As pessoas que aprendem a tolerar a frustração vivem com menos estresse, porque são capazes de ver qualquer problema uma oportunidade e, consequentemente, têm clareza suficiente para procurar soluções adequadas, pois não respondem com uma intensidade desproporcional diante de qualquer inconveniência.</p>
<h2>Como lidar com a frustração</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qualquer ser humano já se sentiu frustrado em um momento ou outro, e apesar de a frustração ser uma emoção que não pode ser eliminada completamente, com um pouco de paciência, é possível aprender a controlá-la. Para isso, devemos:</p>
<p>• Criar consciência do tipo de sentimentos e emoções que a frustração gera em nós e analisá-los.</p>
<p>• Aprender a assimilar o fato de que os desejos não são necessidades que exigem resolução imediata.</p>
<p>• Reconhecer que a perfeição não existe, e que ser absurdamente exigente consigo leva à frustração<strong>,</strong>pois paralisa a produtividade e a capacidade de ser criativo.</p>
<p>• Controlar os impulsos negativos que são prejudiciais para as metas e estabilidade emocional do indivíduo. Lembrar-se das consequências negativas causadas pelos impulsos em situações passadas permite que a pessoa aprenda a não tomar decisões apressadas, como resultado de sua frustração.</p>
<p>A tolerância à frustração é uma virtude que precisa de desenvolvimento e paciência. Não há mal que não venha para o bem, e apesar de certas situações causarem desconforto no presente, a satisfação de ter superado as dificuldades, a longo prazo, será infinita.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/baixa-tolerancia-frustracao/</p>
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