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	<title>bullying - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>bullying - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Combate ao bullying (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/combate-ao-bullying-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 21:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿ CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Felipe Mendes,&#160;, &#160;psicólogo da Casule! Combate ao bullying Todos os anos datas voltadas ao combate ao bullying passam e muitas das vezes não são nem citadas. Porém, ano a pós ano, a prática desse mal só aumenta, seja por e com crianças ou adultos. Muitos tornam-se expectadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Qq9BB00rH-0" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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<h1></h1>
<h1 class="title style-scope ytd-video-primary-info-renderer">Combate ao bullying</h1>
<p>Todos os anos datas voltadas ao combate ao bullying passam e muitas das vezes não são nem citadas. Porém, ano a pós ano, a prática desse mal só aumenta, seja por e com crianças ou adultos. Muitos tornam-se expectadores dos atos e não conseguem enfrentar ou delatar. Por isso, esse vídeo aborda a temática explicando e convidando todos a enfrentar e denunciar a prática de bullying. A naturalização e a ignorância sobre o assunto escondem uma realidade de sofrimento e dor para aqueles que sofrem constantemente. Ajude a acabar com o bullying. Denuncie!</p>
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		<title>Bullying &#8211; Quando brincadeiras e implicâncias viram agressão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/bullying-quando-brincadeiras-e-implicancias-viram-agressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 22:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 4 de Maio. Dia Anti-Bullying, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. Dia 7 de abril. Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da Tragédia do Realengo. E apesar de ter uma nomenclatura recente, bullying é um problema antigo. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 4 de Maio</strong>. Dia Anti-<em>Bullying</em>, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. <strong>Dia 7 de abril</strong>. Dia Nacional de Combate ao <em>Bullying</em> e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da <em>Tragédia do Realengo</em>. E apesar de ter uma nomenclatura recente, <em>bullying</em> é um problema antigo.</p>
<p>O termo descreve uma extensa variedade de comportamentos que podem ter impactos sobre a propriedade, o corpo, os sentimentos, os relacionamentos, a reputação e o status social de uma pessoa, muitas vezes são agressivos e dolorosos para as vítimas. Destaca-se que a repetição, a persistência do comportamento hostil, repulsivo e intimidador contra uma mesma pessoa ou grupo que denomina ser <em>bullying</em>. As vítimas são hostilizadas, assediadas, socialmente rejeitadas, ameaçadas, caluniadas ou mesmo atacadas (verbal, física e psicologicamente) por um ou mais indivíduos.</p>
<p>Nos dias de hoje o <em>cyberbullying</em> também se enquadra nesse panorama, no qual o assédio virtual com o uso de tecnologias de informação e comunicação apoia comportamentos definidos, repetidos e hostis com a intenção de prejudicar o outro. Perseguições, humilhações, ataques físicos/verbais, insultos e difamações para com aqueles que são vistos como os “diferentes”.</p>
<p><strong>Apesar do fenômeno ser caracterizado como uma agressão, nem toda a agressão é classificada como <em>bullying, </em>mas por quê?</strong></p>
<p>A palavra <em>bullying</em>, derivada do verbo inglês <em>bully</em>, significa usar a superioridade física para intimidar alguém. Também pode ser empregada como adjetivo, no sentido de valentão ou opressor. O que faz com que o termo não seja apenas citado no contexto escolar, mas também como relações violentas, opressoras e intimidadoras no contexto familiar e do trabalho. Há várias formas de se envolver e praticar um ato de <em>bullying.</em> Os <em>bullies, </em>autores, são aqueles que praticam.</p>
<p>As <em>vítimas, </em>alvos, são os que sofrem. E com participação direta e apresentando, ou não, apoio a tais atos, a maior parte é composta do grupo das <em>testemunhas, </em>expectadores. Sendo que a pratica pode ser dividida em <em>bullying físico (</em>empurrado, beliscado, chutado, alvejado, etc.)<em>; bullying</em> <em>verbal (</em>destruição do psicológico e bem-estar)<em> e bullying social/relacional (</em>diretamente ligado à exclusão, manipulação e a destruição de reputação).</p>
<p><strong>Pare por um momento e reflita: você já presenciou alguém sendo humilhado, ovacionado ou agredido e não fez nada? Você já difamou ou criticou alguém para outra pessoa? Ou você já se sentiu menosprezado e rejeitado?</strong></p>
<p>Por ocorrer mais comumente em segredo, longe dos olhos dos responsáveis, pais, amigos, professores, etc, que poderiam interromper, tais atos podem ocorrer praticamente em qualquer ambiente (lares, bairros, escolas, empresas, etc.). O ambiente fica cada vez mais contaminado de medo e ansiedade.</p>
<p>Na grande maioria das vezes, a <em>testemunha</em> convive com a violência e se silencia por temer a se tornar a próxima vítima. E diante desse panorama, situações de conflitos, a ausência de tolerância e de diálogo, ganham cada vez mais força, justificando e potencializando situações violentas, banalizando essa experiência tão prejudicial.</p>
<p>Esses indivíduos que sofreram já na infância e vem sofrendo constantemente, acompanhados das consequências destas experiências, acabam sendo mais propensos ao abandono de responsabilidades e compromissos quando jovens adultos; podem ter dificuldades nas atividades rotineiras por medo de se expressar e participar; alegam enfermidades com mais frequência ou indisposição e acabam tendo problemas de sono e de socialização.</p>
<p>A longo prazo, quando adultos, são mais propensos a sofrer de bloqueios e perturbações mentais; tendem a ter maior dificuldade de se socializar com os outros, manter relações e uma autoestima rebaixada. A mais preocupante de todas as consequências do <em>bullying</em> é a propensão a cometer suicídio, assunto recentemente debatido na mídia (a partir da série <em>13 Reasons Why</em> e o “jogo” Baleia Azul).</p>
<p><strong>A autoestima é talvez a mais afetada e prejudicada pelo <em>bullying</em>. As vítimas desenvolvem mecanismos que distorcem os pensamentos e sentimentos e dificultam a interação.</strong></p>
<p>Por mais que as pessoas em volta, as <em>testemunhas</em>, percebam a presença do <em>bullying,</em> as percepções das <em>vítimas</em> são superficiais. É preciso entender as causas, além dos reflexos que sociedade tem no comportamento das pessoas, com seus preconceitos; críticas e pressupostos sociais, exercendo influência direta no modo como as pessoas se relacionam umas com as outras.</p>
<p><strong>A naturalização e ignorância sobre o <em>bullying </em>reforçam a camuflagem da realidade violenta na qual vivemos, visto que a omissão predomina munida do medo das consequências.</strong></p>
<p>Muitas crianças e adolescentes criam a sensação de que não há nada que se possa fazer frente às ocorrências frequentes que sofrem. Fazendo com que atuação do psicólogo seja em capacitar pais, educadores, responsáveis e todos aqueles envolvidos com a vítima. Para analisar e entender as múltiplas relações do individuo, além de identificar as necessidades e possibilidades de aperfeiçoamento dessas relações.</p>
<p>Logo, o profissional de psicologia deve enfrentar o desafio de tomar como alvo de sua atuação a complexidade dos processos interativos que ocorrem no ambiente, baseadas em ações multidisciplinares, se necessários, que envolvem, sobretudo, os vários níveis de prevenção. Atuando na escola, na empresa ou no âmbito familiar para que seja crível envolver e conscientizar o máximo de pessoas possíveis.</p>
<p>O conhecimento sobre as características comportamentais dos indivíduos que são alvos das agressões e intimidações pode auxiliar nas ações voltadas à proteção de vítimas de <em>bullying</em>.</p>
<p><strong>Quando não entendemos adequadamente o problema, o <em>bullying</em>, lidamos apenas com seus sintomas, não com as causas. Compreender é o primeiro passo para começar a combatê-lo.</strong></p>
<p>Se você conhece alguém que sofre constantemente assédios; agressões ou maus-tratos; <strong>DENUNCIE</strong>. <strong>BUSQUE AJUDA</strong> de um responsável ou autoridade. <strong>IMPEÇA</strong> essa prática de se espalhar. E caso você perceba que alguém próximo a você já vive os efeitos dessa hostilidade, entre em contato conosco. <strong>NÃO SEJA </strong>um expectador.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TOC na infância: conheça os sinais e a importância do tratamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/toc-na-infancia-conheca-os-sinais-e-importancia-do-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2016 21:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O TOC tem idade para começar? Geralmente, começa na adolescência, mas pode aparecer na infância também, entre 6 e 8 anos, em média. Essa é justamente a fase em que a criança começa a ser ver como indivíduo e parte de uma sociedade. Até então, ela achava que era uma extensão dos outros ao seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> O TOC tem idade para começar?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Geralmente, começa na adolescência, mas pode aparecer na infância também, entre 6 e 8 anos, em média. Essa é justamente a fase em que a criança começa a ser ver como indivíduo e parte de uma sociedade. Até então, ela achava que era uma extensão dos outros ao seu redor. E para esse amadurecimento natural é comum que ela adote certos rituais e apresente pensamentos obsessivos. Por exemplo: as crianças costumam temer muito a morte da mãe, então, elas coçam o nariz três vezes para protegê-la, ou só andam nas pedrinhas brancas quando estão na rua. Essas pequenas manias fazem parte do crescimento. O problema está quando, junto com elas, vem um alto nível de ansiedade &#8211; e o que era só esporádico vira rotineiro e passa a atrapalhar a socialização -, como aquela criança que não consegue ir para a casa de um amigo porque tem medo de deixar a mãe sozinha e algo de ruim acontecer com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como diferenciar manias de TOC? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> O TOC traz sofrimento. A criança não consegue deixar de repetir aquele ritual, e isso compromete a sua vida na escola, com a família, os amigos. É importante prestar atenção no seu filho e ver se aquelas manias típicas da infância não ultrapassam a linha do que é saudável ou não. Uma criança que tem pavor de se sujar, e precisa trocar de roupa imediatamente, e aquela que arruma o quarto de um modo que, se alguém mexer, ela se tornará explosiva, são casos que merecem atenção. Outro exemplo são aquelas que não admitem um erro: se escrevem uma palavra com a grafia incorreta, não são capazes de passar a borracha no caderno, arrancam a folha e começam tudo de novo. Mexer sistematicamente em machucados, arrancar as casquinhas ou fios de cabelo e pêlos da sobrancelha. Tudo isso pode ser indício de TOC. Mas essas coisas têm de envolver sofrimento, porque as crianças simplesmente não conseguem não fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como diferenciar manias de TOC? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> O TOC traz sofrimento. A criança não consegue deixar de repetir aquele ritual, e isso compromete a sua vida na escola, com a família, os amigos. É importante prestar atenção no seu filho e ver se aquelas manias típicas da infância não ultrapassam a linha do que é saudável ou não. Uma criança que tem pavor de se sujar, e precisa trocar de roupa imediatamente, e aquela que arruma o quarto de um modo que, se alguém mexer, ela se tornará explosiva, são casos que merecem atenção. Outro exemplo são aquelas que não admitem um erro: se escrevem uma palavra com a grafia incorreta, não são capazes de passar a borracha no caderno, arrancam a folha e começam tudo de novo. Mexer sistematicamente em machucados, arrancar as casquinhas ou fios de cabelo e pêlos da sobrancelha. Tudo isso pode ser indício de TOC. Mas essas coisas têm de envolver sofrimento, porque as crianças simplesmente não conseguem não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong> O TOC em crianças acontece da mesma forma que nos adultos? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> Nas crianças há o agravante de que elas ainda vivem em um mundo permeado por fantasia. Isso quer dizer que elas realmente acreditam que, se não ficarem o dia todo monitorando a mãe pelo celular, ela poderá morrer. O adulto, por outro lado, tem consciência de que os seus rituais não são lógicos, apesar de ambos não conseguirem controlá-los. Até por isso é mais fácil o diagnóstico nas crianças. Por mais que elas não falem abertamente sobre a questão, elas dão muito mais indícios. Já os adultos se sentem constrangidos e geralmente escondem o problema.</p>
<h2 style="text-align: justify;">
<p><strong> Como o transtorno é desencadeado? </strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong> É preciso ter uma predisposição genética para desenvolver TOC e algum fator que o desencadeie. Nas crianças, pode ser um estresse prolongado (que dure entre 1 e 2 anos), como a separação complicada dos pais, algum parente com uma doença séria, o bullying na escola. Crianças com essa carga genética também serão mais perfeccionistas e extremamente controladoras. Porém, o mais importante não é descobrir o que desencadeou o TOC, mas sim tratá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI243160-15326,00-TOC+NA+INFANCIA+CONHECA+OS+SINAIS+E+A+IMPORTANCIA+DO+TRATAMENTO.html</p>
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		<item>
		<title>Educar um adolescente rebelde!</title>
		<link>https://casule.com/blog/educar-um-adolescente-rebelde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 20:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente rebelde]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão na adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[educar os filhos]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[separação dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos muita notícia de violência entre os adolescentes. Meninas apanhando de colegas por serem bonitas demais, surras na porta da escola por qualquer motivo bobo. Os adolescentes andam mais violentos? Há um tempo atrás a formação das crianças costumava ser mais rigorosa, tanto em casa como na escola haviam um foco maior no &#8220;bom comportamento&#8221;. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Temos muita notícia de violência entre os adolescentes. Meninas apanhando de colegas por serem bonitas demais, surras na porta da escola por qualquer motivo bobo. Os adolescentes andam mais violentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há um tempo atrás a formação das crianças costumava ser mais rigorosa, tanto em casa como na escola haviam um foco maior no &#8220;bom comportamento&#8221;. Mas talvez estejamos passando por uma fase onde o respeito ao outro pode ter  sido confundido com “fazer papel de bobo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelo á isso surgiram algumas teorias que acreditam que não se deveria inibir as crianças e o exagero chegou a ponto de valorizar, em alguns meios, a criança que se impõe acima de qualquer outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio que a harmonia seria o melhor caminho, as crianças não devem ser educadas nem com tanto rigor nem com tanta falta de limites. O equilíbrio pode ser o caminho mais difícil, pois é subjetivo e necessita  muita reflexão, mas não devemos desanimar e tentar sempre achar o ponto certo entre o que devemos incentivar nas crianças e o que devemos inibir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Agressividade faz parte da adolescência?</h2>
<p style="text-align: justify;">A agressividade faz parte do ser humano. Quem tem filho sabe que um bebê grita e esperneia quando quer alguma coisa, esta é a sua forma de comunicação. Ao longo do processo de educação vamos ensinando as crianças a conseguir o que querem de forma diplomática e elegante.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns chegam a adolescência sem ter absorvido a necessidade, e a beleza, do relacionamento interpessoal harmonioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que quando falamos em educação estamos falando da parcela onde o meio influencia o comportamento, mas há sim a parcela onde a personalidade determina. As características de personalidade  de uma pessoa podem ser  mais ou menos agressivas. Importante notar que estas características não são, necessariamente, imutáveis,  podem ser alteradas pelo meio, ou seja pela influencia da educação e convivência com as pessoas por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Agressividade é normal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Agressividade em nível ótimo ajuda a pessoa a não aceitar ser desmerecida ou prejudicada,  todos podemos aprender a usar esta agressividade com comportamentos elegantes e não destrutivos. Por exemplo, caso um adolescente se sinta prejudicado por outro na escola ele pode usar sua indignação para promover grupos de discussão entre os pais e diretores e coordenadores da escola para inibir praticas ilícitas dentro da escola. Claro que este tipo de reação pode dar muito mais trabalho do que simplesmente desferir um soco no colega, mas é o tipo de trabalho que engrandece e vale a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando os pais devem agir?</h2>
<p style="text-align: justify;">Desde que o filho nasce. Mostrar com seu próprio comportamento, falar com a criança, não esperar que algo aconteça para depois interferir. Mesmo antes de haver qualquer agressão tanto por parte do filho como por parte de outro adolescente que tenha sido agressivo, esta criança pode ser preparada para lidar tanto com suas frustrações como com as frustrações alheias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Sinais aos quais os pais devem ficar atentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Adolescentes podem mudar de comportamento várias vezes, faz parte do seu desenvolvimento. Reconheço que não é uma tarefe fácil, pois nunca sabemos quando o filho está apenas introspectivo ou quando está com problemas, por isso mesmo os pais devem estar atentos a qualquer mudança, mesmo as positivas, pois é possível que  o filho esteja muito feliz em casa porque conseguiu dar uma surra no colega da escola. Os pais devem tentar saber o que acontece com seus filhos e estabelecer valores.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Evitar que os jovens cheguem ao ponto da agressividade?</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível ensinar um filho a ler comprando livros ou mandando o filho ir para o quarto ler, mas percebo que a “técnica” mais eficiente seria deixar que seu filho te veja lendo livros. Dei este exemplo por ser mais fácil de visualizar mas vale para qualquer outro comportamento, deixar seu filho ver você mesmo se comportando da forma que quer que ele se comporte pode ser uma boa forma de ensinar. Não adianta pedir para o filho falar baixo se você faz isso gritando.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Papel da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Complementar o que iniciou em casa. Não devemos esperar que a escola seja a formadora de caráter mas podemos cobrar que ela mantenha os valores ensinados em casa.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">O que fazer se meu filho ou filha sofrer ameaças de violência física por parte de outras pessoas da mesma idade</h2>
<p style="text-align: justify;">Proteger esta criança. Em primeiro lugar deve-se tomar ações que impeçam que isso aconteça. Cada caso é um caso  por isso os pais devem a avaliar se o melhor seria mudar de escola, interromper a escola por um tempo, comunicar a quem de direito ou o que for melhor. Em segundo lugar identificar a causa, será que seu filho é o provocador ou a vitima? Deve-se notificar quem mais estiver envolvido como diretor da escola, do clube, ou caso isto estiver acontecendo na rua verificar se há canal de comunicação com os pais destes adolescentes. Caso não haja deve-se ensinar este adolescente a se proteger e não revidar. Talvez o que resolva é o aprendizado sobre como conversar com estes agressores, talvez o que resolva seja aprender a romper o vinculo com estes agressores  de forma a elimina-lo do papel de alvo.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Avisar a polícia ou a direção da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Deve avisar a policia nos casos onde a gravidade está de acordo com assuntos policiais e  avisar a direção da escola sempre, mesmo em casos mais leves.</p>
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<h2 style="text-align: justify;">Cyberbullying  e os jovens marcam brigas pelas redes sociais.</h2>
<p style="text-align: justify;">A internet é tanto uma benção como um grande problema. Melhorar a comunicação  não significa que  melhorará o conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem observar de muito perto o que seus filhos  fazem no computador. Isto é algo que dá muito trabalho mas estamos em um tempo onde não dá mais para criar os filhos apenas os observando brincarem no quintal de casa. O pais precisam ser ativos e ter consciência que este trabalho todo faz parte do seu papel.</p>
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<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/adolescente-rebelde-como-educar.html</p>
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